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A FAMÍLIA DO MEU IRMÃO

A FAMÍLIA DO MEU IRMÃO
Meu nome é Rodrigo, tenho quarenta e dois anos e sou um cidadão do mundo. Não por livre escolha, mas é que se eu voltar para o Brasil, a Federal me pega. Sou um traficante de armas e algumas vezes, de drogas. Isto me dá muito dinheiro, mas também alguns transtornos, como não poder visitar o meu irmão mais novo, único membro, da minha família, ainda vivo. Marcelo, bem-sucedido homem de negócios, com trinta e nove anos que mora em São Paulo, numa linda casa, cercada por belos jardins, na zona nobre da cidade, vivendo a boa vida que poderia ser a minha. Pois metade do que ele tem, é meu, por herança de nosso pai.
Na verdade, eu e Marcelo, nunca nos demos muito bem, pois ele é metido a besta. Inclusive, sei que foi ele quem me dedurou aos federais, me obrigando a fugir do Brasil. Ele não sabe que descobri quer foi ele o dedo duro, que arruinou o meu suntuoso modo de vida, la no Brasil. Mas jurei que o um dia, ele me pagaria com juros. Ainda mantenho contato com ele, geralmente através da internet, escondendo o ódio que nutro por ele.
O último contato que fiz, me deixou embasbacado, meu irmão, solteirão convicto, resolveu casar. Ainda por cima, com uma viúva de trinta e sete anos e mãe de duas meninas. O bestalhão, podia ser como eu, comer as putinhas da vida, sem se amarrar em nenhuma delas.
Mas quando ele me mandou um vídeo, com a mulher e as duas filhas, cai do cavalo. Minha nossa! Nunca vi mulheres mais lindas e apetitosas como aquelas três. Realmente, meu irmão custou, mas quando conseguiu, que coisa de louco…!!!! A loiraça dele é uma coroa muito gostosa, mas neste mundo, pode se comparar com as duas ninfetinhas, suas filhas.
Foram mais de dez minutos de vídeo, com ele e as gostosinhas se esbaldando, numa praia do litoral paulista, com as três beldades, em sumaríssimos biquínis. Fiquei horas e horas revendo a fita e cada vez mais, mais taradão pelas ninfetinhas. Eu sempre fui fascinado por garotinhas bem novinhas, tendo no meu currículo uma lista enorme delas, que "papei". Muitas delas, atraídas pelo meu dinheiro, mas a maioria foi usando a força mesmo.
Este sempre foi um dos meus fracos, fora é lógico, o envolvimento com o tráfico de armas e drogas; mas isso me dá muito dinheiro e agora não posso mais viver de outra maneira. O risco de minhas atividades me dá uma sensação gostosa de perigo, fiquei viciado em sentir a adrenalina correr pelo meu sangue.
Agora, estava sentindo um formigamento em todo o meu corpo, só em olhar as minhas sobrinhas postiças somente pelo vídeo. Ficava enormemente excitado. Por telefone, agradeci ao meu irmão e lhe pedi que mandasse mais algumas fitas, dele com a família, pois assim eu me sentiria " mais confortável por estar longe de casa".
Meu "queridíssimo" irmão, me remeteu mais duas mídias, com ele e as três beldades, mas eu só tinha olhos para as duas garotinhas. Ficava horas vendo e revendo as cenas, com as duas. Acreditem ou não, eu um homem do mundo, me masturbava, imaginando as em meus braços. Aquilo se tornou uma obsessão. Foi então que resolvi, que teria de comer aquelas duas maravilhosas deusas.
Leila, com quinze anos e Estela com dezesseis, possuíam estaturas mediana para sua idade. Cabelos loiros, levemente cacheados, olhos verdes e marcantes, nariz bem desenhado. Os corpinhos de adolescentes, com seios crescidos se encaixavam perfeitamente em harmonia com todo o resto. Bocas com lábios carnudos, que pareciam sempre estar sorrindo.
Mas o que mais me enlouquecia nas duas, eram as coxas e bundas, de uma perfeição sem igual. Pareciam emolduras por uma mão divina.
As semanas foram passando e o meu desejo pelas meninas, só aumentava. Tinha de bolar um plano perfeito, para as ter, senão ficaria maluco. Elas lá em São Paulo e eu aqui, no Paraguai, sem poder "visitar" o meu irmão. Meu desejo pelas duas, era de tal monta, que bolei uma fantástica maneira de as ter em meu poder, sem me revelar, para os federais e nem para o meu irmão.
Dois meses depois, um senhor com mais de setenta anos, com longas barbas e andando com o apoio de uma muleta, empurrava um carrinho, vendendo doces e outras coisas do gênero. Passava e repassava em frente à residência de Marcelo. O velhote observava e analisava tudo com muito cuidado. A casa tinha dois pavimentos e ficava rodeava por um belo jardim, protegida por altos muros de alvenaria. Um grande portão frontal e um outro nos fundos, pequeno, que se defrontava com uma ruazinha com pouco movimento.
Rodrigo analisava uma maneira de entrar na casa, sem ser notado, uma vez lá dentro, já tinha tudo planejado. Macaco velho, acostumado com este tipo de coisas, logo encontrou um modo de ter acesso à casa, pelos fundos. Duas da madrugada, noite fria e chuvosa. Foi fácil para Rodrigo, com o auxílio de uma corda com gancho na extremidade, escalar o muro e se esconder no meio do jardim, observando atentamente o movimento na casa, que a esta hora, não era nenhum.
Com muito cuidado, usando ferramentas apropriadas, abriu a porta da cozinha e finalmente estava na casa abrigava as duas criaturinhas que tanto desejava. Com muito cuidado, vestindo luvas e sapatos macios, foi subindo as escadarias, em direção aos quartos da família de seu irmão. Nas costas levava mochila, com alguns apetrechos que faria uso a seguir. Tudo escuro, com uma pequena lanterna, logo encontrou o quarto do casal.
Rodrigo, sem fazer nenhum ruído, abriu a porta e ficou olhando seu irmão e a gostosa de sua mulher, dormindo o sono dos justos. Da mochila, retirou um pequeno cilindro e uma máscara, que colocou no rosto e depois abriu a válvula do cartucho, e logo o gás começou a se espalhar pelo recinto. Pronto, em alguns minutos, Marcelo e a mulher, estaria dormindo por muitas horas.
Foi até a beira da cama do casal e ficou olhando os dois, agora sob o efeito do poderoso gás. Meu querido irmão, se você não se importar, vou dar uma boa olhada na tua mulher. Em questão de minutos, Clara estava totalmente nua, com as coxas separadas e Rodrigo, com a lanterna a focando, admirava o belo corpo.
- Você é muito boazuda mulher, antes de levar as tuas filhas, vou dar uma boa foda nesta bucetona e neste cuzinho. Teu maridão não vai se incomodar com isso. Ele sai do quarto, fechando a porta, para o gás anestesiante ficar retido lá dentro.
Quando entrou no quarto das meninas, teve um choque tremendo. As duas garotinhas, em camas uma ao lado da outra, dormiam como dois anjinhos loiros, com as belas bundas viradas para a lua, com as calcinhas dos pijamas enfiadas no meio das coxas, deixando as nádegas totalmente descobertas. - Minhas nossa! Que gurias mais gostosas, muito mais do que nos vídeos, e pensar que terei tudo isso só para mim. Mas agora, vamos fazer dormir estas duas deusas. Repetiu toda a operação com o gás. Não necessitava mais tomar cuidado ao andar pela casa, agora ele era dono absoluto dela. Desnudou as garotinhas e ficou extasiado ao ver as bucetinhas, gordinhas e com raros pelos loiros, seios firmes com mamilos rosadinhos.
Não sabia qual a mais gostosa, se Leila ou Estela. Virou e revirou os seus corpinhos, comendo com os olhos cada furinho, que sabia seria deles. Com as mãos separou as nádegas de Leila, a sobrinha de quinze anos, e ficou louco ao ver o cuzinho rosadinho e bem apertadinho. Sabia que não era hora para isso, mas não resistiu e deu uma cusparada bem no meio do ânus e meteu a ponta do dedo "fura-bolo" até a metade. - Que coisa mais apertadinha, se o dedo custou a entrar, imagine só quando for o meu caralho!
Louco de tesão, lambuzou o cuzinho dela, com um creme qualquer que encontrou no banheiro e lentamente foi enterrando o pau no buraquinho apertado. Ficou entrando e saindo do cuzinho da menina, até que com um berro, gozou como um louco. Depois, passou a lamber a bucetinha de Estela, enquanto enterrava o dedo no cu da indefesa garota.
Se recompondo, resolveu preparar as garotinhas, para a viajem que fariam com ele. Preparou e aplicou, nas nádegas dela, um preparado que as faria ficar inconscientes por no mínimo quarenta e oito horas, tempo mais do suficiente para as levar ao cantinho especial que preparou para elas. Amarrou braços e pernas e enfiou em suas cabeças, um capuz preto, preso pelo pescoço com um apertado nó.
Rodrigo "ensacou" suas presas, em saco de lona preta e fechou as bocas com cordas de algodão. Pronto minhas lindas, vocês duas estão devidamente empacotadas, como meus presentes. Ele levou nos ombros o saco com Estela dentro, até a garagem e a colocou no porta-malas do carro do irmão, fazendo o mesmo com Leila. Já estão "embarcadas", agora vamos lá em cima, "conversar" com a mãe de vocês. Minha vontade era raptar ela também, mas sei que seria bem mais difícil transportar as três. Então a mãe fica, mas vou dar um bom trato nela, a coroa merece, é muito gostosa é muita carne para o bobão do meu irmão.
Rodrigo, injetou no irmão a mesma droga que aplicou em suas enteadas e o empurrou para fora da cama. - Fora daqui, dedo duro. Vou dar um trato na tua putinha e vou necessitar de espaço para isso. Rindo maldosamente, amarrou braços e pernas da cunhada às extremidades da cama, para que ficassem bem abertos, separados. Sob sua cintura, duas almofadas, deste modo Clara ficou toda arrenganhada, com a bela e depilada buceta e o cu, prontos para ele. Para o que pretendia fazer com ela, a queria totalmente imobilizada, então, usando fios de nylon transpassados pelo pescoço, tronco, acima dos seios, cintura e coxas e pelas laterais da cama, de modo que não pudesse fazer nenhum movimento com o corpo.
Colocou o inconsciente irmão, sentado numa poltrona, de modo que a mulher tivesse visão do marido. Pronto Marcelo, agora tua mulher e as suas enteadas, me pertencem e vou as usar como desejar.
Rodrigo, foi até o banheiro da suíte e tomou um banho bem demorado, retornou ao quarto, totalmente nu e parou na beira cama, apreciando o belíssimo corpo da cunhada. Foi até a poltrona e deu uns tapas no rosto do irmão. - Meu querido, tua mulherzinha é muito deliciosa…é pena que não possas ver como vou "fazer uso" desta gostosona.
Agora vou até a copa fazer um bom lanche, pois toda esta atividade me deu fome. Antes de descer, Ele amordaçou a cunhada, colocando uma bola de borracha na sua boca e a prendendo fortemente à nuca da imobilizada mulher.

XXXXXXXXX
Clara sentia sua cabeça rodar, totalmente zonza e com ânsias de vômitos, algo a incomodava, parecia que estava tendo um pesadelo. Queria se mexer, mas se sentia incapaz, parecia estar presa à cama e nem a cabeça podia mover. Assustada, tentou chamar pelo marido, mas nem isso pode fazer, pois alguma coisa, enchia sua boca e só pode soltar uma espécie de ronco. A escuridão do quarto era total. Em pânico percebeu que não era nenhum pesadelo, ela estava presa à sua cama, de tal maneira que nem a cabeça poderia mover.
Aterrorizada, logo seus pensamentos se voltaram para suas filhas e para seu marido. Se ela estava amarrada desta maneira, era porque a casa foi invadida por ladrões. Mas se assim fora, qual a razão de estar presa deste modo? Percebeu que estava nua e ficou ainda mais assustada... não eram simples ladrões!
Longos minutos se passaram e Clara tentava escutar algum movimento pela casa. Tudo em absoluto silêncio... nem o ronco do seu marido podia ouvir. - Que porcaria estava acontecendo em sua casa?
De súbito, o quarto se iluminou, a obrigando a fechar os olhos, por momentos, e então viu o homem, em pé ao lado de sua cama. Ele era alto e vestia uma máscara que lhe cobriu todo o rosto. Pode ver, entre os furos da máscara, olhos zombeteiros e lábios com um leve sorriso. Mas o que a apavorou ainda mais, é que o homem estava nu e exibia toda a sua virilidade.
Acordou mulher? Você dormiu um bocado. Está na hora da gente se divertir, teu marido não vai se chatear-se nem um pouco. Clara, pode ver marido, recostado no sofá, com a cabeça tombada e olhos fechados. Rodrigo notou os olhos arregrados de pavor dela. - Não se assuste, ele está apenas sob o efeito de drogas, assim como as tuas filhas. Mas no momento, nada importa, a não seu você e eu. Quero te dar muito prazer, um pouco dolorido é verdade, mas muito divertido. Só para poder escutar o choro e os rogos da mulher, ele retirou sua mordaça. Clara logo perguntou se ele tinha judiado de suas filhas.
- Não, eu não judiei como vou fazer futuramente. Apena chupei a buceta de Estela e arrebentei todas as pregas do cu de Leila, com o meu pau…que rabo gostoso, tua caçula tem!
Rodrigo, calmamente, se inclinou sobre ela e separando com os dedos os lábios vaginais, exclamou: - Que bucetona linda você tem mulher! Gordinha e lisinha. As bucetinhas das tuas filhas tinham a quem puxar. Mas não tenha ciúmes delas, pois primeiro vou te provar. Quando sair daqui, vou levar comigo as tuas duas princesinhas. As bonequinhas merecem trato especial e sem a pressa de uma simples noite de foda. Com as duas, serão muitos dias e noites, com aqueles corpinhos deliciosos, me dando enorme prazer.
- Não, por favor! Por favor... Não... Não, pelo amor de deus, ...por favor não! - Minhas garotinhas não passam de duas crianças inocentes. Faça tudo o que quiser comigo, mas poupe minhas filhinhas.
O malvado deu uma sinistra gargalhada e aplicou um forte tapa no rosto de Clara: - Pode deixar querida, vou fazer em você tudo que tiver vontade, mas para as duas virgens, tenho todo um roteiro preparado. Adoro estuprar e torturar, criancinhas inocentes, como você afirma que elas são.
- Que delícia, ver este teu rosto demonstrando todo o horror, ao saber que vou levar as duas comigo e me divertir um bocado com aqueles deliciosos corpinhos virgens. Não se preocupe querida, depois de entrar em todos os buraquinhos delas, prometo que as vou devolver para você, pelo menos o que sobrar delas.
Querida, o que vou fazer com você, será apenas uma pequena amostra do que farei com as tuas garotinhas. Rodrigo, um adepto, da prática do mais cruel sadismo estava se divertindo imensamente, ao ver o rosto da mulher se retorcendo em agonia, ao escutar, o que pretendia fazer com as suas filhinhas.
Ele sentou sua bunda cabeluda, sobre os seios de Clara, com o enorme pênis rígido sobre o seu rosto. - Está vendo o tamanho da minha ferramenta? Eu quero que você faça uma boa "chupeta" nele. Se você se negar ou não for bem eficiente, vou lá no quarto das tuas putinhas, e lhe trago um pedaço do seio de uma delas. Você decide. Clara começou a chorar sem controle, e soluçando implorou que ele não fizesse isso com as suas meninas...que eles eram muito ricos e que lhe dariam todo o dinheiro que quisesse. - Por favor moço, porque está fazendo isso com a gente? Se é dinheiro, te daremos o que pedires.
- Você é muito idiota mulher! Eu não quero dinheiro, quero é a buceta e o cu de vocês três e vou começar por você e olhe esta navalha aqui, ou você me chupa ou vou fazer você comer um pedaço do seio de uma das tuas filhas.
Rodrigo ficou esfregando o pau no rosto de Clara, forçando a cabeça úmidas, entre os seus lábios. - Abra esta boca logo e me chupe, senão vais comer carne macia da tua filha. Soluçando, sem opção, separou os lábios e mais que depressa, ele colocou a metade do caralho entre eles. - Assim querida, como você está com a cabeça presa pelo pescoço, eu vou fazer os movimentos de entre e sai do meu bichão, na tua boca.
Por muitos minutos, Rodrigo permaneceu "fodendo" Clara pela boca, enterrando a pica até o fundo, na garganta. Sadicamente, ele deixava todo o seu peso, sob o rosto dela, a impedindo de respirar, com o seu corpo tapando boca e nariz. Imobilizado dentro dela, Clara sentia lhe faltar o ar nos pulmões, quando ele aliviava o peso, ela busca ar desesperadamente. Gozando com o modo "diferente" de torturar a cunhada, Rodrigo repetiu o processo muitas vezes.
Quando ele demorou um pouco mais, Clara apagou e ele para não a matar, logo no início do seu "divertimento" retirou o caralho e ainda sentado sobre o seu peito, ficou esperando que ela se recuperasse.
Clara pensou que iria morrer, com o enorme pênis do homem, enterrado bem fundo em sua boca. Com muita dor na garganta, conseguiu respirar livre novamente. Ele, a vendo recuperada, voltou a enfiar o caralho em sua boca, pensou que desta vez não ia resistir e morrer. Mas desta vez ele ficou num bota-e-tira só com um terço do monstro e logo a seguir, acelerou os movimentos, até chegar ao ápice, despejando uma quantidade enorme de porra, a obrigando a engolir tudo, segurando com as duas mãos o rosto dela.
- Nossa! Nunca esporrei tão gostoso, mulher! Você gostou do gostinho do meu leitinho? Clara custava acreditar, que um louco sádico, estivesse dentro do seu lar, atacando de modo tão absurdo a sua família. Pedia a Deus que o pesadelo passasse logo, mau sabendo que ele estava apenas no início do ciclo de terror a que seria submetida.
Rodrigo, voltou a segurar o rosto de Clara e voltou a colocar o pênis na boca dela. - Mulher, agora estou com vontade de urinar dentro da tua boca. Tentou não engolir a urina do sádico, mas os fortes jatos, iam direto para a sua garganta e ingeriu quase a totalidade do mijo do monstro.

- Como é gostoso dar uma boa mijada quando se está com vontade! Você até que tem sorte, imagine se eu estivesse com vontade de cagar! Clara tinha vontade de morrer... era muita indignidade o que ele estava fazendo com ela! Estava com vontade de vomitar, com toda aquela porcaria dele no seu estomago, mas se o fizesse, iria sufocar, com a cabeça presa a cama como estava.
Agora minha querida, já que você bebeu o meu leite e a minha urina, está na hora de eu chupar o "caldinho" da tua bucetinha. Clara sente quando ele introduz a língua em sua vagina e o clitóris que é abocanhado e chupado com força. Ele age com extrema violência, não só mamando e chupando, mas também dando mordidas violentas.
Rodrigo ficou por mais de três horas, torturando a cunhada, usando de extrema crueldade. Ela não mais chorava ou implorava, apenas gemia a cada corte da navalha em seu corpo. Eram apenas na pele e pouco atingindo a carne, mas eram extremamente doloridos e o sangue brotava por todo o corpo de Clara, pelas dezenas de cortes, desde a sola dos pés até os seios.
Ela sabia que estava sendo morta, sendo retalhada pelo monstro. Só não entendia o porquê de tamanha crueldade. Antes de perder a consciência, ainda teve forças para pedir ajuda divina. - Meu Deus, me leve para junto de você, mas proteja minhas filhas e meu marido da sanha assassina deste louco!
Rodrigo deu uma risada debochada. - Você está pedindo ajuda do teu Deus? Pois saiba que hoje Ele está de folga...o malandro! Vou te cortar toda e depois fazer o mesmo com o teu maridinho. Vocês dois vão sangrar até morrer e farei o mesmo com as filhas de vocês, mas só depois, pois primeiro as quero foder por muitos dias.
Me diga, mulher... onde está este teu maldito Deus? Porque ele não vem ajudar vocês? Dando risadas sinistras, Rodrigues, vai até onde o irmão está e lhe em fia o punhal até o cabo no ombro direito. Pronto minha querida…. Daqui a pouco teu marido vai acordar e quero que você lhe diga que quem está tirando a vida de vocês dois é o irmão dele, Rodrigo.... E que estou cobrando tudo que ele me deve.
Chorando em desespero, com o terror a dominando por inteiro, sabia que presos como estavam e com a perda de sangue, estavam condenados à morte, mas o que mais a atormentava era o destino de suas meninas. O monstro disse que faria barbaridades com elas, antes de as matar.
XXXXXXXXXX
Rodrigo finalmente, estava pondo em prática o seu ódio ao irmão e ao mesmo tempo satisfazendo a sua tara pelas três mulheres do irmão.... Já tinha fodido a mulher dele e o rabo de uma de suas filhas agora iria levar as garotinhas e as torturar muito antes de esquarteja-las.
Descia as escadas, em direção à garagem já antevendo o prazer que as mocinhas lhe proporcionariam…mas deu um grito, em desespero, quando viu que as escadas não estavam mais lá, mas sim um enorme buraco, sem fundo que se abria para o engolir.
Clara, pode ouvir o berro de Rodrigo em seguida silencio absoluto. Pouco minutos depois, escutou suas meninas, Leila e Estela entrarem correndo assustadas no quarto.
- Mamãe, mamãe...o que foi isso... quem gritou desta forma? Suas queridas filhinhas estavam a salvo das garras do monstro assassino.
- Graças à Deus...louvado seja o Seu nome. Por favor, queridas, por favor me soltem das cordas e liguem pedindo ajuda... eu e o papai de vocês estamos machucados e.…. - Mamãe.... Está tudo bem... a senhora e o papai não estão feridos! - A senhora teve um pesadelo, um sonho ruim... está tudo bem...veja o pai está roncando aí do seu lado! - Pode parar de chorar.
Clara, abraçou as filhas e olhou para seu querido esposo, que esfregando os olhos, acordava. Ela ainda pode ver, no chão, ao lado da cama, muitos pedaços de cordas, alguns ainda com nós partidos.
Para espanto de seus três amores, Clara, se ajoelhou em frente à imagem de Cristo que trazia na parede, Acima da cama e com mãos postas, agradeceu: - Obrigado, Senhor.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:9 de agosto de 2015 04:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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