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Saidinha de banco - 2ª parte

Saidinha de banco – 2ª parte.
Alice, alguns minutos depois, começou a se recuperar das violentas emoções de tomou conta dela. Não sabia explicar o que aconteceu, pois lutou com todas as suas forças para não deixar que seu corpo sucumbisse ao gozo que o toque dele estava despertando. Alice, não era burra, pois sabia perfeitamente o que era um orgasmo. Sabia somente na teoria, pelos livros e conversas com suas amiguinhas, mas jurava que tinha muito de exagero, que na pratica, aquela “coisa” não deveria ser tão intensa como as meninas pintavam.

Quando o cara, com aspecto tão nojento, tão feio e grande como um gorila, começou a chupar sua vulva, ela sentiu apenas asco e muito nojo. Aquele monstro, com pouco mais de 2 metros e pesando no mínimo como um caminhão jamanta, só poderia trazer à sua alma, muito medo e terror, nada mais do que isso.

Mas Alice, a jovem e ingênua virgem, estava totalmente equivocada. Quando Betão, com os dedos separou os lábios vaginais e começou a sugar o pequeno botãozinho, a mocinha começou a sentir um “treco” que vinha do fundo de sua bucetinha, indo terminar no clitóris, sugado com força pela boca do canalha. Aquela sensação era demasiadamente gostosa e parecia que nada mais existia no mundo, só os lábios dele e o seu pequeno botão, fonte de um prazer tão intenso, que não pode se conter e explodiu em gemidos alucinantes com a chegada do avassalador orgasmo, parecendo que uma forte descarga elétrica percorreu todo o seu corpo, até chegar à sua bucetinha, ao seu clitóris.

Mas aquela descarga de adrenalina, não teve fim, pois o negrão continuou a sugar “sua alma” pela vagina e Alice se sentia “morrer “em novos e sucessivos orgasmos. Agora, ainda amarrada à barra, respirava com muita dificuldade, apertando fortemente as coxas desnudas, como que querendo “proteger” sua xoxotinha do olhar guloso de Betão, que deitado no chão, aos seus pés, não conseguia desviar os olhos da grutinha de “sua” garotinha.

Já era o anoitecer do dia seguinte e Alice continuava presa no celeiro. Há quase dois dias, estava ali, nua e pendurada pelos pulsos. Não sabia o eu era pior, se as dores nos braços e ombros ou a sede e fome. O seu verdugo, dormiu toda a noite, aos pés de Alice, no celeiro e quando acordou foi até Alice que com a cabeça tombada sobre os ombros e olhos fechados, “tirava” um cochilo. Ele segurou a cabeça da jovem e lhe deu um beijo, lhe sugando o lábio inferior com força. – Que delícia... tendo como Café da manhã a tua saliva!

- Fique aí bem quietinha, que eu vou fazer algumas entregas e no final da tarde, volto para continuarmos a nos amarmos. Betão saiu, deixando a garota presa no galpão, sem ao menos se preocupar lhe dar algo para beber e comer. Saiu satisfeito com a bela noite e foi distribuir suas drogas.
Mas nem tudo saiu como o combinado e Betão, numa de suas entregas, foi surpreendido pela polícia, que estava de tocaia e …pum...pum...pum. Era uma vez um traficante.

Esther e Ernesto, entraram em acordo, com Chicão e Tião quanto ao valor do resgate e o modo em que seria feita a troca de Alice pelo dinheiro. Esther faria a entrega, em um lugar previamente escolhido pelos meliantes, uma estradinha de terra batida, com elevações nos encostamentos, só permitindo acesso pelo próprio leito, nunca pelos lados. Esther deixou seu carro há 300 metros, conforme exigência dos sequestradores, com Ernesto dentro, ansioso pelo termino das negociações.

Foi vendo a mulher avançar lentamente, com a maleta de dinheiro na mão direita, mas numa pequena curva, perdeu a visão da ex esposa. Esther avistou o carro parado no meio da estradinha, com um dos sequestradores ao lado dele.

- Trouxe o dinheiro certinho, mulher? – O dinheiro está todo aqui, conforme vocês pediram...mas onde está minha filha? Tua filha está dentro do carro, mas só vamos soltá-la, depois de conferir o dinheiro! – Venha aqui e me entregue a maleta.

Esther, muito receosa foi até o moreno e lhe entregou a maleta. Tião deu uma conferida rápida e achou que estava tudo certo. – Vá até o carro madame, tua filha está no porta-malas. Esther correu e tentou abrir o bagageiro, mas surpresa, viu quando um outro sujeito, igualmente mal encarado, saiu do veículo e foi até ela. – Deixe que eu abro a porta para a madame. Esther se inclinou, mas lá dentro não estava sua filhinha. Nem teve tempo para nada, pois uma forte pancada lhe foi desferida na cabeça e ela caiu sem sentidos, deixando meio corpo pendurado para fora do porta-malas.

Rapidamente Chicão e Tião empurraram o corpo inerte de Esther para dentro do porta-malas e partiram velozmente, deixando um rastro de poeira na estradinha de terra.

- Pronto cara! Perdemos a filha para o Betão, mas temos a mãe e o dinheiro... foi um ótimo negócio. Trabalhar com gente tão burra é coisa muito boa! Eles caíram como uns patinhos. Agora o cara vai ficar sem a filha e sem a mulher. -Notou como a mãezinha é gostosa... a madame vai dar um bom caldo, nós vamos nos “esbaldar” com carne tão gostosa.


Alice estava a quase cinco dias presas no galpão de Betão, já não sentia mais os braços e os ombros, totalmente dormentes. A sede e a fome, principalmente a sede, a faziam delirar, tendo visões, com sua mãezinha a vindo libertar e com os lábios secos e rachados, bebia grandes goles, servidos por Esther. A noite novamente chegou ao galpão de Betão, perdido no meio do mato, longe de tudo e de todos, onde definhava, a espera da morte, a infeliz mocinha.

Esther foi acordando aos poucos, a dor em sua cabeça, a fazia gemer e um pequeno filete de sangue manchava os loiros cabelos da mãe de Alice. Atordoada não conseguia saber o que lhe tinha acontecido. Estava caída no piso empoeirado do barraco de Chicão. Sua blusa estava aberta e o sutiã na altura da cintura, deixavam amostra os seus belos seios com grandes dificuldades, conseguiu ficar sentada, com o bumbum apoiado na sujeira do chão e levou as duas mãos a testa, onde uma rudimentar faixa de pano, empapada de sangue, escondia o ferimento em sua nuca.

Aturdida, olhou para os dois negros, que ao redor de uma pequena mesa de madeira crua, repartiam em três partes o valor do dinheiro recebido. Com o gemido da mulher ferida, paravam o que estavam fazendo:
– Acordou mulher... dormistes feito uma pedra! – Quem são vocês, o que estou fazendo aqui? – Nossa como doí a minha cabeça! O que aconteceu comigo?

Chicão olhou divertido para Tião: - Minha nossa a mulher endoidou de vez! – Acho que foi a pancada na cabeça. – Vamos zoar com ela…quer ver uma coisa? Teu nome é Alice e você é a nossa mulher... e mora com a gente a muito tempo. Você caiu lá fora, e bateu com a cabeça na pedra.
Meu nome é Alice! Você tem razão, este nome me é familiar...mas não tenho lembranças de vocês dois! – isso vai passar mulher! Não tá lembrada que eu e Tião te apalmamos a vontade ainda a pouco?
- Não estou me lembrando de nada... tudo está muito confuso na minha cabeça!
Esther tentou ficar em pé, mas zonza, cambaleou e ia cair ao chão, senão fosse o rápido gesto de Chicão, que a amparou pela cintura. – Minha nossa, mulher... você está bem ruinzinha. Venha vou te levar para a esteira. – Chicão venha até aqui... traga a caneca e a garrafa, vamos encher a cara desta putinha de cachaça. Depois de ser obrigada a beber quase meia garrafa de aguardente, Esther foi despida pelos dois meliantes, que se babavam ao ver o belo corpo da mamãe de Alice.

- Você é uma coroa muito gostosa e agora eu e Tião vamos te foder todinha. – Por favor...eu não quero, minha cabeça doí demais, deixem eu dormir! – Que nada mulher, você aqui na nossa casa não tem querer... vai ser fodida por nos dois, e pronto. Mas como a gente é bonzinho vamos lhe aplicar uma dose de morfina na veia e não sentirás mais dor.

Durante toda a noite, Tião e Chicão usaram e abusaram do corpo de Esther, de todas as maneiras possíveis e ela passiva, sob o efeito do álcool e da droga, até sentiu intenso prazer e não protestou quando eles fizeram dupla penetração e quase a sufocaram com os caralhos enterrados em sua boca, ejaculando e a obrigando a engolir toda a porra.

Muitos dias depois, Esther acordou, se sentindo muito mal, com um dos sujeitos dormindo por cima dela, bêbado como um gamba e com o membro murcho, dentro de seu cu. Ainda estava sob os efeitos das drogas, que eles lhe injetavam. Todo o seu corpo doía muito, pois os canalhas lhe davam muitas mordidas, nos seios, nas coxas e nas nádegas, mordidas que deixaram marcas profundas dos dentes. Queria se mexer, mas o enorme peso do Homem em suas costas, não permitia. Virou a cabeça de lado e notou que o outro sujeito, dormia ao seu lado, roncando como um porco. Ficou com medo de se mexer e acordar o safado em cima dela, com o caralho parcialmente enfiado em sua bunda.

Ficou bem quietinha, se lembrando de tudo que os dois fizeram com ela durante aqueles dias todos. Muito lentamente foi se sentindo excitada com o peso do homem, com os grossos pentelhos dele lhe roçando a pele sensível de suas nádegas e o volume das bolas na junção de suas coxas. Quase sem querer, os músculos das paredes de seu ânus passaram a se contrair, fazendo pressão sobre o monte de carne ali dentro. Mesmo com o homem dormindo, seu membro, com a suave pressão do ânus de Esther, foi se avolumando, a preenchendo pouco a pouco.

Esther não sabe porque, se foi o efeito das drogas ou por se sentir inteiramente sobrepujada pelos dois homens, mas o certo é que foi invadida por enorme tesão e com esforço começou a movimentar sua bunda e a cintura, sentindo aquela coisa enorme, ir crescendo dentro dela. Com tudo isso, Tião acordou e iniciou a se movimentar por cima dela.

Pela primeira vez, desde a primeira noite com eles, Esther foi ativa e mergulhou numa espécie de tara, ao sentir o negrão bufando em seu pescoço, todo enterrado na sua bunda. Chicão, com os gemidos de Esther e de Tião, despertou e também quis participar da brincadeira. Durante o resto do dia, tudo o que fizeram anteriormente, foi pouco, pois agora Esther estava ativa, querendo cada vez mais ser dominada pelos dois, totalmente invadida por um poderoso tipo de sadismo, que a levava a ter múltiplos orgasmos, ao sentir prazer pela dor. Chicão e Tião, como dois animais, a possuíam com violência extrema, a fazendo “gemer” com o castigo recebido, gemidos de dor e de prazer.

Com o passar dos dias, não mais se rebelava ao ser drogada, ao contrário esperava ansiosa pelo momento. Os dois traficantes, para a manter subjugada a eles, a enchiam de todo tipo de drogas e de muita porrada, pois sabia que ela se sentia excitada ao máximo, ao receber pancada.

Nunca em toda a sua vida, ela gozou tanto, mergulhando em um novo mundo, pedindo que eles judiassem dela, que a possuíssem de todas as formas possíveis. Alucinada, engolia os paus dos negões, alternando entre um e outro em sua boca, exigindo que eles gozassem, pois queria engolir toda a porra deles.

Dois meses depois, Esther, mulher fogosa, que sempre fez papai e mamãe com o seu ex, agora sob os efeitos das drogas e das bebidas, tinha liberado tudo o que estava dentro dela, do seu íntimo, e estava agindo como uma tarada, uma escrava submissa, presa a eles pelo poder das drogas e pelo sexo selvagem e sem controle. Sua perda de memória, foi passageira e ela estava consciente de tudo, mas preferiu fingir que não se lembrava de nada, pois assim poderia obter respostas quanto ao paradeiro de sua filha e ao mesmo tempo, ter os dois animais a satisfazendo. Esther, a pacata dona de casa, mãe carinhosa e exemplar, não existia mais, agora era Esther, a femea sedenta de sexo sádico e totalmente dependente de drogas.


Alice tinha noção que alguma coisa estava impedindo que Betão, retornasse para sua casa e agora, imobilizada como estava, sabia que iria morrer de sede e fome, mas um certo conformismo tomou conta dela. Era melhor morrer, do que ser estuprada pelo gigante negro. Estava tão fraca, que sua cabecinha pendia inerte sobre seus ombros e levou seus pensamentos para sua mãe, pedindo sua benção e mergulhou no esquecimento total.

As duas mulheres, avançavam lentamente, receosas, pois alguém poderia estar de tocaia. Mas não... tudo estava tranquilo e elas seguiam em direção ao barraco de Betão, cortando caminho pelo espesso matagal. Era mais seguro assim. Faziam cinco dias que o seu homem fora morto pelos medanhas, mas a negona Rosa, mais conhecida como Rosinha do bordel, só estava ali, movida pela ganância. Sabia que Betão escondia naquele lugar uma quantidade enorme de drogas. Já que ele estava fora da parada, achava justo que ela herdasse tudo o que era dele. Só não poderia deixar que os fornecedores dele, soubessem dessa parada, senão estaria fodida. Ela e a prima, não tiveram maiores dificuldades em entrar no barraco do defunto.

Por muitas horas, vasculharam tudo, mas nada encontraram, até que Mara, a prima, viu o pequeno galpão, a alguns metros do casebre, quase escondido pelo matagal. - Rosinha, vamos procurar por lá...é o melhor local para ele ter escondido as drogas.


Durante todos os meses em que Esther ficou prisioneira de Tião e Chicão, sofreu todas as humilhações possíveis e não havia um só dia em que não estivesse drogada e alcoolizada. E os dois gostavam de transitar com ela, quando circulavam pela favela em que residiam, causando inveja ao resto do bando, pois não era qualquer um que tinha uma madame de classe para ser fodida a qualquer momento que desejassem.
Quando o chefão da área, resolveu dar um grande churrasco, uma baita festança, para comemorar uma fuga em massa, ocorrida num presídio no interior do estado, a dupla resolveu levar Esther, nesta altura conhecida como “A loira fudedora”. Lá no alto do morro, no meio da festa, Chicão e Tião, bêbados como gambá, revolveram liberar a loira deles, para toda a turma. -Pessoal, é trinta contos, na buceta e vinte no cuzinho, se dois ao mesmo tempo é 100 paus.

Durante os três dias que durou a festança, a Loira Fudedora, rendeu aos seus donos, quase 5 mil paus. Na segunda, pela manhã, quando Chicão e Tião foram até a barraca, onde a Loira estava sendo servida aos clientes deles, ficaram espantados pelo que viram. Esther, nua, jazia inerte, sobre um imundo colchão de palha, com o corpo em petição de miséria. Não havia um só lugar de seu corpo que não apresentasse manchas vermelhas, pelas mordidas e chupões. Muitos dos que pagaram por alguns minutos com ela, só a usaram para o sexo oral e de tanto engolir esperma, tinha vomitado bastante e toda a sujeira cobrindo seu rosto, seios e barriga. O fedor no lugar era enorme, até parecia um chiqueiro. Esther, em choque, com os olhos abertos, olhava fixamente o teto.

- Compadre! Desta vez fizemos besteira... a loira não era uma máquina de foder, olha só o estado da coitada! Por mais que sacudissem o corpo inerte de Esther, ela continuava a olhar para o dia de “ontem”.
-Tião, assim como a vadia está, não nos serve para mais nada, vamos embora e abandonamos ela aqui, no topo do morro. Se alguém a achar e quiser fazer proveito dos restos dela, que faça bom uso. Chicão e Tião, recolheram a barraca, botaram fora o colchão de palha, todo vomitado e rolaram o corpo de Esther para dentro de uma pequena valeta e a cobriram com um pouco de mato e terra.

Dez meses depois de ser sequestrada pelos facínoras e submetida a mais infames torturas, físicas e mentais, finalmente Esther, tinha encontrado a paz, desovada num lugar esmo, como restos de uma carniça, a servir de comida para os abutres, parcialmente encoberta, em sua nova "cama".


Rosinha do bordel e sua prima Mara, tiveram alguma dificuldade em arrombar a porta do galpão e entraram no escuro recinto. – Minha mãe de Deus! O que é isso! As duas morenas ficaram de boca aberta com o que estavam vendo. Amarrada pelos pulsos a uma barra transversal ao teto, estava o corpo de uma moça loira, bem jovem. A mocinha estava nua e parecia estar morta.

- O Que foi que Betão fez! Prendeu a menina aqui e foi para a cidade... como foi morto, condenou a mulherzinha à morte. Ela deve ter morrido de sede e fome, amarrada desta maneira, por quase uma semana, coitadinha, deve ter sofrido muito. Agora é tarde para qualquer coisa, vamos desamarrá-la, pois me dá calafrios com ela pendura desta maneira.
Com Alice estendida no chão do galpão, as duas começaram uma frenética busca pelo espólio de Betão, as drogas, que sabiam estavam com ele. Por uma hora, elas reviraram todo o local, sem sucesso. Cansadas, desistiram da busca. – O filho da puta do Betão, deve ter escondido esta erva toda muito bem... é uma pena, tanto material perdido! Mara vamos embora, já está ficando muito tarde! Não demora muito vai escurecer. – E a menina aqui, o que vamos fazer? As duas ajoelhadas ao redor do corpo de Alice, com Rosinha passeando com a mão no rosto de Alice: Que pena, corpinho tão lindo, desperdiçado desta maneira! – Será que Betão a fodeu? –Não seja boba Mara, eu que tenho um bocetão enorme, quase não aguentava o caralhão dele, imagine esta pequena! Ele a iria estourar toda por dentro.... E veja a bucetinha dela está fechadinha... até parece que era uma virgem. – Será! deixe eu meter o dedinho nela! – Você não vai acreditar, ela ainda é virgem!

- O Que foi Mara? Tire o dedo da buceta da defunta! – Defunta coisa nenhuma! Ela está bem quentinha lá dentro! Ela ainda está viva... bem viva!
Rosinha do bordel, ficou a olhar para o rostinho de Alice e de súbito gritou: - Mara, eu sei quem é esta menina! Tá lembrada das fotos nos jornais e na televisão…da estudante de 16 anos que foi sequestrada há alguns dias atrás? – Nossa! É ela? Então foi Betão que a pegou? – Foi ele sim... o safado.

- Agora, prima... o que vamos fazer com a “quase defunta”? – Muito simples Mara, vamos leva-la para o nosso bordel, lá na comunidade. – Você já pensou... uma bucetinha virgem como esta? ... vai ser o maio sucesso para os nossos frequentadores!

– Não vai dar rolo? O rosto dela está em todos os jornais! Que nada Mara! A gente corta os cabelos dela bem curtinho e os pinta de preto e, com a cara cheia de droga, ela vai ser presa fácil. Depois, do meu bordel, ninguém escapa.

Continua em: Saidinha de banco – 3ª parte

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:22 de setembro de 2014 00:30

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 22/09/2014.

Comentários

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  • Waldir N Gomes
    Postado porMarcelaem27 de setembro de 2014 00:15
    Marcela é uma autora no História Erótica

    Em breve, vou publicar a 3ª parte deste conto e vocês vão tomar conhecimento do destino terrível que envolveu Esther e Alice, mãe e filha, vítimas da crueldade que habita os corações de alguns animais que se dizem seres humanos.
    Marcela

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