Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Nas Garras de um lunático sádico

Nas garras de um lunático sádico

Que droga, o voo está atrasado 2 horas! Não tenho outra opção a não ser ficar esperando. Guarulhos, fica muito contra mão. Esta…Aerolineas Argentina, que nojo! Não é a primeira vez que me pega esta peça. Informaram que o aeroporto de Buenos Aires estava fechado para pouso e decolagem. Pior dever ser para o australiano, Mister Robert, ter de ficar esperando a sua conexão para São Paulo, depois de mais de 15 horas de voo de Sydney a Buenos Aires. Não sei porque Antônio Carlos pediu para eu esperar o gringo? O sujeito deve estar acostumado a voar pelo mundo todo.... Não necessitaria da minha ajuda, aqui em São Paulo. O senhor Robert e Antônio, tinham combinado, que uma vez por ano, eles fariam uma espécie de rodizio.... Antônio iria para Sydney e Robert, viria para São Paulo; por algumas semanas.
Antônio sabe que detesto dirigir à noite e ainda mais com esta chuva toda! Merda... merda... eu devia era estar deitada na minha caminha, embaixo dos cobertores, em vez disso, estou aqui, com fome e frio, a espera de um cara que nem conheço. Também, quem mandou eu chegar tão antes do horário previsto de chegada? Pensando bem foi melhor assim... pois com esta forte chuva o transito deve estar um caos. Quando meu maridinho retornar da Austrália, vai ouvir “poucas e boas”. Só porque o gringo é o seu chefe, não necessita ser “paparicado” em sua visita à fábrica de São Paulo. Está certo que eu, além de esposa de Antônio, sou também a única secretária da filial, que fala inglês. Agora vou ter de bancar a interprete para o “chefão”, droga…droga....
Meu nome é Ângela, tenho 21 anos e estou casada com Antônio Carlos, há 4 anos. Meu querido, tem 35 anos, trabalha na filial da fábrica australiana, há 10 anos, inclusive foi ele que me empregou, como secretária no escritório de São Paulo, já que a fábrica, propriamente dita, fica em São Bernardo. Apesar de ser 14 anos mais velho, eu tenho verdadeira paixão pelo meu maridão, o primeiro e único homem de minha vida. Não obstante dele estar sempre viajando, nossa vida de casados é a melhor possível e o sexo com ele, me leva à loucura.
Felizmente o Aerolineas está acaba de chegar e agora é só aguardar o desembaraço alfandegário do senhor Robert. Nós não nos conhecemos, mas com um cartaz com o nome dele, vai ser fácil ele me identificar. Não deu outra. O “poderoso chefão”, finalmente me viu e se aproximou; tive um tremendo choque ao vê-lo... o cara era enorme, com aproximadamente dois metros e forte como um touro, devia ter mais de 50 anos. Mas o que mais me chamou a atenção foi a sua rudeza, ao tratar comigo. Ele estava me tratando como uma simples funcionária, em vez de esposa de alto funcionário de sua empresa, que lhe estava prestando um favor, ao vir recepcioná-lo no aeroporto. De cara o achei extremamente antipático e arrogante. Não sei porque, mas sua figura imponente e sua falta de educação, me intimidaram a tão ponto, que me comportei como uma mera empregada. – Você deve ser a Ângela, minha secretária aqui em São Paulo. Providencie um carregador para levar minha bagagem até o carro... espero que tenhas reservado veículo!
Foi com grande dificuldade, que rumei para São Paulo, com aquele nojento ao meu lado. A forte chuva que caia e o gigante australiano ao meu lado, estavam me fazendo sentir extremamente insegura e intimidada. Apenas respondia com monossílabas aos seus comentários. – Em são Paulo, o trânsito estava caótico, como sempre, e eu avançava lentamente, com ele a soltar impropérios, contra tudo e todos. Eu temia como vara verde. Senhor Robert, o seu hotel fica muito longe daqui, do outro lado da cidade...com essa chuva e com o engarrafamento, vamos demorar bastante a chegar! – merda...merda... você devia ter me avisado e eu ficaria num hotel, lá no aeroporto... e agora o que vamos fazer? Eu estava passando bem pertinho de minha casa e titubeante, sugeri que fossemos até lá, esperar a chuva e as condições do trânsito aliviarem e então eu o levaria ao seu hotel. Ele aceitou, para meu alívio, a sugestão e assim rumamos para o meu lar. Este foi o meu erro, um tremendo erro, que mudaria a minha vida para sempre.
Em minha casa, Robert se comportava como se estivesse em seu hotel. Sem nenhuma consideração, foi logo pedindo, ou ordenando, que eu levasse suas malas para o quarto. Eu estava inteiramente submissa à ele, não sabendo como agir e o obedecia sem ao menos questioná-lo. Afinal de contas, esta era minha casa e ele estava ali, não como meu chefe, mas como um hospede. Mas em sua presença, me sentia frágil e nem sabia como me comportar.
Foi com grande alívio que o vi se recolher ao quarto de hospedes. Eram quase duas horas da madrugada, eu tinha já tomado banho e estava vestindo apenas uma camisola, sem nada por baixo, preparando um lanche, quando o vi chegar à copa. Meu coração disparou com a sua presença e com a pouca roupa que vestia, pois estava crente que ele estava dormindo. Ele, sem dar importância ao meu nervosismo, pediu que lhe preparasse um lanche, pois estava com muita fome. Depois de comer, sem ao menos dizer um “obrigado” ele se sentou no sofá, ao meu lado e ficou a me olhar. Notei que ele não tirava os olhos de meu decote e de minhas coxas. Envergonhada e sentindo um pouco de medo, me levantei e ia para o meu quarto, quando o telefone tocou. Robert simplesmente pegou o aparelho, ao seu lado, no sofá e me entregou. Era Antônio Carlos, que do outro lado do mundo, queria saber se o seu chefe tinha chegado bem e se eu o tinha levado para o hotel. Não sei porque, com um receio incompreensível, não quis dizer que Robert, naquele exato momento, estava no nosso lar: - Sim meu amor, o teu chefe está lá no hotel.... Demoramos muito a chegar, pois aqui está chovendo muito forte e o voo atrasou muito. Antônio disse que estava com muitas saudades e me fez inúmeras declarações de amor e com o Sr. Robert, ao meu lado no sofá, não tinha como corresponder à altura. O sujeito parece que ficou animado, quando me ouviu falar que ele estava no hotel, parece que levou minha afirmação para o lado pessoal, como se fosse uma espécie de “convite”.
Ainda falando ao telefone com o meu marido, fiquei imensamente assustada quando senti Robert encostar o seu corpo no meu. Me segurando por trás, ele levou as duas mãos espalmadas aos meus seios, por cima da camisola. O choque que senti, por tamanho atrevimento foi tão grande, que suspendi a respiração e tentei me afastar dele. Antônio, a milhares de quilômetros, percebeu o meu susto e ficou sobressaltado: - O que foi meu anjo, o que aconteceu? Sem poder falar a verdade.... Que seu chefe estava a apalpar meus seios; o tal chefe que afirmei ter levado para o hotel. Nestas condições, não tive outra saída a não ser dizer que fiquei assustada com a intensidade da chuva e com um raio que iluminou a noite. Fiz muita força para me livrar do abraço de Robert, tentando não despertar suspeitas do meu querido. Tudo em vão, o cara me segurava com muita força e com a maior facilidade rasgou as frágeis alças de minha camisolinha e agora, com força excessiva apertada meus mamilos. Desejando que Antônio desligasse, para que eu pudesse reagir ao ataque do canalha, dei umas desculpas esfarrapadas e sem ao menos me despedir direito, desliguei.
Furiosa, me debati em seus braços, tentando me livrar. O medo me deu forças, e consegui me soltar e corri para o meu quarto. Mas nem dei uns passos, senti ele segurar minha camisola e com a força empregada por ele, rodei e cai ao chão, sem a camisola, que ficou nas mãos de Robert, ou o que sobrou dela. Apavorada tentei me levantar, mas ele montou em minha cintura e rindo, de maneira insolente, com os esforços para me livrar. Meu pânico era tanto, que tentei gritar por socorro, completamente fora de mim. Foi então que fiquei conhecendo todo o sadismo de Robert... ele iniciou a me dar tapas no rosto e na cabeça, não empregava muita força, usando somente a mão aberta. Sentia muita dor e com os braços presos entre suas pernas, não podia nem me defender. Os tapas continuaram por muito tempo. Meu rosto já estava em brasa e eu apenas chorava e pedia para ele parar de me bater.
Nunca em minha vida, podia imaginar que pudesse ser atacada com tamanha fúria, ainda mais dentro de minha própria casa e por um homem, que aparentemente, estava acima de qualquer suspeita. Mulher, fique bem quietinha, senão você vai apanhar muito mais. Acovardada com a fúria empregada e com o ataque inesperado, tremendo de medo e meio atordoada, apenas mexi com a cabeça, meio que concordando. Mas quando ele se levantou e tirou o seu roupão, ficando inteiramente nu e eu vi o seu colossal pênis, meu pavor foi tanto, que tive forças e corri para o quarto tentando fechar a porta. Inútil tentativa, Robert me alcançou e passou a me dar uma tremenda surra, sempre com a mão espalmada. Ele, sádico, não escolhia lugar para bater, era no rosto, na cabeça, nas costas, pernas e barriga. Complementarmente fora de mim, gritei por socorro e como uma leoa, tentei fazer frente ao monstro que me atacava, sabendo de antemão que meus gritos não seriam escutados por ninguém, pois a nossa casa ficava em meio a um grande terreno, não tendo vizinhança por perto. Apanhei por mais de trinta minutos e nem mais força para reagir tinha.
Inerte, caída no meio do quarto, eu apenas gemia de dor, implorando que ele parasse de me bater, mas o monstro, demonstrando todo o seu sadismo, apenas ria parecendo estar sentindo enorme prazer com o meu sofrimento. Quanto mais eu gritava de dor e implorava por piedade, mais ele me batia. Quase desfalecida, senti quando ele me arrastou pelos cabelos, para o banheiro e demonstrando toda a sua força física, me colocou dentro da banheira. Abriu as torneiras de água fria e ficou olhando a água cobrir todo o meu corpo. Com o choque d água, me recuperei um pouco. Fiquei o olhando, com os olhos esbugalhados de medo, e com o pânico a Tomar conta de mim, sem coragem para protestar em nada. Sabia que estava inteiramente dominada por ele e que para não sofrer mais, seria melhor não tentar nenhuma reação. Mas estava disposta, na manhã seguinte, dar parte dele à Delegacia de Proteção a Mulher. Aquele canalha iria pagar bem caro o que estava fazendo comigo.
Ele ficou por algum tempo a me olhar, sabendo que eu não tinha mais condições de reação. Fique aí dentro, mulher ... e não saia enquanto eu não ordenar. Robert saiu do banheiro e depois de uns 10 minutos, retornou, trazendo um grande balde que estava na área de serviços. Dentro dele uma enorme quantidade de gelo. Meus Deus! O sádico tinha esvaziado todos as formas de gelo da geladeira, do freezer e do bar e agora despejou tudo dentro da banheira. Ele queria me congelar! Quais seriam suas intenções? Depois de alguns minutos, a água começou a ficar muito mais fria e eu batia o queijo, mas não tinha coragem para protestar. Ele saiu novamente e retornou com o balde cheio de água gelada, e rindo como um alucinado, despejou tudo em minha cabeça. O que mais me impressionava era que ele fazia tudo isso comigo, praticamente sem falar nada, se pronunciou umas vinte palavras, foi muito.
Tremendo de frio e de terror, senti quando ele, usando de extrema crueldade, me retirou da banheira, me puxando pelos cabelos. Fui sendo arrastada para o quarto, sentindo que por pouco meu couro cabeludo não foi arrancado. Robert me jogou em minha cama e eu como uma boneca sem vida, do mesmo jeito que cai sobre o lençol, fiquei, com as pernas e braços torcidos. Foi quando o ouvi, dizendo, com o prazer estampado no rosto: mulher, você será a minha escrava sexual, enquanto eu ficar em São Paulo e não vou admitir nenhuma desobediência e se pensas em me denunciar, podes esquecer. Vou ter meios de a forçar a ficar calada.
Agora que você já está bem domesticada e sabendo que não adianta ir contra a minha vontade, vou lhe proporcionar o maior prazer de sua vida. Você nunca mais vai esquecer dos alucinantes prazeres que vou lhe proporcionar, podes ter certeza disso.
Apesar de ser, até certo ponto, muito ingênua em matéria de sexo, eu já tinha lido alguma coisa a respeito da prática do sadismo sexual, de sentir prazer através da dor e da humilhação, da tortura física. Tinha inclusive lido uns contos atribuídos ao Marques de Sade. Mas considerava tudo, como um desvio da mente humana, uma aberração e que tais atos só poderiam ser praticados por indivíduos mentalmente perturbados. Como eu estava enganada! Ali estava eu, sendo vítima, inteiramente dominada, submissa à vontade de um autêntico seguidor das taras de Sade. E o pior de tudo é que eu estava, de maneira incompreensível, excitada com a sua crueldade e com a dor que ele estava me causando. Eu não tinha mais vontade própria, inteiramente passiva, meu corpo e minha alma eram dele e, ele sabia perfeitamente que tinha quebrado minha vontade.
Robert, iniciou, penso, a me dar o tal prazer prometido. Por um enorme tempo, que não sei precisar, fiquei inteiramente submetida as suas taras e formas animalescas de dar e sentir prazer. Só quando o dia já ia alto, ele parou e me liberou. Meu Deus, ele tinha razão! Quase fui a loucura, com a forma dantesca dele proporcionar prazer. Não sei o que deu em mim, mas eu não queria mais o denunciar por me ter violentado... eu queria era continuar a experimentar toda a loucura a que fui forçada a conhecer. Eu estava completamente transtornada e a forma de gozar pela dor e pela submissão tinha tomada conta de meu corpo. Durante as aquelas longas horas, Robert me usou de todas as formas possíveis. Para mim, fica até difícil descrever tudo o que aconteceu, pois até aquela data. apesar de estar casada com Antônio Carlos há 4 anos, nossa forma de fazer amor sempre foi muito convencional, nada de sexo anal e muito menos oral. Pois bem... nesta noite, todos estes tabus foram rompidos drasticamente.
Robert mordeu, chupou e beijo cada pedacinho do meu corpo, literalmente falando.... Nem um centímetro ficou sem ser mordido ou chupado, desde as pontas dos dedos dos pés até a nuca. As mordidas eram fortes e deixavam marcas profundas, tal qual os chupões, com fortes manchas vermelhas. Mas o que mais me enlouqueceu foi sentir os meus grandes lábios vaginais, sendo chupados com tanta força, que não sabia que gemia de dor ou de prazer. Meu clitóris, de tanto ser chupado parecia que seria arrancado de seu lugar. Quase sentado em meu pescoço, ele ficou “passeando” com o pênis gigantesco em meu rosto.
Quando eu fechava os olhos, ele gritava para eu abri-los e eu sentia a enorme cabeça, parecendo “querer” entrar vista a dentro. Meu rosto ficou todo “babado” com a lubrificação que saia do membro. Com as mãos ele forçava a cabeçorra entre os meus lábios cerrados, mas com auxílio da outra mão ele apertou as maças do meu rosto com tanta força, que fui obrigada a abrir a boca e aquela monstruosidade me invadiu, até o fundo da garganta. Tive ânsia de vômitos, mas ele nem se importou e iniciou a me “foder” pela boca, com movimentos rápidos de entra-e-sai. Depois de alguns minutos, ele despejou uma quantidade enorme de porra, bem no fundo de minha garganta, quando quis vomitar, ele enterrou ainda mais, fazendo com que eu sufocasse e perdesse os sentidos, completamente sem ar. Quando acordei, estava deitada de bruços, com ele todo enterrado em meu ânus, se movimentando como um louco em cima de mim. Sentia que escorria de minha boca, uma quantidade enorme de porra. Mas o pior de tudo foi quando ele me obrigou a fazer um 69, com o membro dele ainda sujo de minhas fezes. Nem eu sabia que minha covardia era tão grande, pois com medo de continuar levando surras e de sentir dor, me submeti a ele por completo.
Robert parecia um possesso, não se cansava nunca e eu já estava completamente demolida, arrasada, sem forças nem para gemer. Ele teve o descaramento de, depois de tudo que fez comigo, dormir com o membro todo enterrado em minha buceta. O pênis de Robert era, no mínimo, 2 as vezes maior do que o de Antônio, meu marido. Eu estava sendo usada como a cama dele, com as pernas e braços abertos e ele todo dentro de mim, com o seu enorme corpo, pesando toneladas, me sentia esmagada, sem poder mover um só musculo.
Mas depois de todo o tormento que sofri, de todas as dores e surras, o que mais me envergonhou e me arrasou, foi que senti um prazer incompreensível, abominável. Não sabia explicar porque, depois de toda a barbárie sofrida, eu ainda queria mais e mais. Fui levada a ter orgasmos múltiplos, quase que seguidos. Como iria enfrentar o meu marido depois de tudo... eu estava me sentindo indigna, sem moral, tão demente, como aqueles eu tinha prejulgado como pervertidos, com as suas taras. Minha única desculpa, assim pensava eu, era que fui forçada. Através da força física do meu algoz, do meu carrasco, a me submeter às suas vontades.
Meu corpo estava todo marcado, Robert tinha deixado a sua marca nele, mas mesmo assim, sabia que o sádico, poderia me usar como quisesse, pois eu não iria me opor a nada. Eu matutava sobre tudo isso, com ele ainda dormindo sobre o meu corpo, com aquela coisa, mole, ainda dentro de mim. De tão exausta, nem percebi que dormi.
Quando acordei, o dia já ia alto e Robert não estava mais dentro de mim, nem no quarto. Olhei para o relógio e me assustei... já eram mais de três horas da tarde e eu nem tinha ido trabalhar. Dei um pulo da cama e corri para o banheiro, cheia de dor por todo o corpo. Quando me olhei no espelho, fiquei alarmada, com minha aparência, eu estava parecendo uma colcha de retalhos, com mancha de chupões e de dentadas por todo ele, desde o rosto, braços, barriga e coxas. Eram manchas fortes e de imediato compreendi que por muitos dias não poderia sair de casa, sob pena de sofrer tremenda humilhação. Fiquei arrasada... porque ele fez isso comigo.... Merda…merda!
Entrei sob o chuveiro por mais de meia hora, com a água bem quente e depois por tempo igual, a passar creme no corpo, na tentativa de melhorar minha feição. Me vesti e fui tratar de comer qualquer coisa, pois estava morta de fome, mas para minha surpresa a porta do quarto estava fechada por fora, pensei em sair pela janela, mas o filho da puta do Robert, tinha posto cadeado e eu não pude abrir. O canalha tinha me aprisionado em meu próprio quarto. Até o telefone fixo e o meu celular ele tinha levado. A atitude dele era incompreensível! Porque estava agindo assim... seria medo que eu o denunciasse à polícia?
Sem nada para fazer, presa em meu quarto, passei o tempo, passando cremes em meu corpo, principalmente no rosto e no pescoço, tentando eliminar as manchas. Somente depois das 9 horas da noite, senti Robert andar pela casa e depois abrir a porta do quarto. O medo que eu tinha dele era enorme e fiquei parada, sentada na cama, sem falar nada. Ele me olhou e bruscamente ordenou: - Tire a roupa, fique nua... eu não a quero vestida. Não esqueças que eu sou o seu dono e só a quero ver pelada. Tentei protestar, mas levei um tremendo tapa e tratei logo de tirar a roupa, como ordenado por ele. Depois que tirei toda a roupa, ele se aproximou e passou uma grossa coleira de couro em meu pescoço, com uma argola presa nela, de onde prendeu uma comprida corrente metálica. Minha nossa! O sádico estava me tratando como se eu fosse uma cadela. Ele saiu do quarto, me puxando pela corrente. Venha escrava, vamos comer qualquer coisa. Quando chegamos na sala, fiquei surpresa, pois sobre a mesa estava montada uma linda ceia para dois. Robert tinha encomendando o serviço. Eu que desde a noite anterior, não tinha comida nada, louca de fome, fui logo me aproximando para me sentar, mas ele me puxou forte pela corrente. Nada disso, minhas escravas, minhas cadelas, comem no chão. Ele se sentou e me obrigou a ficar sentada no chão, ao seu lado. Depois colocou, sobre o piso, um prato cheio de comida. Fiquei olhando para a comida e para ele. Vá comer, cadela e trata de comer bastante pois só amanhã à noite, voltarás a ter outra refeição. Resignada, pedi timidamente, talheres, quando fui surpreendida com a sua ordem. - Não sua puta... você não pode usar talheres, nem as mãos ... vais comer como uma cadelinha, usando somente a boca.
Com muita raiva e disposta a não obedecê-lo, fiquei parada, determinada a não comer como um bicho. Foi quando ele se levantou raivoso e com um chicote, tirado não sei de onde, me deu 2 tremendas chicotadas nas costas. Gritei de dor. – Vá comer usando somente a boca, senão vou te moer de tanta pancada! Chorando de tanto ódio, mas com muito medo e fome, resolvi obedecê-lo e como um cachorrinho comecei a comer. Meu rosto ficou todo sujo, pois não é nada fácil, comer deste jeito. Com muita raiva, comi tudo o que estava no prato, quando terminei, pedi um pouco de água, pois estava com sede. Ele, usando no mesmo método, colocou uma tigela com água ao meu lado e ordenou que eu bebesse, como tinha comido, usando somente a boca. Eu estava quase explodindo de tanta raiva e ódio, mas obedeci e bebi como ele queria. Meu ódio, por mais difícil que possa parecer, era igual à minha paixão, ao meu desejo ou tara, de sofrer humilhações e dor nas mãos dele. Eu estava sendo transformada em minha dignidade, em meu sentido de ética e de lealdade ao meu marido, em uma imoral, a vítima, a submissa perfeita, que nem nos contos mais terríveis do próprio marque se Sade, poderia existir igual.
Na noite seguinte, deitada no chão da sala, inteiramente nua, com Roberts sentado no sofá e eu servindo de “tapete” para ele, que com os pés apoiados em minha barriga e seios, bebia uma dose de uísque, vendo televisão. Com um controle remoto, ele fazia vibrar os dois enormes consolos, enterrados em meu ânus e em minha vagina. Neste momento o telefone tocou e o meu carrasco, vendo que era Antônio, o meu marido, me entregou o aparelho: - Tome putinha, atenda ao teu corninho.
Foi a coisa mais assombrosa, minha conversa com o meu querido. Ele cheio de desejos por mim, depois de tantos dias sem me fazer amor, queria por que queria “fazer sexo por telefone”, como já tínhamos feito algumas vezes no passado. Eu com os dos consolos vibrando dentro de mim, não pude disfarçar os meus suspiros e gemidos, e foi com imensa alegria, que meu “maridão me fez gozar” como uma alucinada. Foram mais de trinta minutos de “loucuras” em que eu imaginava ter dentro de mim o pênis dele e não os dois monstruosos membros de borracha.
Robert me vendo, prostrada aos seus pés, tendo orgasmos múltiplos, ficou inteiramente transtornado e foi possuído por fúria sexual sem controle e, sua tara, seu sadismo e crueldade veio à tona de tal maneira, que temi por minha vida ou então de sofrer ferimentos gravíssimos. Em pânico, pressentindo que iria ser atacada, gritei desesperada por socorro para Antônio: Me ajude pelo amor de Deus, ele vai me matar! Não pude dizer mais nada, pois Robert, com os olhos demonstrando desejo sem limites, e com a boca aberta, pronunciando palavras sem sentidos, arrebentou com um forte puxão, o fio do telefone, interrompendo a ligação que eu mantinha com Antônio. Aos tapas e empurrões, me obrigou a levantar e me levou para a garagem da casa. Demonstrando grande fúria, ele amarrou meus tornozelos, com tiras de couro e por meio de cordas, me pendurou ao travessão lá existente, de cabeça para baixo. Com as coxas em abertura máxima e com os dois os consolos enterrados em mim, passei a berrar, com o terror a me dominar por completo, sentindo muitas dores na muscula das pernas e quadris. Robert ria descontroladamente e passou a me chicotear nas nádegas coxas e barrigas. Ele agia com extrema violência e apesar dos meus gritos de dor e de desespero ele não parava nunca de me chicotear. Com o sangue a escorrer dos inúmeros cortes, pelo meu pesco e rosto, fui aos poucos perdendo os sentidos, ainda sentindo o castigo em meu corpo, já completamente retalhado. Ele batia cada vez mais, com força excessiva e eu sabia que estava sendo levada à morte, com profundos cortes em todo o meu corpo. Não tive condições nem de saber quanto tempo durou a tortura, só ouvindo o assobio do chicote cortando o ar e o meu corpo sendo estraçalhado pela demência do Robert.

Quando acordei, sentindo enormes dores, nem sabia onde estava, mas pude perceber que uma mulher vestida de branco, estava ao meu lado, me olhando com olhos aflitos. Tentei falar alguma coisa, mas senti enorme dificuldade e notei que meu rosto estava todo enfaixado. Ela vendo que eu estava desperta, se aproximou e com voz suave: - Fique quietinha, senhora Ângela.... Agora você está fora de perigo. Eu sou a sua enfermeira Ruth. Ela vendo o meu olhar de angustia e a minha enorme dificuldade em falar, se apressou em esclarecer que eu estava internada em uma clínica particular já há algumas semanas. Consegui balbuciar, com muita dificuldade: - O que aconteceu comigo? A enfermeira, com muito cuidado, me disse que minha casa fora invadida por um degenerado, que me manteve prisioneira por alguns dias e que me estuprou e me torturou barbaramente, a tal ponto que tive de sofrer algumas intervenções cirúrgicas. Infelizmente o tarado sádico, conseguiu fugir antes da polícia chegar em sua casa. A boa notícia, senhora Ângela, é que o teu marido voltou de viagem e está muito aflito, com o seu estado de saúde não saiu do seu lado, durante todo o tempo, em que esteve em coma. Agora são 2 horas da madrugada, mas aposto que logo que amanhece ele estará aqui para a ver.
A enfermeira me deu alguns medicamentos e depois de alguns minutos, saiu do quarto e, eu então tentei colocar minha confusa mente em ordem. Que história mais estranha era essa! Ninguém, nenhum bandido, invadiu minha casa...eu fui estuprada e torturada pelo senhor Robert, o chefe do meu marido! E como a polícia foi até minha casa e não prendeu o australiano? Com a cabeça confusa, dormi, provavelmente sob o efeito dos medicamentos que a enfermeira me ofereceu. Só acordei, com a manhã já avançada, com Antônio segurando minha mão, com os olhos cheios de lágrimas.
Meu amor, me perdoe... por estar tão longe, quando você me pediu socorro! Fiquei tão desesperado, que liguei imediatamente para o celular de Robert, mas não consegui conexão. Então liguei para o meu gerente aqui em São Paulo e só depois de muito insistir, foi que consegui falar com ele e lhe expliquei toda a situação, solicitando que ele mandasse a polícia imediatamente para minha casa, pois minha mulher estava sendo atacada, neste exato momento, provavelmente por ladrões. Marcelo, sem ao menos indagar mais nada, compreendendo a urgência do momento, ligou para polícia e, ele mesmo se deslocou para a nossa casa. Infelizmente, tanto ele como a polícia, só conseguiram chegar, depois de muitos minutos, mas ainda a tempo de verem um indivíduo fugindo lá de casa. Desgraçadamente não conseguiram capturar o bandido, que escapou na escuridão da noite.
Lá de casa mesmo, Marcelo me ligou e informou que você, apesar de muito ferida, estava vida e sendo levado para um hospital. Ele me informou que você não aparecia no escritório há alguns dias e que tinha ligado para Robert, o informando que estava muito gripada e com febre e que não poderia ir trabalhar. Raciocinamos então, que durante estes dias, você estava em poder do marginal. Não tive coragem de contestar esta versão dos fatos e confirmei para Antônio e para a polícia, que realmente, um tarado tinha invadido minha casa e me manteve prisioneira por alguns dias, me estuprando e torturando.
Eu só me recuperei de todos os ferimentos e cicatrizes, alguns meses depois. Antônio continuava a trabalhar na mesma companhia, mas eu pedi demissão e agora era somente uma dona de casa. Finalmente chegou a época em que os dois fariam novamente o tal rodízio, Antônio em Sydney e Robert em São Paulo. Meu marido queria a toda força que eu fosse junto com ele, mas eu me recusei... queria ficar em São Paulo. Ele só foi tranquilo, depois colocar muitos alarmes por todos os acessos da casa e no quintal.
No dia que meu querido marido viajou para a Austrália, fui leva-lo até o aeroporto e lá ele me pediu: Sei que você não é mais nossa funcionária, mas se não for abusar, poderia lhe pedir um grande favor? – É claro que sim, meu querido! Ângela, eu queria que você recebesse Robert.... Ele chegará à São Paulo, depois de amanhã.
– Poder deixar meu amor, eu vou recebê-lo muito bem.... Muito bem mesmo E lhe garanto que ele vai ficar muito satisfeito, durante as semanas que ficar aqui em São Paulo.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:3 de julho de 2014 00:03

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 03/07/2014.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • KetMarina
    Postado porKetMarinaem31 de março de 2015 23:43

    Adorei, será que tem continuação? Gostaria muito.

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*