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Meu encontro com Henry, o psicopata assassino

Meu encontro com Henry, o psicopata assassino

Meu nome é Stella, tenho vinte e oito anos, sou casada com Frederico e tenho dois lindos filhos. Joana, com cinco anos e Henrique com dois. Minha vida familiar corre as mil maravilhas, assim como a profissional. Sou gerente de uma grande loja de eletrodomésticos, sendo que eu e minha família somos donos de 40% das ações da empresa, sendo os acionistas controladores.
Frederico não gosta de ficar na firma e prefere trabalhar em sua loja de produtos naturais. Isto lhe deixa mais tempo livre, para cuidar do sítio que temos nos arredores da cidade, pouco mais de quarenta quilômetros, serra acima.
Neste final de semana, véspera de feriado dobrado, resolvemos levar toda a família para passar os quatros dias de folga no sítio. É muita gente, meus pais, os meus sogros e tios e tias, fora as mais de dez crianças. Turma alegre e barulhenta e eu estou contando os minutos para os encontrar.
Sexta-feira, todos já estão lá, só eu ainda não cheguei, pois em véspera de feriado prolongado, tive de fechar a loja mais tarde, pois as vendas estavam a "todo vapor". Frederico queria me esperar, para irmos todos junto, mas eu disse que seria melhor ele ir na frente, levando as nossas crianças e preparar tudo para o jantar que seria servido naquela mesma noite.
Infelizmente demorei mais do esperava e só agora estou na estrada, bem atrasada para o jantar em família. Telefonei para ele e o avisei que em menos de quarenta minutos estarei chegando, pois já estou me aproximando da estrada de terra batida, que dá acesso ao nosso sítio. Disse que poderia ir servindo o jantar, mas Fred falou que não, que todos concordaram em esperar minha chegada.
Oito e trinta, noite escura e fria, dirijo com todo cuidado, pois naquela área costuma ter muito animal na estrada, fugitivos das fazendas vizinhas. Dito e feito, tenho minha atenção despertada para um animal caído no leito da estrada. Coitado do bicho, deve ter sido atropelado por um descuidado!
Diminuo a velocidade, pensando em contornar a carcaça, mas chegando perto, percebo, assustada, que é uma pessoa que está caída na estrada. Paro o carro e saio, pensando em acudir o infeliz. Vejo que é um homem e que não se mexe, logo penso que deve estar morto. Me inclino e tento virar o corpo, mas levo um tremendo susto, quando o "acidentado" se senta e com um sorriso estranho, exclama: - Eu sabia que você viria Madalena! É um homem magro, muito alto, com cabelos loiros e olhos azuis, que se levanta rapidamente e se aproxima de mim.
Em pânico, volto em desabalada corrida, para o meu carro, mas pouco antes de fechar a porta, ele me agarra pelo vestido, rasgando a bainha. - Desta vez você não vai fugir de mim, Madalena. Sou empurrada para dentro do veículo e ele fica sentado no banco do carona. Sem perda de tempo tento escapulir abrindo a porta do meu lado. O sujeito me agarra pelo pescoço e me aplica uma "gravata" violenta, sinto que estou sufocando. Tento aliviar a pressão, com as mãos em seu braço, mas o cara é muito forte e cada vez mais vai me estrangulando.
O ar vai me faltando e a minha vista escurece, até que amoleço e perco os sentidos. Quando acordo, ainda estou sentada no banco do motorista, com a frente, do meu vestido, rasgada e com os seios descobertos, não vejo o meu sutiã. Mas o que me apavora é sentir sobre o meu seio direito, a ponta de um estilete.
- Madalena, se você tentar fugir de mim novamente, vou te matar... mulher infiel e traidora! - Num fio de voz, quase me mijando de tanto medo, lhe digo: -Eu não sou Madalena meu nome é Stella, o senhor se enganou!
- Filha de uma puta, você não vai me enganar mais uma vez! Feche a merda desta boca...senão. Dou um grito de dor, pois ele, com o estilete, faz um corte no meu ombro desnudo, perto do pescoço. Com o sangue a correr pelo meu colo, me descontrolo e começo a gritar por socorro.
Levo dezenas de tapas no rosto e na cabeça, que só fazem eu gritar e chorar com mais ímpeto. Infelizmente, estamos numa estrada onde dificilmente passam carros a esta hora da noite e ele continua a me bater, Depois de algum tempo, com os lábios e nariz sangrando e os olhos quase sem poder abrir, vou perdendo a voz e tombo sobre o volante, gemendo de dor.
Sou puxada pelos cabelos e ele me obriga a olhar para o seu rosto. - Se você continuar com esta palhaçada, Madalena.... Vou te dar tanta porrada, que vais te arrepender de me ter traído.
Vejo nos olhos e no rosto dele, que realmente pensa que sou a tal de Madalena. Tão apavorada estou, que nos primeiros momentos, não percebi que o homem é um louco varrido. O terror que sinto ao perceber esta realidade, me paralisa de tal modo, que fico olhando, com os olhos esbugalhados para ele. Sabendo que não adianta nada, o contrariar, pois isso só fará com que ele, enfurecido, me surre mais.
- Madalena, ligue a merda deste carro e vamos para casa, de onde não deverias sair jamais. Tremendo de medo, ligo o carro e lentamente avanço. - Para onde o senhor quer ir? Foi o bastante para levar mais uma dúzia de tapas na cabeça e no rosto e ele explodir: - Vamos para a nossa casa, idiota! Vá em frente e mais rápido.
Com muita dor e com o sangue escorrendo do corte em meu ombro e dos lábios e nariz, dirijo estrada afora, rezando para encontrar um outro veículo, para poder pedir por socorro. O tempo vai passando e vejo que já estou a mais de duzentos quilômetros do local em que fui atacada. Já são quase uma hora da madrugada e eu cansada e atemorizada, com os olhos e rosto inchados, continuo a dirigir, sem saber para onde, sempre em frente. Ele ao meu lado, olha fixamente para a frente sem pronunciar uma palavra. Me celular neste tempo todo, não parou de tocar, dentro de minha bolsa. Felizmente ele parece não ter ouvido o aparelho. Com certeza devia ser Frederico e o meu pessoal, assustados com a minha não chegada em casa.
Três da manhã, de tão exausta, já não consigo manter os olhos abertos. Sei que a muito tempo já saímos dos limites do meu município e até do estado. Foi então que o maluco, sem nenhum outro comentário, ordenou: - Dobre à direita e vá em frente, já estamos quase chegando em casa. - Meu Deus do céu! O que vai acontecer comigo, em poder deste alienado?
Só fui saber, quem era realmente o cara, muito tempo depois do meu resgate. Se tratava de um psicopata assassino, fugitivo do manicômio judicial, do município vizinho ao nosso. Se chamava Henry e matou a esposa, retalhando o corpo dela com um estilete, ao descobriu que a mulher, Madalena, o traía com muitos homens, enquanto ele viajava a serviço. Para fugir do manicômio ele cortou a garganta de duas atendentes e de um enfermeiro.
Minha Mãezinha do céu, me considero uma mulher de muita sorte, pois o maluco, não sei porque, achou que eu era a mulher dele, que teve o corpo cortado em pedaços e jogado no mato, nas proximidades de onde ele me levou.
A estradinha que ele me mandou entrar está cada vez mais ficando estreita, e agora não passava de uma picada, onde o carro não tinha mais condições de avançar. -Pare aí mulher, o resto do caminho a gente faz a pé. Andamos pouco mais de cinquenta metros no meio de mato fechado e numa pequena clareira, ele parou e ficou olhado abobalhado pra todos os lados. - Onde está a nossa casa! Onde está a nossa casa! Ficou gritando histérico. Ele me empurrava e me dava socos por todo o corpo…Onde está a nossa casa, Madalena? Você mandou destruir a casa! Porque fizeste isso mulher? Ele sentou no chão, e com a cabeça no meio das pernas, começou a chorar.
Pensei em aproveitar a oportunidade e sair correndo floresta a dentro, mas estou tão cansada e debilitada pelas surras, que me encosto no tronco de uma árvore e ali fico, respirando com dificuldade. Aos poucos, tudo vai ficando turvo, minha vista escurece e vou deslizando meu corpo, até ficar deitada no chão, sobre as folhas e galhos. Tenho muitas dificuldades em manter meus olhos abertos e entro numa espécie de torpor e imagino que estou no conforto de meu sítio, protegida pela minha família.
Meu querido esposo me abraça por trás, com os braços em volta dos meus seios e beija o meu pescoço, delicadamente. Dou um grito de dor quando Frederico, me dá uma forte mordida no ombro: - Aaaiiiii! Fred! Você está me machucando, mas em vez de parar, ele enterra mais os dentes em meu ombro. Gemendo de dor, sinto os dentes cravados em minhas carnes, em desespero, me debato e tento me afastar.
Com a dor, tomo ciência, que quem está me atacando é o psicopata. Ambos estamos totalmente despidos e ele deitado por cima do meu corpo, crava os dentes em meu ombro. O membro dele está no meio de minha bunda, com minhas coxas separadas pelas pernas dele, em pânico, tentou tirá-lo de cima de mim, mas ele me segura firme, com as mãos espalmando os meus seios. Bufando e gemendo ele tenta me violentar, com o pênis, indo da minha rachinha até o ânus. Mas uma coisa muito estranha está acontecendo, apesar dele esfregar com violência o pau, nos meus buracos, o membro está totalmente "morto". A coisa dele não endurece de jeito nenhum.
Parece que uma bola murcha está tentando invadir os meus buracos. É lógico que sei que daquele jeito, ele jamais conseguirá me estuprar, e até fico sossegada por isso. Mas sinto muita dor, com as mordidas em meu ombro, agora menos violentas e com os seios sendo esmagados pelas mãos do maluco.
Depois de muitos minutos, ele para de se mexer, e fica deitado sobre as minhas costas, com a boca entreaberta, babando em meu ombro, ferido pelas mordidas. Parece que ele está dormindo, me fazendo de colchão, enquanto que eu sinto toda a rudeza do chão em meu corpo.
Estou tão abatida, física e moralmente, que não tenho ânimo para mais nada e me deixo ficar sob ele. Com o sangue seco em meu corpo, sinto que as formigas estão fazendo uma festa. Não suportando mais tanta agonia, começo a gemer e a me mexer, com isso ele saí de cima do meu corpo. Quando me viro, vejo que muitas formigas estão sobre os meus machucados. Em aflição total, passo as mãos em minha barriga, seios e ombros, para me livrar das danadinhas, que até na vagina tinham entrado, atraídas pelos líquidos do pênis do cara.
Henry, ao meu lado, deitado de barriga para cima, parecia estar em outro mundo, tal a sua imobilidade. Aproveitei e, muito lentamente, fui me arrastando dele. Talvez estivesse ali, a minha oportunidade de fugir dele. Puro engano meu, pois o maldito, me puxou pelos cabelos. - Onde você vai Madalena? Vais ficar comigo para sempre, nunca mais te deixarei ir embora.
Por meio de tiras das minhas próprias roupas, ele amarrou os meus braços, nos galhos de uma árvore me deixando quase pendurada. Você vai ficar aí enquanto eu descanso um pouco. Vou até o "nosso" carro e dormir lá dentro.
Meu Deus! Foi a pior noite de minha vida. Nua amarrada em uma árvore, com os pés quase não tocando o chão, com muito frio e os mosquitos me comendo viva. O dia amanheceu e a minha tortura continuou, pois o maluco não retornava. Meu desespero aumentou ainda mais, imaginando que iria ficar presa ali até morrer de sede e fome, devorada pelos animais da floresta.
Foi com certo alivio que, no meio da tarde, vi o doido voltar. Ele me soltou e sem forças, desmoronei no chão. Ele trazia os forros dos bancos do carro e dei graças, quando me estendendo um, ordenou que eu o usasse como leito. Me deitei, como um feto sobre o bruto tecido e lá fiquei, rezando que alguém pudesse me libertar das mãos daquele maluco. Só noite alta, me dei conta que tinha dormido por muitas horas.
Com muita sede e fome, continuei deitada sobre o forro, soluçando, pensando em meus filhos e em Frederico, que deviam estar desesperados com o meu sumiço. Mas a minha agonia ainda não tinha terminado. Henry, se aproximou de mim e ordenou: - Abra as pernas mulher, eu quero te foder mais um pouco. Minha mente custou a entender o que ele queria, pois não conseguia mais pensar com lucidez e isso foi o bastante para mais uma seção de pancadas.
Fui chutada em minhas pernas, coxas e barriga, inúmeras vezes - Abra esta buceta pra mim, Madalena! Durante vários minutos o pênis mole dele, ficou roçando minha vagina e, como da vez anterior, nada de penetração. O cara era totalmente impotente, sua vontade de foder só era na cabeça.
Mas aconteceu uma coisa, que me arrasou por completo. Depois de tentar me comer, sem sucesso, ele disse que queria me chupar, e foi o que fez. Se até aquele momento, com o pênis dele passeando entre os lábios de minha vagina, só senti medo e nem um pouco de excitação, agora a coisa foi diferente.
Com a boca e a língua dele, me devorando, com violentas chupadas, em pouco tempo, eu estava dominada por um incrível prazer, pois eu e o meu marido, nunca fizemos sexo oral.Com as coxas toda separada, eu mexia os quadris, tentando acompanhar o vai e vem da língua dele dentro de minha buceta. Quando o fantástico orgasmo veio, eu cruzei as coxas sobre os ombros dele e berrei alucinada, quase desfalecendo do tremendo gozo.
Nas horas seguintes, "bestificado" com a minha entrega total, Henry não parou mais de me chupar e eu apesar de estar ardendo em febre alta, ainda podia ficar doida com a boca do maluco chupando o meu "botãozinho". Na verdade, eu agora estava tão doida como ele próprio.
Mas no terceiro dia do meu sequestro, já não conseguia mais me levantar, enfraquecida pela falta de água e comida, com infecção em muitas das minhas feridas, que ficaram em contato com a sujeira da floresta, ardia em febre, sob forte pneumonia.
Foi aí que o psicopata assassino, se revelou em toda a sua insanidade. - Madalena, você me traiu com muitos homens e me abandonou, agora quem vai te abandonar serei eu. No estado em que estava, não fui capaz de reagir, quando ele enrolou o meu corpo, com os forros dos bancos do meu carro e usou cipós para os prender em volta de mim.
- Madalena, você vai ficar toda enrolada desta forma, aqui na floresta, até a tua morte, pois é o que mereces. Ele entrou pelo mato e nunca mais o vi.
Por mais dois dias, "Madalena" ficou jogada no meio do nada, só esperando a morte chegar. Já há muitas horas, desfalecida, não sentia mais o seu corpo ser devorado pelas formigas e outros insetos. Quando foi encontrada pela equipe de bombeiros e voluntários, que estavam a sua procura, quase a morte, as esperanças de ser salva eram quase nulas.
Com infeção generalizada e com muita perda de sangue, não respondia mais aos tratamentos, mas muito lentamente, foi melhorando e três meses depois recebeu alta da clínica e pode voltar aos braços do seu marido e filhos. Se o corpo estava sadio, precisou de muito mais tempo, para curar a mente, traumatizada pelos dias de horror que ficou aprisionada por Henry, o louco assassino.
Ele foi morto pela polícia, quando tentava, assassinar uma outra "Madalena". Foi graças ao seu celular, que ficou no carro, que foi possível seguir o sinal emitido por ele e encontrar o meu carro. Com as buscas restritas àquela região, foi possível ao pessoal localizar Stella.
Agora, totalmente recuperada de corpo e mente, Stella nunca contou a ninguém, nem ao próprio marido, que sofreu violências sexuais do psicopata. Todos pensam que ela foi somente torturada pelo sujeito. Jamais poderiam descobrir que ela sentiu prazer ao ser surrada pelo mostro e que quase enlouqueceu com os orgasmos múltiplos com ele fazendo sexo oral nela.
Com Frederico, se recusando a lhe dar este tipo de prazer, Stella encontrou, em um de seus funcionários, um sujeito brutal, disposto a satisfazê-la nestes itens e assim, continuou a ser a esposa e mãe zelosa e muito amada por toda a sua enorme família. Se bem, que no mínimo uma vez por semana, era obrigada a ficar até tarde da noite, no escritório da empresa, para "colocar a papelada" em dia e seu maridão, nunca pode perceber, porque as vezes Stella, não queria ficar nua perto dele. Ela não poderia exibir a manchas vermelhas e vincos das chicotadas em seu corpo, ele não entenderia essa sua tara.
FIM

Sobre este texto

Marcela2

Autor:

Publicação:11 de fevereiro de 2015 01:41

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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