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SAIDINHA DE BANCO

SAIDINHA DE BANCO

- Alice, minha filha, depois da escola vá até agência do meu banco e saque mil reais. É Pertinho da tua escola.
– Cuidado com o cartão... você já sabe a minha senha e, querida, venha direto para casa, pois quero pagar a faxineira.
-Tudo bem mamãe, antes das cinco horas estarei em casa, pois tenho de estudar para a prova de amanhã. - Mas antes posso usar o cartão para comprar umas calcinhas, já que o shopping é caminho de casa?
- Tudo bem, meu amorzinho, mas não abuse, o cartão já está quase estourando o limite.

- Fique bem quietinha e não grite, senão vai levar chumbo! - Me dê o dinheiro que você sacou ai na agência, quero também o cartão e o celular! – Venha comigo, bem comportadinha, se bancares a esperta vou te furar.
- Pelo amor de Deus, moço... pode levar tudo, só não me machuque!
- Entre no carro, querida.... Assim, assim.... Menina obediente! Só queremos dar umas voltas com você, enquanto a gente usa o teu cartão. – Ta vendo este punhal encostado na tua barriga? – Ele quer saber a senha do teu cartão!
Depois de rodar por mais de 30 minutos, no carro dos meliantes, Alice tremia de medo e chorando pedia que os dois morenos a libertassem, já que lhe tinham tirado tudo.
Tião, demonstrando estar ansioso pela demora do Chicão, deu um safanão na garotinha. – Fique calada gatinha... ele está demorando muito! – Se você deu a senha errada, vou te ferrar! Ele ficou mais calmo quando Betão, um negrão gigantesco, que estava ao volante do veículo, exclamou: - Tião, olhe ele ali adiante!
Chicão, demonstrando grande contrariedade, entrou no veículo, no banco traseiro, ao lado de Alice e sem maiores explicações, lhe deu um tremendo tabefe. A jovem gritou de dor e logo um filete de sangue escorreu pelos lábios. – O cartão desta putinha, estava estourado, só tinha uns miseráveis quarenta reais!
- Vamos levar a safada com a gente, vamos pedir um bom dinheiro à família dela, para a libertar, não podemos ficar no preju!
No meio de Chicão e Tião Alice ao ouvir a “sentença” entrou em pânico total e começou a gritar por socorro e a tentar sair do carro. Foi a pior coisa que fez, pois Tião levou as duas mãos à garganta da menina e foi apertando com força. – Cale a boca, vadia!
Sem controle ele foi pressionando cada vez mais, com os dedos enterrados na traqueia de Alice, que sufocando, parou de se debater, com o rosto roxo pela falta de ar. Com a boca aberta e revirando os olhos, pendeu inerte, com as mãos dele, como garras, ainda pressionando, com força excessiva sua garganta.
- O que você fez cara? - Filho de uma puta! – Matou a garota! agora não vamos poder pedir resgate por ela! – Desculpe, eu não queria fazer isso, foi um acidente, mas a fulaninha me deixou maluco, com o berreiro.
Chicão, acalmou seus comparsas: - Calma gente! - Nem tudo está perdido, vamos desovar o presuntinho lá no riacho, que corre atrás do barraco de Beto e depois vamos usar o celular dela para pedir o resgate.
– E se o pessoal dela quiser ouvir a voz da garota? Já que morto não fala, vamos dizer que não aceitamos esta parada...é o dinheiro sem nenhuma exigência ou um pedaço da língua dela. Enquanto falava, olhava para o corpo da infeliz menina, que caída no meio deles, com a boca entreaberta e a pontinha da língua parecendo entre os lábios, parecia uma boneca de pano, toda mole, recostada no peito de seu executor.

Eram mais de 18horas e dona Esther, com o coração na mão, esperava por sua filhinha. Já tinha feito dezenas de chamadas para o celular dela e nenhuma foi aceita. Desesperada, ligou para o marido. Ernesto apesar de estar divorciado de Esther, mantinha uma boa relação com a ex. – Fique calma, estou indo para aí, em vinte minutos chegarei.
O pai e a mãe de Alice, resolveram registrar o desaparecimento da filha, depois de dezenas de ligações para os colegas e amigos da garota. Mas deram um pulo do sofá quando o telefone tocou, já passando das 20 horas. Correram ansiosos e Esther logo viu que era o celular da filha.
- Alice, querida... onde você está? Fiz diversas ligações mas não atendestes! – Fique quieta minha senhora... sua filha está em nosso poder e queremos uma nota preta para a soltar.
O desespero do casal, pelo sequestro da menina foi imenso. Esther não pode continuar ao telefone, chorando copiosamente. Ernesto, mais comedido, pegou o telefone: - Calma, meu senhor... estamos dispostos a pagar o que pedirem por nossa garota, mas queremos antes falar com ela, ver se está bem!
- Nada de falar com ela... e não queira dar uma de esperto com a gente, Nada de polícia na parada. Dentro de dois dias, vamos ligar novamente. – Tenha preparado trezentos mil reais, senão vamos devolver a sua filha aos pedacinhos. Outra coisa... na entrega do dinheiro, queremos que seja a tua mulher a levar a grana até o lugar que determinarmos, somente ela, mais ninguém.

-Eles estão se cagando de medo, vão dar o dinheiro... coitados, vão pagar o que pedimos, sem sombra de dúvidas.


- Gente, eu quero ficar com a garota comigo, você Tião, pensou que tinha enforcado a zinha e tu, Chicão, já queria até desovar o presunto no riacho, senão fosse eu ver que ela não estava morta, mas apenas desmaiada, nesta hora a garotinha estaria boiando no riacho. Tenho todo o direito que ficar com a mocinha, para o meu uso. Posso até abrir mão de parte do resgate, que me cabe, mas esta mina é demasiada gostosa e não vou abrir mão dela.
-Ta certo Betão, não necessita ficar nervoso, a gente deixa ela para você, mas queremos 20 mil paus do teu ganho. – Concordo com isso, mas fora daqui, vocês dois. Podem continuar as negociações com o pedido de resgate, longe daqui. – Quero ficar sozinho com ela!

Alice, amarrada pelos pulsos, com os braços estendido sobre a cabeça, foi acordando aos poucos. Sua garganta doía muito, com uma grande mancha roxa ao redor de seu pescoço. Com os pés apoiados no piso frio. Tentou gritar por socorro, mas totalmente sem voz, só um som rouco saiu de sua boca. Nãos sabia onde estava e somente muito lentamente, foi se lembrando de tudo. Fora atacada por três bandidos quando saiu saia do banco. Eles levaram seu dinheiro, o celular e o cartão de mamãe. Os caras resolveram pedir resgate aos seus pais, para a libertar.
Mas onde estava! Não tinha a menor noção! Assustada, correu os olhos pelo local e percebeu que estava presa em um pequeno recinto, mas parecendo um celeiro, com diversos caixas e restos de materiais jogados por todo canto. Estava amarrada pelos pulsos, a uma barra de madeira, pouco acima de sua cabeça. A posição era incômoda, pois seus pés mal apoiavam no chão.
Já devia ser noite, pois tudo estava escuro, Alice sentia muito frio e dos três bandidos nem sinal. A pobrezinha ficou ali, pendurada, tremendo de medo, nem querendo pensar no que eles poderiam fazer com ela.
Durante toda a noite, a jovenzinha ficou ali, demasiadamente estressada e abatida, por se ver presa daquela maneira, acabou tombando a cabeça sobre os ombros e caiu num sono agitado cheio de pesadelos.
Bem cedinho, foi despertada, com a estranha sensação de ter alguém bem junto, a observando. Com efeito, Beto, um dos três sequestradores, um negro enorme, feio como o diabo, com quase dois metros, estava sentado num banco de madeira, a uns dois metros de onde estava pendurada.
Ele a observava sem falar nada, mas Alice sentiu um calafrio a lhe percorrer todo o corpo, com o olhar cheio de desejos do negão, a lhe esquadrinhar o seu corpo indefeso. Com receio, não teve coragem de falar nada e apenas baixou o olhar e ficou olhando o chão.
- Você acordou minha bonequinha! Fiquei muito tempo só te olhando... tu és uma mulherzinha muito gostosa.... Fico louco só em olhar pra você! Tião e Chicão estão tratando do teu resgate e enquanto isso, nós dois vamos ficar aqui nos conhecendo melhor. Não necessita ficar com medo de mim... sei ser bem carinhoso com as minhas minas. Olhei tudo o que tens nesta tua mochila. Fiquei curioso em ver o que uma loirinha como tu, tem na bolsa. Tua identidade escolar diz que tens 16 aninhos e vi pela caderneta, que tens boas notas. Que maravilha! Uma menininha bem novinha, gostosa como o quê! Inteiramente a minha disposição. Agora vou queimar tua mochila com tudo o que tem dentro dela. Não terás mais necessidade destes documentos, pois agora a única coisa que terá importância para você é que serás a comida do Betão e ponto final.
O terror que se apoderou da alma de Alice, ao escutar Betão, falar estas canalhices todas, foi de tal grandeza, que ela se pôs a chorar e espernear, tentando se libertar das amarras que a prendiam à barra sobre sua cabeça.
- Minha queridinha! Que é isso? Porque tanto pavor? – Você vai gostar do Betão! Vai aprender a querer os meus carinhos... todas elas gostam! Você não será diferente das outras.
Enquanto falava, foi se aproximando de Alice, que só podia externar toda o asco que estava sentindo do canalha, pelos olhos, enquanto ele passeava com as mãos calosas, sobre o rosto da garota. -Minha nossa... Que pele mais macia! Que boca tentadora!
Sem poder se conter, ele segurou a nuca de Alice com firmeza, com as mãos enterradas nos cabelos da garota e a forçou em sua direção. Alice tentou desviar o rosto, mas ele não permitiu e quando os grossos lábios foram de encontro aos seus, em desespero tentou gritar por socorro. Foi suficiente para a enorme língua do negão, se perdesse dentro de sua boca.
Por mais de vinte minutos, Betão ficou colado ao corpo de Alice, com a boca ávida, quase arrancando a língua da aterrorizada moça. Ele a lambia, sugava os delicados lábios e deixou marcas das mordidas e chupões em seus ombros e pescoço. Mas o pior de tudo, foi sentir entre as suas coxas, o enorme volume dele, que mesmo sobre as roupas de ambos, a enchia de pânico.
Quando ele a deixou, a jovem estava quase desfalecendo, tamanho o horror que lhe invadia o corpo.
Betão se afastou um pouco e com o rosto transfigurado pela paixão: - Garota! Você é demais! É a coisinha mais gostosa que já pude provar! Sem nem lhe dar tempo de se recuperar do estúpido ataque passou a rasgar, com violência, as roupas que cobriam Alice. Em instantes ela estava totalmente nua.
Betão, estava maravilhado ao ver o corpo nu de Alice. A garota, apesar de bem novinha, era perfeita em tudo. O maravilhoso corpinho, com seios durinhos, apontando para cima, com mamilos róseos parecendo dois biquinhos de chupeta de bebê, ventre liso, sem nenhuma gordurinha, tudo em cima de belas coxas, grossas e alvas e a coisa que Beto mais gostava um bumbum arrebitado, deliciosamente arredondado, firmes e macios.
Era coisa demais para o bico de Betão, que emitindo um som rouco, se atirou entre as coxas da menina e com força descomunal, com as mãos espalmadas, entre os joelhos, a obrigou a separar as pernas, para poder ver as maravilhas ali escondidas.
A bucetinha de Alice, exposta aos seus olhos, com bem poucos pelos loiros, rosadinha, os lábios gordinhos e salientes, convidando Betão para passar a língua, o convidando para fazer loucuras naquelas carnes virgens. Ele cravou a cabeça no meio das coxas de Alice e a chupou, enlouquecido de tesão, emitindo uivos animalescos, tal qual um lobo faminto. Por muito tempo, talvez horas, Betão ficou ali, enfiando a língua na grutinha da virgem, mordendo e sugando os fluídos de Alice.
A jovem, por mais que tentasse, não conseguia fechar as coxas, com a cabeça de Betão entre elas, que com as mãos espalmadas nas carnes macias do bumbum, a forçava a ficar colada nele.
Aterrorizada, ela berrava como uma louca, mas pouco a pouco seus gritos desesperados, foram diminuindo de intensidade e agora Alice apenas soluçava, enquanto Betão lá embaixo, continuava sugando sua alma.
Era uma coisa, fisicamente impossível, a ninfetinha não tinha como resistir e, foi ficando excitada, demonstrando isso, com a umidade no interior de sua bucetinha sendo sugada pela bocarra do negrão, praticamente toda dentro dela. Quando ele iniciou a dar leves chupadas no clitóris da jovenzinha, ela foi às nuvens e explodiu num orgasmo violento, o primeiro em sua curta vida.
Incansável, o homenzarrão não saia de Alice, que com os olhos fechados, tentava abafar os gemidos de prazer, tendo múltiplos e avassaladores orgasmos, mesmo contra a sua vontade.
Não resistindo mais, Alice passou a “uivar” como uma femea animal, em pleno cio, até que extenuada tombou a cabecinha e desfaleceu, de tanto gozar.

Continua em: Saidinha de banco – 2ª parte.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:19 de setembro de 2014 22:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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