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A Aterradora história de Alice e Mara

A Aterradora história de Alice e Mara

Num país da Europa Oriental em uma enorme e belíssima mansão, cercada por altos muros, mais de uma dezena de luxuosíssimos carros, estavam estacionados entre as alamedas dos jardins, que pareciam não ter fim.


La dentro, num salão com pé direito com mais de quatro metros, sentados em confortáveis poltronas, dezoito homens, todos com mais de sessenta anos, prestavam atenção ao que falava o homem de barba ruiva, um sujeito com mais um metro e noventa e fala mansa, contrastando com o seu enorme corpanzil.



- Senhores, eu pedi para comparecerem à minha modesta casa, pois tenho para lhes oferecer mercadorias de primeira linha. Todos conhecem as regras do leilão. A oferta ganhadora terá de ser quitada imediatamente, em espécie e, jamais revelar o local onde o leilão está sendo realizado.

Abriu-se uma enorme cortina de veludo vermelho e num tablado, dispostas lado a lado, estavam as mercadorias ofertadas no leilão, arrancando dos presentes, exclamações de admiração e de cobiça.

Seis jovens de rara beleza, todas nuas e presas pelos pulsos à uma trave horizontal por tiras de couro, dispostas de tal maneira que tinham de ficar nas pontas dos pés.
Todas estavam de cabeça baixa, parecendo estarem sobre a influência de algum tipo de droga.

- Senhores, esta oferta de hoje, é especialmente muito rara. Elas vieram de diversos países, da Europa Central, da América do Norte e até da América do Sul. Todas são virgens, posso lhes garantir isso, eu mesmo verifiquei esta condição. A mais velha tem apenas dezessete anos, a número seis, aqui na ponta. Vejam só o estonteante corpinho dela.

- Posso lhes garantir que é mercadoria segura. Absolutamente ninguém sabe o que aconteceu com elas. Não deixamos nenhum rastro, quando capturamos estas belezocas, inclusive esta ruivinha, a número seis, fui eu mesmo que consegui, a comprando do seu próprio pai, para quitar dívidas de jogo.

XXXXXXXXXX

- Afonso, minha irmã quer vir morar aqui em casa. O que você acha? - Tudo bem, eu gosto muito de Alice. Mas porque ela quer morar conosco?
- Ela não quer mais ficar com papai, ele bebê muito e as vezes chega em casa completamente bêbado, trazendo alguns amigos, tão embriagados quanto ele. Imagine só, querido, ontem à noite, quando ela dormia, um deles entrou no quarto de minha irmã e tentou estuprá-la. Alice correu para o quarto de papai, quase sem roupas e chorando, se atirou nos braços dele, que a abraçou, dizendo para ela dormir com ele. De madrugada acordou com o velho a abraçando por trás e com o pênis dele no meio de suas coxas. O safado fingia que dormia, mas estava com o negócio bem duro. Alice escapuliu e foi se esconder dentro de um armário, na garagem. - Se não é safa, já era a sua virgindade.


- Alice ainda é virgem? - Claro que é! Minha irmãzinha é muito ajuizada e não anda dando para qualquer um! - Mas ela já tem dezessete anos... coisa rara hoje em dia, virgem com essa idade!


- Pois é, Alice... só pensa em estudar e nem quer saber de namorados, bem ao contrário de mim, que deixei você me foder, no primeiro mês de namoro.


- Helena, não me venha com essa conversa mole. Quando fizemos sexo já não eras mais virgem! - Eu não o enganei, querido, lhe disse que desde os meus quinze anos, meu cabaço já era. Eu namorava muito e adorava fazer sexo com os rapazes lá do colégio - inclusive nós, você e três de nossos colegas, fizemos o maior bacanal na tua casa de campo e eu fui fodida pelos quatro e você adorou me comer junto com eles, inclusive com dupla penetração.


- Não me fale destas coisas, que fico com saudades e excitado. Você, Helena, desde aquela época, já era uma insaciável por sexo.
- Meu querido, não há coisa melhor que isso e, se for em grupo melhor ainda. Agora nós temos três moleques para cuidar e de uma garotinha, todos muito jovens. Temos de fazer as nossas brincadeiras com cuidados, não podemos dar bandeira.


Realmente, Helena e Afonso, um casal classe média alta, tinham quatro filhos. Mara a mais nova com quatorze anos e os trigêmeos, Pedro, Ricardo e Luiz, Mara, uma flor de garota, comportada e estudiosa. Já os três moleques, com quinze anos, inteligentes e também estudiosos, porém, ao contrário da irmã, viviam aprontando, tanto na escola como em casa, inclusive com a irmã, com brincadeiras, não tão inocentes.


Os filhos de Helena, ficaram radiantes ao saberem que a tia viria morar com eles. Mara porque gostava muito da tia Alice, uma companheira para os passeios que poderiam fazer juntas, pois com os pais, não podia contar nunca e muito menos com os irmãos, que viviam zoando dela. Talvez, assim parassem de a bolinar, como costumavam fazer, sempre que os pais não estavam presentes.


Os garotos, porque achavam a tia linda demais e quando ela os visitava, não tiravam os olhos de suas coxas, pois Alice gostava de usar saia bem curta.
Afonso, também apreciava muito a beleza da cunhada e também olhava, disfarçadamente, o belo corpo da cunhadinha, secretamente, a desejando.


Helena, amava e tinha grande carinho por sua única irmã, dezenove anos mais nova que ela. Arrumou o quarto de hospedes para ela, no segundo pavimento da casa, situado entre o quarto dos meninos e o de Mara. O quarto suíte do casal, ficava no primeiro pavimento.


Os gêmeos, não disfarçaram a alegria, ao saberem que o quarto da tia boazuda, ficaria ao lado, quase porta com porta. Talvez pudessem tirar algum proveito disso.
Alice, apesar de ter apenas dezessete anos, não era boba e sabia muito bem, que os moleques a comiam com os olhos. Até gostava disso, pois eles não passavam de uns garotinhos. O que a preocupava era os olhares de Afonso, o belo marido de sua irmã.


Alice o achava charmoso e muito simpático e não sabe porque, sempre ficava tímida e um pouco sem jeito, na sua presença.
Tornou-se habito dos cinco jovens se reunirem no quarto dos meninos, o maior deles, para ouvirem música, ver televisão e navegar na rede, principalmente quando Helena e Afonso, não estavam em casa, o que era costumeiro, pois gostavam muito de saírem à noite, para as habituais baladas, com os amigos.


Mara, sempre vinha ao quarto dos irmãos, vestindo uma minúscula sainha. Alice, vendo o olho gordo com que os garotos olhavam as coxas da irmã pediu que vestisse roupa mais discreta. Ficou muito surpresa, com a resposta da sobrinha:


- Não ligue para isso, tia, eu sei que eles gostam de olhar minhas pernas e venho assim, porque eu gosto de me exibir para eles... não passam de uns bobos. Sei muito bem que também ficam olhando suas coxas. Venha vestida como eu... eles vão ficar doidinhos, pois dia destes, ouvi eles comentando a seu respeito. Eles diziam que você é muito boazuda, com pernas e seios lindos.


- Está maluca, garota! É lógico que não usarei roupinha como as tuas. Mas Alice, ficou com aquilo na cabeça e daí em diante, ficou mais atenta, vendo o comportamento dos três moleques e de Mara, quando estavam no quarto deles.
Percebeu que Mara se exibia despuradamente para os irmãos. Fingindo inocência, se sentava no sofá ou na cama, com as pernas abertas, deixando entrever a minúscula calcinha cor de rosa. Eles procuravam disfarçar o olhar, mas Alice observou que eles ficavam excitados



- Minha nossa, este mundo está perdido! Como pode uma garotinha de quatorze aninhos, se exibir para os irmãos, que também não passam de moleques, com apenas quinze anos.
Alice, ficou muito preocupada com o atrevimento cada vez maior de Mara, pois a jovenzinha, percebendo que a tia, não mais a repreendia, por se mostrar aos irmãos, passou a não vestir calcinha, sob a camisolinha.



Nas noites, que Helena e Afonso não estavam em casa, as reuniões no quarto dos trigêmeos, passaram a ser mais "quentes", pois a pequena Mara, a todo momento, procurava qualquer pretexto para mostrar sua bichinha, gordinha e sem nenhum pelo aos irmãos.


A própria Alice, passou a gostar de ver a xoxota da sobrinha e passou a apreciar o "joguinho" que eles faziam nas suas noites de reunião. Notou que Mara, só se exibia mais para os irmãos, quando seus pais não estavam em casa. Que coisa mais louca! Que menina mais sapeca!


Por pura curiosidade, ela também passou a usar uma saia bem curtinha, deixando um bom pedaço de suas coxas descobertas. Adorou perceber que os garotos, olhavam suas pernas, sem preocupar mais em disfarçar. Alice passou a gostar, tal qual Mara, a se exibir para os meninotes. Sentindo um estranho arrepio por todo o corpo ao agir desta maneira. Isso continuou por muitas semanas, sempre que os tios de Alice não estavam em casa.


Num final de semana, quando Afonso e Helena foram à casa de amigos, dizendo que não tinham hora para chegar, foi que a coisa teve início e Alice se viu enredada numa teia de aranha, que não teve mais como se livrar.
As duas garotas se exibiam ao máximo para os gêmeos e ficaram até tarde vendo televisão. Já passava muito da meia-noite quando Mara, com sono, disse para a tia que iria para o seu o seu quarto, pois não se aguentava de tanto sono.


Alice, interessada em ver o final do filme que estavam vendo, resolveu ficar. Sentada no sofá e, como sempre, provocando os moleques, agora já por hábito, pois nem tinha notado que sua sainha estava deixando entrever um bom pedaço de sua calcinha e que os sobrinhos não tirávamos olhos do meio de suas coxas.


Poucos minutos depois, quando terminou o filme, ela se levantou e disse aos irmãos que estava indo dormir. Deu um beijinho em cada um deles e se dirigia para a porta.
Ao dar um selinho em Luiz, não sabe se perdeu o equilíbrio ou se foi empurrada e quando percebeu, estava estirada de costas sobre a cama dele. Imediatamente tentou se levantar, mas foi impedida por Luiz e Ricardo, que seguraram seus braços, um de cada lado. Alarmada, pediu para eles a soltarem: - Por favor, me soltem, quero ir para o meu quarto!


- Agora não, tia! Ficou mostrando a calcinha para a gente durante toda a noite! Deixando a gente louco por você e agora quer nos deixar na mão... não mesmo.
Entrou em pânico, quando Pedro, se deitou sobre ela e começou a beijar e lamber seu rosto e ombros. Fez muita força para se livrar, mas com os braços seguros e com o peso de Pedro sobre o seu corpo, não conseguiu.
- Me soltem moleques...vou gritar e Mara virá ver o que estão fazendo. Escutou o riso zombeteiro de Luiz, lhe dizendo: - Tia, nos desculpe, mas vamos ter de amordaçar você, não queremos a intromissão de Mara nos nossos assuntos.


Gritou apavorada, quando percebeu que seus braços estavam sendo presos à cabeceira da cama. Continuou a gritar, agora muito mais alto, até que sentiu uma larga fita adesiva ser colada sobre seus lábios, transpassando sua nuca com algumas voltas.
- Meu Deus, estes moleques vão me estuprar! Desejou que sua irmã chegasse logo em casa, pois se sentia impossibilitada de os impedir.
Sua saia subiu até os seus braços e sua calcinha saiu pelos pés. Ao se ver exposta aos olhos dos sobrinhos, cruzou fortemente as pernas. Queria gritar, pedir ajuda, mas a fita adesiva em seus lábios a impedia e mesmo se pudesse, quem a socorreria! Não havia ninguém em casa, a não ser a pequena Mara, que dormia em seu quarto.


Alice, não tinha como saber - mas tudo fora previamente combinado entre Mara e os irmãos. A sapeca deixaria a tia sozinha com os garotos, para estes "brincarem" um pouco com ela. Só que não imaginava que os irmãos fossem tão longe, como estavam indo.
Os garotos faziam muita força, na tentativa de abrir suas pernas. - Tia, não seja teimosa, a gente só quer ver tua xoxotinha... não tenha medo, vamos ser bem carinhosos.
Apavorada, tirando força não sabe de onde, conseguia manter as pernas cruzadas, até que Ricardo falou com os irmãos: - Manos, tenho uma ideia, vamos amarrar os tornozelos da tia na lateral da cama. O direito bem firme e o esquerdo a gente vai puxar com a corda com força.


Assim foi feito, os três segurando a ponta da corda, presa no tornozelo esquerdo, conseguiram descruzar e ir separando as pernas da apavorada Alice.
Totalmente exposta aos olhos gulosos, com os pés firmemente atados nas laterais da cama, com as coxas separadas ao máximo, sua vontade era chorar e rezar para eles não a machucarem.
Sabia que foi a responsável, em parte, por isto está acontecendo. Não devia ter provocado os sobrinhos, se mostrando para eles, deixando que vissem suas coxas e calcinhas. Mas nunca poderia pensar que eles fossem capazes de fazer uma coisa destas. Ela via os sobrinhos como simples meninos, mimados por papai e mamãe, um pouco abusados, mas somente isso.


- Tia, não tenha medo da gente - só queremos lhe fazer uns carinhos, nada mais do que isso. Arregalou os olhos, apavorada, quando sentiu que Pedro e Ricardo, abocanharam seus seios e passaram a mamar, como dois cabritinhos. Eles, agiam com gentileza e, como prometeram, não a machucavam, mesmo quando sugavam seus mamilos.


Luiz, o mais atrevido deles, alisava sua vagina, com os dedinhos passeando sobre os grandes lábios, extasiado, pois pela primeira vez na vida, via uma buceta, ao vivo e a cores.
Ele e os irmãos, costumavam ver filmes pornôs, trancados no quarto. Foi lá que tomaram conhecimento de tudo que um homem e uma mulher podiam fazer. Apesar de novinhos, os vídeos pornôs, despertou neles, um enorme desejo por sexo. Com Alice e principalmente a irmã se exibindo para eles, só fez que este desejo viesse à tona. Agora tinham a oportunidade de, porém em prática o que viram nos vídeos.

Vendo a bucetinha da tia, gordinha e quase sem pelos, veio à mente de Luiz, algumas cenas de sexo oral e, foi aproximando seus lábios até beijar de leve a portinha da grutinha de Alice.
- Meu Deus! O que este garoto está fazendo? Como ele aprendeu isso?
Daí em diante, nada freou os meninos, que incapazes de parar, depositaram em Alice, todos os seus desejos sexuais reprimidos.
Eles não a estupraram, mas por quase toda a madrugada a mantiveram presa à cama, se revezando nos chupões e lambidas por todo o corpo da tia, enlouquecidos de tesão.


Como que movidos por instintos de machos, os pequenos logo aprenderam a "mamar" a bucetinha da tia e a não deixar em paz os mamilos e os deliciosos lábios dela. Bocas, línguas e mãos não deixaram um único pedacinho do macio corpinho sem ser manuseado. Até o apertado orifício anal de Alice, teve dedinhos atrevidos passeando por ele, só não o invadido, porque Alice, forçou a musculatura e "trancou o acesso".


Foi impossível para Alice se segurar e pela primeira vez em sua vida, foi levada a ter orgasmos, não um, nem dois, mas muitos. Os sobrinhos, não se satisfaziam nunca e não paravam de fazer sexo oral nela.
Naquele momento, se odiou por isso, mas uma jovem sadia, na flor dos seus dezessete anos, não poderia resistir a tanto estímulo sexual que os sobrinhos lhe estavam proporcionando.
Exaurida de tanto gozo, queria pedir que parassem, pois não estava aguentando mais as línguas dos meninos que a levavam à loucura.


Os taradinhos só pararam de chupar a tia, quando escutaram o carro dos pais entrando na garagem, lá por volta das cinco horas. Foi uma correria danada, eles soltaram Alice das cordas e afobados vestiram sua calcinha e baixaram a saia.
- Tia, vá para o seu quarto, papai e mamãe estão chegando...vá logo! Porém Alice, depois de ficar muitas horas com braços e pernas presos, ao tentar se levantar da cama, os sentiu completamente dormentes e também meia "abobalhada" com a ação dos sobrinhos e, acima de tudo sem entender o porquê ficou tão excitada com a atitude deles. Exausta, ficou inerte na cama, sem ação.


Assustados com a eminente chegada dos pais, eles a carregaram para o seu quarto, quase que a arrastando, e a colocaram na cama.
Dez da manhã, Helena prepara o café da família, com Afonso e Mara a ajudando. - Querido, vá chamar os meninos, já é muito tarde.
A muito custo ele consegue fazer os filhos descerem para a copa. Helena observa que os filhos estão com cara de muito sono e os repreende. - Vocês devem ter ficado vendo televisão ou no computador até tarde - estão com uma cara!


- Desculpe mamãe, mas como hoje é sábado e não temos aulas, abusamos um pouco do horário de ir dormir.
- Tudo bem, meus queridos! - Mara, faça um favor para a mamãe. Vá chamar Alice, ela geralmente é a primeira a acordar nesta casa e hoje está passando da hora.
Mara foi até o quarto da tia e quando a viu toda coberta, com cara de quem tinha chorado muito. - Tia, o que foi que aconteceu ontem à noite? O que eles fizeram com você? - Não fizeram nada, Mara... apenas uns beijinhos e passadas de mãos nas coxas. - Então porque você está assim? - Não tem nada a ver com o acontecido. Eu apenas não me sinto bem... meu corpo está todo dolorido.


- Mamãe, eu acho que tia Alice está doente... ela está toda coberta e disse que está com dor no corpo todo. A reação de todos à mesa, foi bem diferente. Helena, preocupada subiu correndo as escadas; Afonso, também ficou preocupado, Mara com vontade de chorar, pois adorava a tia Alice. Mas os três meninos, se entreolharam, demonstrando grande apreensão. Será que eles tinham machucado a tia e que ela iria contar tudo para a mãe?


- Alice, minha queridinha... o que você tem? - Eu não estou nada bem, minha irmã! Meu corpo doe todo e estou um pouco tonta, com muitas cólicas. - Deus do céu, Alice! Vou chamar o doutor Marcos, para ele a examinar.
Alice mentiu para sua irmã, porém não era de tudo mentira. A madrugada que passou com os sobrinhos, a tinha abalado muito e realmente sentia dor pelo corpo e sua cabecinha estava muito confusa com o acontecido.


Não podia contar para Helena a verdade, pois tinha profunda vergonha e não queria ser causa de desavença na família da irmã. Resolveu ficar quieta e inventar quaisquer desculpas para o seu estado emocional.
Vergonha porque, se achava um pouco culpada por tudo e, ainda mais porque os diabinhos a fizeram gozar como nunca em sua vida e, tinha quase certeza que Mara sabia de tudo.
- Helena, eu não necessito medico nenhum... na verdade eu estou naqueles dias e sempre fico assim quando isso acontece. Mentiu novamente, descaradamente, para a irmã.


- Coitadinha! Eu também fico muito enjoada nestes dias. Não vou te dar remédio, pois eles pouco adiantam, mas vou trazer uma bolsa de água quente, ela vai aliviar as cólicas.
Quando desceu, falou ao ouvido do marido. - É coisa de mulher, Afonso. Ela está menstruada e com cólicas; vou preparar uma bolsa de água para ela.
Ao verem a mãe falar ao ouvido do pai, logo imaginaram o pior. - Nossa! Vamos nos foder, a tia contou tudo para a mamãe! - O que fazer? Tremendo de medo, foram para o quintal, trocar ideias. Tinham certeza que iriam sofrer severo castigo dos país, pelo que fizeram com ela.



- Porque a tia foi nos dedurar! A gente só fez uns carinhos, nem a comemos. Porém as horas foram passando e nada do pai ou da mãe vir falar com eles. Arredios, procuravam ficar longe dos pais, só esperando a bronca deles.
No domingo e na segunda, nada aconteceu e aliviados e ressabiados, foram indagar da irmã, o que tinha acontecido com a tia, que ficou estes dois dias no quarto.
-Não foi nada, seus bobos...ela disse para mamãe que está menstruada e com cólicas.
- Graça a Deus! Foi isso!!!!
- Ué! ...O que deu em vocês...por acaso pensaram que a tia estivesse com alguma doença grave? - Foi isso mesmo que imaginamos, mana. Ainda bem que não é nada grave.


- Alice me disse que vocês não fizeram nada com ela, que só alisaram suas coxas.... Foi só isso mesmo, ou vocês passaram dos limites? - Foi só isso sim... garota idiota!
- Idiotas são vocês, eu os deixei com ela, pensando que pelo menos iriam tocar na vagina dela! Tenho certeza que a titia iria gostar, seus otários.
Mais alguns dias se passaram e Alice, já recuperada do choque, tentava evitar se encontrar com os garotos, coisa um pouco difícil, morando na mesma casa.
Na primeira oportunidade que o pais saíram, para mais uma noitada com os amigos, Mara foi correndo até Alice e a convidou para irem para o quarto dos irmãos. - Vamos até lá tia, eles estão nos esperando. Luiz disse que tem um filme que eles querem ver junto com a gente.
- Desculpe querida, mas eu não vou, estou com muito sono e vou dormir, foi a desculpa de Alice. - Então eu vou tia, boa noite.


- Como é mana? A tia não vem? - Não, está com sono e foi dormir, serei só eu hoje. - Eu acho que ela está com medo de vocês!
Como sempre, a garotinha ser mostrava aos irmãos, e hoje, sabendo que Alice não estava, abusou um pouco mais, se exibindo aos irmãos. Veio até eles, com uma sainha bem curta e sem calcinha por baixo. Sutiã não usava, pois, apesar de ter os seios bem desenvolvidos para a sua idade, eles eram firmes e dispensavam o uso.
Não sabe porque, mais adorava se exibir para os irmãos e ver os olhos gulosos a devorando com os olhos.
Os garotos estavam com a libido a flor da pele, pois passaram a manter tesão enorme pela tia, mas ela fugia deles como o diabo foge da cruz.


Nesta noite, em especial, com a irmã se mostrando toda para eles e com os quatro sentados no sofá, vendo o filme prometido, Luiz tomou coragem e pediu para Mara.
- Mana, está muito apertado aqui, venha se sentar no meu colo, assim ficará melhor. Mara, sem pensar nas consequências, foi imediatamente se sentar no colo dele. De frente para a TV, Luiz a posicionou de modo que ficasse com as pernas no meio das pernas da irmã.
A segurando pela cintura, nem via mais televisão, sentindo a macia bunda da irmãzinha sobre o seu membro que começava a despertar.
Mara sentiu o volume da "coisa" dele, no meio de suas coxas. Nem pensou em sair do colo do irmão, pois sentiu um arrepio gostoso a invadir e relaxou o corpo, com o membro crescendo cada vez mais.


As mãos de Luiz, que repousavam em sua cintura, ao percebeu que Mara relaxou e arriou a nuca sobre seu ombro, demonstrando estar gostando da "|brincadeira", foi levantando bem lentamente a sainha dela.
Como estava sem calcinha, quando sentiu a ponta do membro do irmão tocar sua bucetinha, deu um profundo suspiro. - O que você está fazendo, Luiz? - Nada demais, Mara, apenas te tocando lá embaixo...não está gostando? Estou sim, irmão, está uma gostosura, respondeu a ele, com o corpinho tremendo de tanto prazer que a envolvia


Pedro e Ricardo, ao lado deles, olhavam a cena, com enorme tesão, tomaram coragem e puxaram a sainha de Mara pela cabeça, a deixando totalmente nua, sobre o colo de Luiz. Vendo os peitinhos firmes apontando para frente, não resistiram e cada um passou a lamber e mamar os pequenos mamilos da irmã.
Ela pensou em impedir que continuassem, mas igual aos irmãos, a garotinha estava envolta em enorme tesão, que a impedia de pensar direito.
Em questão de minutos, estavam na cama de Pedro, todos nus, envoltos numa paixão desenfreada, principalmente a garota, que enlouquecia com os toques dos irmãos.
O que estava ocorrendo naquele quarto, era coisa quase impossível de se imaginar. Um incesto absurdo, entre irmãos e muito mais terrível, pois a garotinha, tinhas apenas quatorze aninhos e nada conhecia da vida sexual e os irmãos, trigêmeos, com quinze anos, fora a ocasião com a tia, nunca tiveram nenhuma aventura amorosa.


Mara não impunha limites aos irmãos, deitada de lado, sentia os pequenos membros roçando sua vagina e ânus. Deu um gritinho de dor, quando o pênis de Luiz penetrou no seu apertado buraquinho. Mas quando Pedro enterrou o membro em sua buceta, o grito foi bem mais alto.
Alice, em seu quarto, ouviu o grito de Mara, e assustada se levantou e foi em direção ao quarto dos jovens.
- Meu Deus, os taradinhos estão estuprando a própria irmã! Vou impedir isso imediatamente!
Mas quando chegou na porta, ficou bestificada com o que viu. Mara, com os irmãos em dupla penetração, gemia escandalosamente e gritava com eles:
- Mais rápido meus amores, mais rápido...que delícia... que coisa mais gostosa!


Alice ficou sem ação, vendo a cena, não podendo acreditar no que via.
Com o quarto iluminado e o corredor as escuras, podia ver perfeitamente os irmãos na louca paixão. Com a porta encostada, não sabia o que fazer. Entrar e terminar com aquela patifaria toda ou voltar para o seu quarto e fingir que não viu nada.
Não fez nem uma coisa, nem outra, apenas ficou ali, olhando para eles, como que hipnotizada com a louca cena de sexo desenfreado entre seus jovens sobrinhos.
Sem perceber foi ficando excitada e logo toda úmida e teve de se tocar entre as pernas, sem conseguir desgrudar os olhos da cama, onde Mara, pedia mais e mais, se abrindo toda para os irmãos.



Alice, se tocando, teve um orgasmo tão intenso, que teve de abafar o gemido de prazer que sentiu. Correu de volta para o seu quarto e nesta noite não conseguiu mais dormir.
-Minha nossa! Que coisa mais louca! Meus sobrinhos são uns tarados, principalmente Mara. Como tiveram coragem de fazer uma coisa destas! Deus...eu vi quando eles gozaram dentro dela...e se estiver em período fértil e ficar gravida? O que faço? Não terei coragem de falar uma coisa destas para Helena. Ela vai pirar, muito menos com Afonso.
Decidiu então que teria uma conversa com sua sobrinha, no dia seguinte. Tinha de a repreender pelo que fizera e a alertar sobre os perigos de ficar gravida dos irmãos.
Neste período pode observar como a sobrinha estava se portando, depois de perder a virgindade para os irmãos. Ficou surpresa com o comportando dela, pois Mara estava super carinhosa com os irmãos e eles, da mesma forma a tratavam com igual carinho. Alice ficou horrorizada, pois sabia que eles estavam se comportando como jovens amantes, bem na cara dos pais.



Helena até ficou surpresa com isso, pois nunca vira os filhos se trataram tão bem e chegou a comentar com a irmã.
- Que bom, que meus filhos pararam de implicar tanto com a irmã e agora se tratam tão bem. Alice sabia muito bem porque eles estavam assim, mas resolveu esquecer o assunto, que lhe martelava a cabecinha.
Quando ficou só com a sobrinha, passeando pela bela praça, a poucos quarteirões de casa, foi Mara que primeiro tocou no assunto.
- Tia, quero lhe falar uma coisa, mas você terá de jurar que não contará para ninguém. É o seguinte, na noite se sexta, quando eu fui para o quarto dos meus irmãos e você não foi preferindo ir dormir, nem sabe o que aconteceu!
Alice se fez de boba. - O que aconteceu lá Mara? - Tia, foi uma coisa maravilhosa... eu e eles fizemos amor. Eu quase morri de tanta gozar. - Deus! Você teve coragem de fazer isso com os teus irmãos?
- Tive sim, Alice. Tudo aconteceu sem eu perceber, mas quando eles me tocaram, fiquei tão louca de tesão, que deixei rolar a coisa toda. E o melhor de tudo foi que eles comeram o meu cú e a buceta ... e não senti quase dor nenhuma, só um pouco, pois os negócios deles não muito grande.



Por Deus, Mara e agora... e se você ficar gravida deles? - Não vai acontecer, tia, Eu vi na internet que a mulher só fica gravida em determinados períodos, e eu não estou em período fértil, portanto nada de ficar buchuda.
- Querida, você é apenas uma garotinha, peço que não faça mais isso com os teus irmãos. É muito perigoso e se os pais de você descobrirem? O que vai acontecer?
- Tia, não posso prometer uma coisa destas, gostei tanto que pretendo repetir tudo novamente. Vamos tomar cuidado e só quando mamãe e papai estiverem nas casas dos amigos deles, nas noites de jogos de cartas, voltaremos a fazer a coisa novamente.
- Alice, você podia também fazer a mesma coisa…você iria adorar... fazer sexo é uma coisa de louco! A coisa mais gostosa do mundo!


- Está maluca Mara, eu jamais farei uma coisa destas! Tia, você não me engana, também tem vontade de fazer o mesmo. Eles me contaram que você quase morreu se tanto gozar, com eles mamando a tua bichinha!
- Minha nossa! Eles tiveram a coragem de lhe contar? Mas foi tudo a força, eles me amarraram à cama e me amordaçaram e abusaram de mim, sem eu poder impedir.
- Que delícia, tia, ser fodida toda amarrada! Eu vou querer isso também.
- Cale essa boca suja Mara... você é muito tarada! Eles não me comeram, apenas usaram as línguas e os dedos. E verdade, eu gozei muito, pois sou humana, mais tudo foi contra a minha vontade.
- Tia, querida... na próxima vez que eu for no quarto deles, você irá junto, vamos gozar muito


- Não adianta me tentar Mara, eu não vou e está decidido! - Eu acho que não, Alice... se já experimentou a boca deles em você... não vais resistir e mais cedo ou mais tarde, vais querer novamente.
- Sobrinha maluca! Isso não acontecerá nunca! - Veremos tia, veremos.
Muitos dias depois, nova oportunidade surgiu. Afonso e Helena, resolveram passar todo um fim se semana, no sitio de amigos.
- Garotos, vocês não são mais crianças. Eu e Afonso vamos ficar este fim de semana fora, no sitio de amigos. Em casa tem muita comida e vamos deixar algum dinheiro, caso seja necessário. Peço que não liguem para a gente. Eu mesma ligarei para vocês.
Alice estranhou muito este comportando da irmã e do marido, que todas as sextas-feiras, iam para a casa de amigos, "jogar cartas" como diziam, mas só voltavam quando o dia estava nascendo; e agora indo passar todo um fim de semana longe de casa e pedindo que os filhos não fizessem ligação para eles.


Alguma coisa de muito estranho estava ocorrendo com Helena e o marido, mas Alice tinha coisas mais urgentes com que se preocupar. Ficar sozinha todo um fim de semana com os sobrinhos.
Sexta-feira, Afonso e Helena, nem esperaram escurecer e pegaram o carro e partiram. Alice, com medo de ficar com os sobrinhos, resolveu ir visitar o pai, sobre protestos veementes dos sobrinhos, principalmente de Mara, que a chamou de covarde e fujona.
-Tia, pelo amor de deus! Não vá... fique aqui e vamos aproveitar que meus pais estão fora e fazermos muita sacanagem com os meninos.
- É por esta razão que eu vou para a casa de papai, não quero participar da sujeira de vocês. Eu devia falar tudo para Helena, mas não tenho coragem.
- Então vá, sua merdinha... a gente não necessita de você para aproveitarmos o fim de semana, vamos nos virar sem você. Alice ficou muito sentida com Mara, pois gostava muito da garota.



Algumas horas depois, estava entrando na casa do pai, que a abraçou carinhosamente e a beijou muito. Alice adorava o pai, mas estava com medo dele, pois ainda tinha na mente, ele com o membro duro, no meio de suas coxas.
O seu vício de bebida, a estava afastando do pai. Mesmo agora, quando ele a abraçava, sentiu o cheiro forte de bebida e ficou muito triste.
À noite, ele a convidou para jantar fora, pois em casa não tinha nada para se comer. Alice ficou radiante com o convite, pois nunca saíra à noite para jantar fora. O pai a levou para um lugar muito chique e cheio de frescura, que ela adorou. Estranhou muito que o pai tivesse dinheiro para a levar em lugar que parecia ser bem caro, pois em casa, tudo faltava, até comida, e ela viu sobre uma cômoda, algumas contas vencidas e não pagas.
O local era pouco iluminado e as mesas ficassem numa espécie de box, sem visão entre elas. Como nunca vira uma casa noturna, pensou que todas fossem assim.
Num canto, ainda mais escuro, uma pista de dança, onde se fazia ouvir um som vindo de aparelhos.


- Minha filha, eu vou escolher o que vamos jantar, um prato de frutos do mar e para beber um delicioso vinho branco. - Papai eu quero apenas um refrigerante, nunca bebi vinho.
- Hoje vais beber vinho, meu amor. Refrigerante com frutos do mar é um crime. Já és uma mocinha e eu a libero, vamos festejar a tua volta para casa.
Mesmo a contragosto, se viu impelida a aceitar a sugestão do pai, que se mostrava muito insistente e Alice aceitou o vinho, somente para não o contrariar, pois ele se mostrava bem nervoso, a todo instante olhava para os lados.
- Papai, o senhor está aguardando alguém? - Não minha filha, que absurdo! Porque falas isso? O senhor fica olhando a todo momento para o salão! - É vicio meu, querida.
Alice adorou o saboroso jantar e muito mais o delicioso vinho e aceitou que o pai pedisse outra garrafa. - Eu não falei, filha que irias apreciar o vinho?
Alice perdeu a conta de quanto bebeu, já estava bem alegre, rindo de tudo que o pai lhe falava. No fim do jantar, dos amigos do pai, chegaram e foram até a mesa deles.


- Abelardo, que boa surpresa... você aqui escondidinho com esta bela garota! Você é bem safado mesmo, sabe escolher bem as garotas para dormir com elas.
Alice observou que o pai estava muito agitado, parecendo pouco à vontade ao lado dos dois homens
Esta aqui é a minha filha Alice. - Abelardo, você está de parabéns, tua garota é muito gostosinha!
Alice, segurando a caneca de vinho, bebeu mais um gole e deu uma risadinha sem graça e mesmo um pouco tonta, não gostou dos elogios atrevidos do cara, que a olhava de um modo que não gostou muito. O amigo dele, era um homem de meia idade, que Alice achou muito bonito, que ao contrário do atrevido, era um sujeito caladão, Antônio Carlos era o seu nome.
Alice se simpatizou com ele e quando a convidou para ir pista de dança, respondeu que não sabia dançar. Mas para sua surpresa, o seu pai insistiu muito que aceitasse o convide do amigo e fosse dançar com ele. Ela voltou a dizer que não queria dançar. Mas Abelardo, levantando um pouco a voz, voltou a insistir - Vá dançar com ele, garota - parece uma caipira!


Meio sem graça, Alice, se viu impelida a aceitar o convite do estranho. Antônio a levou para a escura pista. Não se importe em não saber dançar. Eu a conduzirei e verás que é muito fácil. Ele a puxou bem junto do corpo dele, a segurando pela cintura. - E assim mesmo, garota, agora você me segura pelo pescoço...isso é assim mesmo, você aprende rápido minha jovem. Alice se sentia muito tonta, mas assim mesmo estranhou que ele a apertasse tanto.
Com música muito lenta, ele quase não se mexia, porém a apertava cada vez mais. Sobre o efeito do vinho, Alice estava gostando de "dançar", sentindo pela primeira vez o corpo de um homem, numa pista de dança.
Aos poucos foi relaxando nos braços dele e nem percebeu que estavam quase parados. Parecia que flutuava e apreciou a sensação gostosa que invadia seu corpo, ignorando que tudo era causado pelo vinho que o pai a fizera beber.


Sentiu o volume do cara, entre as suas coxas, pensou em o repelir, mas gostou tanto do toque que nem se importou e se apertou mais a ele. Antônio sentindo o "consentimento" dela, ousou mais e suas mãos que estavam na cintura, desceu para a bunda, a trazendo mais para junto dele. Alice, sobre o efeito da bebida, foi ficando excitada, tendo no meio se suas coxas o enorme volume do pau do estranho homem.
Ela se esqueceu onde estava e com quem estava. Antônio, com a entrega da garotinha, foi levantado seu vestindo e já com o pau fora, o colocou no meio das coxas de Alice.
Ao sentir o pênis enorme e quente, pulsando do meio de suas coxas, roçando sua calcinha toda úmida, suspirou fundo e fechou o máximo que podia as coxas, prendendo o pau no meio delas. Quando ele procurou seus lábios a beijando com paixão, correspondeu com igual ardor, tomada por enorme tesão, tendo na mente a lembrança de seus sobrinhos.


Este foi o primeiro beijo que Alice recebeu de um homem adulto, mas não foi um beijo com amor, dado com carinho entre duas pessoas que se amam, ao contrário, foi um beijo violento dado com paixão, explodindo num prazer enorme, com Alice sentindo a ejaculação do homem, molhando sua calcinha e escorrendo pelas coxas, o fruto do gozo de um homem que acabara de conhecer.
Depois de esporrar nas coxas da filha de Abelardo, ele a levou de volta à mesa, onde estava seu pai e o outro sujeito, que nem sabia o nome.
- Então Antônio, gostou da minha filha? Adorei Abelardo... ela é uma delícia de menina... valeu apenas termos vindo te encontrar. Tua dívida de jogo comigo está quitada cara.
Alice, muito tonta e acabrunhada, com o leite gosmento do homem escorrendo entre suas pernas, não percebeu o absurdo do diálogo entre seu pai e o tal Antônio.


- Papai eu vou até o reservado, mas não demoro. - Pode ir minha filha, estamos te esperando.
Alice, na toalete das senhoras, se trancou num box e com papel higiênico procurou se livrar de toda a porra que o homem deixou em sua calcinha e coxas. Nossa! Como fui capaz de permitir que ele gozasse em mim, em plena pista de dança! Um homem desconhecido! Acho que estou ficando tão tarada como minha priminha Mara.
Mas se ela pudesse ouvir o diálogo entre o seu pai e o outro homem, falador e atrevido, fugiria dali o mais rápido que pudesse.
- Abelardo, você pagou o que devia para o Antônio. Ele se satisfez em gozar nas coxas de sua menina, mas comigo a coisa é bem diferente. Eu a quero por inteiro, nada de meias medidas. - Mas cara, minha filha ainda é virgem... não basta fazer o que Antônio fez?


- Puta que pariu! Você é surdo, Abelardo? Eu já disse, quero foder a tua filha, fazer serviço completo nela, buceta, bunda e boca. Só assim eu considerarei pago tudo o que me deves. Pensa bem, vender tua filha para mim ou então amanhece amanhã com a boca cheia de formigas. Você me conhece e sabes que não faço ameaças em vão.
Está certo, Ruivo, concordo com o que queres, mas peço que não machuque minha garotinha. - Você é mesmo um bom filho da puta, Abelardo, devias ter pensado nela, antes de a comprometer numa mesa de jogo. Agora ela me pertence e não lhe diz respeito o que vou fazer com ela.
- Não necessita ficar nervoso Ruivo, eu já concordei com você. Mas não sei como agir, pois depois desta noite, Alice me odiará para sempre.
- Deixe isso por minha conta Abelardo, sei como agir, com gatinhas como a tua garota. Além de tudo, acho tua filhinha não o verá nunca mais. Ela fará uma longa viagem comigo.


Quando Alice voltou para a mesa, Ruivo o cara que ela achou muito antipático, convidou o pai, a ela e a Antônio, para fechar a noite. Alice disse ao pai que queria ir para casa, pois tinha bebido bastante vinho e estava bastante embriagada.
Ruivo, bancando o gentil, pela primeira vez, olhando firme para Abelardo, sentenciou: - Eu tenho aqui, um pozinho que é tiro e queda, para tirar os efeitos da bebida. Vamos dar para a tua filha e num instante estará novinha em folha.
Abelardo, tremulo, argumentou com o homem. - Você acha necessário isto tudo, Ruivo? - Não é perigoso com bebida alcoólica?
Que nada, cara, depois de tomar o meu pozinho, tua menina vai se sentir nas "nuvens", replicou Ruivo, dando uma gargalhada.


Alice quase que se viu obrigada a engolir o tal pozinho milagroso, diluído na própria caneca de vinho.
Imediatamente, Ruivo se levantou da mesa e pediu aos demais, para irem embora. No estacionamento da casa, Antônio pegou o seu caro e partiu.
Abelardo e Ruivo, mantinham Alice em pé que se sentia muito sonolenta, com a cabeça rodando como pião doido.
- Pai eu estou muito ruim, acho que bebi demais e não sinto nenhuma melhora com o que ele me deu, tudo está rodando em minha volta.
- Minha filha, eu vou buscar o nosso carro, lá nos fundos. Fique aqui com o Ruivo, que já volto logo, - Está bem papai, mas não demore.
Abelardo foi até onde estava o seu carro, entrou e deu partida, retornando para sua casa. - Adeus minha filha, me desculpe, mas se eu não agisse desta maneira, Ruivo não pouparia minha vida. Que Deus tenha pena de você, pois se depender apenas dele, coitada de você.


Abelardo tinha muito medo dele, um poderoso chefão, envolto em todo tipo de contravenção, principalmente com drogas e envolvido, também com o tráfico internacional de mulheres. A Policia Federal e a Interpol estavam atrás dele há muito, mas ele sempre conseguia se safar.
Alice, sentia seu corpo todo dormente, não conseguia ficar em pé e em sua mente, tudo estava muito confuso, não conseguia manter seus pensamentos em ordem. Quando Ruivo a levou para o seu carro ela não teve condições de protestar. Apenas olhou para ele e com olhos quase fechando, apenas conseguiu murmurar: - eu quero papai...por favor espere por ele. Quero ir para casa.
- Minha querida, teu papai a vendeu para mim. Vamos para a tua nova casa, garotinha gostosa.
Alice não viu mais nada, pois entrou em profundo sono, que a deixaria drogada por mais de setenta e duas horas, tempo suficiente para Ruivo a colocar em seu jato bimotor e partir para o velho mundo, onde junto com mais cinco garotinhas, seria negociada a peso de ouro.



Mara ficou muito triste com Alice, pensava tanto em a ter junto com os irmãos. A garotinha sapeca, estando com a casa somente para ela e os irmãos, nem esperou a noite chegar. Cheia de desejos foi até eles.
- Manos, vamos subir para o quarto, não há razão para não aproveitarmos todo o nosso tempo livre. Estou tarada para os sentir dentro de mim novamente. Mara, sem mesmo notar, estava se tornando uma autêntica putinha, com a libido a flor da pele.
No quarto dos irmãos, tratou logo de ir tirando a roupa e pediu a eles: - Manos, eu quero que vocês façam comigo, o mesmo que fizeram com Alice. Me amarrem de pernas abertas na cama, tapem os meus olhos e a minha boca. Podem até me bater, se quiserem. Façam comigo tudo o que vimos no vídeo de ontem à noite, eu fiquei tarada vendo os homens judiarem da mulher.


- Mas mana, aquilo deve doer muito e você não irá aguentar. - Vocês três não passam de uns filhinhos da mamãe, mariquinhas. Se eu estou pedindo que façam igual ao filme é porque sei que aguento o castigo, suas merdinhas.
- Não necessita brigar com a gente, Mara! Faremos como você quer, depois não venha chorar. - Calem a boca e façam como eu pedi.
Mara, amarrada à cama, com venda nos olhos e fita adesiva em sua boca; percebeu quando os irmãos confabulavam. - A mana quer que a gente faça como no filme de ontem. Vamos ligar o vídeo e fazer tudo exatamente igual como está lá.
Por quase meia hora, ficaram olhando o filme de puro fetiche, onde uma mulher sofria horrores, presa num porão. Ficaram excitadíssimos vendo toda aquela depravação sexual.
-Minha nossa! Que tesão... a mulher no final disse que adorou sofrer nas mãos do cara... é por isso que a mana, quer que a gente faça a mesma coisa com ela.
Mas Luiz, nós não temos chicote nem nada. Vamos improvisar, o cinto do papai serve. Mais que depressa os três foram até o quarto dos pais, no primeiro pavimento e retiraram um cinto de couro do armário do pai.


Mexendo numa gaveta do armário da mãe, ao abrirem uma grande caixa cor de rosa, ficaram de boca aberta, sem poderem acreditar no que viam. Todo os apetrechos necessários para a prática de puro sadismo. Viram muito mais do que isso, muitas fotos da mãe, presa em estranhos equipamentos e sendo chicoteada pelo pai e em outras fotos, por outros homens que reconheceram como amigos dos pais, colocando na bunda da mãe, enormes consolos de borracha.
Num canto da caixa, viram alguns vídeos. Eu não quero ver esta coisa com mamãe fazendo estas imundícies toda, foi o comentário de Ricardo. Não seja bobo, retrucou Luiz, a gente fez quase o mesmo com a nossa tia e agora mesmo, Mara está lá no nosso quarto, toda amarrada, esperando que a gente faça o mesmo que mamãe faz. Vamos levar os vídeos e ver tudo direitinho.


Eles levaram a caixa com tudo que tinha dentro. Durante mais de três horas ficaram vendo e revendo toda a prática sadomasoquista dos pais. Até se esqueceram que Mara estava amarrada à cama, sem poder ver ou falar nada.
- Nossa! O que é isso! Como mamãe pode fazer estas coisas imundas? Chupar o pau dos caras e engolir a porra deles... e papai fica olhando, com o pau duro! Nossos pais são uns tarados de merda! É por isso que Mara é assim deste jeito... tem as mesmas taras dos nossos pais.

A garota não estava gostando nada disso, eles a amarraram, como ela mesmo pediu, mas se esqueceram dela. Com muita raiva, nada podia fazer. A mordaça em sua boca, com a fita adesiva dando muitas voltas em torno de sua cabeça, só lhe permitia soltar alguns roncos abafados, não mais do que isso. Percebia que os irmãos estavam vendo algum tipo de filme, porém muitas fitas, adesivas em volta dos olhos, não a deixavam ver nada.
Agora, depois de muitas horas presa desta maneira, Mara não tinha mais tesão, apenas receio. Estava imaginando que eles faziam isso de propósito, para a castigar.


Pedro, Ricardo e Luiz, estavam bestificados vendo como sua mãe, sem nenhum escrúpulo ou vergonha, engolia o pau de diversos homens, todos amigos de seus pais e que costumavam frequentar a casa deles, com suas esposas e filhos e filhas. Quase vomitaram de tanto nojo, vendo a mãe de boca aberta receber o esperma de três sujeitos, que ejaculavam a menos de um palmo do rosto dela. A mãe ria e lambia os lábios, com a boca toda cheia de esperma dos caras, em outras cenas ela gemia enlouquecida com os homens fazendo dupla penetração, enquanto mamava o pau de um terceiro, tudo sobre a vista risonha do marido.
Isto tudo, fez os meninos caírem no choro, enojados com a atitude da mãe e do pai, que eram tudo para eles.
Furiosos com eles mesmos, com vontade de matar seus pais e tudo que vissem pela frente, foram até onde Mara estava e descarregam na irmã toda a ira que estavam possuídos.


- Tome cadela, você queria isso! Então vamos te ensinar uma vez por toda! Não serás uma vagabunda como ela é. vais aprender nem que seja na porrada.
Os três estavam tão fora de si, que não paravam de surrar a irmã indefesa, usando os chicotes e as chibatas encontradas na caixa no quarto da mãe. Mara já estava desacordada com o corpo todo marcado pelas pancadas recebidas, mas o trio não parava de bater na irmã. Na verdade, eles estavam castigando a mãe deles, no corpo da filha.
Totalmente transtornados, usaram o material encontrado, no corpo de Mara. Enterraram nos dois orifícios da menina, os enormes consolos de silicone, com que sua mãe era premiada nas suas sessões de sadismo. Os seios e as coxas foram transpassados por muitas agulhas finíssimas. Com o próprio sangue que jorrava de múltiplos ferimentos, escreveram na barriga de Mara:


"Mãe cadela, veja o que fez com sua filha, és a culpada da dor dela"
Antes de saírem do quarto, eles espalharam pelo chão, todo o restante do material sadomasoquista encontrado, inclusive o material fotográfico e os vídeos. Tiraram aas fitas adesivas da boca e dos olhos da irmã e a fizeram sair do desmaio, passando água frio no seu rosto e testa.
Mara abriu os olhos e gemendo de dor, olhos para os irmãos e suplicou:
- Porque fizeram isso comigo? Não era assim que eu queria! Por favor me soltem!
- Você pediu por isso, putinha de merda...agora aguente as consequências! - Não, pelo amor de Deus, me soltem, não aguento tanta dor! Tenham pena de mim!
- Você vai ficar aí até a puta da tua mãe chegar e ver o que fizemos com você.
- não!!! Não... mamãe não pode me ver deste jeito! - Pode sim, Mara. Achamos até que ela vai ficar excitada ao vê-la. Vocês se merecem.
- Até nunca mais, irmã cadela. Eles apagaram as lâmpadas do quarto, fecharam a porta e deixaram a irmã na escuridão, gemendo de dor, com todas aquelas parafernálias enterradas em seu corpo. Tudo que Helena gostava de fazer uso, quando ela e Afonso, iam pata "jogar cartas" com os amigos.


Pegaram todo o dinheiro encontrado na casa, que não era pouco e levando algumas malas com suas roupas e outras coisinhas mais, sumiram no mundo.
Nunca mais Helena e Afonso ouviram falar de seus três filhos. Só lhes restou a filha Mara, que depois de passar muito tempo numa clínica particular, voltou para casa, traumatizada pelos acontecimentos.
Ela nunca ficou sabendo os motivos que levaram os irmãos a agirem daquela maneira, quase a matando. Por sua vez, a garota não revelou aos pais, o que acontecia em casa, quando eles estavam se "divertimento" com os amigos.
O choque do casal foi tão grande ao descobrirem que os gêmeos, tomaram ciência que os pais eram adeptos do sadomasoquismo, que abandonaram esta prática anormal de sentir prazer.
Dias depois, Helena foi até a casa de seu pai, a procura da irmã, mas o velho Abelardo, mais embriagado do que nunca, disse para ela, que Alice, esteve em sua casa, ficou uns dois dias e depois resolveu voltar para a cada da irmã. Ele afirmou isso, olhando para o chão, sem coragem de encarar a filha mais velha.



Quando Alice acordou, deitada numa luxuosa cama, sentiu um enorme vazio por dentro e a mente bastante confusa. Não tinha noção de onde estava nem do que tinha acontecido com ela. Mas se viu vestida apenas com uma espécie de camisolinha, tão curta, que deixava metade de sua bunda de fora, sem mais nada por baixo.
Durante mais de uma semana, foi mantida constantemente sobre o efeito de drogas, pelo simples prazer de Ruivo, que durante todo este tempo, se deliciou com o seu corpinho delicioso, beijando e lambendo cada pedacinho dele. Chupava e lambia a bucetinha e o ânus de Alice, diariamente, mas não a estuprou, pois, uma virgem tinha muito mais valor no mercado.
Ele tinha negociado as outras cinco meninotas, todas virgens, para compradores do mundo árabe, mas se apaixonou de tal modo por Alice, que resolveu ficar com ela, para seu próprio uso, por pelo menos seis meses. Foi o que combinou com Nicolau


Nicolau, um mafioso russo, que teve a oportunidade de olhar o corpinho da jovem, na ocasião do leilão das seis jovens. Todas foram vendidas sem muitas disputas, mas com Alice, a mais bela e apetitosa de todas, o leilão foi superconcorrido, com ofertas que aumentavam a todo momento
Nicolau ofereceu uma verdade fortuna por Alice, mas Ruivo negociou com ele. Durante um semestre, a jovem ficaria com Ruivo e depois ele a entregaria para o russo, pela metade do preço, já que ela não seria mais virgem e ainda por cima ele daria ao mafioso, com um preço bem razoável, uma garotinha bem jovem, de apenas quatorze aninhos, que os seus homens tinham acabado de sequestrar. A garota em questão, era uma estudante brasileira, que morava com o pais e se chamava MARA.
Alice muito fraca, se levantou da cama e passou a examinar o local onde estava. Era uma super suíte, de um luxo que nunca vira antes. Com a mente clareando, foi se sentar em um belo sofá de couro e ficou matutando sobre tudo que tinha acontecido com ela. Tinha noção de que foi sequestrada pelo amigo de seu pai, o tal de Ruivo, mas quais o motivo disso e onde estava? Foi quando se lembrou das últimas palavras de Ruivo, antes de apagar, já dentro do carro dele:


- Minha querida, teu papai a vendeu para mim. Vamos para a tua nova casa, garotinha gostosa.
Estas lembranças tiveram o dom de trazer enorme desespero à garota. Agora tudo se encaixava. O modo estranho de agir de seu pai, que praticamente a obrigou a beber vinho. Devendo o olho da cara, a levando para um jantar super caro e parecendo estar a espera a de alguém.
Sim, era verdade de Ruivo, seu pai a linha levado para aquele lugar com a única intenção de a vender para ele. Foi por isso que a deixou sozinha, sabendo que o homem a tinha drogado.
Chorou diversas horas, desiludida da vida e do que o próprio pai fez com ela e caiu em grande abatimento.
Muitas horas depois, duas senhoras de meia idade entraram na suíte, trazendo algumas bandejas, contendo muitos tipos de pratos diferentes e estranhos para Alice. Muitas garrafinhas que colocaram na pequena geladeira, depois de depositarem numa mesinha todos os quitudes.


Elas entraram calada e saíram do mesmo jeito, apenas olhando para Alice, com ar sem demonstrar qualquer tipo de emoção.
O abatimento moral da jovem era tão grande, que nem interessou em inquerir as mulheres. Só quando o dia ia se pondo, Alice se dispôs a comer alguma coisa, pois notou que estava com muita fome. Não era para menos, pois durante os dias em que estivera drogada, as duas mulheres a alimentavam de forma muito superficial. Gostou de tudo que comeu, mesmo não tendo muita noção do que era.
No dia seguinte, bem cedo, as mulheres voltaram a suíte, lhe trazendo o café matinal. Alice se animou com a presença delas e lhes fez um mundo de perguntas, mas não recebeu delas uma única resposta.
Sabia que estava prisioneira de Ruivo, não tinha noção de suas intenções para com ela, mas tinha leve desconfiança, pois ela a chamou de "garotinha gostosa".


Assustada, examinou seu corpo e viu que ainda era virgem, apesar de seus seios, vagina e ânus, apresentarem vermelhidão e coçarem bastante.
- O filho de uma puta, não me estuprou, mas vez misérias comigo, sinto isso em todo o meu corpo, o miserável, covarde.
Bem mais tarde, depois dela almoçar, o homem entrou na suíte e Alice, com muito medo dele, se encolheu num canto e ficou olhando para o sujeito.
- Boa tarde, minha garotinha gostosa! Como vai você? As serviçais a estão tratando bem direitinho?
Alice, nada respondeu ao Ruivo, estava muito assustada com o jeitão dele, parecia ser o dono do mundo.
Sem cerimônia ele tirou a roupa, ficando só de cueca e foi se deitar na enorme cama. Deu umas tapinhas sobre o colchão e convidou Alice:
- Venha querida, se deitar ao lado do teu dono, estou com saudades de lamber esta bucetinha gostosa.
Alice se encolheu ainda mais no seu cantinho e apenas balançou a cabeça, numa espécie de negativa. Ruivo percebeu sua negativa e voltou a pedir com insistência.


- Venha se deitar comigo, Alice e trate de ficar nua, estou com muita fome de você hoje! Alice não se mexeu de onde estava.
- Minha querida, minha querida, não seja teimosa... não vai adiantar nada. Você é minha propriedade e farei com você o que bem entender. Teu querido papai, fez negócio comigo e eu a comprei dele por um bom valor. Não passas de uma mercadoria que eu posso negociar a qualquer momento, para outros compradores,
Alice tremia como vara verde ao sabor do vento, com o medo a dominando por completo, quando viu ele se levantar da cama e ir até onde ela estava.
A figura enorme do homem a apavorava e gritou em pânico, quando Ruivo a puxou pelos longos cabelos ruivos e a foi levando para a cama.
Sem forças e coragem de resistir a ele, se viu jogada, com violência sobre o colchão e em seguida o seu peso de muitas toneladas" sobre sua barriga.
Calmamente ele ficou olhando o rosto da assustada garota: - Viu como é fácil você ser dominada por mim, minha jovem? Agora eu vou lhe ensinar a não ser teimosa e que tens de me obedecer em tudo que pedir


Com muita frieza e agindo bem pausadamente, aliviou um pouco o peso sobre ela e com um forte puxão, rasgou de uma só vez a minúscula camisola que vestia.
Alice parecia estar em choque, vendo ele, tirar a cueca e voltar a sentar sobre sua barriga, esmagando seu ventre com o seu peso. Sentia o membro e as bolas dele, na altura do umbigo.
De olhos arregalados, Alice soluçando implorava que ele não abusasse dela. Agarrando com as enormes mãos os seios da coitadinha e apertando os mamilos entre os dedos, Ruivo retrucou:
- O que está a me pedir é impossível, minha jovem, pois este é o principal motivo de você estar aqui em minha casa. Ser minha mulher e eu vou foder você de todas as maneiras possíveis, buceta, bunda e boca.
Quero que você se conforme com isso, pois não tens nenhuma outra opção. Não quero ser violento com você e não a quero machucar. Serás minha, querendo ou não.


Ruivo foi deslizando a bunda sobre a barriga de Alice, até o meio das coxas dela e o seu enorme caralho, com a cabeça lisa e úmida, se encaixar bem no meio da vagina dela.
Com as coxas bem fechadas, pelas próprias pernas deles, os grandes lábios vaginais estavam bem fechadinhos. Mas Ruivo com as mãos empurrou a cabeça do pau, com força, até ela se encaixar bem no meio da fenda da grutinha virgem de Alice, que petrificada pelo medo não tinha coragem nem para respirar.
- Olhe bem, querida, o meu pauzão invadindo a tua bucetinha. Perceba como é gostoso isso. Alice deu um gritinho, quando ele forçou mais um pouco a pontinha do pênis no início da racha vaginal. - Pelo amor de deus! Não faça isso! Você vai me machucar.
- Vai doer um pouco, confesso, pois você é muito pequena para o meu pauzão. Vai ser uma delícia tirar o teu cabacinho.
Fechou os olhos apavorada, mas recebeu um tapa muito forte no rosto e ele, sem levantar a voz, ordenou: - Nada de fechar os olhos, mocinha! Quero que os mantenha bem abertos, para apreciar eu tirar o teu cabacinho. Se você fechar os olhos novamente, vou ter de dar outra bofetada.


Ele forçou mais um pouco e Alice deu outro gritinho. - Que é isso menina, eu nem cheguei perto do teu hímen e já está a gritar!
- Está certo Alice, nesta nossa posição você está muito apertadinha. Vamos dar um jeito nisso.
O que aconteceu em seguida, foi espantoso para Alice, que sem ação se deixava manipular pelo homem.
Ruivo saiu de cima dela e segurando suas pernas, foi forçado elas até que os pés de Alice, quase ficaram tocando o ombro. Nesta posição, com o corpo quase em "U", ela viu sua vagina a poucos centímetros de seu próprio rosto, numa torção que julgava não pode fazer.
- Assim está bem melhor, você está com a bucetinha bem acessível e o meu pau vai entrar com facilidade nesta coisinha linda.
Ruivo, voltou a posicionar o pênis entre os grandes lábios e foi forçando bem lentamente a invasão nas macias carnes de Alice, que via bem de perto o pau dele ir entrando na sua grutinha. Apesar do medo e da dor que sentia, aquilo a hipnotizava de um modo muito estranho.


Quando sentiu o hímen ser rompido, deu um berro enorme, pois a dor foi muito forte. Não conseguia tirar os olhos do entra e sai do pênis em sua buceta, que parecia que se abria para engolir aquela monstruosidade. Não conseguia compreender como a aquilo tudo cabia dentro dela.
Em questões de minutos, apesar da enorme dor, se sentiu dominada por forte excitação e quando ele, dando um forte berro, ejaculou, se enterrando com força dentro dela, Alice, ao mesmo tempo foi acometidoa de violento orgasmo e gemeu alto, não de dor, mas de puro prazer.
Ruivo vibrou ao sentir que Alice gozou junto com ele. Naquele instante, ele decidiu que não honraria o trato que fez com Nicolau, de jeito nenhum, resolveu que Alice seria dele para sempre. Daria um jeito de não deixar o mafioso russo furioso com ele, pois não seria bom para os negócios.


A menininha brasileira, a tal de Mara devia chegar à Kiev em duas ou três semanas, pois os acessos às fronteiras da Ucrânia tinham se tornado mais difíceis, depois das disputas com países vizinhos. Nada que impedia o seu rendoso negócio de tráfico de mulheres.



Helena e Afonso estavam arrasados, com o sumiço dos gêmeos, sabiam que depois que eles descobriram que a mãe, que tanto amavam, tinha uma vida sexual pior que muitas putas, fazendo sexo de forma nojenta com diversos outros homens e que o pai era parceiro nestas atividades, jamais seriam perdoados por eles.
Ainda bem que Mara, a filhinha caçula deles, não ficou sabendo de nada. A coitadinha ficou muito abalada, depois que foi barbaramente torturada por seus irmãos, sem mesmo saber a razão de tanto ódio por ela.
Mas o castigo vinha a cavalo para o casal e na semana seguinte, Mara, inexplicavelmente sumiu, quando retornava da escola e nunca mais a jovenzinha foi vista,



Alice não tinha mais condições de resistir a Ruivo, que quase todas as noites, vinha fazer sexo com ela. Apesar de o odiar com todas as forças de seu ser, no ato sexual, ela sempre era levada a ter violentos orgasmos e o odiava ainda mais por isso.
O mais trágico de tudo, foi que apesar de berrar de dor, o monstro não se importava com isso e fazia sexo anal nela e invariavelmente o fazia novamente, depois do sexo vaginal.
Na semana seguinte, estando Alice menstruada, ele só fez sexo anal e como ela não cedeu, pois estava com muitas cólicas, ficou tão raivoso com ela, que encheu seu rostinho de tapas e depois, para seu horror, fez sexo oral, enchendo sua boca de porra e a obrigando a engolir tudo.
O ódio e o desespero de estar sendo escrava sexual de tão bestial homem, a fazia querer morrer. Não estava mais suportando viver desta maneira e estava arquitetando um modo de se matar, de se livrar deste mundo tão cruel.


Alguns dias depois, Ruivo, entrou na suíte e avisou Alice: - Hoje estou recebendo mais uma mercadoria, para ser negociada. É uma garotinha bem novinha, que vou vender para o Nicolau, o mafioso russo. Vou deixar ela, uns dias aqui em casa, até que as duas meninas italianas que conseguimos trazer, cheguem aqui. Quero vender as três de uma só vez para o homem, no lugar de você.
Uma boa surpresa Alice, a garota que meus homens estão trazendo é uma brasileirinha, tal como você. Tome conta dela, pois é mercadoria de primeira, quase uma garotinha, pois tem apenas quatorze aninhos. Em menos de uma hora eu a receberei.
Quando as duas velhotas entraram na suíte, trazendo uma grande caixa de madeira com as inscrições em português, em ucraniano e em russo: "cuidado perigo, produto radioativo" Alice se afastou, com um pouco com medo. Porém Ruivo logo entrou e avisou Alice:


- Não tenha receio, o que está aí dentro é a garotinha brasileira, que lhe falei. Vindo desta maneira, foi fácil atravessar certas barreiras pelo caminho, pois ninguém gosta de se aproximar de produtos radioativos. Tome conta dela, Alice, pois está dopada a mais de quarenta horas e deve ficar assim por mais algumas. Tire ela da caixa e a dispa por completo. Quero examinar a mercadoria, antes de a negociar com o Nicolau.
Quando ficou sozinha, Alice foi até a caixa e a abriu. Queria na medida do possível, confortar a pobrezinha, que estava destinada a sofrer tanto como ela, nas mãos destes desgraçados. No meio de grossas paredes acolchoadas, toda enroladinha em um cobertor, estava a garotinha brasileira, como disse Ruivo.
Quando Alice retirou o cobertor, levou um grande susto pois viu que a menina, assim "embalada" estava usando um uniforme escolar, bem conhecido dela. Nervosa, levantou o rostinho da jovem e deu um pulo para trás. Dentro da caixa, estava a sua sobrinha Mara.


Horas depois, Mara continuava sobre os efeitos das drogas. Alice a tinha colocada na cama e olhava com grande carinho e pena para a sobrinha. Como ela veio para aqui? Que tragédia para minha irmã e Afonso!
- Meus Deus, não permita que a coitadinha sofra tanto como eu estou sofrendo. Apesar ser muito doidinha, ainda é uma criança, tem apenas quatorze anos e uma família que deve estar chorando o seu sequestro.
Quando Ruivo entrou e viu a garota, desacordada sobre a cama, mas ainda vestida. Olhou para Alice e lhe desferiu uma tremenda bofetada, que a fez rolar pelo chão, sangrando pelo nariz. - Eu avisei você, Alice! Não admito que não me obedeças. Se levante e trate de tirar a roupa da garota... se não vais levar outra bofetada.
- Por favor.... Não faço isso com esta menina! Tenha dó... ela, ela ... é minha sobrinha!!!


-Puta merda... que coincidência! Tenho a tia e a sobrinha em meu poder... que coisa de louco! Mas nada disso tem importância, sobrinha ou não, ela ainda é uma mercadoria e eu a quero ver nua. Faça o que estou mandando, ou vou partir a tua cara.
Chorando muito e com medo de ser surrada ainda mais, Alice tirou o uniforme escolar que Mara ainda usava, a deixando totalmente nua.
Ruivo se aproximou da cama e separou as coxas de Mara, examinou a bucetinha gordinha, quase sem pelos. Meteu um dedo lá dentro e para surpresa de Alice, exclamou indignado: - Puta merda! Esta merdinha não é mais virgem... já é furada. Depois a virou de costas e falou para Alice, que olhava a cena, chorando. - Ela pode ser furada... mas tem uma bunda espetacular, vai deixar o russo doidão, pois ele é louco por cuzinho de garotinhas. Depois, com as mãos separou as nádegas para examinar o ânus de Mara. - Até no rabo ela já levou vara... tua sobrinha não puxou a você, quer apesar de ser três anos mais velha, ainda era virgem quando chegou aqui.
- Mas não tem importância, ela é bem novinha e Nicolau adora uma bundinha e ela tem um corpinho muito gostoso, passou no teste.
À noite, ele veio dormir com Alice e viu que ela tinha vestido novamente a sobrinha com o seu uniforme escolar.
-


- Puta... como você é teimosa! Tire as roupas dela imediatamente. Tremendo de medo, Alice fez o que ele mandou e desnudou novamente sua sobrinha. Tire você suas roupas também, hoje eu vou comer dois cuzinhos bem apetitosos.
Foi o que ele fez. Sexo anal em Alice e depois em Mara, que ainda continuava dopada. Gostou tanto do corpinho juvenil dela, que resolveu a possuir pela porta da frente. Durante muito tempo, bufando como um porco, ficou deitado por cima da garotinha, que muita pequena, sumia sob o enorme corpo do canalha, enquanto ele, com o seu enorme caralho invadia a bucetinha da inconsciente menina, só parando quando, com uivo animal, gozou dentro dela.
No dia seguinte, Alice ficou muito preocupada, pois Mara continuava dopada. À noite, quando ele entrou na suíte, ficou preocupado também, pois ela já deveria estar acordada a muito tempo. Zelando pelo seu investimento, Ruivo chamou uma doutora, que tinha em sua folha de pagamentos para ver a menina dopada


Depois de a examinar por um bom tempo, Ludmila deu seu diagnóstico. - Esta moça não está mais somente sobre os efeitos das drogas, ela está em coma profundo. Deve ter havido reação às drogas que lhe foram aplicadas em doses excessivas e o seu organismo não resistiu.
- Tem ideia de quando era deverá voltar, Ludmila? - É muito difícil prever uma coisa destas, Ruivo..., mas eu acho deve durar muito tempo, se não for permanente, pois tenho quase certeza que o dano é de origem cerebral, e aí ela já era. Seria necessário a levar para um hospital, para fazer todos os exames necessários, mas isso seria muito perigoso para a gente. Eu aconselho que ela seja descartada. Não vale apenas gastar tempo e dinheiro, com uma mercadoria danificada.
Alice arregalou os olhos, assombrada com a frieza com que a tal médica, aconselhava Ruivo a "assassinar" sua sobrinha. Esta gente não tinha alma! Como era possível tratar desta maneira tão desumana, jovens que ele mesmo tinha tirado de seus lares?


Chorou desesperada, quando Ruivo concordou com Ludmila. - Vou fazer isso mesmo, minha amiga. Você tem alguma coisa que possa dar para ela apagar de uma vez?
- Aqui não, mas na minha clínica, tenho sim. Se você quiser, vou até lá e em menos de uma hora estarei de volta. Uma pequena aplicação e ela dormirá para sempre.
Não é necessário tanto trabalho, Ludmila. Eu tenho ideia melhor. É só colocar este saco plástico na cabeça dela e fechar na altura do pescoço, e pronto serviço feito.
Alice gritou aterrorizada, pois ele estava pronto para assassinar Mara, naquele exato momento. Se agarrou ao corpinho indefeso da sobrinha, gritando para Ruivo...eu não vou deixar que assassine minha sobrinha... canalha, assassino, covarde!
A primeira bofetada atingiu o rosto de Alice, na altura dos olhos. Ela se levantou e avançou com unhas em ristes e as cravou no rosto do canalha.


Furioso, Ruivo passou a surrar Alice, com extrema violência, só parando quando a viu no chão, com o rosto todo desfigurado, pela quantidade de socos recebidos. Antes de apagar, ainda pode murmurar, num último sopro. - Me desculpe, minha sobrinha, eu tentei, eu tentei...
Mesmo com Alice caída, sem sentidos, Ruivo continuou a lhe dar chutes, a atingindo com suas botas por diversas vezes.




A equipe do hospital de Kiev, na Ucrânia, estava sem saber o que fazer. As duas jovens já estavam na UTI há mais de dois meses e ninguém, absolutamente ninguém, sabia suas identidades. Era um mistério total, muito intrigante.
As duas foram encontradas, à beira da morte, nas margens do rio Dnieper, na área antiga da cidade. Estavam dentro de sacos de lonas, com as bocas fechadas com fios de nylon. As únicas coisas que sabiam das jovens é que eram jovens, com idades aproximadas entre quatorze e dezoitos anos, cabelos ruivos e os olhos castanhos claros. Todos estes dados estavam de posse da Polícia Nacional e depois da Interpol.
A mais velha, estava com múltiplas faturas por todo o corpo e com o rosto transfigurado e o mais triste era que exames de sangue demonstraram que fora drogada e estuprada, tanto na vagina como no ânus. Já a mais nova, estava com o sangue saturado com muitos tipos de drogas diferentes e que, por algum motivo, ainda não identificado, estava em coma profundo. Ela também fora estuprada e bem recentemente, pois ainda tinha resíduos de esperma, na vagina, no ânus e na boca.


Fotografias das duas circularam por todo o mundo, pois a Interpol, desconfiava que as jovens, teriam sido vítimas de quadrilha internacional de tráfico de mulheres e que por algum motivo, resolveram eliminar estas duas. Infelizmente, o rosto da mais velha, depois de algumas intervenções cirúrgicas reparadoras, ainda estava com bandagens, o que dificultaria o seu reconhecimento por terceiros. Com a mais nova, talvez fosse possível, pois apesar de estar com alguns tubos na narina e na boca, seu reconhecimento poderia ser possível.




Nicolau, tomou conhecimento, por fontes seguras, que Ruivo, estava com a mocinha brasileira, que ele comprou no leilão e que não pretendia a entregar para ele, como ficou combinado. Tomou conhecimento, também, que ele tinha recebido uma outra jovem, quase uma menina e que estava por receber outras duas mocinhas italianas.
- Já que este safado de merda, não vai cumprir com a palavra empenhada... vou até a sua toca e pego o que é meu por direito e mais as três outras, como forma de juros.
O mafioso russo, em quatro veículos, seguiu com seus homens, armados até os dentes, para o casarão de ruivo. Mas não foi tão fácil como pensou, invadir a casa dele, uma verdadeira fortaleza, com capangas por todos os cantos.


Foi uma batalha sangrenta terrível, onde ninguém poupava ninguém. Quarenta minutos depois, a invasão da casa estava concluída. Ruivo perdeu todos os seus capangas, inclusive, os empregados domésticos, incluindo três mulheres.
Ruivo lutou como um leão e conseguiu, eliminar quatro dos homens do mafioso, antes de ser fulminado. Nicolau, furioso por ter perdido mais da metade de sua "tropa", procurou por todos os cômodos da casa pelas quatro garotas, as italianas e as brasileiras.
Fracasso total, só localizou as duas brasileirinhas, mas as duas não lhe serviriam para mais nada, pois a garota que ele tanto cobiçava, estava no chão de um quarto, toda "arrebentada", fez um rápido exame e sentenciou: - Esta já era, uma pena... o filho da puta preferiu eliminar a "mercadoria" do que fazer a entrega para mim. A outra mocinha, estava sobre a cama, nua e com sangue seco em torno da vagina e do ânus. Muito pálida e quase não respirando. Nicolau, erroneamente, julgou que ela tenha sido envenenada.


Pessoal, vamos embora, não temos mais nada a fazer aqui. Levem todos os defuntos, os nossos e os dele, lá para o porão e ponham fogo em tudo. Quero ver este casarão em cinzas.
- Chefe, e estas duas? Também vamos queimar? - Não, levem elas para outro lugar qualquer, mesmo depois de mortas, não merecem o mesmo destino deste safado do Ruivo e de seu bando.
Foi desta maneira, que Alice e Mara, puderam ser encontradas, ensacadas as margens do rio Dnieper, à beira da morte.




Três meses depois, hospedados num luxuoso hotel, no centro de Paris, vendo televisão junto com sua amante e cúmplice, Nicolau teve sua atenção chamada para uma reportagem. - Veja só Olga... esta é a jovem, que Ruivo colocou em leilão e eu arrebatei. É esta aqui com o rosto machucado. Eu pensei que ela estava morrendo!
- Tem certeza Nicolau? Do jeito que está, você pode estar equivocado! - É ela, sim. Os meus rapazes deixaram as duas perto do Dnieper, dentro de sacos, tal qual estas duas.
- É uma pena, elas estão em péssimas condições e ninguém sabe quem são! Vão morrer longe de suas famílias.
- Eu sei quem são, Olga! São duas brasileiras, que ruivo sequestrou lá no Brasil. Sei até o nome de uma, Alice e ela tem dezessete anos. Não sei o nome desta outra, mas fui informado que tem apenas quatorze aninhos.


- Cruz credo! Vocês fazem negócios até com crianças? - É assim mesmo Olga, as mais novinhas têm mais valor no mercado e se forem virgens muito mais.
- Nicolau, me faça um favor, informe à Interpol quem são estas duas coitadinhas, elas merecem voltar para suas famílias. Mande um bilhete anônimo e tudo estará resolvido.

Cinco dias depois, a agencia da Interpol, sediada em Kiev, recebeu o seguinte bilhete:
"As moças encontradas ensacadas na margem do Dnieper. São duas brasileiras. Foram sequestradas por uma quadrilha de traficantes de mulheres, alguns meses atrás - Uma tem dezessete anos e se chama Alice, a outra tem quatorze anos. Não se preocupem com esta quadrilha, pois foi toda eliminada".


Foi uma autêntica bomba, a notícia invadiu as redações da mídia internacional e uma multidão de correspondentes de todo mundo chegou a Kiev desejosos de obter mais detalhes a este respeito, dispostos a acompanhar de perto o desenrolar desta tragédia,
Dia e noite, o hospital se via cercado por dezenas de repórteres, querendo saber do estado de saúde das duas jovens.
No Brasil, foi a mesma coisa, os noticiários das redes não falavam de outra coisa e uma autêntica "caça" à família das jovens teve início.




Helena e Afonso, viviam reclusos em sua mansão, profundamente abalados e arrependidos de suas ações, que fizeram com que seus três filhos gêmeos abandonassem o lar. A tragédia, realmente atingiu esta família em cheio. Mara, a caçulinha, sumiu quando voltava da escola, o mesmo acontecendo com Alice, a querida irmãzinha de Helena. Para completar o drama, o pai de Helena, cometeu suicídio, logo depois de Alice desaparecer.
Vendo o noticiário da noite, depois do jantar, Helena esperava que Afonso saísse do banho para depois irem dormir.
Ele estava escovando os dentes, quando escutou o grito estridente e histérico da esposa. Correu para a sala, alarmado e encontrou Helena em pé apontando para a televisão, pálida e tremendo. Ele a abraçou, tentando saber o que tinha acontecido com ela.


Os lábios de Helena tremiam e lágrimas escorria pelo seu rosto, continuando apontando para a telinha, ela conseguiu falar para o marido: - São elas... São elas... são elas...Afonso. É minha filhinha Mara e Alice!!! Meus Deus é Mara e Alice!!!
Só a muito custo Afonso conseguiu acalmar a esposa e saber do que se tratava. Os dois se abraçados choravam e riam ao mesmo tempo sem poderem sem controlar.
Só algum tempo depois, puderem pôr as ideias em ordem. - E agora Afonso o que vamos fazer? Quero ir até onde minha filha está. - Calma Helena, tenho de obter mais detalhes...na internet terei as respostas
Realmente, pesquisando no Google, eles obtiveram todas as informações que queriam, o estado de saúde atual delas, onde estavam e o mais importante no momento, o telefone posto à disposição para quem pudesse identificar as moças, aqui no Brasil.


Afonso imediatamente ligou para o numero indicado. - Senhor, aqui é da Interpol, somente nas últimas horas recebemos dezenas de ligações dizendo que conheciam as moças, todas falsas. Por isso antes de tudo queremos saber seu nome completo, CPF e endereço.
- Senhor agente, eu sou o pai e o tio das meninas que estão lá em Kiev, vou lhe dar todas as informações pedidas, mas por favor nós ajude. - Tudo bem, senhor Afonso. Agora desligue e espere.
Cinco minutos depois o telefonou tocou. Era da Interpol, para verificar a veracidade da ligação. - Muito bem, senhor Afonso, já estamos aqui na nossa tela com todos os seus dados, eles conferem. Estamos enviando uma equipe até sua casa, nos esperem.


Uma hora depois um carro da Interpol, acompanhado de mais dois, da Polícia federal, chegou ao casarão de Afonso e Helena.
Três dias depois o casal embarcava para a Europa Oriental, mais precisamente para Kiev, capital da Ucrânia.
Mesmo tentando manter segredo, a notícia de que a família das moças foi localizada e que estava viajado para Kiev, se espalhou como um rastilho de pólvora, não se sabe como. Mais de duas dezenas de repórteres, do Brasil e de outros países, estavam no mesmo avião.


Quatro meses depois, baixada toda a comoção nacional e internacional, a respeito do caso "Alice e Mara", como ficou conhecido, todos os países do mundo se envolveram numa caçada, sem trégua ao tráfico internacional de mulheres. Graças a isso, muitas quadrilhas envolvidas neste infame negócio, foram desmanteladas.
Infelizmente, para as duas garotas, pouco adiantou tanto empenho, pois elas continuavam internadas em uma famosa clínica em Londres, as custas de organizações internacionais, se recuperando dos graves danos sofridos durante o tempo que estiveram em poder da miserável quadrilha.


Mara saiu do coma profundo, mas os danos em seu cérebro a fizeram esquecer todo o seu passado recente e agora agia como se tivesse dez anos e não quinze, sem que a ciência pudesse estabelecer a razão disso.
Alice, em coma induzido, pois os danos em seu cérebro, pelos chutes recebidos de Ruivo, causaram graves lesões em parte dele, só agora apresentava sensíveis melhoras.
Helena e Afonso, nunca mais tiveram notícias de seus três filhos.
Nicolau, o mafioso russo, continua "comprando" garotinhas pelo mundo todo, para seu bel prazer, por meio de algumas quadrilhas que escaparam do cerco internacional.


Assim é a realidade deste mundo canalha e cruel e até hoje, temos notícias, pelos jornais, do desaparecimento de mulheres, que somem e de quem nunca mais temos notícias.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:1 de agosto de 2015 21:48

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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