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VIVÍANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 1

VIVIANE E O QUARTETO DIABÓLICO – parte 1

Viviane tem 16 anos. É uma linda menina, de cabelos loiros naturais, compridos até a cintura, ligeiramente ondulados. Olhos vivos, de tom de azuis bastante acentuado. Pele clara e macia. 1,62m de altura e um corpinho bem proporcional e bem distribuído para a sua estatura. Lábios, vermelhos, assinalavam uma boca que se constituía carnuda e muito atraente. Viví tem uma beleza juvenil que a todos encantam, muito inteligente e independente, apesar de ser uma garota ingênua e imatura. Filha única de diplomata em início de carreira, órfã de mãe, nunca pode fazer amizades duradouras, pois ela e o pai nunca permaneciam muito tempo em um mesmo lugar. Agora, finalmente, estão morando em Brasília, já a alguns meses e tudo indica que ficarão por muito tempo na capital. Viví está radiante, mora em um lindo apartamento somente ela o pai e Dona Vanda, uma senhora com mais de 60 anos, funcionária contratada para cuidar de toda a infraestrutura da casa. O senhor Abelardo, seu pai, lhe dá total liberdade em assuntos econômicos, lhe fornecendo inclusive uma substancial mesada, que viví sabe administrar muito bem. Vaidosa, gosta muito de usar roupas da moda. Hoje ela está em um shopping center, esperando por duas amigas, Bruna e Raquel, para fazerem compras, renovarem o guarda roupas. A garota está ansiosa, pois as amigas ainda não chegaram e faz mais de trinta minutos do horário marcado para elas se encontrarem. O celular toca e as amigas informam que houve um transtorno e elas não podem vir ao encontro dela. Viví fica contrariada, mas assim mesmo resolve fazer as compras planejadas sozinha. Visita muitas lojas de grife e horas depois, com muitas sacolas a tiracolo, resolve ir até a praça da alimentação, fazer um lanche.
Tão distraída está que não nota, que a muito tempo, todos os seus passos está sendo analisado, por dois jovens casais. As duas moças observam, com olhos gulosos as roupas e as botas de Viví, enquanto os rapazes cobiçam o lindo corpinho da jovem, as belas coxas, poucas encobertas pela curta saia e os lindos seios escondidos pela blusa justa que ela veste. Vera, uma das moças comenta com sua amiga: - Olhem só, as roupas que ela veste...eu vou querer tudo para mim, pois ela é do meu tamanho. – Não amiga, tudo não, eu vou querer as botas e o colar e os brincos, eles são lindos, retruca Marlene, olhe o cabelo dela, passa da cintura, se bem cortado, vai dar um bom dinheiro nos salões de beleza. Raul, o mais jovem do quarteto, aparentando ter uns 18 anos, brinca com as garotas: - Vocês duas já estão pensando em dividir as coisas da garota, no entanto ela ainda não está em nosso poder. O comparsa, um sujeito forte, com mais de 1,80 m, não vê dificuldade nisso. - Ela está sozinha, com muito pacotes das compras, vamos continuar a segui-la e na primeira oportunidade, vocês duas vão dar um encontrão de modo de alguns embrulhos caiam no chão. Eu e o Raul, prontamente, como “cavalheiros” que somos, vamos ajudar a recolher os pacotes. Nós quatros vamos cercar a garota, mantendo uma conversa animada com ela, fazendo parecer a todo mundo que somos amigos. Ela vai ficar um pouco sem ação, ao se ver cercada por jovens, que aparentemente a querem ajudar e, aí eu vou dar o bote final. Sorrindo sinistramente, mostrou aos cúmplices um fino punhal com aproximadamente 15 cm de comprimento. Ela não terá como resistir, com este brinquedinho encostado na barriga. Ela terá de nos seguir.
Terminado o lanche, Viví resolve que já está na hora de ir embora. Pega todas as suas compras e alegremente se dirige ao estacionamento, pretendendo embarcar em um táxi, mas duas moças, distraídas lhe dão um forte empurrão, fazendo com que diversos pacotes caiam ao chão. A jovem reclama da falta de atenção delas, mas elas pedem muitas desculpas e prontamente se aprontam para recolher os objetos do chão. Dois rapazes, que a tudo assistiam, também lhe oferecem ajuda. As moças não param de falar e se apresentam e fazem questão de apertar a mão de Viviane, em comprimento. Os rapazes também são muito falantes e Viví se vê cercada pelos quatros. Fica sem graça e só sabe dizer: - Não foi nada, está tudo bem, não necessitam se preocupar. Neste momento, ela sente uma forte dor em seu ventre, como que alguma coisa a tivesse espetado. Dá um gritinho de dor e olha, espantada que o rapaz mais alto, empunha um punhal e que um filete de sangue mancha sua blusa. Viví fica pálida, treme de medo, quando ele bem pertinho de seu rosto diz, com voz áspera: Olhe menina, isto é um assalto, se você ficar quietinha e for obediente, nada vai lhe acontecer, caso contrário, eu vou enfiar este punhal todinho em tua barriga. Você vem conosco, sem fazer nenhuma besteira. Viví só consegue balbuciar, apavorada: - Pelo amor de Deus, não me machuquem, podem levar tudo que tenho. As moças e os rapazes conversam animadamente, tentando demonstrar que aquele grupo de cinco jovens eram velhos conhecidos. Se dirigem a uma camionete, com cabine fechada e partem para um destino conhecido por todos, menos por Viví.
Dentro do veículo, Viví fica sentada no meio das duas moças, no assento traseiro. Vera observa que Viviane está com as mãos apertando a barriga, tira a mão da garota e vê a mancha de sangue. Você é um idiota, Roberto, não necessitava ter furado a garota. Ela está sangrando e a linda blusa que eu queria esta inutilizada. Roberto retruca: - Isto é um furinho de nada, só atingiu a pele e um pouco de gordurinha e, a blusa pode ser lavada e pronto, você vai poder usar, como se ela fosse nova. Viviane, ao ouvir esta conversar, fica mais apavorada ainda, pois agora tem certeza que seus sequestradores são pessoas sem nenhum escrúpulo. Marlene, sem pensar duas vezes, começa a arrancar os brincos, o colar e o anel de Viví, coisas que ela estavam cobiçando. Quando tira a bota da garota, fica frustrada, pois ela fica pequenas para o seu pé. Verá, ao contrário exulta, pois observa que a bota fica perfeita para ela. Começa despir a blusinha da garota e, quando ela reage, leva uma tremenda bofetada: – Fique tranquila, putinha, eu não quero que a minha blusa fique mais suja de sangue. Viví, com os lábios sangrando, fica atemorizada, com a violência deles e quando Vera começa a tirar seu soutien, ela não tem coragem de reagir. Os rapazes começam a rir: - Nossa vocês não podem nem esperar chegarmos em casa, já ficam logo saqueando as coisas dela. Vera, descaradamente, veste o porta-seios de Viví, mesmo por cima do vestido: Ele é lindo, esta cadelinha tem bom gosto. Zombando da menina, lhe dá muitos beijos, que acovardada, deixa que ela chupe os seus doloridos lábios. Hum! Esta garota é muito gostosa! Marlene concorda com a parceira e espalmando as mãos no seios de Viviane, exclama: - Que peitos lindos, esta vadia tem, vou me esbaldar de tanto chupá-los! Raul, chama a atenção dos companheiros: - Pessoal já está na hora de fazermos a nossa bonequinha dormir. Ele pega no porta-luvas um frasco com aproximadamente 200 ml de um líquido incolor e o entrega para Marlene: - Tome, faça com que ela beba tudo. Viviane se recusa a beber, mas leva muitos tapas no rosto e nos seios desnudos e acovardada sente que as garotas seguram seu rosto e praticamente enfiam o frasco em sua boca e se ver obrigada a beber. Logo depois sente seu corpo amolecer, seus olhos a ficarem pesados e ela cai em profunda letargia, quer se mover, mas não pode. Sente seus carrascos conversarem, mas não consegue entender o que eles falam. Tem noção que eles trafegam por muito tempo, sente quando o veículo para e que ela é carregada para algum lugar, mas aí não tem noção de mais nada. Entra em profundo sono.
Quando desperta, sente grande incômodo por todo o corpo, seus lábios estão doloridos e inchados pelos tapas que recebeu. Está completamente nua, deitada em uma cama de casal, sobre um colchão fedido, sem lençol. Demora alguns minutos, até assimilar as ideias e quando toma ciência de tudo, dá um pulo e fica sentada na cama. Observa, com mais calma, que os dois sujeitos não estão no quarto e que as duas mulheres estão sentadas em torno de uma mesa, examinando todas as suas compras. Todos os pacotes foram abertos e elas, com entusiasmo comentam sobre tudo, inclusive sobre as calcinhas e os baby-doll que Viví tinha comprado. Sua bolsa estava jogada no chão e todos os seus documentos espalhados ao redor. O dinheiro havia sumido. Elas estavam também nuas, experimentando as roupinhas íntimas, que com muito amor tinha comprado. Tudo aquilo teve o poder de despertar em Viviane, uma revolta muito grande. Foi possuída por raiva, por ódio e um desejo incontido de extravagar sua cólera em cima delas. Ficou em pé ao lado da cama, não se importando com sua nudez e seu pequeno tamanho: - Suas cadelas, desajeitadas, estas roupas jamais ficarão bem em vocês. São roupas para serem usadas por quem tem classe e vocês são duas barangas desajeitadas e maltratadas. Vocês devem é vestir estas roupinhas ridículas aí ao lado. Vera e Marlene ficam assombradas com o atrevimento de Viviane e partem para cima da garota, lhe aplicando uma tremenda surra. Elas estão fora de si e continuam a espancar a garota violentamente, que gemendo de dor, não tem como se defender. Elas batem e xingam a menina não se incomodando com as súplicas dela. Estendida no chão, respirando forte e com dificuldades, tenta se proteger girando o corpinho para debaixo da cama, mas não adianta, elas a puxam pelos pés para o meio do quarto e passam a dar violentos chutes em Viviane sem nenhuma dó. A menina sofre golpes na cabeça, nas costas, no ventre e pernas. Fica inerte, gemendo a cada golpe recebido e o sangue irrompe dos ferimentos dos lábios e das narinas. Mas de repente tudo cessa, Roberto e Raul entram no quarto, impressionados com o alarido e imediatamente, obrigam as duas pararem de bater na menina. – Vocês estão loucas, querem matar a nossa “galinha de ouro”, a família desta moleca deve ter muito dinheiro e, vamos achar uma maneira de tirarmos um pouco para nós.
Os rapazes levam Viviane para a cama e, observam o belíssimo corpo despido, cheio de hematomas. Mesmo com suas mentes distorcidas pela maldade, eles ficam condoídos com o estado deplorável da garota. Ela geme de dor e com o olhar como que a pedir ajuda. Vera, mesmo com a intervenção de Raul e Roberto, ainda queria continuar a bater na menina, fazendo menção de se atirar em cima dela, não fosse a intromissão de Marlene: - Venha amiga, esta nojenta já recebeu a lição que merecia, vamos deixar estes dois, se babando com a nudez desta bestinha. Com a saída das garotas, eles se sentam na cama e ficando a olhar Viviane, que deitada de costas, fica exposta aos olhares ávidos deles. A menina está tão arrasada, tanto fisicamente como mentalmente, que nem se importa com a situação. Na verdade, ela tem muito mais medo das jovens, que desde o início se mostraram impiedosas. Os dois se retiram do quarto, para voltarem poucos minutos após, trazendo uma espécie de maletinha. Eles preparam e injetam em Viví toda a heroína da ampola: - Pronto, gostosinha, agora você se sentir bem melhor. Logo em seguida iniciam a massagear todo o corpo da garota, usando uma espécie de pomada. Completamente entregue, ela não tem como reagir e cerra os olhos com força. Agora alguma coisa está a acontecer, ela se sente eufórica, um bem estar envolve o seu corpinho e ela começa a gostar das quatros mãos que abusam da sua nudez, que percorrem todos os seus orifícios. Ela não sente mais dor e um prazer intenso a domina. Agora os gemidos de dor são substituídos por gemidos de prazer. Ela sente quando eles se deitam ao lado dela e começam a percorreu todo o seu corpo com lábios ávidos. Sente quando uma língua é introduzindo em sua bucetinha virgem e quando seu clitóris e abocanhado e sugado com violência. Outra boca beija, morde e suga os seus mamilos. Ela sente dor, mas esta dor é diferente, pois é acompanhada de um prazer tão intenso, que seus gemidos, agora se transformam em pequeno gritos. Mas os efeitos da droga, prosseguem e ela agora é invadida por uma letargia enorme, mas continua a sentir tudo que eles fazem com ela, sem nenhuma condições de se opor, na verdade Viviane foi dominada por um desejo sexual, completamente desconhecido para ela. A droga e a manipulação de seu corpo por Raul e Roberto a tinham levado para um mundo que ela nem poderia imaginar.
Vera e Marlene, estranhando o relativo silêncio, retornam ao quarto e se deparam com os rapazes se deleitando com as carnes de Viviane; resolvem ficar apreciando a cena. Aos poucos elas ficam excitadas e resolvem participar da brincadeira. Agora são cinco corpos despidos a se manipularem. Só Viví não é ativa e, como que num sonho se sente possuída de todas as maneiras possíveis pelos quatro, numa suruba incrível. Sente quando sua vagina é violentada por um pênis enorme e quando seu ânus também é invadido. As jovens, tomadas por sadismo sem controle, fazem questão de verem Viví sendo dominada pelo desejo sexual sem limite: - Agora putinha nos diga quem é que não tem classe, quem é a cadela. Viví mesmo sobrepujada por gozo sem limites, que não pode evitar, ainda sente um receio pelas ações das garotas e covardemente se deixa dominar, mesmo quando elas a posicionam para ser possuída ao mesmo tempo por Raul e Roberto, numa dupla penetração. Ela sente os pênis no ânus e na vagina e, mesmo sentindo dores é invadido por orgasmos múltiplos. A garota, devido às fortes emoções e a tremenda surra, sente o corpo ser invadido por forte temores e convulsões e perde os sentidos. Mesmo assim o quarteto diabólico continua a possuir Viviane, por muitas horas, numa sanha sem limites.
Viví não volta completamente a consciência, dominada por febre altíssima, delira e pensa estar de volta à sua casa, nos braços amorosos de seu pai. Por quatro longos dias, ela fica neste estado. Sem medicação apropriada e mau alimentada ela não tem como melhorar. O quarteto a enchem de drogas diversas, principalmente heroína, cocaína e maconha e, mesmo neste estado, não param de abusar do corpinho da infeliz menina. Sentem um prazer enorme em praticar nela todo o sadismo de que são possuídos. Buscam sentir prazer em impor sofrimento físico e moral à Viviane. Eles cortam o cabelo da menina, bem curtinho, buscando obter algum dinheiro com a venda para salões de beleza. A obrigam a revelar sua senha do cartão de débito-crédito e sacam tudo. Viví, depois de trinta dias de cativeiro é agora uma imitação grosseira da menina alegre e cheia de vida de duas semanas atrás. Magra, com olheiras profundas devido ao cansaço, insônia e sofrimento, físico e moral, a que é submetida todos os dias. Não tem mais vontade própria, não passa de um fantoche nas mãos de seus verdugos. Submete-se à vontade deles, a seus mínimos desejos sem pestanejar, pois sabe que qualquer contrariedade será motivo para uma longa sessão de pancadaria, principalmente das duas garotas, que nutrem um ódio enorme por ela, motivado principalmente por ciúmes, pois os dois rapazes preverem fazer sexo com Viviane e, não com elas.
Viviane, agora está dependente, completamente viciada em drogas e se tornou também alcoólatra, devido ao abuso a que foi submetida todos os dias. Para se sentir um pouco melhor e tentar fugir do sofrimento diário, ela pede que lhe aplicam as drogas. Os rapazes adoram quando ela está drogada, pois neste estado, ela fica sem nenhum pudor e aceita todas as taras deles. Na falta destas drogas, eles enchem a menina de bebida alcoólica, principalmente aguardente com limão.
O quarteto resolve não pedir resgate pela menina. Eles acham muito perigoso este negócio de receber o resgate, pois não são profissionais neste assunto e, podem facilmente cair em alguma armadilha da polícia. Ao contrário disso, preferem ficar com a garota e tirar o máximo proveito da situação, pois os quatro estão adorando fazer sexo com ela.
Resolvem usar Viviane em filmes eróticos, já que ela não tem mais nenhuma condição de se opor. Eles passam a assistir alguns filmes pornográficos, para bolar um roteiro razoável, que possa ser vendável neste tipo de negócio. Eles chegam a conclusão que a primeira coisa a fazer e comprar ou alugar os equipamentos e preparar direitinho sua “estrela” pois ela está em péssimas condições físicas. Deste esse instante, Viví não mais leva surras, passa a ser alimentada com muita comida e é obrigada a comer mesmo quando não tem vontade, pois o que lhe servem tem péssimo sabor. Aos poucos ela vai recuperando o peso perdido e as manchas roxas de seu corpo vai sumindo. Parece uma ratinha na engorda, para ser comida pela bruxa má, na historinha infantil.
Eles querem mudar a aparência física, de loura eles a querem transformar em morena e pintam os cabelos dela em um tom forte de preto, até as sobrancelhas são pintadas. Quanto aos escassos pêlos pubianos, não tem problema, ela é completamente depilada. A pele da menina continua muito branca e eles, em muitas mãos, passam loção bronzeadora e a expor Viviane ao sol. Ela não sabe a razão de tanta mudança, mas está adorando. Até as garotas não lhe batem mais e o sexo diário com os rapazes e as moças, agora é mais calmo, sem violência. Mais quarenta dias se passaram e, agora, nem ela se reconhece mais ao espelho. Agora ela é uma morena, com cabelos bem curtos e sobrancelhas grossas e bem delineadas. Ela continua viciada em drogas e em álcool e, aprecia fazer sexo com eles, na esperança de receber as deliciosas drogas. A menina virgem e inocente de poucos meses atrás, agora gosta de ser possuída, tanto pelos rapazes ou pelas moças. Agora ela é uma viciada, também, em sexo. Viviane se tornou uma ninfomaníaca sádica que só goza se o sexo for violento e lhe causar dor. Na verdade, ela foi induzida a isto, pelos quatro tarados, com o auxílio de drogas e outros estimulantes. Seu corpo, cheio de saúde, em uma mente incipiente, não foi capaz de resistir e ela ficou escrava deles, no físico e na mente.
Algumas semanas depois, tudo está pronto para as primeiras tomadas de cena. Tudo tem de ser o mais realista possível. Todos sabem o seus papeis, menos a protagonista principal, Viviane, que continua a ignorar das reais intenções deles.
A bela morena dorme tranquilamente, depois de bem alimentada e de um banho gostoso. Pela primeira vez desde que está prisioneira, foi lhe permitido vestir uma camisola decente e uma calcinha. Até a cama foi coberta com um lençol e ela repousa sua cabecinha em um macio travesseiro de algodão. Sonhava que tinha voltado para casa e que estava deitada no conforto de sua caminha.
Dois mascarados se aproximam sorrateiramente da cama da jovem e evitando qualquer movimento brusco que possam despertá-la, iniciam a tirar sua pequena e minúscula camisola. Os movimentos deles é tão sutil e lento que a moça não acorda. Esperam alguns instantes e iniciam a tirar a calcinha. Apesar do máximo cuidado, quando a calcinha está no meio das coxas, a morena acorda e leva um tremendo susto. Quer se sentar, mas é impedida por um dos mascarados. Ela é vendada e tem seus braços amarrados nas laterais da cabeceira. Quer gritar por socorro, mas uma mordaça em forma de bola é introduzida fundo em sua boca e fixada fortemente com tiras em torno de sua nuca. Ela esperneia violentamente tentando se livrar, sente que sua calcinha é rasgada e que tiras de couros são presas em seus tornozelos. Suas pernas são puxadas sobre seu corpo e presas juntas com os braços nas laterais na cabeceira da cama. Ela fica numa posição estranha, com as coxas abertas, quase que roçando sua cabeça, assim sua buceta e ânus ficam expostos, seus grandes lábios estão separados. Ela se sente imobilizada e exposta aos seus agressores, nada pode fazer, pois está vendada e amordaçada. Onde estão as moças e os rapazes...porque a deixaram sozinha, como permitiram que aquele lugar fosse invadido por estranhos. Ela nem por um instante, desconfia que os invasores são eles mesmos.
Daí em diante, por muitas horas, Viviane é submetida as mais torpes e doloridas crueldades. A vagina e ânus, depois de possuídos por pênis e chupados por línguas vorazes, sofrem com a introdução dos mais estranhos vibradores, que dão choques violentos e massageiam seu clitóris. O mamilos são transpassados por prendedores metálicos e dezenas de finas agulhas perfuram a pele de seu ventre e de suas coxas. O clitóris é aprisionado por finíssimos fios de nylon e depois, igualmente perfurado por uma agulha. A dor é tanta que ela perde os sentidos. Quando desperta, se vê amarrada ao teto, com os braços bem separados e os pés longe do chão. Sente que aos prendedores de seus mamilos, foram colocados pesos que os puxam dolosamente para baixo. Os grandes lábios de sua bucetas foram perfurados e introduzidos fios de nylon, donde pendiam pesos. O clitóris continuava perfurado por agulhas. Ela continuava vendada, mas a mordaça fora retirada. Viviane uivava de dor e implorava pelo amor de Deus que a soltassem. Mas ninguém atendia ao seu desespero, ao contrário, agora ela sentia que sua bunda, também era transpassada por agulhas e que pesos também eram colocados nas agulhas. Dezenas, talvez centenas de agulhas foram colocadas em todo o seu corpo. O Sangue escorria por inúmeros ferimentos, e seu corpo passou a ser chicoteado sem piedade, foram centenas de chibatadas. Gritava alucinadamente, seus berros escoavam por todo o recinto e ela definitivamente, não suportando tanto sofrimento apagou de vez. Seu cérebro deu a ordem e ela entrou em coma profundo.
O Quarteto diabólico, depois de produzir o terrível filme, passou muito tempo em editá-lo e, as muitas horas de filmagens, foram encurtadas para pouco mais de 120 minutos e de 45 minutos, numa espécie de segunda edição. Mas o que eles não esperavam era que Viví apagasse de vez. Eles fizeram de tudo para despertá-la, mas todas as tentativas foram inúteis. Seus filmes futuros, já programados, teriam de aguardar por nova “estrela”.
Marlene sugeriu que eles matassem a garota e desovassem o corpo em qualquer lugar esmo, o que foi aceito por todos, menos por Raul: - Gente ela já está quase morta, vamos deixar deixá-la no meio de algum matagal e, se ela for encontrada por alguém, seu corpo já deverá estar em decomposição e nós não teremos remorsos, pois a deixamos a sua sorte. Todos concordaram com a ideia de Raul e passaram a procurar um lugar bem afastado para deixar o corpo da menina e chegaram à conclusão de que seria um local em outra cidade, onde fique mais difícil identificar os restos mortais.
Beto e sua jovem esposa Lúcia, estavam a fazer trilha, o esporte favorito deles. Era uma linda manhã de sol de um magnifico domingo de verão. Ideal para a pratica do esporte. Neste dia, excepcionalmente, eles estavam acompanhados de dois casais, seus amigos e que algumas vezes os acompanhavam. O lugar escolhido era de difícil acesso, pois ficava no topo de uma elevação, coberta por mata cerrada. Mas estes eram os locais preferidos de Beto e seus companheiros de caminhada. Numa curva fechada da trilha, Lúcia pisou em falso e sentiu sob seus pés alguma coisa macia. Curiosa, inclinou o corpo para ver o que era e levou um tremendo susto. Ela tinha pisado sobre a perna de uma pessoa, provavelmente morta. Deu um grito estridente, chamando a atenção de todos. Beto se aproximou rápido, pensando que sua esposa tinha sido mordida por alguma cobra ou outro bicho qualquer. Lúcia, sem fala, só conseguia apontar para o local. Rodrigo, mais prático logo viu que era o corpo de uma pessoa. Beto, que é médico, com o auxílio dos companheiros, livrou o corpo, totalmente encobertos por folhagens e viram que se tratava de uma mulher, morena e jovem, com múltiplos ferimentos pelo corpo. Ela estava nua e era muito bonita. Aparentava estar morta, mas depois de um primeiro exame foi constatado que ela ainda respirava, apesar de muito fracamente. Esta mulher necessita de cuidados urgentes, ela está às portas da morte. Este lugar é de difícil acesso aos socorros que ela necessita, vamos mapear este local, para futura investigação policial e leva-la para baixo, onde será possível o acesso ao socorro motorizado. Rodrigo logo informou que o local estava devidamente assinalado, por meio do seu GPS. Beto ligou com o seu celular para a polícia local e para o corpo de bombeiros, explicando com detalhes o achado. A polícia pediu que eles não deixassem local, mas depois dos argumentos de Beto, eles concordaram com a remoção da mulher ferida, para um local de mais acesso. Os três casais, improvisaram uma maca e com alguma dificuldade Conseguiram levar a moça para um local descampado, onde o helicóptero dos bombeiros poderia aterrissar. Depois de trinta minutos o socorro chegou. Beto que já tinha prestado os primeiros socorros, se apresentou como médico à doutora dos bombeiros a informou das condições da moça ferida. Todos ficaram à espera da polícia, que só depois de 60 minutos chegou. O detetive encarregada da equipe, pediu que eles os levassem ao local do achado. Beto e Rodrigo aceitaram guiar os policiais enquanto sua esposa e os demais retornariam à casa.
Algumas semanas depois, as investigações não conseguiram avançar, pois a moça ferida estava em coma profundo e não se tinha notícia do desaparecimento de nenhuma jovem morena, nas cidades próximas. Todos estavam profundamente abalados com os ferimentos da jovem, que demonstravam que ela foi vítima de continuada tortura por muito tempo. Mas mesmo depois de difundido o retrato da jovem, nenhum resultado foi objetivo para sua identificação. Exames de sangue encontraram alto teor de drogas em seu sangue, assim como teor alcoólico muito elevado. Um enfermeira mais atenta observou que a jovem não era morena, mas sim loira, seus cabelos crescendo assim o demonstrava. Foi verificado que até sua sobrancelha sofreu processo de pintura e que sua pele foi artificialmente bronzeada. Alguém tentou dificultar a identificação da jovem, provavelmente as mesmas pessoais que a torturaram tão barbaramente. A equipe conseguiu estabelecer a idade da jovem, entre 16 e 17 anos. Novo boletim e retrato falado foi distribuído à mídia.
Em Brasília, o funcionário de carreira do Itamaraty, chorava a perda de sua querida filhinha, misteriosamente desaparecida quando visitava um famoso shopping center da cidade. Por mais que a polícia local e a Federal investigassem nenhuma pista foi obtida. Dona Vanda, sua funcionária, também chorava a perda da jovenzinha, tão meiga e simpática. Suas duas grandes amigas, Bruna e Raquel, não se perdoavam por terem deixado de irem ao encontro de Viviane, como elas tinham combinado. Bruna navegando na internet, teve sua curiosidade despertada por uma pequena nota policial, emitida pela delegacia de uma pequena cidade ao sul de Minas Gerais. Nela estava a estranha história de uma jovem, com aproximadamente 16 a 17 anos, que fora encontrada agonizante por um grupo que faziam trilhas nas montanhas do munícipio. Era uma jovem loira, que teve suas características física alteradas para parecer que era morena. Bruna, não sabe porque, teve um pressentimento e imediatamente ligou para Raquel. As duas entraram em acordo, que o caso era muito estranho e, mesmo com algum receio de despertar no senhor Abelardo frágeis esperanças, resolveram ligar no dia seguinte para ele. Entraram em contato com o desolado pai e decidiram não contar nada por telefone, seria melhor pessoalmente. No final da tarde, quando Abelardo chegou em casa, as duas jovens já o esperavam, junto com Dona Vanda. Hesitaram em revelar suas suspeitas a ele, pois elas eram muito fracas, mas despertaram a curiosidade de Abelardo, pois não seria atoa que as duas melhores amigas da filha, marcassem um encontro com ele. Finalmente elas tomaram coragem e revelaram suas suspeitas ao pai de Viviane. Abelardo, que quase tinha perdido as esperanças de encontrar a filha, num impulso, resolveu examinar melhor o assunto. As meninas entraram na Rede e obtiveram os detalhes da notícia, para o pai de Viviane. No dia seguinte, ele ligou para a delegacia e para o hospital da tal cidadezinha. O delegado, que já tinha perdido as esperanças de identificar a jovem, o aconselhou a vir até sua cidade e se possível trazer amostras de seu DNA. O mesmo lhe foi dito pelo diretor do hospital. Abelardo, pediu licença do serviço e um dia depois embarcou, junto com dona Vanda, em um bimotor fretado para a cidade mineira. Seu coração batia a mil, quando se encontrou com o delegado local e foi levado até o hospital, onde toda a equipe já o esperava. Bastou um olhar ao corpinho estirado na cama hospitalar, para que a identificação fosse imediata. Abelardo e Vanda não sabiam que riam ou choravam de tanta felicidade, tratava de sua filhinha amada, Viviane, que ali jazia ainda em coma profundo. Os necessários exames de DNA, demonstraram a paternidade da menina. A notícia se espalhou pela cidade e a comoção foi geral, principalmente pela equipe de teve a felicidade de encontrar a menina, quase que por milagre, nas altas Montanhas das região.
Abelardo fez questão de se encontrar com os salvadores de sua filha, Beto, sua esposa Lúcia e todos os demais membros de montanhistas. Em Brasília, as meninas Bruna e Raquel não cabiam de tanta felicidade, pois afinal foram elas que proporcionaram ao pai encontrar a filha. Toda a Capital Federal, ficou em polvoroso com a feliz notícia. Mas uma coisa ainda preocupava a todos, Viviane continuava em coma profundo e não dava mostrar de retornar. Ela foi levada para Brasília e internada em uma clínica particular. Todos os seus ferimentos físicos tinham desaparecidos, mas seu cérebro não respondia a nenhum estímulo. Quem pode entender os mistérios do cérebro, ele se desligou para poupar o corpo dos insuportáveis sofrimentos que lhe eram infligidos.
Mas da mesma maneira que apagou ele, agora, resolveu que era hora de voltar à ativa e tirou a menina do coma. A equipe que tratava da jovem, não teve nenhuma explicação para o seu retorno. Mas uma coisa boa aconteceu, todas as lembranças de seu cativeiro, foram apagadas de sua mente e a última coisa que tem lembranças era que estava no shopping fazendo compras e depois tudo sumiu, até acordar agora na clínica.
Viviane foi informada, com muito cuidado, que ela não era mais virgem, mas os detalhes de como isso aconteceu, ninguém soube detalhar. Com o passar dos meses, Viví passou a ser a mocinha alegre e cheia de vida que sempre fora.
CONTINUA

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:27 de setembro de 2013 19:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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