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O Misterioso sequestro das três meninas

O Misterioso sequestro das três meninas
O MISTERIOSO SEQUESTRO DAS TRÊS MENINAS

Marly, Marta e Gloria, três belíssimas jovens, com cabelos loiros e olhos azuis, até parecem irmãs, moram no mesmo prédio, são amigas inseparáveis e quase todos os passeios, sempre dão um jeito de o fazerem juntas. Farão quinze anos em pouco mais de quatro meses e como a diferença entre os respectivos aniversários e bem pequena, combinaram que a festa de quinze anos, seria substituída por uma viagem à Disneylândia. Queriam ir sozinhas, sem seus pais. Queriam desfrutar de seus sonhos de conhecer a magia da Disney, e dos seus parques temáticos. Depois de muita luta convenceram suas famílias. Foi escolhida uma agência de viagem, especializada em levar jovens neste tipo de excursão.
As meninas são muito bonitas, com belezas juvenis que a todos encantam. Com corpinhos bem proporcionais e bem distribuídos por suas estaturas de aproximadamente 1,62m, bundas de tamanho médio mas bem redondinhas, seios de médios para grande, porem firmes, com os mamilos bem definidos, que parecem duas chupetinhas, pernas bem torneadas e lisas, boca bem carnuda, e sensual, são verdadeiras gatinhas.
Agora as três estão em Orlando, encantadas com tudo, desde os maravilhosos passeios e com os jovens, colegas de viagem. Os responsáveis pela guarda e segurança dos excursionistas, são muito eficientes e simpáticos, principalmente dona Vera, a principal responsável. O hotel em que estão é muito aconchegante e acolhedor. O passeio está correndo as mil maravilhas e as meninas estão encantadas com tudo. Faltam apenas três dias para retornarem ao Brasil e elas, com a adrenalina a mil, não conseguem dormir, apesar do estafante dia de inúmeros passeios. Estão conversando com alguns colegas de excursão e com dona Vera, a respeito de tudo. Os garotos, pouco a pouco vão se recolhendo e por fim só ficam batendo papo as três amigas e Vera. A senhora, já cansada, pede para as meninas que se recolham, pois manhã o dia será muito cheio. Gloria, pede com muito jeitinho: - Dona Vera, deixe a gente ficar só mais um pouco. Em meia hora, no máximo, vamos dormir, Marly e Marta fazem coro com ela, e Vera atende ao pedido das meninas. Elas ficam batendo papo, apreciando a linda noite, sentadas em um banco do belo jardim, localizado nos fundos do hotel. É um lugar muito agradável e alguns hospedes ainda estão por lá. Numa mesinha, a poucos metros, um senhor de cabelo grisalhos, com mais de 1,85m, também aprecia o luar, bebendo uísque. Ele, muito sociável, olha para as três belas adolescentes e as cumprimenta em um português perfeito e as convida para se sentarem junto com ele, e polidamente se apresenta: - Meu nome é Feliciano, tenho 65 anos, estou sozinho, em viagem de negócios e gostaria muito da companhia de tão belas jovens. Elas aceitam o convite e os quatro conversam animadamente, elas se encantando com a agradável palestra dele que discorre sobre as suas inúmeras viajem pelo mundo. Ficam cativadas com a educação dele e com a meiguice com que as trata, não como fedelhas, mas como adultas. Tão entretidas estão, que se esquecem do horário de se recolherem, como prometido à Vera. No jardim, só restam eles, a palestrarem animadamente, até parecem velhos amigos. Quando ele convida as meninas para que bebam junto com ele, elas recusam, pois não bebem nada com álcool. Ele pede desculpas às garotas, pois deveria saber que elas não bebem uísque, por serem muito jovens. Ele então tirou de uma bolsa de couro, que estava ao seu lado, no banco, e disse: - Não tem problemas, jovens, eu tenho aqui, algumas garrafas de um maravilhoso licor de laranja, tem um pouco de álcool, mas com gelo, nem dá para notar. Ele ofereceu as garotas, três garrafas de 600 ml com o tal licor. Vamos colocar o gelo dentro das garrafas, pois elas tem boca larga. Marly e Gloria pensaram em recursar, mas ficaram sem jeito, não queriam ser indelicadas com tão gentil senhor. Marta, ao contrário, foi logo bebendo e incentivou suas amigas, achando muito gostoso o licor de laranjas, apenas que ao contrário do ele afirmou, o teor alcoólico era muito alto. Mas embaladas pelas estórias dele, elas se esqueceram de tudo e ali ficaram a ouvi-lo. Nem percebem que estão ficando um pouco zonzas e que estavam com dificuldades de falar e que mal podiam prestar atenção nas palavras do senhor Feliciano. Marta deitou a cabecinha sobre seus braços e com muita dificuldade, com a voz enrolada, falou para as amigas: - Migas estou com muito sono, vou tirar uma cochilo de 2 minutos. Marly, tentou se levantar, mas não conseguiu. Gloria, olhou para suas amigas, agora já adormecidas, inclinadas sobre a mesa e como que por instinto, percebeu que ele tinha posto alguma coisa na bebida delas, alguma droga que... não pode continuar o raciocínio, pois também tombou sobre a mesa, dominada pelo fortíssimo sonífero ingerido.

Marly foi a primeira a acordar, a cabeça rodava e ela não conseguia pensar direito. Sentia muita dor pelo corpo todo, principalmente nos ombros e braços. Todo o recinto parecia girar muito. A dor nos ombros era muito grande e ela não conseguia mexer com os braços. Aos poucos tudo foi clareando em sua cabecinha e ela sentiu que estava presa, amarrada pelos braços, pendurada por algum tipo de cordas, ao teto daquele lugar. Seus pés não tocavam o chão, daí vindo as dores nos ombros e braços. Não conseguia coordenar suas ideias, o porquê estava amarrada daquela maneira e quem a tinha prendido. Sua mente, neste instante, foi invadida por pavor imensurável, não podia conceber o que lhe estava acontecendo. Mas aterrorizada ficou ainda, quando pode observar que Marta e Gloria também estava amarradas, tal como ela, penduradas ao teto daquele lugar. Quando suas amigas acordaram, tiveram as mesmas reações de Marly. O pânico se instalou nas mentes das meninas e elas passaram a gritar, desesperadamente por auxílio, por socorro, alucinadas, tomadas por terrível e indescritível medo. Só depois de muito tempo, cansadas de clamar por ajuda, sem nenhum resultado, e já quase sem voz, chorando e se lamentando, foi que puderam tentar saber o que tinha acontecido com elas, onde estavam e quem as prendeu. Logo veio em suas mentes que a última coisa que se lembravam eram estar bebendo licor oferecido pelo senhor Feliciano, portando ele era o responsável; foram drogadas por ele. Quais seriam suas reais intenções? Com certeza era para pedir resgate aos seus pais! Por que ele as mantinha amarradas daquela maneira tão dolorida e absurda. O lugar era todo revestido de madeira e tinha pouco mais de 3 metros de lado. Elas penduradas como estavam, sentiam seus corpos balançarem de um lado para outro, não tinham nenhuma noção do porquê disto. Quando ouviram alguns apitos, parecendo de navios, foram que desconfiaram que estavam presas em alguma espécie de embarcação e pelo jeito navegando, pois o balanceio assim o denunciava. Muitas horas se passaram e elas já não sentiam mais os braços e ombros, adormecidos pelo esforço de sustentar o peso delas. Sentiram quando a embarcação parou de navegar e ficaram na expectativa que alguém aparecesse, para as livrar daquele tormento. A porta se abriu e Feliciano entrou, irradiando felicidade e jovialmente as cumprimentou: - Bom dia meninas! Vocês dormiram muito, até fiquei com receio de ter abusado um pouco da droga que coloquei no licor, mas graças a Deus deu tudo certo e agora você estão aqui comigo e serão minhas companheiras de viagem, nas minhas longas viagem pelo mundo. É muito solitário ficar tanto tempo no mar, sem ninguém por perto, mas vocês três serão minhas garotas e tenho certeza que vão aprender, com o tempo, a gostar deste velho marinheiro e de seu iate.
As meninas ficaram olhando para o velho, parecendo não entender nada do que ele falava, ou não querendo acreditar no absurdo de suas palavras. Estavam sofrendo muito, penduradas pelos braços e não alcançavam toda a realidade da situação em que se encontravam. Feliciano, pareceu notar isso e com extremo cinismo, pediu desculpas pela situação em que elas estavam e falou: - Sei que vocês estão sofrendo muito, penduradas aí, mas eu vou ajudar vocês. Ele se dirigiu até uma parede do salão, onde três argolas sustentavam as correntes que mantinhas as meninas presas ao teto, por meio de roldanas. Primeiro foi baixando Marta, que como boneca de pano ficou estirada no chão, depois Marly e Gloria. A dormência em seus braços e ombros foram pouco a pouco desaparecendo e elas puderam então ficar sentadas, aliviadas. O velho sentado em uma cadeira, apenas ficava observando as jovens, sem nada falar. Puderam então observar que elas tinham em cada pulso, uma espécie de bracelete de couro, bem ajustados e, afixados neles, argolas metálicas, que seguravam as compridas correntes metálicas que subiam até as roldanas presas no teto. Tudo aquilo, trouxe às meninas um grande sentimento de angustia e de medo, temendo o que poderia acontecer com elas, aprisionadas por um velho maluco. Tomaram coragem e indagaram de Feliciano, porque ele as tinham sequestrado, se era para pedir resgate, não tinha nenhum problema pois seus pais eram muito ricos e poderiam pagar qualquer quantia para libertá-las. Feliciano riu e retrucou: - Não minhas garotinhas, eu não quero dinheiro, pois eu também sou dono de uma grande fortuna. O que eu quero é vocês, quero ter vocês bem juntinho, como minhas garotinhas, como minhas pequenas escravas. Daqui em diante vocês serão os meus brinquedinhos, e a única função de vocês a bordo de meu iate é me divertir. Se as jovenzinhas, antes estavam com muito medo, agora elas estavam mergulhadas em um indescritível terror, um pavor que enchia por completo suas mentes. Feliciano saiu do salão, as deixando sozinhas. Elas se abraçaram, chorando muito, uma tentando trazer coragem a outra. Muitas outras horas se passaram e elas a se lamentar, pensando em seus pais e nos guias e dos responsáveis pela excursão, principalmente em dona Vera. Eles logo sentiriam a falta delas e acionariam a polícia americana, para libertá-las. Era só uma questão de tempo e o velho pagaria bem caro por as ter raptado. Com estes pensamentos, se sentiram mais aliviadas e dormiram, mesmo deitadas no duro chão. Acordaram com Feliciano as chamando: - Acordem meninas, eu lhes trouxe um lanche, vocês devem estar com muita fome, pois faz tempo que não comem nada. Só então notaram que, realmente, a fome delas era enorme. Então Feliciano lhes falou, lhes explicou tudo, com riquezas de detalhes e o que ficaram sabendo, só lhes serviu para trazer mais angustia e medo. Vocês meninas, estão em meu barco há quatro dias e podem ter certeza de uma coisa, não há menor possibilidade de serem libertadas. Nós já estamos a muitas milhas distante da costa americana, em pleno oceano Atlântico, em águas internacionais. Eu agi com extremo cuidado para as sequestrar e não deixei nenhuma pista para trás. Eu pretendo mantê-las como minhas escravas por muito tempo e, como tal quero obediência absoluta, caso contrário serão castigadas com severidade. Há uma regrinhas simples de ser seguida - a desobediência de uma, forçará o castigo nas outras duas. Vocês só terão liberdade de circular por este cômodo e no banheiro anexo, fora disto, somente quando eu as levar lá para cima. As meninas completamente abatidas com estas revelações, mesmo com muita fome, mal conseguiram comer alguma coisa. No dia seguinte, ele lhes serviu o café da manhã e avisou que voltaria em pouco tempo, pois estava com vontade de brincar com elas.
Feliciano entrou no salão e as meninas se abraçaram temerosas, não sabendo o que ele queria dizer em estar com vontade de brincar com elas. Ele foi até à parede onde as argolas seguravam as correntes e sem qualquer aviso, começou a puxar uma corrente. Marly sentiu quando a corrente a forçou a ficar de pé, depois seus bracinhos foram esticados em direção ao teto. Ela já se preparava para a tortura de ficar novamente pendurada, mas não, desta vez, ele apenas forçou que ela ficasse com os braços esticados em forma de cruz, com o apoio dos pés. Sentiu alívio, mas tremendo de medo, quando ele prendeu duas correntes em seu tornozelos e as conectou em argolas fixadas nas paredes, de tal modo que forçou a menina a manter as pernas demasiadamente abertas. Marta e Gloria a tudo observavam em silencio, prevendo que ele faria o mesmo com elas. Foi o que ele fez, prendeu as outras duas garotas da mesma forma. Depois, calmamente sem falar nada, ele com uma tesoura de ponta fina cortou a blusa de Marly. Ela ao pressentir o que ele estava fazendo, começou a chorar desesperadamente e a implorar que ele não o fizesse. Deixou a jovem somente com o pequeno porta-seios, sem ao menos demonstrar alguma hesitação, depois fez o mesmo com a saia dela. Marly ficou somente de calcinha e de porta-seios, completamente exposta aos olhos de Feliciano. Ela que tinha vergonha até de ficar nua na presença da mãe, agora chorava baixinho, sentindo a impossibilidade de qualquer outra ação. Quando ele se aproximou de Marta, ela não implorou, pois sabia da inutilidade disto, apenas começou a soluçar em desespero. Ela não usava porta-seios, não necessitava deles e seus belos e firmes seios ficaram desnudos aos olhos ávidos de Feliciano. Em poucos minutos ele deixou as três garotas completamente nuas, pois até suas calcinhas ele cortou. O velho sádico, ficou circulando ao redor das meninas, observando e analisando cada detalhe dos magníficos corpos, nada lhe escapava ao olhar, seios, bundas, coxas e vaginas, principalmente as bucetinhas, todas quase sem nenhum pelos, pois eles eram loiros e os escassos pelos quase não eram notados. Tão encantado ficou, que puxou a cadeira e ficou por muito tempo sentado comendo com os olhos as vaginas delas, que amarradas como estavam, com a coxas bem abertas, obrigava os grandes lábios vaginais a se abrirem como lindas e deliciosas frutinhas. Depois ele saiu, sem antes, emitir um comentário que gelou fundo na alma das três meninas: - Vocês são deliciosas, me deixam numa grande dúvida, quais das três eu vou provar primeiro, eu acho que vou ter de fazer um sorteio, e saiu dando gargalhadas.
As meninas ficaram em pânico, não querendo acreditar nos momentos de horror que as esperava, pois agora tinham absoluta certeza do motivo do sequestro, ele queria abusar sexualmente delas. Só não entenderam muito bem o que ele quis dizer ao afirmar que elas seriam suas escravas. Ele queria abusar delas e não havia nada que o impedisse, sabiam perfeitamente disso. Com suas almas em desespero, choravam e soluçavam sem parar. Muito tempo se passou e as jovens, com o coração a mil, apenas podiam esperar. O medo e a ansiedade dominando seus belos juvenis corpinhos. Quando ele finalmente retornou, elas não sabendo a razão, não sentiram tanto pavor com o que lhes iria acontecer, tiveram muito tempo para absorver o choque e agora só lhes restava a expectativa e a agonia da espera. Feliciano, se aproximou de suas pequenas e indefesas prisioneiras e ficou a observá-las, como que a escolher a primeira a ser “provada” por ele. Se movimentava em direção de Marta, depois de Gloria, mas em seguida ficava a observar Marly. Ele realmente estava em dúvida. Tal situação conseguiu mexer com as meninas, qual das três ele escolheria e o que ele faria com ela? Por incrível que possa parecer, cada qual estava desejando ser a escolhida e terminar de vez com esta cruel expectativa. Finalmente, parece que ele se decidiu por Marta, que estava imobilizada no meio de suas amigas. Puxou a cadeira, para a frente da garota e ficou sentado, em frente dela. Na posição que permaneceu, a bucetinha de Marta, ficou na altura do rosto do velho. A menina, estremeceu, numa terrível ansiedade e com o coraçãozinho aos pulos... o que ele faria com ela. Rezou por todos os santos para que ele não a machucasse. Apesar de sua pouca idade, tinha noção da dor que uma virgem sentia ao ser possuída por um homem. Ela, Marly e Gloria, as escondidas de seus pais, já tinham vistos alguns filmes pornôs, quando dormiam na casa de Gloria, pois ela tinha um aparelho de TV no quarto, e sabiam quais os canais passavam este tipo de filme, depois de certo horário. Ele parado ali, olhando sua bucetinha, bem de pertinho, despertou nela um enorme constrangimento, queria fechar as coxas e se esconder de seu olhar, mas isto lhe era impossível, suas pernas demasiadamente abertas proporcionavam a ele visão ampla de sua vagina. Suas amiguinhas a tudo observavam, com pena do destino de Marta, mas tinham os mesmos receios da amiga; elas sabiam que mais tarde ou mais cedo, seria a vez delas.
Quando Feliciano, aproximou sua boca dos grandes lábios vaginais e respirou bem pertinho, ela se contraiu toda, ao sentir o hálito quente dele dentro de si. Depois ele foi depositando muitos beijos suaves em toda a extensão de sua buceta. Agia calmamente, com delicadeza. Chupou o pequeno clitóris de Marta, como uma criança chupa um picolé. Por muito tempo ele continuou a “provar” a pequena vagina da menina. A língua percorria toda a abertura e até ensaiava pequenos avanços até encontrar o hímen. Marta, para sua surpresa, não estava sentindo dor, ele agia com carinho, não a machucando. Os receios da garota, foram se apagando e um outro sentimento foi tomando conta de seu jovem corpinho e ela começou a ter prazer, um prazer avassalador, que mesmo lutando com todas as forças para não sentir, foi aumentando de intensidade, conforme a boca e língua dele trabalhavam, carinhosamente, em sua vulva, nesta altura já completamente molhada. O grau de excitação foi tão grande, que ela mesmo com vergonha das amigas, que a tudo observavam, não pode se conter e começou a gemer. Feliciano incansável, continuava a chupar, beijar e agora dando pequenas mordidas na vagina da garota. A certa altura, barbaramente excitada, não resistiu mais e começou a soltar, não gemidos, mas verdadeiros uivos e sua cabecinha era jogada de um lado para outro, em total desespero pela intensidade do orgasmo que tomou conta dela. Parecia que tinha levado um choque e seu corpo se retesou todo, preso como estava pelas correntes. Depois do ápice do seu gozo ela relaxou e então pode abrir os olhos e observou os rostinhos de suas amigas que denotavam total surpresa, pela escandalosa reação dela às carícias repugnantes do velho. Marta respirava com dificuldade, o rosto cheio de lágrimas, demonstrando aflição e amargura; como que querendo pedir perdão à Marly e Gloria. Mas não teve tempo para nada mais, para surpresas das três meninas, ele mudou a posição da cadeira e ficou sentado por trás de Marta, acariciando suas nádegas, dando beijos e mordidas nas carnes macias dela. Depois se afastou um pouco e ficou olhando o buraquinho do ânus. Marta sentiu quando a língua dele iniciou a acariciar o seu cuzinho, se contraiu toda àquele contato e sentiu nojo do que ele estava fazendo. Olhou para as amigas, que igualmente demonstravam repugnância, mas também um grande sentimento de curiosidade, pois jamais poderiam imaginar que alguém pudesse fazer coisa tão nojenta, mesmo nos poucos filmes pornôs que assistiram, nunca viram nada parecido. Parecia um porco, soltando grunhidos, com a cara enterrada na bunda de Marta. Quando ele forçou a ponta da língua em seu orifício anal e com as pontas dos dedos principiou a massagear seu clitóris, ela sentiu que novamente seria levada a ter os mesmos prazeres alucinantes que sentiu há pouco. Não tinha como resistir aos beijos e chupadas que ele dava no seu cuzinho e desta vez o gozo veio mais rápido e o orgasmo mais calmo e prolongado, se sentindo com ódio dele e de si mesma. Com os olhos baixados, não tinha coragem de encarar as meninas. Feliciano se afastou um pouco e parecia que iria dar um “descanso” à pobre menina, engano, ele apenas foi buscar uns apetrechos para serem usados em Marta. Dois pequenos pênis artificiais de borracha, especialmente preparados para serem usados nas meninas. O primeiro media pouco mais de 10 centímetros de comprimento e uns 3 de circunferência. A cabeça arredondada tinha pequenas saliência ao seu redor e no outro extremo, dois fios entrelaçados e um pequeno tubinho plástico; toda a gerigonça estava conectada a um estranho aparelho que funcionava como um êmbolo, permitindo que o membro artificial faça pequenos movimentos num sentido e noutro sentido. O segundo pênis, era bem diferente, era bem fino e media poucos centímetros e conectado a ele um pequeno apêndice tipo vibrador de clitóris.
As meninas arregalaram os olhos, assombradas com tudo aquilo. Viram quando Feliciano levou um pequeno cavalete às costas de Marta e prendeu o equipamento nele. Com o auxílio dos dedos lambuzou todo o ânus de Marta, com um creme anestesiante, chegando a enviar os dedos em seu cuzinho. A menina, quase que adivinhando o que ele pretendia fazer, chorava e pedia pelo amor de Deus que ele não fizesse isso com ela. Aterrorizada gritava desesperadamente por socorro, sabendo que somente Deus poderia ouvi-la. Feliciano, nem parecia escutar as suplicas de Marta e continuava a preparar tudo com muito esmero. Depois ele foi inserindo, lentamente, o pênis de borracha no cuzinho dela, que mesmo com o anestésico, berrava com a dor alucinante, parecia que um ferro em brasa invadia suas estranhas. Ele ajustou o cavalete numa posição ideal e ligou o primeiro botão do apetrecho, que começou a vibrar dentro do ânus, satisfeito, ligou o segundo botão e o êmbolo fez com que o pênis fizesse movimentos de vai-e-vem, ligou um terceiro botão que controlava um “time” que em tempos programados, liberava uma pequena quantidade de um líquido para lubrificar as paredes do ânus da garota, protegendo-o do contínuo vai-e-vem do vibrador. Depois foi a vez do fino pênis, que foi introduzido com muito cuidado na vagina da garota, ele não queria romper o hímen dela, pelo menos não agora. Ele conectou o vibrador de clitóris bem em cima do pequeno apêndice dela e ligou todo o aparelho, que começou a vibrar, emitindo um zumbido baixinho. Marta, com os olhos fechados e mordendo os lábios em agonia, suportando com muita dor e raiva aquela suprema humilhação. Depois de verificar que tudo estava funcionando direitinho, Feliciano foi embora, deixando os aparelhos enterrados na buceta e no ânus da infeliz menina. Quando ficaram sozinhas, Marta abriu os olhinhos, cheios de lágrimas e com o rosto demonstrando sofrimento, implorou as suas duas e queridas amigas: - Me ajudem, pelo amor de Deus, me ajudem, eu não aguento mais. Marly e Gloria, na impossibilidade de prestarem qualquer ajuda à menina, apenas choravam. Aos poucos Martinha foi deixando de sentir dor e foi se acostumando com os pênis dentro dela, que continuavam a vibrar e se movimentar. Mesmo profundamente estarrecida com o que lhe estava acontecendo, não teve meios de evitar o prazer que o vibrador de clitóris estava lhe proporcionando. O danado do aparelhinho estava lhe trazendo um prazer enlouquecedor, ela queria evitar, mas não tinha como. Marly e Gloria, assustadas com os gemidos de Marta, pensavam que ela estava sentindo muita dor. Realmente, os gemidos da menina eram de dor, mas também de puro gozo. No extremo da excitação, no auge do orgasmo, a pobrezinha sentia que todos aqueles aparelhos se movimentando dentro dela, a estavam matando de tanto prazer, de tanto gozar. Queria evitar o que estava sentindo, mas não conseguia. Depois de muitas horas, de pura agonia e prazer, seu corpinho já não respondia aos estímulos e ela jazia praticamente sem sentidos, penetrada em todos os seus buracos por aqueles infernais instrumentos. Com a cabeça caída de lado, sobre os ombros e de sua boca, saindo uma “baba” que escorria pelo seu corpo, apenas conseguia soltar uma espécie de gemidinho. Com olhar perdido, não conseguia mais atender aos chamados de Marly e Gloria, que agoniadas pensavam que a amiga estava morrendo. Passaram a gritar por socorro, para que Feliciano viesse acudir a coitadinha, mas foi tudo em vão. Durante toda uma tenebrosa noite elas tiveram de assistir toda a agonia de Marta. Só na manhã seguinte o desgraçado veio e liberou a menina dos estranhos aparelhos. Foram quase trinta horas de uma estranha e macabra sessão de puro sadismo, de tortura física e moral. Marta deitada no chão frio do piso de madeira, apenas olhava suas duas amigas, ainda presas, com braços e coxas em forma de cruz. Seus olhos não tinham quase expressão alguma e apenas demonstravam pânico e muita dor no ânus e na vagina, parecendo que estava tudo em brasa. Quando Feliciano, todo feliz, entrou no salão, as moças estremeceram de medo; mas ele apenas trouxe uma bela refeição para suas prisioneiras. Libertou as duas mocinhas da vexatória posição em que estavam imobilizadas e se retirou. Gloria e Marly imediatamente foram socorrer Marta, lhe deram um pouco de comida e depois a levaram ao banheiro e lhe deram um banho bem demorado. Aos poucos Marta foi se recuperando e depois de comerem e beberem, ficaram abraçadinhas num canto do salão. Mesmo incomodadas pelas correntes nos seus pulsos e tornozelos conseguiram dormir a noite toda. Foram acordadas na manhã seguinte sentindo que o iate lutava contra as ondas de uma tempestade. Durante todo dia foi assim, as vezes parecia que o barco ia virar, tal a inclinação que fazia. Depois tudo se acalmou e elas ficaram mais calmas. Por dois dias inteiros o velho sádico, não incomodou as garotas, apenas lhes trazia as refeições rotineiras. Marta já estava quase recuperada e Marly e Gloria a sondavam insistente para saber o que ela tinha sentido quando Feliciano lhe chupava a buceta e o ânus. A menina não queria contar, envergonhada, mas depois, se viu obrigada a confidenciar para suas amigas, o enlouquecedor prazer que sentiu, era uma coisa tão gostosa, ela queria que ele não parasse mais. Teve que explicar qual era a sensação de ter orgasmo e que mesmo quando ele chupou seu cuzinho ela sentiu um prazer enorme, mesmo sentindo muito nojo. Só quando ele enfiou aqueles negócios nela foi que a coisa ficou ruim, pois a dor era alucinante, porém não conseguia parar de ter gozo, de ter orgasmos e que aquilo foi pouco a pouco lhe trazendo muito sofrimento e ela não resistiu e perdeu os sentidos. As amigas ouviram com muita atenção a narrativa de Marta e ficaram com muito medo, pois sabiam que o velho faria o mesmo com elas. Mas o tempo passou e nada acontecia e o tédio passou a tomar conta do trio. Não sabiam exatamente há quanto tempo estavam prisioneiras, mas calculavam um mínimo de dois meses. Pensavam no sofrimentos de seus pais e amigos com o desaparecimento delas e choravam com muitas saudades.

O misterioso desaparecimento das três meninas brasileiras de um hotel em Orlando, quando em excursão à Disneylândia, virou um caso de repercussão mundial. Toda a polícia local e a polícia especializada neste tipo de caso e o FBI foram mobilizados, mas absolutamente, por incrível que pareça, nenhuma pista foi levantada. O pais das meninas vieram até Orlando e ofereceram uma verdadeira fortuna por qualquer pista válida. A Polícia Federal Brasileira, também entrou no caso e mandou agentes, para colaborar com os americanos. Alerta mundial foi emitido pela Interpol e os retratinhos das três garotinhas, percorreu todos os países, todos os continentes. Quatro meses tinham se passado e nada. O desespero tomou conta dos pais das garotas, que não perdiam a esperança de encontrar suas queridas filhas. O caso tomou tal notoriedade que até teve os direitos de filmagem requeridos por uma produtora americana, que batizou o desaparecimento como “O misterioso sequestro das três meninas”, mesmo que o sequestro não tenha sido configurado.

Marta, Marly e Gloria não tinham noção alguma do reboliço que o sequestro delas ocasionou no mundo todo, nem do tempo transcorrido, o seu mudinho desde então se limitava ao pequeno espaço em que estavam prisioneiras, no iate do velho sádico. Desde o abuso que Marta sofreu nas mão do safado, nenhum outro incomodo foi imposto as garotas, há não ser ficarem presas, nuas com os braços e pernas abertos em forma de cruz, com ele passando horas e horas, somente apreciando os corpos dela. Mas certa tarde ele encontrou no salão e foi em direção de Gloria e a libertou das quatros pulseiras que a conectavam às correntes e, sem maiores explicações apenas lhe informou: - Minha bela escrava, agora chegou tua vez de brincar com o teu senhor. A garotinha tremeu de medo, imaginando todo o sofrimento que ele causou à Marta a algumas semanas atrás. Voltou a prender Marly e Marta, na forma costumeira, nuas com braços e pernas em forma de cruz, mas desta vez antes de sair ele, sem explicação alguma, deu algumas chicotadas nas meninas indefesas, que gritaram de dor a cada chicotada recebida. Gloria encolhida em um canto tremia de medo, esperando o pior para ela, mas não, ele apenas ordenou que ela o seguisse. A jovem completamente acovardada, o seguiu sem emitir nenhum tipo de protesto. Quando chegou ao convés do iate, se viu ofuscada pela luz do sol, que há muitos meses não sentia. Olhou para o horizonte e só viu mar, eles estavam no meio do nada. Pode notar o enorme tamanho do iate e ficou abismada que tal embarcação pudesse ser tripulada por um só homem. Ele a levou até a cabine de comando e ela pode ver todos os aparelhos que a guarnecia. Feliciano notou a interrogação no rosto da menina e compreendeu tudo: - Minha bela, meu barco está equipado com o que é mais moderno em navegação em alto mar, inclusive com piloto automático de última geração. Posso sozinho navegar pelos setes mares sem nenhuma dificuldade. Depois ele foi até o equipamento de radiocomunicação e recebeu alguns avisos sobre a condições do oceano na região em se encontravam. Aonde ele ia, Gloria era obrigada a segui-lo, nuazinha e dócil como um ovelhinha. As meninas foram condicionadas a estarem peladas na frente dele. Na verdade ela estava imensamente feliz em poder sair do seu cativeiro, no salão inferior do iate. Podia se movimentar, sentir o calor do sol e o ventinho gostoso acariciando seu corpinho de mocinha. Ele a levou até a cozinha do iate e retirou de um enorme freezer algumas caixas de comidas, ordenando que ela preparasse no micro-onda e que levasse algumas para suas amigas e retornasse ao convés principal. Quando ela questionou que Marta e Marly estavam com os braços presos, ele apenas retrucou: - Dê a comida na boca das meninas e tudo fica resolvido. Ela estranhou o tratamento que estava recebendo e ficou um pouco receosa do que pudesse vir depois, mas estava tão feliz que fez tudo exatamente como ele ordenou. Preparou as refeições e levou uma bandeja com comida para suas amigas e suco de laranja enlatado, que ele permitiu que ela preparasse. Desceu e entrou no salão, quando as duas viram quem era, conseguiram rir, aliviadas, pois imaginavam que ela estivesse sofrendo as piores torturas na mãos dele. Quando Gloria lhes explicou tudo o que estava acontecendo ela ficaram abismadas e contentes pela amiga. Depois Gloria se viu obrigada a subir conforme ordenado por Feliciano. Ao anoitecer ele a levou até o seu camarote, ficou de queijo caído, tal o luxo que ali reinava. Ele foi tomar banho e a levou para o banheiro, ordenando que ela tomasse banho junto com ele. Ela recusou dizendo que tinha vergonha de o ver nu. Eu a vejo sempre nua e estou sendo bem bonzinho, não aceito um não como resposta, e já que você não quer me obedecer, vou lá embaixo aplicar muitas chicotadas em suas amigas, pois esta é a regra, estas lembrada? Ele fez menção de sair e castigar suas amigas. Ela imediatamente, apavorada, pediu muitas desculpas e jurou que o obedeceria em tudo. Então ele retornou ao banheiro tirou toda roupar e ordenou que ela entrasse na enorme banheira junto com ele, Gloria completamente envergonhada, se viu obrigada a obedecer, e pela primeira viu o membro de um homem, tensa, com os nervos à flor da pele, sentindo a água morninha a cobrir até os seios quando se sentou na banheira.
Feliciano, sem nenhuma cerimônia pegou um sabonete líquido e passou a ensaboar a menina. Ela apenas se deixava lavar, com muito medo e sem coragem de emitir um único pio. Ele passeou com as mãos todo o corpo da garota, lavou todo os seus orifícios, até introduzindo algumas vezes o dedo atrevido em sua vagina. A água morninha e o delicado passar de mãos foram despertando alguma coisa dentro dela seu e o seu corpo amoleceu, se deixou bolinar pelo velho. Depois, já inteiramente submissa ele a secou. Gloria, mesmo contra sua vontade, intimamente estava adorando tudo aquilo, mas para acalmar sua consciência, dava a desculpa que se não o obedecesse suas amigas iriam sofrer. Ele a levou, no colo, para a cama e ficou em pé apreciando a nudez dela, que com os olhos fechados, não sabia o que esperar. Quando ele ordenou: - Minha linda e gostosa menina, abra os olhos e me veja como eu sou por inteiro. Quando ela viu o tamanho do membro de Feliciano, bem pertinho de seu rosto, teve um susto enorme. Ele era gigantesco e muito grosso e estava duro como um tronco, ela não conseguia parar de olhar, assombrada com as dimensões dele. Quando Feliciano se inclinou e deitou ao lado da menina, ela teve um sobressalto e tremeu de medo e ansiedade. Tinha certeza que seria desvirginada, naquela noite, mas o pavor que aquela coisa enorme estava lhe causando a deitava tensa e extremamente nervosa, com a alma dominada pelo medo. Feliciano se aproximou dela e encostou seu corpo ao da jovem, que sentiu nas laterais de sua coxa, todo o enorme volume. Mas o velho foi de uma paciência enorme e usou de toda a sua experiência para dominar por inteiro sua inocente menininha. Ele passou a beijar e chupar todo o corpo de Gloria, desde as pontas dos dedos até sua nuca. Não havia nenhum pedacinho do corpo dela se não fosse lambido e chupado pela boca insaciável do tarado. Gloria, passiva, sentia ele a virar de costas e cobrir suas nádegas de muitas e violentas palmadas. O velho sádico, dominado por um estranho e doentio prazer em ver suas vítimas sofrer, pois em prática todo o seu masoquismo, retirou de uma gaveta um rolo de cordas de algodão e uma tesoura. Feliciano queria amarrar Marta, de uma maneira absurda, forçando a flexibilidade do corpinho dela ao máximo. Ele forçou as pernas da menina, dobrando-as sobre seu próprio corpo, fazendo com seus pés ficassem apoiados na cabeça, com o corpo em forma de U fechado e amarrou os braços junto com os tornozelos. Nesta incrível posição, Gloria, com o rosto preso entre as pernas, podia deslumbrar, bem perto de seus olhos, sua buceta, completamente arregaçada, com o grandes lábios vaginais em abertura forçada, deixando à mostra sua fenda. A garotinha, quase em transe, sentia sua musculatura ser forçada ao máximo, principalmente os músculos abdominais e das coxas. Para Marta não tombar de lado, ele amarrou cada coxa da garota às laterais de cama, as forçando em demasiada abertura. O terror tomou conta da jovem e, neste momento desejava morrer, pois só assim se veria livre das mãos daquele monstro.
Viu quando a boca dele foi enterrada em sua buceta e sentiu toda a força dos chupões. Ele beijava, mordia e chupava, incansavelmente, alucinado por um prazer sádico em fazer a menina ver bem de perto sua vagina ser, literalmente, comida por ele. A boca do velho também avançava para o ânus e a língua áspera forçava o acesso ao seu cuzinho. Gloria, como que hipnotizada, sentia seu corpinho virgem ser possuído de forma tão absurda, por um homem, bem mais velho que seu pai. Aquilo doía em sua alma, mas do que em suas carnes. Viu perfeitamente, horrorizada, quando ele encostou a cabeça do pênis na entrada de sua bucetinha. Os grandes lábios, acolheram aquela enormidade, que ficou roçando por muito tempo em toda a extensão da vagina. Ele não forçou a entrada, apenas ficou “passeando” aquele mostro na abertura. Gloria não conseguia desviar o olhar, antecipando a dor que iria sentir. Seu corpinho se retesou todo, com o lento passeio do pênis e sentiu que sua vulva estava totalmente ensopada e que estava excitada, com o prazer suplantando todo o medo de seu corpo e de sua alma. Sentiu e viu quando ele forçou a penetração e a cabeça atingiu o hímen e como um louco a estuprou, enterrando de uma vez, toda aquela monstruosidade dentro de sua buceta. Deu um urro de dor e se sentiu rasgada ao meio, como que tivesse sido cortada por um punhal. Não pode resistir e perdeu os sentidos. Feliciano, percebendo que a garota estava inconsciente, ficou por longos minutos sem se mexer, com todo o pênis dentro dela. Muito lentamente, Gloria, foi se recuperando, gemendo de dor. Abriu os olhinhos e viu um filete de sangue escorrendo sobre sua barriga. Assombrada, viu toda aquela monstruosidade, sem se movimentar, cravada em sua vagina. Não queria acreditar que sua pequena bucetinha estivesse recebendo aquele enorme membro. Quando ele iniciou os movimentos com os quadris, ela viu aquele monstro saindo e entrando dentro dela e toda a musculação dos grandes lábios se abrindo como uma flor. Sentia todo ele, lá no fundo, quase tocando o seu útero. A terrível dor que se apoderou dela, aos poucos foi diminuindo e sendo substituída por um misto de dor e prazer. Com o roçar do pênis nas paredes de sua vagina, a sensação de prazer foi aumentando de forma tão intensa que a fez esquecer por completo a dor e. o pênis de Feliciano a fez explodir em forte orgasmo, em múltiplos orgasmos, gemendo e gritando, igual a Marta, quando ele chupou a buceta da amiga. Sentiu quando o membro pareceu dobrar de tamanho e ele o enterrou o máximo possível, despejando uma quantidade enorme esperma bem no fundo de sua vagina, não pode resistir, e apesar de ter gozado pouco antes, foi acometida de novo e violento orgasmo.
Depois da explosão, ele não saiu de cima dela, deixando o membro murchar dentro do canal vaginal. Ela sem conseguir fechar os olhos, viu e sentiu, toda aquela transformação. O grande membro ir ficando pequeno e ela sentindo um vazio e sua buceta se contrair, parecendo que iria urinar. Quando Feliciano retirou todo o membro, ela viu, apavorada, a enorme quantidade de sangue que o envolvia, junto com sêmen que não ficou dentro dela. A cena foi tão dantesca, que ele berrou em pânico, pesando que estava ferida de morte. Sua ingênua e inexperiente mente não pode assimilar o porquê daquilo tudo estar saindo de dentro dela e apagou novamente.
O pervertido, plenamente satisfeito com a sua performance, saiu de cima da garota e ficou olhando o tremendo estrago que causou na vagina, ainda teve a petulância de deslizar o dedo indicador para dentro da buceta e limpar a sujeira, nas coxas dela. Depois, sem ao menos soltar Marta da sofrida posição, foi dormir como se nada tivesse acontecido. Acordou bem tarde na manhã seguinte e observou que Marta, toda “empacotada” ao seu lado, apenas gemia bem baixinho. Ele a chamou e como não teve resposta sacudiu seu rosto, foi quando percebeu que a jovem estava queimando em febre. Absurdamente, ele insultou a menina, por ela estar nesta situação; ele não tinha e nem queria ter paciência para tratar de doentes. Depois de muito pensar, resolveu que o melhor modo de agir, seria obrigar as outras duas garotas a cuidar de Marta, pois ele ainda pretendia ter, futuramente, muitas “diversões” com ela.
Feliciano foi até o convés inferior e libertou Marly e Gloria e ordenou que elas o seguissem. As meninas ficaram muito assustadas, quando ele informou que a amiga estava necessitando dos cuidados delas. Quando elas viram Marta, toda amarrada à cama, com o corpo todo dobrado e coberta de sangue, ficaram apavoradas. Imediatamente, mesmo sem saber muito o que fazer, passaram a cuidar com muito carinho da infeliz menina. Marta, por muitos dias ardeu em febre. Sua vagina tão rudemente violentada já estava bem melhor, mas o ferimento em sua alma, estava custando a se cicatrizar. Feliciano, parecia estar arrependido de suas ações, pois não mais levou as meninas para baixo, as deixando circular livremente por todo o iate. Eram obrigada a continuarem nuas e a dormir no mesmo camarote do velho, em uma segunda cama. Agora eram tratadas, como “tripulantes” do barco, fazendo a comida e toda a limpeza. Ele conversava normalmente com elas e até as tratava com certo carinho, nem parecendo o monstro de semanas passadas. Tão confiantes estavam, na mudança de humor de Feliciano, que em certa noite, tomaram coragem e pediram ao velho, que as deixassem vestir algum tipo de roupa e desejaram saber se ele as libertaria em breve. Foi o erro delas, o velho ficou furioso e o que ele respondeu tirou toda a esperança de salvação para elas. – Vocês meninas são umas ingratas, têm todo o conforto do meu iate, saboreiam e bebem do que há de melhor. Dormem no maior conforto e ainda tem a coragem de pedirem para irem embora. Não garotas, eu não poderei libertar vocês nunca e, sabem muito bem o porquê. Serei acusado de rapto e estupro de menor e passarei o resto de minha vida numa prisão. Percam as esperanças, vocês serão minhas para sempre. Eu as quero como minhas mulheres. Toda a vez que necessitar vou comer uma de vocês e se forem bem boazinhas e se comportarem como eu quero, não vou prender vocês lá no porão. Sejam obedientes, pois sabem muito bem que eu sei fazer vocês sentirem muitas dores. As garotas ficara mudas, sem conseguirem rebater a lógica louca dele. Toda a esperança desapareceu de seus coraçõezinhos. O medo e a covardia passaram a dominar suas mentes. Naquela mesma noite, ele ordenou que uma das jovens viessem dormir com ele, pois fazia tempo que ele não tinha sexo. Se entreolharam medrosas, pois sabiam que teriam de obedecer. Mas ele, sádico, deixou que elas decidissem qual seria a sua mulher naquela noite. Feliciano, ficou em pé ao lado da cama do trio e completamente nu, exibindo seu enorme membro. – Vou esperar apenas um minutinho, quero saber quem vai ter a sorte e provar este meu “monstrinho” aqui! As três, Abraçadinhas, não tinham coragem para eleger qual delas iria para a cama com o velho. Até que Marly tomou a iniciativa e falou, quase sem voz – Eu vou, vocês duas já sofreram muito, tem de ser eu! Ele voltou para a cama e ficou esperando por Marly, que muito lentamente, com o corpo tremendo, demorou uma eternidade para cobrir os três passinhos que separavam as duas camas. - Vocês, meninas, fiquem com o olho bem aberto, pois amanhã poderá ser qualquer uma a me satisfazer e é bom que aprendam de tudo o que eu gosto de fazer com as minhas putinhas. Estas foram as rudes palavras do velho sádico. Marly foi puxada para cima do corpo dele, que deixado de costas a recebeu com uma risada zombeteira. – Você parece que não conhece nada de sexo, mas vou deixar que o teu instinto a oriente. Vou ficar deitado, sem me mexer, e terás de tomar toda a iniciativa; caso não o faças, vou ser bem violento e, aí vai ser pior para você.
Marly, não sabia o que fazer, completamente inexperiente e pura, ficou “engolindo” choro deitada sobre o sujeito. A cena era bizarra, o pequeno e belíssimo corpinho da jovem, sobre o enorme corpanzil de Feliciano, que com as mãos sob a cabeça, esperava a iniciativa da menina. Ela sabia que teria de fazer alguma coisa e mexeu os quadris, fazendo com que o pênis dele ficasse alojado entre suas coxas. Sentiu quando ele se encaixou entre os grandes lábios vaginais, mas foi só, não fez mais nada, apenas virou o rosto em direção da cama, seu rosto parecia suplicar por ajuda de Gloria e Marta, que abraçadas a observavam, chocadas e penalizadas, mas nada podiam fazer para ajudar a amiga. Seu desespero era grande, sua vontade era se afastar daquele monstro, que tanto as fazia sofrer, sair do camarote e se jogar no oceano. Faltou bravura e ânimo para fazer isso, porque sabia, acima de tudo, que suas amigas iriam sofrer muito e suportar torturas mil do sádico, em represália por seu ato.
Feliciano, desumano, saboreando a situação, não se mexia, mas não pode evitar que seu membro, ao sentir o acesso à vagina de Marly, vibre de tesão. A natureza, as vezes é cruel com o corpo humano; ela sente o pênis vibrar e tocar no clitóris e mesmo com todo o pânico e ódio que a dominava, sua buceta começou a ficar lubrificada. A menina compreendeu que estava ficando excitada e um prazer intenso começou a dominar seu corpinho. Teve Raiva de si mesma, mas aquilo era mais forte do que ela. Fechou os olhinhos, com vergonha de continuar olhando para a amigas. O demônio, em forma humana, sentiu que a menina, agora era sua por inteiro e que ela estava dominada pela fascinação do sexo. Resolveu esperar e ficar quieto, apenas com o membro, latejando, à porta da vulva humedecida e sedenta. Mesmo sem saber o porquê, Marly começou a movimentar os quadris, bem lentamente, deslizando para a direita e esquerda, para cima e para baixo. A jovem respirava profundamente e seu seios, amassados pelo peito cabeludo, também eram fontes de prazer. Se esqueceu de tudo e murmurava, quase que para sim mesma: - Meus Deus...como isso é gostoso...que coisa de louco. Ela começou a mexer com toda a cintura, sem se importar com o quê Marta e Gloria, possam pensar dela. Forçou um pouco mais e sentiu a cabeça do pênis, encostar no hímen. Aquilo a enlouqueceu de vez e escancarando as coxas, permitiu um melhor encaixe do membro em sua vulva. Gemendo de prazer foi forçando a invasão do pênis no seu canal vaginal. O uivo que deu, foi mais de prazer alucinante do que de dor. Delirava com o pau todo dentro de sua buceta, e ela começa um vaivém lento, cadenciado. Se aperta toda a ele, louca de paixão. Feliciano a sente muito apertada, com os músculos vaginais se contraindo em seu membro. Aos poucos, os movimentos de ambos entram em compasso. Na fúria do gozo, sem limites, ela beija, arranha e morde o peito de Feliciano. Aos gemidos, Marly sente um calor insuportável subir pelo seu corpo. O orgasmo vem, forte, violento, arrasador e ela grita. Diz coisas desconexas, pedindo que ele a coma, mais e mais. O tempo parece ter parado. Feliciano e Marly estavam ali, fazendo sexo ininterruptamente há quase quatro horas, ela, incansável, mas do que ele, cada vez quer que o membro enorme e vigoroso a penetre profundamente, tendo continuados orgasmos, um atrás do outro. Nem parecia uma adolescente de 15 anos, virgem até a pouco. Agora ela cai de lado, peito arfante... sente―se preenchida, inundada, invadida, sua buceta arde, dilacerada... ela se sente suja, mas plenamente feliz por ser deflorada de forma tão alucinante. Em seu íntimo, sabe que não mais poderá negar nada para Feliciano. Não era mais a ninfetinha, que nada sabia sobre sexo e que tinha medo de ser beijada pelos meninos da escola. Agora era uma mulher que adora fazer sexo e que tinha o velho a desejando. Sem ao menos perceber, ela se tornará uma jovem sedenta por sexo. Cansada, nem ao menos tem coragem de ir ao banheiro, para se lavar. Num relance volta à realidade e embaraçada vira o rosto e vê Marta e Gloria, que perplexas tinham presenciado tudo, todas as longas horas de sexo selvagem da amiga com o velho. Não tinham conseguido desviar o olhar, quase que hipnotizadas, fascinadas. Nunca poderiam imaginar que sua amiguinha, sua colega de tantas brincadeiras ingênuas de crianças, pudesse agir daquela forma. Nem nos poucos filmes pornôs, que viram juntas, viram uma mulher agir com tanta fúria e paixão. Os sentimentos das duas eram de frustação e raiva da amiga e se sentiram traídas por ela. Como pode ela se deixar ser possuída pelo velho e, o pior, ela gemia e gritava, não de dor, mas de puro prazer.
Elas não conseguiam compreender a atitude da amiga e durante todo o dia, evitaram falar com ela, deprimidas e infelizes com a atitude de Marly. A jovem sentiu o afastamento das amigas, que não lhe dirigiram uma única palavra. A noite, quando se recolheram para dormir, as três numa única cama, foi inevitável que trocassem algumas palavras. Feliciano, ficou por muito tempo na ponte de comando do iate e quando resolveu ir se deitar, chamou Marly para a sua cama. Sem hesitar ela foi para os braços do velho e, mais uma noite de tórrida e louca sessão de sexo, foi presenciada pelas duas garotas. Todas as noites, a mesma cena e, Marly nunca se cansava de fazer amor com Feliciano, amor...não... sexo, apenas sexo. Sexo com fúria, com ardor. Marly tão acostumada ficou, que não mas se deitava com as amigas... ia direto para a cama de Feliciano, aguardando ele entrar, para então ter início mais uma noite de puro prazer. Marta e Gloria, aos poucos foram se acostumando com as circunstâncias e, voltaram a falar com Marly, quebrando o gelo que as separava. A jovem tentou explicar o que estava sentindo às amigas. Disse que adorava fazer sexo com Feliciano, que o prazer que sentia era muito intenso e que não mais poderia ficar sem ele. Que tudo era muito bom para as amigas, pois só assim Feliciano não mais se aproximou das duas, as deixando em paz.
Mas o diabo sempre está presente, quando se trata de despertar os maus instintos nas pessoas. De tanto presenciarem as noites de paixão entre o casal, Gloria e Marta se viram com vontade de estarem no lugar da amiga. Agora ficavam, não mais deitadas, mais sim, sentadas na cama, para melhor apreciarem as cenas de sexo, como se estivessem vendo um filme pornô e, nestas ocasiões, ficavam excitadas, com as bucetinhas humedecidas. Foram muitas e muitas noites, agora de pura agonia para as duas, pois a vontade de estarem fazendo sexo com Feliciano, era enorme. O velho passou a observa a atitude das meninas e só para atiça-las, se esmerava nos carinhos no corpo de Marly, chupando a buceta e o ânus da menina, que louca de prazer, gemia, alucinada. Marly adorava fazer 69 com ele e até sexo anal rolou. As garotas, se tornaram eximias conhecedoras de tudo que se relacionasse com o ato sexual, sem ao menos o terem praticado. Elas ardiam de paixão, loucas por Feliciano, queriam ser possuídas por ele; mas o velho sádico, estava de volta e, o enorme prazer que sentia ao se afastar completamente delas, era muito prazeroso e ele exultava de felicidade, com o seu ego plenamente satisfeito.
Certa noite, resolveu fazer uma experiência, no apogeu do ato com Marly, ele se vira para as duas, que a tudo assistiam, como que petrificadas e, as chama, acenando com o dedo para elas se aproximarem. Como duas zumbis, sem ao menos pensarem, elas vão e se sentam ao lado do casal, uma de cada lado da cama. Atraídas por um desejo incontrolável, se deitam e começam a acariciar os corpos que se amam furiosamente. A partir daquela noite, Marta, Gloria e Marly, passam a dividir Feliciano entre elas, que loucas de paixão, se entregam de corpo e alma ao velho sádico. Elas não negam nada a ele, permitindo que ele as invada por todos os buracos, bucetas, ânus e bocas... e assim se passam muitos meses. Para felicidade delas, ele não conseguia gerar filhos, senão seria uma merda, pois Feliciano nunca usou camisinhas quando as possuía. As três, sedentas por sexo, o faziam como a única alternativa para esquecer o mundo lá fora, pois tinham a consciência que jamais o veriam de novo. O tédio passou a minar o ânimo das meninas, os únicos momentos diferentes que tinham, quando a adrenalina ir a mil, era quando navios de passageiros ou cargueiros, cruzavam com o iate. Nas ocasiões em que ele era obrigado a aportar em algum lugar, para abastecer o iate de víveres, água e óleo para as máquinas, elas eram drogadas e presas no porão, bem escondidas em pequenos caixas de metal, fechadas por cadeados. Até pequenos reparos ele consentia que se fizessem no iate. Em certa ocasião, foi necessário que ele ficasse quatro dias em um porto, com operários navais fazendo alguns ajustes na casa de máquinas; nesta ocasião ele deixou as meninas presas, nas caixas, que mais se pareciam com caixões. Só a noite, quando não tinha mais ninguém a bordo, era que ele ia levar água e comida para as garotas. Quando ele retornou ao mar e libertou as meninas, a raiva que elas passaram a sentir por ele, relembrou os velhos tempos de cativeiro, pois tiveram de fazer todas a necessidades fisiológicas dentro do pequeno cubículo. Elas se sentiram sujas e com nojo delas mesmos. A paixão pelo sexo com ele, sumiu em grande parte, mas não tinham condições de se negarem e continuaram a mesma rotina de sempre, sexo todas as noites, hora com uma, duas ou as três ao mesmo tempo. Isto tinha virado um vício para elas. Dois anos inteiros se passaram e a vontade de verem suas famílias, seus amigos e de terem uma vida normal com o amor de seus pais começou a minar o ânimo das jovens. Elas não tinham vontade para nada, apenas obedeciam cegamente à Feliciano, como única alternativa de serem bem tratadas. Mas a vontade de liberdade se tornou tão forte, que todas as noites as meninas caiam em soluços, profundamente deprimidas e poucos conversavam entre elas mesma. Feliciano notou a mudança das meninas e ficou apreensivo, não era isto que ele queria, verdadeiras marionetes, a o obedecerem em tudo, perambulando sem almas, pelo iate.
Deus parece ter ouvido aos pedidos das garotas e em certa noite, uma tremenda tempestade varre o oceano Indico. O iate de Feliciano, apesar de enorme e com recursos para enfrentar mares bravios, parece que não vai resistir as fúrias de Poseidon. O barco pula sobre as ondas, parecendo um simples brinquedo de criança. As meninas apavoradas, se amontoam na cabine de comando e o velho marinheiro luta com todas as forças, tentando manter o iate com a proa voltada para as gigantescas ondas que avançam. Ele fura as ondas, submerge sobre as águas, mas volta a subir e a corcovear, numa luta titânica. Feliciano, desesperado ordena às garotas que vistam, imediatamente, os coletes salva-vidas e se dirijam para o botes infláveis ao lado da cabine. Elas obedecem e se enfurnam dentro do bote. Em pânico, sentindo o iate ser jogado de um lado para o outro, fecham a cobertura de lona e se agarram aos suportes internos. Sentem quando o barco perde a luta e se inclina sob a força de uma onda que o atinge à bombordo, fazendo-o rolar sobre si mesmo. O bote inflável se solta das garras que o prendiam e é arremessado, violentamente à fúria do Índico. Com a violência da tempestade o bote, hermeticamente vedado, rola sobre as ondas, parecendo uma simples bola alaranjada a quicar sem parar. As jovens, não tiveram força para se segurarem e foram jogadas, umas contra as outras e contra as laterais do bote. Por muito tempo, as meninas pareciam estar dentro de uma máquina de lavar, sendo praticamente “moídas”, pela força de rotação. Gravemente feridas perderam os sentidos. Marta acordou sentindo muitas dores pelo corpo todo, principalmente nas costas, parecia que tinha quebrado algumas costelas, pois o simples ato de respirar a fazia gemer de dor. Procurou por Gloria e Marly e, ficou assustada. As meninas jaziam, amontoadas em um canto. Conseguiu se arrastar até elas e verificou que as amigas estavam inconscientes e que Gloria tinha um enorme galo no lado direito da testa e que Marly perdia muito sangue de um ferimento na nuca. Tentou reanimá-las, sem êxito. Com grande esforço, posicionou as meninas da melhor maneira possível. Ficou deitada, respirando com muitas dificuldades, quando sentiu sob seu corpo algo que a incomodava; se afastou e pode verificar a existência de um pequeno alojamento, sob o banquinho, fechado com fecho éclair. Curiosa, verificou lá dentro diversas embalagens. Pacotes diversos com alimentos e muitas garrafas plásticas com água. Havia também um estojo de primeiro socorros e muitos sinalizadores luminosos. Pode tratar, da melhor maneira possível, os ferimentos das amigas. Depois, muito extenuada pelos esforços dispendidos, não conseguiu ficar acordada. Muito tempo depois, acordou e intrigada com o silencio e a imobilidade do bote. Teve ânimo e abriu uma pequena vigia e pode observar que o bote flutuava calmamente ao sabor de um mar de almirante. Da tempestade e do iate, nenhum sinal. Elas estavam sozinhas, em um pequeno bote salva-vidas, em pleno oceano. Sabia que era o Índico, pois Feliciano, se gabando, dizia: - Vamos entrar no oceano Índico e costear a Austrália, vejam como o meu barco e veloz, em alguns dias estaremos no Pacifico. A agonia das meninas parecia não ter fim, as provisões de água e alimentos, acondicionadas no bote, não eram muitas. Marta, por mais que tentasse, não conseguia reanimar as amigas. Gloria, conseguia abrir os olhinhos, mas era só, logo voltava a ficar inerte. Marly, nem isso fazia, continuava dormindo profundamente e sua respiração era muito irregular. Marta, sem saber o que fazer, apenas as abraçava e pedia a Deus que não as deixassem morrer. Conseguia fazer com que bebessem um pouco de água, mas não tinha como alimentá-las. Os dias se passaram e nada de um único navio no horizonte. Desesperada, resolveu esperar a noite e soltar todos os sinalizadores luminosos, na esperança que ao longe eles pudessem ser vistos. Vã esperança. No dia seguinte, notou que o mar estava novamente ficando furioso, e o bote ficou maluco, ao sabor da forte ventania. Sem mais esperanças de serem salvas, foi aos poucos perdendo a consciência e entrou numa espécie de sonolência, sem forças para nada, se entregando para os braços da morte. Mais uma noite e o vento soprando forte e lá dentro jaziam as infelizes meninas, quase à morte.
Na Whitehaven Beach, famosa praia de veraneio, em uma das ilhas Whitsunday, na costa Australiana, centenas de banhistas e turistas, estavam a ver a beleza do mar, sendo acoitado por forte ventania. Isto era muito raro naquela belíssima praia e digno ser ver. Alguém notou que um objeto alaranjado, mas parecendo uma boia desgarrada, estava sendo rolada ao sabor das ondas em direção a arrebentação. Um salva-vidas, de plantão, estranhou a visão de tão estranho objeto. Com o auxílio de um binóculo, pode ver melhor e deu então o alarme. Não era nenhuma boia, era um bote inflável salva-vidas, destes que costumam guarnecer alguns iates, navios e plataformas de petróleo. Como era um bote pequeno, devia ser de um iate ou algo semelhante. A equipe de socorristas, imediatamente se atirou ao mar, venceram as ondas com o auxílio de jet ski levaram o botinho para a praia, quando viram admirados que as inscrições de identificação do bote foram arrancadas, infligindo leis internacionais que regulam a matéria.
Quando abriram o bote, se depararam com uma cena espantosa, três moças loiras, parecendo serem muito jovens, jaziam inertes, completamente nuas e com muitos ferimentos pelos corpos. Se formou uma verdadeira multidão ao redor do inusitado achado, todos querendo saber se elas estavam mortas. Após as primeiros análises, ainda dentro do bote, foi constatado que elas ainda estavam vivas, mas em péssimas condições. Foram transportadas, com muita urgência para o posto médico do balneário e depois dos exames, ficou constatado o estado desesperador de duas das meninas, com poucas esperanças de sobrevivência. Estavam em coma profundo e não reagiam a nenhum tratamento. Sofreram graves ferimentos na cabeça e necessitariam de cirurgia imediatamente, para uma tentação de aliviar a pressão nos cérebros. A terceira jovens, apresentava fraturas em muitas costelas, inclusive com perfuração nos pulmões.
Muitas semanas se passaram e Marta foi aos poucos despertando. Estava em um lugar muito aconchegante, deitada em uma cama bem macia. Não podia se mexer e viu que estava ligada a diversos aparelhos por meio de tubos e fios. Assustada tentou se mexer, mas aí sentiu muitas dores e resolveu ficar quietinha. Viu quando uma mulher alta, com roupas de enfermeira se aproximou e falou, em tom muito suave, com ela. Não pode entender nada, pois a enfermeira falava em um inglês, com forte sotaque. Com muitas dificuldades, tentou indagar onde estava e o que tinha acontecido. Foi a vez da enfermeira não entender nada, pois a paciente falava uma idioma completamente desconhecido para ela. Mas por intuição, achou que a garota queria saber onde estava. – Calma, minha jovem... você está num hospital em Hamilton Island e nós estamos cuidando de você. Marta tentou entender o inglês da mulher, mas com a cabecinha muita confusa, não teve êxito. Sempre foi boa aluna do curso de inglês, mas fazia muito tempo que estava afastada dos bancos escolares e o sotaque dela era meio estranho. Sonolenta, voltou a dormir e a enfermeira, enternecida com a situação de sua jovem paciente, foi rapidamente até a sua central de apoio e informou que a mocinha não era Australiana e que falava um idioma que não pode identificar. Imediatamente, as autoridades australianas encarregadas da investigação, foram alertadas, que uma das meninas tinha despertado e que falava idioma estrangeiro que a princípio não foi identificado. O mistério era muito grande, a marinha australiana não teve como identificar a origem do bote, pois todas os possíveis registros foram apagados intencionalmente, parecia que queriam esconder alguma coisa. Nenhum pedido de socorro de embarcação em perigo tinha sido registrado. O quase certo era que as garotas ficaram à deriva no oceano, por aproximadamente dez dias, pois este foi o tempo transcorrido entre a última e violenta tempestade do Índico e o dia em que foram resgatadas. Alguma embarcação, até o momento não identificada, foi a pique...mas não tinha emitido nenhum S.O.S. As autoridades marítimas do mundo todo foram avisadas, mas nenhuma acusou o desaparecimento de qualquer embarcação, a não ser alguns barcos pesqueiros que afundaram em meio de tempestades, mas em outros oceanos, bem distante da costa Australiana. Os mais estranho era que as garotas apresentavam alguns outros ferimentos pelo corpo, já cicatrizados, como que atestando que foram submetidas a algum tipo de tortura, de continuadas torturas.
O caso era tão estranho, que uma equipe da Interpol, sediada em Camberra, capital da Austrália, foi acionada. Duas investigadoras foram designadas para acompanharem o caso junto, a Marinha Australiana, que avocou para si, o inquérito respectivo. Quando as duas agentes, foram avisadas que a garota ferida não falava inglês, fizeram questão de visitá-la, pois tinham sabiam se expressar em diversos outros idiomas.
Marta, já bem melhor, acordou e viu ao seu lado duas jovens, muito simpáticas, que a observavam curiosas. Imediatamente, apreensiva, indagou por suas duas amigas. Uma das moças entendeu, com dificuldade, o que a mocinha estava a indagar e, falou para a colega: - Ela fala em português, idioma de Portugal e do Brasil e de alguns outros poucos países. – Qual é o seu nome e qual a tua nacionalidade? Marta, aliviada, entendeu o português enrolado da australiana e com alivio, respondeu? - Meu nome é Marta e sou brasileira, do Rio de Janeiro. Quero saber das minhas amigas, Gloria e Marly, que elas estavam junto comigo no bote! Onde estão?
Imediatamente a colega da agente, com os olhos demonstrando espanto, exclamou: Marta, Gloria e Marly! – Meus Deus! Não pode ser....venha cá fora Madeleine, quero lhe falar! As duas saíram do quarto e Mayra, excitadíssima, falou: - Você está lembrada daquele aviso internacional do misterioso desaparecimento de três jovens brasileiras, quando em excursão à Disney, lá em Orlando, nos Estados Unidos? – Sim estou lembrada, mas isto aconteceu a quase dois anos! São elas? Como é possível! - Deus do Céu, tiramos a sorte grande, estamos resolvendo um caso que envolveu o mundo todo...nosso currículo vai ficar muito agradecido! – Não vamos nos adiantar aos fatos...vamos falar com a garota e gravar tudo o que ela falar. As duas retornaram ao quarto, mas uma enfermeira lá estava a cuidar da paciente, que chorosa, insistia em saber das amigas. Mayra, entendeu perfeitamente o que Marta indagou e traduziu para a enfermeira: - Ela quer saber de suas amigas! – As suas amigas estão no CTI, em coma profundo, com poucas esperanças de recuperação. Mayra, não quis informar à menina, a gravidade do estado de suas amigas e apenas lhe disse: - Elas estão em outro quarto, estão muito feridas, mas estão se recuperando, tal como você. Então Marta, aliviada em saber de suas amigas, passou a narrar a triste aventura, emitindo alguns pontos, de pura envergonha, que todos venham a saber que elas, foram torturadas e estupradas por um velho e que depois de algum tempo se tornaram amantes dele e que ficaram viciadas em fazer sexo com ele, quase todo o tempo.
-Nós estávamos num jardim, no hotel, bebendo refrigerantes e não sabemos porque, perdemos os sentidos, acho que foi colocado alguma droga na nossa bebida. Quando acordamos, estávamos presas, penduradas no interior de um iate e um velho nojento, abusou da gente todo o tempo. Eles nos mantinha presas e dizia que ele não nos soltaria jamais, que seriamos suas escravas para sempre. Eles nos estupravam seguidamente e não tínhamos como reagir, pois ele era muito grande e forte. Se não fosse a tempestade fazer o iate naufragar, nos ainda estaríamos em suas mãos, sofrendo as piores torturas. As agentes registraram todo o depoimento em gravador e profundamente penalizadas pelos sofrimentos das jovens, informaram, vaidosas, ao consulado brasileiro e a central da Interpol, que o caso tinha sido solucionados por elas.
Algumas semanas se passaram e, ao contrário dos prognósticos médicos, Gloria e Marly se recuperam e agora estão de volta ao Brasil, nos braços dos seus felizes pais. Por anos tiveram de ter auxilio especializado, para poderem suportar o terrível drama sofrido por suas jovens mentes. Agora, com dezenove anos, já totalmente recuperadas, selaram uma amizade que ficaria para a vida toda, cumplices em seus segredos... de viciadas em sexo, que procuravam satisfazer, sempre que possível, as três juntas, com um homem só. A lembrança de Feliciano e as noites de sexo em grupo, no iate, ficou gravada em suas cabeças para sempre.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:31 de janeiro de 2014 23:52

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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