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OS MALDITOS

		OS MALDITOS

A camionete corre veloz pela estrada empoeirada. Já está há horas tentando achar o desvio que os levaria à fazenda Riacho Torto. Marcela, no banco do carona, olha aflita as anotações que receberam do padrinho.
-Thiago, acho que já passamos do desvio. Tudo aqui não faz sentido. Ele nos disse, por telefone, que depois da ponte sobre o Rio Torto, uns trinta quilômetros adiante, deveríamos entrar numa estradinha de terra à direita, mas já estamos rodando a quase cinquenta e não vi desvio nenhum.
- Mamãe, eu fiquei bem atenta e também não vi nada. Acho que o seu padrinho deve ter nos informado errado.
– Eu também acho, filha. É melhor regressarmos.
– Vou fazer isso, mulher...criançada fiquem de olhos abertos, desta vez à esquerda. Temos de achar o acesso à fazenda, pois já está ficando escuro.


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O senhor Thiago, um bem-sucedido homem do ramo de calçados, dirigi com cuidado, tentando achar o caminho certo. Tem plena certeza que nestes quilômetros percorridos, não havia desvio nenhum. O velhote, senhor Ricardinho, deve errado em alguma coisa. Estavam perdidos, num lugar que ele não conhecia. Retornariam até a ponte e depois rumo ao lar. Nada de passeio neste final de semana. Será a coisa mais ajuizada a fazer. Mas nada disse, pelo menos por enquanto, para não tirar, neste momento o entusiasmo de sua família
Thiago, com quarenta e dois anos é casado com Marcela, de trinta e três, uma bela mulher, que apesar dos três filhos, ainda tem um corpo bem sarado. Belinha, a caçula da família Ribeiro de Holanda, com apenas dez aninhos, é um anjinho de menina. Já o menino, Luizinho, com doze é o diabinho em pessoa, aprontando artes mil. Já Karina a filha mais velha, com dezoito anos, é o orgulho dos pais. Inteligente e bem-comportada, só tira notas altas e já está ingressando na faculdade, no próximo ano.
Bonita, tem um corpinho que desperta a cobiça da rapaziada do colégio e do condomínio onde residem. Verdade que apesar de todos os seus atributos, ela não é tão comportada como pensam seus pais. Eles sabem que ela é muito namoradeira, coisa inocente, típico de adolescentes hoje em dia. Atualmente Karina mantem um novo romance com Pedro, um belo rapaz, filho do sócio de Thiago, na cadeia de lojas. Seus pais esperam que com este, ela fique firme no namoro.
Mas o que eles não sabem é que Karina, apesar de ainda ser virgem, pratica com os namorados, as maiores safadezas deste mundo. Com o atual é a mesma coisa de sempre. Ela chupa o pau de Pedro e ele a chupa, num “sessenta e nove” possesso, dentro do carro dele. Até parecem contorcionistas de circo, no banco traseiro. Mas duas coisas ela nunca deixou que eles fizessem, apesar das muitas insistências, comer sua a bunda ou perder o cabacinho.
Ela imagina, que isso, só depois de casada, o que ela não pensa em fazer tão cedo e não seria com estes garotos. Apesar de agir assim ela, ainda acha que um dia vai encontra o seu principie encantado e aí sim, com ele vai rolar tudo, até oral.
Karina ainda quer ter outros namoradinhos e “experimentar” o gosto da piroca de alguns deles, pois é o que mais gosta, mamar os incipientes caralhos dos meninos, o que faz desde os seus quinze anos. Como vimos, a “santinha de pau oco”, já tem três anos de vasta experiência neste métier.
Tudo teve início, quando passou uns dias na fazenda dos avôs, pouco antes de fazer quinze anos. Tio Beto, o filho mais novo deles, com vinte e dois anos, ainda morava com o pais e se engraçou com a sobrinha, que apesar de novinha, tinha uma bunda e seios de “respeitos”. Karina acordou, certa noite, com ele entre suas coxas, lambendo sua xoxotinha. Assustada pensou em gritar, mais o enorme prazer que sentiu com a boca do tio, a fez ficar calada e deixou rolar a coisa toda. Nos seis dias restantes de sua permanecia com os avôs, Beto a enlouqueceu de prazer com sua língua atrevida e foi a primeira que fez que fez sexo oral e se viciou nisso.
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Agora, na camionete do pai, no banco traseiro, junto com os irmãos, também está preocupada, pois como ele, também não viu nenhum desvio na estrada, mas resolveu ficar calada, para não assustar os manos.
Subido, Luizinho dá um grito: - Papai...papai, não faça o retorno! Olhe ali em frente, estou vendo o acesso à fazendo do padrinho de mamãe!
- É mesmo filho, ali está ela, até que enfim!
- Pai, mas isso não é nenhuma estradinha... não passa de uma picada, que mal dá para passar o carro! - Karina, você está certa, mas só pode ser este o caminho que vai dar na fazenda do seu Ricardinho.
- Não estou gostando nada disso, Thiago. Se bem me lembro, não é este o caminho para a fazendo do padrinho. Certo que faz mais de dez anos que não venho aqui. Depois ele disse que eram aproximadamente trinta quilômetros depois da ponte e esta trilha está a mais de cinquenta.
- Estou de acordo, Marcela. Vamos avançar um pouco mais adiante, até encontrar um lugar em que seja possível manobrar para fazer o retorno
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- Veja, ali adiante! Uma porteira... deve ser a entrada de um sitio ou coisa parecida. O portão está aberto, iremos até os donos daqui e pediremos informações de onde estamos e como chegarmos à fazenda Riacho Torto.
- Thiago, la na porta da casa, um homem! – Estou vendo Marcela. Vamos falar com ele.
- O que vocês estão fazendo aqui? Não sabem que é uma propriedade particular?
- Nos desculpe senhor, mas e que estamos perdidos e só queremos pedir informações para achar o caminho da Fazendo Riacho Torto.
- Cara, não sei de nenhuma fazenda nesta região, devem estar bem perdidos mesmos. Talvez os outros lá Dentro, possam lhes informar alguma coisa. Estejam à vontade, podem entrar e beber um pouco de água antes de seguirem o rumo de vocês
- Papai, acho melhor não... o jeitão deste cara está me assustando. Vamos embora.
- Fale baixo, filha. Ele pode nos escutar. Talvez eles possam nos fornecer alguma coisa a respeito de onde estamos. Fiquem aqui, que eu Marcela, vamos nos informar e já voltamos.
Karina viu o pai e mãe descerem do carro e acompanhados do sujeito mau encarado, entrarem na casa. Ali tudo se parecia com um pequeno sitio. Uma casa de regular tamanho, um grande galpão. Mais adiante o que parecia ser um galinheiro e um pouco mais afastado um poço, onde uma bomba ainda pingava água.
- Maninha, tou com sede... mamãe e papai estão demorando! - Eles já vão voltar Belinha e vão trazer água para a gente, fique calma, querida.
Mas na verdade, Karina também estava muito apreensiva, pois seus pais já tinham entrado na casa a quase doze minutos. Já era tempo de pedirem as informações desejadas e retornarem.
A porta se abriu e um outro homem, um grandão barbudo, veio até a camionete, abriu a porta e sem nem mesmo os cumprimentar, foi logo dizendo: - venham meninos, os pais de vocês estão chamando.
Belinha e Luizinho foram saindo, mas Karina relutou e indagou ao barbudo, o porquê os pais deles não vieram os chamar. - É eu que sei disso? Ande venha logo comigo, garota.
Um pouco ressabiada, Karina acompanhou os irmãos e de imediato, viu três outros homens, que os encaravam, com um risinho no rosto. – Onde estão meus pais, foi o que perguntou Belinha. Ali dentro, podem entrar, foi o que lhe respondeu um deles, um sujeito feio como o diabo, totalmente albino.
Luizinho e Belinha, quase que correram para o outro cômodo da casa. Karina se surpreendeu com os gritos dos irmãos: - PAPAI, MAMÃE!!!!
Foi atrás deles e horrorizada, viu o pai caído não chão, parecendo desacordado, com os braços e pernas presos por grossas cordas e a mãe, amarrada e amordaçada em uma cadeira, tinha os olhos arregalados de pavor. Sua blusa estava rasgada na frente e seus seios amostras e sua saia descida até seus pés, deixando aparecer sua calcinha rosa, baixada no meio de suas coxas.
Karina, correu rápida em direção de sua mãe, mas inclinada sobre Marcela, sentiu dor muito grande na base do crânio e caiu interne no chão.

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Acordou, não sabe quanto tempo depois, com a cabeça explodindo como se estivesse partida em mil pedaços. Ouvia a vozes dos irmãos e do pai, mas não atinava o que diziam, tudo estava rodando em sua volta.
Aos poucos foi se recuperando e então percebeu, que estava com os braços amarrados pelas costas e seus tornozelos também imobilizados. Seu pai preso a uma coluna a olhava com o terror estampado no rosto.
- Graças à Deus, minha querida, você acordou! Como está se sentindo? Karina ainda meio atordoada, olhou para ele e balançou a cabeça, numa afirmativa para o pai. Viu Luizinho e Belinha, seus irmãozinhos, trancados dentro do que lhe pareceu ser uma “gaiola”. Segurando as grades de madeira que os prendiam, choravam e chamava, por ela e pela mãe.
Só então, percebeu que sua mãe não estava ali, com eles. – Papai, onde está mamãe? - Karina, minha filha, sua mamãe está lá na casa, com aqueles quatro malditos. Thiago respondeu à filha e demonstrando desespero, tentava se soltar inutilmente das cordas.
Então ela compreendeu o que tinha acontecido com sua família. Estavam aprisionados por aqueles homens e se lembrou que sua mãe estava com os seios nus e com as genitálias amostra e atinou o porquê o terror que viu nos olhos do pai. Sua mãe estava sendo abusada por eles, la na casa.
- Papai quem são aqueles caras, porque estão fazendo isso com a gente e com mamãe? Foi a indagação desesperada de Karina, aos prantos.
- Querida, olhe atrás de você. Karina se virou como podia e então viu com horror, dois homens e duas mulheres, todos já de certa idade, igualmente como eles, presos por cordas, em troncos de madeira e um pouco mais a frente, uma outra mulher, ainda jovem, totalmente nua, também amarrada e chorando bem baixinho. A coitadinha apresentava muitas manchas pelo corpo todo e de seu ombro esquerdo, um filete de sangue, já seco, que fluiu de um corte, manchando seu seio e o ventre.
- Karina, minha filha, estes são os verdadeiros donos deste sítio. Aquela garota ali é a filha mais nova do casal. Aqueles homens são fugitivos de alguma penitenciária e invadiram a casa deles e os prenderam aqui no galpão.
- A garota, foi levada para a casa e sofreu as maiores barbaridades nas mãos dos canalhas. Querida, seja forte, Marcela está lá com eles e.... que Deus a ajude, nos ajude a todos nós.

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Já era noite alta e Karina não conseguia parar de pensar em sua pobre mãezinha, sofrendo horrores nas mãos daqueles malditos, sendo estuprada pela corja canalha.
Escutou barulhos de passos se aproximando do galpão e dois homens entraram, trazendo no ombro de um deles, sua mãe, Marcela.
Ela estava nua e desacordada. Foi jogada no chão, bem ao lado do marido. Eles a viraram de costa e prenderam seus berços e pernas com cordas. Thiago não parava de os xingar, totalmente fora de controle ao ver a esposa naquele estado
Karina, horrorizada percebeu que sua mãe, fora brutalmente estuprada pelos canalhas. Ela tinha diversas manchas vermelhas nas costas, nádegas, nas coxas e até alguns cortes nelas.
- Pronto cara... tua mulherzinha é um bocado gostosa. Gritou e berrou como uma cabrita, mas tem um cuzinho e uma bucetinha nota mil. Ela foi o prato da noite para mim e para meus companheiros. Pode ficar com ela, do jeito que está já mão nos serve para mais nada.

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Thiago e Karina, horrorizados chamavam por Marcela, que horas depois, ainda continuava desacordada. – Meu Deus! Papai, será que mamãe…. – Não filha não pense nisso, eu vejo sua respiração, ela está apenas desacordada.
Já quase amanhecendo, Marcela começou a despertar. Ela gemia muito e continuava de barriga para baixo, mas aos poucos foi conseguindo se virar e ficou de lado. Olhou para o marido e a primeira coisa que perguntou, foi: - meus filhos, onde eles estão?
- Marcela, meu amor, eles estão aqui, estão bem. E você como está? – Meu querido, eu fui ao inferno com aqueles doentes, sinto dores por todo corpo. Eles não são humanos, pensei que iriam me matar, nunca sofri tanto como nesta noite. São uns malditos animais, que merecem morrer.
Luizinho e Belinha, um pouco afustados, não podiam ver a mãe, ainda bem, pois se a vissem naquele estado, seria um trauma enorme para eles. A moça, a filha dos sitiantes, igualmente seviciada como Marcela, já não gemia mais. Dela se podia ouvir apenas um choro, baixinho, quase um lamento.

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Já com o Sol alto, os canalhas retornaram ao galpão. Eles foram até o homem mais velho, um dos donos do lugar e deram um chute nas pernas do coitado. – Velho, teu sítio é um bom lugar para a gente se esconder. Ninguém por perto, a não ser estes abelhudos aí, que chegaram aqui por engano. Mas até que foi bom pois nos presentearam com uma mulher de classe, coisa muita fina. Foi uma foda deliciosa, bem melhor do que com a tua matutinha. Mas o que queremos agora é que tua mulher nos prepare o almoço, pois depois de uma tarde e noite de fodas, estamos com muita fome.
O albino foi até uma das senhoras, de cabelos brancos e a soltou das cordas. – Venha com a gente velha, você vai fazer o nosso almoço e nada de gracinhas, senão passamos fogo em todo mundo aqui dentro.
-Albino, vamos levar também essa garota aqui, ela pode ajudar a velha na cozinha. Foi com terrível medo, que Karina foi levada, junto com a senhora, para a casa.
Deu graças a Deus, por estar vestindo uma larga calça e uma camisa do pai, que escondia seu corpinho aos olhares dos malvados, pois só assim eles não perceberam a joia ali escondida.
Karina ao lado da trêmula senhora, seguia com os homens e ia de cabeça baixa para não ser notada. A acompanhou até a cozinha, na parte dos fundos da casa. – Minha senhora, tem algo para cobrir minha cabeça, não quero que eles me notem. Tenho medo que façam comigo o mesmo que fizeram com mamãe e com tua filha.
- Meu nome é Sebastiana e minha filhinha querida é Joana. E você como se chama? - Karina e minha mãe é a Marcela. - Menina, tome, enrole teus cabelos com este pano, não deixe nada de fora. Talvez assim passes despercebidas pelos nojentos.

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Karina ajudou a senhora a fazer o almoço para os fugitivos. Bastante feijão, arroz, e quatro galinhas que a senhora foi buscar no galinheiro e ainda fubá de milho verde. Tremendo de medo, sempre de cabeça baixa, levou as panelas para a mesa, onde eles estavam esperando a comida.
Sebastiana, depois que comeram foi até eles e pediu para que permitissem que levasse comida para os que estavam trancados no galpão. – Não vejo mal nenhum mal nisso, afinal de contas não queremos matar de fome ninguém. Podes ir, mais o gordo vai com você, para que não tenhas a tentação de os soltar.

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A senhora, levando um caldeirão, com o que preparou para levar aos prisioneiros, pediu que a menina a ajudasse, mas Albino disse que não, que gordo a ajudaria, A garota ficará na cozinha, fazendo o café que queremos beber.
Sebastiana, ficou quase quarenta minutos, dando de comer aos prisioneiros, pois não teve permissão para os soltar. Gordo ficou junto a porta do celeiro, pouco olhando o que estava acontecendo la dentro.
Ela abraçou a filha e lhe deu de comer, com a mesma colher de pau que iria servir a todos os outros. Foi até Macela e a colocou encostada junto à coluna onde estava Thiago. A confortou e em resposta a sua pergunta, lhe disse que Karina estava bem, que as roupas que vestia e com os cabelos cobertos com pano, não chamou atenção dos bandidos para ela. Isto acalmou o coração de Thiago que a tudo ouvia e o de Marcela também. - Eu vou voltar para lá, pois parece que querem que nós fiquemos, para sermos a cozinheira deles, enquanto ficarem escondidos aqui.
Ela retornou a casa e disse para Karina que sua mãe estava bem melhor e se recuperando de tudo que sofreu, assim como sua pobre filha, mas que elas teriam de ficar na casa, para alimentar aqueles animais.

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Já passava das dez da noite, Sebastiana e Karina, encolhidas num canto da cozinham tentavam descansar o corpo depois de um dia estafante, alimentando aqueles animais.
O cara grandão e barbudo, perambulando pela casa, foi até a cozinha e ficou por um tempinho olhando as duas. Viu a jovem Karina, com os cabelos loiros, a descobertos, pois o pano tinha caído de sua cabeça.
Deus um chute leve nas pernas delas e ordenou: - Garota, venha comigo... quero te ver melhor, pois esta luz do lampião é fraca aqui na cozinha.
Karina tremeu de medo e se agarrou à Sebastiana. – Senhor deixe a menina aqui comigo... não basta o que fizeram com a mãe dela?
- Mulher, fique quieta... senão vou até o galpão buscar a matuta da tua filha, para brincar mais um pouco com a gente.
Sebastiana, se encolheu, acovardada e não teve coragem para impedir que a garota fosse levada pelo barbudo, para o salão onde dormiam outros três bandidos. Karina tremia dos pés à Cabeça, tal o medo que a dominava.
Ele ativou a chama do lampião a querosene e bem de perto ficou olhando o rostinho de Karina, transfigurado pelo medo. – Minha nossa! Você é muito gostosa, garota! Soubeste esconder muito bem tanta formosura. - Vamos lá para o outro quarto, que quero te ver melhor, longe destes abelhudos que dormem como porcos aí no chão.

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No pequeno quartinho, havia uma caminha, uma rústica cômoda de madeira e uma velha cadeira de palha. O barbudo, ordenou que Karina se sentasse na cama, colocou o lampião sobre o móvel e sentado na cadeira, não tirava os olhos da garota que de cabeça baixa, era a imagem do pavor.
- Foste bem espertinha, se escondendo da gente deste jeito! Ainda bem que fui eu que descobri esta joinha e quero ser o primeiro a tirar proveito de minha descoberta, depois podem vir os outros.
- Me diz...garota, quantos anos tens? Karina conseguiu murmurar que tinha dezoito anos. – Você ainda não recebeu pau na bucetinha ou na bunda?
- Pelo amor de Deus, senhor, sou virgem... Tenha pena de mim!
- Uma meninota virgem, que tremenda sorte a minha! Está certo, eu não vou te foder, mas quero que chupes o meu pau, numa boa, sem maiores choradeiras. Estou cansado de tanta gritaria, tanto da caipira como de tua mãe, quando as obrigava a me mamar. Com tu, quero tudo bem calmo.
- Meu Deus! Eu não vou fazer uma coisa destas! Você é um doente filho de uma puta! - Que mulherzinha mais desbocada você me saiu. Tudo bem se não queres me chupar, vou até o galpão e buscar uma garotinha, que deve uns dez a doze anos, ela é um pouco gordinha, mas tem uma boquinha capaz de engolir o meu caralho. O pânico tomou conta de Karina, ao ouvir a ameaça do maldito barbudo, contra sua irmãzinha.

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Karina, nua e ajoelhada, olhava com nojo e com ódio no coração, o enorme membro do homem, que sentado na beira da cama, também nu, a olhava com gula nos olhos. – Como é mulher? Vais engolir logo o meu caralho ou vou ter de ir buscar tua irmãzinha?
Ela sabia que não tinha como escapar de tamanha canalhice, tinha de evitar que o tarado fosse até sua irmãzinha. Fechou os olhos e tentou imaginar que ali, estava não o canalha, mas um de seus garotos. Abriu os lábios e deixou que ele colocasse a cabeça do pau em sua boca, afinal de contas, já estava habituada a mamar uma rola, mais uma não iria ser nenhuma novidade.
Porém com aquele homem, quase vomitou com o fedor e gosto que emanava do caralho do cara. Se assustou com o tamanho da coisa. Tinha de abrir ao máximo sua boquinha. O barbudo, a segurando pelos loiros cabelos, fazia o pau entrar e sair de Karina. Ela elevou seus pensamentos, e se transportou para o carro de um dos seus namoradinhos, o que tinha maior “ferramenta” e assim, caprichou no boquete. O gosto e o fedor, já são suportáveis e Karina foi se conformando em o ter em sua boca. Mas coisa extraordinária, estava acontecendo na mente da garota. Estava se excitando, fazendo oral num homem de verdade e não num moleque qualquer, olvidando que aquele não era um homem normal, mas um maldito pervertido, com a mente corroída pela maldade. Isso ela só iria descobrir mais tarde.
Quando ele no auge do gozo, explodiu e deixou sua porra encher a boca da menina, ela engoliu o que pode, também envolta num orgasmo tão violento que a fez morder o enorme músculo em sua boca.

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Caída não chão, ao pé da cama, ainda enlouquecida com a enormidade do prazer sentido, nem reagiu quando o barbudo a pegou e a colocou sobre a cama, com a bunda para cima. Quando sentiu o pau do homem, ir penetrando em seu cuzinho virgem, esperneou apavoradas, mergulhada num mar de dor. Mas nem gritar pode, pois, a enorme mão dele, tampava sua boca com muita força e a outra em torno de seu pescoço, a sufocava. Nunca pensou que fosse tão dolorido, ser desta força estuprada. Sentia as paredes do seu rabinho indo se alargando para dar lugar ao invasor.
Soube que ele estava todo dentro dela, quando sentiu em sua bunda, o roçar dos pelos dele e a compreensão das bolas em suas macias carnes.
Ele a segurava com um forte abraço e com as mãos espalmadas, amassava seus seios, tendo entre os dedos os mamilos eretos.
Karina sentia a boca dele beijando e lambendo seus ombros e pescoço, a lambuzando toda com sua saliva. Já não tinha a boca tapada, mas não gritava, apenas respirava pesadamente, com a boca aberta, sugando com sua saliva o colhão da cama.

Nunca pode imaginar que seria assim, desta forma, que seu cuzinho reagiria com o pau de um homem dentro dele. Com os intensos movimentos, percebia o entra e sai em seu canal e com isso, os gemidos de dor, foram sendo substituídos por gemidinhos de prazer.
Karina sentiu enorme prazer, quando ele ejaculou dentro dela e contraiu fortemente os músculos do ânus, para melhor o sentir dentro dela.
Ela se mostrava, assim, ser uma perfeita ninfomaníaca, mesmo sendo abusada por um homem, um ser vil e sádico, criminoso fugitivo, que foi capaz, com seus comparsas, estuprar sua própria mãe, quase a levando à morte, fazendo o mesmo com a filhos dos sitiantes.
Não tinha a mínima noção do que acontecia com ela. Foi tudo mais forte, tentava reagir, mas se sentia escrava de seu corpo, dos prazeres que ele lhe dava.
Não tinha a mínima noção do que isso lhe carretaria. Ela e toda sua família, estavam nas mãos de quatro criminosos da pior espécie, condenados por diversos e hediondos crimes, dentro os quais, várias mortes a sangue frio e estupro, caracterizados por extrema crueldade.
Exausta, se deixou tombar sobre o colchão e adormeceu. Não sabe precisar quanto tempo depois despertou, mas viu o raio do Sol entrar pela janela do pequeno quartinho. Ao seu lado, pode ver o barbudo sorrindo para ela e junto com ele, os outros três homens. Ainda estava nua e apavorada, tentou se cobrir usando as mãos, os vendo se desnudarem e virem em sua direção.

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Durante toda manhã, podia se ouvir, os berros alucinantes de Karina, escoarem por toda casa. Sebastiana, na cozinha, horrorizada tapava os ouvidos para não ouvir. Chorando em desespero, tomou coragem e correu porta afora, Indo em direção ao galpão, há poucos metros da casa.
Com as mãos na cabeça, parecendo uma louca, gritava em desespero total;
- Por Deus! Pela Virgem Maria! Acudam a coitadinha... eles a estão matando!
Sebastiana, sem mesmo saber o que estava fazendo, foi até um pequeno armário num canto do galpão e de lá retirou um facão de campo, usados pelo marido e seu irmão para abrir picada nas matas que margeiam a propriedade deles e cortou as cordas que prendiam os dois.
Tião e Zé Pedro, em seguida, trataram de libertar Thiago. Este, como um louco tomou o facão e como um possesso, ia saindo em direção a casa, objetivando salvar sua filha das mãos daqueles celerados. Mas foi detido por Zé Pedro e seu irmão.
- Não, assim não seu moço... eles são em número de quatro, são grandes e fortes. O sinhor não vai conseguir nada agindo deste modo. Ali, naquele armário, temos umas espingardas, de modo caçar veado, vamos fazer uso delas e matar aqueles endemoninhados, filhos do capeta, que vieram trazer desgraça pra gente!

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Karina, já tinha cessado com os gritos alucinantes. Não suportou o massacre a que estava sendo submetida e perdeu os sentidos. O sangue lhe escorria por inúmeros ferimentos pelo corpo todo, principalmente da região genital, dos seios e rosto. Deitada, atravessada sobre a cama, ainda tinha dois deles montados sobre seu corpinho, bufando no auge do gozo. Alpino e Barbudo, ao lado esperavam a vez para voltarem a estuprar a jovem, que lhes veio as mãos de modo tão repentino.
Os quatro, todos nus, tão envolvidos estavam no ignóbil estupro de Karina, que nem se deram conta que estavam sendo mortos por tiros disparados a queima-roupa. Tombados, caídos no chão, cobertos de perfurações, disparados pelo ódio e pela raiva dos três homens armados, levados pela fúria da vingança.

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Agora, oito meses depois da tragédia que se abateu sobre a família De Holanda, Marcela não se afasta do lado de sua querida filha. Karina ainda está em recuperação, depois de passar meses e meses, em coma profundo. Submetida a inúmeros intervenções cirúrgicas, algumas de cunho estético em suas partes íntimas, não pensa mais em namorar e muito menos em príncipes encantados. Karina perdeu todo o encanto que o sexo oposto lhe causava.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:26 de setembro de 2016 04:29

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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