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O IRMÃO MAIS VELHO

O IRMÃO MAIS VELHO
Tenho 42 anos. Sou um solteirão por convicção, e fico à caça, Sempre buscando novas belezocas para a minha cama. Confesso que nessa empreitada, tenho êxito absoluto, pois elas dizem... que sou muito simpático e sedutor, além de uma sólida posição financeira, que desconfio seja o principal motivo do meu sucesso com as mulheres. Mas o meu fraco são as moças em busca de aventuras sem maiores compromissos, porém tenho preferência especial por mulheres em busca de um marido. A estas atraio para os meus braços, valendo-me de falsas promessas e de todos os artifícios possíveis. Tenho me livrado das possíveis encrencas, pois não há nada que o dinheiro não resolva. Moro e trabalho em São Paulo, capital, onde tenho um “matadouro”, desculpem... um apartamento muito bem aparelhado, para receber minhas “visitas”, que são muitas e variadas.

Minha família é bem grande, mas atualmente tenho pouco contatos com eles. Meu irmão, Marcelo, com 35 anos, casado e pai de 4 filhos, minha irmã Letícia, com 32, casada, não tem filhos e mora em Portugal. Mas o meu xodó é Bruna, com quem tenho especial afeto. A sapeca Bruninha, 24 anos, que vive viajando com sua banda de “quinta categoria”, se apresentando em qualquer cidadezinha, que lhes paguem umas “marrecas”.

Marcelo, mora no interior de Minas Gerais, casado com uma gauchinha da serra gaúcha, Berta. Eu a chamo de italianinha, pois ela é pequena e de uma beleza rara de se ver. Marcelo e a esposa, têm uma autentica ninhada de filhos, quatro ao todo. O mais novinho, Vicente, tem o meu nome, e a mais velha, Veronica, é uma linda jovem, com 18 aninhos. As garotas do meio, gêmeas, Ana Lucia e Ana Flavia, são duas menininhas, que já demonstram que serão tão bonitas como a irmã mais velha. Marcelo tem uma mercearia, de onde tira o sustento. O dinheiro é pouco, para tanta gente. Tento ajudar, mas meu irmão é orgulhoso e não aceita a mesada que poderia lhe mandar. Então uso de estratagema, nos aniversários dos meus sobrinhos, de Berta e dele sempre remeto uma boa quantia, com desculpa de que é mais prático eles comprarem os seus presentes, do que eu mandar. Sei muito bem que Berta “confisca” tudo, e que faz bom uso do dinheiro. É verdade, que nos aniversários de minha cunhada, eu deposito em sua conta, uma quantia, que ela esconde do marido. É o nosso segundo segredo, o primeiro foram as noites de paixão que passamos juntos, semanas antes dela se casar com Marcelo.
Minhas atividades, dificulta que possa visitar meu irmão, em sua cidadezinha no interior mineiro. Fazem 12 anos que não vou lá, mas aproveitando minhas férias, revolvi fazer uma supressa pra ele e principalmente para Berta, que me proporcionou, no passado, as melhores fodas de minha vida.
Foi o maior “festão”, Marcelo e Berta ficaram felicíssimos, fui abraçado efusivamente pelos dois, enquanto as crianças ficaram a olhar o tio, com certa expectativa. Fiquei admirado ao ver minha sobrinha, A mocinha era belíssima, com cabelos pretos, emoldurando um rosto angelical, um corpinho maravilhosamente “apetitoso”. Fiquei até um pouco sem graça ao me ver admirando, gulosamente, minha sobrinha, uma ninfetinha que me fez lembrar o meu passado com Berta, com quem é muito parecida.
Veronica, muito tímida, apenas me estendeu a mão, enquanto os garotos se atiraram em meus braços, maravilhados com os presentes. Fiquei na casa de meu irmão por dez dias e agora Veronica, descontraída, conversa comigo, querendo saber tudo sobre à cidade grande, mas notei nela, uma certa tristeza, que achei inexplicável para uma jovem tão nova, vivendo no seio se uma família feliz.
Mas no meio do júbilo de todos, pela minha visita, notei um certo ar de preocupação, no rosto de Marcelo e de Berta. Eles não queriam demonstrar, mas a ansiedade em seus rostos era patente. Até que na tarde de sábado, quando voltava de passeio com as gêmeas, pude ouvir, mesmo sem querer, que meu irmão, Berta e Verônica discutiam asperamente, com a menina chorando muito.
À noite, com os filhos dormindo, estava na varanda, matutando sobre os motivos da briga entre eles, quando Marcelo, muito quieto se sentou ao meu lado e logo em seguida, Beta fez o mesmo. Alguns minutos depois, Ela, medindo suas palavras: - Vicente, meu cunhado, nós estamos muito preocupados com Verônica, com o seu comportamento.
Pego surpresa, nada falei, fiquei apenas escutando, admirado, pois eu achava que minha sobrinha era uma garota bem comportada, que não causaria aborrecimentos aos pais.
Marcelo se animou e continuou: - Sabe o que é meu irmão... nossa menina, caiu de amores por um sujeito aqui da cidade, não seria nada demais, se não fosse ele um elemento de péssima reputação, que não trabalha e nem estuda. Vive as custas da mãe viúva e costuma embriagar-se e arrumar brigas com os seus vizinhos. Ainda por cima, ele tem 26 anos, completou Berta.
Já fizemos de tudo, para impedir este namoro absurdo, entre nossa filha e esse vagabundo, mas não adiantou nada. Sempre que pode, ela sai e vai se encontrar com ele. Mas hoje pela manhã, nosso mundo quase veio abaixo, ao lermos este bilhete que Verônica deixou cair no chão, quando saia de casa. – Tome meu irmão, leia o bilhete nos ajude a salvar nossa filha. Peguei o envelope que Berta tinha nas mãos e li:

“Fábio, estou com raiva de você. Me prometeste que me entregaria uma quantidade suficiente de pó para eu cheirar por uma semana, no entanto o que me forneceu foi tão pouco, que não deu pra nada. Agora queres que eu compre a droga, mas bem sabes que não tenho dinheiro. Estou desesperada, você tem de me dar um pouco de maconha ou cocaína, tanto faz. Se fizeres isso, lhe prometo deixar que tires a minha virgindade, pois é a única coisa que tenho para lhe pagar. Não podes esquecer que foste o responsável por eu me tornar uma viciada. Se não aceitares fornecer material suficiente para um mês, em troca da minha virgindade, vou te dedurar ao meu pai e à polícia. Não se esqueças você é um “velho! Nojento de 26 anos, que me iludiu, só para me tornar uma viciada e consumidora das tuas malditas drogas. E pensar que meus pais pensam que eu namoro um verme como você! Da até vontade de vomitar. Este aviso que deixei na tua caixa de correio, é o último. Não estou brincando, é o pó em troca da minha buceta ou então cadeia para você”

Ao terminar a leitura, fiquei completamente “abestalhado”. Podia esperar de tudo menos aquilo. – Então meu irmão? O que podemos fazer, podes nos ajudar?
- Deixem eu pensar um pouco! - Bem, pelo que li, cheguei as seguintes conclusões: – Verônica ainda é virgem, não é namorada do cara, foi ludibriada e se tornou dependente de drogas.
Temos de o denunciar à polícia, pois pelo visto, ele é traficante e um aliciador, não pode ficar impune!
- Mas nós não queremos expor nossa menina, pois isso irá causar processo e fatalmente seu nome será envolvido.
- Se vocês confiarem em mim, acho que posso resolver o problema, sem envolver o nome de minha sobrinha.
Com o acordo deles, na segunda-feira fui até a delegacia da cidade e pedi para conversar em particular com o delegado, um sujeito de meia idade, muito amável. Na sua mesa de trabalho, pude ver um porta-retratos, com fotografia dele ao lado de uma senhora e de duas jovens, que achei podiam ser suas filhas. Vibrei com aquilo, pois seria ótimo para os meus propósitos.
Solicitei ao delegado, absoluto sigilo e narrei todo o drama da família de meu irmão, inclusive lhe mostrei o bilhete de Verônica ao canalha. Lhe disse que os pais queriam proteger a filha de um escândalo.

- Pode deixar comigo, Doutor Vicente. Vou tirar este canalha de circulação, pois o que ele fez com sua sobrinha, poderia fazer com uma das minhas filhas, que inclusive estudam no mesmo colégio dela.
Sai radiante da delegacia, pois tinha removido do caminho, toda a tristeza de Marcelo e de Berta e o mais importante, salvo minha sobrinha, de triste futuro. Eu os amava muito e faria de tudo para os ver felizes.
Mas nem tudo estava resolvido, como pensei. Verônica já estava muito viciada nas drogas, e foi muito triste ver como ela ficou, sem o fornecimento daquelas merdas. Ela teria de passar por uma clínica de reabilitação, mas na cidadezinha não tinha nenhuma.
Marcelo me suplicou que eu levasse sua filha para São Paulo, onde ela poderia ser tratada do seu vício. Apesar de gostar imensamente de minha sobrinha, ela seria um estorvo no meu modo de viver e fiquei reticente em aceitar. Mas quando Berta se prontificou a ir junto e ficar em meu apartamento, pelo menos nas primeiras semanas de tratamento da filha, aceitei o pedido de meu irmão, com tanto entusiasmo, que Berta me olhou com os seus belos olhos negros, mantendo um sorriso maroto, nos cantos dos lábios.
Verônica relutou em viajar, não sabia ainda que Fábio não mais “atuava” no ramo das drogas, e que tinha sumido misteriosamente da cidade. Mas não teve jeito, teve de aceitar. Berta, contratou os serviços de uma senhora, para tomar conta de sua casa, enquanto ela estivesse em São Paulo em “tratamento de saúde”. Eu lhe tinha confidenciado que arcaria com esta despesa, assim como com todas as custas do tratamento de Verônica.
Minha sobrinha, mesmo sem saber, tinha me proporcionado a oportunidade de ter em meus braços, novamente, sua belíssima mamãe.
Alguns dias depois, já alojadas em meu apartamento no quarto de hospedes, mãe e filha, tinham impossibilitado as visitas das minhas “amiguinhas”, mas eu não me importava, pois tinha Berta no apartamento. Não foi necessário internar Verônica na clínica, o seu tratamento, só exigia, algumas visitas por semana. Ela poderia ficar lá em casa, logicamente sob a nossa supervisão. Como eu trabalho e Berta sozinha, não poderia atender a filha, 24 horas, resolvemos contratar uma enfermeira especializada, para ser uma espécie de babá de Verônica.
A noite, enquanto sua filha dormia, Berta vinha para o meu quarto e eu a fazia ter orgasmos avassaladores, relembrando os tempos em que era noiva de meu irmão.
Dois meses depois, Verônica já estava quase curada, mas ainda continuava tendo ao seu lado, a enfermeira, belíssima loira, muito jovem e “apetitosa”. Quando Berta resolveu voltar para o seu marido, fiz questão que a enfermeira, ficasse dormindo lá em casa, pois tínhamos um outro quarto, em que ela poderia se hospedar. Berta ficou satisfeita com a solução, Verônica não ficaria sozinha a noite.
Mas eu tinha outras intenções, vendo aquela gostosinha tão de perto, não resisti à tentação da carne. Nem bem Berta partiu, tratei de levar a moça para a minha cama e lá passamos a ter noites de gozo sem limites, muito mais intensas do que com Berta.
Nuazinha, permitia que a possuísse de todas as formas, passeando com a língua a buceta e o cuzinho. Ela tem coxas grossas e macias e seios de tamanho médio, parecendo mamões macios.

Verônica geme alto quando sente minha língua tocar seu clitóris -Tio...oh, tio querido como é gostoso sentir este caralhão dentro de minha buceta. - É gostoso demais... tio... tio... tio! Me fode bem fundo titio!
Sem lhe dar nenhum tempo para protestar, deposito dentro da bucetinha de minha sobrinha uma quantidade enorme de esperma, ao mesmo tempo que ela tem o seu “milionésimo” orgasmo. Tirar a virgindade de minha sobrinha, foi demasiadamente delicioso e me fez lembrar de Bruninha, minha irmãzinha, que gemia de tesão em meus braços, quando a deflorei, quando também tinha a mesma idade de Veronica.
Foder a cunhada e deflorar a sobrinha e minha irmã, foram os meus momentos mais agradáveis. Pois afinal de conta são minha família e eu os amos intensamente e me sinto obrigado a isso, pois sou
o irmão mais velho.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2014 14:45

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Concurso Literário

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Comentários

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  • Marcela
    Postado porMarcelaem8 de setembro de 2014 21:31

    J.S. - O alvo do tio, nunca foi a babá, sempre foi a sobrinha. Loirinhas como a babá, ele tem a toda hora. Já uma virgem como a sobrinha!!! O cara é tarada em comer as mulheres de sua família. Jpa pensa que em poucos anos terá mais duas meninotas a sua disposição, as sobrinhas Ana Flavia e Ana Lucia, as gêmeas.
    Obrigado pelo teu comentário. Marcela

  • J.S.
    Postado porJ.S.em19 de agosto de 2014 04:48

    O conto esta incompleto. A Cunhada viaja, fica no ar que o personagem vai papar a "babá" da sobrinha e já passa para o tio comendo a sobrinha. O conto está ótimo. Arruma ai e republica novamente.

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