Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

O MEDICO E O MONSTRO

O  MEDICO E O MONSTRO
O MÉDICO E O MONSTRO

(Esta jovem aí ao lado é a Cecilia)

Meu nome é Gustavo, tenho 41 anos, solteiro e bem sucedido na vida, pelo menos no que toca na parte financeira. Tenho consultório próprio há uns 12 anos, onde atendo meus pacientes, às segundas, quartas e sextas-feiras. Mas quanto a parte amorosa, me entendo um fracassado. Não sei se por minha aparência, digamos... ser um pouco...um pouco sem “graça”. Vamos dizer a verdade.... Eu sou muito feio e, as garotas, desde minha juventude, nunca quiseram nada comigo. Mas minha vida mudou totalmente desde que conheci o meu amor.
Quatro meses atrás, eu me apaixonei perdidamente por Cecilia. Uma lindíssima paciente que veio ao meu consultório, se queixando de fortes dores de cabeça. Quando a vi, meu coração disparou com sua formosura estonteante. Depois dos habituais exames de imagens e ressonância, que a submeti, vi que seu problema era de fácil solução, que uns poucos cuidados, não pudesse resolver. Cecilia, logo se sentiu curada e ficou muito agradecida. Mas disposto a ter a oportunidade de revê-la muitas vezes, inventei uma porrada de falsos diagnóstico e, aconselhei sua família e a ela, que fosse submetida a exames periódicos de acompanhamento, para verificar se ela estava livre totalmente da “doença”.
De 15 em 15 dias, Cecilia vinha ao meu consultório, e eu a submetia a um “rigoroso exame” e cada vez, mais a desejando. Não só sua beleza me atraia, mas também o seu modo de ser e agir, simpática e dócil ao mesmo tempo e acima de tudo, inocente ao extremo. Eu tinha de esperar uma oportunidade para revelar minha paixão por ela, pois tenho certeza que ela corresponderia a força do meu amor.
Nenhuma oportunidade tinha surgido, até então, pois em suas visitas quinzenas, ela sempre vinha acompanhada de sua mãe ou por uma de suas tias. Eu já tinha tudo preparado, para quando a ocasião surgisse, me revelar para a minha querida. A chance finalmente aconteceu, nesta segunda-feira, quando a minha deusa, veio sozinha à sua consulta.
Ela vestia um vestidinho rosa claro, com um generoso decote e a barra da saia no meio das deliciosas coxas. Minha secretária a recebeu e Cecilia ficou esperando para ser atendida, era a última paciente do dia. Quando finalmente ela entrou no consultório, dizendo que hoje, ela teve de vir sozinha, por motivos, que para mim foram irrelevantes. Fiquei “babando” ou melhor a consultando por muitos minutos, até que lhe receitei um medicamento que necessitaria ser adquirido, de preferência ainda hoje. Eu a aconselhei fazer a compra numa farmácia, a poucas quadras do meu consultório. Sendo gentil, a fiz beber uma “amostra grátis”, a informando que ela iria se sentir muito bem, depois que o remédio começasse a agir.
Cinco minutos depois que Cecilia saiu do consultório, se despedindo de minha secretaria, com um beijinho no rosto, eu também fui embora, dando por encerrado o atendimento do dia. Saí da garagem, cantando pneus e segui e direção da tal farmácia. Quase chegando lá, pude observar o andar trôpego de uma jovem, que seguia se apoiando pelas paredes dos prédios. Os transeuntes, procuravam se afastar dela, alguns pensando que ela estava bêbada, outros, que estava drogada.
Estes últimos realmente tinham razão, pois Cecilia estava começando a sentir os efeitos do poderoso alucinógeno, que lhe administrei poucos minutos atrás. Rapidamente encostei o meu automóvel e fui em sua direção, falando bem alto, para poder ser ouvido pelas pessoas mais pertos: - Minha filha, venha comigo, porque bebes tanto assim? Em seguida a levei para dentro do carro e a deitei no banco de trás e rapidamente, sem ser notado por ninguém, lhe injetei uma outra substância, que a deixaria inconsciente, por no mínimo 24 horas.
Esta era a oportunidade que eu tanto tinha esperado e quando ela surgiu, aproveitei imediatamente. Eu já estava com tudo preparado para recepcionar a minha bela garotinha, da maneira com que tinha imaginado, tantas vezes em minha mente. Até um pequeno sítio, localizado nas montanhas do munícipio, eu tinha comprado, pra nós dois, sem o incomodo de ninguém para nos atrapalhar.
Depois de quase 3 horas, chegamos ao nosso ninho de amor, em meu sítio, Levei a minha amada para dentro e a deitei na cama, onde gozaremos muitas horas de amor intenso. Muito tenso, com os nervos à flor da pele, quase não consegui tirar sua roupa. Quando pude ver seu lindo corpinho totalmente nu, meu tesão por aquela florzinha, foi a tal ponto que tive de ter muita força de vontade para não a violentar naquele exato momento. Não...eu não a queria assim, de modo tão irracional.... do jeito que estava, Cecilia não sentiria nenhum prazer; ela tinha de estar acordada...para gemer de prazer e de…dor. Isso seria a realização de todos os sonhos que tive com aquela linda menina. Por muito tempo fiquei sentado ao seu lado, apreciando o corpinho inerte à minha disposição. Refazendo mentalmente tudo o que tinha preparado para a minha garotinha. Deitada ali, parecia um anjinho - com cabelos castanhos escuros a lhe cobrir os ombros, lábios carnudos, seios durinhos, com os biquinhos dos mamilos apontando para o alto, coxas roliças, com pele muito branca e macia. Posicionei suas pernas de modo a afastar as coxas e a revelar a vulva, quase desprovida de pilosidade. Os ralos pelos, castanhos como ela, quase me enlouqueceu. Minha excitação foi a tal ponto que tive tomar um calmante. Depois de a amarrar com pernas e braços à cama, a vendar e amordaçar, voltei para o meu para o meu apartamento na cidade onde tinha o consultório, pois sabia que mais cedo ou mais tarde, seria procurado pelos pais da garota, ou talvez pela polícia.
Afinal de contas, o sumiço de uma jovem de apenas 15 aninhos, deveria causar um reboliço tremendo, na pequena cidade do interior. Não deu outra, lá pelas 22 horas, quando estava chegando ao apartamento, recebi ligação dos pais de Cecilia, que aflito, indagavam que eu podia lhes dar alguma informação do paradeiro dela. – Não dona Clara, ela foi hoje ao meu consultório, eu a atendi e depois ela foi embora. O que aconteceu? Porque a senhora está tão nervosa? – Cecilia não voltou para casa, depois da sua consulta, já telefonamos pra todos os seus colegas e amigos e ninguém sabe de nada. Na sexta-feira, quando abri o consultório, informei minha secretária do desaparecimento de Cecilia, e ela ficou muito chocada, pois gostava muito da jovenzinha que a muito tempo frequentava o nosso consultório. Na parte da tarde, recebemos a visita de dois detetives, que estavam a investigar o sumiço de Cecilia. Minha secretária os informou que quando saiu do escritório, ela estava muito bem e até disse que iria a uma farmácia ali perto, comprar medicamentos receitados por mim. Tive de lhes informar, qual a farmácia que indiquei e eles foram embora, aparentemente satisfeitos. Eu tinha planejado tudo muito bem, eles jamais descobririam o paradeiro dela. O sequestro, que a meses estava planejando, foi executado, sem nenhuma falha. Agora Cecilia seria minha e eu a usaria para satisfazer todo meu o sadismo e a seviciar, como estava escrito em minha mente.
Sexta-feira, fechamos o consultório e eu disse para a minha secretária, que iria passar o fim de semana, fora da cidade, possivelmente acampando nas montanhas, coisa aliás, que ela sabia eu gostava de fazer. Inclusive já tinha passado um fim de semana comigo...mas depois não quis ir mais. Ela achou muito estranho e brutal o meu modo de fazer sexo. Dizendo que eu até a tinha machucado. Pedi muitas desculpas e ela me perdoou, mas vira e mexe, dava a entender, que gostaria de volta a “acampar” comigo.
Cecilia acordou e viu que estava toda amarrada, amordaçada e vendada. Sentia a Cabeça a rodar e muito atordoada, não se lembrava de nada que tinha acontecido. Aos poucos foi tendo a recordação que tinha saído do consultório do seu médico e que seguia pela calçada e começou a ficar tonta, não conseguindo ficar em pé, tentou pedir ajuda, mas o pessoal só se afastava dela. Alguém a socorreu, tinha noção que era um homem, mas não pode ver seu rosto, pois sua vista estava muito enevoada. Se lembra que foi colocada num carro e tudo se apagou em sua cabecinha.
Ela estava amarrada, provavelmente em uma cama.... Com certeza, o cara que a ajudou, a tinha sequestrado. Sabia que estava nua e então seu coraçãozinho se encheu de pânico e terror, pois do jeito que estava, o cara não queria só receber resgate, mas abusar dela também. Com pavor a dominando por completo, observou que além de não poder mover pernas e braços, estava vendada e com alguma bola enfiada na boca, que a impedia de emitir qualquer som e que a sufocava. Por muitas e muitas horas, Cecilia ficou ali, nem podendo imaginar o destino cruel que a aguardada.

Gustavo, por se ver sempre rejeitado pelas mulheres, tinha desenvolvido, uma espécie de ódio e amor por todas elas. Com o passar dos anos, em sua mente doentia foi se desenvolvendo um tipo de tara, que só podia ser abrandada quando aplicada em muitas de suas vítimas. Sim por muitas de suas vítimas, pois Cecilia, já era a quinta jovem que o Dr. Gustavo tinha sequestrado, mas em nenhuma delas ele se satisfez plenamente, mesmo com extrema crueldade e usando métodos de as fazer sofrer, com muita dor, sofrimento e humilhação extrema. Gustavo sentia que faltava alguma coisa, não sabia o que era.... Mas quando colocou os olhos em Cecilia, descobriu logo o que lhe faltava... ele também precisava ter amor por suas vítimas, não bastava ter apenas desejo carnal por elas, a simbiose entre o desejo pela carne e o desejo pela mente, necessitava existir.
Foi com este intuito, que ele planejou tudo minuciosamente e agora estava pronto para descarregar na linda adolescente, toda a sua tara, toda a sua crueldade. Ele tinha esticado seus braços e pernas amarrando-os cada um ao lado da cama, de modo que ela ficou totalmente em posição de X. Depois colocou a mordaça em forma de bola de borracha, para que não gritasse, não que isso fosse necessário, pois onde estava, seus gritos de nada adiantariam. Só para seu prazer, ele a vendou também, pois sabia que a jovem sentiria mais pânico e em não poder ver onde estava.
Uma eternidade depois, pelo menos para Cecilia, ela pressentiu que alguém entrou no quarto e ficou sentado na cama por muito tempo, Sem tomar nenhuma iniciativa. A expectativa e o desespero, do que ele ou eles poderiam fazer com ela, quase a enlouquecia…mas nada, absolutamente nada podia fazer, a não ser esperar. Sentiu quando uma mão macia começou a passear por todo seu corpo e a apertar com força suas carnes com violência. Beliscando e puxando seus mamilos, chupando e mordendo seus seios com força. Depois de muitos minutos tudo cessou e ela sentiu que seu agressor se afastou e saiu do quarto. Tudo aquilo foi demais para a mente incipiente de Cecilia, e ela tinha vontade de morrer…Meu Deus! Porquê estão fazendo isso comigo!
Gustavo voltou ao quarto com um chicote e ria sem controle, enquanto ele aplicava diversos golpes no corpo indefeso da jovem. Seu corpo todo ardia em brasas, seus pulsos e tornozelos doíam, com o aperto das cordas, mas seu castigo ainda não havia terminado. Ele vestiu uma luva cirúrgica e lentamente foi enfiando os dedos na sua buceta. Involuntariamente a jovem se contraí dificultando o trabalho dele. Ele se levantou irritado e lhe deu dois tapas muito fortes que fizeram seu rosto arder! Gritou com ela “Relaxa porra! ” Se não vai apanhar muito mais! Ele voltou a enfiar os dedos na sua buceta, dessa vez de forma mais rude...dois, três, quatro dedos, bem fundo. Cecilia, sentiu quando seu hímen foi rompido e a dor que sentiu foi tão grande, que mesmo com a bola enfiada em sua boca, deu um berro, que saiu abafado entre seus lábios, mas quando ele forçou a mão de uma vez e entrou toda nas suas entranhas, não resistiu e perdeu os sentidos. Não satisfeito, mesmo com ela sem sentidos, Gustavo foi forçando aos poucos o braço pra dentro de Cecilia, até a metade do pulso e só parou, quando viu o sangue abundante escorrer pelo lençol. Uma gargalhada sarcástica ecoou pelo recinto enquanto Gustavo gozava violentamente, ejaculando uma grande quantidade de esperma pela barriga e seios de Cecilia.
Cecilia ficou inconsciente por uns dois dias, o bastante para que Gustavo, usando os seus conhecimentos de medicina, tratasse de minimizar os estragos que tinha feito da vagina da garota, principalmente na parte interna da vulva. Quando acordou, ela já não estava mais amarrada à cama, nem vendada e amordaçada, mas sentia muitas dores por dentro, em sua vagina, até então virgem. Seu sofrimento físico e mental a fazia chorar sem parar.
O quarto em que estava presa, tinha todo o conforto que podia imaginar, era uma verdadeira suíte, com banheiro, até com uma banheira bem grande e água quente. Uma pequena geladeira, surtida com muito tipos de bebidas e até achocolatados. Só faltava telefone e roupas para se vestir, pois ela estava nuazinha em pelo, teve até de improvisar uma toalha, para se cobrir um pouco. Seu sequestrador, por uns dois dias, não retornou ao quarto. Cecilia, agora livre, quer ver o rosto do seu carrasco, saber quem ele era. No amanhecer do terceiro dia, ele entrou no quarto, trazendo uma grande quantidade de alimentos, Mas a frustação de Cecilia foi grande, ele vestia uma máscara de borracha, que o cobria por completo, desde o pescoço até a cabeça, só deixando visualizar os olhos, o nariz e a boca. E ele falava com um forte sotaque alemão.- Você comer o que quiser.... Depois guardar sobras na geladeira! – A vontade de Cecilia era avançar sobre o canalha... mas o cara era bem maior do que ela e aparentava ter muita força. Ele saiu e trancou a porta. Ela examinou todo o recinto, em busca de alguma condição de escapar do deu cativeiro, depois de algum tempo desistiu, pois não encontrou nenhuma brecha. Então como estava com muita fome, foi se alimentar. Horas depois, entediada, foi tomar banho, e ficou por quase duas horas, mergulhada na banheira. Por muitos dias, esta foi a sua rotina, dormir, comer e tomar banho, dando graças à Deus, por seu estuprador, parecer a ter esquecido, pelo menos para essa finalidade.
Mas o seu mundinho foi interrompido, quando ele voltou ao quarto e a informou: - Cecilia, minha querida, você já está completamente restabelecida, daquele meu primeiro ataque, sei que fui demasiadamente bruto e que a machuquei muito por dentro, mas agora sei que podemos novamente nos amar, portanto, hoje eu a quero novamente. Cecilia se apavorou ao ouvir estas frases, mas dessa vez ela não estava amarrada e estava disposta a lutar com todas as suas forças contra as suas investidas. Foi o que fez, quando ele avançou e arrancou de seu corpo a toalha que protegia sua nudez. Correu para um canto e tentou se trancar no banheiro, mas o cara a puxou pelos cabelos com muita força e a jogou sobre a cama, de bruços, montou encima dela e posicionou o seu pau entre as coxas dela, a agarrando com força brutal pela cintura, ele queria comer o rabo da jovem.
Por mais de dez minutos, ela lutou com todas as forças, contra as suas tentativas. Logicamente que ele poderia a forçar com extrema facilidade, pois a força da menina não se comparava a dele, mas o prazer que estava sentido em ver suas inúteis tentativas, o enchiam de tesão. Pouco a pouco, Cecilia foi perdendo a forças, e completamente exausta, sentiu quando ele abriu suas coxas, com as pernas e aquela enormidade de carne e músculos, a esfregar na portinha de seu ânus e nos grandes lábios de sua buceta. Ele não forçava a entrada nos seus buraquinhos, apenas ficava ali, a lambendo com a cabeçorra lubrificada. Cecilia, mesmo sem querer, foi ficando excitada e também se sentiu úmida em sua buceta. Cessou completamente qualquer resistência. O pau muito grande e grosso foi entrando no cu de Cecilia e começou a foder sem dó, até que depois do que pareceu uma eternidade, ele acabou gozando. Ela já quase desmaiada, sem forças pra mais nada, apenas gemia de dor e.... de prazer.

Os dias foram passando e o Dr. Gustavo, médico conceituado da cidade, quando não estava em seu consultório, violentava a pobre garota, de todas as maneiras possíveis, sempre a fazendo sentir muitas dores e agora ele queria experimentar outras formas de tortura, ele passava dias inteiros, amarrada a uma espécie de tronco, no porão de sua residência, com enormes consolos enterrados na vagina e no ânus. Nos seios e nos lábios ele tinha transpassados agulhas e Cecilia agoniava com dores terríveis. E Ele para a impedir de desmaiar de dor, lhe aplicava doses maciças de morfina, só para prorrogar o sofrimento da jovenzinha.
Passados vinte dias, do sequestro dela, Gustavo resolveu se revelar, dizer a ela quem era o seu carrasco, já que como as outras, ela jamais poderia o denunciar, pois defuntos no falam.
Foi até o porão, onde a jovem definhava pouco a pouco, a espera da morte. Com o corpo transpassado por afiadas lâminas. Como médico, ele sabia onde e como podia perfurar deu corpinho sem lhe causar a morte imediata, mais sim de forma lenta e dolorosa.
Meu amorzinho, você deve ter curiosidade em saber, quem sou eu, o homem que vai lhe causar a morte...você merece saber... pois ao contrário das outras quatro, foi você, Cecilia que me trouxe os maiores prazeres. E pena que depois vais ficar juntinha delas, ali naquele poço... e só jogar uns produtos químicos e pronto... todo o fedor da decomposição da carne some. Ele dizia todo isso para Cecilia, saboreando o todo o horror, todo o pavor... que ela estava sentindo, em saber que seria morta e que ninguém saberia, como e porquê e por quem foi morta. - Veja Cecilia, que coisa mais gostosa, saber que tenho todo o poder de a matar e depois…continuar amigo da tua família.... Talvez até possa num futuro próximo... fazer o mesmo com a tua irmãzinha mais nova, que por sinal, já foi por duas vezes me consultar. Cecilia, arregalou os sofridos olhinhos, já quase adivinhando quem era o doente mental, o sádico e o seu assassino – Doutor Gustavo.
Quando ele retirou a máscara de borracha, Cecilia não demonstrou grande surpresa, resignada com o seu triste fim, mas com o coração doendo, com sua ameaça em fazer com sua pequena irmã, o mesmo que estava fazendo com ela. Pedia a Deus que ele a matasse logo, já não aguentava tanto sofrimento.... Mas que Ele protegesse sua irmãzinha de igual destino.

A detetive Marta, não se conformava, com o desaparecimento tão misterioso da Cecilia, a linda jovenzinha de apenas 15 anos. Em sua cidade, já era a quinta garota a sumir, sem deixar nenhuma pista. Isto a estada incomodando muito e, apesar de já ter se passado vinte dias do sumiço da menina, Marta resolveu investigar a fundo o caso. Sabia que Cecilia era uma menina super comportada, estudiosa e que se dava muito bem com os amigos e colegas de escola. Que nunca teve nenhum atrito com nenhum deles. Sua vida se resumia ir da escola para casa e pouco saia com os amigos. Disposta a refazer todos os passos da adolescente, no dia do sumiço dela, foi até o consultório e interrogou de novo o Dr. Gustavo e sua secretária. A moça tinha deixado o consultório e estava indo em direção à farmácia indicada pelo médico. Resolveu refazer o mesmo trajeto. Já quase chegando a tal farmácia, observou com surpresa que uma câmera de vigilância da CET- Rio estava instalada, no alto de um poste, monitorando o trânsito pesada da avenida. Logo lhe veio a ideia, se a câmara estivesse funcionando no dia do desaparecimento da jovem... não custava tentar!
Depois de obter as devidas autorizações, Marta teve acesso ao conteúdo, gravada naquele dia, no horário aproximado da saída da jovem do consultório. Qual não foi sua surpresa, ao ver a jovem Cecilia, caminhando pela calçada, com desenvoltura, mas logo a seguir, parecia estar se sentindo doente, pois se apoiava nas paredes dos prédios, tentando se manter em pé. Aquilo foi um colírio para os olhos de Marta e de seu colega Machado. Abismados observaram que as pessoas, em vez de acudir a jovem, estavam se afastando dela.... Que gente mais insensível! Mas de repente, um caro preto, parou e o motorista desceu e se prontificou em socorrer a jovem…. Mas espere aí! Vamos ampliar a imagem.... Eu acho que conheço este cara! ......é.... é.... Doutor Gustavo! – Meu Deus! Foi o doutor Gustavo!!!!

Com autorização.... Todos os passos do doutor, passaram a ser monitorados. Os investigadores Marta, Machado e uma grande equipe de policiais, munidos com mandatos de busca, invadiram o sitio de Gustavo, com Marta tendo quase a certeza de localizar Cecilia, viva ou morta.
Quando a equipe adentrou no casarão, teve a surpresa de encontrar o doutor Gustavo, tentando jogar o corpo desfalecido da jovem, num poço, no porão da casa. Assustado pela súbita entrada dos policiais, ele ainda tentou empurrar o corpo de Cecilia, no poço, não obedecendo a ordem de parar. Machado não titubeou, lhe meteu um tiro bem no meio da testa. O bom doutor caiu fulminado e Cecilia ficou com o corpo pendurado na boca do poço, quase caindo para dentro. Marta, rápida, mergulhou e a segurou pelas pernas, evitando sua queda no poço. Quando uma outra policial olhou para o fundo do poço, deu um grito horrorizada com o que viu…alguns cadáveres de mulheres, em avançado estado de decomposição, jaziam no fundo.
Quando viu o estado lastimável de Cecilia, com ferimentos múltiplos pelo, a detetive Marta, a abraçou, chorando e profundamente penalizada pelos sofrimentos da jovem…pelo menos eu consegui a salvar…minha menina. Cecilia abriu os olhos, deu um sorriso de agradecimento e perdeu os sentidos.

Três meses depois, ao ter alta hospitalar, Cecilia recebeu a visita de Marta, para apenas formalizar alguns documentos e não pode deixar de abraçar a senhora que, com sua tenacidade a salvou de morte certa, nas mãos de um monstro, que se transvestia de medico e que tinha assassinado quatro jovens de forma tão hedionda.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:8 de junho de 2014 04:03

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 08/06/2014.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*