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Sara escravizada pelo sexo sádico - parte 2

Sara escravizada pelo sexo sádico - parte 2


Sara estava aterrorizada, totalmente apavorada, simplesmente não podia acreditar no que lhe estava acontecendo. E o pior de tudo é que ninguém tinha noção de onde ela estava, nem ela mesma sabia. Eles falavam em alguns dias...tinha certeza que não ia aguentar ficar aprisionada por aquela turma de tarados sádicos e que ficaria maluca, bem antes deste tempo.

Amarrada como estava às barras as barras de ferro, tinha de se manter quase que imóvel, pois a coleira em seu pescoço estava muita apertada e qualquer movimento que fizesse se refletia ali, quase a sufocando.

Por um tempo que não soube precisar, ficou sem ouvir nenhum movimento no salão, mas pode escutar vozes, muitas vozes, provenientes de outro cômodo Eram falas de mulheres e de homens, provavelmente dos seus sequestradores. Conforme o tempo ia passando, Sara ia se apavorando cada vez mais, pois passava por sua cabecinha imagens de um filme de terror, que assistira com o seu noivo, há algumas semanas. Nele, uma mulher fora capturada por um bando de canibais, que a torturaram de forma terrível e depois a esquartejaram, cozinharam e comeram cada pedaço do corpo da infeliz.

Estes pensamentos sombrios, fizeram com que Sara ficasse num estado de pânico indescritível e acometida por uma crise histérica sem controle. Quando viu todos os oito sequestradores entrarem no salão, começou a berrar descontroladamente, pegando de surpresa os quatros casais, que esperavam, por parte da prisioneira, muitos protestos e xingamentos, menos aquela histeria toda. Com o corpo se contorcendo todo, a coleira do pescoço, recebeu todo o peso de Sara, que começou a sufocar e a ficar com o rosto roxo.

Foi o tempo que Pedro e um outro homem corressem e a segurando pela cintura, aflouxassem a corda que a prendia à barra superior. Com isso Sara voltou a respirar, mas não parou de gritar, tomada por imenso pavor. - Por favor não me matem, não me comam.... Eu não quero morrer! Era o que Sara implorava, aos prantos.
Camila se aproximou da prisioneira e lhe deu dois fortes tapas em suas faces. - Pare com esta histeria toda menina, nós não vamos te matar e muito menos te comer...pelo menos no sentido nato da palavra. Não somos canibais. De onde tirastes esta ideia maluca? Nosso clube só visa o prazer, como já te falamos e explicamos muito bem no cartaz que deixamos pra você ler. Fique calma e já que não tens outra opção, procure ficar excitada, com o tratamento que vamos lhe proporcionar.
Aos prantos, Sara implorava que eles a libertassem: - Por favor, me soltem. Eu não quero ter este tipo de prazer...isto é doentio! Porque não fazem estas coisas entre vocês? Estas amarras estão me machucando!

- Sara, minha querida.... A tesão toda está em usarmos jovens inexperientes e ingênuas como você, que não pratiquem o sadomasoquismo. Gostamos de saber quantas de vocês, depois de passar pelo nosso tratamento, se convertem ao BDSM. Para o teu conhecimento, das vinte e duas moças que aprisionamos, 15 delas, ficaram simpatizantes do nosso método de sentir e dar prazer. Sem que elas saibam, a gente as monitora depois que as libertamos. Temos quase certeza que você será uma delas!
- Canalhas, covardes, tarados.... Eu jamais praticarei estas imundícies, estas porcarias... eu sou uma pessoa normal, não doente como vocês.
- Sara não acreditamos nem um pouco em tuas palavras, até pode demorar um pouco mais, mas agora você só saíra daqui, depois de convertida à nossa causa. Isto se tornou um desafio para a gente.

Vamos deixar de conversa fiada... Adelaide e Marcelo, façam o primeiro "teste" na nossa queridinha. Vamos ver se ela vai continuar com esta "pompa" daqui a algum tempo.
Com o horror estampado no rosto, Sara viu quando Adelaide e Marcelo, usando bancos de madeira, se posicionaram entre suas coxas. Ele, sem nenhuma delicadeza, espalmou seu bumbum e botou a boca no seu cuzinho. Tentou contrair os músculos das nádegas, para o impedir, mas Marcelo, com as duas mãos, forçava a separação das "bandas" da sua bunda. Ela sentiu muito nojo do que ele estava fazendo...beijando, lambendo e enfiando a língua no seu cuzinho.

Adelaide, uma ruiva, um pouco cheinha de corpo, usando as duas mãos, forçou abertura dos seus lábios vaginais e começou a soprar dentro do canal da buceta de Sara. - Minha nossa! Que bucetinha mais cheirosa você tem Sara! Em seguida, fez o mesmo que Marcelo, começou a chupar e a lamber a vagina da apavorada jovem.
Sara sem poder fazer nada para impedir aquele absurdo ataque ao seu corpo, fechou os olhos, para não ver pelo espelho à sua frente, a mulher com a cabeça no meio de suas coxas, fazendo sons nojentos, ao chupá-la. Quando sentiu, que mais duas daquelas bestas, um homem e uma mulher, se "abocanharam " dos seus seios e iniciaram a sugar seus mamilos, se sentiu completamente arrasada. Sua vontade era morrer, só para não sentir as quatro bocas que manuseavam suas partes íntimas, de maneira tão repugnante.

O mais revoltante, era que eles se revezavam e cada um dos oito safados, a usaram por muito tempo. Mas o que realmente, deixou Sara humilhada, foi que mesmo contra a sua vontade, foi ficando excitada. Lutava com todas as suas forças para não sentir prazer. Mas foi impossível, a ponta da língua se movimentando, alguns centímetros dentro do seu cuzinho e lábios, chupando o seu clitóris, a levavam à loucura, até que, mesmo se odiando, Sara teve um intenso orgasmo.
Mas o pior de tudo, é que mesmo depois deles a terem obrigado a gozar, se revezando, continuaram a bulir no corpo de Sara. Os canalhas sabiam muito bem o que faziam, mestres que eram na arte de causar prazer intenso nas suas "cobaias" e com ela não foi diferente e Sara foi levada a ter muitos outros orgasmos.
Totalmente exausta de tanto gozar e quase desfalecida, ela agora apenas sentia muita ardência nos seus dois buraquinhos e com os mamilos doloridos de tanta chupação. Já não sentia mais prazer, apenas uma enorme aflição, e implorava que eles parassem. Foram mais de duas horas de "tortura".

Todos estavam radiantes e comentavam entre eles, como que Sara não estivesse presente. - Que coisa de louco! Nunca vi ninguém gozar tanto como esta garota! Nenhuma das moças anteriores, foi levada a ter tantos orgasmos como ela, e logo na nossa primeira investida!

- Sara…você só tinha era "papo furado" teve múltiplos orgasmos, logo de saída! Como prêmio vamos de soltar das amarras e por hoje vais ficar somente com uma correntinha no tornozelo, para não ariscares nenhuma gracinha, numa inútil tentativa de fuga. Hoje à tarde, depois de descansares um pouco, vamos continuar com as nossas brincadeiras com você.

Sara foi levada, por Estela, Norma e Paulo para um quarto, no andar superior da casa e lá presa, por meio de uma corrente à uma enorme cama de casal. - Garota esta correntinha é bastante longa, dá perfeitamente para ires ao banheiro, naquela porta ali no canto. Não poderás vestir nenhum tipo de roupa, terás de ficar nuazinha, como agora. Para o teu bem, não tente usar os lençóis ou as tolhas para esconder sua nudez, se o fizeres, serás castigada. Queremos te ver sempre nua.
Totalmente vencida, sem ânimo para nada, Sara nem levantou os olhos para os três. - Garota, daqui a alguns minutos, vamos trazer alimentação para você, pois afinal, não queremos matar de fome.

Já ao cair da noite, depois de tentar comer alguma coisa, Sara estava mergulhada na banheira, com água bem quente até o pescoço. Tentava, de algum modo, entender o que estava acontecendo com ela. O porque dela ser raptada por aqueles casais. Já tinha lido e visto alguns filminhos na internet referente à pratica do BDSM, movida pela curiosidade, mas sempre achou que tudo não passava de uma forma de fantasia erótica e que os vídeos eram na sua maioria, feitos por arrizes e atores do mundo pornô, pura ficção.

Mas agora, estava ela, sentindo na carne, que aquilo tudo era real e ficou relembrando o gozo animal e sem controle que sentiu ao se ver tão grosseiramente violentada. Nunca em sua vida, sentiu tanto prazer, apesar de Henrique, o seu noivo, ser um garanhão de primeira, que a levava às nuvens, quando se amavam. Mas nada como o que sentiu hoje à tarde, ainda mais que não ouve penetração, eles apenas usaram bocas, línguas e mãos.

- Meu Deus do Céu! O que eles ainda fariam com ela? Sara estava se odiando, pois sabia, pelo gozo alucinante que sentiu, que os canalhas a fariam submissa ao mundo doentio deles.
Deitada a cama, com um leve lençol cobrindo seu corpo, pensava em seu noivo, em seus país e amigos. O desespero deles devia ser enorme, pelo eu sumiço. Foi com estes pensamentos, que adormeceu.
Subitamente foi acordada, com o lençol sendo tirado de cima se seu corpo. Estela, Adelaide, Camila, Norma, Pedro, Jorge, Marcelo e Paulo, todos eles estavam ao redor da cama e traziam com eles, alguns estanhos objetos.

- Acorde Sara! Está na hora da gente te brindar com alguns dos nossos brinquedinhos. Assustada, tentou se levantar da cama, mas muitas mãos a imobilizaram. - Fique quieta garota...vamos colocar dentro de você estas coisinhas aqui. Adelaide e Jorge lhe mostram alguns vibradores de silicone, alguns com dupla ponta. Eram enormes, compridos e grossos e tinham fios anexo à eles.
Sara gritou horrorizada, pois logo percebeu as intenções deles. Gritou, esperneou, mas de nada adiantou, logo se viu com as coxas levadas até próximo de seus ombros, numa torsão absurda do tronco. Eles a mantiveram nesta posição, com os seus órgãos genitais todo arreganhados. Sentiu quando seu cuzinho e a buceta, foram lambuzados com uma espécie de creme.

Quando, com muitas risadas e zombarias, o primeiro vibrador foi sendo enterrado em seu ânus, Sara chorou e implorou por misericórdia, pedindo que eles não fizesse aquilo com ela. O membro era enorme e ela estava sentindo muita dor, pois uma das coisas que nunca fez com o noivo, foi coito anal. Mas eles não deram importância para as suas súplicas e lentamente aquela coisa foi entrando no seu buraquinho, com comentários irônicos dos safados.

Mas o pior estava por vir, quando outro vibrador foi introduzido em sua vagina. Aquela coisa a fez se sentir toda cheia por dentro e para desleite dos tarados, o vibrador tinha adaptado um pequeno apêndice, um excitador de clitóris.
- Sara, estas coisinhas ficarão dentro de você, no mínimo por toda esta noite. Eles são movidos por esta bateria, ela ficara aqui no piso, ao lado da tua cama. O controle será realizado por um "time" que acionara os vibradores a cada dez minutos, por uns quatro minutos de ação. Para eles não saírem do lugar, vamos fixa-los com esta cinta de couro à sua cintura.

- Esta noite, temos certeza, nunca mais será esquecida por você, iras sentir tanto prazer que a levarão ao limite do gozo. - Boa noite querida, favor não enlouquecer, pois amanhã temos outras surpresas para você.

Todos eles saíram do quarto, a deixando com os pulsos presos à cabeceira da cama, para a impedir de arrebentar os fios que ligavam os vibradores à bateria. Uma máquina filmadora, acoplada ao time dos vibradores, foi preparada para registrar todos os momentos que os aparelhos começassem a vibrar.

Poucos minutos depois da saída deles, Sara sentiu que os vibradores começaram a agir. O que estava em sua vagina, além de ter uma vibração intensa, tinha a capacidade de se contrair e se expandir e ainda fazer rotações de 30 graus, para a direita e para a esquerda. Ainda por cima, o excitador de clitóris, massageava o seu botãozinho, durante todo o tempo.

O que estava dentro do seu ânus, além de vibrar, fazia pequenos movimentos de entra e saí. Sara logo de início, soube que de nada adiantaria tentar não se excitar, que isso seria impossível, com aquelas coisinhas dentro de seu corpo, a levando ao extremo do gozo.

E assim foi, a cada dez minutos, Sara não conseguia se controlar e emitia verdadeiros uivos, com o inexplicável prazer que sentia, no auge dos orgasmos sem controle, durante os quatros minutos em que eram ativados.
Na manhã seguinte, ela já não tinha mais forças e apenas poucos soluços e gemidos se faziam ouvir no seu quarto. A bateria tinha esgotado a sua carga e os vibradores, agora quietos, só lhe davam um grande desconforto e a vontade de urinar e defecar era insuportável.

Mas imobilizada como estava, só lhe restava esperar que alguém viesse ao quarto senão, mesmo com os vibradores enterrados nela, iria se aliviar assim mesmo. Mas graças, que Norma e Camila entraram, lhe trazendo uma bandeja com o café da manhã.

- E então, minha querida...gozou muito durante a noite? Sara estava tão abatida, que nada lhes respondeu. Com os olhos lacrimejando, suplicou que elas a soltassem, pois necessitava ir ao banheiro com urgência. As duas caíram na risada, mas a soltaram, tirando de dentro dela os vibradores. Vá logo no banheiro querida, sabemos que depois desta noite, com os vibradores trabalhando nesta bucetinha e neste cuzinho, é natural que queiras urinar e cagar.

Sara ao se ver livre, correu o mais que pode para o banheiro e por lá ficou por uns bons 30 minutos, aproveitando para se deitar na banheira, papa aliviar com muita água, a dor que sentia na vagina e no ânus.

Como estava demorando muito no banheiro, norma e Camila, foram até lá. - Sara querida, nós vamos descer e deixar que você descanse um pouco, pois hoje à tarde vamos te levar para o salão lá no porão, onde te espera outras brincadeiras.

- Pelo amor de Deus, senhoras.... Tenham pena de mim! Eu não aguento mais, me libertem. Prometo que vou ficar de boca fechada e não os denunciar às autoridades. Acho que vou morrer aqui, se vocês continuarem a judiar de mim.

- Sara querida, esqueça esse negócio de seres solta. Só saíras daqui, quando a gente achar que podes ir. E quanto a nos denunciar, não estamos preocupados; estamos dando um jeitinho para que não possas abrir o bico. Agora nos deixe prender a correntinha em seu pescoço e vá descansar. Você por enquanto é nossa escrava e é melhor que se convença disso. Esqueça o teu mundinho lá fora. Achamos que vais ficar com a gente por um bom tempo.

Com Sara chorando muito, as duas mulheres, prenderam em seu pescoço, a maldita corrente e foram embora, sem antes de lhe darem muitos beijos nos lábios e nos seios. Não fique assim, queridinha... nós vamos te tratar muito bem. A jovem estava sem nenhuma esperança de esperar clemencia daquela gente e se atirou na cama, soluçando e pedindo ajuda do céu, pois já não tinha nenhuma esperança de ser libertada, ainda mais depois de ouvir Camila dizer que eles estavam maquinando para que ela não pudesse os denunciar. O que queria dizer com isso? Eles a matariam?


Continua em: Sara escravizada pelo sexo sádico - parte 3

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de janeiro de 2015 20:39

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Andrea
    Postado porAndreaem19 de março de 2015 16:35

    Uau, to amando

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