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Os Loucos estão ao nosso redor - Capítulo 1

Os Loucos estão ao nosso redor - Capítulo 1
O ser humano é o pior dos animais que habitam o nosso mundo. Todos os dias estamos vendo na mídia as piores atrocidades por nós cometidas. Pais que assassinam os filhos sem motivos aparentes, filhos que matam os pais para ficarem com o dinheiro deles, ou então por se sentirem contrariados por eles. Pessoas sendo estupradas e mortas com requintes de crueldade.

Mentes perversas que praticam seus crimes somente para satisfazerem suas taras. Temos em nosso meios todos os tipos de distúrbios da mente, homens que agem como verdadeiras feras, predadores que matam, torturam e estupram, não escolhendo suas presas, sejam elas crianças, jovens ou idosos.

São os portadores de absurdas taras que agem somente para satisfazê-las, não escolhendo suas vitimas. Pedofilia, fetichismo, sadismo, sadomasoquismo e muitos outros distúrbios da mente, de formas estranhas de sentir prazer. Podemos encontrar a qualquer momento, os estupradores, torturadores e os assassinos que realizam na morte de suas vítimas os seus momentos de gloria.

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Madalena, uma bela moça, na flor de seus 24 anos, irradiando beleza e felicidade, ao lado de Leônidas, seu marido, festejam o 4º aniversário de casamento. Na companhia do casal de amigos, Afonso e Irene, estão chegando na casa de praia, onde querem passar o final de semana em confraternização.

Numa alegre algazarra, retiram do porta-malas da camionete, tudo o que trouxeram para abastecer a copa e a geladeira e nem notam que na sala ao lado, ainda as escuras, um sinistro vulto sentado numa poltrona os espera. Com uma pistola na mão e o rosto coberto por uma máscara preta, o personagem sente um calafrio, não de frio ou de medo, mas somente pela excitação dos momentos seguintes, quando surpreenderá o 2 casais de amigos.

Marcos ainda não sabe o que fará com os maridos, se os matará ou não. Mas com as duas mulheres, já tem tudo planejado, pois a quase 3 semanas, quando viu Madalena pela primeira vez, ficou encantado por seu maravilhoso corpinho e de imediato, planejou a ter sob o seu domínio.

Mestre de obras, de reconhecida capacidade, foi contratado por Leônidas para construir nos fundos de sua casa, um anexo de alvenaria, que será o estúdio que Madalena usará para pintar os seus maravilhoso quadros.

Com dois ajudantes, Marcos começou o serviço sob a supervisão da própria "gostosa", que empolgada por ter o seu próprio cantinho de pintura, costumava ficar vendo o andamento da obra e algumas vezes servir aos 3 operários, água, café ou um lanche, agindo com delicadeza e extrema educação.
Nos dias seguintes, Marcos ficou conhecendo Afonso e sua mulher Irene, igualmente bela. Em sua mente, logo imaginou ter as 2 e não apenas uma das jovens esposas.

Nas semanas seguintes, ficou sabendo pela boca da própria Madalena, que eles iriam passar o próximo final de semana na casa de praia. Usando de astúcia, ficou sabendo o endereço para onde eles iriam.

Como o lobo da história, se adiantou a eles e invadiu a residência. Já estava lá, há mais de 5 horas e conheceu todos os cantos da casa, até do porão, que escolheu para trancar as suas futuras vítimas.

Leônidas, Madalena, Afonso e Irene, depois de abastecerem a copa e a geladeira, foram até a sala, levando suas malas para os quartos, que ficavam no andar superior.

Madalena acionou o interruptor e todos ficaram paralisados, vendo o mascarado, calmamente sentado, lhes apontando uma ameaçadora pistola. Irene, assustada deu um grito e Leônidas avançou em direção do invasor.

O tiro disparado o fez recuar e o grito de dor de Irene, que caída no chão, tinha a sua blusa, na altura do ombro, manchada de sangue.

- Todos quietos, se derem mais um passo, mato todos. Foi o que Marcos ordenou, brandindo a pistola. Mesmo com a ameaça, Madalena e afonso, tentavam socorrer Irene.

Com todos trancados no porão, Leônidas que é médico, pode socorrer Irene, o que foi permitido pelo bandido.

Marcos estava puto da vida, não era sua intenção atingir Irene, pois sua ideia era sequestrá-la junto com Madalena. Agora com ela ferida, não a levaria com eles.

Sob a mira de sua arma, obrigou a todos a beberem de uma jarra, previamente preparada por ele. - A opção de vocês é tomarem a droga ou então serem mortos por mim. Quero tempo pra levar tudo o que vocês tem de valor em casa e depois ir embora. Vocês acordarão e tudo ficará em paz.

Com todos sob o efeito do poderoso narcótico, Marcos levou para a camionete de Leônidas, a única coisa de "valor" que lhe interessava da casa de praia, a mulher de Leônidas, a jovem e bela Madalena.


Muitas horas depois, com Irene hospitalizada, Leônidas e Afonso, faziam o registro da ocorrência numa delegacia, da invasão da casa, do tiro em Irene e principalmente do sequestro de Madalena, por um mascarado que invadiu a sua casa de praia.

Dez dias depois, apesar de todos os esforços dos policiais envolvidos no caso, nenhuma pista de Madalena foi encontrado.

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A jovem mulher estava presa num local, com menos de 1 metro de lado, parecendo ser mais um caixote ou armário de madeira. A escuridão era quase total, apenas quebrada por 3 pequenos furos na parte de cima, quase a altura dela que deixavam passar um pouco de luz.

Ela estava nua, com os braços presos nas costas, com o que parecia ser algemas metálicas. Não sabia quanto tempo tinha se passado, mas achava que eram 2 ou 3 dias, pois estava com muita sede e fome. Muito cansada, todo o seu corpo a incomodava muito, pois o pequeno espaço só lhe permitir ficar sentada com as pernas encolhidas e nada mais.

Ha muito já tinha desistido de gritar, pedindo ajuda. Não escutava nenhum som vindo de fora e nesta altura, achava que tinha sido aprisionada naquele local, para morrer de sede e fome.

Mais algum tempo se passou e agora Madalena, quase em inanição total, pela falta de água e alimentos, com os lábios secos, implorava por um pouco de água. Sem mais condições de ficar em pé, ficava sentada, com tudo lhe doendo pela posição forçada e com os pulsos feridos, pelas algemas metálicas.

Marcos, na sua casa, se deliciava, imaginando o sofrimento de sua prisioneira. Ela devia estar apavorada, imaginando que morreria fechada no caixote, lá no porão. Já estava na hora dele ir se divertir com ela, antes que morresse, sem água e comidas.

Ele retirou os cadeados da lateral do caixote e viu Madalena tombar, mais morta do que viva, no frio piso de cerâmica. Com uma risada sinistra, ele a segurou pelos longos cabelos e a arrastou por alguns metros, até um canto, onde tinha dois pequenos recipientes de barro, onde tinha colocada água e comida.

- Madalena, minha querida... sei que deves estar com muita fome e sede. Mas tens aí, água e comida. Podes se servir à vontade, meu anjo.

Madalena viu o mascarado se afastar e ficar sentado, numa poltrona, a observando, parecendo estar curioso com o que ela faria. A pobrezinha conseguiu ficar deitada de barriga, pois nesta posição, as algemas nas suas costas, não a faria sofrer tanto.

Como uma cobrinha, se arrastou até os dois recipientes, a sua frente e como um bichinho, mergulhou o rosto na água rasa e sugou o que pode, lambendo os cantos até a última gota. Depois, por muito tempo, usando somente a boca, comeu toda a papa da outra tigela. Com rosto todo lambuzado, ficou lambendo o que podia.

Marcos, com a filmadora na mão, captava tudo, sentindo enorme prazer, vendo Madalena se comportar como uma cadelinha, a sua cadelinha. Ele chegou até a ter um orgasmo. - Minha nossa! Que delícia.
Uma semana depois, ela não estava mais algemada, mas com uma pequena corrente metálica no pescoço e ainda nua, era alimentada por ele, 3 vezes ao dia. A única condição para que Madalena pudesse se alimentar, era que não usasse as mãos para isso. Ele deixou bem claro que ela só poderia usar a boca, tal qual uma cadela, se não ficaria sem água e comida.

A princípio, rebelde, ela compreendeu que para sobreviver ao seu cativeiro, deveria obedecer ao louco. Não sabia o que ele queria ao sequestrá-la, apesar de estar nua, ele nunca a molestou sexualmente.

Tomando coragem, ela perguntou qual a razão dele a ter aprisionado desta maneira tão aviltante. Seu marido era um homem de posses e poderia pagar o que ele pedisse para a libertar. Foi nesta ocasião que Marcos lhe disse, que ela estava ali, não para ele pedir resgate, mas apenas para o seu prazer pessoal.

- Mas se é assim, porque até hoje você não me tocou? Que merda de prazer é o teu? - Fique calada, mulher... és muito burra. Eu não necessito fazer sexo com você para ter prazer. Desde o dia que aqui chegaste, só tens me dado prazer. És o meu bichinho de estimação, a minha cadelinha e farei com você o que bem entender.

- Tenha pena de mim... já sofri o bastante! Eu imploro... me liberte!
- Esqueça isso, Madalena... ficarás aqui comigo para sempre, não tens escolha. - Meu Deus! Porque você me escolheu? - Muito simples... desde que a vi lá na tua casa, me deu uma vontade danada de a trazer até aqui, para ser a minha cadelinha de estimação.

Marcos retirou a máscara que sempre cobria o seu rosto e de imediato Madalena o reconheceu como o mestre de obras, que trabalhou na sua casa, por 3 semanas.

- Madalena, eu armei tudo para capturar você e sua amiga Irene. Eu queria as 2 cadelinhas aqui em casa, mas ela levou aquele tiro e então eu a deixei para trás.

Só para ficares sossegada, eu informo que ela se recuperou muito bem do ferimento e não apresentou nenhuma sequela. Agora, minha cadelinha, eu estou planejando, com muito cuidado, uma maneira de a ter aqui, no nosso porão. Sei que são muito amigas e que ficarás contente com ela ao teu lado.

- Safado, ordinário, doente de merda! Deixe minha amiga em paz... não basta ter desgraçado a minha vida? - Você é uma cadela muito atrevida e eu vou ter de ensiná-la a ser mais calminha e obediente ao seu dono.

No dia seguinte, Madalena presa pelos pés, de cabeça para baixo, sofria com ele a mergulhando por alguns instantes, dentro de um barril cheio de água. Ele baixava a corda que a prendia ao teto e ela tinha de segurar a respiração para não morrer afogada. Depois ele a deixou ali, de ponta cabeça e saiu do porão. Antes o sádico doente, retirou o barril e foi descendo a corda, de modo que Madalena pode apoiar os ombros no piso e com o auxílio do braços, aliviar um pouco o seu peso, que machucava os seu tornozelos.

A coitada, já não estava mais suportando tanto tortura e pedia a Deus que a libertasse daquele louco, que a levasse para o Seu lado.

Não sabe quantas horas ficou ali, com os seus músculos, parecendo que iam arrebentar. Escutou quando Marcos retornou, trazendo com ele, nos seus ombros, um grande saco, que colocou no chão junto dela.

- Madalena, eu vou te soltar daí e quero que cuides muito bem do que está dentro deste saco... é um presentinho para você.

Quando Marcos saiu a deixando sozinha, Madalena ainda com muita dor nos tornozelos e nos ombros, foi até o saco. Com alguma dificuldade, conseguiu desatar os nós que fechavam a boca e foi com horror que viu sua grande amiga Irene, desacordada e com um grande "galo" na altura da testa.

Continua em: Os Loucos estão ao nosso redor - Capítulo 2

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:17 de janeiro de 2016 02:31

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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