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Do fundo do baú

A Chácara do Terror

A CHÁCARA DO TERROR

- Mara, já que você está voltando amanhã para casa, aproveite e leve Sabrina e Salete, elas vão passar uns dias na casa da nossa irmã. Você só tem de desviar uns poucos quilômetros do teu caminho. - Tudo bem, Elizete... levo minhas sobrinhas e aproveito dou um abração na mana Marta, faz tempo que não vou lá.

Mara, 21 anos, aproveitando o recesso escolar, passou uns dias na casa da irmã mais velha, na fazenda Boa Esperança. Gostava muito das sobrinhas e se divertia muito com as garotas, apesar da diferença de idade.

Agora, com as duas sobrinhas como companheiras de viagem, a volta para casa seria mais amena. Mara pretendia pernoitar no sitio de Marta e só seguir para a cidade, onde morava com os pais, na manhã seguinte.

Cinco horas depois, numa velocidade de cruzeiro, de 70 km/h, na rodovia que permitia até 80, conversa com as meninas e curiosa perguntou se elas já tinham namorados. - Que é isso, tia? A gente é muito novinha para namorar e depois mamãe não tira o olho da gente!

- Novinha nada... eu com a idade de vocês já tinha namorado uns dois garotos. - Ah tia! Na cidade é outra coisa, mas na fazenda não dá para ter namorado...só se for namorar os bodes. E você tia, atualmente tem namorado? Estou namorando um colega lá da faculdade..., mas não é nada sério. Estamos perto da formatura e só pensamos nisso. - Ele já tocou nos teus peitos, tia? - Garotas sapecas...isso não interessa para vocês!

- Tia... tia...olhe só aquele carro! Ele vem zanzando na estrada! Mara já tinha observado que a camionete vermelha vinha numa velocidade bem acima do permitido e dançando, trocando de pista. Só deu tempo, para se desviar o máximo possível, invadindo o acostamento, pois o veículo em alta velocidade, na contramão, vinha direto para cima do carro delas.

A mais de 100 quilômetros por hora, Bernardo pisava no acelerador com Ingrid e Marguerite o incentivando a ir mais rápido. Os três estavam sob o efeito de drogas, mas acreditavam que tinham condições de regressar para a cidade.
Mara conseguiu evitar o choque de frente, a camionete louca, atingiu o seu carrinho, na lateral esquerda, o tirando da estrada. Presas aos cintos, as três, viram o mundo de cabeça para baixo, com o carro capotando umas duas ou três vezes, até parar, com as rodas para cima, ao se chocar com uma árvore que evitou que caísse ainda mais na incline encosta.

A camionete, bem mais pesada que o carro, rodopiou, quase virou, mas o seu motorista, conseguiu a estabilizar. Assustados os três passageiros desceram. - Minha nossa! Veja o que você fez, cara! Recuperados foram olhar o outro veículo e viram duas mocinhas saindo pela janela do carro tombado, chorando e gritando por socorro.

As gêmeas Sabrina e Salete, bastante atordoadas, conseguiram se soltar dos cintos e em pânico, viram a tia, sangrando com um ferimento na testa, gemendo de dor, sem conseguir se soltar do cinto. - Por favor me ajudem, não consigo me soltar. Com algum esforço, saíram do carro e conseguiam ir puxando a tia para fora. Mara queria ajudar, entretanto tudo em sua volta parecia ainda continuar rodando e ela, perdeu os sentidos.

As duas mulheres e o homem, na beira da estrada, apenas observavam o esforço das jovens em retirar a motorista do veículo acidentado. - Pessoal, aquela outra se machucou bastante, vamos ajudar. Foi uma merda completa, as duas loiras, de tão drogadas quando tentaram descer, não conseguiram dar nem dois passos, e não fosse o homem, o motorista da camionete, elas teriam rolados a encosta.

Depois de alguns esforços, Mara, Salete e Sabrina foram colocadas na camionete causadora do acidente. As gêmeas, fora pequenos cortes pelos vidros quebrados nada sofreram, mas Mara, parecia bem ruim. Não falava coisa com coisa e em sua volta tudo parecia girar

Vamos levar estas três para o posto médico da vila, fica a apenas 20 quilômetros daqui. - Esta maluco Bernardo! Se formos levar estas gurias ao posto, estamos fodidos, foi o que falou a loira grandona. Estamos tão chapados, que eles vão nos segurar lá...dirigindo drogados e causando acidente com vítimas... isso vai dar cadeia para a gente.

- Então vamos levar as garotas para a chácara, lá temos estojos de primeiros socorros e tratamos dos cortes delas e depois vamos ver o que fazer.
As meninas preocupadas com a tia, nem se deram conta para onde eles as estavam levando. Era para uma pequena chácara, há trinta quilômetros por uma estrada secundária, de propriedade de Ingrid e Marguerite, duas polacas grandonas, a muitos anos residentes no Brasil.

O homem, Bernardo, um faz tudo delas, um sujeito rude e sem estudo nenhum, mas forte como um touro, quebrava a cara de qualquer abusado que quisesse tumultuar lá na boate de suas patroas polacas, como ele as chamava. Servia de motorista e guarda-costas das gringas. Elas faziam "gato e sapato" do abrutalhado sujeito, totalmente subjugado por elas. As duas também dividiam o cacete colossal do bocó.
Uma vez por semana, o trio ia para a chácara, onde quase matavam o coitado de tanto o fazerem gozar. As polacas, com mais de 1,80 m. cada uma, não davam um minuto de sossego à ferramenta do homem, ora na buceta de uma, hora no cu ou na boca de outra.

Faziam uso de muitas drogas e induziram Bernardo a usar, também.
Ingrid fez os curativos na testa de Mara e num pequeno corte no ombro, enquanto Marguerite foi cuidar das gêmeas, que se queixavam de dores nas costelas. - Porque a senhora não levou nossa tia para o hospital? Ela está engraçada, trocando as palavras. - Sabe o que é meus anjinhos, ia demorar muito para chegarmos ao hospital e Ingrid sabe como tratar este tipo de ferimento…. Ela já foi enfermeira (mentira).
Então ela pode nos dar alguma coisa para passar a dor nas costas? Ah... isso, até eu sei! Venham comigo e o Bernardo até o meu quarto, que lá eu tenho um remédio que vai tirar estas dores num instante.

Lá no quarto de Marguerite, ela olhou para Bernardo e piscou um olho, ele logo compreendeu a intenção da mulher. - Deixem eu examinar as costelas de vocês. Fiquem de costas aqui na minha cama e tirem as blusas, por favor. - Mas este homem está aí! - Ele vai virar de costas...é só o tempinho para eu poder examiná-las.
Sabrina e Salete, na maior inocência deste mundo, fizeram que a mulher lhes pediu, tiraram as blusas e se deitaram de costas na cama. Ué! Vocês não usam sutiã? - Mamãe disse que somos muito crianças para isso. -Bernardo queira se retirar para eu poder examinar melhor as meninas.

Marguerite as olhou com olho gordo e em seguida começou a tocar as costas de Salete. Aaiiii! Está doendo onde a senhora tocou. Depois ela foi "examinar" Sabrina e esta sentiu dores em mais locais.

Fiquem as duas deitadinhas aí, não se mexam, vou falar com minha irmã e já volto. E então Ingrid, como está a tia das meninas? Eu fiz o curativo e vi que é ferimento superficial ... não quebrou nenhum osso. Eu a dopei e ela vai dormir por muito tempo, venha vê-la.

- Epa... você tirou as roupas da moça? - É logico que tirei ...olhe só que mulherzinha mais linda... que corpo maravilhoso! - Você tem, razão, queria eu ter seios como os dela. Pena que tem a buceta coberta com uma verdadeiro floresta ...ela nunca se depilou, acho eu. Isso é coisa muito fácil de ser resolvida... você não acha? - Irmã vire ela de costas, veja que bunda mais gostosa. Marguerite ficou de boca aberta, ao ver o as nádegas de Mara e logo lhe deu uma sonora palmada...que rabo mais lindo! - Deixe eu ver se o cuzinho dela ainda e virgem.

A polaca separou as coxas de Mara, no máximo possível e com os dedos fez um exame no cuzinho exposto, para não perder a ocasião, examinou também a vagina. No rabo ela ainda e virgem, mas na buceta não, o cabaço dela já era.

- Marguerite, e as duas meninas... elas estão bem? - Eu acho que sim... sentem dores nas costelas, mas deve ser só porque rolaram junto com o carro delas. São bem bobinhas, duas autenticas caipiras... mas puxaram a tia quanto ao corpinho... são lindas.- eu as estou examinado e elas me tratam como se eu fosse uma doutora…. Acho que vou dar a elas o mesmo tratamento que destes à tia delas.

Vamos lá, eu também quero vê-las. - Meninas fui buscar minha irmã para as examinar melhor. A tia de vocês está dormindo, sob o efeito dos "remédios", mas está tudo legal com ela, podem ficar sossegadas.

Tentando se parecer uma médica, Ingrid, examinou, novamente, as costelas das garotas e achou que elas estavam com algumas pequenas fraturas, mas não disse nada a elas. - Vocês estão necessitando de algo para passar as dores nas costas. Vocês têm medo de tomar injeção? Mas que depressa as duas responderam que sim, que tinham muito medo.

Mas estão necessitando, senão as dores vão piorar muito. Eu vou ser bem boazinha e não vai doer quase nada. Marguerite, sussurrou no ouvido de Ingrid: - Vá la no meu quarto e traga o estojo para aplicação endovenosa de cocaína, quero ver o efeito que causará nestas meninas.

- Eu vou lhes aplicar um remédio que vai tirar a dor que sentem nas costas, quase que imediatamente. - Com os olhos arregalados, com medo, viram as mulheres as preparar par receber, via endovenosa o tal remédio.

Sabrina, alguns poucos minutos depois, exclamou: - Que gozado, não estou mais sentindo nenhuma dor. Este remédio é porreta mesmo! - Eu também, mana, estou muito bem...sentindo uma coisa gozada, não sei o que é, mais é muito gostoso!
Ingrid e Marguerite, se olharem e deram uma risadinha cumplice, a cocaína fez efeito nas garotinhas, quase que imediato. - Ingrid, falou para as gêmeas: - Eu vou lhes falar o que estão sentindo. Este "remédio" que aplicamos em vocês, vai tirar a dor, mas também vai trazer uma sensação de bem-estar, de alegria e euforia.
- Que bom.... É isso mesmo que estou sentindo! Este negócio, depois vai fazer a gente se sentir doente? Que nada... isto vai passar e as duas vão se sentir super bem. Acreditem em mim.

Já que estão tão bem... você Sabrina, venha comigo para outro quarto, enquanto sua irmã, fica aqui, com Ingrid.
- Para que isso, senhora? - Você vai ver Sabrina e vai gosta. - Sabrina colocou sua blusa e sai contente com a mulher: - Eu já volto, Maninha.
Tanto Salete como Sabrina, tinham recebido uma forte dose de cocaína, que agiu de maneira imediata, nos pequenos corpos das inocentes meninas.
Sabina, seguiu Marguerite, cantarolando uma musiquinha caipira que ela gostava muito.

- Querida, se deite sobre esta mesa, que eu vou lhe fazer uma massagem, isto será bom depois que rolar tanto dentro do carro da tua tia.
- Eu nunca fiz massagem, só ouvi falar...é bom? - Você vai adorar menina, vou fazer coisas gostosas pelo teu corpo todo e irás sentir prazer enorme. Tire a roupa toda e se deite como eu mandei. Eufórica, rápida tirou a roupa e pulou na mesa de massagem peladora. - Pronto aqui estou, pode iniciar esta tal de massagem,
Marguerite ficou olhando o corpinho de Sabrina, deitada de costas na mesa e não pode deixar de exclamar: - Nossa, que corpinho maravilhoso você tem ...seios lindos, quase tão grandes como os da tua tia. - A senhora acha que eles são realmente bonitos? - São maravilhosos, garota. Vou iniciar as massagens por eles.
Com uma camada creme branco, esparramado sobre os seios de Sabrina, a polaca passou a friccionar os seios, uma mão em cada bojo, com os dedos apertando e dando leves puxões nos mamilos. Que delícia estes teus peitinhos! Ta gostando, meu benzinho? - Muito...muito mesmo... que coisa mais gostosa.... Deliiiicciiiiaaaa! Pode continua, por favor.

Malandra, percebeu que a garotinha estava muito excitada, com os mamilos eretos e salientes. Não parou mais de tocar no corpinho dela, passando as mãos sujas de creme, pelo rosto, orelhas, pescoço, ombros seios, barriga. Quando passou das coxas para a virgem bucetinha, Sabrina deu um profundo suspiro e abriu mais as pernas, não tendo mais noção do que fazia, dominada por uma forma de prazer totalmente desconhecida para ela.

- Nossa! Que coisa mais gostosas! Não pare, não pare... Meu Deus! Minha xoxotinha está pegando fogo.... Coloque os dedos mais fundo... mais... Mais...maaaaiiisssss!
Com a mão espalmada passeando sobre sua vagina e um dedo invasor dentro de suas paredes, tocando o pequeno clitóris. Sabrina, sem controle, começou a gemer alto, parecendo uma gatinha miando.

Olhos fechados e segurando com força a cabeça enfiada no meio de suas coxas, percebeu quando a mão e os dedos saíram e foram substituídos pela..........boca e língua da mulher. Abriu mais a coxas e agora os "miados "se tornaram quase "uivos". Quando o gozo veio, deu um grito estridente e cruzou as pernas sobre a cabeça da mulher, a segurando com força entre elas. Pela primeira vez na vida, a garotinha teve um orgasmo que de tão violento, todo o seu corpinho começou a tremer sem controle. A cocaína liberou toda a sua desinibição e o seu erotismo de tal forma, que minutos depois, implorou para Marguerite fazer tudo novamente.

A mulher a atendeu, pois também estava extremamente excitada. Só que desta vez a língua e os dedos invadiram foi o cuzinho de Sabrina. Com o creme, facilitando, Marguerite enterrou um dedo bem fundo e depois outro e mais outro.

Aaaiiiii...Uuuiiii... está doendo muito.... Tire por favor! Tite... tire!
A polaca não atendeu o pedido e continuou a mover os dedos no cu da garota e com os dedos da outra mão apertava entre eles o clitóris da garotinha, a fazendo explodir num novo e violento orgasmo, berrando como uma alucinada, não de dor, mas de prazer.

Muitos minutos depois, não estava mais sobre a mesa, mas sim, deitada na cama de Marguerite, ambas nuas, com a mulher a abraçando por trás, segurando os seios da jovem e com as coxas cruzada sobre as suas pernas. Exausta de tanto gozo, ela parecia estar desfalecida, nos braços da mulher.

No outro Quarto, Ingrid, exausta de tanto chupar a buceta e o cuzinho de Salete, estava deitada ao seu lado, dormindo a sono solto. A garota, ainda sobre o efeito da cocaína, jazia ao seu lado.

No pátio, Bernardo, estava a muito tempo, vendo os estragos na lataria da camionete. Depois foi até a copa e ficou esperando que suas polacas descessem. Como nada acontecia, resolveu subir e ver o que faziam por tanto temo lá nos quartos.

Viu Marguerite agarrada na cama com umas das meninas e depois Ingrid, fazendo o mesmo com a outra menina. - Cadê a motorista, a moça a mais velha? Foi até o outro quarto e teve a maior surpresa do mundo...uma surpresa super agradável. Ela estava deitada, nua e com a bunda virada para cima. Tinha uma grande atadura envolvendo sua testa e outra no seu antebraço direito.

Se aproximou de Mara e ficou babando vendo aquela bundinha maravilhosa. Tocou seu ombro uma, duas vezes e nada dela acordar. Deu umas tapinhas de leve no seu rosto e nada. Então chegou à conclusão que as polacas a tinham dopado e depois partiram para cima das meninas.

- Bem eu também sou filho de Deus... se cada uma ficou com uma garota, eu fico com esta aqui que é muito mais apetitosa. Ele pegou Mara no colo e a foi levando escada abaixo, para o seu quarto, que ficava num anexo à casa, nos fundos no terreno.
O Brutamente a jogou sem nenhuma civilidade sobre sua cama e foi logo tirando sua calça e cueca, deixando em exibição sua monstruosa ferramenta. Hoje eu estou bem servido, nada das bucetonas das polacas.... Mas sim a bucetinha, o cuzinho e a boquinha desta delícia!

Mas no exato momento em que ele se preparava para estuprar a moça, Ingrid, entrou no quarto, espumando de raiva: - Saia de cima da mulher, safado de merda! Você, aqui só faz o que a gente manda e nada mais. Se você enfiar este pau de jumento na garota, vai arrebentar toda ela.

Sem controle, no auge do tesão, tentou ir para cima de Mara, em desobediência à sua patroa. - Se você fizer isso, estará na rua hoje mesmo... nunca mais entrará na nossa boate ou aqui na chácara. - Isso não patroa! Vou deixar a garota em paz.
- É assim que eu gosto...meu cachorrinho. Venha cá ... já que está de pau tão duro, deixe eu te aliviar. Ali mesmo, com Mara na cama, os dois se agarraram numa foda animalesca. A garota foi jogada fora da cama, pelos movimentos dos corpos dos dois.
Durante os dias seguintes, a gêmeas nunca mais se viram livres das duas polacas, que abusavam das duas de modo brutal. Quando não estavam sendo violentadas por elas, ficavam trancadas num quarto, junto com a tia, que aos poucos ia se recuperando e agora já coordenava sua cabecinha, que nos primeiros dias estava muito confusa, fruto da pancada que sofreu.

As três se abraçavam, desesperadas pela situação aflitiva que se encontravam; prisioneiras dos três monstros. O maior medo de Mara era que, suas sobrinhas, ou ela mesmo, fossem estupradas pelo capanga das duas gringas.
Mara ficou sabendo que suas sobrinhas, nos primeiros dias de cativeiro, foram drogadas e abusadas pelas mulheres, mas, anda continuavam virgens. Apesar de continuarem sendo abusadas pelas duas, não mais foram drogadas. Mara temia que se as meninas continuassem a serem drogadas, poderiam ficar dependentes.

Ingrid e Marguerite, não ficavam todo o período na chácara, passando a maior parte do tempo, na cidade, cuidando dos seus negócios, lá na boate. Deixando Bernardo tomando conta das suas prisioneiras.

As duas não sabiam o que fazer com as três, pois se as libertassem, iriam direto as denunciar. Nós jornais e nas televisões, o noticiário a respeito do desaparecimento das jovens, tia e sobrinhas, estava merecendo tremendo estardalhaço. Todos ignoravam o acidente sofrido por elas, pois o carro de Mara, tombado, quase encoberto pelo mato, ainda não fora localizado.

- Ingrid, eu acho melhor a gente continuar com elas lá na chácara, é um local bem seguro e ninguém nunca apareceu por lá e se por acaso, algum palhaço resolver dar as caras, Bernardo saberá como resolver o caso, pois é um ótimo "cão-de-guarda" e ninguém vai invadir uma residência alheia, sem motivo. Estamos seguras, irmã.
- Amanhã vamos dar um pulinho na chácara. Estou louca para chupar a bocetinha da minha menina. Eu também quero dar umas lambidas na irmã... as menininhas são deliciosas. E quanto a tia delas, a tal de Mara? Ela é uma moça super gostosa! - Vamos presentear Bernardo com ela.... Ele está ficando indócil, tomando conta de três gostosinhas e não podendo fazer nada com elas.

- Mas mana, ele com aquele monstro que tem nas pernas, vai aleijar a coitada! - Azar o dela...já é uma mulher feita e pode muito bem receber um cacetão... isto não mata ninguém. Só vamos pedir que ele vá com jeito, amaciar bem a mulherzinha.
Tão logo chegaram na chácara, foram direto conversar com Bernardo, que as informou que tudo estava correndo muito bem. As prisioneiras continuavam trancadas no quarto, só saindo para irem ao banheiro ao lado, e que ele levava as refeições, lá no quarto mesmo.

- Bernardo, nós resolvemos que vamos ficar com as três aqui na chácara, pois seria muito perigoso se as soltássemos. Você vai ficar tomando conta das nossas prisioneiras, ficando bem alerta.
Nós vamos continuar a fazer sexo com as duas garotas e resolvemos dar de presente para você, a tia das meninas. - Muito, muito obrigado, patroas! Eu já estava ficando doidão, vendo aquela gostosona todos os dias e não podendo fazer nada! Vou me fartar naquelas carnes!

- Bernardo, vá com muito cuidado... se você meter pau na buceta ou no cu, vai arrebentar toda ela por dentro e depois não terás como se divertir. Alise, beije, lamba e chupe ela todinha, mas não a foda, senão já era. - Pode deixar comigo, vou fazer tudo direitinho.

- Agora vá até lá e nos traga as duas garotas, estamos loucas de tesão. - Quando ele entrou no quarto, elas o olharam assustadas, pois tinham muito medo do brutamonte. - Venham comigo, garotas! As patroas querem foder com vocês. Sabrina e Salete, se agarram à tia, mas sabiam que não lhes restava outra alternativa e seguiram o homem, deixando Mara, com o coração na mão, sozinha no quarto.
Nem deu dez minutos, Bernardo retornou, fechou porta a chave e ficou olhando para Mara, que temerosa, se encolhia num canto.

- Eu tenho uma novidade para você, moça. - As patroas resolveram ficar com vocês aqui na chácara. Elas ficam com as tuas sobrinhas e tu, comigo. Vamos nos divertir muito, juntos.

Mara deu um grito em desespero e correu para o lado mais distante dele. - Não adianta correr linda.... Esta bucetinha será minha, queira você ou não. Tire toda a roupa e vá para a cama, vamos dar início ao nosso "amor" agora mesmo.
Mara não se moveu, com o terror a invadindo por completo, vendo ele se aproximar. - Já que não queres tirar a roupa, eu tiro. Bernardo a segurou e mesmo lutando muito, não pode fazer frente ao bestial homem, quase duas vezes maior que ela.
Gritando e esperneando, foi sendo levada para a cama, ao mesmo tempo que suas roupas eram rasgadas. Jogada nua na cama, ficou olhando petrificada, vendo ele ficar totalmente nu e exibindo o enorme pênis, erguido entre as coxas, parecendo mais um tronco do que outra coisa.

Se enrolou toda como um feto, fechou os olhos e se entregou nas mãos de Deus, A primeira coisa que ele fez, foi a virar com violência, com a bunda para cima, separar suas coxas e enfiar a cara no meio delas. Por um tempo interminável, Bernardo ficou chupando, lambendo e beijando o ânus dela, que deitada de costas, o sentia entre suas pernas emitindo roncos horríveis, parecendo um barrão, quando está trepando numa porca.

Com os olhos cerrados e as mãos segurando com força o lençol da cama, Mara desejava morrer, com a cara do monstro entre suas pernas, a violentando de modo tão repugnante, enquanto a segurava pela cintura, com as duas mãos.
A boca, depois de intermináveis minutos, saiu de seu bumbum e foi subindo, cintura acima, a lambendo toda no caminho, até chegar ao seu pescoço. Com todo o corpo dele por cima e com as mãos segurando com força os seus seios, sentiu o pênis tocar bem no meio de sua nádega.

Fechou as coxas fazendo muita força, mas a intenção dele, não era enterrar o pau no cu de Mara. Se lembrando da recomendação de Ingrid: " vá com muito cuidado... se você meter o pau vai arrebentar toda ela por dentro", revolveu, então, ficar apenas esfregando a cabeçorra do monstro, na portinha, sem forçar o buraquinho.
A lambendo no pescoço e no rosto, ele sussurrava no ouvido de Mara: - Não tenha medo e fique quietinha...eu não vou te enrrabar...vou apenas ficar na entradinha da tua bundinha.

Ela sentia quando ele se movimentava por cima, subindo e descendo, fazendo com que a cabeça do membro penetrasse pouco menos que meio centímetro no seu rabinho, o dilatando; Mara dava um gritinho, toda vez que ele vinha.

Mas Bernardo, demonstrando enorme força de vontade, ficou só nisso. Por mais de dez minutos, Mara sentiu o seu buraquinho arder, com as investidas dele, com medo que ele perdesse o controle e a invadisse de vez. Mais isso não aconteceu, pois ele dando um enorme urro, gozou e se apertou sobre a bunda dela, fazendo com que um forte jato de porra penetrasse um pouco no canal anal. Era tanto esperma que a lambuzou toda, fluindo aquela coisa nojenta até os lábios da vagina.
Bernardo saiu de cima de Mara e ordenou: -Vá se levar, mulher... por hoje estou satisfeito... amanhã tem mais.

Realmente, deste dia em diante, invariavelmente, Mara passou a ser seviciada pelo brutamonte, sem, contudo, ser penetrada. Já suas sobrinhas, Sabrina e Salete, no mínimo duas vezes por semana, ficavam com Ingrid e Marguerite, submissas aos prazeres sódicos das duas, que faziam gato e sapatos das meninas, que nem sabiam como se defenderem.

Existe aquele ditado que diz; "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura", e foi o que aconteceu com as moças. Presas e sem possibilidade de opor qualquer tipo de resistência, há mais de três meses, sendo escravas sexuais dos seus sequestradores. Se acostumaram com isso, ou melhor dizendo, se conformaram com a situação em que estavam vivendo.

As meninotas foram as primeiras a sucumbirem aos prazeres da carne e agora esperavam ansiosas pelas polacas, quando explodiam de gozo, nos braços das gringas lésbicas. Já com Mara, a coisa foi mais dolorosa e demorada, pois por mais de noventa dias, Bernardo fazia sexo com ela, verdade que sem penetração. O cara parecia uma máquina, não se cansava nunca.

Porém Mara, estava exausta, não aguentava mais, todo santo dia, passar aproximadamente duas horas, no quartinho de Bernardo, com ele chupando, lambendo e mordendo cada pedacinho de seu corpo; ainda mais que agora, ela passou a ter enorme prazer com isso, e por muitas vezes era levada a ter orgasmos. Ele só suspendia suas horas de sexo diário, quando Mara ficava menstruada, e esses dias de " decanso", só aconteceu por 3 vezes, durante o tempo de cativeiro.

Ooooooooooooooo

A dor de Elizete, sem saber do pradeiro de suas duas filhinhas e da irmã caçula, não podia ser medido e o seu desespero era enorme. Marta, a irmã mais velha veio ficar com ela na fazenda e toda a família, reuniu os seus eforços , na tentativa de encontrar suas meninas. Porém, depois de cem dias, as esperanças de localizar as garotas, com vida, estavam diminuindo, menos nos corações de Marta e Elizete.

Finalmente uma luz no tunel.. o carro branco de Mara foi localizado, tombado na rodovia, numa ribanceira, a trinta metros abaixo, encoberto por muito mato. A perícia concluíu que o carro sofreu uma colisão violenta pelo lado direito, que estava todo amasado e com tinta vermelha presa nas mossas da lataria, demonstando que o outro carro era na cor vermelha. O interior do veiculo de Mara não estava muio danificado e só foram encontrados pequenos vestitgios de sangue seco no banco do motorista e há cinco metros, encosta acima, um pé de sapato, que foi identificado como sendo de Mara.

Chegou-se a conclusão que as três ocupantes do veículo, não sofreram dnos físicos sérios e que deviam ter tinham saído do veículo acidentado. Então porquê estão desapareidas? O que conteceu com elas? Mistério total!
Ooooooooooooooo

Mara, trancada no quarto junto com suas sobrinhas, quando não estava lá embaixo, na cama de Bernardo, só sabia chorar em total desespero, não estava mais aguentando o cativeiro e a forma animalesca com que era tratada sexualmente por Bernardo, que a obrigava a ter prazer, mesmo se odiando por isso. Quando tentou fazer com que ela fizesse sexo oral, se negou e revotada disse que preferia morrer a colocar em sua boca o membro dele. O xingou de tudo que foi

palavrão, dizendo que ele não passava de animal, covarde e que ela tinha nojo dele.
Bernardo, perdeu o controle e passou a surrar a coitadinha,

dizendo que ele era o seu dono, que as patroas a deram de presente para ele; que faria com ela o que bem entendesse. - Cadela ordinária, você devia me agradecer por não enfiar o caralho na tua bunda, mas me chupar você vai, nem que seja na base da porrada. Mara gritada de dor a cada tapa que ele desferia. Com o nariz sangrando e o olho machucado, implorava que ele parasse de lhe bater, mas o animal retrucava que só iria parar quando ela pedisse perdão à ele por o ter xingado. Isso Mara resolveu que não faria nunca.

Quando Bernardo a levou de volta para o quarto, a puxando pelos cabelos, suas sobrinhas ficaram horrorizadas com o estado lastimável da tia; sangrando pelo nariz e pelo canto da boca, com os dois olhos inchados e roxos e o mais grave, de sua boca escorria uma especie de gosma leitosa. O filho da puta, mesmo com ela quase sem sentidos, fez sexo oral na coitdinha, gozando em sua boca.

Muito machucada, não parava de chorar e só respondia às meninas com monosílabos, não mais se alimentando e quando Bernardo, nos dias seguintes a levava para o seu quarto, ela agia como um robô e quando ele a trazia para o quarto, o estado físico e mental dela, só fazia piorar.

Bernardo, não mais respeitou o que prometera as suas patroas e passou a fazer sexo sem retriçoes em Mara. Apesar de pequena, ela recebeu a invasão do monstro, gritando de dor, se sentindo toda rasgada por dentro, tanto na vagina como no ânus.

O abatimento moral e o desânimo que tomavam conta de mara era tão grande, que suas sobrinhas, apesar de bem mais novas, tentavam a confortar.
- A gente tem de tirar a tia daqui de qualquer jeito. Veja como está a cabecinha dela, mais uns dias ela vai pirar! O cara está judiando muito da tia, ela nem consegue mais andar direito!

- Mas Sabrina... como vamos fazer isso, se vivemos trancadas a chave neste maldito quarto? - Não sei, Salete... vamos pensar em alguma coisa a respeito.
Nesta mesma noite, Sabrina, sem que a tia a escutasse, conversou com a irmã: - Mana eu tenho uma ideia um pouco maluca, mas se der certo, pode tirar a gente daqui. É o seguinte: Todos os dias, à tarde, Bernardo vem buscar a tia, para a levar para o seu quarto. O que acontece quando ele faz isso? Entra, vem até a tia e a leva e, neste curto momento, ele deixa a porta aberta. O que acontece se a tia estiver deitada e não se levantar para o seguir, como sempre faz? - Ora ... ele vem até ela e a obriga a ir com ele. - Não é só isso mana... o mais importante é que ele deixa a porta aberta, por muito mais tempo. - E daí? Você vai sair correndo porta afora? - Não mana, eu vou colocar um pedaço de pano na chapatesta da porta de modo que a lingueta da fechadura entre bem pouco nela. Se ele não notar, a gente até pode abrir a porta e sair de fininho. Que tal o meu plano?

- Mana, que diabo é isso de chapatesta e como você sabe destas coisas? - É o buraco na porta onde entra a lingueta da fechadura e sei disso porque eu li a respeito, ora essa!

- Tia Mara, daqui mais um pouco o Bernardo vem aqui, para a levar para o quarto dele. Por favor, fique deitada na cama e diga que não quer ir. - Para mim tanto faz ir ou não ir com ele, nada mais me importa na vida... eu quero morrer. - Cruz credo tia! O que é isso! Não fique assim, tia querida... a gente vai ajudar você!
Vinte e três horas, na casa tudo está em silêncio. As gringas estão na cidade e Bernardo dorme no seu quarto la nos fundos no quintal. Salete e Sabrina examinam a fechadura atentamente e verificam que lingueta apenas tocou de leve a chapatesta, fazendo um falso fechamento. Com um grampo conseguem liberar e em instantes a porte está aberta, a porta da liberdade.

- Tia venha com a gente, vamos embora daqui. - Depois de cento e vinte e dois dias, elas estão pondo os pés fora do terreno da chácara. Estão caminhando rápido pela trilha rumo à liberdade.

Salete e Sabrina, garotas habituadas ao mundo de fazendas, não tem dificuldades em caminhar pelos campos e capoeiras, mas Mara muito debilitada, era quase que arrastada pelas sobrinhas.

Seis horas depois encontram uma estrada vicinal de terra batida e seguem por ela. Oito da manhã, exaustas, mas determinadas, continuam a caminhada e encontram a porteira de uma fazenda. As onze, já quase se arrastando avistam o casario da fazenda.

Mara já não consegue dar nem um passo, mesmo amparada pelas sobrinhas. A pouco menos de quinhentos metros da sede da fazenda, Mara desfalece e logo em seguida Sabrina cai ao seu lado. Salete se ajoelha ao lado delas, também sem forças para mais nada. Com o sol forte as castigando, ela imagina que está bebendo um copo de água, debelando a sede que a domina. Com muito esforço tenta se levantar, mas não consegue e desaba ao lado das duas.

Ooooooooooooooo

- Mamãe o Sultão e outros cães estão latindo muito lá por lado da porteira. Será algum bicho! - Vá até lá ver o que é! - Eu não mãe, tenho medo que seja um bicho feroz. - Leve o teu irmão.

Angelina e Pedro, os adolescentes filhos dos donos da fazenda, observam ao longe os seus três cães, latindo em torno de algo caído no chão. O que será Pedro? - Acho que é um bezerro ou outro animal morto ou ferido.

Trotando em seus cavalos, mesmo a meio caminho, Angelina logo percebe que não é nenhum animal. - Pedro, não é nenhum bicho... parece ser.... Deus é gente ...
Assombrados, os jovens observam são três corpos, ou melhor três moças que estão caídas bem juntas umas das outras. - Nossa Senhora! Será que estão mortas, Pedro? - o rapaz desmonta rápido, se inclina e logo vê que ainda estão respirando. - Depressa, Angelina...chame papai e o pessoal. Elas estão vivas, mas em péssimas condições.

Quando Salete acorda, alguns minutos depois, vê umas seis ou sete pessoas que aflitas a observam. Uma senhora de meia idade se inclina: - O que aconteceu com vocês três, minha menina? Porque estão neste estado tão lamentável? - Por favor senhora, me dê um pouco de água, eu estou morrendo de sede. - Minha irmã E minha tia, onde estão? Estão recebendo cuidados, fique sossegada

Imã e tia!!!!! Será que.... Me diga o nome de vocês. - Meu nome é Salete e minha irmã é.... A senhora a interrompe. - O nome da tua irmã é Sabrina e da tia é Mara.... Estou certa? - É isso mesmo, como a senhora sabe quem somos?

- Meu Deus! Que seja louvado o seu nome...vocês estão vivas! A senhora Matilde se vira para as outras pessoas ao seu redor e com voz emocionada, lhes diz: - Estas são as três meninas da Fazenda Boa Esperança, que sumiram misteriosamente, depois que sofreram um acidente de carro, alguns meses atrás, estão lembrados. Todos tinham bem viva a lembrança deste conhecimento.

Agora, cinco meses depois, Mara depois de ficar internada, em tratamento clínico dos ferimentos, se recuperava emocionalmente, na fazenda da irmã. Não se sentia pronta para voltar à faculdade, pois este ano estava perdido, pensava até em não mais voltar a estudar. Queria ficar longe de tudo e de todos, não conseguia tirar da cabeça os centos e poucos dias de sofrimento físico e mental e principalmente não se esquecia de Bernardo, o homem que a torturou de modo tão monstruoso.

Sempre lhe vinha à memória os intermináveis dias com ele a chupando e lambendo e do enorme pau sendo enterrando em sua buceta e no seu ânus, com ela gritando de dor. Depois daquilo tudo, achava que não sentiria mais prazer sexual com nenhum outro homem e por isso se isolava de todos. Se sentia como sendo a última das mulheres, pois ao se lembrar do canalha, ficava extremamente excitada e toda úmida, fantasiando que estava na cama dele, lá na chácara, com, Bernardo a violentando.

Sabrina e Salete, também ficaram com sequelas dos meses de cativeiros, pois não tiravam da cabeça os momentos de extremo prazer que sentiram, com a boca e a língua das gringas, chupando suas bucetinhas e cuzinhos. O desejo que sentiam era tanto que na calada da noite, as gêmeas que dormiam no mesmo quarto faziam uma espécie de 69, uma chupando a buceta da outra. As pobrezinhas foram condicionadas a isso, e agora, sem mesmo notar, tinham se tornadas lésbicas.

Ingrid, Marguerite e Bernardo, estão presos, aguardando julgamento, acusados por uma série de violações aos artigos do código penal.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:3 de agosto de 2015 10:15

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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