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O Sequestro de Madeleine

SEQUESTRO DE MADELEINE

Meu nome é Madeleine, tenho 14 anos e dento de 3 meses farei 15, estou muito ansiosa, preparando a minha festinha. Moro com a minha tia Ruth. Minha mãe morreu quando eu era bem pequena e meu pai, Anselmo, mora no exterior, ele é adido de embaixadas e nunca fixa residência em um lugar, está sempre indo de um país para outro. Acredito que ele é uma espécie de “homem da inteligência” do nosso Ministério do Exterior. Mas o certo é que ele nunca deu muita bola para sua filha e se não fosse a minha querida tia, irmã de mamãe, nem sei o que seria de mim. Tia Ruth é aposentada e ganha um salário miserável, como quase todos os aposentados no Brasil. Papai manda, todo mês, uma boa quantia para ela me educar...pelo menos isso ele faz. Não recebo nenhum carinho por parte dele e, talvez para acalmar a sua consciência, ele abriu uma conta-mesada e todo mês faz um depósito de três mil reais nesta conta. Eu não gasto nem a metade disto e o que sobra deposito em poupança. Me considero, ou me considerava, uma garota bem ajuizada e titia deposita inteira confiança em mim. Tenho algumas amigas, colegas do meu colégio, porém três delas, Vera, Lucy e Helena, são amigas do peito, confidentes e a quem considero como irmãs. Costumamos dormir uma na casa das outras, sempre que surge uma oportunidade. Nossos passeios aos shoppings e cinemas são sempre juntas. Sou a caçula da turma e elas costumam brincar muito comigo por nunca ter namorado. Lucy e Vera tem 16 anos e Helena, a mais velha, tem 19. Adoro minhas amigas, mas tenho uma preferência toda especial por Helena, não só por ela ser a mais velha, mas principalmente por ser um “mulherão”, que chama a atenção de todos por sua beleza e simpatia. Ela é a líder de nossa turminha, que sempre escolhe os nossos passeios e os filmes que vemos, com o seu poder de persuasão. Ela é a nossa “chefona”, e Vera, Lucy e eu a seguimos sem pestanejar. Perto dela pareço um pigmeu, pois tenho apenas 1,58m e Helena 1,90m. Quando estou ao seu lado, me sinto super importante. Na verdade a amizade delas, me basta, principalmente a de Helena, por isso, não ligo muito para os rapazes, que tentam me paquerar, os acho muito superficiais e idiotas e tento sempre me afastar da companhia deles; para mim, basta a amizade de minhas três amigas, principalmente de Helena que me trata com muito carinho, parece até ser uma irmã, que nunca tive.
Mas quanto estamos as três juntas, elas gozam com a minha cara, dizendo que eu estou perdendo a coisa mais gostosa do mundo, que é sentir o volume de um pau entre as coxas. Helena, certa ocasião, levou um consolo de borracha, para nos mostrar. Estávamos em meu quarto, no andar superior de minha casa e sabendo que titia já estava dormindo, caímos na maior bagunça, cada qual querendo passar o brinquedinho no meio das coxas da outra, rindo muito e fazendo de conta que estávamos com tesão. Vera foi mais além e disse que que queria ver como era ter um consolo, roçando sua bucetinha. Helena, a mais safadinha da turma, logo se prontificou a mostrar como era e pediu para Verinha tirar a camisola e ficar nua. Daí para a frente, foi aquela loucura. Helena passeava a ponta do pênis de borracha na bucetinha de Vera, sem introduzi-lo em sua rachinha. Foi o bastante para ela demonstrar tesão de verdade, pedindo para Helena continuar esfregando, pois estava muito gostoso. Eu e Lucy, de olhos arregalados, apenas ficamos observando as duas amigas, naquela safadeza toda. Depois, Helena e Vera, mostrando o pênis para a gente: – Agora é a vez de vocês! Eu dei um pulo, para o outro lado da cama e exclamei. – De jeito nenhum! Eu não vou colocar esta coisa na minha xoxota...nunca! Lucy também disse que não. Mas de tanto Helena e Vera, insistirem dizendo que era a coisa mais gostosa do mundo e que o negócio não ia entrar em buceta nenhuma, era só uma “esfregação” e que ela, Vera, tinha adorado, Lucy aceitou, meio receosa. Foi só Helena começar a brincar com o consolo, nos grandes lábios de Lucy e esta se modificou completamente, movendo seus quadris em direção ao pênis e com voz rouca, a pedir: - Mais rápido, mais rápido e para espanto de nós, começou a gemer de tanto prazer que estava sentindo. Fiquei assustada quando o corpo dela começou a tremer, parecendo que estava tendo um ataque, e pedi assustada...parem, parem...ela está passando mal! Helena deu uma grande risada e retrucou: - Que mal, coisa nenhuma, sua bobinha, ela está é tendo um orgasmo...um senhor de um orgasmo. Fiquei de boca aberta, já tinha lido alguma coisa sobre orgasmo, mas nunca pensei que pudesse assistir alguém tendo um, bem na minha frente. Agora, as três se voltavam para mim, brandindo o pênis de borracha, como um troféu. Corri, rindo muito, para um canto do quarto, exclamando: -Nem morta...gente! Isto não é coisa pra mim! Mas as três me agarraram e me atiraram sobre a cama. – Não senhora, dona Madeleine, você vai ter de experimentar, nós já o fizemos, agora é a sua vez. Brincalhonas e me zoando, foram tirando minha camisola e a calcinha. Receosa, ameacei... Se vocês continuarem com esta brincadeira vou gritar pela titia. Grite, se quiser, tua tia vai ter o maior susto ao saber do que se trata! As três continuando rindo muito e se divertindo com a minha cara, me imobilizaram e Helena começou a esfregar aquela coisa em minha bucetinha. A princípio assustada e reclamando...que boas amigas vocês são...sua cadelinhas. Mas quando comecei a sentir a esfregação nos grandes lábios e no hímen, um arrepio estranho tomou conta de mim e fui ficando quietinha. As três em volta, continuavam brincando com aquilo em minha bucetinha. Na verdade, estávamos todas extremamente excitadas, com toda aquela brincadeira. Comecei a sentir um grande prazer, que subia do meio de minhas coxas, barriga acima. Fechei os olhos e fui abrindo, quase que automaticamente as coxas. As meninas se entreolharam surpresas, com a minha reação e Helena, tomada por intensa fascinação, vendo o meu arrebatamento, caprichou com o pênis em minha xoxota, exclamando: - Meu amorzinho está delirando de tanto prazer! Ela o fazia deslizar por toda a extensão de minha rachinha, indo desde o ânus até atingir o meu hímen. Iniciei a movimentar minha cintura para cima, tentando fazer com que o consolo, entrasse mais fundo, dentro de mim. Helena sabendo de minhas intenções, diminuía a pressão, não o deixando me invadir. Completamente alheia a tudo, só sentindo aquela coisa deliciosa, implorei, soluçando: - Helena, meu amor... enfia tudo...enfia tudo dentro de mim, não aguento mais, eu o quero todo dentro de minha bucetinha, pelo amor de Deus. Helena, tomada por prazer, quase tão intenso quanto o meu, se deitou em cima de mim e começou a beijar e a chupar os meus mamilos, mas tomando o cuidado de não permitir que o pênis tirasse minha virgindade. Quando gozei, num orgasmo muito mais intenso do que o de Lucy, Helena, também o fez. Vera e Lucy, completamente abobalhadas com o espetáculo que eu e Helena estávamos lhes proporcionando, apenas ameaçavam uma risadinha insonsa, em saber o que fazer ou falar. Depois desta festa toda, eu e Helena, passamos a ter o nosso segredinho, que nem as meninas conheciam. Passei a ir dormi muitas vezes na casa dela e ela na minha e nestas ocasiões, sempre fazíamos uso dos seus consolos de borracha. Tomei coragem e me abri com Helena, dizendo dos meus anseios, mas que não tinha coragem para ir adiante. Até que ela prometeu ajudar, me fazendo uma bela surpresa. Fiquei curiosa, mas ela disse para esperar... que qualquer hora eu saberia do que se tratava. Dito e feito, alguns dias depois, quando estava dormindo na sua casa, a surpresa me foi apresentada. Ela foi até o banheiro de sua suíte e quando retornou, levei o maior susto do mundo. Helena estava vestindo um enorme consolo de borracha, preso de tal modo que parecia ser o pênis de um homem de verdade. Ela o balançava, ereto, entre suas coxas, parecia que estava saindo de sua própria vagina. Pronto minha amiga querida, aqui está o teu caralho que tanto sonhavas! - Mas Helena, eu queria um de verdade...não de borracha! – Minha bobinha gostosa, você vai saber que existem poucas diferenças entre os dois...eu vou te mostrar, e sei que você não gosta muito de homem, sendo assim, eu vou ser o teu macho! O que eu não sabia é que aquele pênis de borracha, tinha “dupla cabeça” e que a outra metade estava toda dentro da buceta de Helena, por isso ela não o estava prendendo em seu corpo com nenhuma cinta.
Ela me confessou que não era mais virgem e eu quis saber tudo a respeito, com quem foi, se foi bom, se doeu muito, etc. Ela me contou com riqueza de detalhes como foi e, eu fascinada, extremamente excitada, somente com a sua narrativa, fiquei desejando, também, sentir um membro de verdade, no meio de minhas pernas. Mas cadê coragem! Mas mais abobalhada fiquei ainda, quando ela me confessou que gostava tanto de homem como de mulher e que já tinha passado noites de intenso prazer, tanto com Lucy, como com Verinha. – Que boas amigas, vocês são! Bancando as boazinhas e não passam de umas traidoras...me enganando todo este tempo. – Madeleine, você sempre foi a menininha bobinha de nosso grupo, a nossa santinha, que não tinha nem a coragem de namorar. Ficamos com receio de te contar…mas uma coisa posso te falar, a Vera não sabe que fiquei com Lucy e a recíproca é verdadeira, Lucy também não sabe de Vera. Agora, as duas sabem do meu caso com você, mas não estão com ciúmes, pois elas te adoram...como eu também. Só te peço uma coisa, não conte que eu durmo com as duas, prefiro assim.
Quando Helena me chamou para a cama, pedindo para ficar nua. Fiquei muito receosa, olhando aquele troço enorme, saindo do meio de suas coxas e perguntei se ela já tinha usado aquilo com as meninas e ela disse que não, com elas eram apenas “beijos e línguas” e que a primeira vez que elas tinham visto um consolo, foi lá em casa, na outra noite. Mas que comigo seria diferente e que ela estava louca para me “foder de verdade”, pois a muito tempo tinha já vinha sonhando com isso. – Aí meu Deus, foi aí que fiquei realmente com medo... será que ela iria enfiar aquele negócio enorme em minha bucetinha? Apreensiva e ao me tempo nervosa, pedi: - Helena, vamos apenas brincar, como naquela noite, está bem assim? – Tá bem, sim...você é quem vai decidir...hoje eu vou te amar e vou te deixar maluca de tanta tesão! Estávamos sozinhas em sua casa, pois sua mãe trabalha à noite. Completamente despidas, comecei a ser beijada por Helena Ela se deitou por cima de mim e senti no meio de minhas coxas, o enorme pênis de borracha e, ainda murmurei, com sua língua enfiada em minha boca... lembre-se, só na portinha! Nunca tinha sido beijada, mas agora ela me devorava toda, passeando com os lábios todos os meus recantos. Helena, como uma faminta, sugava meus mamilos e foi descendo até encontrar a minha xoxota. Foi como que um choque elétrico, quando iniciou a chupar meu clitóris. Que coisa deliciosa... fui a lua e voltei, num piscar de olhos. Daí para a frente, completamente enlouquecida me entreguei completamente às taras de Helena. E quando ela voltou a se deitar em cima de mim e o consolo encontrou a entrada de minha buceta, comecei a mexer meus quadris freneticamente, abrindo as coxas, para facilitar melhor o contato. Helena, murmurava palavras sem nexo, respirando forte e compreendi algumas frases, tais, como...gostosa, minha menina gostosa. Com a boca colada a minha, dizia... vou te foder todinha, sei que você também quer! – Posso? Posso? – Completamente dominada por ela...esqueci todos os meus receios, todos os meus pudores e apenas respondi, que sim, que ela podia me penetrar, que eu a queria toda dentro de mim. Eu era a fêmea e ela o meu macho... o meu homem e quando Helena me abraçou forte e fez pressão, senti a cabeça do pênis encostar no meu selinho, também a abracei apaixonada e implorei: - Meu amor, minha querida, enterre tudo...me coma, eu a quero dentro de mim! Mas quando ela afundou aquele colosso em minha bucetinha, senti uma dor tão intensa que berrei desesperada…parecia que um punhal estava sendo enterrado dentro de mim! – Tire, tire por favor! Está doendo muito...você me rasgou todinha... e gemia de dor. Mas ela abafou os meus gritos de protestos com um violento beijo, quase me deixando sem respiração e me cavalgando com furor, subindo e descendo, com o mostrengo dentro de mim. Tinha perdido minha a virgindade, nas mãos de minha amiga e agora, com ela em um vai e vem cadenciado, eu apenas soluçava, deixando ela me possuir, como uma possessa. Pouco a pouco os gemidos de dor foram sendo suplantados por gemidos de prazer...eu berrava e uivava como um animal no cio e tivemos juntas um tremendo orgasmo, que de tão violento exauriu nossas forças e ficamos ali, deitadas, uma dentro da outra, por longos minutos. Depois, Helena ainda deitava sobre mim, ficou me encarando, com cara de apaixonada e eu sem graça. – O que foi, porque está me olhando deste jeito? - Madeleine, meu amor, fora Vera e Lucy, eu já fiquei com muitas outras meninas...mas com você foi a experiência mais assustadora que tive até agora. Nunca vi ninguém gozar com tamanha intensidade, com tanta paixão, você parece outra pessoa, não mais a menininha bobinha, com apenas 14 anos, que até então nada sabia sobre sexo! Se transfiguras em uma fêmea feroz, na época do cio, nunca vi coisa igual! Receosa, com suas palavras, perguntei: - Você ficou com zangada comigo, meu amor? - Não, minha garotinha, não fiquei zangada com você...fiquei foi encantada e emocionada. Você é a coisinha mais deliciosa que tive até hoje!
Muitas outras noites de paixão, tivemos juntas. Eu estava loucamente apaixonada por Helena. Ela me ensinou tudo sobre sexo e eu queria estar sempre ao seu lado, dormir na casa dela ou ela na minha. Cheguei a relaxar minha amizade com Vera e Lucy. Helena me pedia mais cuidado, pois não devíamos levantar suspeitas, principalmente de minha tia e da mãe dela. Louca, pedi para ela comprar outros tipos de pênis artificiais, pois queria experimentar todos eles. Helena, na cama, me matava de tanto prazer; sua língua percorria todos os meus buraquinhos, mas o que eu mais gostava era quando ela chupava o meu cuzinho e enfiava a língua bem fundo. O pênis de dupla face, continuava a funcionar a todo vapor e eu passei a adorar, quando ela me fodia com ele, enquanto sentia em meu rabinho, um outro, todo enterrado em mim. Minha paixão por Helena, quase que obsessiva, me fez relaxar nos estudos e com os meus deveres em casa, com minha tia Ruth. Deixei de lado todas as minha amigas e demais colegas do colégio. Só conseguia pensar em Helena, vivia para ela. Nada mais tinha importância para mim. Namorar rapazes, nunca, nem pensar, eu já tinha em Helena, meu amor querido, e isto era tudo o que precisava na vida. Minha querida, sempre me pedia que procurasse esconder um pouco, meus sentimentos. Mas não tinha jeito, não conseguia controlar minha idolatria por ela. Cada vez mais, passei a afastar do meu círculo de amizade, os rapazes...homens para mim, não me despertavam mais nenhum interesse.

Numa tarde, eu fui sozinha ao shopping, pois o Natal estava próximo e eu queria comprar uns presentinhos para minha amante, queria lhe fazer uma surpresa. Saí de casa, com apenas alguns trocados na bolsa, quando cheguei ao Shopping, fui logo a um caixa eletrônico para fazer um pequeno saque, pois as compras eu faria com o cartão. Tão distraída estava, nem notei que dois rapazes que aproximaram de mim, um de cada lado. Quando me dei conta da presença deles, fui cumprimentada efusivamente por um deles, que me abraçou, como um velho amigo. Oi garota! Você por aqui! Que bela surpresa... quero lhe apresentar o meu amigo Rodrigues. Fiquei completamente sem graça, pois, não tinha a menor lembrança dele.... E titubeante. – Me desculpe, mas como é mesmo o seu nome, não me lembro que onde o conheço! É do Colégio Santa Rita? – Garota esquecida, é logico que é do Santa Rita! – Como como você está gostosa, hem! Meu nome é Ricardo, se lembre! - Me desculpe Ricardo, mas não estou me lembrando de você; qual foi mesmo a turma que estudavas? Neste papo todo, o amigo, o tal de Rodrigues, me abraçou pelo ombro, e eu atrapalhada não sabia como agir...não tinha a menor lembrança dele, lá do colégio. Ricardo é um rapaz muito alto e forte, e sei que seria muito difícil eu me esquecer de um cara assim, mesmo já não tendo nenhum interesse em rapazes. Já Rodrigues, tinha a cara de fuinha, baixinho e antipático, feio como o diabo. Ricardo, bem junto do meu ouvido, falou: - Olhe garota, olhe o que eu tenho em minha mão, debaixo da revista. Surpresa, olhei...e levei o maior susto do mundo. Ele estava com um canivete, deste de abertura automática, encostado em minha barriga. – Fique quietinha e nada de escândalo, isto é um sequestro relâmpago. Você nada sofrerá, mas ficará conosco apenas o tempo necessário para que possamos fazer saques em dinheiro e fazer compras com o seu cartão bancário, serão poucas horas e se você colaborar e fores bem boazinha nada te acontecerá. Só queremos o teu dinheiro, o celular e o teu cartão, pois vimos quando você o usou ainda a pouco. Tremendo de medo, mas me lembrando dos conselhos de minha tia, consegui manter o sangue frio, - Está bem... podem levar tudo, eu não vou reagir... só não quero é que me machuquem. Pode deixar, garota, nós só queremos levar o que você tem de valor, nada mais. Não precisa ficar nervosa; agora venha com a gente, até o estacionamento, não queremos chamar a atenção do pessoal. Colabore e tudo ficará bem, estás compreendendo? – Sim, sim, eu vou...mas por favor, depois deixem eu ir embora. Os caras foram me levando em direção ao estacionamento, parecíamos três jovens amigos, numa tarde de sábado, passeando. Lá chegando, me obrigaram a entrar em um carro, com os vidros escuros. Entre aí atrás, garota. Com as pernas bambas, já completamente apavorada, obedeci… chorosa, implorei...por favor, não me machuquem. Porque tenho de estar aí, no carro, com vocês? Neste momento vi que no banco dianteiro estavam mais dois caras. Um gordo, com cara de bolacha e outro, um moreno fortão, com pele muito escura, com um bigode ridículo. No banco de trás, rodeada pelo dois, tremia apavorada, tamanho era o meu medo, pois estava sendo sequestrada por 4 bandidos e mesmo com a promessa de que logo seria libertada, não conseguia me controlar e passei a chorar como uma bebezinha. Ricardo, segurou o meu queixo, que batia descompassadamente, não de frio, mas de medo e tentou me consolar. – Que garotinha mais covarde! Eu já não lhe falei... que nada lhe acontecerá? Eu garanto que nós não vamos lhe fazer nenhum mal, desde que você continue a ser a menina boazinha, como está sendo até agora. Fiques calma...aqui eu sou chefe e mando nestes merdas aí. Minha palavra é lei. Mas eu não podia ficar calma, pois com os cantos dos olhos, pude observar que o gordão bolachudo, me devorava com os olhos, não desgrudando os olhos de minhas pernas, pois minha sainha era curta e no meio dos dois e nervosa como estava, nem percebi que estava com a saia bem acima do meio de minhas coxas. Ricardo pegou minha bolsa e retirou o meu cartão e exigiu a minha senha de acesso e tudo o mais, tentei negar, mas ele me deu dois fortes tapas e um filete de sangue começou a sair do canto de minha boca. A dor que senti foi muito forte, me acovardei e temendo outros tapas, lhe passei as minhas senhas imediatamente. – Pessoal, eu vou lá no shopping, fazer uso do cartão da nossa gatinha, vocês vão rodar por aí e quando eu avisar pelo celular, que está tudo pronto...vocês parem na porta principal, não entrem no estacionamento. Vou lhes avisar, tomem conta bem direitinho da nossa garotinha, não quero nenhum abuso com ela. – Moreno venha aqui para trás, fique junto dela, não confio neste baixinho safado. Ricardo saiu do carro e o Moreno veio se sentar ao meu lado. O carro partiu, como ordenado por Ricardo e aí fiquei mais sossegada, pois moreno, me inspirava mais confiança que o gordão.
O Gordo safado, pegou o meu celular, na minha bolsa e ficou mexendo nele, certa altura soltou um palavrão e exclamou para os outros dois: - Puta merda! Olhem só o que eu estou vendo! – Esta putinha e algumas outras, quase nuas, tomando banho na praia! O cara de fuinha logo fez questão de ver. – Que minas gostosas! Mas você é a mais gostosa de todas, podes ter certeza. Eles estavam se referindo a um filmezinho que eu e minhas três amigas, fizemos em um fim de semana, Tínhamos ido à praia, de biquíni, tá certo que eles eram um pouco ousados, mas nada que as garotas de hoje não usem. Para aqueles doentes, eu estava quase nua! Que palhaços! O moreno também quis ver e nesse momento fiquei, receosa, pois o cara não parava de olhar o filme no aparelho, com os olhos vidrados. Senti quando o fuinha apertou o seu corpo contra o meu, me obrigando a encostar no moreno. Este parou de olhar o celular e fixou os olhos em mim. Apertada entre os dois, senti quando Rodrigues encostou a ponta do canivete em minha barriga e com a maior cara de pau. – Fique bem quietinha, senão eu te furo. Não entendi logo o que ele queria, só quando ele levou a mão por baixo de minha saia e a subiu rapidamente até minha calcinha, foi que amedrontada, olhei para o moreno, como que pedindo proteção. – Ricardo falou que vocês não poderiam me tocar. Mas quando vi o olhar, cheio de desejos do moreno, estremeci. O cara de fuinha, já estava com as mãos por dentro de minha calcinha, mas eu fechei as coxas o mais pude e impedi o seu acesso à minha xoxota. Vou contar a Ricardo, ele me prometeu...mas não pude falar mais nada... O Moreno abriu minha blusa e rápido como um raio, estava a beijar e chupar o meus seios. Tentei gritar desesperada, tentando me livrar do ataque dos dois, mas o punhal saiu de minha barriga e veio dançar em meu rosto, com a ponta afiada fazendo pressão em minha face. Fiques quieta e não grites, senão vou fazer um lanho em teu lindo rostinho. Atemorizada e completamente acovardada fiquei sem ação e não tive outra opção e deixei eles me tocarem. Os lábios do moreno, sugavam os meus mamilos com grande força, parecia um bezerro a mamar em uma vaca. Minhas coxas fortemente cruzadas, ainda impediam o acesso mais íntimo dos dedos do fuinha. Os minutos passavam e nada de Ricardo voltar, ele era a minha última esperança. O gordo continuava a guiar o carro, olhando constantemente pelo retrovisor o que estava acontecendo no banco traseiro. Eu continuava a lutar bravamente contra as investidas deles, com as pernas fechadas como um ferrolho. Mas o chupar do Moreno em meus seios e os dedos do Fuinha, foram fazendo efeito e mesmo sem sentir, fui abrindo as coxas, completamente mole. Os dedos finalmente alcançaram minha bucetinha e quando senti o mexer deles no meio de minha rachinha, fiquei completamente sem ação, sentindo que estava ficando lubrificada e completamente excitada, me lembrei de Helena, fazendo as mesmas coisas e abri as coxas completamente, facilitando o acesso dos dedos atrevidos e quando Moreno subiu sua boca, em busca de meus lábios, foi automático, correspondi loucamente ao beijo molhado que ele me deu, imaginando que era Helena que li estava. Sua língua invadiu minha boa e eu gemi de prazer, sentindo como que um violento choque percorrendo todo o meu corpo e não tive controle sob minhas coxas, que se fecharam violentamente, prendendo os dedos do Fuinha dentro de minha bucetinha, impulsionadas por forte orgasmo e chorei envergonhada, por não ter resistido às carícias dos dois canalhas, meus sequestradores. Minutos depois, eles me deixaram e ameaçaram. – Se você contar alguma coisa para o Ricardo, nós vamos dar um jeito de te matar... fiques de boca fechada, pois afinal de contas vimos que você adorou, pois gozou como uma putinha em nossas mãos e bocas.
Completamente assustada com minha reação e envergonhada ao extremo, me arrumei rapidamente e fiquei em absoluto silêncio entre os dois, medrosa com as ameaças. O Gordo, no volante, com cara de tarado, só dizia. – Eu também quero a minha parte, garotinha. Neste meio tempo o celular tocou, era Ricardo avisando que já tinha sacado o dinheiro e feito compras com o meu cartão. Quando ele chegou e ocupou o lugar do Moreno, ao meu lado, estranhou o meu silencio e indagou. Franguinha, porque estás tão quieta? Alguma coisa aconteceu...eles te molestaram? – Não nada disso, é que estou com muito medo. Agora que você já usou o meu cartão, sacou o meu dinheiro e fez as compras que querias, posso ir embora? – Não meu anjinho, eu não vou soltar você agora! Alguma coisa está errada nesta tua história. Como é que uma menininha tão novinha, tem um cartão de crédito, com limite tão alto e com tanto dinheiro na conta? Você vai conosco, vamos esticar mais um pouquinho este teu sequestro...quero ter uma longa conversa com você. Não tenhas medo, nada de mais vai lhe acontecer. Quando Ricardo falou isso, senti o olhar gelado do Moreno sobre mim e me acovardei e resolvi ficar bem quietinha.
Fui vendada, amordaçada e amarrada e levada para o porta-malas do carro, com a recomendação de ficar em absoluto silêncio, senão seria pior para mim. Rodamos por muitas horas e pelo sacolejo do carro devíamos estar em uma estrada de chão batido, com muitos buracos. Quando estacionamos, fui levada no colo de alguém para um espécie de galpão e depositada em uma cama ou estrado, pois senti a dureza em meu corpo. Nesta altura, que Deus me perdoe, estava tão aterrorizada, que não consegui me segurar e me mixei toda. Não sei quanto tempo fiquei lá, toda amarrada, só tiraram a venda e a mordaça. A noite chegou e ninguém entrou no galpão em que eu estava presa. Com o corpo dolorido, por estar tanto tempo amarrada e cheirando a mijo, consegui dormir um pouco, assustada com os ratos que infestavam o lugar. Tive pesadelos horríveis, me sentindo estuprada pelos meus sequestradores e com os ratos passeando por cima de mim. Na manhã seguinte, Ricardo e o Gordo, entraram no galpão e com a maior cara de pau, Ricardo indagou. – Como é minha gatinha? Dormistes bem? Foi só neste momento, que percebi, que Ricardo, o chefão, era o pior dos quatros sequestradores, e que era dele que devia ter mais medo. Madeleine, eu percebi que a tua família deve ter grandes posses, pois só assim uma garotinha como você pode ter uma conta bancária tão rechonchuda e pensando melhor, resolvi pedir resgate por tua liberdade. Não tenhas receio, tão logo estejamos com o valor pedido, vamos te libertar. Eu já não acreditava em nenhuma promessa dele; mentiroso safado e pérfido. Mas tive a coragem de lhe informar que ele estava completamente enganado. Eu não era rica e morava com uma tia aposentada, que recebia pensão do INSS. O canalha, rindo, me deu um tremendo tapa, abrindo ainda mais o pequeno corte, ocasionados pelos tapas anteriores. Fiquei completamente atordoada com a violência do covarde, que nem se importava que eu estava toda amarrada. Madeleine, Madeleine...você é uma tremenda mentirosa! Se continuares a mentir, vais apanhar ainda mais! Como é que uma aposentada pode lhe proporcionar uma mesada tão gorda? De agora em diante eu não quero saber mais de mentiras de tua parte. Tens conta no banco, usas roupas caras e tens um celular de última geração! Quero saber tudinho, como consegues tudo isso, com uma “pobre titia aposentada” e quero saber agora, sem nenhuma conversa mole! Soluçando copiosamente e sem opção, tive de lhe contar que o meu pai era quem mantinha o meu nível de vida, me dando uma boa mesada. Há! Agora a coisa muda de figura, temos um papai que banca a bonequinha...porque falastes que vivias com a tiazinha? Tive de abrir todo o jogo, que papai trabalhava na embaixada no Japão e que todo mês depositava minha mesada no Banco do Brasil. – Agora a coisa melhorou muito, temos uma filha de embaixador, vamos lucrar muito com isso! - Não, meu pai não é embaixador, é um adido na embaixada. - Não tem importância, pelo valor que ele lhe manda, deve ganhar muito dinheiro. Vamos pedir resgate por você... e já que deve ganhar em dólares...vamos pedir uma boa quantia, para devolvermos a sua filhinha querida. Que tal quinhentos mil dólares? Será que o teu papai acha que você vale tudo isto? – Você tá maluco, meu pai está no Japão! Como vais pedir para ele pagar este absurdo! - Telefono para a tua tiazinha e ela que se vire... entre em contato com o teu querido papai lá no Japão e pronto ele vai remeter estes dólares. – Mais isto vai demorar muito tempo! Não posso ficar tanto tempo presa aqui com vocês! – Vai sim...você vai ficar conosco o tempo que for necessário para recebermos os nossos dólares... e aí de você se ele resolver não pagar, vamos te devolver toda fatiada, dentro de uma mala. Aterrorizada, com esta terrível ameaça, fiquei quase que em choque. Tinha certeza que meu pai pagaria qualquer quantia para me ter de volta, mas pelo tempo que teria de ficar nas mãos daqueles facínoras, meu coração disparou e apesar de não ser religiosa, rezei à Virgem Maria, por proteção.
Putinha gostosa, agora eu vou até o próximo Caixa 24 horas, bem longe daqui, sacar o restante do teu dinheiro, pois ontem, só pude retirar mil reais, que é o teu limite diário. Podes ficar tranquila, pois vou levar o Rodrigues, que é o mais tarado por ti. Tomando conta de você, vou deixar o Moreno e o Gordo, eles tem ordem para não te molestarem. Quando ele falou isso, o Gordo, olhou para mim com a maior cara de tarado e sem que Ricardo percebesse, jogou um beijinho. Alarmada, sabendo que os dois não me poupariam, berrei para Ricardo: - Não, pelo amor de Deus, não me deixes sozinha, me leve junto e completamente desnorteada comecei a soluçar alto, sem conseguir falar mais nada. Ricardo se virou antes de sair e apenas falou, satírico. –Nossa! Eu sabia que era gostoso, mas não tanto a ponto de uma delícia como você, ficar implorando que eu fique com ela! E saiu do galpão dando risadas, junto com o Gordo. Meu pavor era tanto, que apesar do passar dos minutos, não conseguia parar de soluçar. Tinha certeza, que mais tarde ou cedo, o Moreno e o Gordo viriam me procurar...e que Deus me protegesse deles!
Não deu outra, nem bem ouvi o ruído do carro de Ricardo partir, os dois pilantras entraram no galpão. Olharam para mim, com os braços e as pernas atadas e deram uma risadinha de mofo. - Nossa gatinha...você está fedendo a mijo e este galpão é uma merda. Ricardo falou para nós cuidarmos bem de você... e é o que vamos fazer. – Vamos te levar para a casa e lá poderás tomar um bom banho...não vamos fazer nada de mais com você, podes ter certeza. Eles me desamarraram e com o corpo todo dormente, tive dificuldade para andar, quase caindo. Moreno me colocou sobre o seu ombro, como se fosse um saco de batatas e me levou para a casa, sem antes cobrir minha cabeça com um saco preto. Não queremos que você possa identificar este lugar, é para o teu bem! Fui levada para um lugar, subindo uns degraus. Quando pude ver onde estava, verifiquei que era um quarto, com as janelas toda pregada com madeira, não deixando entrar nem um restinho de luz do dia, anexo um banheiro minúsculo. Gatinha, está será a tua casa, enquanto estiveres conosco; tudo o que necessitares, nós traremos pra você... é só pedir. Era um quarto pequeno, não devia ter mais de 2,5 metros de lado e o banheiro, com uma cortina velha como porta, mal cabia o vaso sanitário e um cano que pretendia ser um chuveiro. Como móvel, uma cama com um colchão sem lençol e nenhum travesseiro e coberta. Quando pedi uma toalha para poder tomar banho e roupas para a cama, eles caíram na risada. – Garotinha, você só vai receber a toalha e um vestidinho para vestir e é só...pois esta tua roupa está fedendo mais que um gambá. Não penses que terás o conforto de tua casa. Como cortesia vamos lhe dar um sabonete, para você lavar muito bem está tua bucetinha. Meu Deus, eu não merecia isto, sempre fui uma garota comportada, porque estava recebendo este castigo? Eles me trancaram no quarto e saíram, alguns minutos depois, Moreno abriu a porta e me entregou uma pequena toalha de rosto e um sabonete de péssima qualidade, mas era tudo o que eu necessitava neste momento, mas antes dele sair eu pedi.... Pelo amor de Deus, me traga alguma coisa para vestir...vocês prometeram. – Garota de merda, você pensa que está onde? Isto aqui é o teu cativeiro, não um hotel, mas vou ver o que posso arranjar para você. Ele saiu, trancando a porta e eu respirei aliviada, eles não tinham tentado nada comigo, talvez estivessem com medo do chefão e me deixassem em paz.
Um pouco mais calma, fui tomar banho. A porcaria do minúsculo banheiro não tinha nem um prego para pendurar a toalha, não teve jeito, fui obrigada a deixar a toalha e as minhas fedidas roupas, ao lado da cortina dentro da quarto. Tão distraída estava no banho, que nem notei que Moreno e o Gordo estavam no quarto, sentados na cama, só esperando a minha saída. Terminei de me lavar e estendi a mão, para pegar a toalha e minhas roupas, pois queria ao menos lavar minha calcinha e o meu vestido, mas não encontrei nada, abri a cortina para ver onde estavam e me deparei com os dois a me olharem. Dei um grito assustada e fechei a cortina. Com o coração a sair pela boca, supliquei. – Vão embora e me deem as minha roupas, por favor...as últimas palavras já entrecortadas por soluços. Não, gatinha, nós não vamos embora agora, só depois de provarmos um pouco das tuas delícias. – Eu vou contar tudo para o Ricardo e ele vai brigar com vocês...vão embora, não quero nada com vocês! Não abusem de mim, pelo amor que vocês têm por suas mães!
– Nós sabemos que você fixa excitada com facilidade, garota, o Fuinha nos falou...não esqueças que você gozou nos dedos dele. Nós também vamos deixar a tua bucetinha bem lubrificada. Não tenhas medo, venha aqui...sabemos que você fica toda molhadinha de tesão quando és bolinada. – Não vou...não vou, não quero nada com vocês...Meu deus me ajude. Sentada no vaso, com as mãos tentando tapar minha nudez, chorava desesperada, foi quando o Gordo afastou a cortininha e me puxou pelos cabelos, para o quarto. Consegui me levantar e corri para a porta, alucinada, mas antes de dar dois passos fui agarrada e jogada sobre a cama, completamente nua. Berrando como uma doida, lutei contra os dois, O Desespero fazia com que minhas forças fossem aumentadas e dei umas unhadas em Moreno e mordi com vontade o braço do Gordo. Consegui correr, em direção da porta, tentando fugir, mas levei um tremendo soco nas costas, na altura do ombro e fui atingida, em seguida, na boca do estômago por outro soco. Com muita dor e sem poder respirar, cai no chão, sem ao menos conseguir gritar e senti uma saraivada de tapas, socos e chutes me atingindo, com extrema covardia. Perdi os sentidos e quando abri os olhos, foi melhor que tivesse morrido. Os dois, completamente nus, estavam me estuprando. Gemendo de dor, com o corpo todo moído de pancada, estava deitada em cima do Moreno, que com o pênis todo dentro de minha buceta, lambia e mordia meu pescoço e ombros. O gordo, montado em minhas costas, se movimentava como um porco, todo enterrado em meu ânus. A dor da dupla penetração, só era suplantada pelas dentadas que estavam rasgando meu ombro e pescoço. Quando eles saíram de mim, foi que, parece, tomaram ciência, do estrago que tinham feito em meu corpo. Estirada sobre a cama, com o corpo todo coberto por equimoses, traumatizado pela bestialidade da agressão sentia o sangue em diversas regiões do corpo, Meus sofrimento era tanto que apenas conseguia gemer bem baixinho, com os lábios partidos e com gosto de sangue na boca. Os dois canalhas, autênticos monstros sádicos, tentaram atenuar a destruição que fizeram em meu corpo. Foram buscar uma bacia com água e pacotes de algodão e durante muito tempo, foram limpando todo o sangue, principalmente das mordidas e pancadas. Mas o estrago que fizeram em minha vagina e no ânus, eram tão evidentes que não tinham como camuflar e nem as manchas e roxas e vermelhas que me cobriam toda. Ricardo saberia, de qualquer modo, que os seus capangas, apesar de suas recomendações, quase me mataram, de tanta pancada e pelo estupro animalesco. Quase em choque, desmaiei novamente e acordei sobressaltada, com um grande alarido, à porta do quarto, que estava aberta. Ricardo furioso, discutia com Moreno e com o Gordo e com uma arma em punho, os ameaçava de morte. Os dois covardes, quase que implorando perdão ao chefe, apenas afirmavam que não me tinham violentado, apenas tinham brincado um pouquinho comigo e só. Meus Deus, eles estavam a dizer à Ricardo que foi só “um pouquinho”, foram mais de cinco horas que eles me levaram a quase a morte, de tanto me surrarem e de me violentarem. Ricardo não se conformava…só um pouquinho merda nenhuma, olhem o estrago que vocês fizeram no corpo da garota! Os seios e os ombros ainda estão com as marcas dos dentes, e olhem a buceta, toda vermelha de tanta ser chupada e mordida. E estas manchas vermelhas e roxas, como surgiram? Não foi vocês que fizeram? Saiam de minha frente e fiquem bem longe, senão não respondo por mim. Os dois saíram, jurando que não me tinham estuprado. Pressenti quando Ricardo se sentou ao meu lado, e ainda resmungando e alisando o meu rosto...coitadinha, eu não devia ter deixado você com eles, não passam de uns animais.
Fiquei mais de dez dias, sentindo dores por todo o corpo, com dificuldades até para me levantar. Fazer as necessidades fisiológicas era um grande problema, pois tanto minha vagina, como o ânus foram bastantes machucados, pois além dos membros dos dois monstros, outros objetos foram introduzidos dentro de mim. Eu me encontrava completamente aniquilada, tanto física como mentalmente. Nem vontade mais de protestar eu tinha, apenas me deixava conduzir pela vontade deles. Com o passar dos dias, eu não ficava mais trancada no quarto, pois preocupados com o meu estado de depressão, o quarteto me levava para tomar sol, na varanda da casa, e eu lá ficava, vestindo somente um curto vestidinho de chita, que me cobria somente até a metade das coxas. Não tinha vontade nem para “retratar” o lugar onde estava e só me levantava de onde estava, quando eles vinham me buscar.
Não sei quantas semanas depois, estava sentada numa pequena sala, sendo observada pelo Gordo e pelo Rodrigues, o cara de fuinha, que sussurravam alguma coisa e riam, olhando para mim. Fiquei assustada, será que eles iriam me atacar novamente! Mas não era nada disso, eles estavam era muito alegres, pois parece que as tratativas com referência ao meu regate estavam caminhando para um desenrolar. Ouvi o carro de Ricardo chegar e ele, entrou na sala como um furacão, acompanhado de Moreno, comentando aos berros: - Sucesso... vencemos, o pai desta cadelinha, resolveu pagar o meio milhão de dólares. Os quatros passaram a falar ao mesmo tempo, pulando pela sala, alegres como meninos que ganharam a primeira bola. Com esta notícia, saí do apatia que me encontrava, e voltei a ter esperanças...finalmente seria libertada daquele inferno. Ricardo veio até mim e me puxando pelos braços: - Se alegre garota, seu papai é um cara muito sensato e entramos em acordo, agora só falta estabelecermos como faremos a troca...você pelo dinheiro. Quatro dias depois, Ricardo exigiu e conseguiu de papai, que primeiro eles receberiam o dinheiro e só depois me libertariam. Ele, acompanhado do Gordo, foram buscar o resgate, não sei como e onde isto seria feito, mas Ricardo falou que tinha encontrado uma maneira infalível e que dentro de poucas horas estaria de volta com a grana. Recomendou ao Moreno e ao Fuinha, que tomassem conta bem direitinho de mim, pois eu era uma “ordem de pagamento” em branco, que os faria ficarem ricos para o resto da vida.
As horas foram passando e nada do retorno de Ricardo e do Gordo. A noite chegou e nem sinal deles, Moreno e Rodrigues, já estavam alarmados... achando que alguma coisa dera errado. De madrugada, já quase amanhecendo, o Gordo bateu à porta, com a roupa toda coberta de sangue e, apenas conseguiu murmurar. – Deu tudo errado, a polícia nos armou uma armadilha e o Ricardo foi morto, eu consegui fugir, mas fui atingido por tiros. Não sei como, me embreie no mato e despistei os caras...a maleta com o dinheiro, tinha também, um rastreador. Fomos para o nosso antigo esconderijo e eles pensando que a garota estava lá, nós atacaram com vontade. Ricardo conseguiu atingir uns dois ou três e eu nem reagir pude, pois fui atingido de imediato. O Gordo não pode falar mais nada, caiu morto no meio da sala. Moreno e Fuinha, desesperados, não sabiam o que fazer, sem a liderança de Ricardo os dois não tinham iniciativas. Acovardados e com medo que os tiram tivessem seguido o Gordo, eles me trancaram no quarto e fugiram, como ratos, para o meio do mata.
Fiquei trancada, por alguns dias, sem comida e apenas bebendo água da torneira do banheiro. Pensei que ia morrer de inanição, tamanha era a minha fome. Minhas esperanças iniciais era que, realmente, a polícia tivesse seguido o Gordo e viesse me libertar. Mas isso não aconteceu e agora eu estava deitada na cama, esperando a morte chegar. Senti a morta se abrir e olhei, cheia de esperança...finalmente estava sendo salva, mas o desespero e o horror me envolveram por completo, quando Moreno e Fuinha entraram. Eles tinham fugido para o mato e depois foram para a cidade e lá tomaram conhecimento, pelos jornais, da “tragédia ocorrida pela tentativa de resgate da adolescente, filha de um diplomata”. A matéria descrevia com detalhes o fracasso da ação policial. Um sequestrador foi morto e um outro, ferido, conseguiu fugir. Três policias ficaram feridos e a menina continuava desaparecida, mas que as buscas pela garota continuava intensas. Sabendo que o cativeiro não tinha sido encontrado, resolveram voltar, pensando que a encontrariam morta, pois fazia muito tempo que ela estava trancada.
Ficaram surpresos de a encontrarem ainda com vida e neste instante, decidiram que iram receber o regaste de qualquer maneira. Cheios de ódio, pela morte dos comparsas e pela traição que o pai de Madeleine aprontou, resolveram descontar na menina, todas as suas raivas. Eles deram comida à jovem, saciando sua fome e a levaram para o galpão, onde inicialmente ela tinha ficado presa. Eles a amarraram pelos pulsos ao teto e ela ficou lá, a quase vinte centímetro do chão, balançando, como roupa num varal. Saíram e retornaram trazendo uma máquina filmadora e um jornal do dia. Armaram num tripé a máquina e prenderam ao pé da infeliz, o jornal, com a data bem visível. Ligaram o aparelho e aí teve início um espetáculo dantesco. A jovem foi chicoteada, sem dó nem piedade e gritando de dor implorava por piedade. Depois de dez chibatadas, que deixaram profundas marcas pelo seu corpo todo. Eles ordenaram que ela falasse alguma coisa para a câmera, pois o filme seria entregue ao seu pai. Ela só conseguiu gaguejar, entre gemidos de dor. – Papai, me ajude, eu não aguento mais tanto sofrimento... me liberte... eu quero morrer!
O filme apareceu, na caixa de correio de Helena, a grande amiga de Madeleine, pois eles sabiam que lá não existia ninguém à espreita. Vera e Lucy, estavam presentes quando Helena, curiosa, colocou a fita para rodar e quando viram o seu conteúdo, gritaram horrorizadas. Lá estava sua doce e delicada amiga, sendo barbaramente torturada. Suas feições demostrava os terríveis momentos que estava sofrendo, desde o seu sequestro. Imediatamente ligaram para o pai de Madeleine e foram correndo até à casa de Dona Ruth, a tia da menina, onde ele estava hospedado. Junto com a caixa da fita, havia um bilhete, dizendo que a cada dia de atraso, para eles receberem o dinheiro, a garota serei chicoteada, cada dia representando acréscimo de cinco açoites a mais, aos dez iniciais. Que a polícia fosse afastada do caso e somente ele deveria fazer a entrega dos dólares. No dia seguinte, uma ligação, oriunda de um telefone público, anunciava que: Hoje foram quinze chibatadas, amanhã serão vinte, não sabemos até quando sua filha poderá resistir. Finalmente, traumatizado, com o sofrimento de sua filha, resolveu atender todas a exigências dos sequestrados e nesta mesma madrugada, partiu sozinho, para o lugar indicado para fazer a troca e assim foi feito. Ele deixou a maleta com todo o dinheiro em um lugar esmo e foi embora. De binóculo, Moreno vasculhava todo o lugar e viu quando o carro se afastou, mas ele ressabiado, ficou de tocaia por mais uma hora, até ter certeza que estava tudo ocorrendo conforme o plano, Rápido foi até a mala e retirou todo os dólares, os depositando em um saco preto. Não queria ser surpreendido, como Ricardo o fora, com um rastreador, embutido na mala. Se embreou na mata e andou até o dia amanhecer. Certo que não havia nenhuma possibilidade de ter sido seguido, foi até um determinado local, onde tinha escondido uma bicicleta e pedalou alegremente, pela estrada de terra batida, até o seu seguro refúgio. Lá, ele e Fuinha, assombrados com tanto dinheiro, espalharam todas as notas pelo galpão onde, Madeleine, ainda estava pendurada, com o corpo todo cortado, pelas chicotadas recebidas, não dava mais sinal de vida, com o sangue a escorrer por suas pernas. Fuinha, o que Ricardo não conseguiu, nós conseguimos…estamos podres de rico, e isto tudo, agora só será divido em duas partes. Agora vamos embora daqui e desaparecermos no mundo, mas antes vamos nos livrar da única pessoa que poderá atrapalhar nossa boa vida. – Fuinha concordou com Moreno e foi até a garota, que parecia estar sem sentidos, mas ele observou quando ela abriu os olhos e implorou, não por sua vida, mas que que ele a matasse logo, que a libertasse de tanto sofrimento. – Me mate...por favor, foi o que ela murmurou. – Pode deixar, meu docinho, eu vou te mandar para quinto dos inferno...você está me devendo esta, foste responsável pela morte de meus camaradas. Empunhou um comprido punhal e gritando, possesso, o brandiu em direção ao peito da jovem.
Mas antes que a arma atingisse a menina, um leve estampido se fez ouvir, e a cabeça de Rodrigues foi perfurada por certeiro tiro. Moreno nem teve tempo de se mover, outro tiro, também sem muito barulho, o atingiu em cheio na testa e ele caiu, aos pés de seu comparsa. Cinco homens deram entrada no recinto, todos vestidos de macacões pretos, empunhando pequenas e estranhas pistolas, em seguida, Anselmo, o pai de Madeleine entrou, trazendo um minúsculo detector de radiatividade, que serviu para localizar algumas notas de dólares, que foram banhadas com produtos químicos radioativos. Ansioso e correu para a filha e com ajuda dos sujeitos, a libertou. Madeleine, deitava no colo do pai, apenas o olhou e com um leve sorriso, perdeu os sentidos. – Pronto Anselmo, sua filha está segura com você e o meio milhão de dólares, vai servir para pagar a nossa vinda, desde Israel. Eles recolheram todo o dinheiro e assim como chegaram foram embora, silenciosamente .... Nós nunca estivemos aqui, não se esqueça disso!
Madeleine foi levada para uma clínica particular e ficou internada por muito tempo. O misterioso resgate da menina, nunca foi completamente explicado e apesar da mídia investigar a fundo o caso, nada conseguiram e o pai dela foi visto como um herói, por ter conseguido, sozinho libertar a filha e eliminar dois perigosos sequestradores, que pretendiam matar a menina, vingando a morte de seus comparsas. Esta versão não foi aceita pelas autoridades policiais, mas devido ao prestigio de Anselmo, junto ao Itamarati e à ABIN, o caso foi dado como definitivamente encerrado. E o nosso “homem da inteligência”, infiltrado em nossas embaixadas pelo mundo afora, pode, depois de esperar a recuperação da filha, a levar para morar com ele no Japão. Ele sabia que a dívida que o MOSSAD, a agencia de inteligência de Israel, tinha para com ele, foi quitada integralmente.
Mas muitos empecilhos, dificultaram que Madeleine continuasse morando com o pai - Primeiro a própria atividade de risco dele e a necessidade de mudar constantemente de país e a segunda, e talvez a mais importante; a garota, não tirava Helena, a sua querida Helena, de seus pensamentos. A tristeza demonstrada por sua filha era tão evidente, que Anselmo, mesmo a contragosto, resolveu a mandar de volta ao Brasil para morar com sua tia no Brasil.
Agora, seis meses depois de seu retorno, Madeleine e Helena, cada vez mais apaixonadas, se entregavam a um amor louco, sem restrições, agora com a benção de Dona Ruth, sua tia. A garota tinha encravada em sua mente, aversão aos homens, mormente depois de sua traumática experiência com os sádicos, que a sequestram, a estupraram e a torturaram barbaramente, e que só a interversão de seu pai a salvara de morte certa.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:9 de março de 2014 20:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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