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Roberta de A a Z – Meu irmão querido – segunda parte

Roberta de A a Z – Meu irmão querido – segunda parte


- Não, minha linda, não vais contar nada para ninguém, pois você gostou de tudo que eu fiz com você e eu posso provar que você se ofereceu e colaborou com tudo! Podes ter a certeza, que vamos repetir tudo novamente e, que você vai gostar de me ter novamente! Eu sei como te encontrar, podes ficar à espera.
Roberta, inocente e fraca, acreditou nas palavras enganosas dele, se acovardou e, resolveu ficar calada. Não sabia que teria coragem de encarar o irmão, mas o certo é que teria de fazê-lo e tentaria encerrar no fundo de sua alma, toda e qualquer lembrança de suas dolorosas aventuras com o senhor Marcelo.
Na chegada à rodoviária, o velho se apressou a saltar e buscar suas malas e viu quando a menina se atirou nos braços do irmão, chorando desesperadamente: - Nossa! Se ela conta ao irmão eu estou perdido! Ele é um verdadeiro touro, deve ter mais de 1,90 m. Satírico, pode observar o olhar sofrido da jovem, sobre o ombro do homenzarrão e, lhe atirou um beijo debochado com os lábios e, se afastou, para sempre da vida da jovem. Assim pensava ela.

OS PARAGRAFOS ACIMA FAZEM PARTE DO CONTO PUBLICADO POR WALY2: ROBERTA DE A a Z – MERGULHANDO NO INFERNO, E EU AGORA ESTOU PUBLICANDO A CONTINUAÇÃO, COM A AUTORIZAÇÃO DELE, É LOGICO. Marcela

Roberta, agarrada nos ombros de Ricardo e este a segurando pela cintura ficava a muitos centímetros do chão, pois ele media 1,95m e ela, apenas 1,60. Mas o que mais chamou a atenção de Ricardo, foi que sua irmãzinha não parava de chorar, desesperadamente, agarrada em seu pescoço. Seu choro era alto, chamando a atenção das pessoas em volta. Ele surpreso, tentava consolar a irmã. – Querida porque tanto desespero...fiques calma! Teu irmão está aqui. Ele estava atribuindo o descontrole de Roberta, pelo acidente com o seu ônibus e ela ter ficado tanto tempo em uma hospedaria de beira de estrada, sozinha e sem o apoio de alguém da família. Logo ela, que nunca saíra do braço protetor da mãe. Coitadinha, acho que a experiência foi muito forte! Mas mesmo no conforto do abraço do irmão, não pode deixar de sentir um arrepio lhe percorrer todo o corpo, quando Marcelo, se afastando, ao longe, lhe atirou um debochado beijo. Martelando em sua mente, as últimas palavras do velho sádico:
“Não, minha linda, não vais contar nada para ninguém, pois você gostou de tudo que eu fiz com você e eu posso provar que você se ofereceu e colaborou com tudo! Podes ter a certeza, que vamos repetir tudo novamente e, que você vai gostar de me ter novamente! Eu sei como te encontrar, podes ficar à espera”
Na mente da pobre menininha, ela repetia: nunca mais...nunca mais. Como é que ela iria contar ao irmão que não era mais virgem! Meu Deus! Eu não vou ter coragem de lhe contar. – Olhe irmão, tua irmãzinha de apenas 14 anos, passou os últimos quatros dias, sendo fodida por um velho, gordo e careça, com 50 anos mais velho do que ela! Não... jamais, ele não poderia saber disso. Iria ficar caladinha e deixar que ele a visse como sua irmãzinha, doce, inocente e....virgem, pura. Tudo isso passava como um flash, pela cabeça da menina e, esse era o todo o motivo do seu descontrole, de seu desespero.
Agora, passada uma semana, ela estava mais resignada. Uma só preocupação, passava por sua cabecinha... e se ela estivesse gravida! O velhote, gozou dentro dela inúmeras vezes. Procurando na internet, ela ficou sabendo que os homem com mais de 60 anos, podem, ainda gerar filhos. Isto a estava, de tal modo, afligindo, que Ricardo, não sabendo a que atribuir a mudança busca da personalidade da irmã, que fora sempre alegre, brincalhona e irreverente; ficou seriamente preocupado com a saúde mental da menina. Sem ela saber, ligou para mãe e a colocou par de toda a sua preocupação. Resolveram, em conjunto, que Ricardo, consultaria um psicólogo, pois talvez Roberta necessitasse de tratamento especializado. Mas nada disso foi necessário, pois de uma hora para outra, a menina mudou completamente de comportamento, e agora estava voltando a ser a sua irmãzinha de sempre. Na noite anterior, sua menstruação desceu. No seu quarto, Ricardo ficou surpreso, ao ver sua irmã entrar em seu quarto, vestindo um pijaminha rosa, pulando como uma cabrita.
Duas semanas, depois, já estava na hora de Roberta voltar para casa. As férias já estavam a terminar. Mas Roberta se recusava decisivamente a voltar para casa, queria ficar morando com o irmão e nada a demovia, nem os apelos de sua mãe e de seu irmão. Querida, você tem de ir para casa, teu colégio, tua mãe, seus amigos e colegas, todos te esperam... tua vida está lá, tens de ir. Abraçada ao pescoço do irmão, ela chorava desesperada... nada disso me importa, quero ficar aqui com você... eu o amo do fundo do coração e quero ficar morando com você. Com a decisão dele, em obrigá-la a voltar para casa, a menina ficou tão abalada, que caiu de cama, com febre alta. Como o estado de saúde dela só fazia piorar, Ricardo se viu obrigado a interná-la em uma clínica particular. Sua mãe, veio para ficar junto com a filha, tendo de deixar a administração da fábrica em mãos de terceiros. Todo o problema de Roberta era de fundo emocional e eles, mãe e irmão, foram aconselhados a não obrigarem a menina voltar para casa... talvez, num futuro, isso fosse possível, mas agora o melhor a fazer era deixar ela morando com o irmão.
Quatro meses depois, quando Roberta fez quinze anos, Ricardo lhe preparou um festa, digna de uma princesa, até sua mãe veio passar uns dias com os filhos. A menina já tinha quase que esquecido todos os terríveis momentos que passou, nas garras de Marcelo, o velho nojento e tarado, que abusou dela como quis.
Alegre, feliz e irreverente, como sempre fora, ela voltou a brincar com o irmão e indo dormir quase todas as noites, em sua cama, bem abraçadinha com ele. A intimidade dos dois eram tão grande, que a jovem costumava andar pela casa, praticamente nua vestindo apenas uma calcinha e na maioria das vezes com os belos seios descobertos. Ela agia tão naturalmente e com tanta inocência, que Ricardo não tinha coragem de a repreender. Mas ele não podia deixar de notar que sua irmãzinha, não era mais uma menininha, agora era uma belíssima adolescente, com um corpo espetacular, com coxas roliças e bem torneadas. Com seios e bunda, capaz de tirar do sério qualquer vivente. Mas ela era sua irmã e tinha de se controlar.
Certa noite, Roberta estava deitada, abraçando pelas costas o corpo do irmão, que dormia somente com uma sunga e ela apenas com um minúscula calcinha. Ricardo só conseguiu dormir, no meio da madrugada, o contato do corpo macio e quase nu, da irmã o deixava quase louco. Por isso ele virava as costas para ela e a deixava ficar abraçada a ele, por trás, não queria que ela visse o enorme volume de seu membro a esticar o tecido da sunga. Era uma luta titânica entre o desejo do macho e o amor de irmão, mas íntegro, sempre prevalecia o segundo. Mas nesta noite em especial, foi tudo diferente.
Roberta adorava ficar assim, bem juntinha ao irmão, sentir seu corpo todo colado nele, era muito gostoso e ela gostava de esmagar os seios nas costas musculosas. Amava o irmão, como ninguém mais no mundo, tinha verdadeira idolatria por ele. Ainda não tinha noção, mas ela estava nutrindo uma enorme paixão por Ricardo, que pouco a pouco foi se transformando em desejo e agora ela estava a se lembrar de Marcelo, a possuído com fúria, entrando em todos os seus buracos. Estava extremamente excitada e isso se fazia notar em sua calcinha, toda úmida. Quase sem sentir foi se apertando contra o corpo do irmão e movimentando o torso, de maneira a friccionar o mamilo na pele quente dele. Que coisa mais gostosa! sentindo que Ricardo dormia profundamente, foi se enroscando cada vez mais nele... agora com a coxa direita desnuda, por cima da perna do rapaz, sentindo seu sexo sendo comprimido contra os quadris do irmão. Tomada por desejo insano, alucinada e imprudente, foi passando seu braço direito por cima da cintura dele e foi direcionando sua mãozinha em direção ao sexo do irmão. Quando o sentiu, duro como uma rocha, por cima do tecido, teve de sufocar um gemido de prazer... não queria acordar o irmão. Dando pequenos apertos no corpo do membro, ficou fascinada com o tamanho dele. Sem se importar com mais nada, forçou a cabeça do colosso, para fora da sunga e com os dedos em volta do rígido e quente monte de músculos, iniciou um passeio, desde a base até a úmida cabeçorra. Gemia de tanto prazer, não se importando se o irmão acordasse ou não, e ela gozou intensamente, um forte orgasmo tomou conta dela, que gemendo, deu um forte aperto no pênis dele. Satisfeita e assustada com sua ousadia, se levantou de mansinho e foi para o seu quarto, onde tomou um demorado banho. Depois de muito tempo, voltou para o quarto de Ricardo e se enroscou nele, de modo pleno e dando graças por Ricardo não ter acordado. O que faria se ele a pegasse no fraga, o masturbando? Tinha a impressão que cairia morta, de tanta vergonha, com o rosto demonstrando satisfação, dormiu como um anjinho.
O que ela não poderia imaginar, era que Ricardo, nem por um momento estava dormindo. Todo o tempo ele sentiu sua irmã, todo o prazer que a dominava. Mas ficou perplexo, quando ela começou a tocar seu membro e mais ainda, quando ela tocou uma punheta nele. Não tinha coragem de dar a entender que estava acordado, mas de deliciou com tudo aquilo. Teve de ter um auto controle absurdo, para não explodir nas mãos dela, mas quando ela gozou e foi para o seu quarto, ele se levantou correndo e não teve tempo de chegar ao banheiro, despejando toda a sua tesão, no chão do quarto. Rápido ele tratou de limpar os vestígios de sua ejaculação e bem de mansinho foi até o quarto de Roberta e notou que ela estava tomando banho. Voltou para o seu, e tratou de se lavar rapidamente e foi se deitar. Alguns minutos depois ela voltou, se enroscou toda nele e caiu num sono profundo e tranquilo. Mas ele não pode fechar os olhos... matutando no que tinha acontecido... como pode isso acontecer! Sua irmãzinha inocente e virgem, agir daquela maneira? Mas o certo é que ele também já estava, a muito tempo, cobiçando o belíssimo corpinho da irmã, só não tinha coragem de admitir.
Daí em diante, Ricardo passou a ter sono pesado, profundo mesmo. Roberta, burrinha, tirava proveito disso, se tornando a cada noite, mais atrevida, chegando até a fazer sexo oral nele. Mas cada vez mais se desejando, a situação não podia durar muito. Num segunda-feira, depois de mais uma noite de loucura, com ela se aproveitando do “profundo sono” do irmão. Ricardo estava tomando banho, queria sair cedo para o escritório, pois tarefas múltiplas o aguardava, quando Roberta entra no banheiro e fica sentada no vaso, nua em pelo, vendo o irmão no box, se ensaboando todo. – meu irmão, como você é bonito! Teu corpo é a coisa mais linda do mundo! - você acha, Roberta? – Acho sim... meu amor! - porque você não entra aqui no box... vamos tomar banho juntos. Imediatamente, Roberta entra no box, pois esta era a sua intenção desde o início. Em poucos minutos, os dois então se amando loucamente, na cama dele, toda molhada com a água respingada de seu corpos nus. Ela tentando esconder dele, que já não era mais virgem, o que foi fácil... pois o membro dele, era no mínimo, duas vezes maior e mais largo do que o do Marcelo. Muito apertadinha, quando ele entrou todo dentro dela, gritou de dor. Ricardo, alucinado pela paixão, pensou que estava a tirar a virgindade da irmã, pois devido ao cavalar membro, até um pouco de sangue saiu de sua boceta. Naquela segunda-feira o gerente-geral da companhia não foi trabalhar. Ele estava muito ocupado “visitando um cliente”, pelo menos foi isso que informou à sua secretária, por telefone, já no início da tarde.
Continua em: Roberta de A a Z – Novamente mergulhando no inferno – 3ª parte

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:8 de maio de 2014 02:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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