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ulia, sob ataque dos monstros - 1ª Parte

Julia, sob ataque dos monstros - 1ª Parte

Julia chegou com muita fome. O trânsito estava péssimo e só agora, às treze horas conseguiu entrar na garagem de casa e ainda não tinha almoçado. Sentiu o cheirinho gostoso vindo da cozinha e foi direto para o seu quarto, no segundo andar do casarão, gritando por sua mãe: - Mamãe cheguei, vou tomar um banho e já desço. Tirou a roupa e foi para o banheiro, ao lado do seu quarto, estranhou o silêncio, pois geralmente Esther, sua irmã caçula de apenas quinze anos, viria correndo ao seu encontro e hoje, nem sua mãe lhe respondeu, como geralmente o fazia.

Mesmo nua como estava desceu as escadas e foi até a sala e a cozinha. As panelas sobre o fogão, mas a mesa não estava posta. - Que coisa! Onde estão elas? Chamando por Esther, foi até o quarto dela, ao lado do seu e levou um tremendo choque, quando viu a irmã amarrada à cama, totalmente nua e sobre ela, um homem preto, também nu, a estuprando. Esther estava com as mãos do cara sobre a boca e seus olhos demonstravam o pavor que estava sentindo..

Agiu por puro instinto, avançou para o sujeito, furiosa, tentando tirá-lo de cima de Esther. Mas nem deu dois passos e foi atingida por um outro homem, que a derrubou com uma pancada na cabeça. Quando tentava se levantar, recebeu um chute na barriga pelo cara, um mulato forte. Antes de apagar, observou que um terceiro sujeito, também estava no quarto, e apenas observava o ataque do mulato sobre Julia.

Quando recobrou os sentidos, com muitas dores na cabeça e na barriga, estava nua e amarrada ao lado de Esther na cama, que ainda tinha o negro subindo e descendo sobre o corpinho dela. Apavorada, sentiu a boca de um sujeito chupando seus seios. Um gordo enorme, branco e que fedia muito. Em pânico pressentiu que um outro cara, com o rosto no meio de suas coxas, tinha a língua enterrada em sua vagina, a chupando com ferocidade, enquanto com três dedos invadia seu rabinho, lhe ocasionando muitas dores.

Por muito tempo, ela e sua irmãzinha foram estupradas pelo trio de bandidos, que se revezavam, incansáveis sobre seus corpos indefesos. Seu coração lamentava muito mais, por sua irmã, que ainda era virgem e que nem namorado tinha.

Satisfeitos, eles as deixaram e pelo que conversavam entre eles, Julia, ficou sabendo que os invasores, eram em número de sete e que os outros quatro, estavam no quarto de sua mãe, igualmente a estuprando. Coitada dela, sendo atacada por quatro destes monstros. Esther, não resistiu as muitas violações de seu corpinho ainda em desenvolvimento e perdeu os sentidos. Julia, bastante judiada, mas ainda acordada, ficou escutando os canalhas, com o coração envolto em total terror, ouvindo os gritos alucinantes de sua mãe, vindo do seu quarto.

Ela tinha vinte um anos, noiva de Marcelo, com casamento marcado para o próximo ano e sua mãe Márcia, com quarenta e dois anos, viúva e que tinha um amante, o Carlos, que costumava dormir com ela. A família tinha uma situação financeira muito boa, pois o marido de Márcia, deixou muitos bens, que eram administrados por Julia e por dona Márcia.

Talvez por isso, tantos homens tenham invadido sua casa. Em busca de dinheiro, das joias delas e dos dois carros na garagem. Teve certeza disso quando percebeu que eles começaram a vasculhar toda a casa, em busca de valores. Depois de algum tempo, um deles, veio até Julia e a soltou. - Moça das três mulheres, você é a que está em melhores situações e pode nos dar todas as informações que queremos.

Nos diga onde está o cofre e os cartões de bancários de vocês e as joias, que sabemos que vocês usam. Aos empurrões, fui levada até a sala e lá pude ver toda a quadrilha reunida, os sete elementos. - Nos dê as informações que queremos ou vamos cortar as gargantas de sua mãe e de sua irmã.

Não tive outra opção a não ser lhes entregar os meus dois cartões e os dois de mamãe e as respectivas senhas. Só não lhes deu os cartões corporativos de nossas empresas, que estavam num cofre, camuflado no piso do quarto de minha irmã, local impossível de ser localizado pelo bando.

O cofre onde estava guardado as nossas joias, algum dinheiro e documentos nossos, estava no quarto de mamãe, sob a cobertura de um quadro. A este, sob as ameaças à minha mãe e irmã, não tive opção e os levei até lá. Quando vi mamãe, sobre a sua cama, nua, amarrada, com o corpo todo cheio de marcas de chupões e mordidas, de onde brotavam gotinhas de sangue, corri até ela, porém um forte empurrão, dado por um homem de meia idade, que pelas atitudes e falas, parecia ser o chefão da quadrilha, me impediu de socorrer-la.

Moça, nada de amores filiais nesta hora, nos mostre logo o cofre. Chorando muito, foi o que fiz e abri o cofre para os canalhas, que o saquearam por completo, levando as três caixinhas com as nossas joias. Em conjunto elas devias valer mais de oitocentos mil reais e o pior era que o valor de algumas, era mais sentimental, pois eram heranças de famílias e muito antigas. Em dinheiro levaram aproximadamente trinta mil, que eram para atender as despesas correntes de nossa casa.

Depois de vasculharem toda a residencia, levando mais alguns objetos, eles se deram por satisfeitos e reunidos na sala, confabulavam e decidiam os seus próximos passos. E o que decidiram me aniquilou ainda mais, Nua, toda encolhida sobre um sofá, eu tinha dois deles, que não paravam de passar as mãos nojentas em mim.

Turma, vamos fazer o seguinte: Vocês, Lico e Mão de Ferro, vão até os bancos das madames com os cartões delas e saquem o que for possível. Verifiquei os saldos e os limites, se possível, façam compras, mas só adquirem objetos que possam ser negociados com facilidade. Vocês, levem o carro delas, para a nossa "toca" e fiquem por lá nos esperando. Nós três vamos ficar por aqui, esperando a volta de Mão de Ferro e de Lico. Tomada que você mocinha, nos tenha dado as senhas corretas, senão vocês não conhecerão o dia de amanhã.

Eu lhes tinha dado as senhas corretas, não iria arriscar nossas vidas por dinheiro e foi o que lhes disse. - É bom que assim seja, garota. Mas enquanto esperamos o retorno deles, vamos brincar mais um pouco com vocês. Eu, no sofá, imobilizada por um dos canalhas, tinha o outro com alguns dedos enterrados em minha buceta. O cara era um animal e me machucava muito por dentro.

O chefão, se aproximou e ordenou que eles saíssem de cima de mim.. - Deixem esta gostinha para mim... eu gostei muito dela. Vão se divertir com as outras duas. O mulato e o negro, logo o obedeceram e foram rápidos para os quartos de mamãe de Esther.

Vi que o negro enorme foi em direção ao quarto de minha irmãzinha e o mulato para o de minha mãe. Aquilo de me doeu o coração, mas nada podia fazer, eu mesma estava sob ataque do chefão, que como um autêntico predador, com uma crueldade sem limites, me derrubou sobre o tapete e a base de tapas e usando de muita força, montou em minhas costas e ordenou, - Abras estas coxas putinha, pois eu quero comer o teu cuzinho novamente, tens um buraquinho que é uma delicia.

O nojento entrou em mim com tanta estupides que parecia que as pregas do meu rabinho estavam em fogo. Ele ficou entrando e saindo com o enorme caralho, que até parecia um cavalo em pleno cio. Suas mãos amassavam com demasiada força meus seios e sua boca, mordia com selvageria meu pescoço e ombros, de onde saiam muito sangue, que erram chupados pelo animal, que se assemelhava a um vampiro. No meio de tanta dor, pude escutar os berros alucinados de minha irmã e de mamãe, que deviam estar sofrendo dos mesmos horrores que eu. Não suportei ao homem e perdi os sentidos.

Quando acordei, não sei quantas horas depois, com muitas dificuldades para me mover, com tudo me doendo muito. Estava na cama de mamãe, que mesmo quase tão machucada como eu, tentava me ajudar e a minha irmã, também na mesma cama de casal de mamãe, e que gemia muito.

Olhei para elas, que com os olhos cheios de lágrimas, pouco podia fazer para nos socorrer. Mamãe peça ajuda, estamos precisando de auxilio médico e da polícia. - Julia, minha querida, não posso fazer isso, eles ainda estão aqui, lá embaixo, na sala e estamos trancadas e eles desligaram o telefone.

- Mamãe, e Esther, como ela está? - Os animais a estupraram de todo modo possível e ela esta muita machucada, mas o pior é que parece que está em choque, não fala nada e apenas geme e chora. Eles fizerem até sexo oral na minha menininha. Ao saber disso, procurei abraçar Estherzinha, mas ela apenas me olhava com os olhos arregalados e nada dizia.

Finalmente, depois de alguns minutos, três dos homens entraram e o que falaram, me aniquilou por completo. - Já terminamos por aqui, agora vamos embora, porém vamos levar esta garota e daqui há alguns dias vamos entrar em em contato com você, mãezona. Vamos pedir um bom resgate para que a possas ver viva novamente. Senão pagares o que pedirmos, tua filha será devolvida aos pedaços.

Ele estava se referindo à Esther e a abracei apavorada, implorando que não fizessem isso, pois ela estava muito ferida e necessitava de cuidados médicos com urgência. Então, minha querida, vamos levar você no lugar dela, dá tudo no mesmo. É até melhor assim, pois adorei o teu cuzinho e enquanto esperarmos o pagamento por ti, podemos nos divertir bastante.

Mamãe deu um grito, apavorada ao ouvir o chefão, mas fora isso, nada mais podia fazer e foi chorando muito, que me viu ser arrastada porta afora por dois homens, enquanto o chefão as trancava novamente no quarto, dizendo para mamãe, que entraria em contato dentro de poucos dias para pedir o dinheiro por mim.

Mesmo pelada como estava, fui amarrada e amordaça e colocada dentro de um saco preto e percebi que me jogaram dentro da carroceira de algum tipo de veículo, acho que uma utilitário e rodamos por interminável tempo, sabendo que estava sendo levada para um destino terrível. Não resisti e apaguei novamente, sobre a influencia dos meus machucados e sufocada pelo forte calo, presa desta maneira, no veículos deles.

FIM

CONTINUA EM: Julia sob ataque dos monstros - 2ª e última parte

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:5 de dezembro de 2015 04:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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