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O MUNDO CÃO DE CELINA - 3ª PARTE

O MUNDO CÃO DE CELINA – 3ª parte

Pouco menos se um ano, que as três garotinhas estavam aprisionadas naquela mansão diabólica. Lá elas tinham perdido toda a frescura dos seus dezessete aninhos. Já não tinham mais aquela alegria de viver, tão típica desta idade. Não passavam de escravas sexuais dele e de seus amigos, que eventualmente eram convidados para participar de bacanais, tendo elas como prato principal destas noitadas. Não sofriam mais violências físicas, desde que aceitassem participar, sem restrições, de todas as taras a que eram submetidas.
Para manter as garotinhas submissas, Ricardo as enchia de drogas e bebidas e agora elas viviam a maior parte do tempo, sob o efeito de drogas e de bebidas. Viciadas também em sexo, participavam das orgias, onde eram participantes ativas e insaciáveis. Mas uma coisa ainda continuava ainda bem viva nas cabecinhas das jovens... o amor que elas tinham por seus pais e irmãos. Agora tanto depois que foram aprisionadas, as saudades de suas famílias e de suas amigas do colégio estava ficando insuportável e elas, apesar de terem se tornadas dependentes do álcool e das drogas, estavam arquitetando uma maneira de escaparem do cativeiro.
Ricardo, confiando que as tinha em total submissão, lhes dava muito mais liberdade e as jovens podiam circular livremente pela mansão, até pelos imensos jardins podiam ir. Verdade que os altos muros e os cadeados dos portões, eram empecilhos para a liberdade. Mas elas observaram onde os dois empregados de confiança de Ricardo, guardavam as chaves.
Então resolveram que era hora de irem embora. Alta madrugada, depois de praticarem sexo grupal com Ricardo, Beto e Luiz, onde levaram os caras a exaustão, elas saíram, bem de mansinho do quarto, deixando os três, roncando como porcos amontoados na cama do recinto. Com as chaves da porta e do portão tiveram acesso à liberdade.
Noite escura e chuvosa, tremiam de frio e de ansiedade, caminhando pela calçada, bem juntinho as paredes dos prédios. E agora Lucia o que vamos fazer? Eu não conheço esta parte da cidade! Beth, vamos pedir carona para o primeiro carro que passar... dizendo que nós somos as moças que foram raptadas há um ano. Tenho certeza que qualquer um na cidade conhece o nosso caso. – Que felicidade, poder se sentir livre…vamos dar queixa deles na polícia, Os miseráveis vão se ferrar! Inclusive aquela piranha da Celina.
Que sorte a nossa... aí vem um carro, vamos fazer sinal para ele parar. O grande carro preto, com vidros escurecidos, obedeceu ao sinal das meninas e parou bem juntinho ao meio fio. As duas portas foram abertas e: - Boa noite meninas, estão dando um passeio... não é uma noite própria para isso, com esta chuva fria. – Queiram fazer o favor de entrarem no carro. Beto e Luiz, apontando pistolas para as jovens, insistiram... Entrem, senão seremos obrigados a fazer uns furinhos nestas lindas barriguinhas. Ricardo ao volante, nada falava... mas o seu olhar de ódio, dizia tudo.
De vota à mansão, elas foram levadas para o porão e já no dia seguinte, estavam penduradas pelos pulsos por meio de vigas, ao teto do recinto, com os pés quase não tocando o chão. Foram dias de puro terror, em que sofreram a mais terríveis formas medievais de torturas, sendo chicoteadas com extrema crueldade e tendo suas partes íntimas violentadas com os mais bizarros tipos de objetos. O desespero e os gritos de dor das três jovenzinhas, eram motivos de gargalhadas e de gozação do bando, ao verem os corpos ensanguentados das infelizes.
Ricardo, com uma chibata na mão, era o que mais batia nas mocinhas. – Eu confiei em vocês, estávamos vivendo tão bem... tinham todo o conforto aqui em casa e vocês tentaram me ferrar! Eu avisei, qualquer tentativa de traição, seria fatal para vocês.
Durante todo o tempo, a única coisa que comeram ou beberam, foi o esperma deles, mais nada. Na noite da quarta-feira, além de Ricardo, só uns três outros caras, ainda estavam indo ao porão, onde as meninas estavam presas. Eles se revezavam em estuprar e torturar as garotinhas. Mas nesta altura, elas já estavam de tal forma feridas, que já não respondiam mais as torturas e jaziam inertes, com as cabeças caídas e penduradas pelos pulsos.
Beto, voltou para o salão, onde Ricardo e mais dois amigos, estavam bebericando uns drinques. - Ricardo, acho que as meninas bateram as botas. Por mais que me esforçasse, nem gemer, elas conseguiam mais. Elas já eram.
Tudo bem! Depois eu vou dar uma olhadinha nelas...mas agora vou, ver que encontro a Suely, uma garotinha lá do colégio, bem novinha, que está louquinha por mim... estou com vontade de devorar aquela bucetinha virgem!
– Que nada, Ricardo... vamos chamar a Celina para divertir a gente. Ela é uma fudedora de primeira e é bem capaz de dar conta de nos quatro sozinha. – Tens razão Beto, vou telefonar para ela e ver se está disponível. Depois eu trato de atrair a idiotinha da Suely, para a gente papar.
- Celina! Aqui é o Ricardo...você quer ganhar um dinheirinho extra? Tudo bem garota valente... somos em quatro. Venha dar esta bucetinha para a gente. Estamos te aguardando, não demore muito. - Ela está vindo pessoal...por favor, não comentem nada a respeito das nossas garotinhas, lá no porão, deixem isso comigo.
- Olá turma, então querem dar uma trepadinha comigo? Tudo bem.... Tenho bunda e buceta com muita vontade de piroca, sem falar no auxílio de minha boquinha! Durante o restante da noite, Celina foi fodida pelos quatro até a exaustão...deles, pois ela quanto mas era fodida, mas queria.
No dia seguinte, só ela e Ricardo estavam no quarto, os outros três tinham ido embora. – Minha nossa, Celina... não sei como você pode dar cabo de quatro sujeitos e ainda parecer querer mais pica! - Ricardo, para mim... foder é a coisa mais gostosa do mundo... ainda mais se for como hoje...tantos cacetes a minha disposição. –Eu acho que você é uma tarada...isso sim! – Sou uma tarada... tarada por pau...o que isso tem demais? - Falando em tarados, o que aconteceu com as meninas? Nunca mais tive notícias delas e olhe que já faz mais de um ano que eu as vendi para vocês
Sei que você não as libertou, pois o reboliço na cidade é enorme, não falam de outra coisa! Onde elas estão? - Estão presa lá no meu porão, tentavam fugir, mas nós descobrimos a tempo e as recapturamos e agora estou castigando as cadelinhas. Chamei toda a turma e agora elas estão sabendo quanto vale me trair!
- Deus do Céu! E agora Ricardo, o que vais fazer com as meninas? Celina, eu vou chamar Berta e mandar as meninas para a puta que as pariu, já estou cheio delas.
– Não faças isso Ricardo...não podes simplesmente assassinar friamente três garotinhas! – Tens de as soltar. – Vou pensar no caso Celina! Agora trate de beber um pouco de café e dormir, pois a noite...foi muita foda.
O que Celina não sabia, era que no café que estava bebendo, estava dissolvido um poderoso entorpecente. Em pouco tempo, ela estava dormindo como uma pedra, na cama de Ricardo. - Celina...Celina, não gastei nada da palavra “assassinar” ... não devia usar esta palavra! Agora você vai fazer companhia às meninas.
Bem mais tarde, Ricardo entrou em contato com uma sua amiga, a enfermeira Berta, que lhe prestava ótimos serviços, dando sumiço nos corpos das garotas que eles levavam para as suas noites de terror. – Berta, tenho quatro putinhas, que quero que você dê fim! Pode deixar comigo chefe, sei muito bem como dar fim nos corpos delas, sem deixar nenhum vestígio.
– Ricardo eu vou fazer tudo o que pedes, mas eu quero muita grana para isso, sabes que tenho de contratar mais alguém para me ajudar no serviço. Berta, dinheiro não é problema, sei que com você no trabalho, elas jamais serão encontradas, se você for tão competente no sumiço dos corpos das zinhas, como fez com as outras, sei que não vou ter problemas
No dia seguinte, Berta e dois capangas, estavam transportando, numa camionete fechada, os corpos, mutilados de Lucia, Shirley e Elizabeth. As jovens, apesar de demasiadamente feridas, estavam conscientes, mas as portas da morte. Celina, sob o efeito de fortes sedativos, jaziam ao lado delas. Desde que Ricardo a drogou ela não despertou mais, pois Berta tratou de a manter drogada todo o tempo.
Foram mais de cinco horas de estrada de terra batida, até chegarem em um pequeno sitio que Berta mantinha, especialmente para desovar os corpos das garotas, que Ricardo e sua turminha levavam para mansão. Nos fundos do terreno, no meio de um denso matagal, Berta já tinha enterrado mais de quinze jovens estudantes, nos cinco anos que trabalhava para eles. Agora seriam mais quatro... nunca tinha dado fim em tanta gente de uma só vez.
- Tião e Negão.... Vão lá nos fundos, perto das duas mangueiras e façam uma vala bem grande, de modo que dê para estas quatro aqui. Quero uma cova comum para elas.... Bastante funda.
- Mas Berta.... As garotas ainda estão vivas! Vamos enterrar assim mesmo? É lógico que sim... o que vocês dois querem? A gente não mata, apenas enterra! Estou com pressa para voltar para minha casa na cidade. Vou dar o dinheiro de vocês e me mandar. Façam o serviço bem direitinho!
-Tião... ela vai embora e deixa o serviço sujo para a gente e nos paga uma miséria...fica com a maior parte da grana. – Veja só estas quatro aqui... estão em petição de miséria, nem dá para a gente tirar um sarro, como fizemos com algumas que estão lá atrás. – Tião você está enganado... estas três...não prestam para mais nada mas esta outra ruiva está inteirinha.... Não tem nenhum machucado. Acho que ela está apenas dopada!
- Você tem razão cara! Vamos nos divertir com ela. Amanhã a gente trata de dar fim nela e a enterraremos junto com estas outras, que já estão mais mortas do que vivas.
Durante muitas horas, Negão e Tião devoraram Celina, que sob ação de entorpecentes, parecia uma boneca de pano, sendo manipulada pela dupla de simplórios. Jogadas num canto do barracão, Lucia, Shirley e Elizabeth, apesar de muito feridas, podiam observar Celina, inconsciente, ser usada pelos caras.
De tão debilitadas estavam praticamente sem ação...a não ser ficar olhando, com o terror estampado em seus rostos, pois tinham escutado as últimas recomendações de Berta, para os dois homens. As quatro seriam enterradas vivas... e nada podiam fazer, pois não tinham mais forças nem ânimos para mais nada.
Quase ao amanhecer, Celina foi aos poucos despertando e se viu no meio dos dois caboclos, que a fodiam como dois loucos. Pareciam animais, em dupla penetração. No meio de todo turbilhão de paixão dos dois, pode ver as três jovens, que com sangue seco em seus corpinhos, a olhavam aterrorizadas. Bem lentamente, foi tomando pé da situação. Não sabia onde estava, mas vendo as meninas feridas, jogadas naquele local e ela sendo violentada por dois caras que fediam como porcos...foi se desenhando em sua mente o que tinha acontecido.
-Fora traída por Ricardo.... As garotas estavam sendo “despachadas”, como muitas outras o foram e ela iria sofrer o mesmo. Que canalha o Ricardo... e ela que o ajudou tanto! Tinha de dar um jeito e se livrar de morte certa.
- Resolveu dominar os dois caiporas com a única arma de que disponha... o seu corpo. Já que estavam se deliciando a possuindo, iria colaborar com eles. Começou a mexer sua cintura e nádegas, acompanhando o movimento de entra e sai deles, gemendo de prazer. – Minha nossa...que coisa mais deliciosa, como vocês fodem gostoso. Mais... mais... quero estes caralhos enormes em mim.... Aaaiiiii...estou morrendo de tanta tesão.... Gozem dentro de mim…meus homens queridos.
Celina continuou com este jogo... coisa que estava habituada a fazer, até levar os dois a exaustão, de tanto gozarem nela. – Por favor…eu quero os cacetes de vocês duro novamente...não mole como agora! - Calma mulher, deixa a gente descansar um pouco.... Você é a puta mais gostosa que já fodemos, não se cansa nunca! – Não meus garanhões... não quero esperar, deixem eu chupar os caralhos de vocês, logo eles ficarão duro de novo. Celina se revezava com a boca, chupando ora um ora outro sujeito. Quando um estava no ponto, ela sentava sobre ele e subindo e descendo com os quadris, o fazia ejacular dentro dela. – Fique deitado aí garotão! Eu vou ressuscitar o teu amigo e já volto para você. E assim, Celina permaneceu o resto da manhã. Apesar de totalmente extenuada, não parou tentar Tião e Negão.
- Tião... está esta mulher é a coisa mais deliciosa que já tive na vida.... Que foda mais gostosa...é pena que não possa durar por muito tempo! – Pode sim, cara, vocês são os homens que melhor me comeram na vida... quero ficar morando com vocês. Já pensaram.... Minha buceta e cu a disposição dos dois sempre que desejarem? Só em pensar nisso, já estou toda molhadinha de novo.
- O que você acha disso, Negão? – Não sei... está ruiva é muito caminhão pra nossa areia! Se a Berta descobrir…vai ficar ruim pra gente! – Que vergonha...dois homens como vocês, com medo de uma ordinária como a Berta! Eu conheço muito bem a safada e é por isso que ela quer dar fim em mim. Eu descumpri que ela ganha uma fortuna enorme em dar fim nas meninas e paga para vocês uma miséria. Dois dias atrás, quando nós brigamos, ela me disse que ia me matar, por eu me meter na vida dela. Disse que tinha dois idiotas fedidos, que faziam o serviço sujo para ela.
- Ela disse isso da gente! Que safada! – Disse sim, se vocês me ajudarem, vou fazer vocês ganharem rios de dinheiro!
- Como podes fazer isso, mulher? - Eu conheço os homens que estupram as moças e depois usam a Berta para dar fim nos copos delas. Eles pagam fortunas pelo sumiço de cada moça... Berta fica com tudo e vocês dois somente com umas merrecas. A gente pode se unir e tirar a Berta da parada...o que vocês acham disso? – Como podemos tirar a Berta da parada? – Ela não queria me enterrar lá nos fundos... vamos dar o mesmo remédio para ela!
-Minha nossa! Você é foda mesmo...mulher! E essa três aí no canto, o que vamos fazer com elas? Vamos colocar as três na cova? – Não... caras, as coitadinhas já sofreram demais... vamos deixar elas viverem, pois não sabem de nada.... Foram levadas para a casa dos caras, totalmente drogadas e nem viram o rosto dos sujeitos que as estupraram e torturaram. Depois que a gente dar fim em Berta, eu as levo para um lugar qualquer numa estrada... se tiverem sorte, serão encontradas por alguém, caso contrário que se fodam.
Celina conseguiu fazer o acordo com Tião e Negão.... Queria se vingar de Berta e acima de tudo de Ricardo e seus amigos. Queria se redimir dos seus pecados e salvar Lucia, Shirley e Elizabeth de uma morte terrível... serem enterradas ainda vivas, como ela mesma estava destinada a isso.
- Berta só voltou ao seu sítio, oito dias depois... trazendo mais uma menina, a última vítima da turma de Ricardo. A coitadinha estava com poucos ferimentos no corpinho e nem estava sedada, mas parecia um zumbi, sua mente não tinha resistido aos “tratamentos” recebidos pelos sádicos e apagou, não sabia quem era e nem o que lhe tinha acontecido. Celina logo a reconheceu; se tratava de uma aluna do primeiro ano, Suely, colega das três que estavam ali, que nem dezesseis anos devia ter. Os canalhas estavam escolhendo, cada vez mais, garotas bem novinhas,
Berta foi surpreendida ao ver Celina, bem viva, na porta do casebre... a esperando, mas não teve tempo para nenhuma reação, pois Negão e Tião a abateram com muitas punhaladas, enquanto a xingavam com muitos palavrões. Nem uma hora se passou e Berta já estava enterrada, próximo as covas de mais de quinze garotas, suas vítimas, nestes últimos anos.
E agora Celina, o que vamos fazer? Agora são quatro mulheres com a gente! Não achas melhor darmos um fim nelas? – Não Tião... tenho uma ideia melhor...estas garotas são um rio de dinheiro! Vamos pedir resgate aos pais delas e encher a burra de grana! – Espera aí Celina! Eu e o Negão não sabemos nada desse negócio de trocar mulher por dinheiro! Não é a nossa praia! - Bobinhos, deixem que eu trato de tudo. Vejam o que vamos fazer. – Vocês fiquem aqui, tomando contas das garotas e eu pego o carro de Berta e na cidade, vou telefonar para os parentes delas, pedindo alguns milhões para eles as terem de volta... sei muito bem como fazer isso! – Mas por favor, não maltratem elas...se voltarem inteiras, vão valer mais para a gente.
Santa burrice... Celina, na verdade queria destruir a organização criminosa de Ricardo, que tinha estuprado, torturado e assassinado uma quantidade enorme de jovens, nos últimos anos. Muitas delas com a sua colaboração. Eles queriam a matar, também... mas sua vingança estava em andamento. Berta foi a primeira. Tião e Negão seriam os próximos e por fim Ricardo e seu bando de cretinos.
Celina, sabia onde Berta morava e com o carro dela e suas chaves... foi fácil ter acesso a casa da megera. Lá ela revirou tudo e se apoderou de todas as joias que encontrou e de uma enorme quantidade de dinheiro, que a assassina guardava em casa. Depois, por mais de duas horas, no computador de Berta, digitou um longo dossiê, onde informou, com riquezas de detalhes, onde a polícia poderia encontrar os corpos de todas as moças assassinadas por Ricardo e Berta. Informou como todo o esquema era feito, para atrair as meninas para a mansão... citou nomes, datas e locais. Inclusive informou o nome da maioria dos sujeitos do bando e nome da maioria das meninas assassinadas, onde se encontrava o seu próprio nome. Não se esqueceu de dizer que no sitio indicado, ainda estavam vivas quatro meninas, que seriam assassinadas pelos dois capangas do bando, deu inclusive o nome das quatro garotas. Depois mandou tudo para o endereço eletrônico do delegado e com o dinheiro, joias e roupas de Berta, tratou de sumir no mundo, levando o carro de Berta como troféu.
Tião e Negão, esperavam ansiosos por Celina, sua nova parceira. Não só pelo dinheiro que ela tinha lhes prometido, como estavam loucos para voltar a foder aquele mulherão. As três garotas, as primeiras garotas, já estavam bem melhor de seus ferimentos, mas Shirley e Elizabeth ainda ardiam em febre e Lucia tentava ajudar suas amigas como podia, mas sem nenhum recurso pouco podia fazer, ainda por cima havia a Suely, uma colega delas, lá da escola, que apesar de não aparentar ter nenhum ferimento, parecia estar em coma, pois não falava nada e apenas ficava sentada, sem nenhuma expressão facial.
-Tião, na falta da gente foder a nossa Celina, vamos usar uma desta aqui mesmo! Esta última então é muito gostosa e bem novinha... só fica parada, sem dizer nada. Vamos foder a zinha, ela nem vai protestar. Quando eles levaram Suely, para um estrado e a desnudaram, Lucia tentou, debilmente, impedir, mas eles a empurraram com violência e a ameaçaram. Fique quietinha aí no seu canto, mulher! Vamos comer esta aqui e depois, se ainda tivermos vontade, será a tua vez.
Eles viraram Suely de costas e comentavam entre si: - Olhe que rabo que esta garotinha tem...vou primeiro meter no cuzinho…espere aí Tião, vamos dividir ela, enquanto fodes a bunda, eu vou meter na bucetinha... assim fica bem melhor! Ok, vamos fazer como queres. Eles viraram Suely de lado, levantaram sua coxa direita e enquanto Tião se posicionada por trás, Negrão tirou sua calça e apontou o enorme pau preto, para a buceta da inerte garotinha.
Lucia ficou horrorizada com o que eles estavam fazendo com a pobrezinha, que parecia nem se importar com isso. Mas quando Tião já estava com metade do caralho enterrado na bunda dela e Negrão iniciava a invasão do seu instrumento na vagina da pobrezinha, o mundo veio abaixo, com a irrupção do local, por uma verdadeira multidão de policiais. Os dois foram arrancadas de cima da jovem, com extrema violência e empurrados para fora do barracão.
Lucia, assustada e tremendo muito, com a adrenalina a mil, fechou os olhos e só pode ouvir o estrondo de muitos tiros, na execução sumária da dupla de assassinos, pelas duas policiais que faziam parte da diligência. Elas tinham sobrinhas entre as vítimas do bando.
Lucia, Shirley, Elizabeth e Suely foram levadas para hospitais e depois transferidas para clinicas particulares, onde ficaram muito tempo recebendo tratamento psicológico. Os corpos da maioria das jovens foram localizados e entregue as suas famílias. Somente o corpo de Celina, a jovem e popular estudante, uma das últimas vítima do bando, não foi localizado.
Toda a quadrilha de Ricardo, foi presa e aguarda julgamento...sendo que ele e mais alguns do bando, estão servindo de “mulher” para os outros presos, com a convivência dos guardas penitenciários, que não enxergam nada.
Celina, numa pequena cidade do nordeste do país... tenta expiar suas culpas, sendo uma boa samaritana, ajudando como pode, as garotinhas da localidade, a escaparem das garras dos aliciadores, que varrem estas regiões, com seus olhos de abutres.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:28 de outubro de 2014 01:55

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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