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SOB O DOMÍNIO DO MAL - 1ª PARTE

SOB O DOMÍNIO DO MAL – 1ª parte

Nota da autora: Este era um conto originalmente de terror, de puro terror, mas como este é um sitio de contos eróticos, tive de editá-lo, para o adaptar aos nossos propósitos.


Veronica e Marcela são duas lindas jovens, de 23 e 22 anos respectivamente. Amigas inseparáveis, desde os tempos do colegial e agora acabam de se formar em ciências contábeis. Boas alunas, concluíram o curso com louvor, e agora se lançam ao mercado, a procura de empregos. Mas nem tudo é tão fácil, como suas cabecinhas imaginavam, pois a praça está saturada em suas especialidades. Depois de 4 meses de inútil procura, estão numa pindaíba de dar gosto e se não fosse a ajuda de seus pais, até fome passariam. As duas moram juntas, num pequeno apartamento que alugaram, aqui na capital, enquanto cursavam a faculdade. Depois de formadas resolveram continuar morando na cidade, pois aqui seria, em tese, mais fácil arrumar uma boa colocação. Em sua pequena cidade do interior é que não iam conseguir emprego, sem dúvida nenhuma.

Apesar de morarem sozinhas na cidade grande eram jovens ajuizadas e nunca traziam seus “ficantes” para o ap., uma respeitando a privacidade da outra. Quando saiam com os namorados, sempre iam para motéis. Não que elas fossem garotas promíscuas e tenham relações sexuais com muitos parceiros, ao contrário, só iam para a cama com o namorado do momento e se gostassem do cara. Compromissos sérios, nem pensar... tinham ambições profissionais muito forte e não seriam ser mais “uma dona de casa cheia de filhos”, como suas mães e tias, lá no interior.

Numa segunda-feira, ao cair da noite, Veronica chegou em casa, toda alegre. Tinha quase certeza de ter arrumado emprego, e o que era melhor... parecia ser um local ideal, para as suas ambições. Não era nada certo ainda, mas ela já tinha passado por duas seleções e ainda estava entre as dez garotas que ambicionavam a colocação. Marcela, que andou todo o dia, a procuração de uma colocação, estava cansada e desiludida, mas ficou alegre por sua amiga. – Amiga... é um local muito bacana, uma empresa de informática, montada a pouco tempo, por um casal de meia idade. Os dois trabalham no ramo e resolveram alçar voo solo, pois eles já tem grande experiência no ramo. Eles querem empregar moças, sem experiência, que tenham conhecimento de contabilidade e administração e ótimo currículo escolar... é o meu caso, amiga!

Anselmo e Ruth, passaram muito tempo a analisarem as centenas de currículos recebidos e foram descartando um a um, com apenas um olhar para a fotografias de frente e de perfil anexas. Muito velha, muito jovem, muito feia, cara de piranha, muito carrancuda. Depois, só sobraram menos de 60 jovens a serem melhor analisadas. As casadas, as que moram com os pais ou parentes, as que eram noivas, foram também sendo eliminadas. No final só sobraram dez candidatas ao cargo, que seriam chamadas para uma entrevista pessoal.

No dia e hora marcado, sexta-feira próxima, as 17:30 horas, lá estava Veronica, toda arrumadinha e ansiosa... com o coração aos pulos, esperando ser chamada para a tal entrevista. Quando entrou no amplo escritório, seu coração quase saiu pela boca, o local era muito elegante e demonstrava ser decorado com extremo bom gosto. Dona Ruth, que ela já conhecia de uma entrevista preliminar, estava sentada em um grande sofá de couro e ao seu lado, o Senhor Anselmo. O porte físico do casal impressionava muito Veronica, pois eles eram de uma beleza estranha, e um porte que demonstrava altivez e determinação. Veronica se sentiu intimidada com a presença deles. Ela esperava uma entrevista com eles atrás de uma mesa e ela sentadinha numa cadeira em frente, como já tinha feito dezenas de vezes, mas desta vez foi diferente. Dona Ruth bateu com a mão no sofá e ordenou: - Venha sentar-se aqui. A garota, acanhada ficou no meio dos dois, não sabendo onde punha as mãos, se no colo, nos joelhos ou cruzadas. Suava frio, com os dois, impassíveis a olhando com extremo interesse.

Coisa igual nunca tinha acontecido com Veronica, até parecia que estava em seu tempo de escola, recebendo reprimenda da diretora. Logo ela que era tão determinada e tão senhora de si... estava sentada no meio do casal, agindo como uma “tonta”. Ruth aproximou seu rosto ao de Veronica e a fixando intensamente, foi fazendo uma série de perguntas, que a jovem, apenas respondia com um “sim ou “não”, muito timidamente. No final de 40 minutos, Senhor Anselmo, pela primeira vez abriu a boca, que parecia música a ouvido da jovem:- Você será a nossa contratada temporária por 3 meses e se fores bem em tuas tarefas, serás contratada em definitivo, mas desde o início receberás todos os benefícios, conforme a apostilha que lhe entregaremos. Ruth complementou, leves este caderno de encargos, leia bem todos os itens e se concordares com tudo, assines o termo de compromisso no final e podes começar a trabalhar na segunda-feira, no horário estabelecido, senão, nos telefone, desistindo e vamos procurar outra.

Ao término da entrevista, Veronica era outra mulher, alegre e aliviada, sentia que lhes tinham tirado das costas uma tonelada e queria voltar correndo para o apartamento, contar a novidade para Marcela, mas aí recebeu um convite do casal, que estranhou muito, mas que não teve coragem de recusar: - Minha filha, já é muito tarde, quase 18:30 h e nós estamos indo jantar e queremos que você venha com a gente.... Queremos a conhecer melhor! No luxuoso carro deles, Veronica estava meio apreensiva, sentada ao lado de dona Ruth, no banco traseiro enquanto Anselmo conduzia o veículo. Sabia que não estava vestida, para um jantar, com casal tão distinto, provavelmente num restaurante de “bacanas”. Ruth logo notou que a garota estava muito quieta ao seu lado e parecia não estar muito à vontade. Logo ela se aproximou da jovem e a abraçando pelos ombros – O que foi meu anjinho, porque estás tão quietinha? – Me desculpe dona Ruth... mas é que eu não estou vestida, para os acompanhar em um jantar num restaurante! – Não seja por isso, minha linda! – Vamos jantar no meu apartamento, você será a convidada de honra! – Anselmo, você está de acordo? O que você decidir... está decidido, Ruth!

Veronica ficou com a “pulga atrás da orelha”. Ruth continuava a abraçar pelos ombros, com o corpo bem juntinho ao seu e a toda momento a chamava de “meu anjinho”, “minha linda”, “minha filha” – Eta ferro! Vai ver a mulher é sapatona!!! E o marido, porque tão passivo? Nossa onde eu vim parar! Pensava a jovem mas sabia que agora era tarde para desistir do convite para jantar e resolveu deixar a “maré rolar”.

No apartamento de cobertura do casal, Veronica, ficou deslumbrada com o luxo do local. Ruth encomendou, por telefone, um jantar para três. Meu amorzinho, no máximo em 30 minutos o nosso jantarzinho estará chegando... enquanto esperamos vamos beber alguma coisinha e conversarmos, quero saber de tudo que diz respeito a você, além do que já sei, pelo teu currículo. Anselmo serviu para eles, um delicioso espumante, bem geladinho e alguns petiscos. Enquanto bebericavam, Ruth pediu que a jovem se sentasse num enorme sofá, que quase afundou com o seu peso. Ela se sentou ao lado de Veronica, com o corpo virado de frente e segurando as duas mãos da garota: - Você é uma garota muito tímida... não é! Mas eu quero saber quem é Veronica, o que pretende da vida... e o que acha do amor.... Gostas de homem ou de mulher, ou dos dois, ao mesmo tempo? Com que frequência faz sexo? - Abra a boca, garota! Me diz quem é você, Veronica!

Veronica, assustada com o desenrolar dos acontecimentos, sem saber o que fazer, apenas respondeu timidamente a algumas das perguntas. – Pronto agora ela resolveu atacar de vez! O que faço... vou embora... banco a boba e faço de contas que não estou entendendo nada! Nunca fui ligada neste negócio de mulher com mulher... e agora esta doida está a me cantar descaradamente, mesmo em frente o marido…eu acho que ele apoia este negócio dela e que pretendem me comer, os dois juntos, Veronica pensava tudo isso, enquanto a mulher, agora, acariciava seu rosto: - Você é muito linda, teu rostinho parece o de um anjo.... Eu realmente estou fascinada por você! – O que faço meu Deus! Me arranco daqui e perco o emprego ou deixo rolar e vejo no que vai dar?

Anselmo se aproximou delas, com mais duas taças: - Você está muito tensa, menina! Não dê muita importância à Ruth, ela é assim mesmo... meia doidinha, mas não passa disso. Gosta de testar as meninas com quem vamos trabalhar!
Veronica, sem pestanejar, bebeu quase que num gole só o conteúdo da taça, para aliviar o que se passava em sua cabeça. Será que isso mesmo? Ela apenas está me testando, para ver se sou sapatona! – Meu Deus deve ser isso mesmo! Ainda bem que me comportei a altura, senão adeus meu emprego! Descontraída, aceitou mais uma taça do espumoso e quando o jantar chegou, ela já um pouco “alta”, comeu como gente grande, pois afinal de contas estava com muita fome e a ceia era um verdadeiro banquete. Nunca tinha comido coisas tão gostosas e os vinhos servidos eram deliciosos. Tudo tão chique, que até dois garçons estava os servindo... Que luxo! Veronica, sem sentir foi bebendo cada vez mais, incentivada pelos seus anfitriões.

Eram quase meia-noite, quando o celular de Veronica tocou...era Marcela: - Amiga onde você está? Já liguei um milhão de vezes e você nada de atender! – o Que aconteceu? – Não é nnnnaddda, ammigaaa... é que estou quassse empreeegaadaaa... e esstouu, comemoraaaando.... Coom ammigossss! Ih eela me falouuu que... quassse, nãooo, o emprego é mmmeu. Que bom né ammmiggga?

-Veronica, estou muito braba com você, amiga... fiquei assustada, sempre me ligas quando vais pra farra! Mas eu te perdoou deste vez e fico contente pelo emprego. Mas se cuidas, pois pela tua voz, estás muito bêbada! – Quuee nada amiiiigaa, apenas bebi um pouuihhoo de vinhoo, naaada massis! - To sabendo amiga, nem falar direito está conseguindo... juízo, Veronica...até mais.

Tua amiga pensa que você está bêbada, não é Veronica? Mas não é verdade! Apenas um pouco tonta, o que é normal O comentário de Anselmo, recebeu aprovação de Ruth. – Que bêbada que nada! A jovem apenas os olhavas estirada no encosto do sofá, toda relaxada, segurando um copo de vinho quase vazio, meio virado de lado, deixando um pouco do líquido, sujar sua blusa: - Nãooo essstouu bbbeedada, meeerdaa nennnhuma! um pouuuco alllegrianhhaaaa, ssoo isso!

-Venha com a gente, bonequinha... vamos para o nosso quarto, necessitas descansar um pouco, antes de ir embora! – É messssmo, tooo um poucoooo chumbada, deitaaaar só um miiinutiiinho! Anselmo e Ruth, segurando Veronica pelos braços a levam para a suíte. Eles ficam olhando a bela garota, deitada na cama e mal se contem com tanta excitação. Sem perda de tempo, Ruth se curva e começa a tirar as roupas de Veronica. De tão afobada e ansiosa por ver a nudez da jovem, praticamente rasga a blusa e a saia. Anselmo não fica atrás e de um puxão, arranca o soutiem, rebentando as alças. Logo a calcinha branca segue o mesmo caminho. Ficam extasiado ao verem entre as coxas, a bocetinha com fartos pelos dourados, como os cabelos dela. Ruth, não se contém e vai logo enfiando todo o dedo indicador naquela grutinha maravilhosa, emitindo um gemido de puro êxtase: - Minha nossa! Como eu queria fazer isso, desde que a vi pela primeira vez! Com o rosto transfigurado pelo prazer que está sentindo, ela dança com os dedos no canal vaginal...murmurando palavras desconexas. Anselmo, igualmente, se atira como um esfomeado nos magníficos seios de Veronica, beijando, lambendo, chupando e acima de tudo, mordendo os mamilos.

Quando Veronica, sente que eles a estão despindo, leva um susto tão grande, que desperta um pouco de sua sonolência, e protesta impetuosamente, tentando se levantar da cama, mas com o peso dos dois sobre ela, mal consegue mexer pernas e braços. – Me soltem pelo amor de Deus, não façam isso comigo... vocês estão me machucando.... Malucos, tarados, aaaiiii, tá doendo muito... não façam isso... aaaiii.... Uuuiiii. Que dor...vocês estão tirando sangue de mim...não façam isso... aaaiiii!
E ela geme de dor em meio aos soluços. Mas o casal, agora também, sem roupas, não dão nenhuma importância aos protestos da garota e continuam seu ataque impiedoso, parecendo urubus em uma carniça. Ruth, afasta as coxas da jovem e com a cabeça enfiada entre elas, lambe e morde a boceta, como uma alucinada, bufando como uma leoa. Quando ela chupa e morde com força o grelo, Veronica se contorce de dor, ao mesmo tempo que a boca sedenta de Anselmo, deixa profundos marcas de dentes, nos seus seios. Ela grita e geme de dor. Nunca em sua vida amorosa, um parceiro a atacara com tal furor. Não tendo mais como resistir ela apenas respira com força com a boca aberta, exausta e toda dolorida. Geme alto ao sentir o contato da boca e da língua de Ruth, nas suas carnes mais sensíveis.

Mas, pouco a pouco os gemidos de dor, vão se transformando em gemidos de prazer e, ela se vê mergulhada num mundo estranho, onde o que está sendo obrigada a sentir em seu copo, se mistura numa macabra simbiose, numa relação íntima entre dor e prazer. Daquele momento em diante, ela não é mais vítima, mas sim parceira, onde também morde e machuca, contaminada pelo sadismo deles. Sua boca sedenta abocanha a tora de carne de Anselmo, chupando e mordendo com volúpia, lhe causando, também, dor. Veronica alucina e se sente aberta ao meio ao ser penetrada por Anselmo. O membro gigante dentro de sua boceta apertada, pega fogo e ela berra no momento de desejo intenso e goza em múltiplos orgasmos.

Muitas horas depois, quase amanhecendo, Veronica acorda e por uns minutinhos, fica meio “fora de orbita”, até que se dá conta de tudo que aconteceu com ela nesta noite. Está, deitada de costas, com as coxas abertas, na cama do casal e o pior de tudo, Anselmo está por cima dela, com o pênis, ainda enfiado em seu ânus. O caralho do cara está murcho, mas ela ainda o sente no seu apertado canal. Fica quietinha, pois ele ronca como um porco, com a boca aberta, babando em seu pescoço. Relembra cada momento, com riqueza de detalhes e fica assombrada com ela mesma, pois fez coisas que nunca imaginou fazer; quebrou de uma só vez, três tabus, que jamais pensou violar: Fazer sexo com mais de um parceiro, fazer sexo com uma mulher e o mais alarmante, sentir prazer através da dor. Nesta noite ela fez tudo isso e assustada percebeu que gostou muito de tudo. –Que diabo deu em mim.... Isso é depravação, pura perversão e sadismo. Como posso ter gostado de tudo isto? - Que me perdoe os céus, mas será que eu virei uma tarada?

Enquanto matutava sobre tudo, foi sentindo, bem lá no fundo de seu ser, excitação, por ter o caralho de Anselmo, em seu cuzinho. Quase que automaticamente, iniciou a contrair os músculos do ânus, o apertando com força, dentro dela, o membro, que parecia ir crescendo lá dentro. Que coisa deliciosa! Como é bom! Ela firmou os braços na cama e empinava a bunda, tentando o trazer mais para dentro. Com todo o movimento de Veronica, Anselmo acordou e o seu pênis também, que se expandiu de uma vez, ocupando todo o apertado canal. Ele passou os braços sob o corpo da parceira e espalmou os dois seios, esmagando-os fortemente com os seus dedos, enquanto mordia descontroladamente o pescoço e os ombros de Veronica. Ela o sentia sair e entrar dentro do seu orifício, com extrema violência. Abriu os braços e as coxas o mais que pode e empurrando a bunda de encontro ao pau de Anselmo, gritando de dor e de prazer. Até que ejaculou feito um touro dentro dela e com aquele líquido quente a preenchendo toda por dentro, ela, mais uma vez, gozou... múltiplos orgasmos, com o corpo a tremer, parecendo ter um ataque epilético…uivando como uma loba no cio. Ruth que estava na sala, preparando uma estranha beberagem, ao ouvir o “escândalo” que os dois faziam, entrou ao quarto, ainda a tempo de assistir os últimos momentos do gozo deles. A Mulher se aproximou da cama e ficou sentada, olhando o rosto retorcido e suado pelo prazer, de Veronica, que apenas a olhou e implorou, quase que chorando: - Dona Ruth... deixe ele mais um pouco... dentro de mim...por favor... por favor!

Sinto muito, minha putinha gostosa, mas já é hora de tratarmos de negócio e se virando para o marido: - Anselmo, tire este caralho da bunda da nossa mercadoria e vamos trabalhar! Ele saiu de cima de Veronica, com o membro todo melado de porra e ela se sentiu, frustrada, oca por dentro. Ruth, usando de certa rudeza, fez com que a garota se virasse na cama. – Vamos menina... você já gozou o bastante... deixe este cuzinho em paz e vamos tratar de coisas sérias. Veronica, toda relaxada na cama, com os olhos semicerrados, apenas observava o casal: - O que será que eles vão preparar para mim? Será tão bom como hoje à noite? – Só não entendi o que ela queria dizer com “nossa mercadoria”!


Ruth levou aos lábios da jovem, um frasco, com 200 ml de um líquido de cor marrom: - Tome, menina, beba tudo, isto vai fazer você sentir coisas alucinantes. - Melhor do ontem! Nossa vou beber tudo. Veronica saboreou até a última gota... que gostoso, tem gosto de amêndoa.

Cinco minutos depois Anselmo e Ruth comemoravam, inteiramente satisfeitos, o êxito de mais uma captura. – Esta foi a mais fácil... a idiotazinha caiu com muita facilidade. Podemos até usar o mesmo estratagema para as futuras caçadas! Só não gostei desta ligação da amiga dela, a tal de Marcela... ela vai fuçar em busca da amiga. – Anselmo não se preocupes, ela pode até tentar, mas sabemos que jamais ela verá a amiga novamente. E depois, até ela poderá ser uma das nossas garotas! É mesmo... ela também reúne a mesmas condições .... Mas não vamos nos precipitar, no momento temos esta coisinha deliciosa para nos satisfazer. Anselmo ficou olhando para Veronica, que drogada, jazia, nua na cama do casal. Veja só, Ruth, que corpinho espetacular tem esta garota, tudo nela é perfeito, lábios, seios, coxas e esta bocetinha lisinha gordinha... que delícia! Ruth rolando o corpo de Veronica sobre a cama. – querido, olhe só bunda dela.... Nossa! Ela é boa demais! - Vamos levar a garota agora, ou vamos esperar até o meio do sábado? – creio que devemos providenciar tudo agora, Ruth.... A merdinha da amiga, sabe que nossa garota foi até o escritório e que arrumou emprego, como é sábado... ela poderá obter a nossa residência e dar um pulinho até aqui! – Que venha, será mais uma em nosso ninho! – Mas e se ela não vier só... o negócio poderá se complicar. – É você tem razão... não convém facilitar.... Vamos preparar Veronica agora!

Em seguida, a dupla tratou de aplicar em Veronica uma série de injeções. – Pronto, com isso seu corpo ficará inativo por uns 3 dias, no mínimo e a mente um pouco mais. Antes que as drogas façam seus efeitos, vamos esvaziar a bexiga e o estômago dela... não queremos que ela chegue ao destino, toda cagada e mijada. Introduziram no ânus da jovem um longo tubo plástico, que pendia de um suporte, com dois metros de altura, onde estava fixado um recipiente com alguns litros de água onde foram dissolvidos pastilhas de cor marrom. Abriram a torneirinha do conjunto e lentamente o liquido escurecido foi enchendo o intestino dela. A lavagem estomacal, acelerada pelo produto, logo fez seu efeito e Veronica encheu um balde, estrategicamente colocado em seu traseiro. Pela uretra, foi introduzida uma espécie de bombinha com um tubinho fininho e a bexiga da jovem foi igualmente esvaziada.

Veronica, branca como um cadáver e tão rígida como um, foi tendo o seu corpinho coberto por longas fitas de pano, com um palmo de largura, desde as pontas dos pés até a cabeça. Só ficou de fora a boca o nariz, e os olhos descobertos. Depois os dois, levaram o corpo, assim “enrolado” e o depositaram em uma espécie de bacia, com quase três palmos de altura e com 180 centímetros de comprimento. A bacia estava, quase cheia com uma espécie de cera líquida, que ao poucos foi aderindo à fita que envolvia todo o corpo de Veronica. Dez minutos depois, eles retiraram o corpo endurecido dali e o depositaram em uma espécie de caixa, mais parecendo um caixão de defunto.


Três dias depois, quando Veronica acordou, tudo em sua volta estava muito confuso. Ela não sentia nenhuma parte de seu corpo, todo ele estava completamente dormente. Não sentia dor, nem frio ou calor. Apenas um enorme vazio dentro de si, não sabia que era fome ou sede. Parecia um pesadelo terrível, não podia se mexer, não conseguia movimentar um único músculo. Tentou abrir a boca para pedir ajuda, mas nenhum musculo de seu rosto atendeu o comando do cérebro. Entendeu horrorizada, que podia somente movimentar os olhos, mais nada. Percebeu que estava em um local, salão pouco iluminado e que estava na posição vertical.... Mas se ela estava em pé porque não podia se mover…Minha Nossa Senhora! O que estava acontecendo comigo.... Só se lembrava que estava no apartamento dos seu futuros chefes e que tinha bebido muito e depois nada mais.

De repente a luz do salão foi acessa e ela teve de piscar os olhos, pela intensidade da luz, refletida em sua direção. Pode ouvir passos no salão e com o rabo dos olhos percebeu alguém se aproximando, impossibilitada de virar o rosto em direção ao som, só pode ter noção de quem era, quando a pessoa ficou a sua frente. Nesse momento teve imensa alegria ao ver Ruth e Anselmo.... Eles a ajudariam a sair daquele estranho torpor em que se encontrava. Mas eles ficaram parados em sua frente, com um estranho sorriso em seus rostos e não tomaram nenhuma iniciativa para a ajudar. Sentiu quando Anselmo se aproximou e levou as mãos em sua direção, mas não sentiu o toque, apenas que estava girando sobre si mesma, até ficar de frente a um enorme espelho.

O que viu a encheu de terror, quis gritar, berrar, completamente apavorada. Mas só pode mostrar todo o horror que estava sentindo, através do olhos... a única coisa que podia expressar o que ia em sua alma.

Veronica, estava vendo refletida no espelho a sua própria imagem. Estava presa em uma espécie de pedestal, com base circular e o que a mantinha em pé, era uma coluna de mármore, com a mesma altura dela, alguns fios muito finos de nylon, quase transparente a prendia à coluna. Com as mãos apoiadas à cintura, com os braços levemente abertos, e as coxas separadas, com os pés assentados na base circular, parecia uma estátua de mármore, até na cor. E Estava completamente nua, mostrando toda a sua intimidade. Aquilo no espelho era ela... sim, pois até o pequeno sinal em forma de estrela, estava visível em sua coxa direita. A jovem quase enlouqueceu vendo aquilo, ela foi transformada em uma estátua de mármore.

Ruth, ficou bem pertinho do rosto petrificado de Veronica e então a jovem compreendeu que em pouco dias, estaria morta para o mundo.


- Meu anjinho querido, minha linda boneca.... você agora é a mais nova atração do nosso museu e terá o privilégio de ser vista por todos aqueles que sentem prazer em ver o horror estampados nos olhos de nossas “múmias vivas”. É lastimável que a maioria, só possam ostentar esta condição por pouco dias... depois elas se transformam em “múmias mortas”, Mas estes poucos dias que poderás ficar em exposição, vai nos trazer rios de dinheiro. Olhe ali em frente, aquelas três, belas estatuas, resistiram por quatro dias... mas depois .... Quando o brilho dos olhos se apagam, nós os substituímos por belíssimas próteses e aplicamos em seus corpos, produtos que secam todos órgãos internos. Elas podem ficar em exposição por muito tempo. Veja esta belíssima jovem ai em frente, a plaquinha pendurada em seu pescoço, indica que seu nome é.... era, Ludmila, que tem dezenove anos, que veio de Berlim, na Alemanha e que está em exposição há dois anos. A vantagem é que era terá a mesma idade para sempre. –Você também Veronica, deves ficar orgulhosa, pois sua beleza será preservada por muito tempo e veja o que temos aqui, quando os teus belos olhos morrerem, estas belas próteses, ocuparão o lugar deles.

´


Continua em: Sob o domínio do mal 2ª parte – A estátua que chora

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:19 de maio de 2014 22:23

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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