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Marlene e seus primos

Marlene e seus primos
MARLENE E SEUS PRIMOS

Estou quase chegando à capital, minha ansiedade é grande. Finalmente consegui permissão de mamãe para ir morar com a minha prima Judith. Com 15 anos, já não conseguia mais suportar morar no pequeno sitio de meus pais. Lá tudo era muito complicado, a gente não tinha dinheiro para nada e até para estudar era a coisa mais adversa do mundo; eu tinha de andar quase 1 hora até chegar à escola. Se aquele pequeno prédio de madeira, podia ser chamado de escola. Lá morava a professora, Dona Antonia, mulher viúva, com 2 filhas para sustentar. Estudei com ela, por 4 anos inteiros, até que um dia Dona Antonia me falou que já tinha me ensinado tudo que sabia, que na verdade era muito pouco.

Marlene, você é uma mocinha muito inteligente, aqui na roça não terás oportunidade de avançar em seus estudos. Tens de aproveitar o teu potencial e sair daqui. Deves seguir os passos de tua prima Judith, que estudou comigo no passado e depois foi para a capital, morar com a tia. Lá ela teve a oportunidade de estudar e se formar. Hoje está casada e está muito bem de vida.
- Mas... professora, titia morreu, faz 2 anos.... Não terei a mesma oportunidade que Judith! - Que nada, minha filha, vá morar com a tua prima. Ela é muito boa de coração e tenho certeza que a receberá de braços abertos.

Aceitei a sugestão de dona Antonia e escrevi para minha prima, pedindo para ir morar com ela, lá na capital; tudo escondido dos meus pais. Quase um mês depois, recebi resposta de Judith.

"Prima querida, é lógico que a receberei em minha casa. Aqui são só eu e o meu marido Roberto. Bem pertinho tem uma escola onde poderás estudar. Fico no aguardo da tua vinda. Beijos meus e de Roberto".

Minha nossa! Fiquei super entusiasmada e disposta a ir morar com a prima, mas o mais difícil foi convencer mamãe a me deixar ir. Mas usei de muitos argumentos.... Se eu ficasse, não teria futuro nenhum, sem possibilidade de continuar os estudos e arrumar trabalho, inexistente em nossa pequena vila; que dentro de alguns anos eu estaria casada com um caipira da região e cheia de filhos. Finalmente mamãe cedeu. Com papai não houve nenhum problema, pois lá em casa, quem decide tudo é mamãe e ele só balança a cabeça aceitando o que ela decide.

Agora, a menos de 2 duas horas para chegar à capital, estou também preocupada em enfrentar minha prima e seu marido, pois minhas roupinhas de autentica roceira, me deixam com muita vergonha. Estou vestida com o meu único vestido decente, pois o resto, três saias e algumas blusinhas estão dentro da pequena mala de mão, calcinha, só três e sutiã, só o que estou usando. Estre é todo o meu "legado". Levo também, os meus cadernos e livros e um atestado de dona Antonia, minha professora, expondo o meu estágio de conhecimento na escola.

Na rodoviária, fiquei surpresa com a transformação de minha prima Judith.... Minha nossa! Ela agora era uma mulher lindíssima, morena clara, com um corpo espetacular. Toda pintada e com salto muito alto, vestindo uma saia, que deixava metade das coxas aparecendo e uma blusa com um decote enorme.

Quando desci do ônibus, não a conheci e somente quando aquele mulherão, se aproximou e me abraçou, foi que pude reconhecer Judith. Há mais de 7 anos eu não a via e ela não era nem sombra da garota de 18 anos que veio para a capital morar com a tia. Me senti insignificante ao seu lado, pois ela com os seus 1,78 e mais os saltos altos e eu com 1,60, pouco ultrapassava seus seios. Mas o que me deixou mais acabrunhada, foi ver a enorme diferença entre o que eu vestia e as roupas da prima.
Ela quase me levantou do chão, com o apertado abraço e quando me deu um demorado beijo no rosto, adorei o perfume dela e com o entusiasmo com que fui recebida. Em toda minha vida, nunca tinha recebi um abraço tão carinhoso e um beijo tão gostoso como aquele. Judith me levando pela mão, foi para o estacionamento. - Venha, minha garotinha querida, meu carro está lá dentro.

No caminho, subindo as escadas, pude observar que os homens não tiravam os olhos de cima da minha prima. De fato...Judith era uma figura impressionante e dominadora e durante todo o tempo, até chegarmos ao seu carro, não parava de falar nem por um instante, querendo saber tudo de mim, de mamãe e até da escolinha de dona Antonia, se eu tinha namorado, e veja só...queria saber se eu já tinha beijado alguém. Já dentro do seu veículo, eu no banco do carona, ela se virou para mim e me segurando pelo rosto: - Como você cresceu, meu amorzinho! Quando eu vim para a cidade, você não passada de uma merdinha, com apenas 8 anos, se escondendo pelos cantos...um autêntico bichinho do mato. Agora não…você virou uma jovenzinha linda de morrer. - Que é isso prima! Eu não passo de uma caipira, que nem sabe falar direito! - Caipira muito gostosa por sinal... tens um rosto encantador, teus olhos parecem os de uma gata, e os teus lábios são magníficos…dá até vontade de beijar!

Fiquei encabulada com tantos elogios e retruquei: - Que nada prima, você é que é linda demais e tens um corpo que todos ficam olhando.... Eu bem que vi os caras não tiravam os olhos de cima de você!
- Meu amorzinho, já vi que a gente vai se dar muito bem. Você vai morar comigo e com o Roberto, que aliás vai ficar encantado com a tua beleza. Não estranhes os modos dele, pois o meu Roberto é muito "sem modos" quando vê uma moça bonita, como você. Antes de seguirmos para a sua casa, ela me deu um beijinho em meus lábios, e exclamou...Que boquinha gostosa você tem, Marlene!

Confesso que fiquei meio sem graça com a atitude dela, mas admito que gostei. No trajeto até sua residência, ela foi me mostrando alguns pontos da cidade e eu fiquei de boca aberta, ao ver aquele mundão de gente e de carros. Minha nossa... era tudo o que eu queria!
A casa de Judith me deixou maluca... era uma coisa enorme, com dois andares e cercada por um lindo jardim. Ela tinha três ou quatro empregados só para cuidar da casa e do jardim. - Minha nossa, Judith! ... você deve ser muito rica! - É verdade, menina gostosa, Roberto vem de uma família muita rica. Apesar dele ter 52 anos, resolvi me casar com ele, pois o dinheiro dele iria me fazer muito feliz. Mas eu tive sorte, Roberto é um cara diferenciado e na cama é um autêntico garanhão, ele fode como nenhum garotinho é capaz de fazer.

Judith deve ter notado que eu fiquei sem jeito, ao ouvi-la falar desse modo.... A respeito do sexo dela com o marido. - Minha nossa, Marlene! Ficastes vermelhinha ao me ouvir falar das minhas fodas com Roberto! - Não me digas que ainda és virgem! Quando eu disse que sim, que era virgem e que nunca tive namorado e que nunca fui bijada, Judith teve uma reação, que achei muita estranha.

Ela me abraçou entusiasmada e me deu um beijo bem demorado. Eu fiquei aturdida e mantive meus lábios fechados, sentidos os delas fazendo pressão, e a língua dela roçando os meus lábios. Depois ela se afastou um pouco e mantendo meu rosto entre suas mãos, exclamou: - Pronto, lindinha, agora já foste beijada e eu tive o privilégio de ser a primeira a te beijar. Que loucura mais gostosa! Uma garotinha virgem em minha casa.... Podes deixar, minha fofinha gostosa, Tua priminha vai te ensinar tudo a respeito de ser beijada. Judith voltou a me beijar e desta vez, não tive tempo para cerrar os lábios e senti a língua dela toda dentro de minha boca, sem saber o que fazer, aturdida com a atitude dela, senti ela sugar minha saliva. Ela se afastou, mas continuou a me segurar o rosto com as duas mãos. - Me desculpe priminha querida, mas é que você tem uns lábios demasiadamente tentadores... não pude resistir. Fiquei muda, sem saber o que falar.

Virgem e inocente, não passava de uma garota que nada entendia de sexo, mas não era burra. Com minha prima me chamando a todo momento de: Minha queridinha, meu amorzinho, linda de morrer, fofinha gostosa e boquinha gostosa e me dando beijos nos lábios e chupando minha saliva .... Logo desconfiei que Judith, apesar de casada, gostosa de mulher. O pior de tudo é que eu estava ali para ir morar na casa dela. Mas o mais grave de tudo é que minha prima parecia estar gostando muito de mim, de uma maneira diferente, pois a todo momento, passava as mãos em meu rosto e ombros, parecendo não se importar por eu estar profundamente encabulada.
A verdade é que apesar de estar ressabiada e envergonhada, estava adorando a atenção com que ela me dispensava.
Quando Judith me mostrou o quarto que ela reservou para mim, quase tive um "treco", o lugar era maior que toda a minha casa lá no interior. Tinha até banheiro, somente para mim, com banheira com água quente e um grande espelho... era luxo demais para uma camponesa como eu! Fiquei doidona. Mas quando Judith abriu minha mala, para guardar minhas roupas, deu um grito assombrada com o que viu, ou melhor dizendo, com o que não viu. - Que diabo é isso Marlene! Esses trapos são as suas roupas?

Foi o momento em que fiquei mais acabrunhada desde que cheguei, baixei a cabeça envergonhada, e nem pude responder à prima, pois comecei a chorar copiosamente. Judith imediatamente compreende sua gafe e me abraçou, me dando muitos beijinhos, no meu rosto e nos olhos cheios de lagrimas. - Me desculpe minha querida, fui uma estupida, não chore meu amor... desculpe a tua prima desastrada. Enquanto falava, ela me enchia de beijos e acariciava a minha nuca, com os dedos entrelaçados em meus cabelos. Judith beijava minhas orelhas olhos e lábios, com muitos beijinhos, sempre tentando me consolar. Com o corpo inclinado dobre o meu, ela massageava minha nuca com movimentos circulares e não parava de me beijar.

Não sei o que eu em mim, mas aqueles dedos em minha nuca, estavam muito gostosos e aos poucos fui relaxando, sentindo o cheirinho delicioso de Judith. Os lábios dela, que percorriam todo o meu rosto, agora ficaram sobre os meus, me dando seguidos selinhos. Parei se chorar e me deixei ficar, sentindo ela a me acariciar.

Judith percebeu que eu estava inerte sob ela e levantando um pouco o rosto do meu, perguntou: - Tá gostando da massagem, lindinha? - Meio sem jeito, eu respondi...tá muito bom Judith. - Então eu vou continuar, até você me perdoar! Minha prima, então, se sentou sobre minha barriga e iniciou uma incrível massagem em minha nuca. Minha cabeça era jogada de um lado par outro, com o violento passeio das mãos delas. Nossa...que coisa mais gostosa! Parecia que eu estava recebendo uma descarga elétrica, através das mãos dela. Judith a todo momento perguntava se eu estava gostando. E eu com a voz embargada, respondia: - Tá uma delícia Judith…muiiiito gosstooosooo!

Naquele momento, eu estava sentindo uma forma de prazer completamente estranha para mim e eu sem nem sentir, passei a gemer bem baixinho. Mas Judith, sabia muito bem o que eu estava sentindo...eu estava preste a ter o meu primeiro orgasmo. Os dedos dela passaram a passear, com força, sobre o meu rosto lábios, pescoço e ombros, e rápido voltavam à minha nuca. Não resisti e explodi, de uma só vez, tudo aquilo que estava querendo sair de meu corpo. Dei um grito muito alto, enquanto meu corpo era tomado por uma espécie de choque violento.
Quando tudo se acalmou, Judith continuou sentada sobre meu ventre e me olhava com um sorriso encantador. Abri os olhos e fiquei a olhando como uma palerma. - Me desculpe prima, mas é que estava.... Estava. - Ela não deixou eu terminar minha frase. - Não necessita falar nada... minha virgem linda! Eu sei muito bem o que aconteceu com você. Eu fiz você gozar...ter o teu primeiro orgasmo. - Que é isso prima! A gente só tem esta coisa com um homem, não com uma mulher! - Quem lhe disse isso? Foi dona Antonia, a minha professora!
- Que coisinha mais linda e inocente! Não é nada disso minha linda, a gente pode ter prazer e sentir orgasmos de muitas maneiras diferentes. Com você morando comigo, vou lhe ensinar tudo a respeito de sexo e das formas de sentir prazer. Pelo que vi ainda a pouco, você será uma boa aluna... um braseiro encoberto por cinzas... e só soprar um pouco e a chama surgi com força. Fiquei como uma boba a olhando enquanto Judith continuava sentada em cima de mim e eu não tive forças para pedir para ela sair, estava gostando de sentir o peso dela. Tudo isso em menos de duas horas da minha chegada a sua casa. Judith não me permitia nem pensar sobre o que estava acontecendo, com o que ela estava fazendo comigo.
- priminha, fique bem quietinha, e não fales nada…vou fazer uma coisa em você, que vais ficar bem malucona. Quando Judith, desceu as mãos e começou a apertar meus seios, estranhei, pois nunca me imaginei sendo tocada por outra mulher, mas curiosa deixei ela continuar e fechei os olhos. Sem perda de tempo, ela com grande destreza, tirou minha blusa e o sutiã. Meus mamilos eram apertados e beliscados por dedos ágeis. Senti dor quando eles foram puxados com violência, presos entre os dedos de Judith. - Aaaiiiii! Tá doendo prima!
-Fique quietinha, querida, é assim mesmo, trens de sentir um pouquinho de dor. Quando ela continuou a puxar com muita força os meus mamilos, a dor foi tanta, que gritei e levei minhas mãos, para a impedir e consegui tirar os dedos dela dos meus mamilos. - Menina bobinha... não é assim que vais sentir prazer, me dê os teus bracinhos. Sem saber o que ela queria, a obedeci e meus braços foram esticados ao longo do meu corpo e depois com o as pernas dela e com o seu peso, fiquei imobilizada. Judith voltou a puxar os bicos dos meus seios, com mais força ainda. Desta vez, com os braços entre suas pernas, não pude me proteger e a dor era tanta, que comecei a chorar e pedir que ela parasse de judiar de mim. - Fique quieta garota! Daqui a pouco, vais gostar de sentir dor! Vou te ensinar tudo sobre o sadomasoquismo. Sinto que você uma ótima adepta desta pratica, dificilmente me engano ao julgar umas pessoas.
- Ela parou de puxar os meus mamilos e entre soluços eu perguntei o que era esse negócio de sado.... Qualquer coisa. - Minha queridinha, não vou te falar sobre isso, simplesmente vou praticar em você.... Será melhor que qualquer explicação que lhe possa dar. Só vou lhe informar que eu e Roberto somos adepto desta prática e agora, você será a nossa cobaia, pois temos algumas ideias novas para pôr em prática.
- Eu não entendi nada sobre o que ela estava falando, nunca tinha ouvido esta palavra antes e não sabia o que queria dizer. - Tá bem, prima... você tem sido muito boazinha comigo e me trata com muito carinho. Se queres me ensinar alguma coisa, eu aceito... pois não passo de uma camponesa que nada sabe da vida de vocês, que moram na cidade grande.
- Minha linda... tua primeira lição já começou e vai continuar neste momento! Judith se inclinou sobre mim, ainda por cima de minha barriga e começou a beijar e chupar os meus seios. Ela lambia e mamava os meus biquinhos, apertando os seios com força com as duas mãos. Fiquei assustada, mas com o peso dela me comprimindo na cama, nada podia fazer. Das chupadas e lambidas, ela passou a dar pequenas mordidas, alternando entre os mamilos. Foi aumentando a força das dentadas e das chupadas. Ela agia com tal volúpia, que recomecei a chorar, pois estava doendo muito. Mas sem ligar para mim, que me contorcia sobre o seu peso, ela continuou sem parar nem para respirar.
- No meio do "ataque" de minha prima, comecei novamente a sentir aquela coisa gostosa, que sentira antes, mas agora com muito mais intensidade. No meio dos gemidos de dor, com as mordidas em meus mamilos, passeia gostar dela estar me mordendo, pois isso estava me trazendo um prazer absurdo. Meus gemidos agora, eram de puro prazer. Quase enlouqueci quando Judith, deixou de morde os meus seios e passou a morder os meus ombros pescoço e lábios. Onde seus lábios passavam, deixavam manchas vermelhas e as marcas dos seus dentes. Eu estava com o corpo "estrebuchando" envolta num gozo tão violento, que berrei como um animal sendo abatido, no momento que múltiplos orgasmos percorreram meu corpo.
Algum tempo depois desta loucura toda, Judith me abraçava, ambas nuas, com ela me fazendo suaves carinhos. Eu estava estupefata, com o que tinha acontecido. Não podia acreditar na intensidade do prazer que me dominou. Perplexa por gozar como uma tarada, sentindo muita dor.
- Mas embasbacada fiquei, quando Judith me informou que tudo o que senti, era o começo da minha introdução ao mundo do sadomasoquismo. Fiquei preocupada, pois se aquilo tudo era apenas o início, o que viria depois.
No dia seguinte, menos de 24 horas de minha chegada, ainda com muitas marcas no corpo, Judith disse que iria comprar roupas para mim... mas como eu não tinha nada decente para vestir e estava toda "marcada" por ela, com as suas chupadas e mordidas, acompanha-la no shopping, ficou impossível e ela foi sozinha. Meu Deus do céu! Quando ela voltou trazia um montão de pacotes, tudo para mim. Levamos tudo pra o meu quarto e lá eu dava pulinhos de alegria e não conseguia me conter e a abraçava, agradecida. ´Nem sei como lhe agradecer, prima. Eu não mereço tudo isso!
- Merece sim, minha coisinha linda...eu vou encher você de presentes, quero que fiques bem contente em estar em minha casa. - Mas eu estou contente de estrar morando com você, não necessita de me dar tantos presentes!
Judith...posso lhe perguntar uma coisa? - Você não vai achar ruim comigo? - Claro que não minha lindinha! - Porque você não me chama pelo nome? É só...minha queridinha meu amorzinho, queridinha, lindinha e até de coisinha gostosa?
- Porque você é tudo isso para mim! Desde que a vi lá na rodoviária, eu me encantei com a tua figura, gostei de você...como nunca tinha gostado de outra menina. Eu me apaixonei por você. Eu a acho a coisinha mais doce deste mundo. Só espero que você também goste de mim. Eu a quero introduzir no meu mundo, você já sabe disso.
- Minha prima, é lógico que eu também gosto de você... você é muito linda e, me desculpe, tem um cheirinho muito gostoso!
-Viu porque eu estou louca por você…és a coisinha mais pura deste mundo, tenho certeza que quando Roberto voltar da viagem, vai te adorar também. Agora vamos deixar de papo e vamos experimentar as coisinhas eu comprei pra você!
- Foi uma coisa muito desagradável, ao vestir as calcinhas que ela comprou, todas eram micro e não tapavam quase nada da bunda, enfiadas entre minhas volumosas nádegas. Mas o pior foi na frente, tenho uma bucetinha bem gordinha e muito, muito, muito cabeluda, pois nunca cortei nenhum pentelho. Era aquela mata preta e farta, saindo pelos lados das calcinhas. Judith caiu na risada: - Nossa senhora, você nunca se depilou? - Fiquei envergonhada e baixei a cabeça: - Lá no sitio, na minha vila, nenhuma moça, faz isso não.
- Não tem importância meu amor, amanhã mesmo vou te levar até o meu salão, e lá eles vão te depilar, tal qual eu estou. Judith tirou a calcinha e me mostrou sua vagina. Fiquei de olhos arregalados com o que via. Ela estava totalmente depilada, a buceta dela mais parecia a de uma menininha, lisinha e com os grandes lábios, bem fechadinhos. Curiosa me aproximei e fiquei olhando bem de pertinho, admirada com o que via. Jamais tinha visto coisa igual.
- O que está achando da minha grutinha, querida? - Ela é linda Judith... a minha vai ficar assim? Vai sim, meu amor... estou louca para ver a tua piriquita, sem esta mata toda! - Venha, toque um pouco nela, veja como é macia. Ela puxou minha mão e a levou até a testa de sua buceta. - Gostei de sentir a macies e lhe disse - É macia e gostosa de se tocar Judith!
- Gosto da tua mãozinha a me tocar, você é muito delicada! Por favor me alise um pouco. - Mas eu não sei como fazer isso, prima? - Eu te ensino, querida! Com as duas mãos ela segurou a minha, na altura do pulso e disse para eu espalmar a palma e deixar os dedos não muitos separados. Judith forçou minha mão e dedos percorrer toda a sua rachinha, abriu bastante as coxas e com voz abafada, pedia. - Assim, assim mesmo querida, não pare, não pare, está muito gostoso! Meu dedo indicador, entrou em sua rachinha e eu a senti toda úmida. Apesar de nunca ter feito nada igual, sabia que ela estava gozando com os meus dedos. Não sei o que deu em mim, mas gostei, de estar dando prazer a priminha, tal como ela tinha me dado. Agora sem a ajuda das mãos dela, continuei a enfiar os dedos na rachinha, agora bem fundo. Senti quando ela gozou e fechou as coxas com violência, prendendo minha não entre elas. Por favor querida, não tire os dedinhos, deixe eles lá dentro mais um pouco. Foi o que fiz, pois eu estava excitada ao extremo, também.
Faziam somente três dias eu tinha chegado à capital, e já não era nem sombra da garotinha de 15 anos de antes. Se mamãe soubesse o que estava me acontecendo, não deixaria eu vir, de maneira nenhuma. Como ela iria adivinhar que sua sobrinha, tão santinha, quando foi morar com sua irmã na capital, agora estava levando sua inocente filhinha, 10 anos mais nova, a um mundo de devassidão, de perversão de costumes. Onde impera a libertinagem e os prazeres sexuais sem limites, pervertidos e imorais.
Hoje eu sei disso tudo, mas na época, não passava de uma inocente e idiota garotinha, que nada conhecia sobre sexo e suas derivações anormais. Apesar de já ter uma libido bem acentuada, ela estava contida, dentro dos meus padrões do que era certo ou errado. Mas Judith e Roberto, souberam se aproveitar de minha inocência e sem eu sentir, fui sendo introduzida ao mundo deles, de perversão sexual e de puro sadismo. Tanto ela como ele eram portadores de Hipersexualismo e praticavam isso usando de extrema crueldade e selvageria. Sem sentir, os dois pervertidos me corromperam e eu me vi mergulhada de corpo e alma no mundo deles.
Eu não fui ao salão de Judith, para ser depilada, não queria mostrar minha piriquita para uma mulher qualquer ficar me olhando...tinha muita vergonha, Judith resolveu então que ela mesma faria isso. Meu senhor! Foi uma nojeira o que aconteceu, pois minha prima me fez ficar nuazinha em pelo, e ela mesmo também ficou nua, nem sei porque. Pediu para eu ficar sentada numa poltrona, com as coxas apoiadas nos braços almofadados e se sentou num banquinho à minha frente, com o rosto bem pertinho da minha xoxota. Por muito tempo, com muita paciência, ela foi me depilando e quando terminou pediu para eu ficar como estava. Por meio de um espelho, me mostrou como eu fiquei, fiquei assombrada com o que via, estava com minha vulva lisinha como a dela, porem como estava demasiadamente aberta, com as coxas apoiadas nos braços da poltrona, meus lábios estavam separados e pude observar, pela primeira vez na vida, o meu canal vaginal entreaberto. Cheia de pudor, tentei sair, mas Judith me pediu para ficar como estava, pois ainda faltava uma coisa muito importante. Com um pote de creme, ela começou a friccionar testa de minha bucetinha. Senti o geladinho do creme e um certo alivio da ardência da depilação.
Aos poucos, minha prima, passou a passar a mão em toda a extensão de minha buceta. Gostei imensamente daquilo e fechei meus olhos e recostei minha cabeça no encosto da poltrona. Quando seus dedos entraram em meu canal, me senti toda úmida e soube que ela iria me proporcionar o mesmo prazer que eu lhe dei. Ela enfiava o dedo até tocar o meu selinho e depois voltava. Eu respirava nervosamente antevendo o prazer que iria sentir. Mas não esperava o que ela fez em seguida. Colou sua boca em minha vagina e principiou a me chupar, Senti sua língua dentro de mim e em questão de segundos, fui acometida por um forte orgasmo e levei as mãos a sua cabeça, forçando sua boca para mais dentro de mim. Mesmo após eu gozar, Judith não tirou a boca de minha vagina, ela agora chupava o meu clitóris como uma alucinada. Apesar de ter sofrido um orgasmo, não resisti fui acometida de outros múltiplos orgasmos.
Daquele dia em diante, eu já não era mais dona de mim, passei a dormir no quarto de Judith e não tínhamos horas para fazer amor. Estava tão dominada pela minha prima, que fazia tudo o que ela pedia. Mas minha posição preferida era quando ela me chupava e eu a ela. Foi aí eu aprendi que era um 69 o que fazíamos.
Mas Judith sempre gostou de judiar de mim e eu, louca de amor por ela, permitia tudo. Quando Roberto voltou da sua viagem ao extremo oriente, uns 30 dias depois, fiquei arrasada, pois eu teria de me contentar em dividir os amores de minha prima, com o marido dela. Mas não foi nada disso que aconteceu.
Roberto chegaria ao aeroporto na boca da noite e já pela manhã ela começou a preparar tudo para o receber. Judith me disse que Roberto adorava surpresas e que ela estava preparando uma para ele, que o deixaria extasiado. Mau sabia eu que a tal surpresa, seria eu.
Nem eram 10 da manhã, Judith me chamou ao seu quarto e disse que queria fazer amor comigo. Feliz da vida, a obedeci quando ela pediu que me deitasse, nuazinha, no meio de sua cama. Quando ele trouxe uma caixa de couro, estranhei, pois ela não estava nua, como era seu costume. -Meu amorzinho, hoje eu vou fazer uma coisa, que vai te deixar cheia de tesão. Nem estranhei, quando ela disse que iria me amarrar na cama, pois de outras vezes ela já tinha feito isso.
Mas agora a coisa era diferente, pois Judith não iria usar cordas, mas algemas metálicas. Quando ela prendeu meus braços nos cantos da cabeceira da cama, reclamei, pois com os braços muito esticado, o metal das algemas, estava machucando meus pulsos. Sem se importar com meus protestos, ela prendeu meus tornozelos, com outro par de algemas. Abriu tanto minhas pernas, que desta vez meus protestos foram mais enérgicos. - Pare de reclamar, isso é só o começo...fiques firme, minha lindinha. Depois tirando da caixa, uma espécie de bola vermelha, mandou eu abrir a boca pois queria colocar aquela coisa em mim. Bastante apreensiva, fechei o mais que pude os meus lábios e lhe disse que não queria fazer isso.
Judith disse que eu não teria opção, que seria amordaçada, mesmo contra a minha vontade. Ela foi forçando aquela porcaria em minha boca e mesmo eu tentando evitar, virando a cabeça de um lado para outro, depois de algum tempinho, ela forçou com os dedos as maças de meu rosto, com muita força eu fui obrigada a abrir os lábios. A bola vermelha tinha um bom tamanho e me obrigou a manter a boca totalmente aberta preenchida totalmente. Usando tiras de couro, fixadas na bola, ela as amarrou bem firme por trás de minha nuca, impedindo que eu cuspisse a mordaça. Quase sufocando, meu grito se medo, saiu apenas como um ronco de minha garganta.
Minha bonequinha, eu a estou amordaçando porque não quero que minhas empregadas te ouçam, enquanto e estiver fora. Vou ao aeroporto buscar Roberto. Você será a surpresa que preparei para ele. Como ainda falta muitas horas para minha saída, vou brincar um pouco com você. Vais conhecer, ou melhor dizendo, vais sentir o que é o sadomasoquismo. Com já lhe falei antes, Roberto e eu somos adeptos desta prática. Hoje serás o prato de boa vinda dele. Não fiques preocupada minha gatinha, você logo se acostumará com as dores e sentiras prazer ao senti-las.
De olhos esbugalhados, demonstrando todo o meu pavor, vi quando Judith, retirou da caixa alguns objetos. Quando ela segurou um deles, estremeci, pois percebi que era uma espécie de prendedor de roupas, somente que era todo de metal e que tinha pequenos dentes pontiagudos, que ela logo prendeu no meu mamilo direito. A dor que senti foi insuportável, com o meu biquinho furado em quatro pontos, pelas finas pontas do prendedor. Ela fez o mesmo com o outro mamilo. Esta doendo um pouco, minha queridinha? Um pouco de sangue não mata ninguém. Mas quase desmaiei de dor, quando ela colocou 4 destes malditos prendedores, nos lábios de minha buceta, dois de cada lado.
- Ta vendo querida, como é gostoso sentir dor.... Eu sabia que irias gostar, logo que te vi na rodoviária. Ela tratou de colocar mais alguns destas coisas na minha barriga e coxas. O meu terror era tão grande, que não suportei a dor que sentia e desmaiei. Quando acordei não sei quanto tempo depois, a vi sorrindo para mim: - Meu amor, você é muita faca para a dor, apagou logo no início da brincadeira. Mas tua priminha gosta muito de você e vou lhe dar uma droga para suportares melhor a dor. Ela usando uma seringa, injetou em minha coxa, alguma coisa. Usando um grande espelho oval ela me mostrou o meu corpo: - Veja o que eu fiz no teu corpo, enquanto estavas dormindo, meu amor! Quando me vi refletida no espelho, fiquei horrorizada.... Não havia um só recanto de meu corpo que não estivesse com os prendedores, poderiam ser mais de 150 a me perfurarem em todos os lugares. Gotículas se sangue saiam de cada um deles.
-Agora minha menina, está na hora de eu ir buscar Roberto e como bom presente que és, vou te cobrir com papel colorido e com algumas fitas. Quando o meu queridão te desembrulhar vai ter a maior surpresa da vida. Judith, me cobriu com algumas folhas de papel de presente, presas aos lados da cama por fitas vermelhas. Fique aí, querida, esperando a nossa volta.
Fiquei trancada no quarto deles, presa à cama, com o corpo todo perfurado por prendedores. Já não sentia nenhuma dor, acho que a droga que ela me aplicou tinha este efeito. Mas se não sentia dor física, minha alma estava destroçada, não entrava na minha cabeça o que minha prima estava fazendo comigo. Aquilo não era coisa de gente normal... causar tanto sofrimento a mim, sua parente, e continuar agindo, como se tudo fosse muito natural.
Sabia que estava aprisionada por Judith, que devia estar maluca, mas esperava que com a chegada de Roberto, ele me soltaria. Meu desejo era pegar o primeiro ônibus e voltar para a sitio de meus pais. Mas quando o marido de Judith chegou em casa, tudo piorou para mim, ele era mil vezes mais doido do que ela.
Estava a muitas horas presa, toda furada, com aqueles malditos prendedores. O efeito da droga que Judith me aplicou, já estava passando e eu sentia dor em cada pedacinho de meu corpo. Imobilizada como estava, meu desespero era enorme. Com a bola enfiada em minha boca, tinha muita dificuldade em respirar e nem saliva podia engolir direito. Quando ouvi passos e vozes subindo as escadas, fiquei aliviada, pois esperava que meu suplício tivesse fim.
Roberto, meu querido.... Preparei uma bela surpresa para você. Venha até o quarto. O teu presente de boas-vindas está lá! - Vamos ver que negócio é esse…desde o aeroporto, não falas de outra coisa! - Ué... que é isso em nossa cama? - É a tua surpresa, querido! - Tire logo as fitas e as folhas de papel.
Epa! O que é isso...! Por todos os santos! Onde você conseguiu esta garotinha, Judith? É a minha prima lá da minha terra. A Marlene veio morar com a gente e é a coisinha mais apetitosa do mundo! Imagine só, Roberto ela tem só 15 aninhos e é virgem. Eu a quero introduzi no nosso mundo. - Ela é menor de idade... isso não vai dar bolo? - Que nada querido, eu sei muito bem como levar no papo a mãe dela, minha tia. Podemos fazer com a priminha o que bem entendermos. Ela ainda está um pouco arredia, mas com o tempo, tal como as outras, será domesticada.
-Tens razão Judith, esta garotinha é muito gostosa, tem um corpinho lindo de morrer! Concordo com você.... Vamos levá-la ao nosso clube... o pessoal lá, vai adorar ter carne nova para brincar. - Não querido, de jeito nenhum eu quero compartilhar esse amorzinho de garota com os outros, eu a quero somente para mim.... e para você é logico. Nenhuma outra me atraiu tanto como ela, estou apaixonada por essa coisinha linda! Você é quem manda Judith... tua prima será de uso exclusivo nosso.
Os dois falavam sobre mim, como se eu não estivesse presente... como se fosse apenas uma coisa que eles pudesse usar à vontade. Nesse momento, perdi toda a esperança de escapar das mãos dos dois malucos, sabia que estava totalmente submissa à eles.
- Há quanto tempo você colocou os prendedores nela? - Desde hoje de manhã, porque? Isto deve estar doendo muito... vamos tirar todos. - Minha nossa...que alívio! Roberto e Judith em questão de minutos, me livraram de todos os prendedores. Roberto tirou a minha mordaça e eu pude respirar livremente, com a baba escorrendo pelos cantos dos meus lábios.
Roberto ficou olhando para o meu rosto, que nesta altura estava transfigurado pelo terror, que invadia minha alma. Não podia acreditar que tudo aquilo estivesse acontecendo comigo. Minha prima e seu marido não podia ser tão tarados e sádicos assim. Mas eles eram sim... bem mais do isso. Eles eram possuidores de uma crueldade fora de qualquer limite, ultrapassando em muito o que acontecia nos clubes sados, pois lá pelo menos existia uma certa norma, jamais causar ferimentos, somente muita dor e excitação. Eu, para minha desgraça, fui escolhida para ser a vítima de toda as suas monstruosas taras. Faltava bem pouco para eu tomar ciência de tudo isso.
- Roberto não parava de examinar o meu corpo nu, totalmente exposto a ele. - Como Marlene lhe informou .... Sou o marido de tua prima, portanto sou também teu primo. Nem sei como você, com um corpinho tão apetitoso, conseguiu se manter virgem até hoje. Acho que na tua terra não tem homem, ainda bem, pois assim eu terei a oportunidade de tirar o teu cabacinho, faz muito tempo que não meto o meu caralho numa virgem. Isto é coisa muito rara hoje em dia.
- Pelo amor de Deus, seu moço, não faças isso comigo…prefiro morrer a fazer essa coisa! - Que gracinha ela é, Judith! Me chamou de "seu moço"! De hoje em diante, quero que me chames de primo ou então de Bob.... Nada se seu moço ou coisa parecida. Se me desobedeces serei obrigado a te castigar. Estamos entendidos, mocinha? Quanto a este negócio de não te foder, podes esquecer. Afinal de contas, tua prima disse que você é o meu presente de boas-vindas. Não quero fazer desfeita a ela...tenho de fazer bom uso do presente, não achas?
- Mas agora, eu estou com muita saudade da minha mulherzinha gostosa, quero foder ela muito. Vou te soltar de algumas algemas e vais ficar ai no cantinho da cama, enquanto eu meto o caralho na tua priminha. - Roberto tirou a algema de meu pulso direito e do tornozelo direito e me empurrou para o lado esquerdo da cama. O que aconteceu nas duas horas seguintes, foi uma coisa incrível. Os dois, como dois animais, passaram a fazer sexo, bufando e uivando, parecendo alucinados. Davam gritos de dor e gemidos de prazer e diziam palavras obscenas. Rolando na cama, vez que outra, eu era empurrada por seus corpos suados e só não caía da cama, porque as algemas não deixavam.
Não teve jeito, tive de entreabrir os olhos e fiquei observando o que eles faziam. Roberto enterrava o seu membro na buceta de Judith, que com a bunda para cima, de joelhos o incentivava. - Mete no cu, agora querido, e ele alternava, tirava de um buraco e coloca no outro e ela gemia como um animal. Sem ao menos limparem, passaram a fazer o tal de 69 e os ruídos molhados" que emitiam ao se chuparem me deu nojo. Mas ao mesmo fui ficando excitada, pois afinal de contas, eu sou humana.
Em certa hora, com Judith deitada de costas com Roberto sobre ela, a enrabando, pude ver os rostos dos dois, virados em minha direção. Eram máscaras distorcidas pelo prazer animal de que estavam possuídos. Judith de olhos fechado, boca entreaberta, babando pelos cantos dos lábios, soltava gemidos profundos, enquanto pedia, entre os gemidos: - Mais rápido querido, mais rápido...mais, mais, mais! Derrepene ela deu um berro alucinada, gritando...gozei querido, gozei!

Vendo aquilo, fiquei bastante excitada e quando ela abriu os olhos e me viu com o rosto a menos de 2 palmos do dela, deu uma risadinha: - Gostou querida? Dar o rabo é uma das coisas mais deliciosa deste mundo, Você logo ira provar isso, Roberto adora um cuzinho! Ele, por sua vez, me olhou e murmurou: - Não fiques com ciúmes, garotinha…logo mais eu e você vamos nos divertir adoidado. Fechei os olhos e nada respondi, já imaginando como seria fazer sexo com ele, de ter o meu hímen de virgem, rompido por Roberto. No meu íntimo eu estava muito assustada e com medo do que poderia sofre nas mãos deles.

Só não podia imaginar, que a crueldade dos dois monstros, se fizessem tão presentes, quando ele me estuprou e que eu sofreria infames sevícias que um corpo humano possa suportar, barbaridades que quase me levaram à morte, pela segunda vez desde que cheguei à capital.

CONTINUA EM - Marlene e seus primos - parte final


Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:4 de janeiro de 2015 00:14

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Anna
    Postado porAnnaem10 de janeiro de 2015 19:37

    Continua

  • Marina
    Postado porMarinaem6 de janeiro de 2015 16:21

    Delicia de conto, toquei um deliciosa siririca me imaginando nesta situação. 1000, continue.

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