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O INCRÍVEL ESTUPRO DE ANA PAULA

O INCRÍVEL ESTUPRO DE ANA PAULA


Meu nome é Ana Paula, tenho 23 anos, sou uma jovem de pele clara e olhos castanhos, ruiva e um pouco sardenta, corpo bem feito com uma bunda bem redondinha e coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Sou enfermeira e depois de um cansativo plantão estou chegando em casa, bastante cansada. Moro com mais duas colegas, dividindo o aluguel e tudo o mais.

Mas para este fim de semana, não posso descansar. Tenho de arrumar minhas coisas e pegar estrada, antes que fique muito escuro. Quero aproveitar estes três dias de folga lá no hospital, para dar um pulinho na casa de meus pais, na cidade vizinha. São pouco mais de duzentos quilômetros e se tudo sair como quero, devo chegar na casa deles antes das vinte e duas horas.

Vou dar o bolo em Ricardo, meu namorado, apesar de termos combinado que eu iria para sua casa, fazermos um amorzinho bem gostoso. Deixa para outra ocasião, pois estou com muitas saudades dos meus velhos e resolvi quase de última hora visitá-los.

Depois de rodar por quase cem quilômetros, na maior tranquilidade do mundo, vejo, assustada, que estou com praticamente zero de gasolina. Na pressa de sair, não é que me esqueci de abastecer o carro. Que merda! Sinto que não dá para chegar ao próximo posto, há uma boa distância de onde me encontro.

Mas sou safa e conheço uma pequena vila e sei até o desvio para chegar lá. Estou apreensiva, rodando apenas no cheiro. Dito e feito, o motor tossiu e pronto... estou numa pior. Só dá para o tirar da estradinha de terra e encostar, para não atrapalhar outros veículos que por acaso apareçam.

Penso em ir caminhando até a vilazinha, são aproximadamente uns quarenta minutos, mas está tudo escuro e fico com muito medo de enfrentar todo aquele breu e fico dentro do carro, pensando no que fazer.

No silêncio da noite, escuto vozes que se aproximam em seguida vejo o vulto de quatro homens. De início bastante assustada, fico tranquila quando vejo que não passam de uns rapazes, que ficam admirados de me encontrar, perdida naquele "mundão" como eles dizeram. Vejo logo, pelo modo de falar, que são uns matutos, que moram na vila.

Eu lhes digo a minha dificuldade e eles se prontificam a me ajudar. - Oia, moça... nois temos indo pro bar do seu Miguer, de modo beber umas beritas. Lá ele deve ter um pouco de gasolina pra usar no calhanbeque dele. Si ocê tiver vontade, vem com a gente, di modo ele te vender um pouco, dispus nois trazemos ocê de volta.

Fico um pouco em dúvida e quero saber que o tal bar fica longe daqui. - Num moça, fica logo arriba aquele monte ali. Uns cinco minutos de boa caminhada. Converso com meus botões e decido seguir junto com os quatro matutos, que se mostram bastantes cordiais, com um deles até se prontificando a levar a pequena lata onde quero trazer a gasolina que conseguir com o "seu Miguer".

- Minha nossa! Vocês falaram que era perto, mas já estamos andando por mais de quinze minutos e nada de chegar ao bar que me falaram. - Num se susta moça... já temos chegando, olha lá os lumes dele. Realmente, ví entre as árvores, algumas luzes e respirei aliviada, pois estava bastante apreensiva. Eles estavam me conduzindo por uma trilha cada vez mais estreita, no meio de um matagal fechado e pude observar o olhar de gula deles, pecorrendo o meu corpo.

Mas quando chegamos ao bar do "seu Miguer" foi que fiquei realmente com muito medo. Quando entramos no amplo salão, iluminado apenas por alguns esfumaçados lampiões, ví muitos homens, acho que mais de doze, espalhados em algumas mesas, bebendo e jogando, vejam só, jogando dominó. A algazarra que faziam, cessou de imediato quando me viram.

Os "meus rapazes" foram até um balcão de madeira e conversaram com o tal Miguel, apontando em minha direção, que fiquei paralisada no meio do salão, com mil olhos me examinando, todos em absoluto silêncio. O homem, um cara muito gordo, barbudo e vestindo um sujo avental, retrucou algo com os garotos e com os dedos, fez sinal para me aproximar dele. - Então a mué que um pouco de gasolina... pra poder sair da merda que se meteu? - Sim quero, eu posso pagar o que o senhor pedir...é só me ceder um pouco para abastecer o meu carro e poder seguir o meu caminho.

Ele falando alto, num tom debochado, para que todos os outros pudessem escutar: - A mué nem bem chega e já quer ir embora... o que ocês acham? Um dos homens, um mulato velho e desdentado, bêbado como um gamba, respondeu pelos outros. - Num mesmo...é a única mué aqui e terá de biritar com a gente, di modo alegrar nossa noite.

- Muito obrigada senhores, mas eu tenho compromissos e já estou muito atrasada. Com o coração quase saindo pela boca, pedi aos rapazes que me levassem de volta ao meu carro, que eu pagaria muito bem por esta gentileza.

Os quatros, que estavam em minha volta, me olhando com brilho nos olhos, se apressaram em me responder. - Num moça... a gente acha meior tu biritar com a gente, dispus a gente te leva até teu carro. - Não foi isso que você me dizeram lá no meu carro. - Mas agora, moça, a gente mudou de opinião e queremos que fique mais um pouco. Tu é muito bonita e estamos com muita vontade de tu.

Foi a deixa para que um dos homens, um fortão, fedendo a cachaça, me segurasse pelo braço e com força me puxasse para o seu colo. - Vumos dixa de conversê e biritar logo, mué. Ele levou a minha boca, uma caneca de lata e com voz arrastada ordenou. - Beba logo mué, sinão ti dou uns tapas.

- Puta-que pariu! Que tremenda enrrascada fui me meter! Dei um empurrão no sujeito e em pânico, corri o mais rápido que pude em direçao à saída daquele lugar. Porém um dos rapazes, me deu uma rasteira e caí de cara no chão, sob a risada de toda a turba.

Com os olhos saindo faisca, limpando o sangue que saia do meu nariz, consegui me levantar e com muita raiva, mandei todos à merda, dizendo que eles não sabiam com quem estavam lidando, que eu não era uma qualquer e que daria parte deles, caso me molestassem.

Foi com horror que vi o cara fortão, me derrubar com um soco na boca do estômago, gritando de dor, o vi segurar meus cabelos e me puxar para um canto do salão. - Serei o primeiro a provar desta bucetinha! Gritei como uma louca, espernei, dei muitos tapas no homem, mas apavorada, percebi que muitas mãos tiravam minhas roupas, as rasgando em pedaços, e me vi completamente nua, a vista de todos aqueles caipiras, que em desordem total, passavam as mãos sujas em meu corpo. Minha buceta e ânus, invadidos por dedos sujos e meus mamilos, quase que arrancados por bocas famintas. Neste momento, soube que estava perdida e que seria estuprada por uma verdadeira mulditão de homens famintos.

Eles só pararam de me tocar, quando o dono do bar, o velho gordo e barbudo , bateu com a o lado de um enorme fação sobre a madeira do balção e falou . - Num é bem assim, zé carpinteiro, tu não tem nenhum direito de ser o primeiro a foder a mué, ela será de todos nós, mas vamos tirar a sorte e ver quem será o sortudo de ir primeiro.

Caida no chão duro, nua como vim ao mundo, fiquei olhando estarrecida, os matutos safados, ir tirando de dentro de uma latinha os papeis enrolados, cada um com um número, que seria a ordem em que cada um iria me violentar.

Com os quatro rapazes, eram em número de dezessete caras, se todos me fodessem, eu estaria perdida.... tinha certeza que não aguentaria tantos animais dentro de mim. Como eles estavam entretidos com o tal sorteio de merda, vi praticamente ao meu lado, uma pequena janela e fui me arrastando e de um só pulo, com a força do pavor, pulei pra fora e pelada, corri em desespero total, mato a dentro, sem saber para onde ir. O que eu queria era me afastar o máximo possível daquele inferno.

Depois de muito correr, me ví no meio de uma clareira, com muitas pedras com matos em seu entorno. Exausta, com os pés e o corpo machucados pela espinhos do matagal, resolvi ficar escondida entre algumas pedras e esperar o dia clarear, para poder tentar encontrar um caminho de fuga.

Acordei, com alguns pares de mãos me agarrando e vi com a alma em pedaços, que quatro dos homens tinham me encontrado. Ali mesmo, sobre o solo úmido e cheio de pedrinhas, fui estuprada por eles, que se revezavam em duplas, invandido os meus dois buraquinhos. Por muito tempo, com muita dor, senti os membros dos idiotas, em minha sofrida buceta ao mesmo tempo que outro invadia o meu rabinho.

Eles agiam como autenticos animais e me machucaram bastante, mordendo meus seios e ombros, enquanto invadiam os meus buracos. totalmente arrazada, fui levada nos ombros de um deles, de volta ao bar e lá os horrores que sofri foram mil vezes piores, pois todos os outros homens estavam a minha espera.

Não tive salvação, todos eles, alguns em dupla, me estupraram, usando de extrema violência. Com o dia clareando, os dois últimos sairam de mim e eu fiquei estirada no chão do bar, gemendo de dor, com todo o meu corpo em estado lamentável. Eu sangrava pelo ânus e pela vagina e também pelos multiplo ferimentos pelo restante do meu corpo, mordido e arranhado pelos animais, principalmente os mamilos e meus lábios.

Num espaço de aproximadamente dez horas, dezessete homens me estupraram, alguns por duas ou três vezes. Sentia que estava toda literalmente arrombada por dentro e que necessitva de socorro urgente, sob pena até de morrer em hemorragia interna.

Quando todos foram embora, fiquei no mesmo lugar, sem condições de me levantar e quando o dono do bar se aproximou de mim, consegui murmurar para ele me ajudar, me levando para ser socorrida por alguém. O filho de uma égua, apenas deu um risada, me levantou do chão e me levou para os fundos do bar, onde tinha as acomodações que lhe serviam de moradia.

Num quarto, onde só havia alguns movéis, ele me jogou sobre uma cama e disse que eu ficaria ali, até melhorar e poder servir os seus clientes novamente, que com isso ele ganharia muito dinheiro, me "alugando" para os seus rapazes.

Para encurtar minhas história, fiquei aprisionada naquele maldito lugar, por quase três meses. Nunca, neste tempo todo fiquei "melhor" como ele queria. As dores diminuiram bastante, mas me sentia muito machucada por dentro, ainda mais que o miserável estava me usando como a mulher do "seu Miguer", como passei a ser conhecida por todos os matutos da região, em que a troco de dinheiro, podiam passar algumas horas me fodendo.

Sem condições físicas de me opor a tal situação, todos os finais de semanas, eu era "servida" como a atração da casa, em até dez ou doze vezes por noite, para homens de todos os tipos e idades. Era uma coisa terrivel e tenebrosa, ser a "mué puta" que todos queriam foder em todo a região. Mas a farra toda estava por acabar, pois fiquei muito doente, ardendo em febre muito alta e sem poder me alimentar direito. Sem nenhuma assistência médica, meu estado de saúde foi só piorando. Fiquei sabendo depois, que fui contaminada com alguma doença de algum dos homens que estiveram dentro de mim. Com infecção violenta, estava quase a morte, quando fui resgatada por uma força policial e levada para um hospital de minha cidade.

Fiquei internada, em estado desesperador, na UTI, por muito tempo. A infecção generalizada que tomou conta de meu organismo, não queria ceder de maneira nenhuma. Só com muito medicamento, principalmente de antibióticos foi posível, a equipe medica me salvar. Mas as doses maciças dos medicamentos, me deixaram "meia apática" e por muito tempo tive dificuldades de me lembrar das coisas corriqueiras que ocorriam em minha volta.

Ricardo, meu namorado, sumiu depois que soube do que aconteceu comigo, mas com o carinho e atenção de Suele e Marta, minha amigas, que dividiam o apartamento, aos poucos fui me recuperando. Elas me contaram que ficaram muito preocupadas comigo, depois que não dei mais noticias e que junto com meus pais, registraram o meu sumiço. A polícia pouco vez para tentar me encontrar, então as duas rsolveram contratar os serviços de um detetive particular, para buscar pistas sobre o meu sumiço.

Ele soube que parti de minha cidade para chegar na casa dos meus pais, como eu não cheguei, ele estabeleceu que eu sumi no percurso de duzentos km que separam as duas cidades.

Nenhum acidente com o meu carro foi registrado nas cidadezinhas da região, nenhum hospital acusou a minha internação. Então o homem iniciou minuciosa busca por todos os desvios da rodovia, que não eram muitos. Foi então que deu de caracarro, no desvio que ia até uma pequena vila . Lá nenhum dos moradores soube informar nada sobre a moça desaparecida, pois ela não deu as caras por lá.

Soube então da historia de uma mulher de cidade grande, que estava morando no bar do seu Miguel, sendo a "mué puta" que todos homens da região conheciam muito bem. A troco de alguma grana recebeu a informação do tipo da mulher que todos falavam. Quando mostrou a foto de Ana Paula, para um rapazote, este se assanhou todo e disse ao detetive que a mulher que "seu Miguer, alugava para todo mundo, era aquela "mué" da foto e que ele mesmo tinha fodido com ela, um dia destes e que fo a melhor foda que ele deu em toda sua vida.

Miguel foi preso e hoje responde por seus crimes, por sequestrar e torturar Ana Paula, a mantendo em cativeiro, quase lhe causando a morte. Mas os estupros de foi vítima, ficou na mesma e até hoje o processo está numa gaveta na pequena cidade, sede da região onde os crimes aconteceram, provavelmente de lá nunca sairão.

Ana Paula, hoje casada e mãe de duas lindas meninas, quase totalmente reuperada, ainda tem pesadelos sobre os terríveis momentos de dor e sofrimentos que passou .
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:21 de janeiro de 2016 19:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 21/01/2016.

Comentários

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  • ANIMO
    Postado porANIMOem9 de outubro de 2016 07:21

    falando mau conto e lendo heion vidinhos pau no cu

  • ANIMO
    Postado porANIMOem9 de outubro de 2016 07:21

    falando mau conto e lendo heion vidinhos pau no cu

  • Carlos
    Postado porCarlosem17 de março de 2016 21:16

    Assustador.
    Só um doente pode se excitar lendo isso

  • Claudia
    Postado porClaudiaem22 de janeiro de 2016 09:49

    punk, parece mais uma noticia de jornal

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