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Os Loucos estão ao nosso redor - Capítulo 2



O ser humano é o pior dos animais que habitam o nosso mundo. Todos os dias estamos vendo na mídia as piores atrocidades por nós cometidas. Pais que assassinam os filhos sem motivos aparentes, filhos que matam os pais para ficarem com o dinheiro deles, ou então por se sentirem contrariados por eles. Pessoas sendo estupradas e mortas com requintes de crueldade.
São as mentes perversas que praticam seus crimes somente para satisfazerem suas taras. Temos em nosso meios todos os tipos de disturbios da mente, homens que agem como verdadeiras feras, predadores que matam, torturam e estupram, não escolhendo suas presas, sejam elas crianças, jovens ou idosos.
São os portadores de absurdas taras que agem somente para safisfazê-las, não escolhendo a quem atacar. Pedofilia, fetichismo, sadismo, sadomasoquismo e muitos outros disturbios da mente, de formas estranhas de sentir prazer. Podemos encontrar a qualquer momento, os estupradores, torturadores e os assassinos que que realizam na morte de suas vítimas os seus momentos de gloria

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A Madalena, já não estava mais suportando tanto tortura e pedia a Deus que a libertasse daquele louco, que a levasse para o Seu lado.
Não sabe quantas horas ficou ali, com os seus músculos, parecendo que iam arrebentar. Escutou quando Marcos retornou, trazendo com ele, nos seus ombros, um grande saco, que colocou no chão junto dela.
- Madalena, eu vou te soltar daí e quero que cuides muito bem do que está dentro deste saco... é um presentinho para você.
Quando Marcos saiu a deixando sozinha, Madalena ainda com muita dor nos tornozelos e nos ombros, foi até o saco. Com alguma dificuldade, conseguiu desatar os nós que fechavam a boca e foi com horror que viu sua grande amiga Irene, desacordada e com um grande "galo" na altura da testa.
Desesperada, a braçou chorando e a examinando, para ver o quanto estava ferida. Foi ate a sua "gamela de barro" e encheu a boca com o restinho de água que ainda restava no fundo e soprou tudo no rosto de Irene, que mesmo assim continuou inerte em seus braços.
Poucos minutos depois, o miseravel retornou, trazendo uma corrente metálica, igual a que prendia Madalena pelo pescoço. Com um cadeado, fixou uma das extremidades no pescoço de irene e a outra, no mesmo local onde estava a corrente que prendia sua "cadelinha de estimação".
- Pronto... agora terei dois bichinhos para poder me divertir bastante com vocês. A ordem que deu para Madalena, a indignou muito e teve a coragem de lhe dizer que não o faria. - Cadelina 1, tire as roupas da cadelinha 2.... eu a quero totalmente nua, como você está.
Deu um grito de dor, quanto o chicote, que ele portava, zuniu no ar e lhe deixou um vergão vemelho em suas nádegas. - Faça o que estou ordenando ... sem demora! Tanto tempo a "domesticando" e ainda tens a petulância de me desobedecer!
A segunda e a terceira chicotadas, vieram rápidas em suas costas. Acovardada e gritando de dor, Madalena se apressou em deixar Irene nua e, mesmo com ela sem sentidos, lhe pediu muitas desculpas por a desnudar.
- Fique sossegada, tua amiga está apenas sob o efeito das drogas que eu lhe apliquei e não por causa da porrada que lhe dei, quando a capturei. Calmamente ele colocou em Irene, duas pulseiras de couro, presas por grossas cordas ao teto e demonstrando crueldade extrema, a deixou pendurada, com os pés não tocando o chão.
- Sabe porque eu vou deixar ela suspensa deste modo? Assim como fiz com você, a nova cadelinha tem de sofrer um pouco, até ser domesticada. Um pouco de dor e algumas pancadas, logo...logo, ela aprenderá que não adianta se rebelar e terá de aprender a me obedecer.
Quando ele saiu, Madalena, foi até onde Irene estava pendurada e procurou colocar as coxas da amiga sobre seus ombros, para aliviar o seu peso, sustentado somente pelos pulsos. Ela sabia como era doloroso ficar presa deste modo. Doia tudo, pulsos, braços e ombros.
Depois de meia hora, com Irene praticamente "montada" em seus ombros, Madalena não resestiu e tombou, pois ela mesma, trancada a tanto tempo, estava muito debilitada.
Quando Irene começou a despertar, bastante confusa, custou algum tempo para poder entender que estava amarrada pelos pulsos, suspensa do chão e totalmente nua. Sua primeira reação foi gritar por socorro e espernear. Quando viu Madalena, que se levantou e a abraçou pela cintura, tever a maior surpresa de sua vida.
- Meu Deus! É você Madalena? Você está viva! Todos nós já tínhamos perdidos as esperanças que ainda estivesse com vida.... pois já fazem quase um mês que você sumiu.
Chorou muito ao ver Irene na mesma situação que a dela. Sabia que ambas erstavam em poder de um louco sádico e que tal como ela, sua amiga iria sofrer muito, com as torturas a que seria submetida.
Contou para ela que, apesar de não ser estuprada, ele a submetia as mais variadas e infames torturas e que, desta maneira, era que sentia prazer, um prazer doentio. Marcos se satisfazia sexualmente somente em ver suas vítimas totalmente subjugadas à sua vontade.
Nas duas semanas seguinte, ele conseguiu "domar" Irene, a submetendo as mais cruéis e infames torturas. Ambas parecendo que estavam conformadas com a sua condição miserável de vida, dormindo diretamente sobre o frio piso de cerâmina, nuas e acorretandas pelo pescoço, sendo obrigadas a comer e beber o que ele lhe servia nas tigelas de barro, usando somente as mãos, sem auxilio de talheres. E o mas aviltante de tudo, suas necessidades fisiológicas, tinham de ser feitas num canto do porão, onde ele tinha colocado bastante areia. Não usavam papel ou pano para se limparem, nem mesmo quando estavam mestruadas
Banho, só uma vez por semana, com Marcos usando uma mangueira. - Minhas cadelinhas estão muito sujas. O sádico as submetia à pressão dos fortes jatos de água.
Ele, mesmo quando não estava no porão, as vigiava constantemente, por meio de algumas câmeras, que filmavam e gravavam tudo o que faziam e falavam. E então lhes disse que elas estavam proíbidas de conversarem entre si, que só podiam se comunicar "latindo" uma para a outra, pois cadelas não falam, só latem.
À noite, abraçadas elas choravam, maldizendo o infeliz e as suas tristes condições em que viviam. Instantes depois, Marcos chegou e sem maiores explicações, passou a chicotear suas prisioneiras. Não se importando com seus berros de dor, só parou de as surrar, quando finalmente cansou.
- Vocês estão sendo castigadas porque me desobederam. Ordenei que não falassem e sim só latir para se comunicarem. O castigo será repetido toda vez que conversarem. Alguns dias adiante, depois de mais algumas surras, elas passaram a somente "latir" e usando de gestos e sinais.
Quatro meses se passaram e nada mudou no modo insano de Marcos, maltratar suas "cadelinhas", que submetidas a tão selvagem tratamento, estavam muito debilitadas nos seus estados físicos e mentais.
Finalmente, parece que o louco, resolveu abusar sexualmente de Madalena e de Irene. Sentado numa cadeira, Tirou a calça e a cueca e chamando Madalena, com um assobio, tal como se faz com um cachorro. - Venha cá cadelinha, eu quero que você chupe o meu pau.
Ela ficou enojada ao ver o membro dele, ainda meio flácido e com a cabeça suja do que parecia ser sebo. Fez um sinal, com a cabeça, de negação e de quatro, como era obrigada a se locomover, se afastou dele.
Marcos foi até a coitada e lhe aplicou alguns fortes chutes na barriga e nas costas, Madalena ficou caida, sem sentidos. Irene ao ver o cruel ataque à sua amiga, se encolheu apavorada num canto.
- Agora é a sua vez cadela 2, venha chupar o meu pau ou sofrerás o mesmo tratamento da cadela 1. Mesmo com muito nojo, mas tremendo de medo do louco, Irene chupou o pau dele, que com as duas mãos, segurava sua cabeça, a obrigando a fazer mocimentos e passou a "foder" a sua boca. Quando gozou, num berro, puxou a cabeça de Irene, fazendo com que o caralho fosse fundo até da garganta, com ela engolindo toda a porra. Continuou a segurando forte e Irene, sem ar, sufoçou e perdeu os sentidos.
Fazer sexo oral em suas cadelinhas, passou a ser usual para Marços, que depois evoluiu para o sexo anal. Tão derrotadas estavam, que nem se importavam quando ele as obrigada a ficar de quatro e enterrrava o pau em suas bundas, montado em suas costas.
A tara e o sadismo de Marcos, evolui de tal maneira que obrigou Madalena e Irene a chuparem uma a buceta da outra. Sem terem mais coragem de o contrariar em nada fizeram o que ele mandou. Ele se deliciava as vendo, em posição invertida, deitadas sobre o piso, com as bocas interradas entre suas bucetas, que com a falta de banho, "fediam" muito, mas para as duas amigas, não havia alternativas.
Suas cadelinhas, fazendo sexo oral entre elas, passou a trazer para ele o máximo prazer, o levando ao orgasmo. As moças descobriram que fazendo sexo oral, o sádico não mais as violentava sexualmente como antes. Nos meses seguintes, quando ele vinha ao porão, bastava um simples sinal dele e já sabiam o que queria e se posicionavam para fazerem o oral entre elas. A única coisa que ele fazia, era se masturbar e no gozo, deixar sujar os corpos delas com a porra dele.
Quase um ano mais tarde, profundamente debilatadas, Madalena e Irene, já não tinham forças para nada, e viviam deitadas, ao lado das gamelas, só esperando a água e a comida que lhes era servida. Sexo entre elas não faziam mais e isso o enfurecia de tal maneira, que as surrava impiedosamente. Cmida, só uma vez ao dia, como castigo por não atenderem suas ordens para se chuparem.
O animal não levava em conta que suas prisioneiras, Irene e Madalena estavam às portas da morte, tal o estado de fraqueza que se encontravam. Desnutridas e bastante feridas pelas surras, quase que diárias. Já não se importavam com mais nada que ele fizesse nelas e só queriam fugir daquele inferno, se entregando nas mãos de Deus.
A comida, mesmo que uma só vez ao dia, deixou de vir e nem Marcos apareceu no porão e isso continuou pelos próximos quatro dias. Aprisionadas no porão, com as malditas correntes em seus pescoços, quase inconscientes, mas ambas felizes, pos sabiam que só assim se veriam livres do cativeiro a que estavam submetidas.

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Marcos insatisfeito com sua cadelinhas, que já não tinham mais condições de lhe dar prazer, tinha decidido eliminar as duas, as deixando sem comida e água, presas lá no porão. Foram quase onze meses que elas lhe deram enorme felicidade, mas agora estava na hora de capturar uma ou duas novas cadelinhas.
Já a dois dias ele estava de olho em duas lindas garotinhas. Uma morena, cheia de curvas e um rostinho de anjo e a outra, uma loirinha espetacular, igualmente bonita. Não deviam ter mais de dezessete anos e andavam sempre juntas, e isso facilitaria o sequestro de ambas, num só momento.
No dia seguinte estava com tudo pronto para capturar as duas adolescentes. A ação seria igual ao sequestro de Irene, o carro parar na frente delas, as surpreendendo e com um porrete as atingir na cabeça. Agiria rápido e não daria tempo para que terceiros viessem em auxilio das duas mocinhas.
Dalila e sua amiguinha Paula saiam da academia alegres e conversando animadamente. As duas observam os seus colegas, que de longe as seguiam. Todos de olho nas duas belezocas, que juntas com eles, praticavam luta livre.
Distraídas, caminhando em direção ao ponto de ônibus, foram supreendidas pelo carro preto que, invadindo a calçada, lhes cortou a passagem. Assustadas viram o homem mascarado segurar o braço de Paula e com um porrete na mão, descendo sobre sua cabeça. Um grito de Dalila, tirou Paulinha da surpresa e antes de ser atingida, usou do movimento de ataque do homem, para o derrubar por cima de seu ombro, numa queda espetacular. valeu as lições que recebera de seus professores, lá na academia.
Marcos, surpreendido pela reação da garota, se estatelou de costas no duro calçamento, deixando voar longe o porrete que portava. Cheio de dor, tentou correr para sair dali o mais rápido possível, mas já era tarde. As duas "ferinhas"o atacaram com muita raíva e em pouco tempo, todos os rapazes, juntos com elas, estavam surrando impiedosamenrte o tarado, que teve a audácia de em pleno dia, tentar sequestrar suas duas colegas.

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Leonidas e Afonso, apesar de tentarem de tudo, nunca mais tiveram notícias de suas jovens esposas, Madalena e Irene. O dois rapazes nunca se conformaram com o sequestro delas e agora, quase um ano depois, não tinham mais esperanças de as encontrar, pelo menos vivas e choram as perdas de suas amadas companheiras.

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Marcos, no hospital para onde fora levado, todo "|quebrado" pelo turma de rapazes e moças enfurecidos, algemado á cama, prestava depoimento aos detetives encarregdos do caso. Devidamente identificado e fichado por tentativa de sequestro de duas adolecentes.
Teve seu carro apreendido e nele, os policiais encontraram enormes sacos pretos, cordas e muitqa droga, provavemente para serem aplicadas em suas vítimas. Isto despertou a curiosidade de Alfredão e de Ana, os dois policiais encaregados, que resolveram ir até a casa do bandido.
- Alfredo, este sujeito, pelo jeito já deve ter praticado coisa igual a essa sua tentativa de sesquestro, vamos dar uma olhada na casa dele e ver o que encontramos. O colega concordou com a detetive Ana e com mais dois homens, partiram para residência do meliante.
Lá encontraram muitas evidências de que o bandido era um verdadeiro predador, pois localizaram muitas vídeos com ele torturando e estuprando duas mulheres. Mas não as encontraram por lá, apesar de minuciosa busca por todos o cômodos.
Já estavam se preparando para irem embora e providenciarem o "lacre" da casa, para posterior investigação mais apurada, quando Lourdes, uma veterana policial, foi beber um pouco de água na cozinha e tropeçou num velho tapete, junto a pia.
Quando se inclinou, e deu um leve chute no pano, viu que sob ele havia uma espécie de portinhola, com uma argola embutida nela. Tudo indicava um acesso a um local abaixo, um porão.
Gritou pelos seus três colegas, os informando do achado e com muito cuidado, portando lanternas, desceram os degraus e chegaram até um amplo porão, parcamente iluminado por uma lâmpada.
Foi com horror que viram as duas muolheres, nuas e acorrentadas pelo pescoco, as mesmas vistas nos vídeos.
Levadas para o pronto atendimento de um hospital, Madalena e Irene, estavam em estado desesperador, com bem poucas esperanças de serem salvas, pois desnutridas, elas apresentavam um estado clínico de profunda anemia e a ausência de uma série de vitaminas, essenciais para a vida. Ambas tinham diversas fraturas pelo corpo, algumas antigas e outras mais recentes.
Tudo levava a crer que foram sumetida a um longo cativeiro e que foram torturadas pelo sadico sequestrador. Em estado de coma induzido, não puderam ser identificadas de imediato.
Somente depois de uma semana, pois possível à policial saber quem eram as duas vitimas, tudo por meio das impressõe digitais. Ana, Lurdes e alfredão puderam ter em mãos o BO de um ano atrás, registrando o sequestro de Madalena e posteriormente o de Irene.
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Contra todos os prós contra, as duas moças sairam do coma e agora estavam num processo gradual de recuperação física, em franca convalescença, mas quanto a parte da mental a coisa foi mais lenta. Mas hoje, três anos passados, amamentando seus lindos nenéns tudo retornou ao normal com elas.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:21 de janeiro de 2016 03:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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