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VIVIANE E O QUARTETO DIABOLICO - VERSÃO COMPLETA

VIVIANE E O QUARTETO DIABÓLICO VERSÃO COMPLETA

Esta é a versão completa deste conto. Consolida todas os capítulos anteriores, publicados em HE e tem um novo final agora editado.

CAPITULO l

Viviane tem 16 anos. É uma linda menina, de cabelos loiros naturais, compridos até a cintura, ligeiramente ondulados. Olhos vivos, de tom de azuis bastante acentuado. Pele clara e macia. 1,62m de altura e um corpinho bem proporcional e bem distribuído para a sua estatura. Lábios, vermelhos, assinalavam uma boca que se constituía carnuda e muito atraente. Viví tem uma beleza juvenil que a todos encantam, muito inteligente e independente, apesar de ser uma garota ingênua e imatura. Filha única de diplomata em início de carreira, órfã de mãe, nunca pode fazer amizades duradouras, pois ela e o pai nunca permaneciam muito tempo em um mesmo lugar.
Agora, finalmente, estão morando em Brasília, já a alguns meses e tudo indica que ficarão por muito tempo na capital. Viví está radiante, mora em um lindo apartamento somente ela o pai e Dona Vanda, uma senhora com mais de 60 anos, funcionária contratada para cuidar de toda a infraestrutura da casa. O senhor Abelardo, seu pai, lhe dá total liberdade em assuntos econômicos, lhe fornecendo inclusive uma substancial mesada, que viví sabe administrar muito bem. Vaidosa, gosta muito de usar roupas da moda.
Hoje ela está em um shopping center, esperando por duas amigas, Bruna e Raquel, para fazerem compras, renovarem os guarda roupas. A garota está ansiosa, pois as amigas ainda não chegaram e faz mais de trinta minutos do horário marcado para elas se encontrarem. O celular toca e as amigas informam que houve um transtorno e elas não podem vir ao seu encontro. Viví fica contrariada, mas assim mesmo resolve fazer as compras planejadas sozinha. Visita muitas lojas de grife e horas depois, com muitas sacolas a tiracolo, resolve ir até a praça da alimentação, fazer um lanche.
Tão distraída está que não nota, que a muito tempo, todos os seus passos estão sendo analisado, por dois jovens casais. As duas moças observam, com olhos gulosos as roupas e as botas de Viví, enquanto os rapazes cobiçam o lindo corpinho da jovem, as belas coxas, poucas encobertas pela curta saia e os lindos seios sob a blusa justa que ela veste. Vera, uma das moças comenta com a amiga: - Olhem só, as roupas que ela veste...eu vou querer tudo para mim, pois ela é do meu tamanho. – Não amiga, tudo não, eu vou querer as botas e o colar e os brincos, eles são lindos, retruca Marlene, olhe o cabelo dela, passa da cintura, se bem cortado, vai dar um bom dinheiro nos salões de beleza.
Raul, o mais jovem do quarteto, aparentando ter uns 18 anos, brinca com as garotas: - Vocês duas já estão pensando em dividir as coisas da garota, no entanto ela ainda não está em nosso poder. O comparsa, um sujeito forte, com mais de 1,80 m, não vê dificuldade nisso. - Ela está sozinha, com muito pacotes das compras, vamos continuar a segui-la e na primeira oportunidade, vocês duas vão dar um encontrão de modo que alguns embrulhos caiam no chão.
Eu e o Raul, prontamente, como “cavalheiros” que somos, vamos ajudar a recolher os pacotes. Nós quatros vamos cercar a garota, mantendo uma conversa animada com ela, fazendo parecer a todo mundo que somos amigos. Ela vai ficar um pouco sem ação, ao se ver cercada por jovens, que aparentemente a querem ajudar e, aí eu vou dar o bote final. Sorrindo sinistramente, mostrou aos cúmplices um fino punhal com aproximadamente 15 cm de comprimento. Ela não terá como resistir, com este brinquedinho encostado na barriga. Ela terá de nos seguir.
Terminado o lanche, Viví resolve que já está na hora de ir embora. Pega todas as suas compras e alegremente se dirige ao estacionamento, pretendendo embarcar em um táxi, mas duas moças, distraídas lhe dão um forte empurrão, fazendo com que diversos pacotes caiam ao chão. A jovem reclama da falta de atenção delas, mas elas pedem muitas desculpas e prontamente se aprontam para recolher os objetos do chão. Dois rapazes, que a tudo assistiam, também lhe oferecem ajuda. As moças não param de falar e se apresentam e fazem questão de apertar a mão de Viviane, em comprimento.
Os rapazes também são muito falantes e Viví se vê cercada pelos quatros. Fica sem graça e só sabe dizer: - Não foi nada, está tudo bem, não necessitam se preocupar. Neste momento, ela sente uma forte dor em seu ventre, como que alguma coisa a tivesse espetado. Dá um gritinho de dor e vê, espantada que o rapaz mais alto, empunha um punhal e que um filete de sangue mancha sua blusa.
Viví fica pálida, treme de medo, quando ele bem pertinho de seu rosto diz, com voz áspera: Olhe menina, isto é um assalto, se você ficar quietinha e for obediente, nada vai lhe acontecer, caso contrário, eu vou enfiar este punhal todinho em tua barriga. Você vem conosco, sem fazer nenhuma besteira. Viví só consegue balbuciar, apavorada: - Pelo amor de Deus, não me machuquem, podem levar tudo que tenho. As moças e os rapazes conversam animadamente, tentando demonstrar que aquele grupo de cinco jovens eram velhos conhecidos. Se dirigem a uma camionete, com cabine fechada e partem para um destino conhecido por todos, menos por Viví.
Dentro do veículo, Viví fica sentada no meio das duas moças, no assento traseiro. Vera observa que Viviane está com as mãos apertando a barriga, tira a mão da garota e vê a mancha de sangue. Você é um idiota, Roberto, não necessitava ter furado a garota. Ela está sangrando e a linda blusa que eu queria esta inutilizada. Roberto retruca: - Isto é um furinho de nada, só atingiu a pele e um pouco de gordurinha e, a blusa pode ser lavada e pronto, você vai poder usar, como se ela fosse nova.
Viviane, ao ouvir esta conversar, fica mais apavorada ainda, pois agora tem certeza que seus sequestradores são pessoas sem nenhum escrúpulo. Marlene, sem pensar duas vezes, começa a arrancar os brincos, o colar e o anel de Viví, coisas que ela estava cobiçando. Quando tira a bota da garota, fica frustrada, pois ela fica pequena para o seu pé. Verá, ao contrário exulta, pois observa que a bota fica perfeita para ela. Começa despir a blusinha da garota e, quando ela reage, leva uma tremenda bofetada:
– Fique tranquila, putinha, eu não quero que a minha blusa fique mais suja de sangue. Viví, com os lábios sangrando, fica atemorizada, com a violência deles e quando Vera tira seu sutiã, ela não tem coragem de reagir. Os rapazes começam a rir: - Nossa vocês não podem nem esperar chegarmos em casa, Vão logo saqueando as coisas dela. Vera, descaradamente, veste o porta-seios de Viví, mesmo por cima do vestido: Ele é lindo, esta cadelinha tem bom gosto. Zombando da menina, lhe dá muitos beijos, que acovardada, deixa que ela chupe os seus doloridos lábios.
Hum! Esta garota é muito gostosa! Marlene concorda com a parceira e espalmando as mãos nos seios descobertos de Viviane, exclama: - Que peitos lindos, esta vadia tem, vou me esbaldar de tanto chupá-los! Raul, chama a atenção dos companheiros: - Pessoal já está na hora de fazermos a nossa bonequinha dormir. Ele pega no porta-luvas um frasco com aproximadamente 200 ml de um líquido incolor e o entrega para Marlene: - Tome, faça com que ela beba tudo. Viviane se recusa a beber, não quer ser drogada, mas leva muitos tapas no rosto e nos seios desnudos e acovardada sente que as garotas seguram seu rosto e praticamente enfiam o frasco em sua boca e se ver obrigada a beber.
Logo depois sente seu corpo amolecer, seus olhos ficam pesados e ela cai em profunda letargia, quer se mover, mas não pode. Sente seus carrascos conversarem, mas não consegue entender o que eles falam. Tem noção que eles trafegam por muito tempo, sente quando o veículo para e que ela é carregada para algum lugar, mas aí não tem noção de mais nada. Entra em profundo sono.
Quando desperta, sente grande incômodo por todo o corpo, seus lábios estão doloridos e inchados pelos tapas que ganhou. Está completamente nua, deitada em uma cama de casal, sobre um colchão fedido, sem lençol. Demora alguns minutos, até assimilar as ideias e quando toma ciência de tudo, dá um pulo e fica sentada na cama. Observa, com mais atenção, que as duas mulheres estão sentadas em torno de uma mesa, examinando todas as suas compras.
Todos os pacotes foram abertos e elas, com entusiasmo comentam sobre tudo, sobre as calcinhas e os baby-doll que Viví tinha comprado, inclusive a calcinha rosa, com bolinhas coloridas, que vestia naquele dia, estava nas mãos de Vera, que depois de a cheirar, comentou com a Marlene: Nossa! A garotinha tem uma bucetinha cheirosa! – Não seja porca, mulher! Não vê que a merdinha mijou na calça, de tanto medo! Não tem importância, Verinha... pior seria que ela se cagasse toda. E as duas caíram na gargalhada, com os seus “comentários espirituosos”
A bolsa de Vivi, estava jogada no chão e todos os seus documentos, rasgados, espalhados ao redor. O dinheiro havia sumido. As duas megeras estavam também nuas, experimentando as roupinhas íntimas, que com muito amor tinha comprado. Tudo aquilo teve o poder de despertar em Viviane, uma revolta muito grande. Foi possuída por raiva, por ódio e um desejo incontido de extravagar sua cólera em cima delas. Ficou em pé ao lado da cama, não se importando com sua nudez e seu pequeno tamanho:
- Suas cadelas, desajeitadas, estas roupas jamais ficarão bem em vocês. São roupas para serem usadas por quem tem classe e vocês são duas barangas desajeitadas e maltratadas. Vocês devem é vestir estas roupinhas ridículas aí ao lado. Vera e Marlene ficam assombradas com o atrevimento de Viviane e partem para cima da garota, lhe aplicando uma tremenda surra. Elas ficam fora de si e continuam a espancar a garota violentamente, que gemendo de dor, não tem como se defender.
Elas batem e xingam a menina não se incomodando com as súplicas dela. Estendida no chão, respirando forte e com dificuldades, tenta se proteger girando o corpinho para debaixo da cama, mas não adianta, elas a puxam pelos pés para o meio do quarto e passam a lhe dar violentos chutes, sem nenhuma piedade. A menina sofre golpes na cabeça, nas costas, no ventre e pernas. Fica inerte, gemendo a cada golpe recebido e o sangue irrompe dos ferimentos dos lábios e das narinas.
Mas de repente tudo cessa, Roberto e Raul entram no quarto, impressionados com o alarido e imediatamente, obrigam as duas pararem de surrar a menina. – Vocês estão loucas, querem matar a nossa “galinha de ouro”, a família desta moleca deve ter muito dinheiro e, vamos achar uma maneira de tirarmos um pouco para nós.
Os rapazes levam Viviane para a cama e, observam o belíssimo corpo despido, cheio de hematomas. Mesmo com suas mentes distorcidas pela maldade, eles ficam condoídos com o estado deplorável da garota. Ela geme de dor e os olha como que a pedir ajuda. Vera, mesmo com a intervenção de Raul e Roberto, ainda queria continuar a bater na garota, fazendo menção de se atirar em cima dela, não fosse a intromissão de Marlene: - Venha amiga, esta nojenta já recebeu a lição que merecia, vamos deixar estes dois, se babando com a nudez desta bestinha. Talvez eles queiram tirar uma “provinha” dela.
Com a saída das garotas, eles se sentam na cama e ficam olhando para Viviane, que deitada de costas, fica exposta aos olhares ávidos deles. A menina está tão arrasada, tanto fisicamente como mentalmente, que nem se importa com a situação. Na verdade, ela tem muito mais medo das jovens, que desde o início se mostraram impiedosas. Os dois se retiram do quarto, para voltarem poucos minutos após, trazendo uma espécie de maletinha.
Eles preparam e injetam em Viví toda a heroína de uma ampola: - Pronto, gostosinha, agora você se sentirá bem melhor. Logo em seguida iniciam a massagear todo o corpo da garota, usando uma espécie de pomada. Completamente entregue, ela não tem como reagir e cerra os olhos com força. Agora alguma coisa está a acontecer, ela se sente eufórica, um bem estar envolve o seu corpinho e ela começa a gostar das quatros mãos que abusam da sua nudez.
Nunca sem sua vida, sentiu esta espécie de coisa, é uma sensação gostosa, que sente em cada pedacinho de seu corpo, que eles tocam. Mãos ávidas, percorrem todos os seus orifícios. Ela não sente mais dor e um prazer intenso a domina. Agora os gemidos de dor são substituídos por gemidos de prazer. Ela sente quando eles se deitam ao lado dela e começam a percorreu todo o seu corpo com lábios ávidos. Sente quando uma língua é introduzindo em sua bucetinha virgem e quando seu clitóris é abocanhado e sugado com violência. Outra boca beija, morde e suga os seus mamilos.
Ela sente dor, mas esta dor é diferente, pois é acompanhada de um prazer tão intenso, que seus gemidos, agora se transformam em pequenos gritinhos. Mas os efeitos da droga, prosseguem e ela agora é invadida por uma letargia enorme, mas continua a sentir tudo que eles fazem com ela, sem nenhuma condição de se opor, na verdade Viviane foi dominada por um desejo sexual, completamente desconhecido para ela. A droga e a manipulação de seu corpo por Raul e Roberto a tinham levado para um mundo que ela nem poderia imaginar existir.
Vera e Marlene, estranhando o relativo silêncio, retornam ao quarto e se deparam com os rapazes se deleitando com as carnes de Viviane e resolvem ficar apreciando a cena. Aos poucos elas também ficam excitadas e resolvem participar da brincadeira. Agora são cinco corpos despidos a se manipularem. Só Viví não é ativa e, como que num sonho se sente possuída de todas as maneiras possíveis pelos quatro, numa suruba incrível. Sente quando sua vagina é violentada por um pênis enorme e quando seu ânus também é invadido. Sem poder se controlar, geme de tanto gozo, e nem sente dor, com filetes de sangue brotando de sua bucetinha e do ânus, estuprados de forma tão brutal
As mulheres, tomadas por sadismo sem controle, fazem questão de verem Viví sendo dominada pelo desejo sexual sem limite: - Agora putinha nos diga quem é que não tem classe, quem é a cadela. Viví mesmo sobrepujada por gozo sem limites, que não pode evitar, ainda sente um receio pelas ações das garotas e covardemente se deixa dominar e fica passiva quando elas a posicionam para facilitar a Raul e Roberto, uma dupla penetração.
Sente os pênis no ânus e na vagina e, mesmo sentindo dores, tem orgasmos múltiplos. A garota, devido às fortes emoções e a tremenda surra, tem o corpo invadido por forte temores e convulsões e perde parcialmente os sentidos, sob os efeitos da heroína que lhe foi injetada. Mesmo assim o quarteto diabólico continua a devorar o corpinho de Viviane, por muitas horas, numa sanha sem limites, se revezando em cima dela, às vezes dois ao mesmo tempo. A bela e jovem mocinha, com apenas 16 aninhos, inocente para o sexo, estava sendo submetido a um estupro coletivo, pelo quarteto diabólico, que dominado por incrível sadismo, a submete a todo tipo de violência. Com o corpo todo machucado e gemendo, com a dor alucinando que invade cada pedacinho de seu corpo, sente quando uma das mulheres, urina em sua boca, e quase a sufoca, com o peso de seu corpo, sentada em seu rosto e com a vagina fedorenta, escancarada em seus lábios afastados. Os rapazes, loucos de tesão, ao verem a cena, fazem questão de praticarem o sexo oral, na infeliz mocinha, que engole toda a porra deles, invadindo sua garganta e indo se combinar com a urina da mulher, no seu estomago.
Viví não volta completamente a consciência, dominada por febre altíssima, delira e pensa estar de volta à sua casa, nos braços amorosos de seu pai. Por quatro longos dias, ela fica neste estado. Sem medicação apropriada e mau alimentada ela não tem como melhorar. O quarteto a enche de drogas diversas, principalmente heroína, cocaína e maconha e, mesmo neste estado, não param de abusar do corpinho da infeliz menina.
Sentem um prazer enorme em praticar nela todo o sadismo de que são possuídos. Buscam sentir prazer em impor sofrimento físico e moral à Viviane. Eles cortam o cabelo da menina, bem curtinho, buscando obter algum dinheiro com a venda dele para salões de beleza. A obrigam a revelar sua senha do cartão de débito-crédito e sacam tudo. Viví, depois de quarenta dias de cativeiro é agora uma imitação grosseira da menina alegre e cheia de vida de semanas atrás.
Magra, com olheiras profundas devido ao cansaço, insônia e sofrimento, físico e mental, a que é submetida todos os dias. Não tem mais vontade própria, não passa de um fantoche nas mãos de seus verdugos. Submete-se à vontade deles, a seus mínimos desejos sem pestanejar, pois sabe que qualquer contrariedade será motivo para uma longa sessão de pancadaria, principalmente das duas garotas, que nutrem um ódio enorme por ela, motivado principalmente por ciúmes, pois os dois rapazes preferem fazer sexo com Viviane e, não com elas.
Viviane, agora está dependente, completamente viciada em drogas e se tornou também alcoólatra, pois era, também, obrigada a ingerir muita bebida alcoólica. Para se sentir um pouco melhor e tentar fugir do sofrimento diário, ela implora que lhe aplicam as drogas. Os rapazes adoram quando ela está drogada, pois neste estado, ela fica sem nenhum pudor e aceita todas as taras deles. Na falta destas drogas, eles enchem a menina de bebida alcoólica, principalmente cachaça.
O quarteto resolve não pedir resgate pela menina. Eles acham muito perigoso este negócio de receber o resgate, pois não são profissionais neste assunto e, podem facilmente cair em alguma armadilha da polícia. Ao contrário disso, preferem ficar com a garota e tirar o máximo proveito da situação, pois os quatro estão adorando fazer sexo com ela.
Resolvem então ganhar algum dinheiro. Querem usar Viviane em filmes eróticos, já que ela não tem mais nenhuma condição de se opor. Eles passam a assistir alguns filmes pornográficos, para bolar um roteiro razoável, que possa ser vendável neste tipo de negócio. Eles chegam a conclusão que a primeira coisa a fazer e comprar ou alugar os equipamentos e preparar direitinho sua “estrela” pois ela está em péssimas condições físicas.
Deste esse instante, Viví não mais leva surras, passa a ser alimentada com muita comida e é obrigada a comer mesmo quando não tem vontade, pois o que lhe servem tem péssimo sabor. Aos poucos ela vai recuperando o peso perdido e as manchas roxas de seu corpo vão sumindo. Parece uma ratinha na engorda, para ser comida pela bruxa má, na historinha infantil. Para Vivi, nada mais importa, a não ser suas drogas e bebidas... e o sexo que faz com eles.
Eles querem mudar a aparência física, de loura eles a querem transformar em morena e pintam os cabelos dela em um tom forte de preto, até as sobrancelhas são pintadas. Quanto aos escassos pêlos pubianos, não tem problema, ela é completamente depilada. A pele da menina continua muito branca e eles, em muitas mãos, passam loção bronzeadora e a expor Viviane ao sol. Ela não sabe a razão de tanta mudança, mas está adorando. Até as garotas não lhe batem mais e o sexo diário com os rapazes e as moças, agora é mais calmo, sem violência.
Mais quarenta dias se passaram e, agora, nem ela se reconhece mais ao espelho. Agora ela é uma morena, com cabelos bem curtos e sobrancelhas grossas e bem delineadas. Ela continua viciada em drogas e em álcool e, aprecia fazer sexo com eles, na esperança de receber as deliciosas drogas. A menina virgem e inocente de poucos meses atrás, agora gosta de ser possuída, tanto pelos rapazes ou pelas moças. Agora ela é uma viciada, também, em sexo. Viviane se tornou uma ninfomaníaca sádica que só goza se o sexo for violento e lhe causar dor. Na verdade, ela foi induzida a isto, pelos quatro tarados, com o auxílio de drogas e outros estimulantes. Seu corpo, cheio de saúde, em uma mente incipiente, não foi capaz de resistir e ela ficou escrava deles, no físico e na mente.
Algumas semanas depois, tudo está pronto para as primeiras tomadas de cena. Tudo tem de ser o mais realista possível. Todos sabem o seus papeis, menos a protagonista principal, Viviane, que continua a ignorar das reais intenções deles.
A bela morena dorme tranquilamente, depois de bem alimentada e de um banho gostoso. Pela primeira vez desde que está prisioneira, foi lhe permitido vestir uma camisola decente e uma calcinha. Até a cama foi coberta com um lençol e ela repousa sua cabecinha em um macio travesseiro de algodão. Sonhava que tinha voltado para casa e que estava deitada no conforto de sua caminha.
Dois mascarados se aproximam sorrateiramente da cama da jovem e evitando qualquer movimento brusco que possam despertá-la, iniciam a tirar sua pequena e minúscula camisola. Os movimentos deles são tão sutis e lentos que a moça não acorda. Esperam alguns instantes e começam a tirar a calcinha. Apesar do máximo cuidado, quando a calcinha está no meio das coxas, a morena acorda e leva um tremendo susto. Quer se sentar, mas é impedida por um dos mascarados. Ela é vendada e tem seus braços amarrados nas laterais da cabeceira.
Quer gritar por socorro, mas uma mordaça em forma de bola é introduzida fundo em sua boca e fixada fortemente com tiras em torno de sua nuca. Ela esperneia violentamente tentando se livrar, sente que sua calcinha é rasgada e que tiras de couros são presas em seus tornozelos. Suas pernas são puxadas sobre seu corpo e presas juntas com os braços nas laterais na cabeceira da cama. Ela fica numa posição estranha, com as coxas abertas, quase que roçando sua cabeça, assim sua buceta e ânus ficam expostos, seus grandes lábios estão separados. Ela se sente imobilizada e exposta aos seus agressores, nada pode fazer, pois está vendada e amordaçada. Onde estão as moças e os rapazes...porque a deixaram sozinha, como permitiram que aquele lugar fosse invadido por estranhos. Ela nem por um instante, desconfia que os invasores são eles mesmos.
Daí em diante, por muitas e muitas horas, Viviane é submetida as mais torpes e doloridas crueldades. A vagina e ânus, depois de possuídos por pênis e chupados por línguas vorazes, sofrem com a introdução dos mais estranhos vibradores, que dão choques violentos e massageiam seu clitóris. Os mamilos são transpassados por prendedores metálicos e dezenas de finas agulhas perfuram a pele de seu ventre e de suas coxas. O clitóris é aprisionado por finíssimos fios de nylon e depois, igualmente perfurado por uma agulha. A dor é tanta que ela perde os sentidos.
Quando desperta, se vê amarrada ao teto, com os braços bem separados e os pés longe do chão. Sente que aos prendedores de seus mamilos, foram colocados pesos que os puxam dolosamente para baixo. Os grandes lábios de sua buceta foram perfurados e introduzidos nos furinhos, fios de nylon, donde pendiam pesos. O clitóris continuava perfurado por agulhas. Ela continuava vendada, mas a mordaça fora retirada. Viviane uiva de dor e implorava pelo amor de Deus que a soltem.
Mas ninguém atende ao seu desespero, ao contrário, agora ela sente que sua bunda, suas nádegas, também eram transpassadas por agulhas e que pesos também eram colocados nas agulhas. Dezenas, talvez centenas de agulhas foram colocadas em todo o seu corpo. O Sangue escorria por inúmeros ferimentos, e seu corpo passou a ser chicoteado sem piedade, foram centenas de chibatadas. Gritava alucinadamente, seus berros escoavam por todo o recinto e ela definitivamente, não suportando tanto sofrimento apagou de vez. Seu cérebro deu a ordem e ela entrou em coma profundo.
O Quarteto diabólico, depois de produzir o terrível filme, passou muito tempo em editá-lo e, as muitas horas de filmagens, foram encurtadas para pouco mais de 225 minutos em cinco filminhos de 45 minutos cada. Fizeram dezenas de copias dos filmes, pois já tinham compradores para todas elas. Era muito dinheiro entrando, pois eles fizeram questão de deixar bem claro, na sinopse dos filmes, que as cenas de sadomasoquismo, eram autênticas, eram reais, e não simples encenação, como era hábito dos vídeos de sado. E prometiam muitos outros filminhos de sadomasoquismo, igualmente autênticos.
Mas o que eles não esperavam era que Viví apagasse de vez. Eles fizeram de tudo para despertá-la, mas todas as tentativas foram inúteis. A jovem permanecia em coma profundo. Seus filmes futuros, já programados, teriam de aguardar por nova “estrela”.
Marlene sugeriu que eles matassem a garota e desovassem o corpo em qualquer lugar esmo, o que foi aceito por todos, menos por Raul: - Gente ela já está quase morta, vamos deixá-la no meio de algum matagal e, se ela for encontrada por alguém, seu corpo já deverá estar em decomposição e nós não teremos remorsos, pois a deixamos a sua sorte. Todos concordaram com a ideia de Raul e passaram a procurar um lugar bem afastado para deixar o corpo da menina e chegaram à conclusão de que seria um local em outra cidade, onde fique mais difícil identificar dos seus restos mortais.
Beto e sua jovem esposa Lúcia, estavam a fazer trilha, o esporte favorito deles. Era uma linda manhã de sol de um magnifico domingo de verão. Ideal para a pratica do esporte. Neste dia, excepcionalmente, eles estavam acompanhados de dois casais, seus amigos e que algumas vezes os acompanhavam. O lugar escolhido era de difícil acesso, pois ficava no topo de uma elevação, coberta por mata cerrada. Mas estes eram os locais preferidos de Beto e seus companheiros de caminhada. Numa curva fechada da trilha, Lúcia pisou em falso e sentiu sob seus pés alguma coisa macia. Curiosa, inclinou o corpo para ver o que era e levou um tremendo susto.
Ela tinha pisado sobre a perna de uma pessoa, provavelmente morta. Deu um grito estridente, chamando a atenção de todos. Beto se aproximou rápido, pensando que sua esposa tinha sido mordida por alguma cobra ou outro bicho qualquer. Lúcia, sem fala, só conseguia apontar para o local. Rodrigo, mais prático logo viu que era o corpo de uma pessoa. Beto, que é médico, com o auxílio dos companheiros, livrou o corpo, totalmente encobertos por folhagens e viram que se tratava de uma mulher, morena e jovem, com múltiplos ferimentos pelo corpo.
Ela estava nua e era muito bonita. Aparentava estar morta, mas depois de um primeiro exame foi constatado que ela ainda respirava, apesar de muito fracamente. Esta mulher necessita de cuidados urgentes, ela está às portas da morte. Este lugar é de difícil acesso aos socorros que ela necessita, vamos mapear este local, para futura investigação policial e leva-la para baixo, onde será possível o acesso ao socorro motorizado. Rodrigo logo informou que o local estava devidamente assinalado, por meio do seu GPS. Beto ligou com o seu celular para a polícia local e para o corpo de bombeiros, explicando com detalhes o achado.
A polícia pediu que eles não deixassem local, mas depois dos argumentos de Beto, eles concordaram com a remoção da mulher ferida, para um local de mais acesso. Os três casais, improvisaram uma maca e com alguma dificuldade Conseguiram levar o corpo da moça para um local descampado, onde o helicóptero dos bombeiros poderia aterrissar. Depois de quarenta minutos o socorro chegou. Beto que já tinha prestado os primeiros socorros, se apresentou como médico à doutora dos bombeiros a informou das condições da moça ferida.
Todos ficaram à espera da polícia, que só depois de 60 minutos chegou. O detetive encarregado da equipe, pediu que eles os levassem ao local do achado. Beto e Rodrigo aceitaram guiar os policiais enquanto suas esposas e os demais retornariam à casa.
Algumas semanas depois, as investigações não conseguiram avançar, pois a moça ferida estava em coma profundo e não se tinha notícia do desaparecimento de nenhuma jovem morena, nas cidades próximas. Todos estavam profundamente abalados com os ferimentos da jovem, que demonstravam que ela foi vítima de continuada tortura por muito tempo. Mas mesmo depois de difundido o retrato da jovem, nenhum resultado foi objetivo para sua identificação.
Exames de sangue encontraram alto teor de drogas em seu sangue, assim como teor alcoólico muito elevado. Uma enfermeira mais atenta observou que a jovem não era morena, mas sim loira, seus cabelos crescendo assim o demonstrava. Foi verificado que até sua sobrancelha sofreu processo de pintura e que sua pele foi artificialmente bronzeada. Alguém tentou dificultar a identificação da jovem, provavelmente as mesmas pessoais que a torturaram tão barbaramente. A equipe conseguiu estabelecer a idade da jovem, entre 16 e 17 anos. Novo boletim e retrato falado foi distribuído à mídia.
Em Brasília, o funcionário de carreira do Itamaraty, chorava a perda de sua querida filhinha, misteriosamente desaparecida quando visitava um famoso shopping center da cidade. Por mais que a polícia local e a Federal investigassem nenhuma pista foi obtida. Dona Vanda, sua funcionária, também chorava a perda da jovenzinha, tão meiga e simpática. Suas duas grandes amigas, Bruna e Raquel, não se perdoavam por terem deixado de irem ao encontro de Viviane, como elas tinham combinado. Bruna navegando na internet, teve sua curiosidade despertada por uma pequena nota policial, emitida pela delegacia de uma pequena cidade ao sul de Minas Gerais.
Nela constava a estranha história de uma jovem, com aproximadamente 16 a 17 anos, que fora encontrada agonizante por um grupo que faziam trilhas nas montanhas do munícipio. Era uma jovem loira, que teve suas características física alteradas para parecer que era morena. Bruna, não sabe porque, teve um pressentimento e imediatamente ligou para Raquel. As duas entraram em acordo, que o caso era muito estranho e, mesmo com algum receio de despertar no senhor Abelardo frágeis esperanças, resolveram ligar no dia seguinte para ele. Entraram em contato com o desolado pai e decidiram não contar nada por telefone, seria melhor pessoalmente.
No final da tarde, quando Abelardo chegou em casa, as duas jovens já o esperavam, junto com Dona Vanda. Hesitaram em revelar suas suspeitas a ele, pois elas eram muito fracas, mas despertaram a curiosidade de Abelardo, pois não seria atoa que as duas melhores amigas da filha, marcassem um encontro com ele. Finalmente elas tomaram coragem e revelaram suas suspeitas ao pai de Viviane. Abelardo, que tinha perdido as esperanças de encontrar a filha, num impulso, resolveu examinar melhor o assunto. As meninas entraram na Rede e obtiveram os detalhes da notícia, para o pai de Viviane.
No dia seguinte, ele ligou para a delegacia e para o hospital da tal cidadezinha. O delegado, que já tinha perdido as esperanças de identificar a jovem, o aconselhou a vir até sua cidade e se possível trazer amostras de seu DNA. O mesmo lhe foi dito pelo diretor do hospital. Abelardo, pediu licença do serviço e um dia depois embarcou, junto com dona Vanda, em um bimotor fretado para a cidade mineira. Seu coração batia a mil, quando se encontrou com o delegado local e foi levado até o hospital, onde toda a equipe já o esperava.
Bastou um olhar ao corpinho estirado na cama hospitalar, para que a identificação fosse imediata. Abelardo e Vanda não sabiam que riam ou choravam de tanta felicidade, era a sua filhinha querida, Viviane, que ali jazia ainda em coma profundo. Os necessários exames de DNA, demonstraram a paternidade da menina. A notícia se espalhou pela cidade e a comoção foi geral, principalmente pela equipe de teve a felicidade de encontrar a menina, quase que por milagre, nas altas Montanhas da região.
Abelardo fez questão de se encontrar com os salvadores de sua filha, Beto, sua esposa Lúcia e todos os demais membros de montanhistas. Em Brasília, as meninas Bruna e Raquel não cabiam de tanta felicidade, pois afinal foram elas que proporcionaram ao pai encontrar a filha. Toda a Capital Federal, ficou em polvoroso com a feliz notícia. Mas uma coisa ainda preocupava a todos, Viviane continuava em coma profundo e não dava mostrar de retornar. Ela foi levada para Brasília e internada em uma clínica particular.
Todos os seus ferimentos físicos tinham desaparecidos, mas seu cérebro não respondia a nenhum estímulo. Quem pode entender os mistérios do cérebro, ele se desligou para poupar o corpo dos insuportáveis sofrimentos que lhe eram infligidos.
Mas da mesma maneira que apagou ele, agora, resolveu que era hora de voltar à ativa e tirou a menina do coma. A equipe que tratava da jovem, não teve nenhuma explicação para o seu retorno. Mas uma coisa boa aconteceu, todas as lembranças de seu cativeiro, foram apagadas de sua mente e a última coisa que tem lembranças era que estava no shopping fazendo compras e depois tudo sumiu, até acordar agora na clínica.
Viviane foi informada, com muito cuidado, que ela não era mais virgem, mas os detalhes de como isso aconteceu, ninguém soube detalhar. Com o passar dos meses, Viví passou a ser a mocinha alegre e cheia de vida que sempre fora.
Viviane, tinha enterrado definitivamente, no fundo de sua mente, toda a terrível experiência de seu sequestro, em passado recente. Ela, Bruna e Raquel, mais do que nunca se tornaram amigas íntimas e agora só frequentavam o shopping center juntas, pois ficaram com medo de irem sozinhas. Bruna era um ano mais nova que Viví e Raquel só tinha dezesseis aninhos, mas isso só fazia aumentar os laços de amizades entre elas. Vivi tinha ciência de que tinha sido raptada e devolvida ao seio da família, muito ferida, os detalhes do ocorrido não lhe foram revelados.

CAPITULO ll

Numa bela manhã de uma quarta-feira, aproveitando as férias escolares, o trio circula alegremente pelo shopping e sempre muito comunicativas travam amizades com alguns jovens. Eles são bem mais velhos, são alegres e divertidos. Se apresentam como moradores de São Paulo e que estão curtindo as férias em Brasília. São dois casais de namorados. As meninas ficam cativadas pela simpatia deles e quando solicitam que elas lhes apresentem os pontos turísticos da Capital, as garotas aceitam sem pestanejar.
Fica combinado que nos próximos três dias, eles se encontrem no shopping para iniciarem o passeio por Brasília. Os dois casais fazem uso de uma camionete, com cabine fechada para circularem pela cidade. Fica meio apertado, para sete pessoais, mas tudo e alegria e as três jovens levam na esportiva. Tudo transcorre tranquilamente e na manhã de domingo, a amizade entre eles estão consolidadas. Está na hora dos casais retornarem à sua cidade e gratos pela ajuda das mocinhas, eles fazem questão de oferecerem um lanche de despedida para elas. Meninas, nós estamos hospedados em uma bela casa, nos arredores da cidade. Fica a uns vinte minutos daqui e preparamos uma bela surpresa, pois vocês merecem. As moças aceitam, mas informam que deverão estar de volta antes das 18 horas.
A casa é muito grande e bem isolada. Em uma mesa central, na sala, está organizada um bem montado lanche, com muitas guloseimas. Viví, Raquel e Bruna se fartam com tudo e lamentam que eles tenham de ir embora, pois elas simpatizaram muito com eles, principalmente Viví, que não sabe o porquê sente uma estranha atração pelo quarteto. Depois de comerem e beberem refrigerantes. As meninas são levadas para uma outra sala, onde um belíssimo som se faz ouvir.
Elas ficam encantadas com o aconchego do lugar, onde reina um clima agradável a meia luz, pois as janelas estão fechadas. Lá eles oferecem uísque para o trio, mas elas recusam, pois ainda não bebem nada com álcool. Eles insistem: - Então vamos fazer o seguinte, um pouquinho de uísque e muito guaraná com gelo, vai ficar gostoso e vocês não vão sentir que é uísque. Elas aceitam beber a mistura e gostam muito Os dois casais de namorados começam a dançar, embalados por um ritmo gostoso e lento.
Raul, sem que elas notem, aumenta dosagem do scotch nas bebidas das meninas e mais gelo. Elas ficam apreciando o casai de amigos a dançar e bebericando a mistura. Depois de poucos minutos eles convidam a meninas para dançar. Roberto puxa Raquel pelo braço, a abraça pela cintura. Ela fica pequena nos braços dele e, timidamente diz que não sabe dançar. Mas ele persiste e lhe diz, bem ao pé do ouvido: - Não tem importância, minha queridinha, eu vou levar você. É só relaxar e se deixar conduzir. Ele a enlaça bem junto ao eu corpo e inicia a se movimentar bem lentamente. Ela aprecia e depois de uns minutos sente no meio de suas coxas o grosso volume que se forma nas calças dele.
Fica receosa, pois jamais tinha sentido coisa igual. Arisca um olhar para a namorada Marlene, mas ela está dançando Com Viví. As duas estão bem coladinhas, se abraçando sob o ritmo lento. Raquel, não sabe o porquê, mais cola mais o seu corpinho ao dele. Sente quando ele encaixa seu membro em sua bucetinha e, mesmo sob as roupas, percebe ele pulsar. Raquel está deslumbrada com o que está sentindo, seu corpinho de menina de dezesseis anos amolece nos braços dele, que passeiam em sua nuca, cintura e nádegas. Roberto respira forte na orelha dela e o hálito quente a deixa sem ação.
Ela, sem poder resistir ao que está sentindo, tenta ver o que os outros estão fazendo. Viví continua colada em Marlene, nunca dança quase sem movimentos. Raul e Vera estão sentados em um sofá, bem afastado, em um canto do salão, eles conversam, bem baixinho, com Bruna, apertada no meio dos dois. Vera alisa os cabelos de Bruna: - Bruninha, teus cabelos são belíssimos, você os pinta? Bruna, vaidosa com os elogios da nova amiga, logo se apressa em responder: - Não, amiga, eles são naturais, eu só os escovo todas as manhãs. Vera, brincando, retruca: - Eles dariam um bom dinheiro se vendidos. As duas acham graça disto e Raul aproveita a distração da menina e lhe oferece mais um pouco de bebida, ela aceita e toma um gole bem grande e alegre exclama: - Nossa gente! Eu não sabia que uísque com guaraná fosse tão bom! Raul aproveita a deixa e lhe prepara mais uma dose, o que ela não rejeita. Ela deixa que Vera continue a alisar seus cabelos e o rapaz também inicia a massagear a nuca da menina, com a desculpa de os achar belos.
Ela fecha os olhos, gostando imensamente que eles toquem seus cabelos. Mas agora o dois alisam e massageiam sua nuca, rosto e ombros, levando tudo como se fosse uma brincadeira. Ela não sabe, se é pelo efeito da bebida, mas o certo é que passa a sentir um grande prazer, fecha os olhos e relaxa o corpo, se inclinando um pouco no sofá. Aquilo é muito gostoso, as mãos passeando em sua cabeça, tocando e acariciando seus lábios, ombros e braços. Sente quando Vera encosta em sua boca o copo com uísque e, sem titubear bebe a gostosa e gelada bebida.
A mulher com a boca encostada em sua orelha, sussurra: - Bruninha, você pelo jeito gosta de ser massageada, eu sei fazer massagens bem gostosas, queres experimentar? Bruna, sem saber bem porquê, responde debilmente que queria: - Então vamos para um lugar mais confortável, aqui não é bom. Vera se levanta e convida Bruna para a acompanhar, mas a ingênua menina está tão embriagada, que não consegue se levantar: - Vem, minha menininha gostosa, eu e o Raul vamos te ajudar. Vera e Raul, segurando Bruninha, pelos braços, praticamente a arrastam para um quarto, no andar superior do casarão.
Roberto, bem coladinho em Raquel, a fazia sentir todo o volume de seu membro. A jovem, que nunca tinha experimentado coisa tão estonteante, não sabe o que fazer e com o corpo praticamente levantado do chão, se deixa conduzir à vontade por ele. Arrisca um olhar, acanhada, em torno. Observa que Viví, continua nos braços de Marlene dançando, mas as duas bem apertadinhas uma a outra, quase não se movimentam, alheias a tudo em redor. Raquel sente a ausência de Bruninha, de Raul e de Vera. Mas, para ela nada mais importa do que o delicioso rocar do membro de Roberto em sua xoxotinha.
Raquel, meninota bem comportada e ingênua, nunca tinha deixado que um garotinho, que a namorada, lhe desse se quer um “selinho” e agora estava ali, sentindo uma coisa estranha a lhe percorrer o jovem corpinho.
Roberto mexe a cintura lentamente, para frente e para trás, fazendo com que ela sinta o roçar delicioso. Ele, habilmente, se aproxima da mesa, cessa de “dançar”, encara atrevidamente a menina e pergunta: - Você está gostando? Raquel, quase sem fôlego, não sabe o que responder, mas timidamente, quase sussurrando, retruca: - Sim, eu estou adorando...dançar. Ele dá uma risadinha, pega um copo, bebe um pouco do conteúdo e o entrega para Raquel: - Beba minha queridinha, beba tudo.
Ele usa de um tom tão autoritário que ela instintivamente, sorve todo o uísque: - Meu amorzinho, o que eu lhe perguntei se estava gostando, não era de dançar, mas sim, que estava gostando de me sentir todinho em você, assim como agora. Dizendo isso, Roberto levou as duas mãos espalmadas às nádegas de Raquel, a obrigando a se encostar todo nele e move as mãos lateralmente na bunda da menina, fazendo com que ela sentisse, por inteiro, o grosso membro dançando e sua virilha.
Raquel não responde, apenas fecha os olhinhos e, dominada por intenso prazer, deixa que ele continue a apalpar suas nádegas, sentindo excitação sem limites, enquanto ele continuava os movimentos e sem que perceba, ele liberado o membro da prisão de suas calças e com as duas mãos, bem lentamente, foi levantando a barra de sua curta sainha, e agora ele apalpava o bumbum da jovem por debaixo da calcinha, enquanto com o membro pulsando no meio de suas coxas, a beija, forçando a língua ente os trêmulos lábios da garota, que deixa escapar um longo gemido e seu corpinho é sacudido por fortes tremores.
Raquel cerra suas coxas aprisionando o membro entre suas coxas e conseguiu responder: - é muito bom! murmurou com os dentes cerrados, quase chorando: - Sim, sim, estou gostando... adorando...isto é muito bom!
Roberto, logo entendeu que a menina tinha sofrido o seu primeiro orgasmo e passou a beijar intensamente a deliciosa boquinha, mordendo e chupando a língua e os lábios de Raquel. Ela que com tão pouca idade nunca tinha sido beijada por nenhum namorado, não sabia como agir, deixando apenas que ele agisse como bem desejasse. Seu pequeno corpinho, ficava mais minúsculo ainda, nos braços dele, que tinha mais de 1,80 m. Raquel ficou toda mole, sem ação, perante as investidas dele.
Um medo terrível se apossou dela, queria impedir o que estava acontecendo, que sabia ser errado, mais a bebida e o assédio dele, anulava toda a sua capacidade de reação. Roberto levou a menina ao sofá, onde Bruna antes estava, sofrendo o assédio de Raul e Vera e lá lhe serviu mais uma dose de uísque. Ele continua a beijar Raquel com muita volúpia, agora com as mãos percorrendo as coxas da garota, que, sob o efeito da bebida, não tem condições de resistir.
Ele observa que no meio da sala, só Viviane e Marlene continuam com o seu arremedo de dança, os outros três sumiram de vista. Ele pega Raquel no colo e a leva para um quarto no andar superior. Raquel pensa em impedir isso, mas toda mole, com o coroo tremendo de ansiedade, se deixa levar. Logo no primeiro quarto, ele percebe que Raul e Vera estão lá dentro, se divertindo com a Bruninha, então resolve levar a Raquel para o quarto ao lado.
Marlene tinha pedido para Viviane, dançar com ela, já que os outros, já tinham escolhidos seus pares. Vivi que desde que conheceu os dois casais, na quarta-feira, ficou estranhamente atraída por eles, não sabia a origem deste sentimento, pois ela costumava ser reservada, com estranhos, desde que fora sequestrada a poucos meses atrás. Inclusive, esta estranha atração, a fez convencer suas amigas a colaborem com os dois casais visitantes. Vivi foi dançar com Marlene, e logo se viu envolvida nos braços dela, adorando aquele contato. Marlene conduzia Viví, a abraçando carinhosamente. Entre uma dança e outra, aceitava os pedidos de Marlene, para beber uísque.
Ela que “nunca tinha bebido” álcool, agora aceitava a bebida, se sentindo cada vez mais estimulada. Ela bebia muito mais que suas duas amigas juntas e estava adorando os efeitos do álcool em seu organismo. O dançar das duas foi ficando mais lento e agora elas estavam praticamente paradas no meio da sala. Marlene abraçava a garota com os braços bem apertados na cintura de Viví. Os rostos bem coladinhos e a boca dando mordidinhas leves nas orelhas de Viví, que foi ficando excitada com tudo aquilo e retribuía os carinhos recebidos. Depois de muito tempo, observaram que as duas estavam sozinhas na sala. Marlene não demonstrou surpresa e tranquilizou Viviane, dizendo que a turma devia estar em outras dependências da casa.
Marlene simulou não estar passando muito bem e pediu para Viviane que a acompanhasse até um quarto, pois queria descansar um pouquinho. As duas subiram ao pavimento superior, mas somente no terceiro quarto puderam entrar, pois os dois primeiros estavam com as portas fechadas. A Marlene, logo compreendeu o que se passava e intimamente felicitou seus companheiros, eles tinham obtido sucesso antes dela. Viví sob o efeito da bebida, nem percebeu o que estava acontecendo. Uma grande cama de casal, era o principal mobiliário. Marlene logo se atirou sobre o colchão, exclamando: - Há! Eu precisava disto e sem nenhuma cerimônia foi tirando toda a roupa, ficando completamente nua e se deitando de costas, com as coxas levemente separadas. Viví, sentada ao seu lado, ficou chocada com a atitude dela, mas não conseguia deixar de apreciar o belo corpo despido.
Estava sentindo uma estranha atração por Marlene, tinha vontade de tocar nela e, quando ela a puxou pelo braço, rindo e pediu carinhosamente: - Venha, meu amorzinho, vem de deitar junto comigo, pois você também está um pouco tonta, não titubeou e rapidamente, também, ficou nua e se deitou ao seu lado.
Vera e Raul deitam a embriagada Bruninha em uma cama de casal: - Menina, já que você gostou tanto da nossa massagem vamos lhe proporcionar prazeres tão intensos, que você jamais ira esquecer. A Bruninha só confirmou com um leve movimento da cabeça e ficou à espera. Quando Raul e Vera reiniciam as massagens na nuca, no rosto e nos ombros de Bruna, ela, Como uma gatinha mimosa, solta um leve suspiro de prazer, quase como um miado.
Mas logo depois, quando as mãos descem para os seios e começam a tirar sua blusa, ela quer impedir, muito timidamente. Sua resistência é logo vencida por quatros ávidas mãos. Seu pequeno sutiã seguida é retirado. Agora as bocas de Vera e Raul beijam e chupam os mamilos de Bruninha. Toda resistência da menina cessa, pois o grande prazer que está sentindo, a domina por inteiro.
Quando sua saía e calcinha são retirados, ela numa última e desesperada tentativa, tenta impedir. O susto a leva a suplantar a influência do álcool e ela grita para eles, que não mais quer receber nenhuma massagem. A dupla ignora os protestos e continua. Bruninha fecha fortemente as coxas, tentando proteger seus recantos mais íntimos. Ela cruza as pernas, mas não é páreo para os dois, que bem mais fortes, aos poucos vão conseguindo separar as coxas da garota.
Bruna dá pinotes na cama, parecendo uma cabritinha assustada, mas vencida pelo cansaço e pela força combinada dos dois, sente quando a boca ávida de Vera, abocanha sua xoxotinha, enquanto Raul, segura suas coxas para continuarem abertas. Vera sorve os líquidos vaginais de Bruninha com voracidade e Raul, agora, chupa e morde os mamilos da garota. Toda resistência de Bruna cessa, ela agora é envolvida pelo prazer da carne e a única coisa que consegue fazer é emitir longos gemidos de prazer.
Quando Vera aprisiona seu clitóris entre os dentes e os suga fortemente, os gemidos da menina, passam a ser contínuos, mais parecendo uivos. Ela tem orgasmos múltiplos, mas a dupla de tarados continua a usar o seu corpinho, quase matando Bruninha de tanto a fazer gozar. Sente muitas dores, quando o pênis do rapaz, rompe seu hímen, mas a dor é logo superada pelo prazer e ela colabora com o estupro. Ele goza imensamente na grutinha apertada e em poucos minutos, deixando todo o seu esperma lá no fundo da grutinha de menina. Quando ele tentar introduzir o membro em seu ânus ela sente muitas dores e grita desesperadamente, após muitas tentativas ele tem pena dela e desisti e resolve voltar a possuir a bucetinha da garota. Mesmo depois que Raul, cansa de tanto comer Bruna, Vera não cessa de atacar a menina. Sua boca e língua persistem, sem descanso a percorreu todos os orifícios da menina, que completamente exausta se deixa possuir pela tarada.
Bruna está entorpecida de tanto prazer e Raul apenas observa Vera sugar o caldo da bucetinha da garotinha, que estirada na cama, com as coxas abertas, solta verdadeiro uivos de gozo, não conseguindo se conter. Aquela cena, desperta nele nova e irresistível excitação e monta no peito de Bruna e vai direcionando seu membro para a boca da jovem.
Por muito tempo a dupla transporta Bruna para um mundo de prazer tão intenso, que quase a enlouquece. Quando ele goza, ela engole toda a porra dele e quase ao mesmo tempo tem um orgasmo tão violento que desfalece, com Vera e Raul ainda dentro dela por mais alguns minutos.
Roberto deita Raquel em uma enorme cama de casal, com dimensões fora do comum. Ele continua a beijar e chupas os lábios da menina. Ela sente um prazer incrível e quer que ele continue com os carinhos, mas tem lembrança do grosso membro dele, roçando sua pequena buceta e lhe diz, com a maior das inocências: Roberto eu gosto muito de você, mas tens namorada e eu só tenho dezesseis anos, portanto vamos ficar somente com os carinhos. Ele diz que concorda com ela, e pede que Raquel o deixe beijar os seios. Ela treme com o pedido dele, tem medo, mas ansiosa, quer experimentar qual é esta sensação e permite. Ele sem nenhuma presa, gentilmente tira a blusa e o sutiã dela e fica por longo minutos a apreciar os magníficos seios de Raquel.
Ela completamente sem graça, fica ali parada, esperando alguma iniciativa dele. Seu coração está a mil, quando ele, com muito carinho, começa a tocar os seus seios e passear suas ásperas mãos pelo ventre, braços, ombros e rosto da menina. Que coisa deliciosa, ela está adorando ser acariciada por ele, tão gentil e delicado. Quando ele estende os braços de Raquel em direção da cabeceira da cama e pede meigamente que ela deixe ele prender os seus braços, ela não intende direito o que ele quer, mas mediante tanta delicadeza, aceita. Roberto se afasta até um pequeno baú e de lá retira algumas tiras de couro.
Raquel fica curiosa e um pouco ansiosa, quando ele prende um pulso com uma tira de couro e depois o outro pulso, lhe dá um beijinho delicado para acalmá-la e lhe diz: - Minha garotinha, você vai adorar o que eu vou lhe proporcionar. Isso aguça a curiosidade dela, que mesmo com algum receio, deixa ele prender seus braços. Ele não usa mais de muita delicadeza, pois amarra muito forte os braços de Raquel nas laterais da cama e isto a incomoda um pouco, pois desta maneira ela sente dores nos ombros, pois ele abriu muito os seus bracinhos.
Ela pede para ele afrouxar um pouco a tração das tiras, mas Roberto não atende ao seu pedido, pois continua a puxar mais e mais as tais tiras. Ela grita de dor e ele, usando do mesmo tom calmo, lhe diz:- Fique quietinha, pois quanto mais você resistir, mais vais sentir dor. Ela agora fica verdadeiramente com medo, pois o tom frio dele lhe causa arrepios. Ela começa a choramingar, como uma criancinha e pede que ele a solte: - Não Raquel, eu não vou soltar você, eu lhe anunciei um mundo de prazeres e não gosto de quebrar minhas promessas.
Ela soluçando diz que não mais quer sentir este tipo de prazer, que está com medo e que quer ir embora. Pede para ele ir chamar suas amigas, pois elas também vão embora. Roberto dá muitas risadas e lhe diz que suas amigas também devem estar afundadas em fortes emoções e, que neste momento elas não poderiam ir embora, assim como ela não poderá ir. Raquel, ainda protesta, reafirmando que se ela pedir, Viví e Bruninha, aceitarão em ir embora, pois são grandes amigas.
Roberto fica em êxtase...como é saboroso ter em suas mãos, esta deliciosa ninfetinha, com tanta ingenuidade e candura. Ele, não dá nenhuma atenção as choradeiras da jovem e calmamente mete as mãos no cós de sua sainha, desabotoa dois pequenos botões laterais da cintura e começa a puxar para baixo. Quando Raquel tem noção do que ele quer fazer, cruza suas coxas, em total desespero, mas ele, demonstrando muita força, prossegue a descer a pequena vestimenta. Ele poderia separar, com extrema facilidade, as coxas da mocinha, todavia deste modo, ele sente muito mais prazer. Ela mantém as coxas bem fechadinhas e gira sua cintura de um lado para o outro, procurando impedir a ação de Roberto, mas tem pouco sucesso, pois a saia já está no meio das coxas, toda amarrotada.
Ela respira forte, cansada de tanto fazer força e continua sua inútil luta de se proteger. Finalmente ele retira por completo a roupa e fica em total deslumbramento ao ver aquele maravilhoso, corpinho coberto apenas com uma minúscula calcinha rosa. Raquel está em pânico, sabe que nada poderá fazer para impedir que ele faça o que quiser com ela. Roberto fica admirando a nudez da jovem, se inclina sobre ela, afetuosamente alisando seus cabelos e sua face e beija levemente os trêmulos lábios. Suas mãos passeiam pelo rosto e cabeça da indefesa menina.
Continua a percorrer com a boca o rosto, o pescoço e os braços de Raquel, sempre murmurando palavras de carinho, procurando acalmar os soluços dela e seca com os lábios as lágrimas vertidas: - Fique calminha, meu amor, você não necessita ficar tão agitada, pois você vai adorar tudo o que eu vou fazer: - Não vou não... pelo amor de deus, me solte, seja bonzinho, não me machuque: - Minh adorada menina, eu não vou machucá-la, ao contrário, vou ser bem carinhoso. Agora os lábios gulosos, percorrem todo o corpo da adolescente. Os mamilos são beijados e chupados com intensidade e volúpia.
Por longos e intermináveis minutos, a língua áspera conhece toda a nudez de Raquel, desde as pontas dos dedos dos pés até sua nuca. A boca beija, por cima da calcinha, a bucetinha úmida da menina Ela não mais chora e com os olhos fechados e a boca entreabertas, respira acelerado. Não consegue se segurar e solta gemidos bem baixinho, como que a sentir vergonha do inevitável gozo que está sentindo.
Ele despedaça com facilidade a pequena calcinha e Raquel sente a língua dele percorreu toda a extensão de sua xoxotinha, os grandes lábios são sugados com intensidade e a língua beija o ânus dela e a pontinha da língua força o róseo buraquinho. O delicado clitóris é sugado com muito vigor, parecendo que ele está a se deliciar com um pirulito. Raquel, a exemplo de Bruninha tem o seu primeiro e alucinante orgasmo múltiplo. A ninfetinha, no auge do gozo, fecha as coxas, aprisionando a cabeça de Marcelo no meio delas.
Depois ela relaxa e solta longos e intensos suspiros, movimentando seus seios ao sabor do gozo sem o controle que a domina. Ele retira a cabeça das coxas da menina e vai escorregando seu corpo sobre o dela, os lábios dele todo melado com o suco dela, se aproxima da boca de Raquel. Ele se delicia ao ver as reações da jovem e começa a beijar levemente os seus lábios. Ela, a princípio tenta recusar o beijo, sentindo nojo, mas imobilizada como está não tem como impedir e ele passeia com a língua no meio da boca da garota.
Afasta um pouco o rosto e observa fixamente e longamente o rosto dela. Raquel sente o peso dele em cima dela e sensações desconhecidas invade o seu ser; o que virá depois disto? Mas ele não toma nenhuma iniciativa, apenas encarando a garota e ela impaciente com a situação, não pode deixar de abrir os olhos e como que hipnotizada, não consegue desviar do olhar magnético dele. Ele sorri para ela e sem nenhum pudor, fala: - Eu sabia que faria você gozar muito, o sexo é muito gostoso, quando feito por alguém que conhece o assunto, sei muito bem que você teve orgasmo com a minha língua. Confesse, menina, você gostou, não adianta negar. Raquel tentou desviar o olhar, mas dominada por ele, apenas consegue murmulhar, bem baixinho: - Sim gostei...e começa a soluçar como uma menininha pega fazendo arte.
Marcelo sai de cima da garota e exulta com a confissão dela: - então, minha garotinha, vou preparar você para um mundo incrível do gozo sem limites. Vou fazer você enlouquecer de tanto prazer. Raquel fica muda, não sabe como agir, sente medo e ansiedade, misturados com uma espécie de expectativa, ao se sentir dominada por ele. Isto lhe estar causando um estranho encanto. Roberto busca mais quatro tiras de couro e prende as coxas dela, logo acima dos joelhos com duas tiras e depois faz o mesmo com os tornozelos. Ela treme com medo, mas nada pode fazer. Ele age com calma e precisão. Prende as coxas da garota nas laterais da cabeceira da cama, bem junto com os seus bracinhos e faz o mesmo com as tiras dos tornozelos. Nesta estranha posição ela fica toda aberta, dobrada sobre sua barriga e as tiras levantam sua bunda do colchão.
A cama é muito larga e ela é demasiadamente esticada, sentindo seus membros ficarem dormentes. Outras tiras de couro são passadas em sua cintura e presas nas laterais da cama. A posição é vexatória e muito incomoda e a imobilizam por completo. Respira com muita dificuldade e seu coraçãozinho bate a mil por horas, dominada por grande terror. Roberto observa a bucetinha e o ânus da menina cobertos por escassos pelos e resolve depilar a menina, vai até o pequeno baú e traz alguns objetos. Mas antes ele posiciona um grande espelho, preso em uma espécie de tripé, de tal maneira que ela possa enxergar todo o seu corpo. Ele se posição em frente da menina, entre suas coxas e inicia o uso de uma pequena máquina elétrica, própria para depilação feminina. Até os pelinhos do ânus são depilados. Depois inicia a massagear a testa da vagina, os grandes lábios e o cuzinho, com uma espécie de pomada.
Quando termina, Raquel observa, horrorizada, que ela está mais lisa do que bucetinha de um neném. Nesta incomoda posição sua bucetinha está aberta e os grandes lábios afastados, sua cabeça está bem pertinho de seu ventre e ela nem necessita do espelho para se observar. Depois com uma pequena ampola, injeta todo o conteúdo na bunda de Raquel. Ela grita de dor, mas ele a acalma: - São se assuste, meu amorzinho, isto é para você saber apreciar melhor os prazeres que vou lhe proporcionar. Ele se afasta e sai do quarto, levando duas ampolas; deixando Raquel sozinha. Ela sente alívio com a saída dele, mas está de tal maneira amarrada, que não consegue mover nenhuma parte do corpo. Mas aos poucos ela começa sentir uma espécie de euforia, de bem estar e fica completamente sem ação, mergulhando numa espécie de letargia.
Roberto vai até o primeiro quarto e observa Vera mergulhada entre as coxas de Bruninha, enquanto Raul, tem o seu caralho todo enterrado na boca da garota. Bruninha solta uns roncos abafados e deixa escorrer pelos cantos dos lábios restos de esperma. Ele se aproxima do trio e diz: - Gente está na hora, vamos juntar estas belezinhas. Bruninha se assusta com a entrada de Roberto, quer fechar suas coxas, envergonhada, mas Vera não deixa e continua a chupar a menina. Mesmo nesta situação, ele se aproxima do trio e rapidamente, sem que Bruna possa perceber, injeta todo conteúdo da segunda ampola na coxa da jovem.
A menina, mesmo com os estímulos que Vera e Raul lhe proporcionam sente uma sonolência muito grande e mergulha em apatia muito intensa e seu corpinho fica entorpecido. Roberto, feliz com os acontecimentos, murmura: - pronto pessoal, agora só falta a nossa pequena Viví, a “estrelinha preferida” dos nossos filminhos. Roberto, Raul e Vera deixam Bruninha estirada na cama, nua e toda gozada e se dirigem ao quarto onde Marlene e Viviane estão.
Marlene percorre o corpinho de Viví com a língua, que corresponde com igual volúpia, tomada por um desejo sem limites. Ela não sabe o porquê, mas sente um desejo muito grande em se entregar sem reservas à Marlene. Ela ainda está sob os efeitos da bebida, que ingeriu em doses cavalares, mas isto não impede que sua vontade de gozar com Marlene seja atenuada. Leva um sobressalto, quando Roberto, Raul e Vera entram, sem nenhuma cerimônia, no quarto. Ela tenta esconder sua nudez sob o corpo de Marlene, mas de nada adianta, pois os três invasores se aproximam e se sentam na cama, um em cada lado e Vera, nos pés. Viviane fica acabrunhada com o flagrante sofrido. Marlene, calma, continua a beijar e sugar os seios da menina, que envergonhada não mais corresponde e olha de soslaio o trio importuno.
Aos poucos volta a sentir prazer com Marlene sugando seus mamilos e o inusitado da situação. Sente quando Vera, separa suas coxas e enfia a boca em sua buceta. Ela se vê, como num passe de mágica, transportada a outro mundo, em outra época e o “quarteto diabólico” se atira, novamente, sobre o corpinho indefeso da menina. Ela é penetrada e violentada, pelos quatros, que usam de todo o sadismo de que são capazes. Mais o absurdo de tudo é que ela gosta imensamente de ser possuída, desta maneira brutal, por eles. Sente orgasmos múltiplos e grita de prazer no auge do gozo.
Finalmente, depois de quase duas horas de intenso sexo grupal, Viviane se vê saciada e os atos libidinosos ali praticados a fazer chorar arrependida. Neste momento, Roberto injeta na menina todo o conteúdo da terceira ampola. Ela fica entorpecida e sonolenta.
Muito tempo depois, as três amiguinhas, Viví, Bruna e Raquel despertam, deitadas em um chão áspero, completamente nuas, em uma sala ou quarto com bem pouca luz. Elas se sentem entorpecidas e com muitas dores pelo corpo. Se olham sem muita percepção da realidade. Mas aos poucos começam a entender tudo o que aconteceu. Sabem que foram embriagadas e drogadas pelos dois casais e que foram defloradas por eles. O horror se estampa nos rostinhos das meninas e elas proporcionam um festival de choros e gritos histéricos e de pedidos de socorro, mas nada acontece e muitas horas depois, o trio jaz exausto e se acalma, pois tem ciência da inutilidade dos gritos e pedidos de socorro.
As meninas estão tão humilhadas e envergonhadas por se encontrarem nesta situação, que prostradas nem conversam entre si. Elas sabem que foram extremamente imprudentes em aceitarem o convite para passarem todo o domingo, na casa deles, sem ao menos avisar aos seus pais. Sabem que não deveriam ter aceitados bebida alcóolicas e muito menos dançar de forma tão indecente. Elas, na verdade, estão se culpando por estarem nesta situação. As horas transcorrem e elas estão sentadas em um canto, bem juntinhas e com os braços envolvendo os joelhos; seus rostinhos, molhados por um mar de lágrimas, evidenciam o medo que sentem, pois não sabem o que eles vão fazer com elas.
Os seus sequestradores entram no quarto e ficam parados as observando, elas se encolhem ainda mais e olhem o quarteto assustadas e com muito medo, cheias de desesperos. Eles sorriem e parecem amigáveis e um fio de esperança surge, com a atitude deles. Raquel e Bruninha não tem coragem de falar nada, mas Viví, por se sentir responsável por suas amigas, implora que eles a libertem: - Por favor, nos soltem...não iremos denunciá-los, vamos ficar de boca fechada e não contar para ninguém o que aconteceu. Eles cortam o tímido pedido da menina, com gargalhadas e Marlene, se aproxima de Viví, com um olhar de deboche: - Como você é burra, achas que vamos acreditar que vocês vão ficar de bico fechado? Não, minhas gatinhas, não iremos soltar vocês, pelo menos tão cedo. Vamos usar as três em nossos projetos, pois isto sempre foi nossa intenção; desde o nosso primeiro encontro no shopping. Foi tudo muito bem esboçado. Vocês, forem muito idiotas ao caírem em nossa armadilha com tanta facilidade.
As três, se encolhem ainda mais, como que procurando proteção entre si, seus olhos demonstram o enorme pavor que invade seus corações. Vera, interrompe a fala da cúmplice: - Vocês terão de nos obedecer em tudo, não vamos aceitar nenhum tipo de rebeldia, serão nossas escravas, pelo tempo que nos for conveniente. Se forem boazinhas serão recompensadas, se forem meninas más, serão castigadas. Apesar do todo terror, demonstraram revolta; não estavam dispostas a colaborar em nada: - Vão para o inferno, vocês não passam de animais, que devem ser internados como malucos! Foi a exclamação de Raquel.
Bruninha, incentivada pelas palavras da amiga, emendou: - É isto mesmo, nós não vamos obedecer vocês em nada, e acho melhor nos soltarem! Viví, se encolheu ainda mais, parecia um feto, buscando a proteção do ventre materno. Em sua cabecinha, fluíam lembranças, como em um sonho, de sofrimentos terríveis em um passado enterrado em sua memória.
Roberto se aproximou do grupo: - Já que é assim, vamos ter de ensinar vocês a nos obedecerem! Puxou de dentro de uma mochila, quatro chicotes com cabo de couro, em forma de rabo de cavalo, pois cada um tinham dezenas de pequenas tiras roliças, também de couro. Distribuiu entre os comparsas e então teve início uma impiedosa e cruel seção de tortura. Os corpos despidos das pobres meninas eram açoitados covardemente. Elas corriam de um lado a outro do quarto, procurando fugir do castigo, mas sempre tinha um ou dois chicotes a atingindo. Alucinadas, se abraçavam procurando proteger o rosto e suas partes íntimas, tudo inútil, foram surradas até a exaustão pelo quarteto. Agora caídas no chão, sem mais capacidade de reação ainda eram fustigados nas costas pelos sádicos carrascos.
Raquel, que os chamou de malucos e animais, foi a que apanhou mais e, agora, abatida, a pobrezinha implorava por clemência. Eles batiam nas garotas, com grande conhecimento das práticas do sadismo. Pois apesar de causarem fortes dores, as chibatadas não cortavam a pele, apenas fortes vincos avermelhados causados pelas pancadas, nas carnes tenras. A crueldade e a ferocidade do ataque, durou muito tempo, apenas interrompido por breves momentos, quando eles se aproximavam das meninas e indagavam: - E agora, cadelinhas, vocês estão convencidas da necessidade da obediência absoluta das nossas ordens? Somente quando conseguiram a total e irrestrita submissão às suas vontades, eles cessaram de surrar as jovens.
Viviane, Raquel e Bruninha ficaram caídas no chão, com seus corpinhos totalmente cobertos por vergões vermelhos arroxeados; rostos, seios, costas, nádegas, coxas, absolutamente nada escapou das doloridas chicotadas. Elas gemiam e soluçavam pelas dores que estavam sentindo. Agora, foram coagidas, por meio tão cruel, que a única maneira de deixarem de sofrer, seria a obediência total aos sádicos que as mantinha encarceradas. Pobres e infelizes meninas, não sabiam que mesmo a obediência total, não as livrariam dos castigos físicos, pois o Quarteto Diabólico tinha decidido que, já que o sofrimento das garotas, lhes trouxe enorme prazer, o mesmo poderia acontecer com o pessoal que curte a perversão sexual e que consomem filmes de sadismo extremo.
Portanto estava decidido, além dos filmes de sexo explícito que iriam fazer com as jovens, produziriam também filmes reais de sadismo. Estes filmes, são mais vendáveis e trazem enormes lucros a seus produtores e distribuidores, se os “atores” não são profissionais do ramo. Uma artista pornô, não pode plagiar o desespero real de uma jovem ao ser seviciada. Assim ficou decidido e assim foi realizado. As ninfetinhas foram as principais protagonistas de mais de uma centena de filmes de sexo explícito e de sadismo extremo. A perversão e o sadismo do quarteto não tinham limites, a excitação e o prazer deles era proporcional à dor e ao sofrimento que causavam às garotas. Quase a totalidade dos filmes foram comercializados em diversos países, trazendo ao grupo enormes lucros.
As meninas estão aprisionadas a mais de um ano Elas não têm condições de avaliar o tempo transcorrido, pois quase sempre estão sob o efeito de fortes entorpecentes. Fechadas em um quarto, mobiliado apenas com uma cama de casal e uma mesa. A pequena janela é gradeada e o pequeno banheiro, nem porta tem. Elas são alimentadas três vezes por dia e, lhes é fornecido não mais uísque, mas aguardente pura, que são forçadas a beber e muitos tipos drogas, pois desta maneira, eles as mantém, escravizadas as suas vontades, sem nenhuma capacidade de se opor a eles.
Agora elas são verdadeiros farrapos humanos, sem nenhuma distinção do que é certo ou errado. As lembranças de suas famílias ficaram enterradas no passado. Foram condicionadas à viverem de sexo, drogas e bebidas, nada mais tem valor para elas. Assim como um cão é amestrado e se subordina ao que lhe é ensinado, as garotas sofrem da mesma “lavagem cerebral” e não tem mais personalidade própria. Este é o triste destino destas imprudentes ninfetinhas.

CAPITULO lll

Mas tudo tem um início, um meio e um fim. As três meninas, suas “artistas” estavam sofrendo com a saturação do mercado e, além do mais estava cada vez mais difícil mantê-las apresentáveis às câmaras, pois a decadência física delas era patente. O quarteto diabólico, decidiu então, que estava na hora de arregimentar “artistas” mais novas e apetitosas, pois o mercado estava bombando à exigir carnes novas. A ganância do quarteto, foi longe demais e eles planejaram e executaram um plano perfeito e conseguiram capturar e levar para o seu covil, sete belas jovenzinhas, com idade entre 16 e 19 aninhos. Elas foram selecionadas e escolhidas, dentre centenas, que se apresentaram à uma “agencia de propaganda” que estava selecionando moças para o lançamento de uma nova marca de enlatados.
Diga-se que o produto e o lançamento eram genuínos e que a “agência” conseguiu a conta por oferecer, diretamente ao proprietário da pequena fabriqueta de enlatados, condições demasiadamente vantajosas, eliminando assim qualquer ideia de abrir a terceiros o tal lançamento. As jovens ao se apresentarem à agencia eram fotografadas de corpo inteiro e de perfil. Eram sabatinadas e uma ficha completa delas era preenchida. Depois da seleção, apenas duas mocinhas foram escolhidas e iniciaram a participação do lançamento do produto. Tudo muito perfeito e legal, mas as reais intenções do quarteto era selecionar garotas para os seus “filmes”. Sendo assim, agora eles estavam de posse de um vasto “fichário” com todos os dados das mocinhas. Logo eles iniciaram uma rigorosa seleção das novas pretendentes ao mundo “artístico”. Eram rigorosos, pois elas teriam de atender a requisitos básico: Beleza de rosto e corpo, quanto mais bela maior pontuação, serem ou parecerem ingênuas, não serem filhas de “figurões”, serem da classe média e, o mais difícil e complexo, serem virgens.
Está última condição foi obtida de modo indireto por Marlene e Vera, que sutilmente, conseguiram ter a amizades de algumas meninas, pois elas tinham o máximo interesse em cativar a “diretora executiva” e a “secretária” da agência, pois assim teriam mais “facilidades” na hora de serem selecionadas. A atração das selecionadas foi relativamente fácil e o modus operandi foi o mesmo. Vera ou Marlene ligavam para a vítima escolhida e se apresentam como funcionárias da agência e as meninas fascinadas pela possibilidade de conseguirem uma vaga, logo tinham as perspectivas renovadas: - Oba! Eles ligaram, talvez tenham alguma coisa para mim! Informavam que elas foram muito bem avaliadas e que tinham despertado o interesse de um grande grupo empresarial. As meninas eram, então convidadas a comparecem à “sede campestre” da empresa, para a escolha final. Trinta e duas radiantes moças foram contactadas desta forma, mas apenas dezoito compareceram. Destas, apenas sete puderam ser escolhidas, as outras onze foram “eliminadas” por meio de “critérios” diversos, mas a real razão foi que as meninas acompanhadas por terceiros, seja pai, mãe ou alguma outra pessoa, eram sumariamente rejeitadas.
As sete felizes mocinhas que seriam “contratadas”, logo foram convidadas a participarem de um lanche, em outro local, enquanto a tal sede campestre, era rapidamente desmontada e virou apenas um galpão abandonado. No novo local para onde foram levadas, elas receberiam as instruções finais. Lá, em volta de uma grande mesa o tal lanche, com muito refrigerantes, foi servido. Desde que comeram o primeiro salgadinho ou tomaram um gole de refringente, as sete belas ninfetinhas, já estavam “contratadas”, à revelia, para serem as protagonistas dos filminhos sadomasoquistas e de sexo explícito, que seriam produzidos pelo quarteto diabólico, pois estavam ingerindo fortíssimos entorpecentes, que as incapacitariam por muitas horas
O quarteto abriu o jogo, sem mais se importar com as reações das jovens, explicando as meninotas, que, na verdade, elas foram selecionadas para atuarem em alguns filmes pornôs, que seriam rodados em outra cidade e que nesta mesma noite todas fariam a viagem.
As garotas ficaram chocadas, assustadas e revoltadas com a notícia e protestaram, e se sentiram ludibriadas e que sendo assim, passaram a exigir que eles a levassem de volta para a cidade imediatamente e que dariam queixa à polícia, pela tentativa de aliciamento de menores.
Mas o quarteto, não se deu por achado: - Meninas vocês não perceberam a situação, não têm opção, serão as estrelas dos nos pornôs, pois foram especialmente selecionadas, com muito cuidado, para serem as protagonistas destes filmes e serão forçadas atuarem. Vocês, hoje à noite serão transportadas para o local da locação e, não terão mais a opção de desistência, pois agora já é muito tarde para isso. As garotas ficaram chocadas com o atrevimento da equipe e reafirmaram que nenhum contrato fora firmado e que assim elas não seriam obrigadas a nada. As garotas contrariadas e, algumas já alarmadas com o rumo dos acontecimentos, queriam ir logo embora, para suas casas.
Roberto contestou: - Vocês não assinaram nenhum contrato, mas nós já assinamos e já vendemos alguns filmes. As fotografias de todas já fazem parte da divulgação dos filmes, juntamente com alguns dados de suas fichas. Os compradores de nossos filmes estão ansiosos por ver a atuação de vocês. As jovens, agora, já apavoradas, tendo noção do que se tratava, correram em fuga desordenada para as saídas, tentando escapar, cada uma por si. O quarteto nem se preocupou em impedir esta debandada, pois as garotas quase não conseguiram chegar ao salão principal e, cambaleando como se estivessem totalmente bêbadas, foram caindo, uma a uma, ao chão, como avezinhas baleadas por um caçador implacável.
Algumas chegaram até o portão principal, outras até o jardim frontal, mas nenhuma conseguiu se afastar mais do que vinte metros. Elas foram “abatidas” pelo poderoso e eficiente entorpecente que lhes fora servido em doses “cavalares”, junto com os refrigerantes e salgadinhos. O quarteto diabólico recolheu todos as meninas, algumas apresentavam pequenos ferimentos pelas quedas. Logo iniciaram os preparativos para conduzirem as garotas para o local onde seriam rodados os tais filmes, noutra cidade, bem longe de Brasília.
As sete belas adolescentes tiveram todos os seus pertences, inclusive celulares e roupas, queimados em um fogão a lenha. Uma a uma foram totalmente depiladas e foram submetidas a exames para verificação se realmente eram virgens, apenas uma não o era, mas continuou no grupo, por segurança operacional. Receberam novas e fortes doses de entorpecentes, para mantê-las inconscientes durante todo o período de deslocamento. Mas para evitar surpresas, todas foram fortemente amarradas e amordaças e “ensacadas” em bolsas de lona preta, devidamente lacradas com grossos fios de nylon; apenas alguns furos, na altura das bocas, para facilitar a respiração. As sete bolsas foram jogadas, como sacos de batata, no fundo da carroceria de um pequeno caminhão baú.
O caminhão recebeu carregamento completo de caixas de tomates, que encobriu totalmente as preciosas cargas no fundo do baú. Tudo devidamente pronto, as meninas seguiram viagem, tendo Roberto como motorista e Raul como seu ajudante. Tinham toda a documentação legal, para justificar o transporte de perecíveis. Passaram por duas barreiras federais e três estaduais e em algumas a carga foi, superficialmente inspecionada. Foram liberados e seguiram viagem. Ao entardecer do dia seguinte, depois de quase vinte horas de viagem, chegaram ao seu destino. Vera e Marlene, já lá estavam, a espera da preciosa carga.
Viviane, Raquel e Bruninha, estavam trancadas no quarto, a mais de vinte dias, sem receber nenhuma visita dos seus carrascos. Estavam com muita de fome, pois antes deles partirem deixaram, empilhados num canto do quarto, uma quantidade enorme de alimentos, não perecíveis e muitos litros de água mineral. Sofreram muito com a falta das drogas e do álcool e, porque não dizer, do sexo, pois elas estavam viciadas nestas três coisas. As meninas, com o passar dos dias e sem nenhuma notícia do grupo, resolveram racionar comida e bebida. O quarto estava uma bagunça completa, com caixas e mais caixas vazias de alimentos espalhadas por todo canto, assim como litros vazios de água.
Pelo menos a ausência deles, permitiu a recuperação, mesmo que parcial, das condições físicas e mentais das meninas, já que elas não mais eram forçadas a praticar sexo explícito e sofrerem as seções de torturas, para os tais filmes. Viviane, mais animadinha, pediu ajuda para dar uma limpeza em “nossa casa”, a ideia foi encampada por Bruninha e Raquel e elas iniciaram a desmontar as caixas vazias e a empilhar os papelões. Um monte bem alto se formou e os litros foram colocados dentro de algumas caixas que ficaram inteiras. Esta atividade foi um santo remédio para elas, pois quebrou o tédio do passar dos dias sem nada a fazer.

CAPITULO lV

Certa tarde, o trio teve sua atenção despertada, por muito barulho e vozes pela casa e, souberam então, que eles tinham voltados. Ficaram animadas, pois agora poderiam receber as suas doses diárias das drogas, que tanto necessitavam, beber a vontade e, praticarem sexo com eles. Elas adoravam tudo isto, somente as seções de tortura não era bem vinda, mas mesmo assim, elas ficavam excitadas com as seções de sadismo. Tudo era uma questão de hábito e elas praticavam isto a muito tempo, não tinham condições de saber o quanto.
A porta se abriu e elas sorriram para seus carrascos, felizes com a chegada deles. Sem nem cumprimentar as garotas, foram logo esvaziando do quarto de todo o entulho acumulado, inclusive das caixas que ainda tinham alimentos e de alguns litros com água. Depois, sem maiores esclarecimentos, começaram a entulhar o quarto com pesadas bolsas de lona preta. Eram sete bolsas, que ocuparam grande parte do quarto. As meninas, como sempre faziam, não questionaram absolutamente nada, estavam condicionadas a agirem assim, mas a curiosidade estava estampada em seus rostinhos.
A única ordem recebida foi dada por Vera, ao sair e fechar a porta: Meninas, esvaziem estes sacos e cuidem muito bem do que está dentro, pois daqui em diante esta será a função de vocês, sabem muito bem que devem obedecer nossas obedecer sem nenhum questionamento.
As garotas concordaram com o meneio de cabeças e se olharam surpresas com o inusitado da ordem recebida, se aproximaram receosas dos sacos empilhados no canto. Com a pontinha os pés Bruninha tocou um dos sacos e recuou assustada: - Gente aí dentro tem uma coisa mole, estou com medo de abrir. Viviane e Raquel concordaram com ela, porém não podiam deixar de obedecer a ordem recebida: - Vamos puxar um saco para o meio do quarto e abrir com muito cuidado, não deve ser nenhum bicho, pois não há nenhum movimento dentro. Cautelosamente, elas com alguma dificuldade, puxam a bolsa mais acessível e tentam abrir a boca, que está fechada com muitas voltas com fio de nylon, elas não têm tesoura ou faca para a tarefa e isto se torna muito difícil.
Com muito medo, elas iniciam a afastar as bordas do saco para ver o que tinha dentro, é então que levam um tremendo susto, pois descobrem a cabeça de uma mulher loira. Elas pulam para o canto oposto do quarto e se abraçam em pânico: - Tem uma mulher morta aí dentro! Eu não vou abrir mais nada, eles nos trouxeram cadáveres, será que querem nos alimentar com carne humana! Esta foi a exclamação de Raquel. Viviane, com os olhos arregalados, indaga:- Será que ela está realmente morta? Com muito cuidado, o trio se aproxima novamente do saco e Viví com a mão tremendo de medo toca com as pontas dos dedos no rosto da mulher e tem uma surpresa: - Ela não está fria... está viva!
As jovens se entreolham temerosas e com curiosidade, resolvem tirar a mulher do saco e ver do que se trata. Surpresa maior anda, pois descobrem que é uma moça loira, muito jovem, profundamente adormecida, ela está amordaçada e tem os braços e pernas amarrados com grossas fitas de couro. Elas tiram mordaça e verificam que a garota é muito linda e que respira com dificuldade. Automaticamente desviam o olhar para os outros sacos e cada uma, sem necessidade de se falarem, tem o mesmo pensamento:- será que todos têm o mesmo conteúdo? Rapidamente abrem o segundo saco e nele encontram outra jovem, nas mesmas condições da primeira.
Jovem, bonita e inconsciente. Elas nervosamente abrem todos os sacos e o resultado é o mesmo. Sentam na cama e ficam olhando para as sete jovens, ainda dentro dos sacos, pois elas tinham liberados somente suas cabecinhas. Todas domem profundamente e as meninas percebem que foram dopadas. Então elas têm a exata noção do que se trata. Os bandidos sequestraram as jovens, tal como fizeram com elas e provavelmente as submeteriam as mesmas torturas e humilhações que sofreram e sofrem. Veio à mente das meninas as palavras de Vera:- “cuidem muito bem do que está aí dentro, pois daqui em diante esta será a função de vocês”. Então elas teriam de ajudar os canalhas a maltratar as garotas?
Aquilo revoltou muito as três, sentimento que a tempos não sentiam. Rapidamente foram retirando as jovens dos sacos, tirando as mordaças e as livrando das amarras. Todas estavam nuas e depiladas, o que reforçou a ideia do que eles pretendiam fazer com elas. Todas tinham em comum a pouca idade e a beleza. Mas uma coisa estava a preocupar Viviane e suas duas amigas, as jovens continuavam sobre o efeito dos entorpecentes e não davam sinal que iriam acordar tão cedo.
Horas depois, as novas prisioneiras, começaram a acordar, foi um tremendo caos no pequeno quarto, as meninas transtornadas, choravam e berravam sem controle, pois começaram a entender tudo o que lhes tinham acontecidos. Vivi, Bruninha e Raquel, muito assustadas, se refugiarem em um canto do quarto e abraçadas e ficaram a ver a berreiro das sete novas moradoras, que pareciam nem se importar com a presença do trio.
Mas pouco a pouco tomaram ciência das três, encolhidas e abraçadas e ficaram assombradas com o estado físico delas. Magras, com diversas marcas vermelhas pelo corpo e com profundas olheiras.
- Quem são vocês? O que fazem aqui? - Esta aqui é a Bruna, está é a Viviane e eu sou a Raquel. Nós fazemos filmes com eles há muito tempo.... É muito gostoso fazer isso! Dá um tesão danado! Eles nos dão bebidas e drogas. Bruninha, com voz rouca, completa: - É sim... e eu gosto muito de beber... a gente esquece de tudo! Se formos boazinha eles não judiam de nós, completa Vivi... eu vou ensinar tudo para vocês.... Eu sei como lidar com eles! Obedeçam em tudo o que eles ordenarem, assim não serão surradas.
- Minha nossa! Estas três estão em um estado de dá pena! – O que eles fizeram com vocês? Exclamou uma das novas garotas. Vivi, num lampejo de lucidez, cai no choro e respondeu à pergunta da jovem, estendendo, os bracinhos para ela: - Eles judiam muita da gente... por favor, nós leve para as nossas casas. Apesar da situação aflitiva que se encontravam, se sentiram penalizadas com o rogo da infeliz menina, sabendo que, elas mesmas, também estavam aprisionadas.
As 10 garotas ficaram amontoadas no pequeno quartinho, por cinco dias, sendo tratadas como galinhas em um galinheiro, com a comida e a água, lhes sendo servida em enormes terrinas de barro, sem nenhum talher para usarem, eram obrigadas a usarem as mãos para se alimentarem. Sem nenhuma atividade, circulavam pelo pequeno recinto, com os seus belos corpos despidos, com o desespero e o medo tomando de suas almas.
Tudo aquilo fora cuidadosamente preparado pelo quarteto, para quebrar o ânimo das jovens, as tornando mais facilmente manipuladas. No sexto dia, os endiabrados deram entrada no recinto e as meninas, acovardadas, se amontoaram em só canto do quarto, com o medo as invadindo por inteiro. Cada qual trazia um longo chicote de couro cru, mas Roberto, empunhava, também um revolver 38.
- Meninas, nós viemos até aqui, para termos uma longa conversa com vocês e quero que nos ouçam com muita atenção. Vocês não são burras e já sabem quais as nossas intenções, em mantê-las como nossas prisioneiras. Já tocamos no assunto, na reunião anterior. Serão nossas estrelas em filmes pornôs e não há nada que possa impedir isso. Percam todas as esperanças de se verem livres da gente. Não existe nenhuma possibilidade disso acontecer. Ninguém sabe do paradeiro de vocês, na verdade nem vocês sabem onde estão. São mais de 800 quilômetros de Brasília, num lugar remoto, longe de tudo e de todos.
Tomem como exemplo estas três... elas estão conosco a mais de um ano e já participaram de pouco mais de cem filmes. Elas já aprenderam que nos devem obediência absoluta... já foram bem domesticas. Querem uma prova disso? Vou lhes mostrar!
- Bruninha, venha até aqui... venha de quatro e latindo como uma cachorrinha. As jovens, aterrorizadas, presenciaram quando Bruninha, ficou de quatro no chão e foi até Roberto, fazendo imitação de latidos e depois passou a lamber os dedos dele estendidos. – Agora role não chão, como uma boa cadelinha. E foi o que ela fez. – Foi com o coração partido, que viram aquele ato repugnante, com a jovem sendo submetida de fora tão abominável à cena tão humilhante. E o pior era que a sofrida menina, fazia tudo aquilo, parecendo estar contente. Depois ele tirou do bolso um pequeno pacote e o jogou no chão. – Tome minha cachorrinha obediente, você mereceu. A infeliz menina, se atirou sobre o pacote e, com avidez, esparramou todo o pó no piso e começo a cheirar e a lamber, até não restar ais nada.
Cena tão deprimente, revoltou as garotas, que não podiam acreditar no que estavam vendo, pobre jovem, não passava de uma coisa, com a mente destruída pelas drogas, bebidas e principalmente pelo sofrimento. Vendo Bruninha lambendo o chão, como um animalzinho, Vivi se aproximou de Roberto e, choramingando, lhe suplicou: - Eu também quero um pouco...por favor... só um pouco: -Vera, atenda ao pedido da putinha! Vera jogou em direção de Vivi e de Raquel, duas trouxinhas do mesmo pó. – Tomem meninas, é para as duas, se divirtam!
Raquel e Vivi, se atiraram como dois animais aos pacotes caídos no chão e fizeram como Bruninha.
- Vocês viram como estas bichinhas estão domesticadas? Nós as domesticamos muito bem e agora elas nos pertencem de corpo e alma. Vejam só esta aqui, falou ele, apontando para Vivi, cheirando o pó com gula no chão, Ela é a Viviane, a filha de um diplomata, lá da cidade de vocês. Ela já está conosco pela segunda vez e a coitada nem tem lembrança da primeira... é uma infeliz, que agora não tem nenhuma lembrança de quem é.
As prisioneiras, estavam totalmente horrorizadas com as cenas que estavam vendo e as condições desumanas das três garotas. Com a alma em pânico, se abraçavam, com um terrível medo as invadindo, sem nem conseguirem pronunciar uma única palavra.
Aí foi a vez de Marlene falar: - Vocês sete foram selecionadas criteriosamente dentre centenas de outras jovens. Perdemos nosso precioso tempo as escolhendo à dedos, são todas jovens, de beleza incomum e corpos esculturais. São todas virgens, com exceção de uma, que já foi fodida, não vou dizer qual; por isso tudo, queremos colaboração total de vocês. Queremos que participem de nossos filmes, sem muitas lamúrias. Não lhes restam outra alternativa, é colaborar ou colaborar.
Vera logo, emendou: - vejam estas infelizes aqui no chão... elas estão com o corpo e a alma em petições de miséria, nós as destruímos por completo e agora não passam de simples farrapos humanos, a mendigar por bebidas e drogas.
- Com vocês sete, não há nenhuma necessidade de fazermos isso...se nos obedeceram de boa vontade em tudo, a gente não vai as obrigar a beber e nem a ingerir drogas, a não ser que queiram, é logico.
Agora vamos sair e esperar por algum tempo, até que reflitam Colaborar com a gente ou ficarem iguais a estas ai! São as duas únicas opções, não há outras. As meninas que resolverem colaborar, serão levadas deste lugar fedido e irão morar em ótimos quartos suítes, serão bem alimentadas e vestirão roupas limpas, mas as que quiserem bancar as duronas, ficaram aqui e sofreram do mesmo tratamento destas três, muita droga e bebida e muitas surras e serão igualmente obrigadas a participarem dos nossos filmes. Dentro de quatro dias, retornaremos, e vamos querer saber qual a decisão de cada uma de vocês.
O quarteto diabólico, saiu do quartinho, mas deixando para Vivi, Bruna e Raquel, três garrafinhas de aguardente, que as seguraram com avidez.
Mal os canalhas saíram, as três, cada uma em um canto, trataram virar boca abaixo o conteúdo das garrafas.
Quatro dias, encarceradas naquele miserável quartinho, foi tempo mais do que suficiente, para que tomassem uma decisão. Foi muito difícil, sabiam que de qualquer jeito seriam obrigadas a participarem dos pornôs, sóbrias e colaborando ou drogadas e bêbadas, com muita porrada no corpo. O que ajudou na tomada de decisão, em primeiro lugar foi ao verem o que restava das infelizes mocinhas e em segundo pelo convencimento de Bete, uma garota de 19 anos (a que não era mais virgem).
- Meninas, nossa situação é terrível, caímos nas mãos de uma quadrilha, que faz filmes pornôs e nos querem usar para isso. Eles são muito bem organizados, vejam o tempo que gastaram nos selecionando. Foi tudo muito bem planejado e duvido que os nossos parentes saibam onde estamos, se nó mesmo não sabemos de nada. Vejam o que fizeram com estas três coitadas! Me lembro bem, quando foi anunciado, com estardalhaço, o sequestro delas, a muitos meses atrás e apesar das buscas ninguém soube saber do paradeiro delas. Agora chegou a nossa vez. O que acham que vai acontecer? Algum herói de cinema vai aparecer e nos salvar! Acho que não. Teremos de tomar uma decisão! Sei que todas são virgens, eu não sou mais, e que perderão suas virgindades de qualquer modo, colaborando ou …. Como estas três infelizes, sendo drogadas e surradas impiedosamente! Eu já tomei a minha decisão, cada uma que faça a sua escolha!
No quarto dia eles retornaram e exigiram uma resposta. Cinco das sete, decidiram aceitar as propostas dos canalhas, mais duas, não.
Todas as oito foram imediatamente levadas para o andar inferior e alojadas em um enorme quarto, mais um salão, com muitas camas, armários e mesas com cadeiras. Um verdadeiro “dormitório coletivo” de meninas em férias. Tinha até dois banheiros com box e banheira. Vivi, Raquel e Bruninha, ficaram encantadas com a mudança.
Bete, que se tornou o porta voz das prisioneiras, com muito jeitinho disse que elas iriam procurar ser obedientes a eles, mas pediu que não mais dessem drogas e bebidas à Vivi, Raquel e Bruninha, pois se continuassem a fazê-lo, em pouco tempo eles teriam cadáveres em suas mãos. Por incrível que pareça, eles concordaram como pedido de Bete.
Lucia e Alice, as duas que não aceitaram colaborar com eles, ficaram aprisionadas no andar superior, no quartinho fedido. Disseram que só mortas aceitariam serem estupradas sem reagirem a tamanha indignidade. Pobres e inocentes garotinhas, não seriam mortas, nem teriam condições de reagirem em nada as violências que sofreriam.
No dia seguinte, as meninas receberam, em seu novo alojamento, a visita do quarteto. – Venham vocês cinco com a gente. Tremulas de medo e ansiedade, as jovens, pela primeira vez deram entrada num dos estúdios de filmagens dos safados. Meninas, vocês são novas aqui e não sabem das nossas regras Vocês vão aparecer nuas em nossos pornôs. Os vídeos serão distribuídos para todo o mundo, mas não no Brasil, queremos as proteger, de futuramente, serem vistas como atrizes de filmes pornôs.
Mas queremos as apresentar aos nossos clientes, mundo afora, como as nossas novas “contratadas”, as exibindo em um pequeno curta, mostrando os seus belíssimos corpos, para aguçar o apetite deles por vocês sete, pois as duas teimosinhas também vão ser apresentadas.
-Queremos que tirem as roupas, ali naquele cantinho e retornem aqui, para iniciarmos as primeiras tomadas. Muito ansiosas e tremendo de medo, as cinco foram até o reservado indicado e titubeantes, tiraram as roupas ficando peladas, mas não voltaram logo, cada qual esperando que a outra saísse primeiro, até que Bete tomou a iniciativa. Fiquem as cinco, sentadinhas neste banquinho de madeira e aguardem que sejam preparadas para as cenas das primeiras tomadas. Lembrem-se que prometeram obediência, mas pelas dúvidas, vejam o que está nas mãos de Raul. Estremeceram de medo quando viram na mão do cara, um comprimido cassetete de borracha, desses que alguns policiais usam, para “amansar” alguns meliantes.
CAPITULO V

Já quase se “borrando” de tanto medo, as jovens ficaram sentadinhas, sem ação, enquanto Vera e Marlene, tratavam de as vendar com largas tiras de pano preto. – Fique quietinhas garotas isto faz parte do roteiro do vídeo de apresentação de vocês. Depois que todas foram vendadas, sentiram que eles estavam prendendo seus pulsos com tiras de couro uma não sabendo do que estava acontecendo com a outra. Puderam ouvir o ranger de rodas se movimentando e aos pouco seus braços foram sendo levantados, sob a tração das tiras de couro em seus pulsos.
Foram sendo obrigadas a ficarem em pé, com os braços sendo puxados para o alto e em pouco tempo estavam penduradas pelos pulsos, com os pés a alguns centímetros do chão. Em pânico e com dor nos braços e ombros sustentado todo peço de seus corpos, choravam baixinho.
Pronto meninas, vocês estão quase na posição em queremos as apresentar para as primeiras tomadas. Tenham paciência falta pouco. Agora elas estavam sendo amordaçadas com grandes bolas de borracha, que erram introduzidas bem fundo em suas bocas e presas às nucas por tiras de couro. Depois seus tornozelos amarrados ao tornozelo da jovem ao lado e assim sucessivamente, só as duas das pontas, tiveram seus tornozelos, direito e esquerdo respectivamente, presos por compridas tiras de ouro às paredes do salão de tal maneira que as obrigada a manterem as pernas muito separadas. Assim presas, todas foram obrigadas a abrirem suas pernas. As trações nos dois lados das paredes continuaram sendo exercidas muito forte, com tanta força que agora elas gemiam de dor com os músculos das coxas e pernas, doloridos pelas excessivas aberturas delas.
Agora sim vocês estão como nós quereremos, os caras vão ficar alucinados vendo tantas bucetinhas virgens arreganhadas para eles. Vamos tirar as vendas de vocês, queremos que vejam os olhos de vocês, espelhando todo o pavor embutido neles sendo captados pelas câmeras.
Quando se viram livres das vendas realmente o pavor tomou conta delas, quando viram as jovens Lucia e Alice presas como elas, porem de cabeças para baixo, suspensas pelos tornozelos.
Atenção jovem, vamos iniciar as filmagens, quero muito realismo nisso. Se quiserem gritar e berrar podem fazer à vontade, pois estas tomadas, serão as primeiras de muitas dos vídeos sadomasoquistas que faremos com vocês.
Atenção... Ação!
“Senhores e senhoras, sejam bem vindos ao nosso mundo sadomasoquista. Sou o senhor deste universo de prazeres e emoções que nunca foram capazes de imaginar existir. Aos de corações fracos e sensíveis, aconselho que desliguem seus aparelhos, pois o que verão são somente para os olhos dos mais fortes”
Esta foi a apresentação inicial do vídeo pornô que os doutores Antonio Carlos e Marcelo, seu amigo e sócio, foram convidados a assistirem, na residência do poderoso investidor russo. Eles estavam interessados em atrair capital do russo, para os projetos que estavam desenvolvendo, no centro oeste brasileiro.
Não eram muito ligados neste tipo de filmes, onde imperavam a brutalidade pura e tinham até nojo das mulheres e homens que se sujeitavam a tudo isso a troco de dinheiro. Ainda mais sabendo que a maioria das cenas eram forjadas, com as atrizes e atores, aparecendo no final dos vídeos, trocando amabilidades e agradecendo por serem vistos nas cenas degradantes em que sofriam “falsas torturas”
E o apresentador continuou o seu monólogo, em idioma russo:
“Quero vos alertar que todas as cenas que verão, são verdadeiras, nenhuma das garotas que lhes serão apresentadas, são atrizes profissionais e nunca participaram deste tipo de filme. São todas meninas muitas novas, que nossos produtores “convenceram” a colaborar com a nossa produção. São todas meninas virgens que encontramos em diversas partes do mundo”
“Agora quero lhes apresentar a nossa primeira jovem, esta é a.... bem o nome dela não vou lhes dizer agora, somente nos próximos vídeos. Pois cada uma das jovens que vou lhes apresentar, vai ser protagonista de seu próprio longa sado, portanto tenham paciência e aguardem”
O que viram a seguir assustou Antonio Carlos e Marcelo, pois um cara mascarado, apareceu em cena e após dar uma saudação para as câmeras, se aproximou da mulher suspensas pelos pulsos ao teto do local das filmagens e exibindo um enorme vibrador de borracha, foi enfiando lentamente aquela coisa, na vagina da jovem que se contorcia em dores. Com close na buceta e do vidrador invadindo a pobre mulher, puderam ver assombrados, um filete de sangue escorrer pela coxa esquerda dela. Depois, com aquilo introduzido na jovem, a câmera, foi subindo, sempre e close, pelo corpo da “protagonista” até chegar ao rosto da infeliz, transfigurado pela dor e com uma enorme bola de borracha em sua boca e quando aquela mordaça odiada lhe foi retirada, Antonio Carlos, pode ouvir, em bom português, a suplica cheia de dor e pavor da jovem: - Socorro... me ajudem!
O doutor Antonio Carlos, pálido e com o rosto transfigurado por uma máscara de puro terror, se levantou da poltrona e deu um grito alucinado:
- Elizabeth... minha querida filhinha!!!

CAPITULO Vl

Foi um reboliço danado, na residência do milionário russo! Antonio Carlos não podia acreditar que aquela garota na tela, fosse a sua querida filha, que for sequestrada, junto com mais seis mocinhas, no mesmo dia, a alguns meses atrás. Então as outras seis moças, ali penduradas deviam ser as outras.
O magnata russo, concordou em colaborar, para descobrir a origem daqueles vídeos pois ele tinha com ele mas oito DVD´s, todos tendo como principais protagonistas, as jovens brasilienses. Neles elas eram submetias as mais cruéis e estúpidas barbaridades, numa bestialidade insana, difícil de se acreditar.
A KGB russa, mediante um poderoso “estímulo financeiro”, conseguiu descobrir o esquema de distribuição das fitas, em solo europeu e que o ponto de partida inicial em solo brasileiro ficava na cidade de Fortaleza. Foi montado todo um poderoso esquema de investigação pela polícia federal do Brasil. Ao poucos todos os elos foram se fechando, até que dois meses depois... o local exato onde os pornôs eram rodados, foi localizado.
Numa madrugada, todo o casarão foi cercado por mais de cem federais. Para encurtar a história, quinze pessoas, que faziam parre do bando, foram presos em fragrante, Sendo que Vera e Roberto e mais dois elementos foram mortos, quando tentavam furar o bloqueio policial.
Mas o mais apavorante de tudo, foi quando a equipe localizou as moças... elas estavam física e mentalmente profundamente abaladas. Todas tiveram de ser hospitalizadas e ficaram algum tempo sob tratamento psicológico. Mas o caso de Viviane, Bruna e Raquel foi diferente. Passaram quase oito meses internadas em clínica especializada, mas o estado mental delas não respondia a nenhum tratamento. A tortura física e psíquica a que foram submetidas, foi bem maior do que das outras garotas e as mentes delas não resistiu e sucumbiu. Foram quase três anos de tratamento intensivo
Agora, três jovens, Raquel, Viviane e Bruna, quase que totalmente recuperadas, querem comemorar os seus 21º aniversários, juntas, mas na segurança de suas casas. Nunca mais elas visitaram um shopping ou uma casa de festas. Estas foram as únicas sequelas que lhe restaram, além de apreciarem em demasia o sexo, que praticam sempre que podem.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:31 de outubro de 2014 01:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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