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Saidinha de banco - 3ª parte

Saidinha de banco – 3ª parte.
A noite chegou e Esther, dentro da valeta, parcialmente encoberta por terra e mato, estava servindo de comida para as formigas, mas graças aos céus, uma forte chuva desabou. A água era tanta, que em questões de minutos, encheu a valeta, expulsando todas as formigas que se alimentavam das carnes de Esther. Terra e mato foram água abaixo, levando por alguns metros o corpo inerte da infeliz.
Com o choque do frio da madrugada, combinado com a chuvarada, Esther abriu os olhos, e instintivamente, se agarrou em alguns galhos ao alcance de suas mãos, evitando que fosse levada, encosta abaixo, pela corrente de lama e entulho.

Com fibra, que julgava não mais existir nela, conseguiu ir se arrastando pelos poucos metros, até o cume do morro. Buscou abrigo sob a copa de uma arvore e ali ficou, até quase o amanhecer, gemendo de dor e de frio. Despertou com o sol forte endurecendo o barro que cobria partes do seu corpo nu. Não tinha a menor noção de onde estava, nem o que estava fazendo ali, só sabia que necessitava urgentemente de uma “picada”, tanto tempo sem drogas, a estava fazendo sofrer muito.
Tinha de se levantar e procurar por alguém que fornecesse qualquer merda de droga. Com o corpo tremendo pela abstinência forçada, Esther, iniciou a descida por uma pequena picada aberta no matagal, ignorando que estava indo em direção a uma encosta com forte declive.

Naquela manhã, dois helicópteros brindados davam apoio aos policiais, que subiam o morro, em uma mega operação, em busca de fugitivos que se refugiaram naquela comunidade. O sargento observador do Águia 1, com o seu possante binóculo, enxergou, quase no topo do morro, uma coisa tão extraordinária, que o obrigou a exclamar: - Puta merda! O que é aquilo?
-O que foi sargento, porque tanto espanto? – Acho que é uma mulher, lá embaixo! Deve estar ferida, pois anda cambaleando e cai a toda hora.... e.... está peladona!!!

Algumas semanas depois, Esther estava internada numa clínica particular, sob rigoroso tratamento para se livrar da dependência das drogas. Todos ficaram impressionados com o estado deplorável que se encontrava o corpo dela, mas o pior de tudo foi o estado mental da paciente. Sua mente se recusava a relembrar os quase onze meses que passou nas mãos dos dois monstros em forma de gente.
Ernesto, o ex marido, não saia de perto dela, disposto a nunca mais abandoná-la, ainda mais agora, com a perda da filha deles, Alice, que ninguém sabia onde estava. Ele se recusava a acreditar que sua filhinha estivesse em poder dos mesmos monstros, que quase mataram sua mulher, sendo submetida a torturas difíceis de imaginar.
Até certo ponto era bom que a mente de Esther, continuasse mergulhada no esquecimento total, não sabendo quem era, não tendo lembranças nem da filha, pois caso contrário, seu sofrimento seria muito maior.

Quando Alice despertou, estava deitada em uma confortável cama e vestia uma minúscula camisolinha, tão somente. Não sentia mais fome e nem sede. O seu pulso estava, ainda, com as marcas das tiras de couro que a mantiveram amarradas por tanto tempo. Não sabia onde estava, mas a decoração do quarto era por demais “brega”, com umas cores berrantes nas cortinas e com uma iluminação feita com lâmpadas coloridas. Ainda estava enfraquecida pelos muitos dias sem se alimentar, mas pelo menos agora estava confortável. Tremia de medo, pois imaginava que tudo aquilo era obra de Betão, o gigantesco negro, que pretendia estuprá-la.
Respirou aliviada, quando viu entrar, não o sujeito, mas uma senhora negra, parecendo ter pouco mais de quarenta anos. – Acordou minha menina? Você nos deu um bocado de trabalha para a trazermos até aqui, apesar de pequena. Eu e Mara não queríamos que ninguém visse que você estava chegando, não é bom para meu tipo de comércio.
-Quem é a senhora e onde estou? - Eu sou a Rosa, a Rosinha do bordel e você está aqui, em minha casa. – graças ao bom Deus! Estou livre daqueles três bandidos! – Três! mas eu e Mara a libertamos foi do casebre de Betão! – Eram dois que me sequestraram e depois fui entregue para este tal de Betão. – To sabendo a parada deles! – Chicão e Tião devem ter te vendido para Betão. Mas não tenhas mais medo, meu docinho...nenhum deles vai pôr as mãos em você novamente. Eu a vou proteger muito bem... pois agora você me pertence.
- Minha senhora... que negócio é esse! Eu não pertenço a ninguém...e quero ir embora para a minha casa. – Não seja idiotas Luci, esta agora é a tua casa! Esqueças a tua vida passada, ela não existe mais. Para você, Luci, só existe eu, a quem deves obediência absoluta. – Eu não sou Luci, meu nome e Alice e exijo ir embora para minha casa!
Mal terminou de falar, Alice recebeu um tabefe tão forte da negona, que rolou da cama para o chão, gritando de dor e assustada com a violência do ataque. – Eu já lhe falei, garota, que aqui no meu bordel, você será Luci e esta será a tua casa para o futuro. Rosinha puxou a menina pelos braços, a levando até uma pequena cômoda, com um espelho redondo.
-Conheças a nova menina do meu bordel, Luci! Quando Alice se viu refletida no espelho, deu um grito assustada. Pois dos seus compridos cabelos loiros, não restava nem sinal, agora eles eram pretos, bem curtinhos e seus olhos, de azuis, passaram a ser castanho escuro... Suas sobrancelhas estavam fortemente delineadas com lápis preto e de sua narina direita, pendia por um furo em seu nariz, um pequeno anel dourado. Estava parecendo uma pequena meretriz.
- Pelo amor de Deus! O que vocês fizeram comigo? – Nós apenas a transformamos em Luci, a nova atração do meu bordel. Tire a camisola e veja o resto de você! – Alice, com muito medo e em pânico: - Eu não vou tirar camisola nenhuma! E que negócio é esse de atração para o teu bordel?
- Se não tirar a camisola, vou te encher de porrada... vamos, deixe de palhaçada e tire logo a roupa! Tremendo como vara verde e soluçando, Alice tirou a camisolinha e mais uma vez se surpreendeu com o que viu. Estava totalmente depilada, parecendo bucetinha de bebê e do lábio esquerdo de sua xoxotinha, perfurando suas carnes, outro anel dourado pendia. De seu ventre e coxas, umas cinco ou seis tatuagens estavam gravadas em sua pele, em forma de serpentes e dragões.
Alice, chorando desesperada, se ajoelhou no chão, abraçando suas pernas – Meu Deus... porque estou sofrendo tanto... porque vocês estão fazendo isso comigo! - Tu caíste de bandeja no meu colo...não fui eu que a sequestrei, não fui eu que a vendi para o Betão. Para todos os efeitos, você é mais uma mocinha que desapareceu no mundo, sem deixar vestígios. Alguns até pensam que fostes vítima de traficantes internacionais de mulheres. Eu apenas estou tirando proveito da situação e a quero usar aqui no meu bordel. Se eu tivesse algum conhecido envolvido neste tipo de tráfico, até que a venderia para eles. Uma bocetinha virgem como a tua, daria um bom dinheiro.
– Mas na falta disso, serás a minha menina preferida... vou escolher a dedo, os clientes que poderão ficar com você... só aqueles que pagarem muito bem, poderão te foder. És mercadoria de primeira e é a primeira branquela em minha casa, o restante das garotas, é tudo moreninha, daqui da comunidade mesmo. Você vai trazer um pouco de classe a este lugar.
-Alice não podia acreditar que estava prisioneira em um puteiro, em algum lugar qualquer da cidade, sendo preparada para ser fodida pelos clientes da megera. Desde este momento, a jovem resolveu tirar a sua própria vida. O suicídio seria, a seu modo de ver as coisas, o único meio de se livrar de tanta indignidade e ser vendida como carne num açougue.
Quando Rosinha, a deixou trancada no quarto e avisou que em breve traria o seu primeiro” cliente”, Alice procurou por todo o local, um meio ou qualquer coisa, que lhe permitisse cometer suicídio, mas em pânico, não encontrou nada viável. Ainda estava a procura, quando Rosinha retornou ao quarto, trazendo com ela um homem, um negro, de meia idade, vestindo camiseta cavada, demonstrando uma musculatura bem delineada.
Alice sabendo do que se tratava, se encolheu no canto, parecendo uma ratinha assustada, com a chegada do gato.
Valdo, o “cara de Pau, como era conhecido pelo mundo do crime, responsável pela distribuição de toda a droga naquela região, tomou conhecimento que Rosinha estava com uma nova menina em sua casa. Logo quis conhecer a garota, que a boca pequena, diziam ser uma menina branquela, bastante jovem e ainda virgem.
Tá vendo, Valdo, não te enganei... ela é uma garotinha ainda virgem.... Tem apenas 16 aninhos. É uma branquinha muito gostosa, que até outro dia nem imaginava que poderia ser uma das minhas menininhas. Podes ver que ela está apavorada e vai lutar muito com você. Eu não a dopei, como você pediu. Agora passe o dinheiro combinado e fique à vontade, só peço que não a machuque muito, pois é a primeira vez dela... vá com jeitinho.
-Isso não depende de mim, mas dela, o quanto ela vai resistir. Mas de qualquer modo eu estou pagando uma exorbitância para a estuprar, para ser o primeiro cliente dela. Ta certo Valdo, mas vou ficar de olho em você, nada de violência desnecessária.
-Rosinha... acho que você está esquecendo que quem manda nestas bandas, sou eu! Portanto não queiras me dizer o que posso ou não posso fazer, com a putinha. Para teu governo, vou ficar toda a noite com ela... e você trate de não meteres a cara aqui, senão vai ser pior para tu.
Ouvindo todo o diálogo dos dois, Alice se encolheu toda no seu canto, com os olhos esbugalhados pelo terror, não podendo acreditar no que estava ouvindo. Quando Rosinha saiu do quarto e o homenzarrão se aproximou, ela com as mãos abanando em frente ao rosto, em pânico, implorava: - Pelo amor de Deus, não se aproxime! Me deixe em paz... tenha pena de mim! Não me machuque!

Depois de seis meses internada na clínica, finalmente Esther estava pronta para voltar à sua vida normal. Normal é apenas um modo de se falar, pois agora ela podia conviver com todo o terrível drama vivido, nos onze meses em que foi escravizada sexualmente por aquele bando de canalhas. Não que lhe sirva de consolo, mas a grande maioria dos que a mantiveram presa aquele tempo todo, foi morta pela polícia, naquele dia tão trágico para ela.
Mas seu coração sangrava, com os quase dois anos do sequestro de sua filhinha, sem que até hoje, se tivesse qualquer pista do seu paradeiro. Sabia que os canalhas que raptaram Alice e a ela também, foram mortos pela polícia e que eles encontraram indícios de que Alice ficou aprisionada em certo local, por algum tempo. Encontraram restos das roupinhas de Alice e seus sapatos em um casebre abandonado em um lugar esmo. Mas foi somente isso.
Esther voltou para sua casa, mas agora sem a companhia de sua filhinha querida e até de Ernesto, o seu ex, que depois de todo o apoio que lhe deu, durante seus meses de dor, agora voltava para os braços de sua companheira atual. Esther nunca deixou de ter esperança de encontrar sua filha, algo em seu coração lhe dizia que sua menina ainda estava vida e que mais cedo ou mais tarde, ela voltaria para casa.
Neste dia especial, exatamente no dia em que sua garotinha completava 19 aninhos, três anos depois de seu sumiço, teve notícias de Alice, da forma mais cruel possível, quando quatro jovens mocinhas bateram à sua porta. – A senhora é a dona Esther, mãe de Alice? – Minha nossa, sou eu sim...vocês trazem notícias da minha garotinha? - Sim, nós temos notícias de Alice, esta é a gravação que ela pediu que fizéssemos chegar até a senhora.

Valdo, o “cara de Pau, realmente fazia jus ao apelido, pois sem dar nenhuma importância ao desespero da jovem, deu um enorme sorriso e com o rosto bem pertinho do dela, lhe ponderou: - Minha garotinha, porque todo este medo? Eu não sou nenhum bicho papão...eu só quero lhe fazer alguns carinhos, só isso! Venha aqui, vamos conversar calmamente, eu estou com muita pena de você, pois esta ordinária da Rosinha, quer que fodas com os frequentadores do seu bordel. Que coisa terrível ela quer fazer com você... Fazer de você a putinha de luxo deste lugar!
Valdo segurando a garota pelos pulsos, a levou até a beira da cama. – Isso mesmo jovem, quero conversar com você. – Me diga qual é o teu nome verdadeiro e a tua idade! – Meu nome é Alice, mas ela diz que sou Luci e eu não sou morena... tenho 16 anos e sou loira e tinha os cabelos compridos... meu Deu ... ela fez um montão de coisa em mim!
-Você não é burra, deves saber quais as intenções delas, em a ter aqui no puteiro? Ela a quer transformar numa puta, dando a buceta e o rabo para um mundo de homens a troco de dinheiro, grana que você não verá nem o cheiro. – Meu Deus! Sei de tudo isso... que Ele não permita isso! – Minha garotinha, Deus não entra aqui no bordel de Rosinha, aqui quem manda é o diabo e você não terá saída... vai ser fodida por muitos caras todos os dias.
- o que você pretende fazer a respeito de tudo isso, Alice? – Não sei, não sei... estou perdida... não posso fazer nada... ela diz que sou a escrava dela. Em desespero total, sabendo o que lhe estava reservado, Alice completamente fora de si, implorou que Valdo a ajudasse.
- Eu posso te ajudar, menina... poso evitar que sejas a putinha de Rosinha... te levar deste lugar, mas para isso tenho um preço. Tudo depende de você, da decisão que tomares, aqui e agora. – Faço tudo o quer for necessário... só não quero ficar aqui! O que o senhor quer? – Eu quero você Alice, quero que sejas a minha mulher, com exclusividade, ninguém mais vai te foder, a não ser eu. Tens apenas duas opções, ser fodida apenas por mim, com todo o conforto, lá na minha casa ou ficar aqui e ser mulher de tudo que é homem que aparecer. – Quero a resposta agora, não vou esperar nem um minuto...é sim ou não.
Alice, aturdida com a exigência dele, não soube o que responder. – O senhor está pedindo muita coisa de mim, eu sou virgem... nunca namorei em minha vida e agora está pedindo que seja sua mulher! – Minha filha, esse negócio de seres virgem, não tem mais nenhuma importância, pois em breve perderás a tua virgindade...tanto na buceta, como no cu e até na boca. Vou esperar por um minuto... se não aceitares minha proposta, vou te foder de qualquer jeito e depois vou embora e você vai ficar neste quarto, só aguardando o desfile de homens para te comer.
- Espere um pouco, senhor Valdo, o senhor jura que vai me tirar daqui? Não vai judiar de mim? – Juro sim minha linda! – Então eu aceito... aceito ser sua mulher. – Vou deu a tua palavra, agora não tem mais volta, desde este momento, estais livres das garras de Rosinha do bordel, agora você é minha, é minha mulher, minha amante. Vou te proteger de tudo e de todos, mas quero que me pertenças integralmente, sem meios termos.
-Tire a camisola e vá se deitar, com as coxas abertas, quero ver o material que comprei! – Mas senhor Valdo... – Nem tem essa de senhor Valdo...fizeste acordo comigo e eu não aceito desculpas... vamos, mostre logo esta bucetinha para mim!
- Alice, com enorme acanhamento, se sentiu coagida e tirou a única roupa que a cobria, depois foi se deitar, meio de lado e com as pernas encolhidas. – Não é assim que pedi, eu a quero deitada reta e com as coxas abertas... qual é a dificuldade disso!
- Alice, pouco a pouco, envergonhada, ficou como ele pediu, com as pernas separadas. Sentiu quando Valdo se sentou na cama e ficou apreciando, por longo tempo se corpo despido. Com os olhos fechados e o coração pulando a mil, ficou esperando alguma iniciativa dele. Sentiu as mãos calosas a lhe acariciarem as coxas e descerem até os joelhos, forçando que abrisse mais as coxas. – Alice você tem um corpo espetacular, mas esta tua bucetinha é uma coisinha de enlouquecer qualquer cristão.
Alice tremia de medo, com o passar das mãos dele em seu corpo, mas sabia que essa era a única opção possível de fugir de um destino cruel. – Alice minha querida, vou te dar uma boa notícia, hoje não vou tirar a tua virgindade...quero que isso aconteça em uma ocasião muito especial. Hoje só vou te beijar e chupar…fique sossegada, tenho certeza que irás apreciar a minha boca e língua.
Durante toda a noite, Alice foi à loucura, nunca pensou que pudesse sentir tanto prazer, com aquele nojento tipo de fazer sexo. Ele, com a sua boca, beijava a sua outra boca, com voracidade, sugando todos os seus fluído. Ele cuspia e metia a ponta da língua na entradinha de seu ânus. Alice foi acometida de tantos orgasmos, que até perdeu a conta.
Semanas depois, Alice estava alojada na casa de Valdo, uma luxuosa construção, erguida no lugar mais alto da comunidade. Usufruía de todo conforto e até de um relativo luxo. Só não podia sair da casa, vigiada sempre por muitos “seguranças” do chefão. Sua única obrigação era dormir com ele. Já não era mais virgem em nenhum dos seus buracos e adorava fazer sexo oral nele.
A mocinha ficou viciada em sexo e em drogas. Isso era inevitável, pois ele adorava estar com ela, quando drogada, pois nestas ocasiões, Alice perdia todas inibições e deixava que ele praticasse as mais estranhas e bizarras forma de obter prazer. Ele a amarrava na cama e colocava coisas em sua vagina e no ânus e a deixava um ou dois dias presa desta maneira. O mais estranho era que a tara dele, passou a ser também a tara dela. Alice passou gozar com o sadismo dele e até o incentivava.
- Valdo meu amor, amanhã eu estou completando 19 anos e quero sair, para fazer um ganho junto com você. Mulher, você já está comigo a quase 3 anos e neste tempo todo, você foi com a gente poucas vezes e se saíste muito bem. Mas a parada de manhã é um pouco perigosa, vamos fazer um ganho num banco, lá do centro. – Eu não tenho medo, já provei isso para você em outras ocasiões. Ta certo Alice, eu a deixo ir com a turma, mas você não vai descer do carro, serás a nossa motorista para a fuga. – Ok! Meu queridão, vou ficar atenta esperando que saiam do banco. Hoje não a quero drogada, tens de ficar bem acessa, a parada tem de ser bem coordenada. Ta certo Valdo, então vamos dar uma fodinha, só para passar o tempo.
- Alice, ao volante do possante veículo, estacionado a poucos metros da agência bancária, esperava, ansiosa que Valdo saísse do banco. Os quatro rapazes e as duas moças já estavam lá dentro a muito tempo e isso não era normal. Alguma coisa estava errada! Súbito o som de muitos tiros, vindo do interior do banco. Assustada, ficou atenta, pronta para pisar no acelerador. Sebastiana saiu correndo do banco, com o seu revolver na mão e com a outra cobrindo um ferimento no peito. – Alice deu tudo errado... alguém nos dedurou e os caras estavam de tocaia... estão todos mortos.... Vamos embora rápido! Mas ela não teve tempo de entrar no carro, foi logo atingida por mais um tiro e caiu no chão a poucos metros dele.

Alice em choque, pisou no acelerador e partiu cantando pneus. Mas a poucos quarteirões adiante, se viu cercada por muitos carros da polícia. Atirou o seu veículo na fachada de uma loja de artigos eletrônicos e com arma em punho, invadiu o recinto. Quatro jovens vendedoras, eram as únicas pessoas lá dentro. – No chão... no chão... todas vocês... fiquem deitadas no chão, a primeira que se mexer vai levar bala! Muito nervosa, não sabendo o que estava fazendo, dançava com a arma, ameaçando as jovens, que tremiam de tanto medo.
Logo do lado de fora da loja, uma multidão de policiais cercou o local. É somente uma mulher, a única do bando que conseguiu fugir... era a motorista da fuga, foi a informação que o tenente passou para seu superior, que seria o encarregado de negociar com pistoleira, a liberdade das quatro reféns.

Por um megafone ele falou com Alice: - Moça você está cercada, não tem nenhuma possibilidade de fuga... liberte as garotas e saia com as mãos para cima, sem a arma. -Mocinha vá até a porta e avise que matarei todas vocês, se eles invadirem a loja.

Três horas depois de intensas negociações, o impasse continuava, Alice não se entregava e a polícia não invadia a loja, com medo que a mulher matasse as mocinhas, pois ela estava demonstrando estar demasiadamente nervosa e temiam que qualquer ato precipitado pudesse gerar uma tragédia.

Alice sentada em frente das assustadas vendedoras, com o revolver na mão, chorava copiosamente – Eu era como vocês...uma menina ingênua e cheia de vida...mas eles me sequestraram e me mantiveram presas estes anos todos, me encheram de drogas e me fizeram ser uma vadia.... Eu não quero mais viver... não mereço viver... tenho vergonha do que me tornei.

- Qual é o teu nome mocinha? – Sou Viviane... por favor não nos faça mal! – Fiquem sossegadas, eu não vou fazer nada com vocês. Só quero que escrevas uma carta para a minha mãe, uma carta de despedida. – Acho que não será preciso escrever nada, pois tudo o que está acontecendo aqui, está sendo gravado... você pode dizer deixar um recado para sua mãe. – Que maravilha!

Mamãe querida, espero que a senhora possa ver e ouvir esta minha despedida. Acima de tudo, quero que saibas que nestes anos em que fiquei aprisionadas, nem por um momento eu a esqueci. Desde o momento em fui sequestrada quando saía do banco, sofri as mais torpes torturas nas mãos dos canalhas que me levaram. Eles me estupraram, me drogaram e judiaram de mim. Agora neste momento, sei que o meu espírito não resistiu e que sofri uma espécie de lavagem cerebral, mas agora, na presença destas meninas, despertei para a realidade em que me encontro e não tenho mais vontade de viver. Hoje eu faço 19 anos e quero me dar de presente, a minha liberdade. Adeus Mamãe querida da sua filha Alice.
Quando terminou este depoimento, dez minutos depois, narrando todo o seu sofrimento nestes anos todos, pediu, que as meninas fizessem chegar a sua mãe a gravação e deu a elas o nome completo de Esther e o seu endereço. As 4 jovens, com lagrimas nos olhos, estavam percebendo que Alice iria se matar. - Pelo amor que dizes ter por tua mãe não faças isso... nem tudo está perdido. – Não... para mim não existe mais esperança!

Alice levou o cano da arma à testa e um tiro se fez ouvir no recinto. Ela tombou sobre a menina à sua frente, com o tiro que lhe atravessou o ombro direito. O certeiro disparo do atirador de elite, evitou que a jovem cometesse suicídio.

Depois de alguns meses, Alice pode retornar aos braços de sua mãe. Teve uma recuperação física e mental muito demorada. Condoídos com a tragédia que se abateu sobre esta família, os promotores, retiraram todas as queixas que pesavam sobre a jovem, reconhecendo que ela agiu desta maneira levada por “irresistível coação moral”.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:28 de setembro de 2014 02:44

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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