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Maristela e o Filho do Diabo

MARISTELA E O FILHO DO DIABO

Meu nome é Maristela, mas todos me chamam de Stela, tenho 20 anos e estou cursando o último ano de Ciências Contábeis. Confesso que tenho uma ótima vidinha de classe média alta, tenho um ótimo emprego, desde os meus 18 aninhos. No início deste ano fui promovida e agora sou gerente de contabilidade da empresa, confesso que sou muito nova para ocupar esta função, mas juro que subi por meus próprios méritos. É verdade que fiz alguns “favores particulares” ao superintende Geral da companhia, que passou a me considerar “uma excelente funcionária”. mas isto não vem ao caso...vocês não acham? Moro com uma tia muito boazinha, já de certa idade, que me ama muito. Ela me dá muita liberdade, chego e saio a hora que quero e ela não me enche o saco, ainda mais que todo o sustento da casa é bancado por mim. Meus pais moram no interior e pouco ligam para mim, que retribuo na mesma moeda. O que lhes vou contar aconteceu a pouco mais de um ano e juro que tudo é a mais pura verdade. Vamos aos fatos:
- Sai da faculdade, junto com Raul, meu namorado e, como era uma noite de sexta-feira, resolvemos ir até o seu apartamento, onde passaríamos a noite nos amando. Estou com Raul há uns 4 meses. Neste período, minha vida sexual estava em ótimo astral, não que eu o ame do “fundo do coração”, mas ele é ótimo parceiro de cama e, tudo ia muito bem, até que ele pisou na bola. Eu o tinha prevenido que de maneira nenhuma eu praticaria o sexo anal, mas ele ignorando os meus pedidos, tentou de todas as maneiras me forçar. Minha negativa em ceder o irritou de tal maneira, que começamos a discutir.
Eu estava irritada, com a sua insistência em querer comer o meu cuzinho, pois tive uma experiência traumática, com um namorado, quando tinha apenas 15 anos e ainda era virgem. O sujeito, um grosseiro, queria por que queria, comer minha bundinha, quando estávamos sozinho na casa dele. Resisti o quanto pude as suas investidas, mas o cara, muito forte, me derrubou no chão, rasgou minha calcinha e montou nas minhas costas. Com as pernas, forçou a abertura de minhas coxas e senti quando a cabeça do membro dele, sem nenhuma lubrificação, forçou a entrada no meu ânus. Com a dor, berrei desesperada e se não fosse, a chegada salvadora da mãe dele....adeus minhas pregas. Ela o tirou de cima de mim e me expulsou de sua casa, me chamando de puta sem vergonha e de mil outros palavrões. Desde àquele momento, jurei nunca mais deixar que meu cuzinho fosse invadido, para isso eu tinha uma buceta sedenta e apta a acalmar qualquer caralho.
Raul estava furioso comigo, me insultando e querendo me forçar, e minha inconformidade com a sua atitude, só fazia ele ficar mais colérico. Foi aí que eu disse que iria embora e que nunca mais ele me procurasse, que nosso namoro estava terminado neste momento. Exigi que ele me levasse para casa, pois já passava de 1 hora da madrugada. O canalha, vociferou, raivoso: - Vá embora sozinha, e que se foda...eu não vou sair do meu conforto pra te levar. Com os olhos soltando faíscas, o odiando ainda mais por isso, arrumei minhas coisas e retruquei. – Pois vou embora sozinha, não preciso de nenhum merda pra me levar para casa! E sai, batendo a porta com estrondo. Mas fora do portão de sua casa, na escuridão da madrugada, meu coração ficou apertado.... E agora como vou achar um taxi a esta hora? Pelo celular, tive a sorte de chamar um rádio taxi, mas quando falei que eu o esperaria na rua, não em uma casa, o cara ficou meio receoso, mas com minha insistência, resolveu me atender e disse que chegaria em 10 minutos.
Não 10, mas 20 minutos depois o taxi chegou. Meio desconfiado o motorista parou o carro, não aonde eu estava, mas na esquina com a próxima rua, 30 metros à frente. Furiosa, dei uma pequena corridinha até lá e, já estava abrindo a porta, quando o taxista soltou um palavrão e acelerou... só pude entender uma palavra dita por ele, “emboscada”. Que emboscada que nada.... Eu estava sozinha e era uma frágil moça, como poderia! Mas quando olhei para o lado, vi dois caras maltrapilhos, que avançavam em minha direção com passo largos. Entrei em pânico e corri o mais rápido que pude, de volta para a casa de Raul. Mas não consegui correr nem 5 metros e os sujeitos me agarraram.Com o braço em torno de meu pescoço, apertando violentamente e com a mão fedorenta tapando minha boca, me senti sendo arrastada, por um deles, para um beco próximo, de onde eles tinham saído. Esperneei como uma louca, mas o outro cara me agarrou pelas pernas e fui jogada com muita força sobre o chão duro. Vi estrelas, mas imediatamente levantei e tentei correr, mas fui segura por um terceiro vagabundo, que ali estava, que me acertou violento soco. Cai completamente tonta, com a cara para o chão. Os três se atiraram sobre mim e sem nenhuma possibilidade de defesa tive minhas roupas arrancadas violentamente e mãos sujas a percorrem o meu corpo e bocas fedorentas a me morderem. Meus braços foram amarrados nas costas, com o que sobrou de meu vestido e a calcinha enfiada em minha boca. O fedor que os caras emitiam era incrível, parecia que tinham saído de um esgoto. Neste momento quis morrer, pois imobilizada como estava, sabia que seria estuprada pelo trio e que provavelmente sofreria muito nas mãos dos maltrapilhos. Eles riam como animais e falavam coisas sem nexo e frases que me horrorizaram. – Hoje você vai ser o nosso jantar, putinha metida a besta...vamos te comer todinha...todos os teus buraquinhos serão nossos...todos eles! – Vamos começar pelo rabinho... e gargalhavam. Fechei os olhos e me entreguei às mãos de Deus. Logo eu, que tinha a pouco tempo, brigado com Raul, para não fazer sexo anal....agora teria o meu cuzinho violentado por 3 animais.
Momentos antes de ser invadida, e quase perdendo os sentidos, percebi um grande alvoroço em volta de mim. Eram gritos, xingamentos e gritos de dor... consegui abrir os olhos e deslumbrei o inferno; era um arranca-rabo de violência espantosa. Um cara atacava os maltrapilhos, parecendo um leão raivoso, Eram socos e porradas pra todo lado. Vi quando o cara arrebentou a cabeça de um contra a parede e levantou um segundo, com facilidade espantosa e o jogou contra o terceiro, que tentava fugir da fúria do meu salvador. Ele, rápido como um raio, foi até os homens caídos e com um pedaço de pau, os surrou com tamanho furor, que em questão de momentos, só restavam corpos sangrentos.
Com o corpo despido e muito machucada, fiquei deitada no chão sujo, agradecendo por todos os santos, ser sido salva de um terrível destino, nas mãos dos tarados. Meu Deus, aos santos não! Eu devia era agradecer ao verdadeiro Apolo, que estava em pé, me olhando com ar de preocupação. Era um verdadeiro gigante, com mais de 1,95 m. forte como um touro e lindo como um deus do Olimpo. Fiquei tão encantada com a visão dele, que até me esqueci de minhas dores e só pude falar, fracamente: - Você é um deus, meu salvador…obrigado. Com voz suave, mas firme, ele apenas riu e retrucou: - Deus! Não...mas um diabo...sim, um “filho do diabo”, riu estrondosamente e completou...você logo, logo vai saber o porquê! Não consegui entender bem o que ele queria dizer, quase desfalecendo, foi levantada do chão e jogada no banco traseiro de um carro, sem ao menos ter ele a gentileza de me desamarrar. Percebi o carro partir e apaguei por completo.
Quando acordei, não sei quanto tempo depois, com muitas dores pelo corpo, pensei que estava cega, pois não conseguia ver absolutamente nada. A escuridão era tanta que nem aproximando a mão de meu rosto, pude vê-la. O piso gelado sob o meu corpo me fez sentir que estava completamente nua. Já não estava mais amarrada. A princípio, completamente desnorteada, não conseguia raciocinar...será que fui tão ferida no ataque dos marginais... e que isso era uma espécie de estado de coma? Fiquei deitada de costas, no frio piso, tentando colocar meu juízo em ordem. Aos poucos tudo foi clareando, e me lembrei do gigante raivoso, que derrotou três homens com extrema facilidade, me livrando de um triste destino, mas me lembrei, também, dos momentos seguintes à luta, quando ele me jogou com violência dentro de seu carro, sem ao menos me desamarrar. Como 2 mais 2 são 4, logo compreendi que eu estava em algum lugar, prisioneira do desconhecido. Tentei imaginar quais os motivos dele....mas nada me ocorreu. Mas uma estranha sensação foi se instalação em minha cabeça, quase que um pressentimento. Me lembrei perfeitamente quando ele afirmou ser mais parecido com um “filho do diabo” e em seguida... “você logo, logo vai saber o porquê”. Com estas lembranças, pecebi estava sendo dominada por indescritível pavor, pois já tinha assistido filmes de terror, suficientes para imaginar maneiras mil de ser morta, esquartejada e jogada em pedaços em qualquer lugar. Minha mente, me torturava de tal maneira, que não pude resistir e comecei a gritar e a pedi socorro, aos prantos.
Tudo inútil, as horas foram se passando e nada acontecia e aos poucos fui me acalmando e me levantei e tentei andar pelo recinto...mas estava muito difícil, pois a escuridão era total, pude observar que não existia nenhum tipo de obstáculo ao meu caminhar, indicando que não existia nenhum tipo de móvel, pelo menos aonde pude tatear. Curiosa andei lentamente de uma parede a outra, num sentido e depois perpendicular, o local era bastante grande e curioso, tanto o piso como as paredes pareciam ser revestidos com o mesmo material. Muito tempo depois, sentada em um canto, com as mãos em volta dos joelhos, voltei a pensar em Raul, a praga do miserável, foi terrível...quando ele furioso, mandou eu me foder. Realmente, tão logo deixei a sua casa fui agredida por marginais, quase estuprada e depois salva por um desconhecido, que pelo jeito não tinha nenhuma boa intenção para comigo. Aquela escuridão e o frio do recinto estavam minando a minha força de vontade e eu tremia, não sei se só de frio ou por medo do que poderia acontecer. Meu maxilar doía muito, no local em que fui atingida por um soco de um dos meus agressores, fora alguns arranhões e mordidas que levei dos canalhas. Tateando meu corpo, observei que não tinha recebido nenhum tipo de ajuda, pois alguns ferimentos ainda estavam com sangue seco. Tudo aquilo foi me derrotando de tal maneira, que deitei no piso, completamente vencida e sem ânimo para nada. Dormi, e acordei completamente gelada, o frio no recinto estava acima do normal, mas não tinha mais vontade de gritar por ajuda, pois sabia que era inútil. Não sei quanto tempo fiquei naquele local, por absoluta falta de parâmetros não tinha como calcular o passar das horas. A fome e a sede eram os únicos indicadores do transcorrer do tempo. Voltei a dormir, enfraquecida e com o corpo gelado. A fome e a sede foram aumentando e eu só sabia dormir, já com total falta de concentração e a capacidade de raciocínio fortemente diminuida. A sede suplantava a fome e minha língua e boca já estavam completamente secas. Estava sonhando que um grande galão de água estava matando a minha sede e eu bebia sem parar, deixando água escorrer por todo o meu corpo...que delícia. Mas não era sonho, alguém com uma mangueira, deixava um forte jato d’água me atingir com violência. Abri os olhos e quase fiquei cega, pois o local estava excessivamente iluminado, tentei ver quem era, mas com a força da água, fui jogada longe, rolando pelo chão, sem apoio nenhum. Bati contra a parede e só então o forte jato d’água cessou. Levantei o rosto, com muita dificuldade e então, apavorada, pude ver a assustadora figura do meu salvador, o gigante “filho do diabo”. – Então jovem...você ainda acha que eu sou algum deus? Ele deu uma risada sinistra e apontou para um canto do salão, indicando uma pequena bandeja e um balde, antes de sair. Não pude ver e nem tive ânimo para saber do que se tratava, mas ele falou – Vá beber e comer, você merece, pois aguentou muito bem esta primeira prova...seis dias sem beber e comer não é para qualquer um! Meus Deus, seis dias! Eu estava prisioneira daquele maluco há seis dias...não era possível! E a minha vida, minha tia, meus colegas de trabalho e de faculdade... estava tudo perdido, sabia que não os veria novamente, nesta altura eu já tinha perdido toda a esperança e estava entregue a um total desestimulo pela vida. Se tanto tempo sem beber e nem comer, trancada em total escuridão... era a primeira prova! Nossa Senhora! Me protegei! Eu não voltou aguentar...o que virá em seguida. Agora eu tinha absoluta certeza, e os meus temores se confirmaram, eu tinha caído nas mãos de um sádico, de um degenerado. Eu sempre pensei que uma coisa desta nunca poderia acontecer comigo, que isso só acontece em filmes de terror, mas agora aqui estava eu, a personagem principal de um drama apavorante, que eu tanto curtia, nas minhas noites, lá em casa.
Com grande dificuldade me arrastei até onde estava a tal bandeja e enojada pude ver que se tratava de comida para mim, era um pirão com péssima aparência e cheiro duvidoso. No balde, água doce, não parecendo muito limpa. Fiquei sentada olhando a comida e a bebida, pensando em não usar aquelas imundícies, mas a sede venceu e levantei o balde e bebi de uma vez só, quase até a metade. Bebi com tanta vontade, que senti tonteira e dor no estomago. Dez minutos depois, não resisti, e comi o pirão, que tinha péssimo gosto. Fiquei com nojo de mim, mas não tinha outra opção... a sede e a fome estavam a me torturar. Por muitas vezes, ele me serviu a comida e a água desta maneira e eu como um animalzinho, já aguardava esta miserável comida, ansiosamente... servida uma única vez ao dia. Minhas necessidades fisiológicas eram feitas em um minúsculo banheiro, adjacente à minha prisão. Uma vez por dia, o tarado, passava uma corrente em meu pescoço e me levava até lá...estivesse eu ou não com vontade. Banho, nem pensar e eu já estava fedendo mais que um gambá. Eu estava derrotada, não reclamava de nada e me sentia como uma morta viva. Minha vivacidade e esperteza, tinham desaparecido e agora eu agia como um zumbi, sem vontade própria. Não sabia e nem queria saber quais eram as suas intenções. Certo dia, o meu carrasco, que soube se chamar Feliciano, veio até a minha prisão e, com o maior cinismo do mundo, me falou. –Stela você está de parabéns, passou com louvor na prova de privação... foram 22 dias que suportasse com galhardia. Eu apenas olhei para ele, sem conseguir demonstrar qualquer tipo de emoção e apenas pensei... quase um mês, até quando eu vou aguentar! Mas no dia seguinte, ele me tirou daquele lugar infernal e eu pensei que ele iria me libertar, pois me foi permitido tomar um banho...o primeiro neste tempo todo. Fiquei mergulhada na banheira, por quase uma hora, depois ele me levou até uma sala enorme, onde pude comer, para mim, os melhores manjares do mundo. Depois, já com um pouco de esperança em minha alma, me atrevi a perguntar, se ele iria me libertar. Mas para meu desespero ele apenas me olhou e com cara de espanto, falou: - Você está maluca, mulher, você é a coisa mais sensacional que já tive a oportunidade de usar e ainda tenho muitas experiências a fazer com você. Sua liberdade vai depender somente de você... terás de passar por todas as futuras provas e se conseguir, como até agora tens feito, eu lhe concederei a liberdade...somente depois. Se você falhar, azar o seu... pois neste caso, infelizmente, você não estará mais neste mundo.
Ao ouvir estas palavras, minhas esperanças de viver voltaram à estaca zero e um terrível terror, passou a ser meu companheiro constante. Mas uma pequena centelha brilhou lá no fundo de minha alma, eu tinha que tentar fugir ou morrer tentando. Durante alguns dias, fiquei na mansão me sentindo, como uma rainha, sendo tratada a “pão-de-ló”, mas sempre pensando em suas palavras malditas. Não existia mais ninguém na casa, a não ser Feliciano e eu, era só esperar uma oportunidade e.... pronto, eu estaria fora daquele inferno. E Esta oportunidade surgiu, quando, por descuido, ele não prendeu a ponta da corrente na barra da minha cama. De madrugada, pé ante pé, fui saindo de mansinho e abri a porta principal da casa e me enfiei no bosque que circundava o terreno. Era noite escura e agora ele não teria mais a possibilidade de me encontrar, Andei muito, o mais rápido que pude, por quase duas horas, mas cansada, procurei um lugar bem escondido para passar a noite. Tive sorte e encontrei uma pequena gruta e me enfeie lá e dormi como um anjinho, como não o fazia há muito tempo. Estava livre, agora é só procurar a polícia e delatar o mostro...ele iria pagar tudo o que fez comigo.
Acordei assustada, com o foco de uma lanterna em meu rosto, e então pude perceber que era ele, Feliciano, o meu carrasco. Me senti morrer...tão perto da liberdade e agora estava tudo perdido. Mas como! como ele pode me encontrar na escuridão da noite! Ouvi a sua sinistra risada e gelei. – Você me desapontou mais uma vez, mulher! Você foi reprovada nesta última prova e agora terás de ser castigada. – Como você me encontrar, nesta escuridão? Estava tão longe de casa! – Você é uma idiota... esta corrente presa ao teu pescoço, tem ao lado do cadeado, um sistema muito bom de rastreamento e pelo celular, pude estar sempre bem pertinho de você...não tinhas a mínima chance de escapar. Era tudo um teste e você foi reprovada. – Mas eu não participei de nenhuma prova, como pude ser reprovada? – Foi quando que ele informou, que durante os dias em que passei fora da minha prisão e tinha sido bem tratada em sua casa, comendo e bebendo do bom, não era nada mais que uma prova. Fui levada de volta para a mansão, sendo praticamente arrastada pela corrente, que ele puxava raivosamente. Fui levada para um novo local e presa ao teto pela corrente com o auxílio de um gancho. Quando me lembrei de suas palavras: “Se você falhar, azar o seu... pois neste caso, infelizmente, você não estará mais neste mundo”
Ele me deixou, por poucos minutos e logo retornou, me observando com um olhar sereno, nem parecia ser o animal que era. – Stela, querida, infelizmente, você vai ter de me deixar...eu lhe avisei, uma reprovação...seria a tua despedida deste mundo. Completamente acovardada, tremendo frio e atemorizada ao extremo, sabendo que meu fim estava próximo, implorei por misericórdia...pedindo que ele não me matasse... que eu era muito nova para morrer, que ele me perdoasse... que eu faria de tudo para não o decepcionar novamente. Minhas copiosas lágrimas e meus pedidos de perdão, não o demoveram e ele apenas ria de minha aflição. Stela, nunca pensei que fostes tão covarde! Você parecia ser uma garota bem valente, mas pelo que noto não és nada disso. Você está se mixando toda de medo, que coisa feia! – Eu não posso voltar atrás, pois minha única razão na vida, é trazer pavor para as almas das pessoas... o prazer que sinto é imensurável, quanto mais medo, quanto mais pavor... mais prazer tenho. Ao ouvir tão abomináveis afirmativas, não pude me conter e com o pavor estampado no rosto...gritei com todas as forças: - Você não é um homem, você é um animal... um verdadeiro diabo. Ele ao ouvir minhas palavras, me deu um tremendo soco na boca do estomago e gritou raivoso: - Eu não sou o diabo, já lhe disse! Eu sou o filho dele....eu sou o Filho do diabo. Desde o nosso primeiro encontro eu a avisei, estás lembrada? Respirando com muita dificuldades, pois o soco na boca do estomago, quase me fez perder os sentidos... só sabia chorar, completamente entregue à vontade de meu Deus. Nunca fui religiosa, mas agora, estava a invocar a ajuda divina.
Feliciano, o Filho do Diabo, muito tempo depois, retornou e foi logo me avisando, parecendo sentir enorme prazer nisso. – Eu não vou matar você... assim tão simples, nada de tiros, facadas ou afogamentos...eu quero ver você sofrer, sentir dor, dor de verdade... que a fará implorar que a morte chegue logo. Você Stela vai me proporcionar momentos de extremo gozo, e implorar que eu pare e a mate logo...mas isso eu não vou fazer...você vai morrer por conta própria, e a risada do monstro ecoava pelas paredes do casarão.
Stela foi amarrada, sobre um estrado de madeira, com as pernas e os braços em forma de cruz. O estrado tinha centenas de furinhos e através deles, usando fios de nylon ele foi fixando todo o corpo da jovem à madeira. Cada amarração era feita de modo a quase cortar as carnes de Stela. Pelo pescoço, diversas voltas do fio, quase a sufocava. Na altura da testa, mais fios. Nos braços, coxas e pernas, dezenas de outros. A cintura e o tórax, na altura dos seios, também. A desafortunada jovem, não conseguia mexer nem com as pontas dos dedos, pois tudo estava fortemente preso ao estrado. Com os olhos esbugalhados pelo terror, Stela não conseguia nem mais chorar, apenas rezava intimamente e elevava seus pensamentos à Deus. Depois foi sentindo suas carnes sendo ultrapassadas por centenas de finas agulhas. Seus seios, barriga, lábios e vagina, tudo foi tudo perfurado. Suas coxas foram transpassadas por finos e compridos punhais. Mas por mais estranho que possa parecer, nenhum grito de dor partiu dos lábios de Stela, nem mesmo quando, furioso com a falta de reação dela, iniciou a massacrar o corpo da jovem, com dezenas, centenas de chicotadas e Com extrema crueldade, ele perfurou a língua de Stela e depois, costurou cuidadosamente os lábios dela, com uma agulha e finos fios de nylon e fez o mesmo com os grandes lábios vaginais. O sangue escorria abundante e Stela sabia que estava sendo morta da maneira mais cruel possível, aos poucos, tendo seu corpo retalhado, com requintes de pura bestialidade. Centenas de agulhas perfuraram todo o seu corpo, que a esta altura, mas parecia ser a de um porco-espinho, tal a quantidade de agulhadas.
Ele esperava gritos e gemidos de dor, mas nada disso tinha acontecido, e mais e mais raivoso ele ficava e mais chibatadas. O corpo da jovem, agora estava todo coberto por sangue, completamente estraçalhado pelo fúria do sádico. Mas ela ainda tinha um sopro de vida e antes de perder os sentidos, implorou, em pensamento, pela última, vez a ajuda divina.
...e ela veio...todo o salão ficou repentinamente iluminado por uma luz azul e uma voz poderosa se fez ouvir, mais parecendo um trovão, ordenou: Basta! Você ultrapassou todos os limites, volte de onde veio e nunca mais saia de lá! Stela pode ouvir um grito terrível, de raiva incontida e um forte cheiro de enxofre e de repente tudo terminou.
Maristela acordou em uma cama de hospital, muitos dias depois, toda enfaixada e com os olhares ansiosos de sua tia e de duas colegas da faculdade e de uma amiga da sua empresa. Todos estavam alegres, com a sua volta, pois ela estava a mais de vinte dias, em coma induzida, devido aos graves ferimentos recebidos.

Na manhã seguinte, quando sua sobrinha não retornou da faculdade, Dona Estela, não ficou muito preocupada, pois era sábado e provavelmente a jovem tinha esticado a noite na casa do namorado depois de uma balada. Mas com o passar das horas, ficou aflita e resolveu ligar para o celular da sobrinha... sem resposta, ligou para Raul, o namorado. Quando ele atendeu, Estela perguntou se a sobrinha estava com ele. Recebeu a resposta que não, que ela tinha ido para casa. Mediante esta resposta, já preocupadíssima, ligou para as amigas e colegas da sobrinha, pois no quarto de Stela, ela encontrou uma agenda, com os telefones. Imediatamente, todas as garotas e garotos passaram a se comunicar, se indagando do paradeiro da amiga. Ninguém tinha notícias de Stela. Amigos mais chegados, que sabiam do namoro de Stela e Raul, resolverem entrar em contato, que muito abalado se culpava pelo sumiço da moça, confessou aos amigos que tudo foi culpa sua, pois tinham discutidos e ela resolver ir embora sozinha, em plena madrugada. Já alarmados, três colegas, resolveram levar Raul até a delegacia do bairro, para notificar o desaparecimento da jovem. A princípio o delegado não deu muita importância ao caso, mas quando soube onde Raul morava e a hora em que a jovem saiu de sua casa, ligou o fato ao três moradores de rua que foram achados, bem próximos a sua residência. Dois estavam mortos, mas o terceiro muito ferido, só conseguia murmurar que um demônio os tinha atacados, mas o mais estranho é que um celular, fora encontrado ao lado deles. Apesar de quebrado era um aparelho com muitos recursos, que não poderia ser dos mendigos. O aparelho seria levado, na segunda-feira, para a perícia, para descobrir o seu dono, mas já que todos estavam ali na delegacia...não custava nada mostrar o aparelho a eles, talvez fosse feito uma identificação. O delegado ordenou que o celular fosse trazido do cofre e quando Raul o viu, seu coração partiu ao meio, pois o identificou como sendo o aparelho de Stela. Ai as coisas tomaram outro rumo, pois a polícia abriu inquérito para o sumiço da jovem. O mendigo sobrevivente, na segunda-feira seguinte, foi novamente ouvido e desta vez, com mais severidade pelo delegado e ele teve de confessar o que tinha acontecido...que tinham atacado uma moça e que logo depois foram atacados por um homem muito grande e forte e que a moça foi levada por ele. Pronto aí estava configurado um possível rapto. Todas as tentativas de achar Stela foram inúteis e os dias foram se passando e nenhuma notícia.
Ela era muito querida, tanto na faculdade, como na empresa em que trabalhava e a comoção foi geral, todos lamentando o acontecido com ela e, Raul passou a ser o grande culpado, pois ele em hipótese alguma deveria ter deixado a jovem sair sozinha, no meio da madrugada. A mídia deu grande destaque ao misterioso desaparecimento da estudante. As semanas foram passando, até que no meio de uma tarde nevoenta, Stela foi localizada. O mais estranho é que ela estava caída, no centro da praça central do seu bairro, local de grande movimento. A jovem estava, com ferimentos terríveis por todo o corpo demonstrando que fora brutalmente espancada e torturada por um longo período, tinha perdido uma enorme quantidade de sangue. Apesar de inúmeros esforços, ninguém, absolutamente ninguém, pode entender como ela foi parar em um lugar tão frequentado sem ser vista por nenhuma pessoa. Parecia ter surgido do nada. Os ferimentos de Stela eram gravíssimos, ela já não tinha mais esperanças de ser salva, mas parecia que a mão de Deus a estava protegendo, pois contra todas as opiniões dos médicos ela foi se recuperando e os seus ferimentos, parecendo milagre, foram se cicatrizando, de modo muito estranho, pois ele deveriam deixar marcas terríveis pelo corpo da jovem, no entanto nada disso estava acontecendo e sua pele parecia mais integra a cada dia. Os médicos não tinham nenhuma explicação razoável, científica, para o que estava ocorrendo.

Mas Stela sabia, sabia perfeitamente que fora visitada pelo Príncipe das Trevas, ou pelo seu filho, mas sabia também, que o Filho de Deus a tinha salvo. Mas, sabia que ninguém iria acreditar em sua história, portanto, preferiu esconder do mundo o milagre recebido e contar uma história diferente, se escondendo atrás de uma falsa amnésia.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:28 de fevereiro de 2014 20:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Waly
    Postado porWalyem9 de março de 2014 19:47

    Obrigado,Trovão, pelo elogio.Pretendo postar novos contos e espero que eles também sejam do teu agrado

  • Trovão
    Postado porTrovãoem4 de março de 2014 10:38

    Meus parabéns Waly! Excelente conto, gostei, especialmente do final.
    Congratulo-me com você.
    Saudações

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