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A Filha d Vizinha

A FILHA DA VIZINHA - PARTE I

Meu nome é Marcelo, tenho vinte e um anos e estou no terceiro ano de engenharia elétrica. Moro com minha mãe, numa bela casa num bairro de classe média alta. Lá na faculdade sou considerado um sujeito boa pinta e as gatinhas vivem em cima de mim, porém sou um sujeito muito seletivo e gosto de escolher as minhas conquistas. Nada de ir com estas oferecidas que nos primeiros encontros já se entregam para serem fodidas.
Prefiro, na verdade, garotinhas calouras e bem recatadas; pois a arte da conquista é um dos meus passatempos preferidos e o destino me trouxe uma surpresa maravilhosa, que vou descrever para vocês, com riqueza de detalhes.
Como já sabem, moro sozinho com minha mãe, uma viúva, ainda bem jovem, proprietária de uma grande cadeia de artigos eletrônicos, herança de meu pai. Apesar de apenas desconfiar, acho que minha mãe gosta de frequentar motéis, pois ocasionalmente, já encontrei em sua bolsa, alguns folhetos e caixinhas de fósforos de alguns destes locais, bem conhecidos, por nós rapazes da faculdade. Até um pequeno caderno, com nome e telefone de alguns caras. Pelo visto, mamãe é muito ativa, neste seu "|ramo" de negócio. Mas como ela anda é muito atraente e chama a atenção dos homens, deixei para lá. Afinal de cotas ela é livre e não tem mais marido para a impedir de fazer o que quiser.
Se perguntarem se mexo na bolsa de mamãe, confesso que sim, vira e mexe dou uma geral nos seus pertences. Não é ciúmes dela, mas gosto de estar sempre a par de seus pequenos segredos e, isso vem desde que papai morreu, alguns anos atrás.
Ao lado de nossa casa, veio morar uma bela senhora, separada do marido e com a filha única, Estela. A coisinha mais encantadora deste mundo.
Estela é uma jovenzinha bem novinha, que ainda cursa o primeiro grau. Tímida e muito recatada, vive somente para os estudos e pelo que sei, nem namorado tem ainda. Quando a vi pela primeira vez, ajudando a mãe com a mudança, fiquei maluco e desde este momento, resolvi que ela seria minha.
Como bom vizinho, me ofereci para ajudar dona Helena, levando algumas coisinhas do carro delas para dentro de casa. Como bom estrategista, decidi primeiro conquistar a confiança da mãe, para mais tarde, avançar na deliciosa caça, a inocente Estela, a bichinha que se enquadrava nos meus sonhos de conquistas.
Não deu outra, dona Helena, me achou um rapaz bem-educado e cavalheiro e apreciou muito meu auxílio. Conversa vai, conversa vem, mamãe e Helena ficaram amigas, de frequentar a casa uma da outra. Eu sempre me apresentando como bom moço, passei a fazer pequenos favores para dona Helena a para a filha, que nesta altura, apesar de muito arredia, passou a confiar em mim, o vizinho prestativo e respeitador que sempre estava pronto para instalar uma tomada ou a ensinar a trabalhar no notebook que ganhou da mãe, como presente de aniversário.
Algum tempinho depois, dona Helena estava totalmente conquistada por mim e sempre que tinha oportunidade me convidada para almoçar ou jantar em sua casa, pois mamãe, para atender os negócios de nossas lojas, viajava muito e as vezes passavas alguns dias fora, em outras cidades.
Ambas, mãe e filha, nesta altura do campeonato, me consideravam um bom amigo. Mas notei que a incipiente Estela já me olhava com outros olhos e as vezes eu passava horas, em seu quarto, a treinando a navegar na rede com segurança.
A pedido da própria mãe, passei a ser o "professor" da garotinha, que tinha algumas dificuldades em matemática e física. O grau de confiança que conquistei das duas, era tal, que mesmo quando a mãe dela não estava em casa, eu podia frequentar o quarto de Estela, não na sua cama, como gostaria, mas em sua escrivaninha, onde estava todo o seu material de estudo e o notebook.
Eu não sou nenhum bobo e notei que além do certo "interesse" que despertei na garotinha, percebi que a mãe dela, dona Helena, estava doidinha por mim. Não era para menos, a fogosa mulher, ainda bem nova, 33 anos, sem trepar a muito tempo (pelo menos era que eu achava) vendo um belo rapaz (modéstia à parte), de mais de 1,80m. entrando e saindo de sua casa a todo momento, ficou com o rabo pegando fogo.
Mas como senhora honesta e digna, ficava só na vontade; respeitando sua nova amiga e vizinha e acima de tudo, a sua pequena filhinha, Estela.
Mas como bom "caçador" fui lentamente me insinuando para as duas, sempre sem que uma se dessa conta de minhas "aproximações" com a outra. Era um beijinho inocente no rosto, ao sair ou ao chegar, um abraço mais apertado e assim ia a coisa.
Até que numa tarde, estando a pequena no colégio, dona Helena, a quem, agora, tratava apenas de Helena, me chamou para dar uma olhada no forno elétrico, que teimava em não funcionar. Não sabia ela, que fui eu o causador da pane no seu aparelho.
La fui eu, cheio de más intenções para a casa da minha vizinha. Helena vestia apenas um short, bem justo e curto, deixando de fora, as suas belas coxas. Enquanto mexia no forno, eu não tirava os olhos de suas pernas, propositadamente. Ela notou e já toda "entusiasmada" indagou: - O que você olha tanto, Marcelo?
- Me desculpe, " dona Helena", mas a senhora tem um par coxas lindas demais e não posso deixar de apreciar algo tão belo e delicioso! - O que é isso, garoto? Como você sabe que é deliciosa, se ainda não a tocou?
Helena de pé, a minha frente e eu de joelhos, mexendo no forno, abracei suas coxas apalpando sua bunda com força. - Mil perdões Helena, mais desde que a conheci, fiquei a desejando. Você é linda demais e eu estou louco para a ter.
Sem lhe dar tempo para nada, assim como estava, ajoelhado entre suas pernas, de um só puxão, abaixei seu short, vindo junto a calcinha rosa, até a altura dos joelhos e cai de boca na buceta, que cheirava a mijo. Com as mãos segurando firme sua bunda, não a deixei se afastar.
Helena, pega de surpresa, ainda tentou se afastar de mim, mas eu a retire e forcei a língua em sua buceta. Em alguns instantes ela parou de resistir, suspirou fundo, separou mais as pernas e agarrou minha cabeça com ambas a mãos, me puxando mais para dentro dela. Ali mesmo, no chão da cozinha, eu enlouqueci a mulher, de tanto a foder. Tarada por sexo, nos meus braços, Helena me permitiu tudo, até comer o seu apertado cuzinho e a fazer um delicioso 69.
Confesso que, em minhas aventuras amorosas, nunca fiz sexo mais delicioso do que com Helena, mulher experiente, mas que há muito tempo, desde que o marido foi embora, nunca mais esteve com um homem.
Daí em diante, ela se entregou de corpo e alma a mim, que de olho na filhinha dela, gozava como nunca na mãe.
Foi inevitável, mamãe desconfiou do nosso caso e quando me interrogou a respeito, eu não menti e lhe disse que o nosso relacionamento era apenas sexo, sem maiores implicações. Mamãe, mulher moderna, entendeu tudo e continuou a ser amiga de Helena. Mas a deliciosa mãe de Estela, estava cada vez mais apaixonada por mim. Não sabia se era apenas pelo meu sexo ou se amor real.
Passando muito tempo na cama de Helena, sua filhinha nos pegou na maior transa do mundo, quando voltou da escola, fora do horário normal. Ficou muito tempo, olhando a mãe se abrindo toda para o rapaz que ela, em segredo, tanto desejava.
Pela porta entreaberta, com os olhos arregalados, viu o rapaz enterrar o pau no cu de sua mãe, que gemia como uma louca, rebolando a bunda para ele. Queria ir para o seu quarto, não ver mais aquilo, mas como um passarinho atraído pela cobra, não conseguia parar de olhar. Aos poucos foi ficando excitada e quando se sentiu toda úmida lá em baixo, despertou do transe e correu para o seu quarto, se trancando la dentro, chorando como um bebezinho.
Fingindo não saber de nada, Estela, se sentia cada vez mais atraída pelo belo rapaz, que preferiu sua mãe do que a ela. Mas Marcelo, não tinha se esquecido dos seus desejos pela deliciosa adolescente, mas respeitando a mãe dela, não avançava em direção a garotinha.
Mas o diabo estava tramando coisas que só ele entende e, nem se passou dois meses, mamãe sabendo das dificuldades econômicas de Helena, lhe ofereceu um emprego em sua organização. Não sei bem o porquê, mas mamãe passou a gostar cada vez da nossa vizinha, mesmo sabendo que ela era minha amante, ou talvez por isso mesmo.
Daí em diante, as duas passaram a ser amigas inseparáveis, indo e vindo do escritório, sempre juntas, se tornando confidentes uma da outra. A sorte ou o diabo, me deu a oportunidade de ouvir uma destas confidencias.
Trancadas no quarto de mamãe, pude ouvir, com o ouvido colado na porta, mamãe indagar de Helena o que ela viu em mim, para estar tão doidinha pelo seu filho. - Amiga, você tem uma joia rara em casa! O pau do teu filho é enorme e ele sabe usá-lo como gente grande. Ele me enlouquece quando me fode ou quando me chupa. Ele é um autêntico garanhão. Pude escutar mamãe dar uma risadinha e em seguida, perguntar à Helena. - Ele já comeu o teu rabo?
- Muitas a e muitas vezes. Eu quando era estudante, ainda bem jovem e ainda virgem, só deixava os meus namorados entrar pela porta de trás e continuei com este gosto, mesmo depois de casada com Antônio, mas nenhum deles, sabe enrrabar uma mulher como Marcelo faz...ele é simplesmente encantador, mete com vontade e goza como ninguém o faz. É incansável e sabe esperar o momento certo da mulher explodir, para ir junto com ela. - Nossa, amiga! Assim você me faz ficar com vontade de transar com o meu próprio filho! Veja só como estou toda molhadinha!
Meu queixo caiu ao ouvir mamãe falar essa barbaridade. Ia me afastar e voltar ao meu quarto, mas fiquei ouvindo as risadas das duas, não sei bem porquê. Antes tivesse ido embora, pois depois de algum tempinho de silêncio, pude ouvir mamãe e Helena, falando bem baixinho, não deu para saber o quê, pois tudo era entrecortado com longos suspiros e depois por muitos gemidos, emitido por Helena e por mamãe.
Cruz credo! As duas estavam fazendo sexo... trancadas no quarto que um dia fora de meu pai. Sai dali furioso e fui me trancar no meu quarto. Neste momento morreu o rapaz bonzinho e, cheio de raiva, decidi me vingar das duas ordinárias. Eu ia comer a filha de Helena, a jovem e inocente Estela e foderia a minha própria mãe, já que ela me desejava tanto, a puta safada, ela me teria.
Continua em: A FILHA DA VIZINHA - A DOCE VINGANÇA.

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 17:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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