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Salete, a Vigem

Salete, a Vigem


Salete sai rápido pelo corredor da escola, quer se juntar aos colegas antes que saiam pelo portão. É uma jovem linda, que irradia alegria e que sabe cultivar amizade de todos que a rodeiam, tendo uma legião de moças e rapazes como amigos. Ela se junta a eles e saem todos juntos, rindo e conversando animadamente, botando conversa fora, típico de todos os adolescentes, quando estão em grupo.

Ela tem apenas dezessete aninhos e é de uma beleza impar, com um rostinho de anjo, emoldurado por uma vasta cabeleira cor de mel, olhos verdes e lábios carnudos. Tem um corpo perfeito, que desperta o olhar de inveja das amigas e de cobiça dos rapazes. Inteligente e estudiosa é o orgulho de seus pais, por tudo isso e também por ser muito comportada e obediente a eles.

Apesar de tudo, ela não tem namorados, pois só pensa nos estudos e em suas aulas de piano. Chega em casa, num condomínio de classe média baixa, sempre irradiando simpatia e distribuindo sorrisos aos porteiros, cumprimentando a todos, que ficam encantados com aquela mocinha tão meiga e educada.

Dona Augusta, sua mãe é caixa numa rede de supermercado e os gêmeos idênticos, Afonso e Marcos, seus irmãos, quatro anos mais velhos, cara de um, focinho do outro,estão cursando o primeiro ano de engenharia e durante o dia eles trabalham numa sapataria, no centro da cidade Ela vive no seio de uma família onde reina o amor e a felicidade, apesar da situação financeira bem precária. Sendo a mais jovem, é paparicada por todos e a única da família que não trabalha, O senhor Eduardo, o pai, não está em casa, pois sendo um operário da construção civil fica muito difícil que venha almoçar em casa. Ele ama a todos em sua família, mas tem um especial carinho por Salete, a caçula da casa e seu orgulho.

A jovem, estuda pela manhã e três vezes por semana, na parte da tarde, tem aulas de piano, nas segundas, quartas e sextas-feiras, das quatorze as dezoito horas. Sua professora Anete, outrora uma pianista, que dentre as outras meninas que estudam com ela, é a sua preferida, inclusive não cobra nada pelas aulas de pianos da adolescente.

Sexta-feira, ela toma banho e vaidosa se arruma com esmero, almoça, o que sua mãe preparou à noite, pois em casa não tem ninguém neste horário. Sai depressa para a sua aula de piano, pois o apartamento de dona Anete fica bem distante de sua casa, no centro da cidade, pois caso contrário Salete não teria como assistir as aulas.

Anete, uma simpática senhora, com pouco mais de quarenta anos, mora num luxuoso apartamento no último andar do prédio, que fica bem no centro. Ela mora sozinha, mas não se sente entediada, pois sempre tem muitas mocinhas, suas alunas de piano. São ao todo vinte garotas, que em grupos de quatro, lhe enchem a semana de alegria e que lhe rendem muito dinheiro, apesar de nada cobrar de suas meninas.

Ela usa um enorme salão para as suas aulas de piano e o espaçoso apartamento tem ainda quatro quartos, sendo três suítes e mais alguns cômodos. Salete se sente em casa e tem muito muito carinho por sua professora. As aulas são puxadas e ela vai logo para a frente do belíssimo piano de cauda e por quase uma hora, se delicia nas teclas, com Anete a toda momento a corrigindo e lhe dando conselhos.

Quando o telefone toca, a professora vai atender e fica por longo tempo conversando no aparelho. A jovem aproveita o tempo para dedilhar algumas partituras. Anete, volta toda radiante e avisa à menina: - Salete, meu anjinho, podes ir para a suite dois, pois o velhote deve chegar em poucos instantes e hoje ele diz que está muito taradão e vai nos pagar uma nota preta, par ser bem atendido.

Salete, a obedece e sai toda faceira, para a suite que lhe foi reservada e lá tira toda a sua discreta roupinha e veste apenas um pequeno fio dental preto, todo enfiada em sua maravilhosa bunda. se preparando para receber o doutor Manoel, seu cliente preferido, que sempre quer serviço completo, sexo anal, oral e logicamente o vaginal, mas paga muito bem por isso. Ela sabe que terá chupar o pau do velhote e ser fodida pelos dois lados, mas isso pouco lhe importa, já está mais do que habituada a atender a ele e a outros caras deste modo, o que lhe interessa e a Anete, sua cafetina, é o que eles lhes pagam.

Vestindo apenas a minúsculas peça e uma máscara que lhe cobre quase o rosto inteiro, ela recebe com um lindo sorriso o gordo e idoso Manoel, que fica doidão ao ver a nudez magnifica daquela pequena adolescente. Quando ele vai ao apartamento de Anete, sempre prefere estar com a jovenzinha, pois sabe ela não lhe nega nenhuma de suas taras e o satisfaz plenamente, chupando o seu pau com perícia e engolindo com satisfação toda a sua porra e fica maluquinha, quando fazem um 69.

Por uma gorda gratificação, que ela recebe escondido de Anete, a garotinha se deixa amarrar na cama e ser surrada com um pequeno chicote que ele sempre trás escondido da cafetina. Por mais estranho que possa parecer, ela fica extremamente excitada com estas taras do velhote.

só o que lhe incomoda um pouco é aquela máscara que ela usa, mas ele sabe o porque disso, a jovem, sendo de família, não quer ser reconhecida pelos seus clientes. Ele já fez propostas mirabolantes para que ela deixe o bordel de Anete e vá morar num apartamento de luxo, que doutor Manoel está disposta a comprar em seu nome, para que seja somente sua, ganhando uma mesada que lhe permitirá viver com muito luxo. Mas a recusa da jovem putinha, o deixa frustrado nas suas esperanças e ele não atina o porque disso.

Salete, desde os quinze anos, vende seu corpo, usando para isso, o apartamento de Anete, que lhe oferece toda as facilidades, inclusive os seus clientes, que são por ela Selecionados, para a segurança de suas meninas e cobrança para isso 50% do faturamento das jovens.

Fica um pouco estranho, uma garota, como Salete, criada no seio de uma família onde reina o amor e o carinho entre os seus membros, ser uma garota de programas. A bela, meiga e simpática estudante, vista por seus professores e colegas, como um exemplar a ser seguido, longe dos olhos de todos, tem uma outra vida, vendendo seu lindo corpinho por dinheiro e também por sentir enorme prazer ao praticar sexo com diferente homens, sem que isso lhe traga maiores aborrecimentos.

Na verdade, foi Anete, a esperta cafetina, que levou a jovem para este tipo de vida. Ela quando pela primeira vez viu a jovem Salete ao lado de Augusta, sua mãe, ficou encantada pela beleza da tímida adolescente. Logo ficou imaginando que ela seria um sucesso, lá em seu bordel de luxo. Seus clientes pagariam fortunas para ter uma coisinha tão apetitosa como a jovenzinha, bela como um anjinho..

Ela, como boa "caçadora", usou de toda sua astúcia para conseguir atrair a pequena, de apenas quinze aninhos, para a sua casa. Nem um mês depois, usando de muita astúcia, ficou amiga de Augusta, que ficou encantada por ter tão "ilustre da dama" como amiga.

Sabendo serem de uma família pobre e que a jovem vivia somente para os estudo, se apresentou como uma grande pianista, agora aposentada e ofereceu uma bolsa para a menina estudar piano com ela. Augusta consultou a família a respeito e todos acharam uma ótima oportunidade para Salete. a pequena ficou radiante com isso, ainda mais que não teriam nenhuma despesas com as aulas.

Salete, muito tímida, conheceu o belíssimo apartamento de Anete, que a tratou com muito carinho e em poucos dias, já tinha conquistado sua confiança por completo. A megera a enchia de presentes, na maioria lingeries sensuais, que a menina nem conhecia e ficou com vergonha de levar para casa, sabendo que sua mãe não aprovaria este tipo de roupa para sua pequena filhinha..

Anete lhe disse que ela poderia deixar as roupinhas íntimas, num armário, que ela lhe reservou num quartinho, somente para seu uso. A incipiente Salete, ficou encantadas em poder vestir este tipo de roupa, ainda mais que das quatro horas de duração de suas "aulas" somente pouco mais de duas eram realmente de piano, o restante do tempo, Anete usava para catequizar a jovem.

sabendo da total ignorância dela, a respeito de sexo, pouco a pouco lhe foi ensinando tudo a respeito e a vendo curiosa neste tema, como seria normal numa menina de quinze anos, foi se atrevendo cada vez mais. Salete passou a assistir videos pornôs com sexo explico e cada vez mais a ficar empolgada vendo tais filmes.

Três vezes por semana, Salete, assistia as aulas de piano de madame Anete, das quais, por quase duas horas, ficava fechada no seu quartinho vendo os tais filmes e ficou viciada nisto e induzida por sua professora, passou a se masturbar, desejando estar no lugar das mulheres de tais filmes.

Dai em diante, foi muito fácil, convencer a menina a dormir, vez que outra, em seu apartamento, com o consentimento da mãe dela, é claro. Logo na primeira noite, Anete levou a garota para dormir com ela, em sua suite. Salete ficou empolgada, quando viu sua professora, praticamente nua, vestindo apenas uma curtíssima camisola, de tecido transparente que lhe permitia ver o belo corpo dela, apesar da idade da coroa. vestiu roupinha idêntica e ficou orgulhosa quando seu jovem corpinho foi elogiada pela madame.

Não teve como resistir as investidas de Anete e enlouqueceu de tanto tesão, com sua virgem bucetinha sendo invadida pela boca e língua ávidas da mulher. Isto passou a ser costumeiro toda vez que dormia la. Salete se tornou amante de sua professora e retribui com igual paixão os cartinhos que recebe.

Em determinada noite, depois de beber uma bebida oferecida por Anete, ficou excitada de uma maneira fora normal e tendo a língua da mulher enfiada no seu cuzinho, percebeu quando, no escurinho do quarto, um caralho estava sendo enterrado em sua lubrificada vagina, assustada tentou se esquivar, mais não teve como, com as coxas seguras pela mãos de Anete e a cintura por mãos fortes do seu estuprador.

A perda de sua virgindade foi quase indolor e louca de tesão, passou a noite inteira sendo devorada pela dupla. Não tendo conhecimento que foi de certa forma, incentivada por um poderoso afrodisíaco, que lhe aumentou o apetite sexual, ainda mais sendo dissolvido numa boa dose de uísque, bebida que ela nunca bebeu na vida.

Só pela manhã, ainda sob efeito da beberagem, pode ver quem era o homem que tirou sua virgindade, um senhor de meia idade, que dormia ao seu lado, com o enorme pau semi duro amostra. Anete não estava mais no quarto. Salete ficou olhando para o corpo do sujeito e pode ver, ao vivo e a cores, pela primeira vez, o sexo de um homem. Não ficou triste por não ser mais virgem e se relembrando do acontecido a noite, voltou a ficar com tesão. Excitada, aproximou o rosto bem pertinho da ferramenta do dorminhoco e levada por um desejo louco, segurou com as mãozinhas, o colosso adormecido.

Abusada, ficou extasiada, vendo o caralho do cara ir pulsando em suas mãos e se lembrando dos videos pornôs, passou a "punhetar"o sujeito. Em poucos instantes ela tinha o músculo rígido e enorme em suas mãos e surpresa escutou o gemido do coroa, que de olhos semi fechados, estava bem acordado.

Ficou muito assustada, quando o homem, num movimento rápido, a segurando pelos ombros, a fez virar de bruços e montou nela, com o pau no meio de sua bunda. Pressentindo o que ele queria, tentou sair debaixo dele, mas com a diferença de tamanho, peso e também de força, foi logo sentindo o seu cuzinho ir se alargando para para receber o enorme pau invasor, desta vez com muita dor. Gritou por ajuda de Anete, mas quando esta entrou no quarto, se sentou na beira da cama e ficou rindo, apenas olhando o rabinho da menina ser arrombado pelo seu seu cliente, com a jovem chorando muito. A cafetina ganhou uma fábula, para vender a virgindade dela, para que ele fosse o primeiro a foder a pequena, tanto na bucetinha como no cuzinho, até então, ambos virgens.


Assim foi que Salete, a jovenzinha que todos pensavam ser uma inocente e virgem mocinha, se tornou uma garota de programa do bordel de Anete, escondendo de todos este seu novo modo de ser, com apenas pouco mais de quinze anos.

Agora, faltando pouco para completar dezessete anos, já era uma veterana no bordel de Anete, mas em casa e na escola, continuava a agir como sempre, uma autêntica santinha. Instruída pela cafetina, passou a usar uma máscara que lhe cobriu a metade do rosto, para evitar ser reconhecida por algum cliente fora dali. Já tinha acumulado uma boa bolada, que não podia ser exibida à sua sua família, por razões obvias, então com a ajuda de Anete, abriu uma poupança, para ser usada futuramente, quando já adulta.

Mas não era só por dinheiro que continuava a frequentar o bordel, pois nestes dois anos, praticamente sem nada gastar, ela já tinha acumulada uma enorme quantia. Salete era movida principalmente, pelo desejo enorme que sentia por sexo. A jovem, a mais solicitada no bordel, ficou viciada por sexo e nada negava aos homens e mesmo algumas mulheres. O prazer que sentia, na maioria das vezes, era maior do que os dos seus clientes.

A bela garota tinha se tornado uma autêntica ninfomaníaca, com desejo sexual em excesso e Anete, radiante com ela, nada lhe negava, nem mesmo quando a insaciável garota queria fazer sexo com dois homens ao mesmo tempo.

Se divertia muito, quando reconhecia alguns dos caras que dormiam com ela. até rapazes da escola, seus colegas, que nem imaginavam que estavam fudendo com a "santinha" do colégio, que muitos desejavam, mas que não dava bola para nenhum deles..

Ficava admirada que muitos de seus clientes, também usavam máscaras, possivelmente para não serem reconhecidos como frequentadores de bordel, ou apenas por puro fetiche, ou para a emitar. Neste tempo todo, fazendo sexo centenas de vezes, nunca se viu atraído por nenhum cara, que dormiam com ela.

Mas tudo neste mundo tem uma primeira vez e ela ficou conhecendo um carinha, um jovem que ficou sendo cliente assíduo do bordel, ou melhor dizendo, ele só queria ficar com a "Mascarada" como ela ficou conhecida na casa. O sujeito fazia sexo como nenhum outro e a enlouquecia de tanto gozar. Ele tinha um pau enorme e sabia usá-lo com maestria, além de ser carinhoso, gentil e incansável, tal como ela própria. A verdade era que Salete, ficou apaixonada por ele e achava que era correspondida, pois o seu amado só ia ao bordel para fazer sexo com ela, no mínimo três vezes por mês.

Salete sofria, com o amor que estava sentindo pelo rapaz, mas sabia que era um amor impossível. O amor de uma puta por um belo rapaz, provavelmente de família recatada. Com o tempo, já não era a mesma com os seus clientes, já não sentia prazer fazendo sexo com eles, e agora, só o fazia pelo dinheiro. Acima de tudo, nem conhecia o rosto do seu amor, pois como ela, também usava máscara que lhe cobria, não a metade do rosto, mas todo ele.

Isto a abalou de tal maneira, que resolveu deixar de frequentar o bordel de Anete, que ficou muito triste pela perda de sua melhor menina. Frequentou por mais algum tempinho, apenas as aulas de piano, mas depois, a própria cafetina a dispensou, lhe dizendo que só voltaria a lhe dar auas, se ela voltasse a ser a sua menina de ouro, como ela recusou, deixou de frequentar o ap. dela. Mas ficou sabendo que o seu amor oculto, a procurou muitas vezes e depois deixou de voltar lá, dizendo que só lhe interessava a menina de máscara.

Salete voltou a ser a jovem de sempre, nunca mais saindo da "linha", a única diferença é que tinha bem escondido de todos, uma grande quantia em dinheiro, que por enquanto nem pensava em fazer uso e uma enorme tristeza em seu coração, um amor impossível, que se evaporou no ar. Foi observado pelos seus pais e irmãos, que a caçula da família, já não era tão alegre como antes e pouco saia de casa, só indo ao colégio e nada mais.

Estavam no fim do ano, férias escolares e dona Augusta, também tirou férias e resolveu levar sua menininha para o pequeno sitio do avô dela, no interior do estado. A tira colo, levou também os gêmeos Afonso e Marcos. Ela estava muito preocupada com o estado de espírito da filha , que parece tinha perdido toda a alegria de viver.

No sítio do avô, Salete se sente mais a vontade e parece estar pouco melhor, o que foi notado por Augusta. Os gêmeos faziam de tudo para alegrar a irmã, não sabendo qual o motivo dela não ser mais a irmãzinha alegre, como sempre o fora.

Numa bela noite, Salete deitada na rede da varanda da casa do avô, viu os irmãos chegarem da vila, onde tinham ido visitar uns conhecidos, já era bem tarde e eles não a viram deitada na rede, num canto da varanda. Antes de entrarem resolverem sentar nos degraus e curtir o ruído da noite, botando conversa fora. Então, mesmo não querendo, pode ouvir, da boca dos gêmeos, seus irmãos tudo o que falavam.

- Então Afonso, a nossa mascarada nunca mais deu as caras no bordel da Anete, foi para a gente uma perda enorme - Meu irmão, ela sumiu de vez, e a madame não quis nos dizer nada a respeito. A gente estava adorando ficar com ela, foram as melhores fodas que demos e sei que que você também sentia o mesmo. É lógico que sim, mano, era uma delícia comer o rabinho dela e a danadinha sabia chupar uma pica como ninguém. Realmente foi uma pena ela não voltar a dar as caras lá.Tenho certeza que nunca mais uma mulher nos deixará tão satisfeitos como aquela putinha deliciosa. - Digo o mesmo mano e ainda mais que a putinha deliciosa, nunca desconfiou que estava dando o rabo e a bucetinha para caras deferente.

Na manhã seguinte, dona Augusta, preocupada, não conseguia encontrar a filha e pediu ajuda aos filhos e aos três empregados do pai, para ajudar a procurar Salete, que parece se evaporou no ar. Todos passaram quase o dia inteiro a procurar a jovem Salete, sem nenhum sucesso. Só na madrugada da noite seguinte, Manuelito, um matuto ermitão que mora num miserável casebre, a muitas léguas do sitio do velho Agenor e que gosta de viver sozinho, evitando o contato com outras pessoas, deu de cara com uma "mué"que caminhava pela trilha, parecendo uma assombração.

A dita cuja, caminhava lentamente, toda suja e vestindo apenas um camisolão. Seu primeiro instinto foi se afastar, imaginando que fosse uma assombração. Mas tomado de coragem, se aproximou a com muito cuidado a tocou no ombro. Ela, parecia um zumbi, com olhar morto e nada lhe falou. O pobre coitada ao colocar o lume no rosto da mué, ficou embasbacado com a beleza da "morta viva" e num impulso, revolveu a levar para o seu casebre, já que pelo que lhe parece, ela não era de ninguém, não tinha dono. Então poderia ser dele, porque não!

A busca por Salete se estendeu por muitos dias, até por semanas, mas a garota desapareceu da face da terra, apesar de muita gente sair a campo a sua procura. Dois meses depois todas as buscas cessarem por completo. Chorando a perda da filha e irmã querida, voltaram para sua cidade, deixando apenas o avô e seu pequeno grupo de empregados, alertados caso soubessem algo a respeito da jovem.

Manuelito era o matuto mais feliz do mundo, tinha como mué, uma sujeita linda e bem jovem, que ele podia foder melhor que qualquer de suas cabritas e acima de tudo, como seus animais, nada falava, apenas soltava uma especie de gemido rouco quando ele enterrava o pau em seu rabo, que era o que ele mais gostava de fazer.

Quando ia até a vila, buscar farinha e sal, a deixava no cercado das cabras, presa pelo pescoço e ela nem reclamar fazia e nem fugir tentava, pois o nó lhe permitia isso, apenas ficava sentada ao lado das cabritas, olhando para coisa nenhuma e até se acostumou a agir como se fosse uma delas, deixando sair de sua garganta um estranho balido, que mais se parecia com um lamento, vindo do fundo de sua sofrida alma, que navegava perdida na escuridão que passou a viver dai em diante.

Nunca mais, sua família e amigos tiveram notícias da meiga e linda Salete, que sumiu misteriosamente deste nosso mundo.


FIM.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:30 de dezembro de 2015 09:48

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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