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UMA NOITE DE TERROR


O carro corria pela noite a dentro. As três jovens sabiam o caminho para o rancho Três Rios. Ainda faltava muito para chegarem. A chuva forte tornava a estrada de terra muito escorregadia e Bia tinha de dirigir com cuidado e prestar muita atenção, pois naquele trecho havia muitos buracos que, com a forte chuva, se tornava ainda mais perigoso. Raios riscavam o céu, fazendo com que Helena, ao lado da amiga, se encolhesse toda a cada trovejar. Não era o caso de Marta, que no banco traseiro, se protegia do frio, toda enrolada em um cobertor.
As três amigas queriam passar o fim de semana com a tia de Bia, a dona do rancho, mas tudo conspirou para que só a noitinha pudessem seguir viagem. Marta só pode ser liberada do serviço ao cair da tarde e a revisão no carro de Bia, demorou muito mais tempo para ficar pronta. Helena teve de enfrentar o namorado, que ficou contrariado por ela preferir passar o final de semana prolongado com as amigas. Ele já tinha até planejado levá-la para um motel e a decisão dela, o aborreceu bastante.
Nos primeiros quilômetros tudo estava correndo às mil maravilhas, porém, de uma hora para outra, o tempo mudou e a forte tempestade veio com força. O trajeto que poderia ser feito em seis horas, agora com o tempo conspirando contra, Bia calculava que só chegariam na casa da tia, já madrugada alta. Mas nada podia fazer, a não ser seguir tomando bastante cuidado.
Bia, apesar de estar atenta as imperfeições da estrada, não pode evitar o enorme buraco, que encoberto pela água, fez o seu lindo carrinho tombar de lado. Felizmente, nenhuma das três se feriu com gravidade e puderam sair do veículo com poucas escoriações. Cobertas de lama e levando apenas suas mochilas, tentaram fazer uso de seus celulares, mas como desgraça pouca é bobagem, não conseguiram sinal e lamentando a má sorte, resolveram se abrigar da chuva que caía impiedosa, em baixo de uma grande árvore, à beira do matagal.
Seguir viagem a pé, com a escuridão total e com a chuva que não parava, seria bobagem pura. Sob o abrigo da copa da árvore, podiam pelo menos tentar fugir da chuvarada e pela manhã, com a luz do dia, talvez pudessem encontrar um outro veículo e pedir ajuda. Tremendo de frio e de medo, se abraçando, ficaram esperando as horas avançarem.
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Na penitenciária o alarme soava estridente. Uma fuga em massa de presos estava em curso. Mas o que pensavam ser perfeito, falhou e quase a totalidade dos fugitivos foi capturada, ainda nas cercanias do presídio. Na recontagem, no pátio geral, foi verificada que quatro elementos tinham conseguido escapar. Homens de alta periculosidade, condenados por vários crimes, tais como assalto a mão armada, assassinato e estupro.
Tonico, Ruivo, Cavalão e Negro Tião, correndo como coelhos assustados, se embrearam na mata, nas cercanias da penitenciária e ajudados pela tempestade que caía e pela noite escura como breu, tiveram êxito. Os quatro já cumpriam pena há mais de oito anos e foram os idealizadores da fuga, sabendo de antemão que os demais presos envolvidos, só serviriam para encobrir a escapada do quarteto.
Os fugitivos conseguiram encontrar uma estrada de terra e por ela seguiram, sempre atentos para não serem surpreendidos pelos guardas que podiam estar a procura deles. Foi com alegria que Cavalão viu o carro atolado na lama e tombado de lado. Para lá correram rapidamente, pensando que pudessem encontrar os condutores feridos para que pudessem saquear. Não tiveram sorte, pois no carro não tinha ninguém. Com algum esforço conseguiram abrir o porta-malas e lá encontraram três pequenas malas. Elas não tinham nada de valor, mas uma coisa chamou a atenção dos criminosos. Só tinham roupas e artigos femininos, indicando que os passageiros do veículo acidentado, eram mulheres. Resolveram continuar a caminhada, sempre pelos cantos da estradinha.
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Helena foi a primeira a ver os quatros homens, que como elas, estavam ensopados pela água da chuva. Chamou a atenção das amigas, que logo imaginaram que eles também fossem acidentados, iguais a elas e foi com alegria que saíram do abrigo da árvore e foram de encontro aos estranhos.
Ao verem as três garotas, Cavalão logo comentou alto: - Puta que pariu! Encontrar mulheres neste fim de mundo! Foi muita sorte. Cambada, hoje vamos tirar todo o nosso atraso, com "pessoazinhas".
Bia foi a primeira a ver o erro que estavam cometendo e gritou para Marta e Helena: - Corram, meninas.... Eles são bandidos. Não necessitou dar segundo alerta. Elas saíram em desabalada correria mata a dentro. Jovens saudáveis, todas com menos de vinte e dois anos, conseguiram se afastar dos homens pesadões, que as perseguiam de perto.
Mas no escuro, elas se separaram e depois de alguns minutos, cada qual procurou se esconder no matagal. Marta viu dois dos homens passarem bem pertinho dela e tremendo de medo, ficou imóvel, deitada no meio de uma valeta. Ela podia ouvir Tonico e Ruivo, espumando de raiva: - Que merda! Como deixamos essas putinhas fugir. Eu estava louco por uma boa foda. Que merda! Com a respiração suspensa, viu os dois se afastarem dela. Neste momento, com horror, viu uma cobra bem na sua frente, pronta para dar o bote. Deu um grito estridente e saiu da proteção do seu esconderijo o mais rápido que pode.
Em desespero tentou correr dos homens, mas foi logo alcançada e como uma fera encurralada, se virou de frente para eles, respirando pesadamente. Com o ataque eminente dos dois facínoras, Marta gritava por socorro. Bia e Helena, também não tiveram sorte e foram igualmente cercadas por Negro Tião e Cavalão, que demoraram muito para localizar as meninas. Com muita raiva delas, por dificultarem as coisas para eles, avançaram sobre as meninas.
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Mas algo estava errado, quando o quarteto de facínoras, avançou sobre as garotas, só encontrou.... Só encontrou o nada.

A noite já ia alta, quando a patrulha que caçava os fugitivos, por pura sorte, encontrou um carro acidentado, praticamente destruído e dentro dele, o corpo de três jovens mulheres. Uma outra patrulha, esbarrou com os fugitivos que procuravam, caídos na mata, sem vida, com as feições contraídas, os músculos retorcidos, num esgar de terror.

FIM.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:29 de julho de 2016 10:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 29/07/2016.

Comentários

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  • Ricardo
    Postado porRicardoem7 de agosto de 2016 13:34

    Deixou a desejar mais detalhes.

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