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Vovô Feliciano

VOVÔ FELICIANO
• Juliana é uma belíssima jovem de 14 anos, dona de uma formosura estonteante, um corpo juvenil cheio de curvas e um rosto angelical, pele branca, olhos azuis, cabelos liso e louros que vão até a cintura, 1,65m de altura, com lábios carnudos e olhar acanhado que a todos encantam. Tudo nela forma um conjunto extremamente agradável. Bundinha empinadinha e coxas proporcionais, sem um pingo de barriga. Não usa de nenhum artifício para chamar a atenção, ao contrário, sendo extremamente tímida, busca se vestir sobriamente. Mocinha educava, ama seus pais e suas duas irmãs mais velhas, Muito alegre e simpática, atrai as atenções dos amigos, principalmente dos rapazes. Obediente e estudiosa, segue rigorosamente os conselhos de seus pais e irmãs, que a consideram o bibelô da casa. Devido seu acanhamento nunca teve namorado. Quando recebe galanteios da rapaziada, fica ruborizada, baixa os olhos e não sabe como agir. Ju, como é chamada por todos os colegas da escola, por ser muito inteligente sempre tira boas notas e quando solicitada ajuda os colegas de classe, quando eles apresentam algumas dificuldades em determinadas matérias. Apesar de sua timidez a afastar dos rapazes, todos gostam muito dela, pois sua meiguice e espirito bondoso, a todos cativa. A escola de Juliana fica distante de sua casa, mas a linha de ônibus que ela costuma pegar, facilita seu deslocamento, pois a parada do ônibus está praticamente ao lado de sua escola e o ponto de desembarque uns 500 metros do prédio onde mora, é só cruzar a avenida e uma pracinha muito bem arborizada e pronto, já está em casa. Juliana gosta muito desta praça, pois é onde se habituou a ir para ler e apanhar sol, na tentativa de ficar um pouco bronzeada, pois tem a pele muito branca. Seu lugar preferido na pracinha é um lindo e bucólico quiosque circular, com alguns bancos de madeira. O lugar é sossegado, cercado por lindas plantas que praticamente isolam o local dos apressados passantes. Duas ou três vezes por semana, durante a tarde, Juliana visita o quiosque, pois o sossego ali reinante faz muito bem ao seu modo de ser, permitindo que ela se concentre melhor em suas lições escolares. Seus pais permitem e até aprovam que ela faça suas lições lá, pois seu aproveitamento escolar é excelente e, acima de tudo é um lugar seguro, não visitado por moradores de rua e mendigos. Os homens a seguem com o olhar cheios de cobiça, quando ela vai a pracinha e, acompanham o mover do corpo da graciosa garota, tentando imaginar as maravilhas ocultas sob as suas curtas saias, que deixam vislumbrar um belo par de coxas. Juliana, apesar de tímida e completamente inocente em matéria de sexo, observa a reação que ela causa nos rapazes e, isto lhe traz um estranho sentimento, que ela não sabe explicar. É um mesclado de vaidade, de orgulho e de medo. Medo porque ela está gostando muito de ser observada, de ter para si a atenção deles. Medo porque sente prazer em ser admirada, um estranho prazer, que ela não sabe explicar. Inconscientemente passa a usar saias mais curtas, pois quer chamar atrair os olhares dos rapazes. Para evitar a vigilância de sua família, sempre muito zelosa, ela dissimula, puxando as sainhas para baixo, sob as blusas. Quando chega à pracinha, no quiosque, ela recoloca a barra da saia em sua cintura, deixando metade das magnificas coxas a amostra. Ela não tem coragem de circular pela praça exibindo suas pernas e fica sentada no banquinho do quiosque, com as belas coxas cruzadas, mas mesmo assim, não tendo nenhuma pessoa a observar, ela se sente vaidosa em ter suas coxas completamente expostas. Em uma bela tarde de sol, estando ela sentadinha, sente que alguém está se aproximando do quiosque; ela fica amedrontada e pensa em descruzar as pernas, mas não o faz, pois a pessoa que chega é um senhor idoso, com cabelos brancos e grossos óculos de grau, demonstrando sua miopia. Ele caminha com dificuldade, empurrando um carrinho, sobre quatro rodas de bicicletas, parece um carrinho de algodão-doce, pois tem, na parte superior uma cobertura metálica e as laterais em vidros. A parte inferior é em alumínio pintado, com duas portas que se abrem lateralmente. Mas o que o senhor vende são balas e bombons e sucos diversos. Os bombons em coloridas caixinhas estão bem arrumadinhos em uma bandeja, também de alumínio e as balas enchem completamente outra bandeja. Ele senta em um banco, ao lado de Juliana, parece muito cansado e em pouco tempo, cochila. Ela fica com muita pena dele, que para ganhar a vida, naquela idade, tem de empurrar aquele carrinho. Juliana, dando de ombro, volta a ler o seu livro de ciência e ainda com as pernas cruzadas e as coxas desnudas, se esquece do velhinho, única pessoa a violar o seu santuário. Tem sua atenção despertada por um barulho forte e observa que o velho deixou cair ao chão a badeja repleta de balas, que se espalham pelo chão. Ele com muita dificuldade, tenta recolher as balas. Juliana apiedar-se daquela situação e, prontamente se oferece para a recolher as balas. O senhor volta a se sentar e fica observando aquela belíssima jovem curvada sobre os joelhos, a recolher sua mercadoria. Nesta posição, com as coxas abertas, ela deixa entrever a calcinha rosa. O velho tem sua atenção despertada e deslumbrado, com tanta beleza, não consegue desviar o olhar e observa, toda a formosura intima da garota, coisa que nenhum outro tinha apreciado. Juliana, tão concentrada em sua tarefa de recolher as balas, nem nota que está se expondo ao olhar ávido do velho. Quando ela levanta o rosto, observa os olhos dele vidrados em suas coxas, tendo noção que está com as pernas abertas, com a sainha levantada acima do meio das coxas e que sua calcinha se mostra todinha aos olho dele. Ela fica corada e completamente envergonhada. Baixa o olhar para o chão e continua a recolher as balas, mas não fecha as pernas, ao contrário, ela de tão acanhada, fica sem ação e, permanece na mesma posição. Fazendo de conta que não tinha notado nada, e continua se mostrando completamente para ele. Ela não sabe porque está agindo assim, mais aos poucos, tem noção que um bizarro e desconhecido sentimento invade sua cabecinha. Sente um prazer enorme em se mostrar completamente para ele, tem um estranho formigamento em suas partes intimas e de tão nervosa, não consegue mais recolher o restante das balas que ainda estão no chão. O Senhor fica olhando as coxas abertas da jovem, que treme como vara verde, tentando recolher as balas. Depois de alguns minutos, ele calmamente se levanta, vai até Juliana e estende seu braço para ela, puxando-a pela mão, até ela se levantar. Ele gentilmente pede para ela sentar ao seu lado e fala: - Veja só menina! Você sujou seus joelhos de terra ao tentar me ajudar, deixe que eu termino de recolher as balas. Evidenciando uma subida agilidade, ele se agacha e rapidamente recolhe todas as balas. Depois senta ao seu lado e demonstrando grande gratidão pela ajuda que ela lhe prestou, começa a limpar, com as mãos espalmadas, seus joelhos e coxas. Sobe e desce suavemente a mão, do meio das coxas até o joelho, enquanto olha fixamente seu rosto. Alisando suas coxas, com o intuito de limpar a terra, ele age calmamente, aparentando não ter nenhuma malícia. – Você é uma menininha muito boazinha e estou muito grato pela sua ajuda. Meu nome é Feliciano, mas para você, posso ser Vovô Feliciano, pois tenho 76 anos e você não deve ter mais de 16. Juliana, fica sem ação, sem graça, não sabe como se comportar. O senhor, enquanto fala, continua alisando suas coxas, como se aquilo fosse a coisa mais comum. Ela, tímida e muito acanhada, não consegue olhar Feliciano nos olhos e, como sempre faz, desce o olhar e, quase sem voz, fala - Meu nome é Juliana e fiz 14 anos há poucos semanas. Ele, aparentando admiração, fala: - Nossa! Você é bem desenvolvida para a idade, é uma linda ninfetinha. Além disso, parece ser bem estudiosa, pois vejo seus livros ai ao lado. Você é muito linda e simpática e, pela tua ajuda vou lhe dar uma recompensa. Dizendo isso, ele estende a mão e retira do carrinho, um pacotinho de bombons, desembrulhou um e o aproxima da boca de Juliana. Pega de surpresa, ela quer recusar, mas ele é tão decisivo e autoritário, que não tem coragem de rejeitar sua oferta, com receio de ofendê-lo. Ela acha uma gostosura o gosto do bombom, que tem recheio de licor, com sabor de morango. Depois disto ele continua a conversar com a garota e, ela já bem descontraída mantem a conversa. Gentilmente, pede que ela o trate como Vovô Feliciano e não de senhor Feliciano. Fez inúmeras perguntas à jovem e, ela, simpatizando muito com ele, com seu jeito de “vovô”, responde, inocentemente, a toda as indagações. Nome completo, nome dos familiares, onde mora e onde estuda, telefone. Depois ele indaga se ela tem namorado e se já tinha sido beijada. Juliana corou com estas perguntas e responde, quase que sussurrando, que não, ela não tem namorado, nunca teve e que nunca foi beijada. Fica constrangida com perguntas tão íntimas e admirada por ter aceito responde-las. Juliana tenta ser mais discreta, pois não acha certo dar tantos dados, de sua vida a uma pessoa que acaba de conhecer. Mas a cada pergunta dele, mesmo hesitando se vê quase que obrigada a responder, parece que não tem mais vontade própria. Vovô Feliciano quer saber mais, muito mais e para torná-la mais acessível à sua curiosidade, ele disse à menina que é viúvo a muitos anos, que não tem filhos e que mora sozinho, que é químico e, que trabalhou toda a vida em laboratórios, fazendo pesquisas com drogas, mas que agora está aposentado. Ela fica muito interessada quando ele informa que é químico, pois gosta muito de ciência, em particular de química e, passa a fazer inúmeras perguntas a ele, sobre a matéria. Vovô Feliciano, dá uma verdadeira aula de química para Juliana, que fica cativada em ter encontrado tão encantador senhor. Nesta altura eles já conversam como verdadeiros amigos, algumas vezes rindo, quando ele conta alguma coisa engraçada. Feliciano retira mais um bombom do pacotinho, desembrulha e o leva à boca da garota, ela faz menção de recusar, mas ele a ignora e praticamente ordena: - Como tudo, lindinha, você vai se sentir muito bem; o chocolate tem a propriedade de “trazer felicidade” as pessoas. Ele continua a segurar o bombom com dois dedos, introduzindo-o entre os lábios da garota, que não tem como desobedecer. Os dedos ficam “sujos” com os restos do bombom e com habilidade, passeia com eles entre os lábios úmidos dela, até eles ficarem “limpos”. Juliana não mais resiste, se sente estranhamente subjugada à vontade dele. Feliciano sabe que a menina não tem mais condições de deixar de responder as suas perguntas, pois ela já está sob os efeitos, dos bombons que ele “preparou”. Ele se torna mais audacioso em suas perguntas: - Juliana, você é uma garota muito inteligente e mesmo não sabendo nada sobre os prazeres do sexo, sabe que sua beleza chama a atenção dos homens. Você deve ter sentido vontade de bulir sua bucetinha, de alisar seus seios; és uma mocinha muito gostosa e eu acho que já está na hora de experimentares as delícias do sexo. Ju fica completamente apatetada, desorientada, com o atrevimento dele. Sua vontade e sair correndo para sua casa, para a segurança dos braços de sua mãe, mas sabe perfeitamente que está dominada. Se sente sobrepujada por Feliciano que em nenhum momento retirou sua mão direita das coxas dela, que por vezes sobe e desce, numa carícia agradável. Não sabendo porque, sente uma sensação deliciosa percorrer todo o corpo e a pele de suas coxas fica arrepiada. Um turbilhão de emoções passa por sua cabecinha e a pretexto de se acalmar, passa a considerar que tudo é uma simples demonstração de afeto. Seu pai e sua mãe também fazem o mesmo, nada demais, porém quando sua mão subiu um pouco mais, quase atingindo a barrinha de sua calcinha, Juliana se assusta e, rapidamente faz menção de se levantar, dizendo que já está na hora de ir embora, pois já tinha passado da hora e sua mãe iria ficar preocupada com sua demora. Feliciano concorda com ela, mas fazendo pressão em seu ombro, não permite que se levante e introduz seus dedos dentro da calcinha. Ju sente os dedos passeando entre os umedecidos grandes lábios de sua vagina, quer gritar, protestar contra a enormidade do abuso que estar a sofrer, mas as únicas reações é fechar fortemente as coxas, aprisionando os dedos dentro dela, fechar os olhos e se deixar tocar. Entreabre as pernas, ao se sentir envolvida por um forte prazer. Vovô Feliciano, fricciona os dedos em toda a extensão da bucetinha de Ju, aprisionando o clitóris intensamente. Depois de uns cinco minutos, em que ela vai do céu ao inferno, dominada por intenso gozo, ela geme em um alucinante orgasmo; aquilo é completamente desconhecido para Ju, que fica em pânico, com a intensidade do prazer que sente, parece que uma forte corrente elétrica sacudiu todo o seu corpo. Feliciano, assustado com o ocorrido, retira a mão da vagina da menina e analisa preocupado os arredores, temendo que ela, com seus gritos e gemidos, tenha chamado a atenção de terceiros. Ela quase desfalecida e num último lampejo de lucidez, consegue pedir que ele a deixe ir embora; sente que alguma coisa não está normal, que ela não consegue pensar direito, tudo está muito confuso em sua mente. Neste momento ela tem a intuição que ele colocou algum tipo de droga dentro dos bombons e, que não for embora, estará perdida. Soluçando, ela volta a pedir para ir. Vovô Feliciano, observa que eles continuam sozinhos no quiosque, mas resolve não abusar da sorte e concorda que já está na hora de ir embora; - Você tem razão, minha bonequinha, já está na hora de irmos embora, mas antes eu quero que você prove um outro bombom, tenho certeza que você gostará muito mais deste do que dos outros. Dizendo isto, ele retira da bandeja uma caixinha com três bombons, enrolados em papel alumínio, bem maiores do que a média. Juliana quer recusar, pois agora, sabe que sua vida estará em perigo se comer o tal bombom. Mas vovô Feliciano rispidamente ordena que ela coma. Não consegue resistir e come o bombom. Feliciano olha para a menina, esperando a reação de Ju. Ela Começa a rir sem controle, achando graça de tudo que ele fala. Feliciano, com o mesmo tom calmo, fala à Ju: - Minha linda ninfetinha, você não necessita se preocupar, pois você não irá para casa hoje, nem amanhã, nem na próxima semana. Você vai fazer um longo e demorado passeio comigo; tenho certeza que vais gostar muito do que eu tenho a lhe oferecer e do que você me oferecerá, serás minha hospede por muitos, muitos meses. Juliana ao ouvir Feliciano, a princípio fica séria, depois recomeçou a rir histericamente, achando que ele está fazendo pilhéria com ela; mas vendo o olhar serio dele, agora cheio de malícias, fica assustada e faz menção de se levantar para ir embora, mas sua vista fica turva e ela é obrigada a se sentar no banco. Com a visão confusa, sem poder distinguir direito as coisas, implora à Feliciano: - Eu estou tonta, não consigo ficar em pé e nem ver quase nada, por favor vovô Feliciano, me leve para casa. – Pode deixar minha linda, eu vou levar você para casa, para a minha casa, e começa dar risadas arrepiadoras. Juliana arregala os olhos, tomada por um pânico indescritível e cai desfalecida nos braços do vovô Feliciano. Rapidamente Feliciano abre as duas portinholas de seu carrinho e coloca Juliana lá dentro, toda dobrada sobre si mesma, recolhe a mochila e os livros e os acomoda da melhor maneira possível sobre e sob o corpo desfalecido de Juliana, coloca lá dentro, também, os bombons restantes “preparados” por ele. Fecha as portinhas com um pequeno cadeado. Observa o quiosque e seus arredores. Tudo está calmo, sem ninguém por perto e, exatamente as 16:30 horas, ele sai assobiando alegremente empurrando o seu carrinho. Nesta hora, Juliana deveria estar retornando ao seu lar, para a sua querida mãezinha e não sendo sequestrada por um sádico, dentro de uma pequena caixa metálica, entorpecida sob os efeitos de poderosos narcóticos, elaborado pelo seu raptor, usando seus conhecimentos de química.

No longo caminho que Feliciano percorre, vende suas balas e bombons aos garotos e meninas que encontra pelo caminho, alguns talvez amigo da linda jovem, que permanece toda dobrada e apertada dentro do pequeno espaço do carrinho. Feliciano prossegue a vender suas mercadorias até tarde e somente quando fica sem nenhum produto é que ele resolve ir embora, com o preciosa troféu do ano. Sim, troféu, pois ele é um exímio caçador, um predador que sabe escolher suas presas, suas vítimas, com calma e bastante astúcia. Por exemplo, Juliana, a caça deste ano, foi selecionada e escolhida criteriosamente. No início o bando de “gazelas” era formado por mais de 180 garotinhas. Mas os pré-requisitos exigiam muitas qualidades da presa que seria “premiada” com a sua escolha final. Ela teria de ter no máximo 16 anos, ser bonita, sensual, inteligente, educada, não ter namorado, ser tímida, viver com os pais e acima de tudo ser virgem. Não frequentar festinhas dos colégios e baladas noturnas; ou seja teria de ser completamente inocente quanto a assuntos de sexo. Durante quase cinco meses, Feliciano foi eliminando quase todas. No final, sobraram somente sete meninas. Mais um mês e somente duas aspirantes concorriam ao “prêmio”. Feliciano selecionou a candidata “A” e passou a acompanhar todos os seus passos, mas depois de vinte dias, ela foi eliminada, pois arrumou um namoradinho e pois tudo a perder. Ele ficou decepcionado com tanto tempo perdido e nada. Estava quase desistindo de obter uma boa caça nesta temporada, mas nem tudo estava perdido, resolveu partir para análise da candidata “B”, já quase sem nenhuma esperança. Passou a vigiar tudo o que a garota fazia. Tirou dezenas de fotos, dela com os pais, com as imãs, com os colegas e amigos. Todos os horários da rotina da jovens, foram registrados com muito cuidado em uma planilha. Depois de tudo ele resolveu, Juliana era a sua caça deste ano. Ainda restava uma aproximação final, ou seja seguir rigorosamente todos os passos da menina, seus hábitos e deslocamentos. Foi assim que Feliciano pode montar sua “armadilha” no quiosque, onde sabia que a jovem ia com frequência e ficava lá, estudando por muito tempo e, o mais importante, ela ia sozinha e o lugar era bem discreto, apto para ele dar o “bote final” em sua futura vítima. Sua toca, onde ele a manteria presa pelo que tempo achasse apropriado, já está pronta para recebe-la, tudo instalado com muito esmero. Na verdade Feliciano não tinha 76 ano, sua idade real é 50 anos, ele nunca se aposentou, pois vive da renda da fortuna que o pai lhe deixou. Ele realmente se formou em química, mas não exerceu a profissão, pois nunca teve vocação para o trabalho. Usava seus conhecimentos de química para preparar as mais terríveis drogas, para paralisar suas vítimas, mantê-las inconscientes pelo tempo que quisesse e, torna-las dependentes destas drogas, enfraquecer a capacidade de racionar e torna-las obediente aos seus desejos obscuros. Ele nunca matou nenhuma de suas vítimas. Ele as escravizava, abusava ao extremo delas, fazia com que elas ficassem dependentes de suas drogas, depois as devolvia ao seu meio familiar. Muitas delas não conseguiam se recuperar totalmente dos traumas sofridos em suas mãos, mas ele achava que isto não era problema dele. Feliciano era o rei do disfarce e usou este estratagema, de ser um velhinho, vendedor de doces, para seduzir Juliana e fazê-la cair em sua armadilha. Foi um sucesso total, tudo saiu como ele tinha planejado, sem nenhum obstáculo. Agora ela estava ali, dentro de seu carrinho, inconsciente e pronta para ser levada ao “seu paraíso”, seu covil, onde ela será usada das formas mais vis e absurdas, onde passará por sofrimentos terríveis e muitas dores e, talvez, se ela colaborar, por muitos prazeres. Já eram 21:00 horas, quando Feliciano resolveu ir embora, levou seu carrinho até um estacionamento pago, em um Supermercado, abriu a porta traseira de sua camionete, embarcou o carrinho e tomou a estrada. Seis horas depois, cansado de tanto dirigir, parou em um posto de gasolina, abasteceu o veículo e como o dia já estava quase amanhecendo, resolveu fazer um lanche no restaurante e descansar um pouco. Antes ele foi até o baú de sua camionete, abriu as portas do carrinho e analisou as condições de Juliana Ela está toda apertadinha e respira com alguma dificuldade, fechada ali dentro, ainda inconsciente; mais ele sabe que em pouco tempo os efeito da poderosa droga, que colocou dentro do bombom, irá terminar. Será necessário drogar a menina novamente, pois ainda terão muitas horas de estrada. De uma maletinha, ele tira tudo que é necessário, puxa o bracinho de Juliana e o prepara para receber na veia, uma nova droga, que a fará ficar inconsciente até eles chegarem ao destino. O dia já ia alto, quando Feliciano retorna à estrada, ele não tem nenhuma pressa de chegar, pois sabe que o destino da jovem está selado e nada a arrancará de suas mãos. Ele sorri intimamente, imaginando tudo que poderá fazer com ela, as delicias que aquela ninfetinha lhe proporcionará. Só em pensar nisso, ele fica excitado e, seu pênis cresce em sua sunga. Mais vinte horas de viagem, finalmente, ele está em casa. Uma região serrana, em outro estado, bem distante da cidade de Juliana. Sua casa, na verdade é uma verdadeira mansão, cercada por altos muros e vigiada por câmeras e protegida por cerca elétrica. É quase uma fortaleza. La ele tem tudo o que é necessário para viver confortavelmente por um bom tempo, sem necessidade de ir ao povoado mais próximo, para comprar mantimentos. O local onde Juliana ficará presa é no subterrâneo da casa. Tudo foi preparado com cuidado para recebe-la; alguns cômodos sem comunicação com o exterior, o ar é bombeado e filtrado por poderosos exaustores e bombas hidráulicas que se encarregam de trazer e escoar a água e os resíduos do banheiro. Ali será a nova casa de Juliana e ela terá de se acostumar, pois ele planeja mantê-la cativa por muitos meses; pois afinal ele tinha perdido muito tempo até conseguir botar as mãos na jovenzinha.

Juliana está com muitas dores pelo corpo, parece que tinha sido toda pisada, sua cabeça gira muito e ela não consegue pensar direito. Não tem consciência de onde está. Queria se mover e não consegue, seus braços e pernas parecem pesar toneladas. Sua boca e lábios estão secos e ela não consegue nem engolir saliva. Mas aos poucos ela vai se recuperando e as dores foram diminuindo, sente que está deitada em uma cama, bem macia. O ambiente é muito iluminado, ela não tem lembrança de nada, como foi parar ali, nem porque seu corpo doí tanto. Fica deitada, tentando se lembrar do que tinha acontecido. Aos poucos tudo fica claro em sua mente e, se lembra horrorizada e, um arrepio de medo lhe percorreu o corpo. Ela está na casa do vovô Feliciano e, se lembra muito bem de suas últimas palavras, antes que tudo ficasse escuro em sua mente. “Minha linda ninfetinha, você não necessita se preocupar com o jantar da mamãe, pois você não irá para casa hoje, nem amanhã, nem por muito tempo. Você vai fazer um longo e demorado passeio comigo; tenho certeza que vais gostar muito do que eu tenho a lhe oferecer e do que você me oferecerá”. Ela treme e sente um pavor enorme lhe percorrer todo o corpo, ele a tinha sequestrado e a levado para um lugar qualquer, achava que ele iria pedir dinheiro ao seu pai para libertá-la. Porque ela se deixou cair na conversa dele. Ainda bem que sua família pode pagar um possível resgate. Foi pensando assim, que Juliana observa, incrédula, que ela está completamente nua na cama e, sua ideia de resgate por dinheiro desmoronou. Não era isso que Feliciano queria, ele queria ela, pois suas últimas palavras: “tenho certeza que vais gostar muito do que eu tenho a lhe oferecer”. Deixava bem claro suas reais intenções. Juliana começa a chorar e a tentar cobrir sua nudez, mas verificou que não existe no quarto nada que pudesse cobrir seu corpinho despido. Não tem travesseiro, lençol ou coberta de qualquer natureza, apenas o colchão. Olhou em volta em busca, mas nada encontrou, apenas uma mesa lisa e duas cadeiras de madeira. Ela não via nenhuma janela, apenas duas porta, igualmente pintadas de branco, como todo o quarto. Do teto ela vê diversas lâmpadas que iluminam o ambiente em demasia. Observa ainda, que do teto e das paredes pendem diversas correntes metálicas. Tudo aquilo parece um hospício, mais atemorizada fica ainda, quando se dá conta que todos o pelos pubianos de sua vagina foram removidos. Ela foi completamente depilada, ela está tão lisinha como um bebezinho. Até seu ânus está depilado. Ela se dobrou sobre si mesma, parecendo um fetozinho e recomeça a chorar, soluçando como um bebe, chamando desesperada por sua mamãe. Ela fica ali, por muitas e muitas horas, não sabe quanto tempo se passou deste que ele a levou da pracinha. Imagina algumas horas, um dia talvez, mas na verdade já se tinha passado quatro dias. Seu odioso carrasco não lhe oferece nada para comer nem beber e ela ali, sem nem poder ir ao banheiro. Sua fome e sede são imensas, ela grita chamando por ele, mas ao mesmo tempo não quer sua presença, pois está completamente despida e não quer ficar assim na frente dele. Analisando sua situação, verifica que ficar nua na frente de Feliciano era o de menos, pois quando ela estava dopada, ele retirou toda a sua roupa e a depilou completamente. Será que ele tinha feito mais alguma coisa com ela, não tinha meios de saber, mas sente que seus órgãos genitais estão doloridos e com marcas vermelhas. Fica tremendo de medo e ansiedade, pois sabe que mais cedo ou mais tarde, ele veria até ela. Sua fome e sede a está debilitando e ela só fica deitada na cama, já sem forças até para chorar, apenas soluçando baixinho. Ela percebe quando Feliciano abre a porta do quarto e entra, mas ele já não era o velho curvado e debilitado da pracinha, agora ele é um senhor de meia idade, com aparência saudável, não usa mais óculos. Ele traz uma grande bandeja com diversos pratos e uma jarra com água. Ele depositou tudo na pequena mesa, sentou-se em uma cadeira e calmamente fica esperando que Juliana tome a iniciativa. Ela toda encolhidinha na cama, tenta esconder o mais que pode sua nudez dos olhos dele, mas ao mesmo tempo não consegue desviar olhar guloso da comida e bebida sobre a mesa. Feliciano começa a rir alto e se aproxima da jovem, falando em voz baixa e pausada: - Não sejas idiota Juliana, você ai, toda enroladinha, tentando evitar que eu a veja nua. Não observou que eu tirei toda a sua roupinha, que eu abri suas coxas e depilei tua bucetinha e seu ânus. Eu já conheço cada pedacinho do teu maravilhoso corpinho, eu já beijei e acariciei cada cantinho dele. Não tenhas medo, eu não a deflorei, você ainda continua virgem, apenas recebestes algumas chupadas e lambidas na deliciosa buceta e no cuzinho. Assim não vejo razão alguma em você estar tentando se esconder de mim. Venha logo comer, pois sei que tua fome é muito grande. Juliana ao ouvir estas palavras, ficou petrificada, cheia de horror e medo e recomeçou a chorar, pedindo a Deus que a libertasse de vergonha tão grande com o que ele tinha feito com ela. Relaxou um pouquinho ao saber que ela ainda era virgem. Toma coragem e se dirige rapidamente até a mesa e, sem pensar em mais nada, começa a devorar a comida e a beber ao mesmo, sem se dar nenhum descanso. Fica toda lambuzada de comida que lhe escorre pela boca, sujando seu colo e a mesa. Ela usa mais aos mãos do que os talheres, tamanha é a sua ânsia de devorar as iguarias que ele trouxe. Depois, já satisfeita, ela deitou a cabeça sobre seus braços e soluça, profundamente envergonhada por ter agito como um animal comendo e sujando tudo ao redor; ela não pode se controlar, pois estava quase morta de fome e de sede. Fica muito tempo ali, na mesma posição, soluçando como uma criancinha. Feliciano até fica com pena dela, mas aquilo lhe dá um imenso prazer, ele saboreia cada soluço dela, cada lamento que sai daquela boquinha tão linda. Ele se levanta, afasta a cabeça de Juliana, debruçada sobre a bandeja e sai levando tudo embora. Juliana continua com a cabeça apoiada na mesa, sobre seus braços, não consegue parar de soluçar. Ele retorna ao quarto, agora trazendo uma pequena bacia com água e alguns panos. Puxa os cabelos da jovem, obrigando-a a levantar a cabeça e, com os panos umedecidos, inicia uma limpeza em seu rosto, seios e braços, até não sobrar nenhum resíduo de alimento. Limpou a mesa e fica apreciando a jovem, que com o olhar inexpressível, observa o teto, sem mais soluçar. Juliana está desorientada, sua alegria de jovem de bem com a vida não mais existe, as humilhações que está sofrendo, são demais para a sua personalidade ainda em desenvolvimento e seu ego está cambaleante. Feliciano pega a moça nos braços e a leva para a cama. Ela fica olhando para ele, ainda sem reação alguma, se vira de lado e fica ali, passiva, esperando os próximos passos de seu verdugo, sem forças para reagir àquela situação absurda que estava vivendo. Ela não quer acreditar que tudo aquilo é verdade, que é apenas um sonho, uma alucinação e que logo ela retornará ao seu lar, aos braços de sua querida mãezinha. Fechou os olhos, esperando acordar para o conforto de sua caminha, em sua casa. Mas logo ela desperta para a cruel realidade, ao sentir o movimento do colchão, quando Feliciano se sentou. Ele, sentado na beira da cama, fica admirando a nudez da garota, cada pedacinho de seu corpo. Valeu apena todo o tempo gasto em selecionar Juliana. Ela era perfeita em tudo. Seu corpo de menina adolescente, completamente insipiente e incipiente para o mundo do sexo, era espetacular. Ele não sabia o que era mais delicioso, se os seios bem crescidos para a sua idade, com biquinhos rosados e rígidos; ou suas lindas coxas brancas e macias. A bucetinha e o ânus eram as coisinhas mais lindas deste mundo. Tudo isto, emoldurado em um rostinho de anjo, com lábios carnudos e bem contornados. Rosto que evidenciava ternura, ingenuidade e timidez. Ele não tinha nenhuma pressa, sabia tudo aquilo é dele, que cada cantinho delicioso dela, será minuciosamente visitado por suas mãos, boca e língua, pois ela ficará a sua disposição por um longo tempo. Ela toda encolhida procura esconder suas partes íntimas, sabendo que ele via seu corpinho, com olhos ávidos. Feliciano a chama pelo nome: - Juliana, minha queridinha, eu quero que você preste bastante atenção no que eu vou lhe falar. Você quer saber porque está aqui comigo e porque eu a estou fazendo minha prisioneira. Vou explicar tudo para você, pois será necessário que sigas minhas instruções ao pé da letra. Ao ouvir estas palavras, ditas em tom baixo e pausado, a menina despertou de sua apatia e ficou atenta. Ela quer saber de tudo, pois está completamente transtornada, não consegue entender direito a sua situação. Ele se cala por um momento, segurou o braço dela e obrigou a jovem a se virar para ele. Quero que olhes para mim enquanto eu falo, menina! Juliana, com o rostinho coberto de lágrimas, fica olhando, cheia de medo, um medo tão grande que fazia seus lábios tremerem. – Juliana, você foi a jovem que eu escolhi para ser minha fonte de prazer. Você deve ficar orgulhosa por ser a contemplada, pois fostes a melhor entre quase duas centenas. Eu a escolhi porque fostes a melhor de todas. Isto é uma honraria muito grande. Em troca eu quero obediência absoluta, não poderás esboçar nenhuma reação contrária aos meus desejos. Se fores uma garotinha boazinha, eu lhe prometo que retornarás para o seu lar, para junto de sua família. Eu quero ser o seu Vovô Feliciano e, você só poderá me chamar assim, se não vou considerar como uma desobediência e, como tal receberás o devido castigo. Ao ouvir estas palavras, um turbilhão de pensamentos vieram a cabecinha confusa de Juliana. Voltar para casa! obediência absoluta! Minha garotinha! Receber castigo! – O que àquele doente está pensando! Ela foi tomada por um sentimento de revolta, de raiva e, sem pensar em mais nada, saltou da cama, seu corpinho despido vibrando, possuído por um furor irrefreável e, aos gritos demonstrou toda a sua revolta: - Seu maluco, idiota, você não passa de um velho nojento, nunca eu vou chamá-lo de vovô e não vou fazer tua vontade em nada e eu quero que me leves de volta para minha casa, agora; sem mais demora. Juliana gritava estas palavras, soluçando e se dirigindo a ele com o dedo, apontando para a cara dele desafiadoramente. Era uma leoazinha enfurecida. Nem notava que estava em pé, completamente nua, enfrentando um homem muito maior do que ela. Ele ficou olhando a menina, com um riso de chacota e de repente estendendo o braço lhe acertou um tapa tão forte no seu rosto que ela caiu de costa, com os lábios e o nariz sangrando. Ele avançou, puxou brutalmente a menina pelos cabelos e continuou a lhe dar muitos tapas violentos em seu rosto. Ela gritada e gemia de dor, com o sangue a lhe escorrer pelo pescoço, ombro e seios. Sem aguentar o tremendo castigo, ela desfaleceu. Feliciano a jogou na cama com violência. Saiu do quarto, deixando a estirada sangrando e respirando com dificuldade. O sadismo dele, usando de tanta crueldade beirava a barbárie, mas era justamente isso que alimentava a sua alma diabólica. Feliciano tem enorme prazer em fazer a menina sofrer, quanto mais dor, mais prazer ele experimenta. Sua intuito é subjugar por completo à jovem. Seu corpo e seu espírito serão domados completamente, ele será o dono integral da vontade da garota e, ele tem certeza de conseguir. Juliana caiu prisioneira de um homem sem nenhum escrúpulo, um sádico, que se regozija em ver o sofrimento de suas vítimas.

Apesar da recompensa oferecida pelos pais de Juliana, nenhuma pista do paradeiro da menina foi obtida. Seu desaparecimento, a plena luz do dia, foi uma comoção para todos os seu familiares, amigos e colegas. O fato foi amplamente divulgado pela mídia. A polícia se dedicou com grande empenho na solução do caso, mas nada conseguiu. A garota sumiu, a poucos metros de sua casa, em uma praça bem movimentada, mas ninguém viu nada. Nesta pequena cidade, nunca aconteceu caso similar. Amplo mutirão foi montado, por amigos e colegas de colégio e até por centenas de estudantes de outras escolas, em busca da menina. A cidade e seus arredores foi vasculhada minuciosamente. A busca se expandiu até em municípios vizinhos, sem nenhum resultado, apenas algumas falsas pistas. A cidade estava praticamente de luto, pois a família de Juliana tem muito prestígio, por suas ações em prol da comunidade. A menina desapareceu a mais de dez dias e a dor e o desespero de seus pais e das irmãs só fazia crescer. Mais intrigante ficou ainda o caso, pois nenhum pedido de resgate foi feito, por seus possíveis sequestradores, mistério absoluto a impressionar todos. Os investigadores até ventilaram a ideia que a garota tenha sido assassinada ou vítima de alguma quadrilha internacional de mercado de mulheres, o que não era de se estranhar, pois a adolescente era possuidora de rara beleza, despertando especial atenção para sua pessoa. Feliciano, sabia muito bem como agir, ao sequestrar as adolescentes. Ele nunca agia mais de uma vez na mesma cidade e seu sítio localizado a centenas de quilômetros das residências delas. No caso de Juliana, 2300 quilômetros era a distância do cativeiro à sua cidade. Além disto, o local onde ele a mantinha prisioneira, era um autêntico bastião secreto, construído sob o grande casarão, com acesso impossível de ser identificado, mesmo que se fizesse busca por dento da casa. Eram sete cômodos, sendo que quatro poderiam ser de conhecimento das meninas, mas três eram de conhecimento apenas dele, era onde guardava seus apetrechos de tortura, em outro tinha montado um pequeno laboratório, onde pesquisava e analisava toda sorte de drogas, para serem aplicadas em suas vítimas e, um terceiro era uma grande dispensa, com grande estoque de roupas, medicamentos, comidas e bebidas. Os sistemas hidráulicos, de iluminação e de ventilação eram autônomos da residência e camuflados em meio ao enorme bosque da casa, tudo cercado por muros altos e cercas elétricas. Toda energia elétrica da casa e do subterrâneo era fornecida por uma casa de força, onde operavam dois potentes geradores movidos a diesel. Foi nesta verdadeira casa do terror, que horas depois, ela acorda, com o rosto muito machucado e com fortes dores. O sangue que escorreu de seu nariz e lábios, cobre seu corpinho. Ela geme, completamente aturdida pela crueldade com que foi atacada. Não tem como se limpar o sangue coagulado. Ela chora de dor e raiva, principalmente porque sabe que não há meio de se liberar das mãos daquele maléfico homem. Ele voltou trazendo muitas coisas, que colocou sobre a mesa. Juliana, com os olhos semifechados não pode distinguir o que era. Feliciano, usando de um tom de voz autoritário, deu uma ordem à menina, que, ainda aturdida, a ignorou. Ele, furioso avançou em direção à cama, empunhando um tipo de açoite com no mínimo duas dúzias de compridas e finas tiras de couro, parecendo ser um tipo de “rabo de cavalo”. Quando ela compreendeu que ele iria usar o açoite nela, se encolheu toda, apavorada e, implorou que ele não a machucasse mais. Seu corpinho tremia de medo. Ignorando as suplicas, ele lhe aplicou quatro chibatada que atingiu em cheio as costas, barriga e coxas de Juliana. Ela urrou de dor e se encolheu ainda mais, esperando por mais, com o corpo exibindo centenas de riscos vermelhos, onde foi atingida. Porém ele baixou o chicote, sentou na beirada da cama e sibilou entre os dentes: - Quando eu lhe der uma ordem, você tem de obedecer, senão vai apanhar muito, eu quero obediência absoluta, incondicional, sem nenhum tipo de questionamento. A menina soluçando e com voz cortada pelo choro, respondeu que não tinha percebido direito o que ele tinha falado. O sádico, voltou a ordenar – Eu falei para você tirar este rabo da cama e ir se sentar na cadeira. Agora vá, faço o que eu lhe ordenei, agora. Juliana, atemorizada, ficou de pé e com o corpinho cheio de dor e, cambaleando fez o que ele pediu. Feliciano, usando de algodão e gazes, embebidos em um líquido parecendo a álcool, limpou todo o sangue coagulado da garota e as feridas das chibatadas. Não usava de delicadeza e ela sentia ardência quando o produto alcançava os seus machucados, mas não teve coragem de reclamar. Ele fez ela beber meio copo de uma beberagem, que tinha um gosto muito amargo, dizendo que era remédio para ela não sentir dores. Depois ele pegou o braço de Juliana e lhe disse que iria lhe aplicar um “medicamento” intravenoso. Ela ficou assustada, suplicou que ele não a fizesse dormir de novo. Rindo, ele respondeu que aquilo não lhe traria nenhum incômodo, apenas ela iria se sentir mais alegre, mais relaxada e que ela iria experimentar sensações incríveis. Quando ele injetou a pequena agulha em sua artéria ela sentiu ardência, mas não teve coragem de reclamar e ficou quietinha. Juliana, sentada, olhos semifechados, sentia uma leve moleza tomando conta do seu corpo, não estava mais com dor, aliás ela não estava sentindo mais nada, nem tristeza, nem alegria, nem acanhamento nenhum. Ela estava sofrendo os efeitos dos dois tipos de drogas que ele sintetizara e, agora estava fazendo a menina de cobaia. Ela não tinha mais vontade própria, sua mente estava vazia, completamente livre de tudo que até então tinha aprendido como sendo ético e moral, era como um disco formatado, apto para receber programas novos. Somente seu corpo existia, sendo percorrido por uma sensação agradável, um bem-estar geral, sua mente estava livre de todos os tabus. Não tinha mais vergonha de estar nua na frente dele. Feliciano a observava com atenção as reações da jovem, como era uma experiência nova, ele não tinha pleno conhecimentos dos seus efeitos das drogas. Ordenou que ela fosse se deitar e, como um robô, prontamente foi atendido. Ela ficou estendida no meio da cama, de costas e, ficou olhando para ele, com os olho bem abertos. Sentado ao seu lado na cama, ele examina todo o magnifico corpo da menina, cheio de cobiça. Ele passa a mão nos seios de Juliana, que se deixa acariciar, passivamente. Sem pressa alguma ele continua a passear suas mãos pelo corpo dela. Alisa as coxas, a buceta e a bunda. A menina não sabe o se passa com ela, sente um calafrio gostoso pelo corpo todo. Ela não tem noção do que está acontecendo, mas é muito gostoso e ela fecha os olhinhos, na expectativa. Ela sente ele afastar suas coxas e amarrar suas pernas bem abertas nos pés da cama e depois seus pulso na cabeceira. Só então ficou mais apavorada e desesperada pois não sabia o que ele poderia fazer. Mas não, ele não vai judiar dela, fica apenas por longos minutos a contemplar o magnifico corpinho de sua princesinha. Apesar da situação, começa a sentir prazer por estar toda amarrada e exposta a ele, não se importando com o absurdo da situação em que se encontra. Em seu íntimo ela sabe que aquilo está errado, ela não passa de uma garotinha inocente que nunca foi beijada e que nada conhece sobre sexo; e ele um cara nojento, mais velho que seu pai. Mas ela não consegue resistir, um desconhecido sentimento de erotismo invade seu corpo e ela mesmo sem querer começa a gostar. Aquilo tudo está mexendo com a mulher presa em um corpinho de menina. Ele fica entre os joelhos dela e beija levemente suas coxas, roçando a língua na parte interna, depois vai subindo até atingir os grandes lábios de sua bucetinha. Ele delicadamente beija e chupa o clitóris da menina. Aquela carícia a excita demais, e ela definitivamente mergulha em um mundo de prazer e geme alto, quando sente a língua tocar seu recanto mais íntimo. Ele sem pressa alguma, continua enfiando a língua cada vez mais fundo em sua bucetinha virgem e em volta de seus lábios vaginais. Ela grita de prazer e mesmo toda amarrada, se contorce em êxtase, quando o gozo chega. Seu orgasmo é tão violento que continua a berrar por muitos segundos. Mas Feliciano não está satisfeito, ele quer torturar a menina, fazendo com que ela tenha os mais alucinantes orgasmos; e ele sabe como fazer isto. Feliciano se deita ao lado de Juliana e fica observando o seu rostinho transfigurado pelo prazer incrível que sentiu. Ela com os olhos esbulhados e os lábios trêmulos, sem saber muito bem o que aconteceu, fica olhando para ele. Ele desce até os belos seios e começar a beijar, chupar e morder os seus biquinhos rosados, por quase dez minutos, depois prende em cada um deles, uma espécie de prendedor de roupa, de metal com dentes afiados, ela berra de dor. Ele extasiado observa a menina em agonia, aquilo é um verdadeiro colírio para o seu sadismo, ele sente prazer imenso em ver o sofrimento dela. Depois volta à bucetinha da garota e repete tudo novamente, só que desta vez ele também beija e mete a língua no buraquinho do ânus. Juliana, mesmo com muita dor, é acometida por múltiplos e alucinantes orgasmos. Por quase duas horas ele continua a enlouquecer a indefesa garota, fazendo com que ela goze e sofra sem parar. Ela nem fechar as coxas podia, pois elas estavam amarradas nas laterais da cama. A jovem esgotada de tanto gozar e sentir dor perdeu os sentidos. Feliciano, só então se afastou dela, pegou tudo que estava na mesa e saiu do quarto, fechando a porta com chave e deixando a menina amarrada na cama. Quando Juliana voltou a si, não conseguia assimilar direito o que tinha acontecido, como era possível, que ela, menina virgem e inocente, fosse à loucura com tudo com o que Feliciano fez com ela. É verdade que ela estava amarrada na cama e não tinha condições de resistir. Mas estava terrivelmente se sentido culpada, pois mesmo sem querer, foi levada à beira da loucura, ao êxtase completo. Gemendo e gritando como uma louca, dominada por incontrolável prazer. Ela achava que tinha traído a confiança de seus pais e de suas irmãs, que sempre a tratavam com um bebezinho, inocente e puro, a protegendo de tudo e de todos. Ela nunca teve namorado, não sabia que poderia existir prazer tão violento, tão extraordinário. Ela sabia que mamãe e papai faziam sexo, pois eles se amavam, mas não eram levados à loucura, como ela foi. Começou a chorar e a tentar se livras das cordas que a prendiam à cama, jurando que nunca mais se deixaria dominar por tão baixo impulsos que a fizeram ficar excitada com boca e a língua dele e a gostar de ter dor. A garota ficou por um tempo que não pode calcular, amarrada na cama. Seus braços e pernas, excessivamente abertos pela tração das cordas estavam dormentes, seus seios feridos, doíam muito. Ela se sentia totalmente dominada, sabia que não teria nenhuma condição de resistir as suas investidas e, isso a deixava angustiada. Bem mais tarde, ele retornou ao quarto e ficou em pé, apreciando o belíssimo corpo desnudo da jovem, totalmente aberto para ele. Ela fechou os olhos, amedrontada, pressentindo que dele, não poderia esperar compaixão, pois daquela mente perversa só poderia vir o pior.

Feliciano a desamarrou e obrigou Ju a se sentar na cama, prendeu duas pulseiras de metal em seus pulsos e os prendeu em sua costa com um pequeno cadeado, anexou uma comprida corrente metálica presa as pulseiras. Depois ele colocou uma máscara de metal em seu rosto. A máscara tinha o contorno de sua face, sem nenhuma abertura para os olhos ou boca, apenas com pequenos furinhos na altura de suas narinas. Usando três tiras de couro ele amarrou fortemente aquela espécie de venda, em sua nuca Ela tremia de medo, imaginando novas torturas. – Minha garotinha gostosa, venha comigo, nós vamos dar um pequeno passeio, você necessita se exercitar um pouquinho senão vais enferrujar. Dizendo isto ele dá uma risada zombeteira e a puxa pela corrente, fazendo com que ela o siga. Juliana o acompanha, com muita dificuldade, pois os braços e pernas ainda estão dormentes, pelo longo tempo em que ficou presa ao leito. Além de tudo, aquela máscara não a deixava ver nada e estava tão ajustada ao seu rosto que mal podia mover os lábios e, ela respirava somente através dos pequenos furinhos. Seus pés descalços sentiam a dureza do piso. Depois sentiu que subia uma escada. Que caminharam por um local plano e subiram mais uma escada. Sentiu em seu corpo nu o calor do sol e a quentura do chão. Ele a dirigiu até um local, onde ela sentiu sob seus pés a macies de uma espécie de tapete. Feliciano ordenou que ela se deitasse sobre este tapete: - Minha mulherzinha gostosa, eu quero que você tome um banho de sol. Estas muito tempo lá embaixo e, isto não é bom para a tua pele. Eu a quero com muita saúde, quero que este corpinho delicioso esteja saudável e apto para me satisfazer, sempre que eu desejar. Ao ouvir estas palavras chulas, Juliana se sentiu indignada e apreensiva. Sua vontade era morrer, fugir daquele lugar maldito; voltar para os braços de sua mãe. Mas sabia que teria se resignar, pois não havia a menor possibilidade dela se libertar das mãos do seu carrasco. Parecendo adivinhar os pensamentos da garota, Feliciano, sentado em um pequeno banco, a contemplava, deitada meio de lado sobre tapete e, continuou a falar com a menina: - Juliana eu vou te hospedar em minha casa por muito tempo, não sei quanto. Quem vai decidir isto é você, o teu corpo, mais exatamente o teu cabelo. Vamos fazer o seguinte, este lindo cabelo loiro desce até a tua cintura. Eu vou cortar ele na altura do teu ombro. Quando voltar a crescer novamente até sua cintura, eu a libertarei, sã e salva. Ao ouvir estas palavras, Juliana entrou em desespero, pois sabia que seus cabelos demoravam muito para crescer. Quis gritar, protestar, demonstrar todo o seu horror, mas nem isto pode fazer, a máscara que vestia seu rosto, demasiadamente apertada, não deixava que seus lábio se movessem. Sua jovem mente, não podendo assimilar tanta sordidez, mergulhou em uma espécie de torpor, letargia. Ela se desligou do mundo e em sonolência, via seus pais, que a chamavam e pediam para ela lutar, tentar sair do mundo das trevas em que se encontrava. Ela desesperada, estendia os bracinhos para eles, mas não conseguia tocar neles. Voltou a si, sentindo grande incomodo em seu corpo, quis se mover, mas não conseguia. Estava ainda deitada no tapete, de costas, com as pernas muito abertas. Feliciano, com a cabeça enfiada no meio de suas coxas, sugava violentamente sua bucetinha e o seu cuzinho. Tentou sair, mas com as mãos amarradas nas costas e ele mantendo suas pernas abertas com o auxílio da cabeça e a segurando firmemente pelos joelhos, impossibilitava qualquer tentativa de se libertar. Ele continuava a chupar e lamber toda a extensão da vagina e introduzia a língua fundo dentro dela e do buraquinho do seu cuzinho. Juliana, mesmo com todo o ódio e raiva, começou a sentir prazer, o mesmo gozo extraordinário de antes, ela queria resistir, mas aquilo estava diabolicamente gostoso e ela mergulhou definitivamente nas delícias que a boca dele lhe ocasionava. Ela mexia com os quadris em direção ao rosto dele, procurando mais e mais sua língua e, sentiu seu corpo sacudir todo, parecendo ter recebido uma descarga elétrica, sendo acometido por orgasmos múltiplos. Ele percebeu o orgasmo dela e, sorriu triunfante. Sabia que transformaria aquela inocente e casta virgem em uma mulher sedenta de sexo, os primeiros passos já foram dados e, ela correspondeu plenamente aos seus sádicos desejos. Juliana relaxou o corpo e pensativa, tentava compreender porque sentia tanto prazer ao seu chupada e beijada em suas partes íntimas. Queria resistir, mas sabia que aquilo estava acima de suas forças. Tudo era demasiadamente gostoso e ela se indagava que sua mãe e suas irmãs também faziam a mesma coisa com o pai e namorados. Se eles faziam, ela poderia fazer também. Feliciano se satisfazia plenamente em fazer a menina gozar, em fazer ela sentir dor. Para ele, aquilo era tão ou mais estimulante que o ato sexual em si. O Sadismo dele se satisfazia em seviciar a menina, em praticar extrema crueldade, em fazer com que ela gemesse de prazer e dor. Ele tinha orgasmo só em praticar o sadomasoquismo em Juliana. Sua crueldade não tinha limites. Juliana sentiu que ele, depois de a fazer gozar, continuava com boca encostada em sua vagina, ela percebia o hálito quente dele dentro de si. Ele não se mexia, parecia que dormia e ela ficou bem quietinha, para não o despertar. O Sol forte batia em sua máscara metálica e o calor absorvido estava irritando a pele sensível de sua face, Mas não tinha meios de reclamar, aquela maldita máscara, além de venda-la, também lhe servia de mordaça. Feliciano, realmente tinha dormido sobre ela, pois passou a roncar pesadamente, respirando pela boca, encostada na bucetinha da menina. Aquele bafo quente, soprando em seu sexo, a estava incomodando muito; aquilo era o cúmulo do absurdo, aquele animal nojento, dormindo entre suas coxas, respirando pesadamente em seus órgãos genitais. Ela estava se sentindo um lixo e seu amor-próprio foi a zero. Aquilo era realmente revoltante. Mentalmente ela passou a xinga-lo, atribuindo a ele todos os palavrões que conhecia, que na verdade eram escassíssimos. Porém, pouco a pouco, ela sentia que estava ficando estimulada e, sua bucetinha a demonstrar excitação. Ela não queria voltar a sentir prazer, aquilo não podia voltar a acontecer, ela não se perdoaria nunca. Mas foi inevitável, seu corpo sucumbiu e cedeu ao gozo extremo. Aquele sopro quente nos grandes lábios de sua vagina estava fazendo ela ficar excitada ao máximo, ficou húmida e sentiu sua bucetinha se contrair em um orgasmo violento. Ela cerrou as coxas fortemente sobre a cabeça de Feliciano e estremeceu o corpo todo, com a descarga extremamente violenta do orgasmo. Seu líquido vaginal foi sorvido avidamente por Feliciano, fazendo com que a garota tivesse fortes espasmos, empurrando com força excessiva seu quadril em direção à boca dele. Ela relaxou completamente, suas penas estendidas sobre o tapete, depois do esforço, pareciam ser de outra pessoa. O canalha, na verdade, não tinha dormido nem um instante, foi tudo mais um ardil do sádico, para levar Juliana à loucura do gozo sem limites, para fazer ela ter orgasmos múltiplos. Nisso ele era mestre. Feliciano levantou a jovem do tapete e, ela com muitas dificuldades, com as pernas bambas, conseguiu ficar em pé. Foi levada para o seu quarto e, por muitas vezes ele teve que ampará-la, para ela não cair. Ele libertou a menina das amarras e retirou a máscara metálica do rosto. Ela teve que piscar diversas vezes, para se acostumar com a forte iluminação do ambiente. Seu rosto estava muito vermelho e ardia bastante e seu corpo também tinha sentido os efeitos da luz solar. Ela se deixou cair na cama, sem ânimo para nada, completamente resignada com sua situação. Não tinha mais vontade de lutar. Seu abatimento moral era muito grande. Ela se sentia suja, imunda, tanto no corpo, como na alma. Se achava desmoralizada, desgraçada, uma miserável que não tinha mais condições de voltar para o seio de sua família. Com o rosto escondido entre as mãos, não conseguia parar de soluçar. Feliciano preocupado com o estado mental da garota, tinha que fazer alguma coisa para tira-la desta letargia, pois neste estado, ela não lhe serviria para nada. Ele levou a menina para o outro cômodo e pela primeira vez ela pode olhar outro ambiente, senão o seu quarto prisão. Este lugar era bem maior e tinha muitos móveis, mesas, cadeiras, poltronas, armários Só uma coisa ela notou, apesar de ter três portas, não tinha janelas. Uma das portas dava para o seu quarto, a outra, meio aberta, deixava enxergar um banheiro. A terceira deveria dar acesso ao restante da casa. Ele a convidou para entrar no banheiro, e ela teve uma surpresa. Ele era grande, com as loucas em um azul claro, inclusive com uma grande banheira em louça branca. Ele a deixou sentada em banco circular e foi abrir as torneiras da banheira: - Você vai receber um banho agradável, com água bem quentinha e depois fazer uma deliciosa refeição, especialmente preparada para você. Quando ouviu falar em banho e ver a banheira se enchendo, seus olhinhos brilharam, pois ela estava imunda, fedendo mesmo. Desde seu aprisionamento, ela não tinha tomado banho e sua vagina, por diversas vezes visitada pela boca de Feliciano, lhe dava nojo. Ela se levantou, e mesmo com a banheira ainda em fase de preenchimento, entrou e se deliciou com a água morninha. Ficou ali, estendida, vendo água sair das torneiras. Fechou os olhos, sentindo a carícia do líquido em seu corpo e nem percebeu que a banheira já estava completamente cheia. Feliciano se aproximou, sentou no banquinho e ficou observando a garota. Depois ele pegou um sabonete líquido e com uma esponja, começou a passar no seu corpinho. Juliana a princípio ficou assustada, mas como não tinha mais forças nem vontade para o contrariar, relaxou e se deixou lavar. Ele agia com delicadeza, lavando todo o corpinho dela, mesmo os recantos mais íntimos. Ju, com os olhinhos fechados, estava gostando daquilo, ser tratada com carinho por ele. Depois fez ela se levantar, abriu o chuveiro e deixou a água escorrer o sabão do corpo dela. Com uma grande tolha felpuda, ele secou cuidadosamente seu lindo corpo e seus longos cabelos. Juliana se sentia outra com o banho e ficou admirada com o carinho dele, que em nenhum momento dentou abusar dela, mesmo nos momentos que passava a esponja em sua bucetinha e em seu ânus. Deixou a menina sentada à mesa e caiu, para poucos minutos depois retornar, trazendo um pequeno carrinho de transporte de refeição. Ele dispôs a mesa para atender duas pessoas, ele e ela. Juliana achou a comida deliciosa e ele a servia com elegância. Serviu vinho suave, que ela apreciou muito. Ela que nunca tinha bebido nada alcoólico, ficou meio alegre, mas plenamente satisfeita com tudo. Depois ele retirou do seu bolso, um pequeno frasco, contendo um líquido incolor e o entornou por completo no copo da garota, que assustada teve coragem e exclamou: - Pelo amor de Deus, não me faças dormir novamente, eu tenho sido obediente com você! – Não minha querida, isto não é para fazer você dormir, pelo contrário, é para fazer você ficar mais esperta, mais alegre. Podes beber, vais gostar muito da sensação. Ele estendeu o copo com vinho para ela e ficou olhando ela beber, apreensiva, a beberagem. Pronto, minha jovem, agora você vai se sentir nas nuvens, pode deixar não vai lhe fazer incômodo nenhum. Não completamente convencida, ela continuou a comer e até tomou mais vinho. Calmamente ele a levou para a cama no quarto e ela já meia sonolenta se deitou. Ela, que ainda estava completamente nua, pediu, meio receosa: - Feliciano, o senhor não poderia trazer um vestido eu.... Ele não deixou ela terminar a frase e retrucou: - Não Juliana, você aqui, vai ficar sempre completamente nua. Você agora mesmo desrespeitou duas regrinhas básicas que eu estabeleci, me chamou de Feliciano e de senhor, quando o correto seria Vovô Feliciano. Você vai receber castigo em dobro. Ela estremeceu e pediu, implorou por perdão, que aquilo não iria se repetir; ela se lembrava muito bem dos castigo dele e, o medo se apoderou dela. – Não necessitas ficar assim, garota, eu ainda não decidi qual será o teu castigo, mas não será agora. Podes ficar sossegada. Só então ela ficou mais calma. Ele se deitou ao lado dela e ficou observando sua reação. Juliana olhou para ele e sem nenhum medo, começou a fazer uma série de perguntas. Porque ele a tinha escolhido, porque ele a mantinha presa, porque ele judiava dela, quanto tempo iria ficar ali e, muitas outras perguntas. Ela não receava mais as respostas. Tomada de estranha e inexplicável coragem, se atreveu a indagar porque ela se sente “muito estranha” quando ele a toca “lá embaixo”. Juliana virou de lado para ele, ficou esperando suas explicações, com um ar de desafio. Feliciano, então, se preparou calmamente para responder à menina, sabia que ela já estava sob o efeito da droga, que ele como químico, tinha preparado: - Minha bonequinha, você faz muitas perguntas e eu estou disposto a responder a todas e lhe explicar muito mais coisas, pois és muito bobinha, inocente e não sabes absolutamente nada a respeito de sexo, sobre o prazer que um homem e uma mulher se podem proporcionar ao se desejarem. Juliana, deitada ao lado dele, completamente nua, sentia-se estranhamente “elétrica”. A droga ingerida, eliminará dela qualquer inibição. Sentia se bem, não tinha mais receio de nada. Ela, calmamente, olhou para ele: - Sim vovô Feliciano, eu quero que você me explique tudo direitinho. Feliciano exultou, finalmente ela tinha o chamado de vovô Feliciano, naturalmente, no meio de sua fala. Tão alegre ficou, que se inclinou sobre ela, quase tocando seu rosto: - Obrigado, meu amorzinho, por me chamar de vovô com tanto carinho. Ela apenas deu uma pequena risada, sem graça e o encarou, sem demonstrar medo e, quando ele a beijou suavemente, entreabriu os lábios e o recebeu, sem mesmo saber porque o fez. Ele voltou a ficar de lado, bem juntinho dela e bem pausadamente, como um educador, iniciou a sua explanação: - Eu a escolhi, Juliana, porque é a personalização de todos os meus sonhos. Eu já tive muitas jovens aqui em minha casa, mas você é, de longe, a melhor de todas. Juliana o olhou surpresa e vaidosa, questionou porque ele a acha a “melhor de todas” – Juliana, você é uma menina belíssima, tudo em você é perfeito. Você é o sonho de qualquer homem. Seus lábios foram feitos para serem beijados. Os teu seios para serem alisados. Tua buceta e teu cuzinho, para serem chupados e mordidos. Tuas coxas são magnificas. Você é inteligente, pura e tem todas as qualidades que um “anjinho” deveria ter. Juliana ficou deslumbrada com o que estava ouvindo. Ela sabia que era bonita, pois percebia os olhares dos rapazes e as cantadas que deles, algumas respeitosas, outras chulas, Ofensivas mesmo. Mas o que Feliciano lhe disse, não a ofendeu, apenas um pouco envergonhada e receosa, mas acima de tudo, estimulada em seu ego de mulher. Ele se inclinou e levou a mão ao seio da menina, acariciando e cingindo os róseos mamilos com os dedos, percebendo que ela se deixou acariciar. Sem demonstrar intuito de impedir o passeio das mãos dele nos seus seios. Feliciano, com as mãos sobre os seios de Juliana, continuou a falar: - Você quer saber porque eu a mantenho presa. Pois bem, a única maneira que tenho de desfrutar de todas as delícias que o teu corpinho pode me proporcionar, é a trazendo aqui, em minha casa. Onde poderei ter você para mim, todinha, sem reservas, sem ser importunado por ninguém. O que você diria se um velho como eu, a encontrasse no teu cantinho, lá no quiosque da pracinha, e falasse: - Garota, eu a acho muito gostosa e quero beijar e chupar você todinha. Você provavelmente, sairia correndo, pedindo socorro. Juliana sorriu, ao imaginar a cena. Seria exatamente isso que ela faria. – Eu a machuco porque esta é uma da formas que eu sinto prazer, ver você sentir dor me estimula ao máximo. Juliana, mesmo sob o efeito das drogas, ficou sem entender nada...como é que alguém podia gostar de fazer os outro sofrer, isto estava acima de sua compreensão. Ele notou que ela não assimilou a ideia do sadomasoquismo e, se adiantou: - Futuramente você vai entender muito bem o que eu estou dizendo, menina. Você vai ter prazer em sentir dor. Ju, muito assustada, retrucou: - Não isto nunca vai acontecer. Ao que Feliciano reafirmou, vai sim, vai sim. - Quanto ao tempo que você vai ficar aqui, isto depende de você, como eu já falei, só iras embora quando o teu cabelo voltar a crescer até a tua cintura. – Mas o meu cabelo já está na altura de minha cintura. Ela se calou abruptamente, pois se lembrou que ele tinha falado em cortar o seu cabelo. Ela, meio gaguejando, balbuciou, medrosamente: - O senhor não vai fazer isso, não vai cortar o meu cabelo! – Vou meu anjo, amanhã eu faço, não tenho pressa nenhuma. Juliana ficou em pânico, pois o corte implicaria que ela teria de ficar prisioneira dele, por muito tempo, meses talvez. – minha garota, não fique melindrada, você vai gostar de ficar aqui em casa, tenho certeza disto. Ele fez uma pausa, ficou calado por alguns minutos, mas continuava a fazer carinhos nos seios da menina e, ela apesar de muito aborrecida por ele confirmar que iria lhe cortar o cabelo, foi ficando sensível ao toque dele, evidenciando isso com os mamilos tesos e rijos. Ela lutava contra, mas era inevitável, não pode resistir mais. Seus peitinhos com o bicos ouriçados a denunciavam. Ele, com a sua experiência, notou que ela estava excitada e continuou a massagear os magníficos seios, estimulando-a ainda mais. – Querias saber, minha doçura, porque ficas “estranha” quando eu faço carícias em você. És de uma ingenuidade espantosa minha amada, para os dias de hoje e para uma mocinha da tua idade. Pelo jeito tua mãe ou tuas irmãs nunca tocaram no assunto com você. Juliana, muito timidamente, apenas confirmou com a cabeça. Ela estava ansiosa e nervosa com a estranha situação. Os dois deitados, ela completamente nua, se sentido excitada, a conversarem calmamente sobre assunto tão delicado. – Você, deve ter notado que os homens a observam com olhos gulosos. És objeto de desejo deles, eles querem possuir você, querem colocar seus pênis na tua bucetinha. Quando eu faço carinho em você, o que sentes é tesão, desejo sexual. Toda mulher fica assim. Isto é normal. Agora mesmo, eu estou fazendo carinhos em teus peitinhos e sinto que você está estimulada, eu despertei o teu instinto sexual, que toda moça tem. Ela ficou muda, desnorteada pelas palavras dele, pois era exatamente isso, que ela estava sentindo, um prazer enorme em ser tocada, mas estava também muito encabulada, pois sentia que as palavras dele a estimulavam ainda mais, ela estava com muita tesão e, dava mordidinhas nos lábios. Feliciano ficou em pé, ao lado da cama e, ela o acompanhou com o olhar: - Eu vou demonstrar, na prática, tudo isto. Despiu suas roupas, ficando completamente nú. Juliana, quando viu o pênis dele, muito grande e grosso, ficou abismada e espantada, ela nunca poderia imaginar que o “pipi” dos homens fosse deste tamanho. Tentou desviar o olhar, mas como que hipnotizada, permaneceu olhando. Seu coração acelerou e seus lábios ficaram secos, com a aflição que estava sentindo. Ele se ajoelhou na cama, bem pertinho dela, com o membro em riste, apontado em sua direção, que não conseguia desviar o olhar, parecendo estar fascinada por ele. Sentiu sua vagina lubrificada. –Vejo que ficou espantada ao ver o meu pau, parece que nunca viu nada igual, está na hora de você ser apresentada à ele. - Caralho está é a Juliana...Juliana este é o objeto que, de hoje em diante, lhe vai dar muito prazer. Segurou mão dela e a puxou para o seu pênis. – Juliana, seja educada, comprimente o teu novo amiguinho, segure ele. Daqui em diante você o verá com muita frequência. Ele forçou a mão da jovem, fazendo com que segurasse o seu enorme membro. Juliana assustada, resistiu e com voz trêmula, disse que não, tinha medo, ele é muito feio.... Tenho vergonha. Mas ele, insistiu e a forçou segurar seu pênis. A garota, com a mão espalmada cingiu aquela coisa, que parecia crescer mais ao seu contato, tão grosso, que mesmo com os dedos estendidos, não consegue abarcar todo o membro. Sua mãozinha, fica ali, inerte, sentindo-o vibrar. Feliciano afasta sua mão, mas mesmo assim ela continua a rodear aquela “coisa”, não consegue soltá-lo. Ela olha o pênis bem de pertinho, hipnotizada por ele, sentindo um formigamento alastrar-se pelo seu corpinho e a gostar de segura-lo. Sua bucetinha fica úmida e Juliana é assaltada por forte tesão. Vovô Feliciano, vitorioso, foi aproximando o corpo, fica bem juntinho do rosto da menina. Seu cacete já está a menos de 10 centímetros e, ela não recua. A menina não sabe mais o que está fazendo. Começa a sentir o forte odor que emana do sexo dele e, o segurando com força, abre sua boquinha e com lábios trêmulos, aproxima seu rosto...mais e mais, atraída, por um impulso irresistível, para o membro dele, completamente dominada por um estranho e poderoso encanto pelo pau de Feliciano.

Juliana, não tem mais força para resistir ao chamado do desejo sexual. Seu corpo vibra sem controle e, ela encosta seus lábios na cabeça do pênis, fascinada por ele, ansiosa por beijá-lo. Abre a boquinha e com a ponta da língua examina toda a extensão da cabeça roliça do membro. Para ela, nada mais existe no mundo, só a sua boca e o pênis. Abre ainda mais a boquinha e começa a chupar àquela delícia. Pelo tamanho, só a cabeçorra cabe entre seus lábios que era suga para dentro dela. Enlouquecida de prazer, de tesão, explode em um orgasmo interminável. Feliciano não aguenta e deflagra uma ejaculação quase sem prévio aviso, mas com tempo de se afastar e inundar os seios e a barriga de Juliana, com uma espantosa quantidade de porra. Juliana deitada, com a respiração acelerada, o sangue fervendo em suas veias, adrenalina a mil, não consegue conectar suas ideias. Feliciano, com sua própria camisa, limpa a sujeira do corpo da moça e, nú se deita ao lado de Ju. Ele a abraça, encosta seu corpo ao dela, seu pau roça suas coxas. Só depois de muitos minutos, Juliana volta ao mundo, foi quando assombrada com o que tinha feito, começa a chorar e a soluçar desesperadamente. Como pode... ela, uma menina que nunca teve relação com namorados, que nunca foi sequer beijada, fazer aquela imundície toda e, o pior de tudo, ela gostou muito e sabe que poderá fazer novamente. Com a mente e o corpo cansados, ela adormece, com Feliciano bem abraçadinho, acordado, se felicitando, por ter despertado na linda ninfetinha, o desejo pelo sexo. Ele está abismado com a intensidade do gozo dela, é incrível como ela se deixa tomar inteiramente pelo prazer do sexo. Ele sorri intimamente, pois agora ele quer saber até onde ela irá, quando tomada pelo desejo. Ele experimentará nela todas as suas taras sexuais e tem quase certeza que ela apreciará tudo o que ele tem em mente fazer com o seu belíssimo corpo. Horas mais tarde, ela acorda e se vê abraçada por Feliciano. Fica bem quietinha, bem mais calma, analisando tudo o que tinha acontecido. Meditando e compreendendo, agora, perfeitamente tudo o ele, quis dizer com, homens terem desejo por mulheres e mulheres terem desejos por homens. Agora ela sabia porque os rapazes ficavam olhando o seu corpo, com avidez, quando ia à pracinha e ela adorando mostrar suas coxas, usando sainha bem curtas, escondida de seus pais. Ela tinha sentido tudo isto e, ele lhe disse que é tudo muito normal, que todos sentem este desejo. Ela fica olhando o corpo dele, encostado ao seu, sentindo o volume do membro roçando suas coxas, adorando ficar assim. Agora ela era uma mulher eu sente enorme prazer em ser desejada, possuída. Como é gostoso fazer amor! Eu vou deixar ele fazer tudo que quiser comigo, eu também o desejo, ele é o meu amor, o meu amante, o meu senhor. Com estes alucinados pensamentos e sentindo o pau encostado em sua coxa, ela novamente fica excitada, sente sua bucetinha ficar toda melada. Quer ter os seios serem alisados e beijados, sua buceta e seu cuzinho, serem chupados e mordidos por ele. Por mais estranho que pareça, ela, nem por um instante levou em consideração, que poderia deixar de ser virgem, Está conhecendo o sexo, sendo acariciada, beijada, chupada e mordida e, em sua ingenuidade e singeleza, por pura ignorância, pensa que isto era tudo. Quer sentir o roçar do pau dele em sua coxa, e passa a mexer os quadris levemente, para cima e para baixo, se deliciando com isso. O pênis, que estava flácido, com esses movimentos, começa a acordar. A menina, ainda sob os efeitos da droga, que ele a convenceu beber, novamente fica “elétrica” e como que movida pela instinto, vai virando seu corpinho, até sentir o membro, completamente duro, em seu ventre. Ela se mexe, fazendo o pênis dele escorregar gostosamente até a altura do umbigo, sente tesão imensa. Feliciano, que a esta altura, já tinha acordado, finge que ainda está dormindo, deixa a pequena virgem “abusar dele”. Que coisa apetitosa é aquela menina, ele irá obter dela todos os prazeres que o seu sadismo sempre sonhou. Fingindo que estava acordando, ele olha para Juliana, que com os olhos fechados e lábios levemente abertos, solta gemidinhos, bem baixinho, com o rosto todo molhado de suor. Ele beija a menina, que com avidez corresponde. Sem nada falar, ele se deita de costas e puxa a jovem para se deitar por cima. Ju, encaixada entre as pernas dele, se delicia, com o pênis a esmagar sua barriga. Movida pela intuição, inata em toda fêmea, a jovem foi movendo seu corpo sobre o dele, até encostar a cabeça do pau dele na bucetinha toda melada. Os grandes lábios se abrem para acomodar aquela tora pulsante e quente. Ela delira, soltando gemidos de êxtase do inevitável orgasmo, sem mesmo ter ocorrido a penetração. Mesmo depois de ter gozado intensamente, ela continua a movimentar os quadris sobre ele, ela se sente ansiosa, pois sabe que falta alguma. Sentiu o membro tocar seu clitóris e como comandada pela força da natureza, abrigou a cabeça do pau dele, até seu hímen ser forçado. Impelida por tesão sem controle, ela força a penetração total daquele enorme pênis em sua pequena bucetinha, gritando e gemendo alucinadamente de dor e de prazer, quando acontece o rompimento do seu véu virginal. Sua vagina, como que tendo vida própria, contrai o músculos, esmagando aquele colosso dentro dela. Agora ela solta verdadeiros berros, acompanhando o movimento de vai e vem dele, com o seu próprio, num ritmo alucinante. Ela enterra as unhas no ombro dele e o morde ferozmente, enlouquecida pela paixão, pelo gozo sem limites. Feliciano, extasiado, derrama uma quantidade imensa de porra, bem fundo na vagina, que mesmo depois de ter gozado, continua a se movimentar, deitada sobre ele, querendo mais e mais, insaciável. Feliciano está completamente abismado com a violência e paixão sem freios que ela demostra no ato sexual. Em seus longos anos de vida, ele nunca tinha visto nada igual, nem em mulheres adultas, acostumadas a manter relações sexuais, ainda mais se tratando de uma ninfetinha muito nova, ainda virgem, que nada conhecia sob sexo. Na verdade, Juliana se mostra quase uma ninfomaníaca, apresentando um nível elevadíssimo de desejo sexual, quase incontrolável. Ele sabe que este transtorno, esta hipersexualidade feminina pode ocorrer em bem poucas mulheres e, ele teve a incrível sorte de Juliana ser uma delas. A jovem donzela, de apenas 14 aninhos é possuidora desta tara, apenas ela estava oculta bem lá no fundo de sua imatura personalidade. Sendo educada no seio de uma família de nível elevado, com rígidos padrões de ética e decoro, a bela jovenzinha não apresentava absolutamente nenhum sinal de desejo sexual, até o momento em fora raptada por Feliciano, um sádico a procura de vítimas. Ele despertou nela a sua sexualidade escondida, agora não haverá mais volta. A Caixa de Pandora fora aberta e, não poderá mais ser fechada,

Feliciano, com o passar das semanas, continuava a drogar a menina, a fazê-la cada vez mais dependente. Agora ele também, a obrigava ingerir bebida alcoólica, geralmente uma combinação de uísque com um pouco de guaraná e muito gelo. Alimentação de Ju era insuficiente, e os banho de sol, uma ou duas vezes por semana, mas sempre com aquela dolorosa máscara e os bracinhos algemados à costas. Ele continuava a possuir a garota, de todas as maneiras possíveis. A jovem sofria toda sorte de barbaridade, seu corpinho e sua alma eram tremendamente castigados. Ele sentia prazer imensurável em fazer Juliana sofrer. Costumava deixá-la presa ao teto do quarto pelos braços, por meio de tiras de couro, somente tocando o chão com as pontas dos dedos dos pés. Com o chicote de múltiplas tiras, ele flagelava o corpo nú da jovem. Juliana não tinha mais vontade de viver, sua única alegria era quando ele a fazia ter orgasmos seguidos, usando do pênis, da boca e da língua. Ele fazia a menina enlouquecer de tanto gozo. Ele Tinha cortado a linda cabeleira loira de Juliana, bem curtinho, na altura dos ombros, porém, mesmo com o passar do tempo, os cabelos dela quase não cresciam, talvez pelas condições miseráveis em que estava vivendo. Dez meses tinham se passado, a menina já não respondia a nenhum estímulo, nem de dor nem de prazer. As drogas e as bebidas a tornaram um verdadeiro trapo. Juliana estava magra, desnutrida e, seu outrora lindo corpo, trazia todas as marcas das atrocidades sofridas. Juliana já não sabia quem era, sua mente, como que a recusar tanta perversidade, apagou de vez e agora ela não era mais a linda e saudável adolescentes que a todos encantava, mas sim, um triste e sofrido farrapo humano. Feliciano já tinha esgotado nela, todo o seu sadismo, toda a sua perversidade e, agora, neste estado, ela não mais o atraía. Foi então que ele resolveu se descartar dela. Mas como fazer isso, matar e enterrar o corpo no terreno da propriedade! Jogar o corpo ao mar ou em qualquer outro lugar! Não, nada disso o satisfazia Tinha de ser uma maneira sui-generis, tão desconcertante quanto o desaparecimento dela a quase um ano atrás. Ela pela última vez iria lhe proporcionar prazer e ele, diabolicamente, armou todo o esquema, para de desfazer daquele “imprestável monte de carne”. Ele injetou na menina drogas poderosas, para mantê-la inconsciente por muitas horas, a vestiu com as mesma roupa que ela trajava quando ele a sequestrou. Colocou a jovem dentro de um baú almofadado internamente, junto com sua mochila e livros. Lacrou o baú, revestindo-o com quatro tiras metálicas, destas de fortalecer caixote, quando transportados. Colou no baú dizeres: “cuidado frágil” e setas com dizeres “este lado para cima”. Colou também uma etiqueta de endereço. Dando uma sinistra risada, ele balbuciou: - Pronto, meu amorzinho, eu a estou levando para casa, como você queria.

Os pais de Juliana e suas irmãs, nunca se conformaram com o misterioso desaparecimento da caçulinha querida da casa. O inconformismo de todos era patente e a tristeza geral. Quase um ano tinha se passado e a esperança de encontrar a menina tinha se esvaecido, menos na mãe da garota, que todas as noites rezava pelo retorno da sua querida garotinha. A cidade ainda estava traumatizada pelo ocorrido e todos tinham muita pena do sofrimento daquela família, pela perda da filha mais nova. Ao anoitecer, de uma sexta-feira, estando toda a família reunida, com três casais de amigos, para um jantar de confraternização, um caminhão de encomenda expressa estacionou em frente da casa. Marta, a filha mais velha, foi ao portão ver do que se tratava e o motorista informou: -Senhorita, temos uma encomenda expressa para o senhor Agenor, vamos descarregar, favor assinar o recebimento nesta nota. Marta, chamou o pai e ele veio ver do se tratava. Estranhou muito, pois ele não tinha encomendado nada, nem ninguém da casa. A nota de transporte apenas informava que eram produtos perecíveis e nada mais e, fora despachado por uma empresa do sul do país. Nome do destinatário correto, por extenso, endereço certo; não havia como rejeitar a entrega e o senhor Agenor solicitou que o motorista e o auxiliar transportassem a encomenda até a sala, pois se tratava de um baú de considerável volume. Assinou o recebimento, deu uma boa gratificação aos rapazes e, a família curiosa se reuniu ao redor do caixote. - Bem, minha gente...vamos abrir e ver do que se trata. Está escrito que é produto frágil e tem relativo peso. Um dos amigos convidados, brincou: - Vai ver é uma capivara, que um sulista mandou para o almoço de amanhã, e todos riram da brincadeira. Para tirar estas fitas metálicas, só com alicate. Agenor com a ajuda dos amigos conseguiu tiras as fitas e observou que a tampa do baú estava presa com oito grandes parafusos e a chave de fenda que ele tinha em casa era muita pequena, não servia. Agenor pediu a filha Marta: - Filha vá buscar no meu carro a caixa de ferramentas, lá eu tenho uma chave que vai servir para desparafusar estes parafusos. Vou abrir logo esta coisa, estou morrendo de curiosidade. Um por um os parafusos foram retirados e Agenor abriu a tampa. Os homens ficaram chocados e assombrados, ao verem o que estava dentro do baú. O choque foi tão grande que não conseguiam falar nada. Agenor, desesperado, puxou o corpinho desfalecido de Juliana. A mãe de Juliana, ao ver o corpo da filha, deu um grito e caiu desmaiada. Marlene, a irmã, aos prantos, clamava: -Meu Deus...meu Deus, minha irmã está morta, eles nos mandaram o seu corpinho. A comoção era tão grande, que ninguém conseguiu segurar o choro, ao verem o frágil corpinho, despido e mutilado da menina. Marta, se atirou para abraçar Juliana, que jazia inerte nos braços do pai, que alucinado abraçava a filha. Foi quando ela observou que a irmã não estava morta, mas sim, desfalecida. Quando a mãe de Ju voltou a si, ela já tinha sido levada para um quarto, pelas amigas do casal. As senhoras ficaram assombradas e profundamente condoídas com o estado lastimável da menina. O corpo apresentava evidentes sinais de ferimentos diversos, demonstrando que ela foi brutalmente torturada. Juliana estava entorpecida e não apresentava nenhum sinal que iria despertar. A dor da família era enorme, pelas péssimas condições em que a princesinha deles estava. O hospital foi chamado, e a polícia também. Os médicos ao fazerem os primeiros exames na garota, se entreolharam chocados com as condições dela. Como podia existir no mundo pessoas tão maléficas, a ponto de maltratar tanto uma frágil criança. Juliana, em coma, não respondia a nenhum tratamento. Ela apresentava inúmeros ferimentos pelo corpo, muitas cicatrizes, demonstrando que ela sofreu por muito tempo, torturas continuadas. Exames demonstraram que ela foi violentada e que tanto em sua vagina e no ânus, objetos tinha sido introduzidos, ocasionando ferimentos internos. Ela apresentava grave infecção nesses órgãos. Estava profundamente anêmica e subnutrida. Com o passar do tempo e com o desvelo da equipe médica e das enfermeiras, seus ferimentos e cicatrizes sumiram. Todos no hospital a tratavam com meiguice, compadecidos com os sofrimentos que lhe foram infligidos. Ela era a paciente querida de todos eles. Mas assim mesmo, Juliana continuava em coma profundo. Em seis meses, tentando decifrar o enigma do desaparecimento e o retorno de Juliana, a polícia não conseguiu a menor evidência sobre o caso; mistério absoluto. Na cidade, inúmeras e absurdas hipóteses foram levantadas, até que a menina teria sido abduzida por seres extraterrestres, que fizeram inúmeras experiências com ela. Numa tarde, quando toda a família estava no hospital, a visitando, Juliana acorda retornando do coma, e espantada olha para seus pais e irmãs, intrigada por eles estarem rindo e chorando, tudo ao mesmo tempo. O que foi pessoal, porque eu estou aqui, porque vocês estão tão.... Não conseguiu terminar a frase, sufocada que é pelos abraços e beijos. Você acordou, filha querida, diz sua mãe, que a abraça derramando lágrimas no rosto da filha. Todo o hospital fica em pavoroso pelo acontecido e, todos querem ver de perto, o pequeno milagre. A única pessoa que fica sem nada entender, é a própria Juliana. Nossa...eu estava na pracinha, a estudar e ...acordo aqui no hospital. O que aconteceu, eu perdi os sentidos e vocês me trouxeram ao hospital...Que exagero gente! Amanhã começam os meus exames lá na escola e tenho de estudar. Todos se entreolham e imediatamente entendem que Juliana tinha enterrado no fundo de sua alma todo o ocorrido com ela, nos últimos dezoito meses. E eles também iriam fazer o mesmo.

Numa pequena cidade, na região central do país, em uma bucólica pracinha central, um senhor de cabelos branco, aparecendo ter bastante idade, se afasta assobiando alegremente, empurrando o seu carrinho de algodão doce, mas que tem à venda apenas balas e bombons. Dentro do carrinho ele transporta uma carga bem mais valiosa, mas esta não está à venda, é para consumo próprio.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:27 de setembro de 2013 10:21

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Comentários

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  • João emilio
    Postado porJoão emilioem24 de junho de 2016 18:50

    Excelente, magnífico vc deveria escrever um livro, adorei o melhor conto que já li, parabéns

  • Waldir N Gomes
    Postado porWalyem27 de setembro de 2013 12:12
    Waly é uma autora no História Erótica

    Espero que este meu primeiro conto seja do agrado de todos. Se aprovado, farei remessa de outros, que já estão prontos para a publicação.

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