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Nas garras dos lobos da noite

NAS GARRAS DOS LOBOS DA NOITE

Marcela é uma mulher muito bonita, com seus 29 anos, com um corpo maravilhoso de arrancar suspiros por onde passa. Cintura fina, coxas grosas bem torneadas, bunda arredondada, levemente empinada, e seios lindos, tão firmes que parecem maiores que o normal, com mamilos eretos, apontando desafiadores sob suas blusas. Uma verdadeira beldade, apesar de ser mãe de duas lindas meninas, de 5 e 7 anos, nunca relaxou com o seu corpo. Infelizmente não foi feliz no casamento, pois Caio, o seu ex, se mostrou ser um completo canalha, a abandonando e as filhas, para se unir com uma perua milionária francesa e indo morar com o dinheiro dela, em Paris.
Marcela é sócia de uma empresa do ramo de eletrônicos, especializada na importação e distribuição, no Brasil, destes materiais. Seus sócios, Eduardo e Francisco, dois colegas de faculdade, assim como ela, são excelentes engenheiros eletrônicos.
Não é uma grande empresa, mais dá para o gasto e está em franca expansão e agora eles já têm 23 empregados. Marcela é a que comanda o escritório e os sócios se dedicam mais a parte técnica do negócio, atuando quase todo o tempo no depósito, onde mantem a área de recepção, revisão e distribuição.
O escritório fica a no centro da cidade, enquanto o depósito está localizado num bairro da periferia, a alguns quilômetros de distância.
Os empregados que trabalham com Marcela no escritório, 5 rapazes e duas moças, admiram muito sua patroa, que os trata com respeito e carinho, mas exige eficiência deles.
Já a algum tempo, vinha observando que os rapazes a tratavam com excessiva gentiliza. Mulher experiente, sabia que eles a estavam cobiçando, mas não dava bola para isso, até ficava vaidosa, pois as suas duas secretárias, belas ninfetas, eram preteridas por eles. Isso era um verdadeiro colírio para a sua autoestima, apesar de ser uma “coroa” ainda podia competir com mocinhas. Sabia que ainda podia dar bom caldo.
Marcela tem cabelos loiros compridos e olhos azuis, 1,65m. Muito alegre e simpática, conseguia atrair as atenções em qualquer lugar que estivesse. Talvez por isso fosse tão querida por todos que conviviam com ela, inclusive seus funcionários.
Naquele dia, em especial, o serviço no escritório estava excepcionalmente intenso, pois tinham recebido muita mercadoria vinda da China, que precisava ser catalogada. Quando pediu que a rapaziada ficasse até mais tarde no escritório, nenhum dos 7 se negou a fazer o serviço fora de horário.
Já eram passava das dez da noite, quando terminaram de listar e codificar tudo. Marcela se propôs a dar carona para aqueles que moravam mais longe. As duas jovens e um rapaz, aceitaram o convite, pois moravam bem longe e já era muito tarde. Ela deixou primeiramente Gustavo, que não morava tão longe assim, como como era o mesmo caminho das residências de Helena e Rafaela, tudo bem.
Mas Marcela, ficou um pouco preocupada, suas funcionárias, realmente moravam muito longe, num bairro bem afastado. Mas como quem está na água é para se molhar, foi em frente. Deixou as meninas em casas, quase vizinhas uma da outra e retornou para casa, Cansada do dia estafante, louca para tomar um banho, fazer uma leve refeição e ir para a cama. Sabia que suas filhinhas estavam bem, sob os cuidados da avó, sua querida mãezona, Esther.
Marcela não era medrosa, mas dirigindo tão tarde da noite, em ruas e avenidas tão desertas, em lugares que pouco conhecia, lhe davam um certo receio e então tratou de pisar no acelerador. Para seu alívio chegou em seu bairro, sã e salva. Já estava a poucas quadras do seu prédio, quando duas motocicletas, emparelharam com o seu carro, uma de cada lado. Com o coração aos pulos, tratou se ir frente, mas os motoqueiros continuaram a emparelhar com ela.
Sentiu certo alívio, quando observou que um outro carro, vinha logo atrás e pediu passagem. Marcela atendeu ao motorista, pesando em colar na traseira dele, imaginando que assim as motos a deixassem em paz. Mas sem qualquer sinal, o carro da frente, diminuiu a velocidade e ela, preocupada com os motoqueiros, não freou a tempo e bateu nele, verdade que de leve. Os dois ocupantes desceram, parecendo estarem muito enfezados. Marcela em vez de ficar preocupada com isso, ficou foi alegre. Pagaria os prejuízos dos caras e iria embora, sem a incomoda presença dos motoqueiros.
Mas ficou com muito medo quando observou que os ocupantes das motos, quatro garotos de no máximo 17 ou 18 anos e os dois ocupantes do veículo, igualmente jovens, se saudaram alegremente e se aproximaram do seu carro.
- Como é coroa! Vai pagar os prejuízos ou não? Marcela, com muito receio, pois não gostou nada dos modos debochados deles, que pareciam estarem drogados. Com voz insegura, se prontificou a pagar o que fosse necessário, era só eles dizerem o que queriam.
- Madame, queremos como pagamento, o teu corpo. Em pânico, ao entender o que eles queriam, tentou dar a ré e sair dali o mais rápido possível, mas ficou petrificada quando viu um dos garotos, com uma pistola, apontada diretamente para a sua cabeça. – Tia se tocar nos pedais, vai levar chumbo.
- Por favor, garotos! Podem levar o carro e o meu dinheiro, mas me deixem ir embora, pelo amor de Deus!
- Você parece uma idiota... não queremos o teu carro nem o teu dinheiro, já temos isso de sobra, o que queremos é você. Venha com a gente, sem fazer nenhum escândalo, caso contrário isso será muito nocivo para a tua saúde.
Rapidamente, dois dos rapazes embarcaram no seu carro e ela ficou no meio deles. Tia, vamos te levar para um lugar bem bacana... você vai gostar muito do que te espera. Sem que ela esperasse, sentiu uma forte picada em seu ombro e quando olhou, o menino a sua direita estava com uma agulha enfiada em sua carne. Marcela deu um grito de dor, mas ele lhe colocou a arma no rosto. -Fique quieta mulher, se gritar mais uma vez, já era.
Marcela, não sabia o que ele lhe tinha aplicado, não chegou a perder os sentidos, apenas ficou zonza, sentindo uma espécie de dormência nos braços e pernas e a vista um pouco enevoada, vendo tudo como se fosse em duplicata. Ficou toda mole no meio dos caras e sentiu que eles rodaram por muito tempo Não atinou o quanto, mas foi bem mais do uma hora. No meio do trajeto, eles estacionaram e sentiu quando foi levada para o banco traseiro e continuaram a ir para o tal lugar.
Percebeu quando o garoto, que estava no banco do carona, pulou o banco e começou a mexer com ela. Ele segurou o seu rosto entre suas mãos: - Tia, você é muito gostosa, vamos nos divertir muito com você. -Olhe só Pedrinho! A coroa está babando como um bebezinho! Realmente, Marcela percebeu os seus lábios totalmente dormentes e não conseguia fechar a boca e a saliva escorria, sem controle. Mas ainda pode murmurar para o garotinho, sim garotinho, pois esse não devia ter mais de quinze anos: - Por favor...não me machuquem.
Ele deu uma risada e lhe respondeu debochado: - Pode deixar, coroa, a gente não vai judiar de você. Faz tempo que estávamos de olho em cima de tu, só esperando uma oportunidade para a trazer para a nossa toca, onde nós, "Os lobos da noite" já temos todo um esquema, preparado pra tu. Hoje destes mole e resolvemos que era a nossa oportunidade de te agarrar. Não fique com medo tia, a gente só vai se divertir um pouco e depois vamos te soltar. Você vais adorar todas as brincadeiras que faremos.
Sem nenhuma condição de resistência, viu quando ele abriu sua blusa, rasgou o sutiã e gritou para o motorista, o tal de Pedrinho: - Nossa cara, veja os peitões lindos que ela tem! - Vou gozar muito ao chupar estas tetinhas gostosas.
Durante o restante do caminho, o moleque mamou nos seios de Marcela, com tanta gula, que ela sentiu os mamilos doloridos, parecendo que seriam engolidos por ele, mas sem forças nos braços para o impedir. Totalmente aterrorizada, tinha noção do que aquele bando de adolescentes, queria com ela.
Percebeu quando foi levada, escada acima e jogada em cima de uma cama de casal. O efeito da droga no corpo dela, já estava se dissolvendo e ela pode se virar e ver os seis rapazes que a observam com muita atenção. Não passavam de uns moleques, bem novinhos, todos usavam meia máscara e estavam muito bem vestidos.
- onde estou? o que vocês querem comigo? - Tia você está na Toca dos Lobos da noite. A gente sai por aí, para caçar uma bucetinha e, desta vez, foi você a selecionada. Há muitos dias, foste a escolhida e a gente te seguia por toda a parte. Sabemos onde moras, que tens duas filhas e que não tens marido. Conhecemos o endereço da tua empresa e até onde tuas filhinhas estudam. O que queremos de você, já deves saber muito bem - Por 24 horas, serás a nossa escrava sexual e exigimos a tua completa submissão durante esse tempo, depois vamos te libertar. Por isso usamos estas máscaras, pois assim não poderás nos dedurar, se resolveres ir à polícia e fazer algum merda de retrato falado.
- Eu jamais vou ser submissa com vocês, só me terão se usarem a força, moleques safados! - Titia, você vai colaborar com a gente, sim. Olhe só o que temos neste celular aqui!
Marcela ficou lívida, quando viu o que estava gravado no aparelho, suas duas filinhas, entrando na escolinha e passeando no parque com a avó e depois chegando, alegres em casa.
-Viu coroa, estas garotinhas são muito lindinhas, seria uma pena se algum acidente acontecesses com elas e com a vovó! - Não achas?
- Pelo amor de Deus, deixem minhas filhas em paz... são dois anjinhos inocentes! - Tudo depende de você! - A gente não vai machucar as tuas bonequinhas, não somos tão desalmados assim.... só iremos trazer as duas, aqui para a nossa toca, junto com a velhota e brincarmos um pouco com as três.
Em desespero, chorando muito, Marcela, implora que eles não façam isso, que ela se submeterá a tudo que eles desejarem, mas que deixem sua família em paz.
-Ta certo, tia... você já conhece as nossas regras... escrava submissa por 24 horas e depois poderás ir embora. Marcela sabia que eles abusariam dela concordando ou não com suas exigências, então decidiu que seria passiva e se deixaria usar, sem esboçar nenhuma resistência.
- Ta certo tia, você está aceitando nossos termos, então comece por tirar a roupa, fique peladinha pra gente ver esta bucetinha. Ela ficou meio sem ação. - Assim na presença de todos os seis? - É lógico que é na nossa frente, mulher idiota! Somos uma matilha de lobos e tu agora é a nossa gazela, pronta para ser devorada. Fique de pé, no meio do quarto e vá tirando os paninhos, bem devagar. Queremos te curtir bastante.
Marcela, com o coração partido, com o terror a invadindo por completo, com alguma dificuldade se levantou e ficou em pé, com os garotos a cercando, ansiosos para ver a caça da semana se despir. Ainda sentia os efeitos da droga, mas soluçando, foi se despindo, ficando só de calcinha, por sinal uma mini, toda enfiada nas polpas das roliças nádegas. O sutiã, o garoto já tinha rasgado, lá no seu carro.
Os adolescentes, ficaram de boca aberta, ao verem o espetacular corpo de Marcela e logo, um deles, deu um puxão e sua calcinha já era.
- Nossa! Vejam só...esta tiazinha é a coisinha mais gostosa que já esteve aqui, na nossa toca! Olhem que delicia de bucetinha, toda raspadinha e gordinha, até parece uma garotinha virgem!
Marcela, no meio dos seis jovens, só ouvia palavras indecorosas deles, que faziam comentários obscenos sobre seu corpo, principalmente dos seios, bunda e de sua xoxota. Atordoada, notou quando eles começaram a de despir e em seguida a ordem de comando: - Lobos da noite...ao ataque. Ela se viu envolvida por toda a mantilha de lobos famintos, que buscavam devorar a presa, cada qual querendo pegar um pedacinho do delicioso petisco.

CONTINUA EM: Nas garras dos lobos da noite - Final

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:17 de novembro de 2014 16:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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