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Nas garras dos lobos da noite - Final

Nas garras dos lobos da noite - Final

Marcela, no meio dos seis jovens, só ouvia palavras indecorosas deles, que faziam comentários obscenos sobre seu corpo, principalmente dos seios, bunda e de sua xoxota. Atordoada, notou quando eles começaram a de despir e em seguida a ordem de comando: - Lobos da noite...ao ataque. Ela se viu envolvida por toda a mantilha de lobos famintos, que buscavam devorar a presa, cada qual querendo pegar um pedacinho do seu delicioso corpo.
Pega de surpresa, com muitas bocas e línguas, percorrendo cada cantinho de sua carne, fechou os olhos e ficou impassível sentindo que seus recantos mais íntimos eram disputados com selvageria pelos seis moleques, uns expulsando os outros do local desejado. Tinha momentos que duas ou três bocas queriam lamber ou morder ao mesmo tempo sua buceta. Realmente parecia uma matilha de lobos, brigando pelo melhor "naco'' de carne da gazela abatida.
Marcela se viu manejada sobre a cama, em todas as direções, com os seis "animalzinhos" ao seu redor a devorando, com coxas seios, bunda e xoxota, sendo disputados a tapas pela mantilha de lobos em pleno cio. Quando movia um braço ou uma perna, estes eram logo, agarrados por "mil" bocas famintas com chupões e mordidas violentas.
Apavorada, se deixava manipular pelos adolescentes, rezando que tudo acabasse logo. Mas o apetite deles só fazia aumentar e "rugiam" satisfeitos a cada conquista, ou de raiva, quando se viam expulsos de determinado pedacinho, tão arduamente disputado.
Aquilo não terminava nunca e Marcela, com o corpo todo "babado", avermelhado e dolorido, começou a sentir, o que menos queria, estava ficando excitada, com o ataque selvagem dos meninos. Agora seus lamentos não eram mais de pavor, mas de pura vergonha, por estar tendo prazer com tão estúpida situação. Não devia estar gostando de sofrer este sádico e selvagem estupro coletivo e sim estar o odiando.
Mas Marcela não pode resistir a tão inusitado chamamento da carne e embarcou nas asas do gozo sem fim. Durante todo o resto da noite, enquanto durou o diabólico festim, ela teve inúmeros orgasmos e queria que aquilo continuasse, se entregando ao prazer avassalador.
A dor e a submissão total de seu corpo, tinham despertado nela, uma forma de prazer que nunca julgou ser capaz de sentir. Até aquele momento, só tinha praticado sexo tipo papai e mamãe, no enquanto ali estava ela, entrando no mundo pervertido do sadismo e do masoquismo, sentindo prazer sem limites ao ser submetida ao sexo dolorido e com a dominação total de seu corpo.
Com o amanhecer do dia, ela jazia exausta, toda gozada, ainda entorpecida pelo prazer enlouquecedor que foi levada a sentir, jazia estirada na cama, toda aberta, com dois ou três moleques adormecidos, a fazendo de travesseiro. De tão cansada, nem tentou se mexer, para não despertar os jovens. Aí teve tempo para analisar tudo que tinha acontecido durante a noite.
Estava se sentindo a última das mulheres, uma meretriz desclassificada, ao sentir gozo, sendo estuprada por um bando de garotos ao mesmo. Isto não podia ter acontecido. Sua buceta, ânus e boca receberam tanta carga de porra, que ela se sentia toda cheia por dentro. Era para estar revoltada com a selvageria com que fora assaltada, e não tão satisfeita e saciada como estava se sentindo.
Mas ao se lembrar do que os insaciáveis moleques fizeram com o seu corpo, estava ficando excitada novamente, aquele sentimento era mais forte do que ela. Com isso na cabeça, Marcela adormeceu, com duas bocas babando sobre os seus mamilos e uma terceira, respirando pesadamente os lábios de sua xoxotinha, que foi mais vezes penetrada do que a soma de todas as fodas que dera até então, não se somando as muitas penetrações em seu cuzinho e boca.
Já passava do meio dia, quando despertou, ainda deitada na cama e despida, mas sem nenhum moleque à vista. Com muitas dificuldades conseguiu se levantar e viu uma porta na parede dos fundos do quarto, foi até lá e viu que era um banheiro. Sentiu enorme alívio e de imediato, tratou de se limpar, estava toda suja de porra e até cheiro de urina sentia em seu corpo. O banheiro era totalmente equipado, parecendo ser um local de luxo, tal o requinte se suas instalações sanitárias. Quando se viu no espelho, levou um tremendo susto. Ela estava toda marcada com manchas vermelhas, oriundas de chupões e mordidas, nenhum pedacinho de seu corpo fora poupado. Passou as mãos pelos seios, ventre e coxas e em vez de os xingar, deu uma risadinha mordaz, de satisfação.
Meu Deus! Nunca senti tanto prazer em minha vida! Mergulhou na banheira, com água bem quente e ali ficou por muito tempo, relembrando os inúmeros orgasmos que tivera na noite. Antes, com o seu ex marido e com dois amantes de ocasião, tivera bem poucos orgasmos e sentia que eles não eram completos. Os cacetes dos garotos não eram grande coisa, com exceção de um, não sabe quem, que tinha um senhor caralho e com quem sentiu muita dor ao ser penetrada no ânus pelo jovem, mas em compensação, as bocas e línguas dos garotos, eram maravilhosas.
Saiu dos seus devaneios, quando um dos garotos a chamou: - Como é tia, já deu para descansar bastante, já é hora de voltar a trabalhar, venha comigo. Ela se enxugou e na falta de um pente ou escova, usou os dedos para pôr em ordem os seus longos cabelos loiros, que pareciam um ninho de ratos. Quando retornou ao quarto, os seis moleques já estavam lá. Um pouco receosa, pediu: - Por favor, eu quero vestir alguma coisa. - Você, enquanto estiver conosco, não vai vestir merda nenhuma. Nós a queremos sempre peladona e é melhor que se convença logo disso.
- Vocês prometeram que eu seria libertada, se colaborasse e eu fiz isso. Espero que me soltem hoje à noite! - Tia, esta noite você foi espetacular, fez a gente gozar como nunca, em consequência, tivemos uma reunião e resolvemos que vamos ficar com você mais alguns das.
- Meu Deus! Vocês não podem fazer isso! Me prometeram que ficaria com vocês por 24 horas! Dona, aqui você não tem direito algum. A tua única obrigação é ficar quietinha e nos proporcionar prazer. Resolvemos que a manteremos aqui até enjoarmos do teu corpo. Ainda temos muito modos de obtermos prazer a usando. Tia, você é a nossa escrava sexual e não tem direito a reclamar de nada.
Vocês são seis animais, tarados e estúpidos e que nem foder sabem direito, com uns pênis de merda, só sabem obter prazer se for em grupo e assim mesmo só sendo uns chutadores de buceta. Tenho pena de vocês!
A tiazona, agora saiu dos limites e vai ter de pagar por isso, mas para demonstrar que não somos tão animais como você nos chamou, vamos permitir que use o teu celular, para avisar ao teu pessoal, a tua mãe, que você não poderá ir para casa tão cedo. Você que se julga tão inteligente, terá de inventar qualquer mentira, para convencer a velhota, caso contrário vamos buscar as tuas três queridinhas e fazer com elas o que fizemos com você.
- Valha me Nosso Senhor! Vocês são uns monstros, não sei como pode existir gente tão malvada! Não passam de meninotes e que merecem morrer nos "quintos dos infernos" - Não é nada disso tia, somos apenas os lobos da noite!
- Pegue esta merda de celular e ligue para a tua casa, ponha no viva voz, queremos ouvir a conversa. Se bancares a espertinha e insinuar que fostes sequestradas, teus dois mamilos já eram. Queremos ver se és tão esperta como se julgas ser.
- Mas eu não sei como convencer mamãe, que está tudo bem, eu deveria estar em casa ontem à noite e agora durante o dia, estar no escritório! - Problema seu, escrava. Se você falhar, vais ficar sem mamilos.
- Tremendo de medo, Marcela pegou o celular e pode verificar que os registros indicavam mais de 32 chamadas não atendidas, a maioria de sua mãe e do pessoal do escritório. Fez a chamada e logo se fez ouvir uma alegre voz infantil:- Mamãe querida, que susto a senhora nos deu, não veio para casa e não atendia as nossas chamadas! -Lucinha querida, a mamãe está bem, não se preocupes. Por favor chame a vovó, eu quero falar com ela. - Mamãe, a vovó não está...ela foi até o eu escritório, saiu faz uns minutinhos, ver de encontrava a senhora. A vovó estava chorando, porque a senhora foi ruim e não avisou que ia ficar trabalhando.
- Meu amor, a mamãe te ama muito e está com muitas saudades de você e da tua irmãzinha. A mamãe não pode ir para casa, pois está indo visitar a tua tia-avó Madalena, que está muito doente. Diga a vovó que eu estou na estrada indo visitar a vovó Madalena, não se esqueças disso meu docinho. - Pode deixar mamãe, eu aviso a vovó, quando ela chegar. - Um beijinho para vocês duas e que Deus as proteja sempre.
- Estamos surpresos com você, tia! Destes uma boa desculpa. Não vais ficar sem os mamilos, mas venha com a gente, até o porão. Você nos xingou muito e vai ser castigada, para aprender a respeitar os seus donos.
Vocês não são os meus donos e eu não sou escrava de ninguém. Vocês não passam de uns covardes, que em grupo, se aproveitam de uma mulher sozinha, para abusar dela. Não são lobos coisa nenhuma, não passam de um grupo de hienas, que só sabem comer os restos dos outros... tenho nojo de vocês!
- Nem bem terminou o seu desabafo, recebeu uma saraiva de socos dos moleques, que revoltados com a audácia da mulher a levaram aos tapas e empurrões, escada abaixo. - Você agora, passou dos limites... apagou todo o nosso tesão por você, agora serás apenas a nossa diversão e vamos ver toda está tua arrogância, daqui a pouco.
Gritando de dor e assustada com as ameaças deles, foi sendo levada escada abaixo, até um subsolo do casarão, onde ela pode ver, aterrorizada, uma grande quantidade de apetrechos, que instintivamente adivinhou serem instrumentos de tortura.
Meu Deus! O que vocês vão fazer comigo? - Nada demais tia... apenas vamos nos divertir, vendo você berrar de dor e pedir perdão por ser tão insolente. Mas fique sabendo, que para você não haverá perdão... vais ficar aqui embaixo para sempre, enquanto tiveres condições para suportar as nossas brincadeiras.
Só então, Marcela teve a exata noção com quem estava lindando, não com um grupinho de adolescentes que gostavam de sequestrar mulheres para as estuprar, mas sim com bando de sádicos pervertidos, que não se importavam tão somente em estuprar suas vítimas, mas que sentiam prazer, também, em torturar e até matá-las suas.
Tinha certeza que não sairia viva daquele porão, cheio de objetos de tortura. Alguns, imitações de passados remotos, da época da inquisição medieval. Não esperava compaixão deles. Só queria que morresse logo, para evitar agonia prolongada.
Marcela, foi amarrada pelos tornozelos e pendurada de cabeça para baixo, a quase meio metro do chão e ali ficou por quase uma hora, em aflição. Mais o pior estava por vir, quando retornaram ao porão, cada um dos seis animais, empunhava uma tira de couro achatada, com um palmo de largura e pouco mais de um metro de extensão.
-Tia você agora vai se mijar de tanto sentir dor, vamos te espancar a vontade, mas estas chibatas são apropriadas para não abrir feridas na carne... são largas e flexíveis e apenas vão deixar marcas vermelhas no corpo. Vai dar para a gente se divertir bastante, antes que você apague.
Marcela pendurada de ponta cabeça por tanto tempo, se sentiu aliviada, quando eles inverteram a posição, agora ela estava pendurada pelos punhos. Mas logo os seus gritos de dor se fizeram ouvir por todo o recinto, quando os seis monstros começaram a flagelar o corpo da infeliz.
Por quase uma hora, Marcela recebeu tantas chicotadas, que nenhuma parte de seu corpo ficou imune. Desde a cabeça, rosto, seios, coxas e bumbum, tudo estava com terríveis manchas vermelhas. Foram tantas as pancadas em seu rosto e cabeça, que agora ela estava sagrando pelo nariz lábios e ouvidos. Muito tempo antes da tortura terminar, ela já tinha perdidos os sentidos.
Os lobos da noite, cansados de tanto a surrar, suspenderam o castigo e agora se divertiam ao ver o corpo trucidado de Marcela. Nossa...vejam os peitos dela, até parecem que foram pintados de vermelhos e a bucetona... dobrou de tamanho.
Não satisfeitos, eles penduraram pesos enormes nos tornozelos de Marcela e por pura diversão, deram alguma coisa para ela cheirar e a fizeram sair do desmaio. - Tia, você foi muito gostosa e a gente gozou muito em você, mas agora tá chegando a hora de nos deixar. Estamos apostando quanto tempo você resistira, antes de partir. Daqui duas horas, vamos voltar para ver se ainda estais com a gente. - Adeus titia, vamos nos encontrar no inferno.
Marcela sabia que não resistiria tanto tempo, pois parecia que todos os seus músculos dos braços, ombros e pernas, estavam se partindo, com a tremenda tração dos pesos amarrados em seus tornozelos. Antes de fechar os olhos, levou seus pensamentos as suas duas filhas e pediu que Deus as protegessem, já que para ela não havia salvação.

Marcela despertou sentindo dores horríveis por todo o corpo e viu como que num sonho, suas filhinhas chorando a seu lado, acompanhadas por sua mãe. Ficou muito tempo, indo e vindo, até que num dia, despertou de vez, já quase sem nenhuma dor. Só então teve ciência que estava internada numa clínica particular, a quase um mês. Feliz abraçou suas filhas e a mãe, sabendo que estava salva.
- Minha filha querida, você foi muito esperta.... Quando Lucinha me disse que você tinha ido visitar Madalena, que estava doente, percebi logo o teu pedido de socorro...Madalena falecida a quase dois anos, não podia estar recebendo visita e nem estar doente. Então entrei em contato com Eduardo e Francisco e fomos à polícia dar parte do teu sequestro. Localizar onde estavas, demorou um pouco, pois os safados tinham bloqueados o rastreador que os teus sócios tenham instalados no celular, mas os idiotas não imaginavam que o teu carro tinha um GPS de última geração instalado. Eles estavam a mais de mais de 300 quilômetros, noutro município, onde estava aquela mansão maldita, onde eles te aprisionaram. Foram todos presos e agora outras vítimas da quadrilha apareceram. Eles estão ferrados.
Algum tempo depois, quando Marcela retornou a sua casa, uma bela surpresa a esperava, todos os seus amigos estavam lá para a recepcionar, inclusive Eduardo, Francisco e todos os seus funcionários, Helena, Rafaela e Gustavo e todos os outros.
Graças ao sangue frio e rapidez de raciocínio, Marcela pode ser salva das mãos dos jovens degenerados, mas ela nunca mais pode esquecer os loucos desejos que eles despertaram nela. Agora meses depois, com a expansão rápido da sua empresa, ela era obrigada, alguns dias por semana, a trabalhar até tarde, para poder atender ao volume dos serviços extras, mesmo tendo ampliado o quadro de funcionários de sete, para treze.
Os novos contratados, todos escolhidos a dedo por Marcela, eram todos rapazes jovens e que moravam longe. Na verdade, ela não levava os seis novos contratados para suas casas e sim para um pequeno apartamento que alugara, especialmente para este fim. Lá, usando o seu poder de sedução, a bela patroa dos rapazes, convertia seus funcionários em seus amantes, que eram bem pagos pelas horas extras, desde que fizessem sexo grupal com ela. Aqueles não "convencidos" e os "tímidos", eram sumariamente demitidos. Marcela sempre fazia questão de, ela mesma, escolher seus novos contratados, mediante rigorosa triagem. Todos adoravam a patroa e até suas belas e jovens secretárias, Helena e Rafaela, foram convencidas a participarem destas horas extras, onde só o que valia, era o sexo desenfreado. Marcela fazia questão de viciar as garotas na prática do sexo com dor, o único que lhe dava prazer.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:18 de novembro de 2014 15:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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