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A 7ª vítima do serial killer

A 7ª vítima do serial killer

Minha cidade é pequena, porém bem pacata e todos podemos viver tranquilos, pois não temos notícias de nenhuma transgressão grave à lei e a ordem pública. Isto poderia ser dito até alguns meses atrás, pois neste tempo quatro assassinatos ocorreram em nossa comarca.
Foram crimes aterrorizantes, que levou pânico a todos nós, demonstrando que um homicida louco e sádico estava convivendo em nosso meio. As cinco mulheres vitimadas eram todas jovens estudantes da nossa única universidade.
As moças foram sequestradas, violentadas e seus corpos localizados dias depois, horrivelmente mutilados e com os seios amputados. Grande força policial foi montada, até com auxílio da divisão de homicídios da capital.
Agora, 6 meses passados, nenhum outro ataque ocorreu e tivemos notícias de que um crime parecido, numa cidade bem ao norte da nossa.
Respiramos aliviados, não pelo triste fim da nova vítima do louco homicida, mas por sabermos que, devido ao cerco que se formou, ele resolveu ir para outras bandas.

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Meu nome é Elizabeth, Beth como todos me chamam, tenho 17 anos e estudo à noite e durante o dia trabalho na lanchonete do Bob, lá no campus da universidade. Ele é um cara muito bacana e que se preocupava muito comigo, quando estávamos em "alerta vermelho", todo muito com medo de sair de casa, principalmente, nós as mocinhas estudantes. No fim das aulas, eu sempre ia na lanchonete e o ajudava a limpas algumas coisinhas, fechávamos as portas e Bob me levava para casa.
Em algumas ocasiões, no estacionamento do campus, Bob me beijava e, eu gostava dos beijos dele, mas o problema era que eu tinha apenas 17 anos e ele 47, bem mais velho que minha mãe. Apesar dele insistir em querer me namorar, eu dizia que isso era impossível, devido à enorme diferença de idade. Bob sabia que eu não tinha namorado firme, apenas alguns ficantes de ocasião, mas assim mesmo, quando me beijava la no estacionamento, sempre voltava a me pedir em namoro.
- Bob, eu gosto multo de você, mas não quero o ter como namorado. Seria uma coisa ridícula eu ter um namorado 10 anos mais velho que mamãe. Você pode me beijar e me fazer uns carinhos, que gosto muito, mas sem nenhum compromisso. Apesar de muito brabo comigo, ele se conformou e se contentou com a migalha que eu lhe dava. Depois disso sempre que tinha oportunidade, seja no estacionamento ou na lanchonete, quando estávamos fechando a casa, ele me cobria de beijos e lambia meu rosto, pescoço e ombros.
- Deus! Nenhum dos garotos, meus ficantes, fazia coisa igual e eu nunca os deixava ir adiante; mas com Bob a coisa era diferente. As lambidas dele me deixavam toda mole e ficava cada vez mais difícil resistir aos seus avanços e, ele sabia disso. Até que no seu carro, com Bob fazendo aqueles carinhos enlouquecedores, não resisti e quando percebi, estava sem a blusa e sem sutiã com ele me lambendo e chupando meus mamilos, dando leves mordidas.
O prazer que estava sentindo, me fez esquecer de tudo, a não ser gemer como uma louca, praticamente deitada no banco do carro de Bob. Só lhe resisti quando ele meteu a mão por dentro de minha calcinha e apalpou minha xoxotinha. Com o toque dele, metendo o dedo la dentro, foi que me assustei e fechei as coxas com forças e chorando pedi para que ele tirasse o dedo. Bob custou a tirar o dedo, mas como não queria me forçar contra a minha vontade, o fez. Depois com a cara fechada, me levou para casa.
Bob sabia que eu morria de amores por Phillips, um garoto lindo de morrer, capitão do time de futebol da universidade, mas parece que não se importava com isso, pois era ele que estava tirando umas casquinhas de mim e parece que sabia que mais tarde ou mais tarde iria quebrar as minhas fracas resistências e me possuiria, pois até o dedo ele já tinha colocado em mim. Mas trinta anos de diferença era muita coisa, e eu lhe resistia, cada vez mais fracamente. Se ele fosse o Phill, a muito eu já teria aberto as pernas para ele, não dando bola para a minha virgindade.
Minhas colegas, todas estavam querendo flertar com Phillips. O único problema era que ele vivia trocando de namorada. Ficava com uma, dava uns apertos e depois partia para outra.
Muitas diziam que depois da primeira trepada, ele não queria mais saber da garota, mas apesar disso, elas viviam atrás dele.
Fiquei toda ouriçada quando numa tarde Phillips entrou na lanchonete, com alguns amigos. Fui até a mesa deles, para tomar os pedidos. Levei os pedidos e quando os servi, de tão nervosa, deixei cair a bandeja, juntamente no colo do meu amor oculto. Ele se levantou rápido, enxugando a camisa, toda manchada de suco e me olhou furioso:
- Você está maluca garota? Veja o que fez... me emporcalhou todo! Envergonhada e chorando, sem saber o que dizer, corri para o banheiro feminino e fiquei por lá, até que Bob bateu à porta me chamando.
- Saia daí garotinha! O rapaz quer se desculpar, por ser tão rude com você. Lavei o rosto e acompanhei Bob até o salão. Estranhei a atitude de Bob, ele estava querendo me levar para a cama dele e no entretanto, mesmo sabendo dos meus sentimentos por Phill, parecia não se importar om isso.
Todos os amigos de Phill já tinham ido embora e ele estava no balcão me esperando. Eu de cabeça baixo, sem coragem de o encarar, apenas o escutei:
- Me desculpe por ser tão estúpido com você, sei que foi um acidente, que pode acontecer com qualquer um. Eu acho que a reconheço lá da faculdade! - Eu estudo lá...me desculpe Phillips, eu fui muito desastrada.
- Que linda! Você sabe o meu nome e eu nem sei o seu! - Meu nome é Beth e estou no primeiro ano e você já estar no último, é natural, pois nossos mundos são diferentes.
- Que nada Beth... vamos fazer o seguinte. Para me desculpar pela minha indelicadeza, hoje à noite, no término das aulas, vou teu levar para casa.... Você aceita o meu convite?
Tremi na base, Phill....me convidando! Que coisa de louco! Isto era o que eu mais queria no mundo! Vermelha como um pimentão, disse que aceitaria.
Eu, apesar de já ter 17 anos, nunca sai de carro com um namorado, apenas uns apertos, na saída da faculdade ou na porta de casa; uns beijinhos e umas passadas de mão nos seios. Eu sempre os impedia de ir adiante, pois não queria ser como muitas das colegas, que viviam fodendo com os seus namorados. Não sei porque eu não levava em conta o que Bob fazia em mim.
Telefonei para casa, avisando que iria sair mais tarde da universidade, pois umas aulas seriam repostas. Mamãe, que pensava mais si do que em mim, nem deu muita importância. - A chave está debaixo do tapete e a janta no forno. Eu não estarei em casa, vou jogar pôquer com as minhas amigas e não tenho hora para chegar em casa. Era sempre assim, mamãe quase não parava em casa e muitas noites ia "jogar pôquer", não que eu acreditasse nisso.
Phill, com o seu carrão, me esperou no pátio, como combinado e eu rindo à toa, de tão nervosa, fiquei maravilhada quando ele abriu a porta e me convidou para entrar. - Você tem pressa de chegar em casa, Beth? Quando eu disse que não, ele sem me pedir licença, falou: - Beth, você é um a garota muito bonita e eu a quero conhecer mais. Vou leva-la a um lugar bem bacana, você vai gostar.
Eu estava no mundo que pedi à Deus! O rapaz mais cobiçado da universidade, queria me conhecer.... Que coisa mais bacana. Quando chegamos ao tal lugar, vi que era um recinto, com a fachada as escuras e apenas com um homem à porta. Fiquei com receio, e perguntei a ele que lugar era aquele. - Meu anjo... é um lugarzinho bem aconchegante e sossegado, eu sempre venho aqui, não tenha medo.
- Boa noite Pedrão…está aqui é minha amiga e quero entrar com ela. - Phillips qual é a idade dela? - Ela é maior de idade, não está vendo? - Não parece não! - Deixe de bobagem.... Tome isso aqui na minha mão e esqueça que a viu.
Beth observou que o homem embolsou algumas notas que Phill passou para ele e liberou a entrada da gente. Nesta altura o receio dela, já tinha se transformado em medo..., mas Phill a foi empurrando porta a dentro. - Venha queridas, vamos procurar um lugar sossegado para a gente.
Ela nem conseguir ver o lugar, de tão escuro e esfumaçado estava o local. Phil la levou para uma mesinha, num box nos fundos do salão e sentou-se a seu lado, num macio sofá. - Onde é que estamos Phil? - Aqui é uma boate muito conceituada em nossa cidade. Acho que você nunca esteve numa, não é mesmo?
Ele me abraçou por cima dos ombros e começou a passar as mãos de leve em minha nuca e no pescoço. - Beth, você é uma garotinha muito bonita não é como as outras meninas lá da faculdade. Eu estou encantado com a tua beleza e meiguice.... Você quer ser minha namorada? Olhei para ele e sem nem pensar, respondi, toda lânguida, dizendo que sim, que queria namorar com ele. Este era o meu maior sonho, que nem conseguia dormir direito, pensando nele.
Phill disse que para festejar o nosso namoro, iriamos beber uísque. Eu nunca tinha bebido algo tão forte e ainda por cima com a barriga vazia. Logo fiquei bem tontinha e nem liguei para mais nada, quando ele me ofereceu uma segunda dose
Quando ele me puxou e iniciou a me beijar no rosto e nos olhos, dizendo que eu era a garota mais bonita de todo o campus universitário, fiquei toda mole e correspondi, com ardor, os beijos que ele me dava, enfiando a língua em minha boca. Não se contando minhas aventuras com Bob, estes eram os meus primeiros beijos de língua e sem nem saber como, o deixei me cobrir de beijos, pelo rosto, pescoço e ombros, totalmente excitada, tal como ficava com Bob.
- Que maravilha Beth, agora somos namorados e enquanto me dava leves mordidas no lábio inferior, passeava com as mãos, por dentro de minha blusa e desabotoando o sutiã, apertava meus mamilos entre os dedos.
Eu correspondia aos seus beijos e louca de paixão o deixava me tocar a vontade, não tinha mais forças para resistir. - Beth, querida, perto da boate tem um motel, fica a poucas quadras daqui, vamos até lá, para continuarmos com o nosso namoro? - Vamos sim, meu amor... foi o que consegui murmurar. Quase explodindo de tanto prazer, que me dominada por inteiro.
No carro dele, rodamos por uns cinco minutos e chegamos ao tal motel. No pátio enquanto ele falava com o pessoal da portaria, eu acordei da minha paixão, da minha loucura. Estava indo para um motel, na primeira vez que sai com um cara...e eu ainda era virgem. Que idiotice a minha!
Abri a porta do carro e sai correndo, noite a dentro, já em plena madrugada. Tinha bebido tanto que por vezes não conseguia me equilibrar. Tive sorte e logo na saída, fiz sinal para um taxi e nele embarquei.
O taxista, um senhor de cabelos brancos e bem desbocado, foi logo falando: - Eu sempre fico por perto deste motel, pois quando putinhas como você vão dar o rabo para um qualquer, as vezes são expulsas sem receber a grana deles. Depois querem ir embora. São fodidas e não recebem pela foda. Por falar nisso, você tem dinheiro para pagar a corrida? Quando eu disse que não, que pagaria a corrida lá em casa, ele me mandou a puta que pariu e me mandou descer do carro. Você é uma puta bem descarada, entra no meu carro, cheirando a álcool e que corrida sem grana.
Eram mais de duas horas e eu estava muito longe de casa. Chorando muito pedi que me levasse, jurando que pagaria o dobro da corrida. O velhote pensou um pouco, me olhou de cima a baixo. - Está bem garota, você é uma putinha bem novinha e bem gostosa…vou levar você para tua casa, mas sem o taxímetro...venha se sentar ao meu lado e me diga o que aconteceu, para você estar desse jeito.
Eu lhe contei que fui enganada por um colega da faculdade, que queria me levar para o motel, mas que eu não aceitei e fugi, pois, apesar de gostar muito dele, nunca dormi com um homem.
- Não me diga isso! Você quer me dizer que ainda é virgem? - Sou sim... não sou nenhuma puta como o senhor disse que eu era! - Que maravilha! Uma virgem embriagada em meu carro!
Eu estava tão fora de mim, que nem notei que estávamos em um local bem desértico e quando ele estacionou e me mandou descer do carro, reclamei: - Mas senhor, ainda não chegamos em minha casa! - Este é o fim da linha para você, garotinha. Faça o favor de descer. Fiquei olhando para ele, com os olhos arregalados, quando vi em sua mão um revólver apontado em minha direção, - desça garota ou eu a furo aqui mesmo.
Em pânico, fiquei estática, sem saber o que ele queria comigo. O velho espumando de raiva, gritou. Desça, vadia, eu estou mandando! Sem esperar, recebi uma coronhada na testa, que me deixou tonta. Dei um grito de dor e levei a mão à cabeça, onde um fio de sangue descia pelos cabelos.
- Porque fez isso? Porque eu a mandei descer e você não me obedeceu. Agora desça ou eu vou lhe arrebentar a cabeça a coronhadas. Apavorada e acovardada, desci rápido do carro e o imaginando muito velho, corri rápido para o mato que nos cercava.
Realmente, o velho respirando com dificuldade, logo ficou para trás, mas tive a infelicidade de, no escuro da noite, tropeçar num tronco e me estatelei no chão e quando me virei, lá estava ele, em pé, apontando a arma para mim. Aterrorizada, fiquei imóvel no chão, quando ele se inclinou e colocou a cano do revólver em minha boca. Mas ele não apertou o gatilho, em vez disse, me deu uma tremenda coronhada, bem no lugar da anterior e eu apaguei de vez.
Quando voltei a mim, estava nua e pendurada pelos pulsos a uma árvore, sem tocar o chão. De minha testa escorria um filete de sangue, atrapalhando minha visão no olho esquerdo e indo até a minha barriga. Um pedaço de pano colocado bem fundo na minha boca, quase não me permitia respirar.
Vi o velhote a poucos metros, sentado sobre um tronco, com uma navalha na mão e olhando para mim, com um risinho sinistro no rosto. - Ta doendo a cabeça, meu anjinho? E os pulsos? Se conforme, pois isso não é nada, comparado com que eu tenho pronto para você.
- Verifiquei tua bucetinha e vi que realmente ainda és virgem. Isto é um presente do diabo para mim. Já tinha desistido trazer mocinhas para este local, mas você veio cair em meus braços, mas juro que você será a 7º garota e a última a experimenta a minha navalha. Depois vou sossegar e voltar a ser apenas o taxista velhinho e bonzinho das madrugadas.
Foi só então que compreendi que estava nas mãos do serial killer, que tanto assombrou nossa cidade. Meu Deus! Eu seria violentada e esquartejada pelo tarado homicida e não havia nada que pudesse fazer para me salvar. Pois vi que estávamos em uma floresta, bem distante da cidade, longe de tudo e de todos.
O terror que me dominou foi de tal monta, que fiquei num estado de quase epilepsia, com o cérebro não querendo acreditar no que estava acontecendo comigo. Não podia ser verdade, ser estuprada e cortada em pedaços... era coisa muito hedionda, apavorante... não podia estar acontecendo... devia ser um pesadelo.
Mas não era... era tudo verdade. Senti isso quando ele se aproximou de mim e com a navalha em sua mão, a fez passear em meu rosto e depois nos seios. Aí me lembrei do que li a respeito, que todas a moças tinham os seios amputados. Meu pavor foi tanto que urinei pernas abaixo.
Ele gostava muito de falar, acho que para apavorar ainda mais suas vítimas. - Olhe garota, todas as mulheres que trucidei, eram putinhas, que davam o cú a troco de dinheiro, não mereciam mesmo viver, mas você é diferente delas…meti o dedo na tua buceta e vi que é realmente virgem, como afirmou la no carro.
Então resolvi que vou lhe dar uma oportunidade de continuar viva…você vai chupar o meu pau, até eu gozar na tua boca.... Se eu gostar da tua mamada, a soltarei, senão vou te enrabar e depois tirar fora os teus dois seios, com você ainda viva.
- Você decide, garota…vai chupar o meu pau numa boa, ou então vou comer o teu rabo e depois tirar fora os teus seios. Em desespero, fiquei olhando para ele, eu não podia falar nada pois estava com uma bucha de pano em minha boca.
O velho tirou o pano de minha boca e impaciente, voltou a insistir: - Como é mulher? Não vou espera a vida toda... quero uma resposta tua agora.
Que Deus me ajude e me perdoe..., mas minha escolha foi pela minha vida. Chuparia o velho para não ser trucidada por ele. Ele cortou as cordas que me prendia à árvore e sem forças me estatelei no chão. Ele, sem mesmo esperar que eu me sentasse, amarrou meus pulsos pelas costas.
Me puxou pelos cabelos até um tronco, onde se sentou e tirou as calças. Quando eu vi o pênis dele, minha vontade era morrer. Uma coisa mole e cheia de veias salientes. Nunca tinha visto o pênis ao vivo, somente num vídeo pornô que assisti na casa de uma amiga, e aquela coisa do velho era um nojo.
- Você fez uma escolha certa, garota... vai chupar o meu pau até eu gozar, senão você será a minha 7º vítima. - Meu Deus... meu Deus...fechei os olhos e coloquei aquela coisa mole na boca.
Ele me deu um tapa na cabeça. - Já vi que você não sabe como chupar um caralho... não é assim.... Tem de fazer como se estivesse chupando um picolé. Deu outra tapa na minha cabeça e disse: - Um picolé você sabe como é.
Realmente eu não sabia como fazer aquela nojeira toda.... Mas fiz como ele mandou. Procurei esquecer o que tinha na minha boca e imaginei que era um picolé. Que Deus me ajude, eu tinha de fazer o velho gozar, senão estaria morta.
Aos poucos percebi que ele crescia e aí chupei com mais vigor, queria acabar logo com aquela tortura. Em pouco tempo ele estava totalmente duro e ocupava minha boca por inteiro. com as mãos em minha cabeça, a forçava para frente e para trás, fazendo com que o pênis se movimentasse em minha boca.
O velhote gemia como um louco, forçando minha cabeça com mais força. - Isso, isso, garota... você está aprendendo como se faz a coisa. De repente ele deu um uivo e puxou minha cabeça, enterrando o pau duro até a minha garganta. Foi quando ele gozou em mim. Tentei tirar a boca, mas ele segurou firme minha cabeça e fui obrigada a engolir tudo.
Cai ao chão quando ele me largou tive ânsias de vômitos. Fiquei caída, não sei por quanto tempo, com os braços presos. Depois tomei coragem e levantei a cabeça, ele estava sentado no mesmo tronco e me olhava fixamente.
- Você prometeu, se eu fizesse o que queria, deixaria eu viver! - Calma garota, deixe eu olhar esta tua bunda, que é uma delícia! Chorei muito, chamando por minha mãe... eu não queria morrer, mas estava achando que ele não me deixaria ir. E que era tudo mentira, só para que eu fazer aquela porcaria.
Alguns minutos depois, ele se levantou e com o pé em minha cintura, me obrigou a virar o corpo. - Vire esta bunda para cima, quero ver este rabo gostoso.
Fiquei tremenda, virado de costas por uma eternidade. Até que o senti se sentar sem roupas, sobre minhas coxas. - Sabe de uma coisa, menina? Vou foder este cuzinho!
- Mamãe... mamãe, me ajude... eu não mereço sofrer tanto. Chorei e implorei que ele não fizesse isso...eu não ia aguentar.
- Calma... calma... meu pau não é tão grande assim. Você vai engolir ele sem problemas. Com o peso dele em minhas coxas e com os braços amarrados, tentava torcer meu corpo, para o evitar. Recebi um soco dele na nuca e ainda tonta com a batida, senti o pênis dele no meio de minhas coxas e tentei fechá-las.
Não adiantou nada, ele ainda sentado sobre minhas pernas, com as mãos foi direcionando o pau para a o meu buraquinho. Gritei de dor quando o senti ir entrando em mim. Parecia que um ferro em brasa estava me queimando. Não suportei e perdi os sentidos.
Quando acordei, ele estava deitado nas minhas costas, com minhas coxas separadas e ele bufando como um porco entrando e saindo de mim. A dor que sentia, agora era suportável, mas assim mesmo doía muito toda vez que ele enterrava o pau bem fundo.
O velho tarado e homicida não se cansava nunca e ficou dentro do meu cuzinho por um tempo que me pareceu interminável. Eu estava exausta e toda dolorida, tinha recebida muitas porradas na cabeça e nas costas e além disso fiquei muito tempo pendurada pelos pulsos, que estavam quase em carne viva, pelo atrito das cordas. E agora meu bumbum doía horrivelmente, com o estupro sofrido, igualmente minha garganta doía bastante.
Mas o mais pavoroso de tudo, foi que ele, parece, estava dormindo sobre o meu corpo e eu o sentia dentro do meu bumbum. Com o peso dele sobre meu corpo e enfraquecida como estava, fui perdendo a noção e entrei numa espécie de torpor ou coisa parecida. Só me lembro que senti em volta do meu pescoço uma corda bem fina sendo apertada violentamente e tudo foi escurecendo e neste exato momento, como que num clarão, eu estava sendo a 7º vítima do serial killer.

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Marta chegou em casa, já passando das 5 horas, com o dia quase raiando. Ficou preocupada porque Beth ainda não tinha voltado para casa. Mesmo sendo tão cedo, ligou para Bob, a proprietária da lanchonete onde sua filha trabalhava.
Bob ficou mais preocupado ainda, pois seu relacionamento com a garota era muito forte e tinha desconfiança que Beth estivesse saído com Phill. Logo ao amanheceu foi à reitoria da faculdade e relatou o desaparecimento da aluna e sua funcionária. A segurança interna foi acionada e logo a procura por Beth teve início. Phillips, não pode esconder que saiu à noite com Elizabeth. Logo a polícia foi chamada, pois o sumiço de mais uma jovem universitária, alertou a todos, com a lembrança dos assassinados de estudantes meses atrás
Menos de 24 horas depois, foi remontada toda a estrutura anterior e intensa investigação teve início. Phillips, muito assustado, para livrar sua cara, foi obrigado a levar os investigadores até à boate e depois ao motel, onde teve o último contato com a moça. "Ela abriu a porta do carro e saiu correndo, pois não teve coragem de entrar comigo. Isto aconteceu por volta das 2 horas. Eu corri trás dela, pois não a queria deixar sozinha, tão tarde, mas cheguei atrasado, pois Beth estava embarcando num taxi"
No dia segunde, depois de muita busca, foi possível identificar o taxi de Beth embarcou. O taxista, um senhor com 68 anos, de cabelos brancos disse que, realmente tinha pegado a moça nas imediações do motel e que ela estava muito nervosa e que ele a levou até o portão de sua casa.
Este foi um erro dele, pois quando os detetives, embarcaram no taxi e pedirem para ele refazer o trajeto até a casa da moça desaparecida, ele não foi capaz de fazer, dizendo que como estava muito escuro, não tinha lembranças onde era a casa da moça. A desculpa não colou, um taxista com tantos anos de serviços não poderia alegar este absurdo.
Depois de 9 horas de intenso e "amigável" interrogatório ele foi obrigado a confessar que era o culpado pelo sequestro de Beth, que a estuprou e a matou. A confissão chocou a todos, pois Beth era uma moça que a todos cativava com a sua simpatia. O assassino estuprador confesso, não queria dizer onde estava o corpo da moça, mas depois foi "persuadido" revelar o local.
O corpo de Beth, estava enrolado em uma lona, encoberto por muitas folhas e galhos, no centro da floresta, a muitos quilômetros nas cercanias da comarca. Mas depois dos primeiros exames, foi verificado que apesar de muito machucada, estando quase à morte, Beth ainda tinha um sopro de vida.
Apesar de se confessar como o serial killer, responsável pelas mortes anteriores, foi logo descartada esta possibilidade, pois o DNA obtido das moças assassinadas, eram sempre o mesmo e não batia com o DNA do velho.
Uma outra evidência era que suas vítimas não ficavam vivas, como ele deixou Beth e outra era, ele tinha feito sexo oral e anal na moça, mas não tirou sua virgindade. Foi classificado como um assassino imitador e como tal vai responder pelo seu crime.
Beth ficou dois meses internada em uma clínica e mais três fazendo tratamento psicológico, não querendo voltar a estudar na faculdade e a trabalhar na lanchonete de Bob. Passava os dias trancada em casa. Mas depois deste tempo, com o estímulo dos amigos e colegas, retornou as suas atividades normais.
Seu primeiro dia na faculdade, foi recebida com muito carinho por todos. Phillips teve seu filme queimado, pois sua ação na tragédia que se abateu sobre Beth, ficou conhecida por todos.
Bob ofereceu o antigo emprego à Beth e ela faceira voltou a trabalhar com ele, que a tratava com muito mais carinho, lhe confessando o seu amor. Beth, agora com 18 anos e Bob com 48, ainda lhe confessava, que a diferença de idade era muito grande, para um relacionamento oficial entre os dois, mas se ele quisesse, ela não se oporia aos carinhos dele.
Bob ficou maluco com a oferta de Beth, pois era justamente isso que ele queria. Em pouco tempo Beth se tornou sua amante e o sexo com ele era tão bom passou a dormir na casa dele, algumas noites da semana, com sua mãe apenas fingindo que não sabia de nada, mas as escondidas de amigos e colegas da faculdade. Beth tinha vergonha que eles soubessem que tinha se tornado amante de um velho como Bob.

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Nua na cama de Bob, Beth morria de tanto gozar, com ele todo dentro de sua vagina, porem ela sentia que lhe faltava alguma coisa, para que o sexo entre eles fosse perfeito.
- Bob, meu querido, se eu lhe pedir uma coisa, por mais estranha que possa parecer, você, faria para mim? - Eu acho que sim, pois sou louco por você. É o seguinte, querido, queria que você me amarrasse na cama e deixasse eu chupar você e depois me comer a bunda.
Bob ficou muito tempo a olhando em silêncio e depois perguntou porque ela queria fazer estas coisas. Beth foi sincera com ele. - Quando eu estava nas mãos do velho tarado ele fez essas coisas comigo e não sei porque, me deu vontade de repetir com você tudo novamente.
- Você tem certeza disso Beth? Tenho sim…pode me amarrar e fazer tudo que quiser comigo. Bob ficou muito sério e apenas lhe disse que faria o que ela queria. - Vou lhe confessar que tenho um desejo secreto muito bem guardado.... Eu também tenho esta vontade de amarrar uma mulher e brincar com ela, submissa a mim. - Que bom... Bob, vamos logo, eu estou ansiosa para ser sua submissa!
- Aqui em casam não, Beth. Eu tenho um lugar bem especial, onde poderemos brincar à vontade, sem ninguém para nos atrapalhar. - Que lugar é esse, Bob? - Você vai ver, querida... você vai ver. Deixe eu preparar tudo e depois a levo até lá.
Quatro dias depois, num fim de semana, Bob convidou Beth para irem ao lugar prometido. Ela toda excitada, aceitou o convite e seguiram no carro dele. - Eu até pensei que você tinha se esquecido da nossa conversa. - Nunca... eu passei estes dias imaginando como faria as coisas... você vai adorar o que preparei para você, querida.
Depois de rodarem por mais de 2 horas, chegaram numa pequena choupana, bem escondida na região serrana da comarca. - Eu não sabia que tinhas esta cabana, Bob. Na verdade, ninguém sabe dela, só eu e agora você... este será o nosso segredo, meu amor.
Na cabana, apenas quatro cômodos. Sala, cozinham, banheiro e um enorme quarto, com uma enorme cama de ferro como móvel principal e uma cômoda, com algumas gavetas e um grande armário de duas portas - Gostou querida? É aqui que atenderei a tua fantasia sexual. Mas primeiro vamos comer alguma coisa, pois a viagem foi longa.
Depois de comer e beber à vontade, Beth abraçada a Bob, lhe pedia para irem para o quarto, pois queria logo ficar submissa a ele. - Beth já começamos com os nossos divertimentos... você não está ficando com muito sono? Nem consegue manter os olhos aberto! Não é verdade? É efeito do sedativo que coloquei em sua bebida, garotinha linda.
Algum tempo depois, Beth acordou e se viu amarrada à cama de ferro, nua com braços e pernas abertos ao máximo. Os cabos que a prendia a cama eram de nylon e estavam tão apertados, que deixavam marcas nos pulsos e nos tornozelos. Bob, em pé ao lado da cama, apenas a observava com olhar muito tranquilo. Com um rolo de fio de nylon, ele deu algumas voltas com a linha, em volta do pescoço Beth e prendeu as pontas nas laterais da cama. Fez o mesmo na sua cintura e na altura dos joelhos. Apertava com tanta força os cabos, que Beth reclamou:
Ai, ai... está doendo muito Bob! Eu queria ficar amarrada e fazer amor com você..., mas não deste jeito! Está doendo muito .... Estes fios estão quase me cortando a pele. - Beth, Beth...garota bobinha e inocente! Eu não vou aflouxar merda nenhuma.... É assim que eu a quero totalmente imobilizada.
Porque está fazendo isso? O que aconteceu Bob? Nada querida... é tudo o que você queria e pediu... ficar submissa a mim. Eu a dopei e a prendi na cama. Agora que você acordou, vou fazer você experimentar as maiores delícias deste mundo. O modo supremo de sentir prazer.
Sei que quando o velhote a torturou e a fez engolir a porra dele, você gostou, - Não Bob, ele não fez nada disso! - Fez sim, querida... eu tive conhecimento da tua ficha de atendimento lá da clínica, inclusive, que ele te arrombou o cú. Aquela enfermeira loira bem novinha, a Marta, que ficava todo o tempo ao teu lado, depois que eu brinquei com ela, aqui mesma nesta cabana, abriu o bico e falou tudo que eu queria saber.
Já com muito medo, Beth viu quando ele pegou em caixas em cima da cômoda, uma bola vermelha de silicone com tiras presas a ela. - Isto aqui querida e para a amordaçar mais tarde, pois você poderá gritar muito e eu detesto ouvir berro de mulher. Bob estender uma grande lona branca no chão e depois da caixa retirar algumas navalhas e pequenos serrotes. De outras caixas ele retirou muitos sacos de plástico transparente.
Pronto meu amor, você está totalmente amarrada a cama, sem poder mover um musculo sequer e você vai adorar querida, o que preparei para o nosso prazer.
- Bob, para que é tudo isso?
- Beth, quando você estava desaparecida, todos estavam com muita peninha de você.... Coitadinha dela, tão novinha para morrer de maneira tão terrível; estuprada e cortada em pedaços pelo serial killer. Cambada de idiotas! Aquele velhote não passava de um reles imitador do verdadeiro matador.
- Vou lhe contar, meu amor...todos imaginavam que você seria a 7ª vítima, pois encontraram o cadáver de 5 delas, aqui na nossa cidade e a sexta, noutra cidade. Cambada de incompetentes! Na verdade, você seria não a 7ª vitima, mas 14ª ou a 15ª. Tudo depende de quem resistir mais tempo. Se você Beth ou se a enfermeira Marta. - Veja por você mesma, meu amorzinho.... Quem você acha que resistirá por mais tempo?
Bob foi até o grande armário de duas portas e as escancarou, Beth com o canto dos olhos, viu a enfermeira Marta pendurada pelos pulsos ao travessão do móvel. Totalmente nua e com uma enorme bola vermelha enfiada na boca. De seu corpo, por múltiplos cortes, muito sangue já seco, o cobria de acima a baixo. A jovem Marta levantou a cabeça e olhou para Beth, com o terror embutido neles. Parecendo querer pedir socorro.
Beth começou a berrar, alucinada, ao descobrir que o seu Bob, o homem que ela, apesar de não amar, se entregou sem nenhuma reserva, era o maníaco matador e estuprador em série, que trouxe pânico a sua comarca. Vendo a pobrezinha da enfermeira, pendura e toda retalhada, dentro do armário, não conseguia parar de gritar sem controle, em total pânico.
- Querida, eu já lhe falei que não gosto de ouvir gritos de mulher. Desculpe Beth, mas você será amordaçada com esta bola aqui. Acho melhor você poupar folego, para quando eu a estiver cortando em pedacinhos. Sem nenhuma consideração a obrigou a abrir boca e colocou a tal bola bem fundo em sua boca a prendendo à nuca com as tiras.
- Sabe para que é tudo isso, querida? Depois de a foder muito e fazer você beber o meu leitinho, tal como fez com o velhote, vou te cortar em pedaços bem pequenos e serrar as partes maiores, para que seja possível usar estes saquinhos e espalhar pela floresta, para alegria dos lobos da região. Tenho muitos sacos e nesta noite os bichinhos terão muito carne para comer, a tua e a da Marta.
Era tão terrível o conhecimento de tudo aquilo, que a jovem mente da garota não suportou e apagou. Que pena meu amorzinho, você não ter aguentado a revelação da identidade do serial killer.
Bob foi até a cozinha tirou um pedaço de carne bovina da geladeira e quando a ia levar à panela, parou e falando baixinho: - Sou bem burro...porque vou comer carne de vaca, se tenho à minha disposição dois pares se seios bem macios.
Foi até o quarto e com a navalha na mão, ficou em dúvida, olhando para duas desfalecidas moças. Depois foi até a cama, onde estava Beth, tirou a mordaça e deu umas tapinhas no rosto.
- Beth, querida... acorde! Ela abriu os olhos e quando o viu, inclinado sobre ela, com a navalha na mão, começou a gritar totalmente apavorada. Bob deu uma risada sinistra.
- Beth é assim que eu gosto! O grito de terror das meninas, sabendo que serão estripadas, tendo o ventre rasgado, e que suas tripas virarão ensopado. Mais por hora eu quero uma refeição ligeira e o teu seio serve muito bem para isso.
- Calma querida, é que eu estou com bastante fome e sou vou cortar o seu seio direito, para o fritar na manteiga com um pouco de cebola…quase cru deve ser uma delícia! Beth fechou os olhos, quando sentiu o frio da lâmina em seu seio, sabendo que para ela tinha chegado sua hora.

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Dois dias depois, o alarme foi dado. Novas pessoais estavam desaparecidas e desta vez, não foi possível encontrar quaisquer indícios ou pistas a respeito do acontecido. Marta, uma jovem enfermeira e novamente Elizabeth (Beth) uma universitária de 18 anos, que tempos atrás fora sequestrada e quase morta um velho tarado.
Desta vez o caso parecia ser mais complicado, pois dois homens também estavam sumidos, Phillips, o jovem capitão do time de futebol da universidade e Robert (Bob), o proprietário da lanchonete do campus, um senhor de 48 anos, muito amigo e protetor de Beth.
Mas o caso, desta vez, proporcionou um desenlace muito rápido. O delegado Simão, encarregado deste novo caso, estava pondo as barbas de molho, pressionado por todo mundo, sem saber como iniciar a investigação. Estava chegando à delegacia, quando o escrivão, muito nervoso veio até ele:
-Doutor Simão, uma ligação de celular para o senhor, é do jovem Phillips, o rapaz que está desaparecido.
Simão, a princípio não entendeu o que Phill falava, pois ele falava com muita dificuldade e parecendo estar ferido. Por fim conseguiu compreender algo. Deu um pulo da poltrona e saiu correndo da delegacia. - Venham todos comigo, rápido!
Quando chegaram ao local informado por Phillips, uma cabana, perdida nas montanhas, os policiais foram surpreendidos por cenas dantescas. Phillips, caído na sala, com um grande ferimento no ombro, perdendo muito sangue e ao seu lado, Robert, jazia morto, com o pescoço partido.
Mas o que mais os assombrou, foi quando entraram no quarto e viram Elizabeth e Marta. Ambas estavam nuas. Sendo que Beth, amarrada à cama e amordaça, tinha um grande corte na altura do seio direito, com o sangue manchando o lençol. Pendurada pelos pulsos, dentro do armário, Marta tinha todo o corpo cortado e o sangue, já seco a cobria praticamente por inteiro.
A equipe de primeiros socorros, fez os atendimentos iniciais nos 3 feridos, que foram imediatamente transportados para o hospital central da cidade. O delegado e alguns de seus homens, ficaram na cabana, cenário de uma tragédia, que resultou em 1 morto e 3 feridos.
O cenário evidenciou que houve uma luta violenta, que teve início no quarto e seu desenlace na sala. Bob com o pescoço partido, tinha na mão uma navalha, manchada de sangue. Foi fácil apontar a origem do corte de navalha no ombro do jovem Phillips e nos corpos das duas moças, foi Robert, conhecido como Bob, o responsável.
Naquela noite, quando Phill, pôde ser ouvido pelo delegado Simão, o queijo do policial caiu, tal a sua surpresa... finalmente o verdadeiro serial killer, foi identificado. Era Robert, Bob o proprietário da lanchonete do campus universitário, homem de reputação ilibada, bem visto por todos os alunos, que costumavam frequentar a sua lanchonete.
O depoimento de Phill, corroborado mais tarde por Beth e pela enfermeira Marta, que ainda continuam em tratamento hospitalar e psicólogo, o fez se tornar o herói da universidade, na verdade, de todo o país. Pois além de salvar as duas moças de morte horrível, ainda enfrentou e venceu uma luta a mão nua, com um assassino louco, armado.

" Eu a muito tinha uma certa desconfiança de Bob, pois 5 das moças assassinadas, tinham em alguma ocasião, trabalhado na lanchonete dele, como garçonetes, sei muito bem disso, pois 3 delas foram minhas namoradas. Quando Beth foi trabalhar com ele, fiquei muito preocupado e tentei me aproximar dela, para depois conseguir que saísse deste serviço. Ma o tiro saiu pela culatra e eu agi muito mau com ela, e acho que fui o ser sequestrada e quase morta pelo taxista maluco. Depois, quando ficou comprovado que ele não era o estuprador assassino, voltei minhas atenções para Bob e quando Beth retornou ao serviço na lanchonete, fiquei muito mais preocupado, quando vi que ela se tornou amante dele. Com isso passei a seguir todos os passos dele e vi quando ele a levou para a sua cabana. Fiquei de tocaia, nas cercanias, escutando os dois lá dentro. Mas de uma hora para tudo ficou em silêncio e mas fiquei todo arrepiado quando escutei os gritos de Beth. Arrombei a porta e no quarto, vi o psicopata com a navalha na mão, iniciando o corte do peito de Beth. Avancei sobre ele e tentei tirar a navalha. Fui atingido bem fundo no ombro, lutamos muito e eu consegui lhe dar uma gravata e em desespero só soltei quando o senti amolecer em meus braços tive sorte e consegui linha no meu celular. O resto o os senhores já sabem".

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Agora, com 21 anos, Beth não é mais uma universitária, não teve mais coragem de voltar ao campus e Phillips, um jovem engenheiro eletrônico, curti o seu filhinho de apenas 10 meses, junto com sua esposa, Elisabeth, Beth para os íntimos.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:1 de agosto de 2015 19:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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