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Um Dia de cão

Um Dia de cão


Sexta-feira 28 de julho - 18: 30 h.

- Levantei os braços, como se tentando evitar o disparo. Mas foi inútil. Acho que nem senti a dor dos tiros à queima-roupa, dilacerando minhas carnes. Fui caindo do penhasco, que parecia não ter mais fim, mas ainda pude ouvir, o carro se afastamento em disparada.
Antes de fechar os olhos, tive a sensação de que o próprio tempo estava passando mais devagar, e flashback em retalhos desordenados, são os meus últimos lampejos,

Sexta-feira 28 de julho - 09: 20 h.

- Alice, faça um favor para o seu pai. Leve o carro para a oficina, aquela nova no fim da nossa rua. Peça para eles fazerem uma revisão no motor. Fale com o Carlos, o dono.

Sexta-feira 28 de julho - 10: 00 h.

Fiz o que meu pai pediu, mas não gostei nem um pouco do jeitão do tal de Carlos. Ele vestido com um macacão imundo e os outros três homens que vi na oficina, não tiravam os olhos de mim, pareciam querer me comer. O que mais me deu nojo no sujeito, foi o seu fedor, parece que não toma banho há um ano. – Senhor, examine o motor do meu carro. Amanhã voltarei para busca-lo.
– Não necessita tanto tempo, meu bem. Vamos esperar aqui no escritório e enquanto mando olhar o motor do carro, eu examino o teu motor traseiro, que por sinal é coisa muito fina. O safado, com um risinho maroto, olhava descaradamente minha bunda. – Não muito obrigado, este motor aqui não é para o teu bico. Foi minha reposta raivosa ao sujo sujeito e fui saindo rápido do escritório. Mas não fui rápida o suficiente.
Ele me segurou pelos braços. – O que é isso garota? Aqui na minha oficina, tenho meios para examinar qualquer tipo de motor! - Queres ver? Enquanto falava, segurando meus ombros, foi me empurrando de costas para uma bancada que ele usava como mesa.

Sexta-feira 28 de julho - 10: 02 h.

Inclinada, quase deitada sobre a bancada, meu rosto e seios fortemente achatados contra a áspera madeira, senti seu peso sobre minha bunda. Gritei e tentei me safar, mas o cara, muito forte me pegou de jeito e fiquei imobilizada apertada entre a madeira e ele. Num piscar de olhos, minha saia subiu até a cintura e a calcinha rosa, foi descida até o meio das coxas.
O pau fedorento, liberado de suas roupas, ficou roçando em minha bunda e o senti grosso e melado, procurando o acesso do meu rabinho. Gritei em desespero e com a cabeça virada para o lado, pude ver lá fora, a cortina de aço da oficina, ser arriada pelos outros três mecânicos.
Ele ficou esfregando aquela coisa enorme, entre meus dois buraquinhos sagrados e apavorada, percebi os outros sujeitos, entrando no apertado escritório. O filho de uma cadela, me lambuzou toda lá embaixo.
Colado no meu ouvido, falou: Se segura aí, gostosinha, que eu vou examinar o teu óleo. O senti ir entrando bem lentamente em meu cuzinho e não pude deixar de o comparar com o pau do doutor Ernesto, fazendo o mesmo. O deste ordinário, era quase duas veze maior. Ele se movimentava sobre mim, parecendo uma máquina.
Nunca dei a buceta para ninguém, nem para o doutor Ernesto, pois o meu forte era o cuzinho. E aquela coisa parecendo um êmbolo dentro de mim, foi me deixando doidona e até me esqueci que estava sendo estuprada pelo cara. De longe, foi a melhor vara que entrou em minha bundinha e quando ele gozou eu também o fiz. Até o fedor do cara, me excitou e quando ele me beijou, retribui como uma tarada, pois aquele foi o mais delicioso anal que até hoje fiz.
Me apavorei, pois, os outros três também queriam me comer. Cara, eu não quero os outros, se você me proteger, manhã quando vier buscar o carro, te darei a bunda novamente. – Concordo com tu, mais não posso ser indelicado com meus camaradas. Já que esta com cu para cima, seja boazinha com eles, pois só assim a gente te libera.
Bobagem pura a minha, sabia que só sairia dali, se “servisse” aos outros três e então, para me safar, fiz um acordo com os safados. – Está certo, caras... todo mundo pode colocar na minha bunda, mas só na bunda. Se tentarem na buceta, vou dedurar todos por estupro coletivo. Já viram que merda vai dar, pois sou de menor.
Eles aceitaram minha oferta e todos deixaram no meu rabo o gozo deles. Foi tanta porra que sai dali com vontade de cagar e com o cu ardendo e andando de pernas abertas, com as roupas sujas, mas plenamente realizada.
Sempre tive, bem Escondido la no meu íntimo, o desejo mórbido de ser estuprada e por mais de um cara. Hoje foi realizada esta minha pequena tara e ainda cima tive a sorte de não levar porrada e não levar ferro na porta da frente.

Sexta-feira 28 de julho - 17: 50 h.

Sabia que estava condenada à morte e em pânico, buscando forças, não sei de onde, saí em louca disparada porta afora. Nunca corri tanto em minha vida. Mesmo estando aturdida, com a coronhada latejando em minha cabeça.
Consegui chegar até o alto de uns rochedos e me escondi entre algumas pedras. Quando pensei ter escapado, escutei voz grossa atrás de mim. – Tentei me levantar e escapar do cara, um gordinho, tão preto que chegava a reluzir, mas com uma saraivada de socos, ele me derrubou. Como um lobo furioso, se atirou sobre minhas costas e continuando a me socar, quase me nocauteou. Aos berros e esperneando como uma louca, não consegui evitar que ele rasgasse as minhas roupas, até os sapatos, perdi.

Minhas forças se esvaíram e nada pude fazer quando ele montou em mim e cruelmente, enterrou aquela imundice dele, dentro de meu rabinho. Quase morri de tanta dor, pois apesar de não ser nenhuma santinha e de já ter feito anal com eles, lá na oficina. Sabia que desta vez a coisa era na ignorância e que estava sendo surrada com estrema crueldade. O pau do negro era gigantesco, bem maior do que o do meu chefe, e o do fedorento.
Totalmente subjugada, vi Carlão, e os outros chegarem ainda a tempo de verem o meu estupro. Aí foi um verdadeiro inferno de Dante. Carlão, o fedido, sem mesmo esperar que o negro saísse de dentro de mim invadiu minha xoxota. A dor maior foi porquê eu estava muito seca e ele entrou de um só empurrão. E foi assim deste modo tão canalha, que perdi o meu cabacinho, que guardava com tanto orgulho.
Os dois derramaram seu gozo dentro de mim, quase ao mesmo tempo. Zombeteiro, ele ainda disse: - Tua buceta não é tão gostosa como teu cuzinho, mais, assim mesmo é uma coisinha de “responsa”
Eles se revezaram e por quase uma hora, sofri inúmeras duplas penetrações e de nada adiantou meus desesperados pedidos de clemência, pois os miseráveis, fizeram questão de usarem minha boca como se uma vagina fosse.

Sexta-feira 28 de julho - 15: 57 h.

Dirigindo como uns loucos, não sei quanto tempo depois, chegamos em um velho casebre. Aos empurrões e tapas, sou conduzida para lá. – Carlão, esta mulherzinha te reconheceu... e agora o que faremos? – Se a soltarmos, vai bater com a língua nos dentes e estaremos fodidos!
- Garota, não sei como você soube que era eu, pois estava com máscara tampando todo o rosto! É uma lástima, mas teremos de calar a tua boca para sempre.
-Concordo com tu, Carlão, mas antes vamos brincar um pouco com ela. Não podemos dispensar carne tão novinha.

Sexta-feira 28 de julho - 15: 45 h.

Estava na boca do caixa, fazendo o depósito na conta corrente, do doutor Ernesto, o meu chefe, quando o assalto o foi anunciado. – Todo mundo no chão! Se ficarem quietinhos, ninguém vai sofrer. Assustada, me deitei imediatamente, ao mesmo tempo que ouvi o som de tiros e muitos gritos. A poucos passos vi o guarda da agencia, caído, ainda segurando na mão seu revolver, com o rosto coberto de sangue.
Percebi um dos assaltantes, em pé, apontando uma arma para a moça do caixa, a mesma que me atendeu. Ele estava com os sapatos quase tocando meu corpo e tremi de medo.

Sexta-feira 28 de julho - 13: 00 h.

- Alice, hoje vou fechar o consultório mais cedo. Minha filha, Belinha, está fazendo dezessete aninhos hoje e quero comprar um presente para ela. Você pode telefonar para os meus clientes, para remarcar as consultas agendados para esta tarde. Depois podes fechar o escritório e ir embora. Não quero abusar da tua boa vontade, mas peço que deposite em minha conta estes três cheques O banco fica ali na esquina.
- Farei isso com muito prazer, doutor Ernesto, não me custa nada. Eu adorava ser secretária dele, um homem distinto e excelente chefe. Cirurgião dentista bem-conceituado. Casado com dona Esther, um doce de mulher. E ganhava um ótimo salário, para meio expediente apenas. Geralmente só ficava até mais tarde no consultório, quando ele queria fazer anal, o que ele mais gostava de fazer... e eu também.
Quando estávamos no sofá, com ele comendo o meu rabinho, escutava ele gemendo e falando besteiras... mas dava para entender algumas coisas: - Belinha, querida, que rabinho gostoso tens, filhinha.
Que merda! Ou ele fodia o cu da filha ou tinha desejos por ela, mas isso não era de minha alçada e ficava na minha. Mas me lembrando de como ele agia, quando Belina nos visita no escritório, tive certeza que ele comia o cu da filha. A garota, pouco acima do peso, apesar de novinha tem uma senhora bunda e parece que gostava de levar ferro, pois faceira, corria e se sentava no colo do pai. Se ele comia o rabo da filha, o problema era da mulher dele e não minha.
Não queria perder o ótimo salário que ele me pagava e ainda fazer o que mais gostava, dar a bunda, a buceta nunca. Pretendia me casar “virgem”, pelo menos no buraco da frente.

Sexta-feira 28 de julho - 17: 08 h.

- Estava apavorada. Não conseguia parar de tremer, com um dos mascarados, me segurando pelo pescoço, e nem via para onde estávamos indo. Os bandidos assaltantes e assassinos, eram em número de quatro. Eu estava no meio de dois deles e no banco da frente, os outros dois. De minha testa um pequeno filete de sangue escorria.
– Você, minha bonequinha ruiva, não devia ser tão espertinha, agora vais pagar por ser tão abelhuda. Vamos ter de fechar esta linda boquinha.

Sexta-feira 28 de julho - 15: 50 h
.
O assaltante, obrigava a moça do caixa, a colocar o dinheiro dentro de uma sacola. Seu pé esbarrou em mim e então senti o cheiro, ou melhor o fedor dele. Devia ficar calada, mas minha surpresa foi enorme e quase que instintivamente exclamei:
- Carlão!... É você? Ele se inclinou e me olhou e vi raiva no seu olhar. Dei um grito de dor, quando a coronha do revolver me atingiu na testa. – Cale a boca, puta de merda! Foi o que ele berrou, junto ao meu ouvido.
Não perdi os sentidos com o golpe, apenas vi tudo em duplicata e fiquei bastante atordoada.
Vamos embora, cara, já pegamos o suficiente. Foi o que escutei de um dos cúmplices dele, acompanhado do estridente e ainda longe som dos carros da polícia que estavam se chegando do banco.

Sexta-feira 28 de julho - 15: 55 h.

A moça do caixa e eu, ainda aturdida, fomos levadas pelos bandidos, quando, em correria saiam do banco. Seríamos seus escudos, se topassem, com os homens que se aproximavam. Caminho livre, a outra refém foi brutalmente jogada na calçada, mas eu fui empurrada para dentro do carro deles; o carro de meu pai. Deus do Céu! Tiveram a petulância de usar o nosso carro para fazer o assalto! Ainda pude observar, de relance, a garota gritar e segurar o braço, em posição estranha, provavelmente quebrado na queda.

Sexta-feira 28 de julho - 18: 33 h.

Me vi caindo, num vazio enorme, indo de encontro ao caudaloso rio, pronto para me engolir, engolir o que restava de mim, a pobre vítima do cruel e múltiplo estupro.
Com dois tiros, um na coxa e outro no ombro, a testa com um fundo ferimento e o corpo moído de pancada e com múltiplas fraturas, por descer a encosta quicando feito uma bola, indo de encontro de pedras e mais pedras pelo caminho
Minha horrenda morte, era ocasionada somente para impedir que revelasse os nomes dos mascarados que assaltaram o banco e mataram o pobre guarda.

Sexta-feira 28 de julho - 19: 30 h.

É.… contra todas as probabilidades, eu não morri, estou jogada contra uma moita, há uns dois metros da margem. Estou em pé, ao lado do meu corpo nu e inerte, perdendo sangue por ... nem sei por onde, tantos sãos os ferimentos. A escuridão da noite me esconde no meio de tanto mato e desta maneira, não há a mínima chance de que seja vista por algum ser vivente. Me inclino e tento posicionar melhor minha perna esquerda, dobrada em três diferentes posições. Mas a mão ultrapassa minha coxa, como se eu estivesse tocando apenas uma sobra. Sei que nada mais há a fazer ali, ao lado do meu corpo e flutuo como uma pluma ao vento, em busca de auxílio.

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Entro em minha casa e vejo a maior zorra do mundo. Mamãe e meus irmãos estão chorando, abraçados uns aos outros. Papai, andando de um lado para outro, tenta os confortar. – Calma pessoal, o delegado está com todo seu pessoal na rua a procura de Alice. Tenho certeza que irão encontrar nossa garotinha. Os bandidos, quando se viram livre da polícia, provavelmente a soltaram em algum lugar esmo e ela está vindo para casa.

Fico contente com isso e corro para eles, gritando: – Gente eu já cheguei, olhem eu aqui! Tento abraçar meu pai, mas meu braço o ultrapassa e eles não me escutam. Só então compreendi que eu estava e não estava ali, em minha casa. Era somente o meu espectro, o meu Fantasma. Mas eu sabia que não estavas morta. Ainda tinha um sopro de vida em meu moribundo corpinho.

Socorro, socorro, olhem eu aqui. Mas ninguém me via ou me ouvia. Súbito, me vi no hospital, no quarto onde Helena, a jovem caixa, com o braço e a perna enfaixados, era ouvida pelo delegado.
- Minha jovem, você ia sendo levada pelos bandidos... deu para escutar alguma conversa deles, antes de entrarem no carro que lhes deu fuga? – Deu sim, seu delegado. O sujeito mais alto, disse para os comparsas, que ele iria levar a cliente, pois ela o reconheceu. Depois eles me jogaram no chão e pude ver a pobrezinha ser empurrada para dentro do carro, ela estava com sangue saindo da cabeça, pois levou uma coronhada dele. Meus Deus! Acho que eles a mataram, para não revelar quem eles eram.
- Pode ser que ela ainda esteja viva, todo mundo está nas ruas, a procura dela.
- Meus Deus...! Não é necessário, seu delegado, olhe ela aqui, no quarto!
- O que!!!! Onde? Esta doida, minha jovem? Aqui só estamos eu você e o meu escrivão! Mais ninguém.
- Está enganado, doutor delegado...eu Alice, também estou no quarto, bem à sua frente.
- O que!!! Onde, que não a vejo!!!!!!

- Aqui, delegado... na cama. Estou no corpo de Helena e necessito muito que o senhor venha em meu socorro, pois estou as portas da morte.

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O delegado Gregório, sai em disparada ao volante de seu carro, com sirene ligada. Se comunica com seus detetives. – Atenção todos os carros, estou seguindo pela rodovia 231, em direção ao Morro do Chapéu. Alice, a jovem que foi sequestrada, está lá. Ela necessita de cuidados médicos de urgência, pois está muito ferida. Peçam ajuda médica e auxilio dos bombeiros.

- Doutor! Como o senhor ficou sabendo disso? – Recebi aviso por ligação anônima... mais isso não interessa, venham o mais rápido possível.

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Sexta-feira 28 de julho - 23: 00 h.

Nossa, nunca recebi tanta atenção! Em torno de mim, uma multidão de médicos e enfermeiras. Estou deitada em uma espécie de maca, ligada à inúmeros aparelhos. Eles falam alto e dão ordens ríspidas. Parecem bem afobados, inclinados sobre meu corpo. Ao lado observo tudo e fico assustada quando uma mulher, de cabelos brancos, com uma máscara de pano no rosto, parecendo desanimada, diz aos outros. – Tentamos de tudo, mas no estado que se encontra, seria um milagre se conseguíssemos salvá-la. Uma pena, tão jovem!

Sexta-feira 28 de julho - 23: 01 h.

Escuto choros, procedente do corredor, ao lado da sala onde estou sendo atendida. Meu pai, minha mãe e irmãos estão todos la. Mamãe, se agarrando ao meu pai, em desespero, com lágrimas lhe escorrendo pela face, pede por minha vida.
-Deus... Deus, não permita que minha filha morra! Ela é tão jovem... a deixe viver, por favor.
A dor que vejo nos meus entes queridos, me comove e me dá forças. Volto rápido e observe os médicos em desanimo total, sabendo que eu não tenho condições de sobreviver aos múltiplos ferimentos em meu corpo.
Não, não e não... eu não posso ser a causa de tanta tristeza de meus país. Não quero ir embora. Me vejo ali, com os homens e mulheres de branco em minha volta, prontos para desistirem de mim e então, de um salto, como se estivesse mergulhando em uma piscina, eu entro em mim,
Sexta-feira 28 de julho - 23: 02 h.


- Doutor, doutor... veja o monitor! Ela está voltando para a gente. – Nossa, isso não é possível, os batimentos são mais fortes do que os meus! - Que garota valente! Rápido, rápido, todo mundo a postos. Vamos ajudá-la a vencer esta batalha
.
Quinta-feira 16 de agosto - 16: 30 h.


Depois de um ano e um mês, entre a vida e a morte, passando por alguns meses em coma induzido, estou voltando para a minha casa, em uma cadeira de rodas, é verdade, mais viva, bem viva.

Nem quatro dias depois, tenho o prazer de receber a visita do delegado Gregório, o homem que me salvou e de Helena, a jovem caixa do banco, que também se feriu por ocasião do assalto à agência.
- Alice, eu não acreditava em certas coisas nesta vida, mas depois daquele dia, no hospital, passei a acreditar. O acontecido me permitiu prender o bando de criminosos e ainda salvar tua vida, com a ajuda da nossa amiga aqui, Helena.
-Que nada doutor... todo o mérito foi de Alice, mas eu peço que quando almejar tomar de assalto o meu corpo novamente, peça licença antes.
É dando risadas, ao lado deles, que tento esquecer, aquele maldito dia de cão, que tanto me fez sofrer e que me obriga a ficar em uma cadeira de rodas, espero que por pouco tempo, pois estou louca de vontade de voltar a trabalhar com o doutor Ernesto, que me quer de volta.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:29 de setembro de 2016 14:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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