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O MUNDO CÃO DE CELINA - 2ª PARTE

O MUNDO CÃO DE CELINA – 2ª parte

Celina, vestiu suas roupas, um pouco contrariada, mas não podia ir contra a vontade de Ricardo, pois além de ter muito medo dele, estava implicada no sumiço de algumas garotas, que ela tinha levado para ele e acima de tudo não podia ficar sem a grana que recebia por estes serviços. – Ricardo, por favor não dê fim nas meninas...brinquem um pouco com elas e depois as liberte! –Isto não é problema seu... vá embora... antes que a gente resolva te usar também, junto com as três! Celina, com o rabo entre as pernas, tratou de ir embora. Mas apreensiva ficou ainda, quando viu que mais uns rapazes, estavam chegando à mansão de Ricardo.
Quando voltou a si, Lucia viu que ela, Beth e Shirley, estavam totalmente nuas, deitadas numa ampla cama de casal, em recinto muito bem iluminado. Em volta da cama, mais de vinte rapazes as observavam, alguns Já sem roupas e outros, se despindo. Beto, que estava com Celina, entrou no quarto, totalmente despido e exclamou com voz pastosa de bêbado: - Eta ...pessoal, eu também quero participar desta farra!
Suas amigas ainda estavam desmaiadas, ao lado dela. – Você acordou primeiro Lucia... então vamos começar com você! Venha até esta bancada e fique deitada sobre ela. A menina se encolheu toda, parecendo uma boneca de pano, com braços e pernas tentando tapar sua nudez, aos olhos da rapaziada, nem entendendo muito bem o que ele lhe falou. – Lucia, você não é nenhuma surda, nem débil mental, portanto tire logo este rabo da cama e me obedeça...venha se deitar aqui nesta bancada.... A gente quer examinar o teu lindo corpinho!
A jovem completamente aterrorizada, ficou como que paralisada, tentando se abraçar às amigas e olhando amedrontada para a multidão de homens em sua volta, que se divertiam, em ver o pânico espelhado em seu lindo rostinho de menina. –Turma já que a cabritinha é teimosa... usem a força e a coloquem no estrado!
Lucia se viu suspensa da cama, por quatro sujeitos, que seguraram seus braços e pernas e que, as gargalhadas, a levaram para o tal tablado. Foi amarrada à madeira de tal forma, que ficou com as coxas totalmente abertas, exibindo sua bocetinha e ânus para a multidão de canalhas. – Que vagina deliciosa esta garotinha tem! Gordinha e bem fechadinha e o cuzinho então, olhem só que buraquinho, bem rosadinho …pena que a porquinha não se depila... vamos tratar disso agora mesmo.
Em questão de minutos, a testa da buceta de Lucia estava sem nenhum pelinho e enquanto eles se divertiam a depilando, ela fechava os olhos, implorando a Deus que a tirasse dali. Gritava desesperada, enquanto muitos dedos eram introduzidos em todos os seus buraquinhos. Até em sua boca, uma mão fechada foi enfiada, até a garganta. Com ânsias de vômitos e sufocando, perdeu momentaneamente a consciência, mas Ricardo observando que a garota estava ficando roxa, com a falta de ar, ordenou que a mão invasora fosse retirada. Pessoal, as outras duas também estão bem peludas.... Tratem de tosquiar as cabritinhas, também.
Eu sou o dono da casa, e acho que tenho certos direitos... se vocês me derem esse prazer, quero ser o primeiro a comer esta deliciosa bocetinha virgem e este cuzinho apertadinho. Vou levar a cabritinha lá para o meu quarto e me perder dentro destas carnes. Não fiquem tristes, estas duas aí, também são deliciosas...se divirtam com elas, até a minha volta, trarei esta garota para vocês a provarem também.
Ricardo desamarrou Lucia e com ela se debatendo como uma louca, foi sendo puxada pelos cabelos escada acima, com o corpo nu, se chocando contra os degraus. Lucia não parava de gritar em desespero e de dor, pois sabia o que a esperava. No quarto de Ricardo, foi jogada com extrema rudeza sobre a cama dele e se encolheu toda, tremendo de puro pavor. Ricardo, muito calmo, sabendo que a tinha a sua disposição, não se importou com as súplicas dela, para que não lhe fizesse mal.
- Lucia, meu amorzinho... eu não vou lhe fazer nenhum mal, apenas vou te foder. Sei que ainda és uma virgem, porém isso iria lhe acontecer mais cedo ou mais tarde... algum dia um cara iria tirar teu cabacinho, eu apenas estou antecipando este acontecimento. Você tem duas opções e quero que faças a escolha agora mesmo: Deixar eu te comer numa boa... sem berro ou protestos, ou voltar lá para baixo, onde estão tuas duas amigas, elas sim estão com a razão em berrar. Estão sendo estupradas por um montão de caras... ficarão mais arrombadas que puta de beira de porto.
Lucia ficou olhando para Ricardo, chorando como uma bebezinha. – Meus Deus! Porque você está fazendo isso com a gente? Vocês estão destruindo as nossas vidas! Imploro por tudo que tens de bom no teu coração, que nos solte! – Minha bonequinha... eu não tenho nada de bom no meu coração, portanto deixe desta merda de chororô e se decida logo, ou eu ou toda a turma lá embaixo. Tuas amiguinhas já devem, nesta altura, estarem sendo fodidas pelos meus amigos. Preste muita atenção garota, vou te dar alguns minutos para você se decidir... deixar eu te fuder numa boa, sem protestar ou berrar feito uma cabra, ou então ir lá para baixo, se divertir com toda a turma.
Ricardo foi se sentar numa poltrona, ao lado de sua cama, enquanto Lucia ficou encolhida, tentando tapar sua nudez com o lençol, choramingando, com os pensamentos voltados para Beth e Shirley, que deviam estar sofrendo horrores, sendo estupradas por toda aquela maldita corja de covardes. Sofrendo toda a brutalidade de que eles eram capazes.
Realmente, a turba excitada estava brutalizando as duas menininhas, que não contentes em só estupra-las, estavam também as torturando com requintes de extrema crueldade. Os lancinantes gritos de dor escoavam por todo o porão, sem despertar em nenhum deles o menor remorso; ao contrário a corja se deliciava com o sofrimento das jovenzinhas, quanto mais gritavam, mais eram espancadas, com requintes de extrema crueldade.
dDepois de um tempinho, Ricardo se aproximou de uma escrivaninha. - Lucia, só para te ajudar a te decidires, vou ligar este monitor, ele está ligado a algumas câmeras filmadoras instaladas lá no porão. Vamos ver como é que estão se saindo as duas garotas, com o tratamento que estão recebendo dos meus amigos.
Quando pode ver e ouvir o que estava acontecendo no porão, gritou horrorizada, Beth e Shirley, estavam sendo massacradas pelo bando enlouquecido e seus corpos já estavam cobertos de ferimentos e o sangue escorria em abundância dos seus múltiplos ferimentos. Até Ricardo ficou impressionado com o que estava acontecendo... meu Deus eles perderam o juízo.... Estão matando as garotas!
-Fique aí Lucia, vou ver que posso dar um pouco de juízo na cabeça destes loucos! Ricardo saiu correndo do quarto, sem antes trancar a porta do quarto. Lucia pode ver ele chegando ao porão e dar o maior esporro no seu pessoal. – Vocês ficaram malucos, caras...saiam de cima delas. Vejam só o que fizeram, quase mataram as zinhas…não era para fazerem isso. Era só foder e judiar um pouco delas... mas não tanto assim! Beto e mais dois rapazes, se adiantaram: - Ricardo, nós bem que tentamos impedir.... Mas os caras queriam ver sangue, não teve jeito!
- Puta que pariu... agora eu é que terei de dar um jeito na merda que vocês fizeram! Todo mundo pra fora...agora mesmo! Saiam logo, seus imbecis, antes que eu meta bala em todo mundo. Aqui só vai ficar você Beto, o Luiz e você Tonho.

Bem mais tarde, Ricardo entrou em contato com uma sua amiga, a enfermeira Berta, que lhe prestava ótimos serviços, dando sumiço nos corpos das garotas que eles levavam para as suas noites de terror. – Berta, desta vez eu não quero dar fim em algumas garotas, ao contrário, quero que você cuide de duas merdinhas que estão muito machucadas. O meu pessoal saiu do controle e judiou um pouco delas, mas eu ainda as quero... não tive a oportunidade de provar nenhuma das duas, o que quero fazer depois.
- Ta certo chefe, daqui meia hora estarei aí e vou cuidar das belezinhas pra você, se bem que esta não é bem a minha praia, o que gosto mesmo é de as enterrar.
Três horas depois, Ricardo voltou ao quarto onde Lucia estava presa. – Pronto minha linda... ainda deu tempo de salvar tuas amigas. Berta está cuidando delas e eu mandei todo mundo embora. Agora só eu e mais três amigos vamos tomar conta de vocês, tudo está bem agora.

Lucia estava fora de si, pois pelo monitor, presenciou tudo o que tinha acontecido no porão com suas amigas e o péssimo estado em que as coitadinhas se encontravam. – Ricardo pelo amor de Deus, elas estão muito machucadas... necessitam serem levadas para um hospital. – Você está maluca garota! Queres me fuder! De jeito nenhum elas sairão daqui.... Berta é uma enfermeira capacitada e pode muito bem tratar das tuas amigas, pois elas não estão tão baleadas assim....tirando as vaginas e cu, o resto é tudo superficial…realmente os caras enfiaram muito cacetes e outras coisinhas, nos buracos delas, a vezes dois no mesmo lugar.
-Mas pra você, nada disso tem importância... eu a poupei do mesmo destino delas e agora quero minha recompensa. – Nunca seu cretino... você só me terá se me matares, pois prefiro morrer a ser sua! – Ta certo, garota... você com esta atitude, selou a morte de suas amigas. Dizendo isso, Ricardo foi até o intercomunicador e ligou para Berta no porão. – Berta... a minha garotinha aqui em cima, não quer ser minha amiguinha! – Vamos lhe ensinar a ter bons modos... enfie o punhal nas barrigas destas piranhas e acabe logo com o sofrimento delas.

Lucia apavorada com a ordem dada por ele, implorou: - Não faça isso, pelo amor de Deus! Eu farei tudo o que você quiser, mas não mate minhas amigas! - Ta certo Lucia... vou suspender a ordem de eliminar as meninas, mas qualquer bobeira tua, elas já eram...estamos entendidos?

Durante mais de dez dias, Lucia, foi fodida por Ricardo, que a submeteu a todo tipo de sexo, tal como, sexo oral e anal. Foi obrigada a engolir até porra e bater punheta nele. Mas o que mais causou asco em Lucia, foi fazer o tal “69”. Mas por nenhum instante, ele foi violento com ela, fazia tudo com muita calma e carinho. Lucia, que até aquele momento, era totalmente insipiente em matéria de sexo, em menos de duas semanas aprendeu tudo o que se podia fazer nesta matéria. Ele a mantinha dócil e submissa lhe mostrando através dos monitores, a recuperação de suas amigas, que continuavam a serem assistidas por Berta.
-Ta vendo minha putinha! Você Esta sendo carinhosa comigo e eu estou tratando muito bem das meninas... se continuares assim, elas ficarão bem, mas qualquer bobeira tua, elas já eram. Lucia tinha toda a liberdade na casa.... Tomava banho, era bem alimentada e até podia vestir uma calcinha, sua única vestimenta. Só que era obrigada a ficar restrita ao quarto e mais dois recintos do andar superior do casarão, sem nunca poder ver o sol. Para tentar a acalmar um pouco, Ricardo lhe dava para beber, fortes doses uísque com guaraná e muito gelo.
Pode até assistir televisão e ficou terrivelmente angustiada, ao ver notícias nos telejornais, do sequestro delas. A polícia dizia que não tinha nenhuma pista para localizar as meninas, especulavam até a possibilidade delas serem vítimas do tráfico internacional de mulheres. Viu até sua mãe, chorando e implorando pela volta das meninas.
Mais vinte dias se passaram e Lucia continuava, todas as noites, fazer sexo com Ricardo. Suas duas amigas, Beth e Shirley, graças aos cuidados de Berta, já estavam quase totalmente restabelecidas. Aprisionadas no porão, não tinham nenhuma notícia da amiga que imaginavam estar morta. Ela podia ver o que se passava no porão, mas a reciproca não era verdadeira. Sua distração nos monótonos dias, era beber e fazer sexo com Ricardo

-Ricardo, posso ver Beth e Shirley, lá no porão? Elas estão pensando que morri! – Pode sim, meu anjo. Elas já estão totalmente recuperadas...então vou as tirar do porão e as alojar aqui em cima, cada uma terá o seu próprio quarto e serão tratadas a pão de ló, como você está sendo. Mas uma coisa vou lhe dizer, elas terão de se tornar minhas mulheres, como você está sendo...é isso ou elas serão entregues, novamente, aos meus amigos...tá lembrada do que eles fizeram com elas, dois meses atrás?

Lucia foi autorizada, e pela primeira vez em muito tempo, voltou ao porão. Beth e Shirley, quase enlouqueceram de alegria ao verem a amiga bem saudável. Só estranharam um pouco, pois Lucia estava quase totalmente nua, e falava com dificuldade, enrolando as palavras. Ela estava vestindo somente uma calcinha tipo fio dental e mais nada. Lucia demorou, quase um dia inteiro, para explicar para as garotas o que aconteceu com ela e porque estava vestida assim, a bebida a fazia se expressar com dificuldades. O que você tem amiga... não pareces bem! – Não é nada Beth, é que eu estava tão triste por vocês duas, que bebi um pouco, antes de descer. Mentiu Lucia.
O mais difícil foi explicar porque tinha se tornada amante de Ricardo e o que ele pretendia fazer com as duas - serem suas mulheres também, mediante a chantagem de serem entregues novamente aos braços dos sádicos amigos deles. A meninas tremeram na base, ante esta possibilidade, pois se lembravam muito bem das horas de puro terror vividas por elas.

Mesmo depois ficaram indecisas, só tomaram uma decisão, quando Ricardo foi ao porão: - Meninas, estou a muitas horas, ouvindo esta lenga-lenga de vocês...já estou cheio disso, ou as duas se decidam a serem minhas mulheres, ou hoje mesmo vou telefonar para a turma. Estão loucos para pegar as duas de volta! Vou lhes dar mais meia hora, sem mais nenhuma prorrogação. E você Lucia, venha comigo, quero lhe foder mais um pouco. Se as duas se decidirem, façam sinal de positivo para aquela câmera ali...eu e Lucia estaremos no quarto, fudendo é verdade, mas de olho no monitor.

Vinte minutos depois, com o pau de Ricardo todo enterrado em sua bunda, Lucia pode ver que Beth, toda chorosa, fazia sinal de positivo, aceitando a imposição dele. - Minha nossa... elas aceitaram, Ricardo! – É verdade Lucia, agora terei três garotinhas para foder a vontade! – Assim como você elas, também, vão aprender a dar as bucetinhas, como gente grande.
- Você é um louco tarado.... Não basta me ter? –Não minha queridinha, a coisa mais excitante é ter três bucetinhas a minha disposição, em vez de uma...e depois Beto e Luiz poderão me ajudar, quando eu estiver cansado. – Você não falou nada sobre estes dois, pensei que seria só você! –Menina, aqui em casa quem decide tudo sou eu. Assim como você adora foder comigo, também vai gostar de Luiz e Beto.
Quem lhe disse que eu adoro foder com você? – Bobinha, ninguém precisa falar nada. Só em ver os teus múltiplos organismos, quando estamos fodendo fico sabendo de tudo. Você geme como uma louca quando está gozando! Olhe na minha cara e diga que não gosta de foder comigo!
Ele tinha razão, mesmo tentando esconder, Lucia não podia ficar mais sem fazer o sexo diário com o safado. Completamente dominada pelo desejo... numa espécie de lavagem, não da mente, mas do corpo jovem e saudável da fêmea no cio. Estava totalmente subordinada aos prazeres da carne e não podia mais se esconder do chamamento do gozo sem limites.

Com a cabeça baixa, se sentindo derrotada, teve de confessar: - Gosto sim Ricardo ... fico louca quando você está me fodendo.... Nunca pensei que iria ficar tão tarada por você, um sujeito tão ordinário e safado. Ricardo caia na gargalhada, ao ouvir a confissão da garotinha. – Lucia estou eufórico em saber que gostas de foder comigo; em saber que és minha. - Amanhã Lucia, sei que fazes 17 aninhos e eu vou te dar um presente, que sei irás apreciar muito.

-O que é Ricardo.... Qual é o presente que vou receber? – Vou te levar a uma festinha, fora do casarão, amanhã à noite. - Fora daqui! Não posso acreditar! E onde será esta festa? – Você sabe Lucia, não podes ser reconhecida... tua cara está espalhada por todo lugar... com aqueles malditos cartazes, estampando tua fotografia, em muitos lugares. Então de loira, vou te transformar numa morena, com olhos castanhos escuros! - Como vais fazer isso, Ricardo? – Muito simples, minha gostosona, uma peruca e lentes de contato!

Hoje à noite, vamos festejar com um banquete que encomendei, com muita comida e bebida. – Delicia Ricardo...hoje vou beber adoidada...mais agora quero este caralho gostoso dentro de minha bucetinha, ela está com muita fome. – É pra já Lucia, não necessitas pedir pela segunda vez, mas desde agora te aviso, Beth e Shirley serão as nossas convidadas especiais, hoje no banquete...eu quero começar a provar aquelas bucetinhas.... Sei que já não são mais virgens, mas assim mesmo eu as quero.
- Ordinário...e eu como vou ficar? – Você não vai ficar sem ver navio, Lucia.... Convidei, também, Luiz e Beto e nós seis vamos fazer uma baita festança.

Continua em: O MUNDO CÃO DE CELINA – 3ª parte

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:24 de outubro de 2014 23:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 24/10/2014.

Comentários

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  • Ana
    Postado porAnaem7 de novembro de 2014 09:44

    Que coisa mais nojenta e podre isso nao é bdsm nunca.BDSM é a coisa mais linda desse mundo e nao tem nada a ver com essa violencia.

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