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O Pesadelo de Anne Mary

O Pesadelo de Anne Mary

Os contos de erotismos, muitas vezes lidam com a libido oculta dos leitores, a busca instintiva pelo prazer sexual, do desejo carnal. Eles podem conter uma boa dose de puro suspense, sadismo e uma boa pitada do sobrenatural e logicamente de sexo, pois este é a essência do nosso site, o História Erótica - HE.
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Anne Mary é uma jovenzinha com uma mente bastante atropelada por pensamentos conflitantes. Filha única do conhecido bilionário Florêncio Sprite e da socialite Elizabeth Sprite, tem de tudo na vida, menos a presença dos pais. Florêncio só vive para ganhar mais dinheiro, gerindo suas empresas e pouco para em casa, não dando atenção à sua família, principalmente à Anne Mary. Elizabeth, por sua vez, não tem tempo para a filha, pois preza mais os eventos sociais e suas escapulidas com o seu personal trainer, um garotão quinze anos mais novo, com quem mantém um tórrido romance há poucos meses; fato de pleno conhecimento de Florêncio, que por sua vez dar suas escapulidas com muitas de suas secretárias.
Anne Mary, na presença de seus amigos e colegas, aparenta ser uma menina feliz, mas não o é. Materialmente tem tudo na vida, mas não o afeto dos seus pais. Ela sofre com isso e já tentou chamar a atenção deles, usando de artifícios não muito ortodoxos, como o de se esconder na casa de máquinas da piscina, por três dias inteiros.
- Sueli, onde está minha filha, não a vejo desde ontem? - Não sei, senhora Elizabeth, acho que deve estar na casa de uma amiga. – Quando ela voltar, avise que eu vou passar o final de semana no sitio.
A pobrezinha, já sem os biscoitos que levou para o seu “esconderijo” retornou à casa, totalmente frustrada, achando que, se morresse, mesmo assim seus pais não a notariam. Durante toda o dia seguinte, chorou como uma bebezinha, pois com apenas dezesseis anos não atinava o porquê ser relegada por eles.
Estas “escapulidas” da menina carente de afeto, se repetiu mais algumas vezas, sempre com o mesmo resultado. Às vezes sumia por dois ou três, indo para a casa de amigos, sem avisar nada em casa. Mas que merda, nem assim despertada o interesse de seus pais por ela, que parece se habituaram com essas suas “fugas”.
Em outra ocasião, simulou um sequestro. Foi para a casa de Lurdinha, sua grande amiga e de conluio com ela, se escondeu no quarto. Ficou por quase uma semana e fez chegar em sua casa, um bilhete de resgate, feito com recortes de jornais.
Foi um grande bafafá, a filha do bilionário foi sequestrada e o pedido de resgate, exigia alguns milhões, para Anne ser liberada. Toda a força policial saiu a campo a sua procura. Mas a artimanha fracassou, pois, a mãe de Lurdinha, descobriu que a “sequestrada” se escondia no quarto da filha e denunciou todo o esquema.
Anne Mary, recebeu severa admoestação de seus pais e até da delegada Matilde, que saiu a campo para investigar o rapto da jovenzinha. Tudo ficou nisto mesmo. Pelo menos nestes curtos dias, teve a atenção deles para sua pessoa.
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Toda a história saiu na mídia e isso despertou, em alguns sujeitos, a ideia de tornar realidade o sequestro da “riquinha”. Betão e Afonso, levaram o plano para Paulinho, um cara que tinha conceito de saber usar a cabeça, tanto é que os dois últimos assaltos à banco, idealizado por ele, foram um sucesso.
Os três, definiram todo um esquema para agarrar a menina. Por duas semanas inteiras, Anne Mary teve todos os seus passos seguidos por Afonso, Betão e Paulinho. Até o local do cativeiro já tinha sido definido. Um velho rancho, já a muito abandonado pelos proprietários e que atualmente servia de esconderijo para o bando de Paulinho.
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Anne chegou ao shopping, como combinado com suas amigas. Manhã de sábado, tinham combinado passar o dia fazendo compras e ‘vadiando”. Como sempre, chegou bem antes do horário. No estacionamento, dispensou o seu motorista, o avisando para ficar atento ao celular, pois no final do dia, receberia o pedido para a vir buscar.
Ao passar pelo corredor que conecta o estacionamento ao shopping, esbarrou em um senhor e quase foi ao chão. O homem a segurou pelos ombros, pedindo mil desculpas, ainda pode perceber que dois outros sujeitos, se acercaram e no meio deles, sentiu uma dor aguda no ombro. Olhou assustada e viu uma agulha fincada nele. Tentou gritar, mas a ponta de um afiado punhal, encostou em sua barriga e pode ouvir. – Se gritar morrer. Fique bem quieta, isso é um sequestro.
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Anne no meio dos três, no estreito corredor, olhou para os lados e vendo alguns passantes, que olhavam curiosos o grupinho, pensou em pedir ajuda. Porem a pontinha do punhal cravou alguns centímetros em sua carne e um grito de dor, foi abafado pela mão de um dos homens. Logo sentiu enorme fraqueza e amoleceu por completo.
- Está olhando o quê, mulher? Vim buscar minha filha, que tem o péssimo habito de se drogar, foi o que exclamou o homem, alto e magro, que sustenta a desfalecida jovem. Diante o olhar de poucos amigos do camarada, a mulher assustada tratou de se afastar. Aquilo não era assunto dela.
Anne Mary, desfalecida, foi levada numa camionete fechada e de sua blusa, um filete de sangue surgia.
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Lurdinha, Alice, Betânia e três outras meninas, chegaram ao ponto marcado para o encontro da turma, no horário combinado, mas nada de Anne aparecer. Alice ligou para o celular dela, mas não conseguiu conexão. Lurdinha ligou para a mansão dela e foi informada pela senhora Sueli, a governa, que Anne já tinha chegado a muito tempo no shopping, o seu motorista a deixou lá.
-Minha nossa! Ela fez de novo! Foi o comentário de Lurdinha, sabendo das constantes escapadas da amiga.
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Na direção da camionete, Paulinho tinha no banco do carona, o comparsa Afonso e no banco de trás Betão, que olhava, embebecido a lindíssima garotinha, desfalecida ao seu lado. Inclinada, deixava amostra, as roliças e brancas coxas. Encantado com a bela visão, olhou para os dois à frente e os vendo distraídos, foi levando disfarçadamente as mãos, coxa acima da inerte menina.
Na escuridão, sem ser notado pelos outros dois, Betão levou a mão abusada, até tocar a calcinha da desfalecida. Sentiu o tecido macio e introduziu os dedos por debaixo do pano e tocou a virgem bucentinha. A sentiu quente, macia e sem nenhum pelinho, com os lábios bem salientes. Colocou dois dedos entre as paredes da estreita passagem e com leve pressão, forçou a separação e foi avançando caverna adentro, até sentir o delicado guardião fechando o acesso.
Logo a seguir, bem lentamente, foi descendo a pecinha pernas abaixo. Dando mostras de sua tara, ele cheirou a calcinha de Anne e lambeu os dedos, melecados com os fluidos da garotinha., suspirou e a guardou no bolso de sua calça.
Excitado ao máximo, e a vendo a sua disposição, a puxou pelas pernas mais para perto e sem ser notado pelos outros, voltou a tocar a garotinha. Seus dedos voltaram a alisavam a quente e macia bucetinha de Anne e indo até o cuzinho, onde introduzi fundo o dedo indicador. Foi com tesão que voltou a percebeu a virgindade da pequena e um dedo invasor, entrou no apertado canal vaginal, sem conteúdo romper o delicado himen.
Betão lambia os dedos, os lambuzava de saliva e voltava a meter os dedos nos apertados buraquinhos de Anne Mary, para minorar a secura da vagina e do delicado cuzinho. Durante todo o trajeto, até o lugar que seria o cativeiro de Anne, Betão não parou de meter os dedos em Anne. Foi por pouco que o covarde não a desvirginou com os dedos e ele gozou, sujando sua cueca e calça.
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Anne Mary acordou, sentindo sua cabecinha muito confusa e um gosto ruim no estomago. Estava deitada numa pequena cama, sobre um colchão sem lençol. O quarto era acanhado e percebeu que seus braços e pernas estavam amarrados, abertos, nas laterais da cama. A mancha de sangue no vestido, na altura da cintura a assustou um pouco, pois estava com dor no local do ferimento, quer não mais sangrava.
Mas o que mais a incomodava era o enorme incomodo que sentia no meio de suas pernas, no bumbum e na sua xoxotinha. Parecia que estava toda “assada” naquelas regiões. Lhe veio à mente o momento que o homem lhe falou que estava sendo sequestrada.
Apavorada começou a gritar e a chorar, tentando se soltar, com a ardência que estava sentindo em sua genitália, logo imaginou que os homens a tinham a estuprado enquanto estava desmaiada.
Com o estardalhaço que fazia, chamou a atenção de Afonso, Betão e Paulinho, que estavam numa sala ao lado, comemorando o êxito da empreitada. Bebiam aguardente e comentavam quais os próximos passos a serem dados.
Anne olhou os homens que entraram no quarto e quase se mijou de medo, pois eles eram assustadores, um branquelo, alto e magro (Paulinho), um sarará baixo e muito gordo (Afonso) e o outro, um negro enorme e muito mau encarado (Betão).
- Pare de gritar garota, não lhe faremos dano algum. Tão logo teu pai pague o que vamos pedir por ti, serás solta.
- Canalhas, safados, covarde! Se é assim porque me estupraram, quando eu estava drogada? Retrucou a desesperada garota.
- O que é isso maluca? Ninguém fez nada em você! Este não é o nosso objetivo! Qual a razão de tudo isso? Exclamou Paulinho.
- Mentirosos, eu estou toda dolorida, lá embaixo!
Afonso desviou o olhar para Paulinho e este para Betão e exclamou: - Cara, o que foi que você fez com ela, lá na camionete?
- Estupro coisa nenhuma. Eu apenas meti os dedos na bucetinha e no cu dela, nada mais do que isso. Querem ver?
Sem esperar resposta dos outros dois Betão foi até a cama onde Anne estava presa e sem o menor protesto da jovem, levantou a barra do seu vestido até a altura dos seios, a deixando totalmente exposta aos olhares dos seus comparsas e nem fechar as pernas podia, pois estava com os tornozelos presos nas laterais da cama e, para cúmulo do azar, Anne não usava sutiã, pois tinha seios firmes, apesar de volumosos para a sua tenra idade.
- Vejam ela não tem nenhum sangramento na bucetinha! Afonso e Paulinho, ao verem Anne, sem a calcinha, com a genitália toda exposta e os seios com mamilos eretos, ficaram embasbacado, com tamanho formosura. Afonso logo indagou. – Cadê a calcinha dela?
Com um sorriso maroto, Betão tirou a peça do bolso e a mostrou. – Ela agora é minha, como lembrança de uma bucetinha virgem, cheirando a azedo.
Paulinho se aproximou e sentou na cama, não conseguindo tirar os olhos da nudez da apavorada Anne Mary. – Betão, você meteu o dedão dentro dela, será que não tirou a virgindade da garota?
- Que nada cara, o meu dedo só foi mais fundo no cuzinho dela! Veja você mesmo, cara! Ela está aí, a tu disposição.
Como que atraído por um irresistível imã, Paulinho repousou a mão esquerda no seio de Anne Mary e fez leve pressão, rolando entre os dedos o mamilo.
A menina berrava alucinada, tentando se safar das cordas que a prendiam à cama. Sem se importar com isso, a outra mão dele, espalmada, pousou sobre sua bucetinha, fazendo leve pressão. Depois o dedo indicador, foi separando as trêmulas e macias carnes, até tocar o pequeno veu que barrava a entrada de sua grutinha.
Afonso, também de olhos vidrados, vendo o chefe manipular com os dedos a bucetinha da menina, não resistiu e com mãos nervosas, puxou o vestido dela e o tirou de vez pela cabeça.
Gritou extasiado: - Meu Senhor! Como pode uma gatinha tão novinha ser tão diabolicamente gostosa! Como um alucinado, se curvou e com a boca prendeu o mamilo esquerdo de Anne, mordendo e chupando o róseo botãozinho.
A cena era por demais erótica e Betão o causador de tudo aquilo, não resistiu e abocanhou o outro seio de Anne Mary.
Agora, Anne estava com os três homens sobre ela, a devorando como animais. Paulinho, agora cheirava os dedos que enterrou na bunda e na buceta da garota. Parece que tinha perdido todo o seu plano inicial, que era apenas pedir o resgate e libertar a menina.
Os gemidos e os gritos dela, parece que os incentiva a continuarem o ataque. Agora era impossível voltar atrás e neste momento ficou decidido o destino de Anne Mary, a jovenzinha de apenas dezesseis anos, que foi sequestrada para enriquecer seus raptores, agora estava seria estuprado pelos três, que enlouquecidos de prazer a queiram por inteiro.
Não tendo nenhum impedimento, Paulinho levou a boca até a bucetinha de Anne e a chupou, lambeu e mordeu as tenras carnes, enquanto os outros dois quase arrancavam os mamilos da aterrorizada garota, que não parava de berrar, em frente ao covarde ataque do trio de sádicos. Seus gritos só foram sufocados pela boca de Betão, que mordia os lábios inferiores e introduzia a áspera língua boca a dentro de Anne.
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Paulinho, Betão e Afonso, entraram em acordo e ficou decidido que antes de pedir ao bilionário pai dela, o resgate para libertar a menina, ela seria fodida pelos três. Já a tinham bolinado pouco antes e agora não havia retorno. Anne tinha gritado, chorado e implorado que parassem de a tocar, mas isso apenas os incentivou ainda mais.
A sabiam virgem e isso os excitavam, tirar o cabacinho de uma virgem era o sonho de Betão e esse foi o seu desejo secreto, desde que a viu nos noticiários, quando forjou o seu sequestro. Invocou a si, o privilégio de ser o primeiro a comer a menina, tirando o seu cabacinho. Entretanto Afonso e Paulinho não concordaram e ficou resolvido que a sorte nos palitinhos indicaria o sortudo.
Não é que foi justamente ele, Betão, o sorteado para ser o primeiro homem na vida de Anne. Isso para a infelicidade dela, pois o enorme negrão se mostrava ser o mais violento, quando mordeu e chupou seus mamilos, deixando sinais dos dentes no bojo do seio da infeliz e quase arrancou sua língua a chupando como um animal maluco.
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Anne Mary, nua e amarrada na cama, chorava em desespero, todo seu corpinho estava muito dolorido e tudo lhe doía, desde a boca, ombros, seios, ventre, coxas e principalmente o bumbum e a xoxotinha, onde o magrelo alto meteu a boca e os dedos, a mordendo e chupando como um louco,
Nunca imaginou que isso pudesse acontecer com ela, sempre com motorista e as vezes com um segurança ao seu lado, a protegendo. Rebelde sempre procurava se livrar destas incômodas vigilâncias. Agora estava profundamente arrependida de suas atitudes, mas era tarde, já estava nas mãos de bandidos tarados, que a estavam violentando.
Chorava sem conseguir se conter e clamava por sua mãe e pai; que eles viessem em seu socorro. Já estava a muitos minutos livres dos canalhas, que depois do primeiro ataque ao seu corpinho, saíram do quarto. Talvez eles não continuassem a machucar mais e a poupassem.
Mas ao ver o enorme negro entrar no quarto e a olhar, com o desejo estampado no rosto, o seu corpo desnudo, perdeu todas as esperanças. Mil vezes pior foi ver ele tirar toda a roupa e exibir como um troféu, o colossal pênis. Anne esbugalhou os olhos ao ver aquela coisa enorme, rígido como um tronco entre suas coxas, apontando desafiador para a frente.
Virgem, inocente e pura, mas não burra, tinha alguma noção sobre a anatomia humana, principalmente da dos homens, que sempre foi motivo de curiosidade de suas amigas e dela mesma, em suas aulas de biologia, com a professora Célia, bem liberal quanto a este quesito.
Nunca imaginou que aquilo pudesse “crescer” como aquele ali em sua frente. A pobre garotinha ficou como que que hipnotizada, o vendo se aproximar da cama. Só então entrou em pânico total. Aquilo não podia estar acontecendo, não com ela. Seus berros de terror podiam ser ouvidos até nos arredores no velho rancho onde estava aprisionada.
Para Betão, o terror demonstrado pela garotinha eram como que colírios para seus olhos e se sentou na cama e ficou apreciando o total desespero de Anne, que mesmo toda amarrada, tentava se soltar, machucando pulsos e tornozelos seguros pelas cordas.
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- Meu Deus... me ajude... não deixe ele fazer isso comigo, era o que gritava em meio ao seu pânico. Invocando sua mãe, seu pai e todos os santos, a coitadinha implorava por clemencia. Tinha noção que estava na eminência de embarcar num mundo de dor e sofrimentos.
Ficou um pouco menos apavorada ao ver que o homem soltava seus pés e braços a deixando sem as amarras, sobre a cama. Como um raio, saiu da cama e foi em direção a saída. Tudo em vão, sentiu que o monstro a segurou pelos cabelos e a puxou com violência de volta à cama.
- Venha aqui, minha putinha gostosa... vamos brincar um pouco. Eu gosto que minhas mulheres esperneiem e façam força para escapar do meu bichinho aqui. Lute comigo gostosinha. Estou taradão por você, vou te arrombar todinha, cu, buceta e até a boca.
Anne sentiu a cabeça dele se intrometer no meio de duas coxas. Mas com a força do desespero, conseguiu dar uma dentada em sua perna, já que ele estava invertido sobre ela. Rindo feito um doido, ele se virou e lhe aplicou um violento tapa que a vez ficar tonta e com sangrando no nariz.
Quando se recuperou um pouco, ele já estava com a cabeça enterrada no meio de suas coxas e como um psicopata sádico mordia e lambia sua xoxotinha, com violência extrema. Com as fortes mordidas, em sitio tão sensível. Anne gritou de dor e esperneava. Mas Betão, com as enormes mãos segurou seus tornozelos e os posicionou a noventa graus, no sentido vertical, a arreganhando ainda mais, facilitando o acesso de sua boca na buceta e no cuzinho de Anne.
Fazia força enorme para escapar do negro, mais com o enorme peso sobre ela, o monstro tarado a imobilizava por completo; ainda mais que nesta posição, o membro dele, fedido e todo úmido, atingia sua face. Tentava virar o rosto para escapar daquela coisa fedida e pulsante que a lambuzava com os seus fluidos.
Betão pressentiu isso e, maldosamente, fechou as coxas e Anne teve ânsias de vômitos, ao sentir seus lábios, nariz e olhos, ficando “melados” com a cabeça do monstro encostando em seu rostinho.
Totalmente dominada, só lhe restava gritar e chorar com as mordidas dele em sua bucetinha, assim mesmo com os lábios bem cerrados, pois o sentia fazendo força para invadir sua boca.
Nem cinco minutos depois, ele fez a pior coisa deste mundo, Betão gozou e esporrou todo o seu sêmen, no rosto de Anne, que descerrou os lábios num esgar de nojo e revolta. Foi o bastante para que cabeça suja do pau, ainda soltando fluídos, entrasse toda em sua boca.
No estertor do orgasmo, se apertou ainda mais sobre o pequeno corpinho que estuprava e sua coxa, como torniquete, comprimiu ainda a mais a cabeça de Anne e o enorme membro entrou toda em sua garganta.
Anne não suportou a pressão exercida e com o membro do negro em sua boca, sufocou e perdeu os sentidos.
Betão não tirou a virgindade da garotinha, contudo esporeou em sua boca e deixou sua bucetinha, cu e coxas, em petição de miséria, tal a quantidade de mordidas que deu na bichinha.
Totalmente saciado em sua tara, saiu de cima de Anne e a vendo toda mole, lhe deu umas tapinhas no rosto e percebeu que não estava morta, apenas sem sentidos. Achou enorme graça ao ver o rostinho dela todo sujo de sua porra, abriu os lábios dela e viu em sua boca o resto do seu gozo lá dentro, a enchendo por completo.
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Anne acordou bastante tempo depois, com algo por cima dela, a esmagando contra a cama. Sentiu muita dor e só então, para seu horror, percebeu que um outro homem, o sarará gordo, estava por cima dela, com o membro todo enfiado no seu ânus. A dor era enorme e Anne berrou em total desespero e esperneou sob o sujeito, mas ele estava bem montado nela, com os braços em volta de seu corpo, segurando os seios e esmagando os mamilos entre seus dedos.
Ele parecia um processo, subindo e descendo rapidamente sobre Anne, fazendo com que o pau quase saísse do cu e depois retornasse ao ninho com força. Afonso respirava fundo e gemia enquanto lambia o pescoço e os ombros desnudos dela.
- Fique quietinha garota... você vai se acostumar com o meu pau na sua bunda... que coisinha mais apertadinhas e quente! Ele exclamava estas coisas nojentas e gritava como um alucinado, no gozo extremo comendo o cuzinho de Anne Mary, que sofria atrozmente com a indigna violação a que estava sendo submetida.
Anne o sentiu todo dentro dela e a cada estocada, soltava um gemido de dor. Não tinha mais forças e nem ânimo para se rebelar, para lutar contra a enormidade de seu sofrimento e ficou inerte sob ele, que entendeu errado sua passividade e achou que a menina estava gostando de ser violentada desta maneira tão hedionda.
- Assim, querida... sei que você está gostando... dentro em breve irei gozar em você... se prepare linda.
Anne o sentiu despejar todo o seu gozo bem fundo dentro de seus intestinos e sentiu até um certo alivio, sentindo o esperma dele, lubrificar um pouco as paredes do seu orifício anal.
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Nem bem Afonso saiu do quarto, entrou Paulinho, que se sentou na beira da cama e ficou ouvindo o choro abafado de Anne Mary, que de costas, abraçava com os braços, sua cabeça, em soluços profundos.
Com a maior cara de pau, ele passou as mãos sobre as costas desnudas dela, numa carícia, que para ele, era muito gostosa, indo deste os ombros até as nádegas, dando leves apertões nas macias carnes da bunda tão sofrida de Anne.
- Nos desculpe, Anne. Não era nossa intenção a estuprarmos, mas tudo aconteceu num relance. Ao vermos teu belíssimo corpinho nu, todo exposto, não nos foi possível resistir. Agora que tudo aconteceu, peço que tenhas paciência e na medida do possível procure apreciar o sexo com a gente. Sei que muitas mulheres gostam se serem estupradas, apesar de fingirem que não.
- Agora chegou a minha vez, sei que meus amigos foram um pouco rudes com você, mas eu lhe afirmo, serei bem carinhoso e vais gostar de ser fodida por mim, Paulinho a virou de barriga para cima, sem nenhuma resistiu dela, já totalmente subjugada a sua triste condição de vítima indefesa dos três canalhas. Moralmente como fisicamente, não tinha mais condições de lhes resistir.
-Assim querida, bem dócil, é como eu gosto... vais gostar de fazer sexo comigo. Por quase meia hora, ele ficou lambendo avidamente cada pedacinho do corpo de Anne, que passiva, mantinha os olhos bem aberto, como que olhando para o nada totalmente resignada com sua triste sina.
- Viu meu anjinho, como lhe falei, sou bem carinhoso e sei fazer um amorzinho bem gostoso. O idiota interpretava o silencia da menina, como se ela estivesse gostando de suas imundas carícias, mas na verdade, Anne não sentia nada, a não ser uma revolta imensa e muita vontade de morrer, por se saber sem forças para lutar contra eles.
Só deu sinal de sua revolta, quando ele se deitou sobre ela e se colocou entre suas coxas, com o pau procurando o acesso de sua sofrida grutinha. Tentou fechar as penas, mas com ele no meio delas, não lhe foi impossível.
Percebeu quando ele iniciou a penetrá-la e deu um berro quando seu hímen foi rompido, sim rompido, pois tanto Afonso como Betão não o fizeram. Eles preferiram vias alternativas para a possuírem. Paulinho, se surpreendeu com o fato dela ainda ser virgem, mesmo depois de passar horas, nos braços de seus dois comparsas. Mas o fato é que sentiu enorme prazer em ser ele a tirar o cabaço da garotinha
Deitada no imundo catre, a jovenzinha jazia toda suja e machucada, com sangramento na buceta e no ânus, tão cruelmente violados. Seios e boca igualmente feridos a faziam sofrer ainda do mesmo modo. Mais ela não mais chorava ou se lamentava. Apenas de olhos abertos, fitava o teto do cubículo, parecendo olhar para lugar nenhum.
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Anne Mary ficou trancada no quarto, sem ânimo para nada, enquanto o trio, na sala ao lado comentavam seus momentos fazendo sexo com a jovem. Cada qual se fanfarreando mais de suas performances, com a garota.
- Pessoal está na hora de deixarmos o prazer de lado e encaminharmos uma cartinha ao velho bilionário, o pai de nossa lindinha, pedindo o resgate por ela. O velho é podre de rico, ele pode muito bem pagar, dois milhões de reais para a ter a menina de volta. Mas vamos esperar mais alguns dias, ver se a polícia está toda ela em busca de Anne e além do mais, neste meio tempo, podemos nos divertir com a gostosa filha dele.
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Cinco, seis dias e nada de Anne Mary dar as caras. Todos sabiam que tudo não passava de mais um trote dela, tal como fez em duas outras ocasiões anteriores. Só Lurdinha, sua amiga do peito, estava achando que desta vez, algo estava fora do normal.
Florência e Elizabeth, seus país, estavam putos da vida com mais esta tentativa de chantagem da filha e somente a delegada Matilde, foi alertada do novo fato, mas ela não se alarmou e estava decidida a dar um basta nestas mentiras da menina, tão logo ela votasse para casa, com o rabo entre as pernas.
Dias mais tarde, o sumiço de Anne Mary começou a deixar seus pais nervosos, já acreditando que desta vez o sumiço da filha não foi proposital. Foi então que Florêncio recebeu em seu escritório matriz, um bilhete de resgate, escrito a mão pela própria filha.
“Papai, eu fui sequestrada e estou presa em um lugar que não sei onde fica. Eles pedem dois milhões de reais pelo meu resgate. A forma e como a troca se dará, lhe será comunicado futuramente. Se concordar com os termos deles, vá a uma televisão, no horário nobre e implorei para sua filha voltar para casa, sem mencionar que ela está sob sequestro. O não atendimento de nossas exigências valera a sentença de morte para sua menina”
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Nem a delegada Matilde, acreditou que o sequestro de Anne Mary fosse verdadeiro. A carta, escrita à mão pela própria menina, assim o comprovava. Anny devia estar escondida em algum lugar e só apareceria depois que seus pais fossem a televisão, dando o ok. E assim ela se sentiria realizada. A delegada, achou, erroneamente, que este não era o modo de agir de sequestradores de verdade e que tudo não passava de mais uma molecagem da menina rica, somente para chamar a atenção de seus pais.
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Anne Mary, com o passar dos dias, era estuprada diariamente pelo trio de sequestradores, que a usavam dos modos mais abomináveis possíveis, ainda mais se tratando de uma garotinha de apenas dezesseis anos.
Anne não tinha mais ânimo para nada, trancada num pequeno cubículo, sem poder ver a luz do dia, só lhe sendo permitido sair para ir ao pequeno e imundo banheiro e servindo de vadia para o trio. A vontade da menina era de morrer, não tinha esperanças para mais nada, nem de ser libertada, pois com o passar dos dias, eles não lhe informaram mais nada e só iam ao quarto para lhe levarem comida e agua, ou então para a estuprarem.
Os dias se passaram e nada do pai da menina ir a televisão, falar o lhe lhes foi pedido. Quinze depois, já revoltados com o miserável pai de Anne, que preferia ver a filha morta do que desembolsar dois milhões de sua enorme fortuna. Velho sovina e desalmado.
- O que vamos fazer, camaradas? O patifão não vai pagar o que pedidos pela garota. Este foi o comentário de Afonso. – Eu sugiro que a gente queime a menina, só para ensinar ao velhote que não se brinca com a gente. – O que é isso, Betão, nada de matar esta bonequinha gostosa. Vamos ficar com ela mais alguns dias e depois veremos o que fazer. Foi a que sugeriu Paulinho.
Por mais alguns dias, uma semana exatamente, Anne ficou sofrendo nas mãos dos safados, que não lhe davam um dia sequer de descanso., agora mais do que nunca, sendo cada vez mais violentos ao estupra-la, isso como uma vingança ao pai dela.
Já se tinham passado vinte e quatro dias do sumiço de Anne e agora todos estavam acreditando que o sumiço da garotinha, era realmente um sequestro verdadeiro e não simples gozação dela.
As condições mentais e principalmente físicas de Anne, estavam chegando ao limite do tolerável e a pobre garota, estava nos limites de sua resistência, sem que os palermas imbecis se apercebessem disso. Só pensavam em violentar a garotinha, cada vez mais usando de extrema crueldade.
Quando resolveram emitir nova ameaça ao velho Florêncio, desta vez fazendo um pequeno vídeo da menina, para ser entregue a ele, foi tarde demais, Anne Mary, não suportando os maus tratos físico e mentais, sucumbiu.
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Realmente, eles não esperavam este trágico desfeito e ficaram bastante abalados com isso. Não só pelo dinheiro que pensavam ganhar com pai dela, como já estavam acostumados ao sexo diário com Anne. Nervosos e tristes com o desenrolar dos acontecimentos, não sabiam o que fazer com o corpo, estirado sobre a cama, onde tanto sofreu.
Gente, vamos ser cristãos um pouco, daremos a oportunidade à família da bichinha, de a enterrar, não que eles mereçam isso, mais ela sim. Eles, de comum acordo, resolveram enrolar o corpo de Anne de Mary, em um plástico e o deixarem em algum lugar em que ele possa ser localizado. E assim foi feito.
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Trinta dias depois do sumiço de Anne Mary todos tinham mudado de opinião, a menina realmente foi vítima de sequestro e até a delegada Matilde estava ciente deste fato. Senhor Florêncio foi à televisão para atender o pedido primeiro dos sequestradores, mas nem assim obtiveram êxito. Não mais houve pronunciamento deles e todos passaram a temer o pior – “O não atendimento de nossas exigências valerá a sentença de morte para sua filha”
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Numa madrugada fria de um sábado, um grupinho de jovens, rapazes e moças, estavam saindo da boate, num final alegre de balada, em direção ao estacionamento do estabelecimento. Ruth e Estela foram as primeiras a ver. Ao lado do carro de Eduardo, o namorado de Ruth, estava um volume de razoáveis dimensões, envolto em um plástico preto, destes usados em obras, fixado por diversas voltas de fios de nylon.
Que merda! Alguém resolveu jogar lixo bem aqui, foi a exclamação primeira de Ruth. Eduardo, com o pé, tentou afastar o pacote, mas parou no ato. Um estranho pressentimento o fez se inclinar e ir liberando os nós que o envolviam, tudo a vista dos demais amigos.
Foi com horror que viram o corpo de uma mulher, de uma quase menina, branco como cera, que parecia dormir.
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Florêncio Sprite, o bilionário e a socialite Elizabeth Sprite, dormiam ou tentavam dormir, remoendo seus arrependimentos. Se culpavam por toda tragédia que se abateu sobre os ombros de sua jovem filhinha Anne Mary. Eles a esqueceram e só se voltavam para seus próprios interesses mesquinhos e agora estavam pagando muito carro a negligência com que a tratavam.
Sueli, a velha e fiel governanta da mansão dos Sprite, muito cautelosamente e super nervosa, bateu à porta do quarto do casal.
Mil perdões senhor, mas é que a delegada Matilde ligou e ela tem péssimas notícias. Anne Mary foi encontrada..., mas ela... ela... está morta.
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No hospital para onde fora levada, a correria era enorme, logo depois das primeiras notícias, informando que a garota encontrada estava sem vida. Fato comunicado à delegada Matilde, que correu ao local e constatou o óbito, num exame superficial.
Mas ela estava errada, a jovem Anne Mary não tinha falecido, apenas se encontrava em coma profundo, fato constatado pela doutora Simone, do corpo de bombeiros, chamado pelos jovens que a encontraram.
Quando Florêncio e Elizabeth chegaram a unidade hospitalar, encontraram primeiro Matilde, a delegada portadora da funesta notícia. – Mil perdões senhores, sua filha não está morta, eu me precipitei. Anne está sendo atendida pela equipe médica. Não sei muito bem o que está acontecendo, mais parece que a menina se encontra em coma.
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Dois meses mais tarde, depois de passar por inúmeras intervenções cirúrgicas, a maioria de cunho reparador, Anne continuava em coma profundo.
Foi comunicado aos seus pais que a garota fora estuprada com requinte de extrema crueldade e que internamente seus órgãos foram severamente danificados e que ela não mais poderá ser mãe.
Fisicamente ela já está curada ou quase, mas continua em coma profundo e não responde a nenhum estímulo. Não sabemos quando e se ela voltará do coma. Vamos dar temo ao tempo, senhor Florêncio, foi a fala do médico responsável pela paciente.
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Eles não sabiam, mas Anne Mary estava ali, ao lado de seus pais. Finalmente ela conseguira ter a atenção deles para ela. Anne estava feliz, flutuava, num lugar calmo e belo, envolto em uma luz ofuscante de rara beleza. Abandonar seu corpo, foi a única maneira que encontrou para se ver livre dos horrores a que estava sendo submetida. Um dia, ela poderia voltar a ele, ao seu corpo tão severamente castigado. Ela faria isso, mas só quando recebesse ordens daquele lindo vulto de mulher que sempre estava envolto pela luz brilhante.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:4 de setembro de 2016 21:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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