Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

A Floresta do Terror

A FLORESTA DO TERROR

Lucia, Ana, Beth e Luiza estão ansiosas por chegar ao sitio do doutor Rafael. A confraternização de fim de ano deverá ser uma festança que vai deixar saudades. As quatro moças foram encarregadas pelo dono da empresa Raf & Filhos, de organizar tudo por lá, com o auxílio dos seis empregados do sitio. Nesta semana foram liberadas de suas tarefas na companhia, somente para providenciarem a aquisição de tudo que fosse necessário, para uma confraternização que reunirá quase cem pessoas. Com assessoria de uma empresa especializada, adquiriram todo o material necessário.

Agora com o pé na estrada, com Luiza ao volante da van da empresa, as quatros conversam animadas, levando com elas muitos itens para a festança, sendo que o restante seguiria na manhã seguinte, em três veículos das empresas fornecedoras.

- Luiza, você não acha que estamos demorando muito em encontrar o tal desvio para o sitio do doutor Rafael? - Você tem razão Ana! Acho que nos perdemos, o acesso deve ter ficado para trás! - O que faremos agora, pessoal? - Vamos voltar até encontrar o maldito desvio.

- Amigas, agora a merda está feita! Encontramos o desvio, mas já faz uns trinta quilômetros que estamos nele e nada de dar de cara com a placa sinalizadora do sitio! - Gente vamos parar de rodas as cegas e ligarmos para o sitio, que não deve estar longe e pedir orientação. Você tem razão, Luiza... faça a ligação.

Depois de inúmeras tentativas de contatos, as jovens não conseguiram completar nenhuma ligação. Beth, a mais nova da turma, logo chamou a atenção para o local onde estavam. Uma estradinha de terra batida, encravada no meio de montanhas, uma autentica bacia. Sendo assim os sinais dos celulares estavam sendo bloqueados.

Depois de avançarem mais alguns quilômetros, em busca de um local que permitisse condições de obter sinal, as jovens estavam se sentindo totalmente perdidas, pois cada vez mais se embreavam num caminho que ia se estreitando. Depois de mais de cinco horas, com a noite chegando, as quatro moças resolveram voltar pelo mesmo caminho. Foi aí que a coisa ficou mais sombria, pois não conseguiram mais encontrar o retorno.

- Turma, o que vamos fazer? Nos metemos numa enrascada tremenda! Perdidas num local de merda, sem acesso aos sinais de celulares! - Não tenho a menor ideia do que fazer, Luiza! Já está muito escuro, o melhor é a gente dormir aqui na van e de manhã, pensarmos no que vamos fazer.

Durante a madrugada, uma tremenda tempestade caiu sobre a região, com raios e trovões varrendo a escuridão da noite. Com as garotas abraçadinhas, num banco da van, tremendo de medo, a noite custou a passar. Mas o temporal não deu tréguas durante todo o dia.

Horrorizadas, viram a torrente de água e lama, descer pela estreita estradinha, trazendo junto muito mato, pedras e troncos. Gritando apavoradas, perceberam quando o veículo foi sendo arrastado pela enxurrada e logo depois, tombar e rolar seguidamente, engolido pelo mar de detritos.

Muito tempo depois, Lucia, com muita dor pelo corpo, abriu os olhos, e se assustou com o que viu, Luiza e Ana, amontoadas uma em cima da outra, jaziam desfalecidas e nem sinal de Beth. As portas do carro foram arrancadas e logo ela imaginou que a amiga fora jogada para fora.

Chorando e gemendo conseguiu chegar até Luiza e Ana e respirou aliviada, quando viu que as duas estavam dando sinais de vida. Milagrosamente, apesar da van ter rolado por centenas de metros ribanceira abaixo, os ferimentos delas, foram relativamente irrelevantes, apenas choques com a lataria com leves escoriações em seus corpos, nem nenhuma fratura aparente. Com o pânico se apoderando, por não verem Beth, começaram a gritar o nome da amiga, até que um débil gemido veio em resposta.

Beth estava, praticamente "montada" num tronco de árvore, ao lado dos destroços e tinha um ferimento na testa, de onde escorria muito sangue. Com muitas dificuldades conseguiram sair do que restou da van e se arrastarem até onde estava Beth, quando então com um enorme ruído, os destroços da van se desprenderam dos troncos e rolaram pela ribanceira, despencando de uma altura enorme, até mergulhar no caudaloso rio, que corria violento lá embaixo.

- Puta que pariu! Nos salvamos por pouco! Foi a exclamação de Ana. - E agora, o que vamos fazer? Sinto dor em todo o corpo, e Beth está ferida! - Não sei, Ana. Nós também estamos bem "moídas" e esta porcaria de chuva que não para nunca! Com tiras tiradas do vestido de Lucia, fizeram uma bandagem no ferimento de Beth conseguindo pelo menos, parar a perda de sangue pela amiga.

A noite chegou novamente, e as moças conseguiram, com muito esforço, se arrastarem até um local onde não havia risco de escorregarem pela encosta. Com frio e fome, pois já estavam a quase dois dias sem colocar nada na boca e as roupas que vestiam ensopadas, juntaram seus corpos o mais que puderam, tentando se aquecerem mutuamente.

Já dia, perambulavam, desnorteadas, pelo espesso matagal, quase que arrastando Beth, enfraquecida pela perda de sangue e pela fome. - Que Deus nos ajude, mas acho que vamos morrer! Eu não aguento mais caminhar. - Fique firme Lucia, não podemos desistir agora.

Mesmo com o estímulo de Luiza, no quinto dia, elas já não tinham mais forças para caminharem e jaziam estendidas sobre a úmida folhagem. Beth delirava em febre alta e as outras batiam o queixo de frio, já inertes.

Ana abriu os olhos e viu a sua frente um vulto de homem, com um lampião na mão. Não pode acreditar no que via, a salvação para elas. Depois não teve consciência de mais nada.

Quando algum tempo depois, recuperou a consciência, um calorzinho gostoso a envolvia. Olhou para os lados e viu Luiza, Lucia e Beth, tal como ela, deitadas numa espécie de lona e uma fogueira aquecia o ambiente onde estavam.

Sentado num banco de madeira, um homem as observava. Sua figura era assustadora, com longos cabelos e barba ruivos, mantinham os olhos fixos nelas e sua silhueta, a luz das chamas, mostravam um sujeito magro e bastante alto.

Ana ficou assustada com a extraordinária figura do homem, que não falava nada, apenas continuava com os olhos fixos nelas. Ao ver, sobre um rústico fogo à lenha, um caldeirão fervendo alguma coisa, teve força para ficar sentada e implorar ao estranho homem. - Por favor, senhor, nos dê algo para comer.... Estamos a muito tempo perdidas e sem comer nada!

Sem responder nada, ele foi até o caldeirão e com um espeto de ferro, retirou um grande pedaço de alguma espécie de caça e o estendeu para Ana. A moça ficou assustada com aquilo, mas morta de fome, não hesitou e com mãos trêmulas segurou o espeto. Mesmo com a carne muito quente, passou a devorar a carne que lhe era oferecida. Alguns minutos depois, foi até suas amigas, ainda desacordadas, e com as mãos levou um pequeno pedaço aos lábios de Lucia.

Durante o resto da noite, elas comeram toda a carne que estava a cozinhar no caldeirão, sem ao menos se preocuparem com o homem, que agora estava no lado de fora da cabana. Lucia viu, num canto uma grande jarra de barro, cheia de água e beberam até se fartarem.

Só depois de "matarem" a fome e sede e que passaram a se preocupar com o estanho homem ruivo, que as salvou de morte certa. - Eu acho que ele é um ermitão... um verdadeiro bicho do mato! Fica apenas ali parado, nos olhando... sem falar nada.

- Senhor... sofremos um acidente de carro e nos perdemos nesta região. Será que o senhor pode nos levar até um local onde possamos pedir ajuda?

- Meu nome é Ernest e vocês foram as minhas caças de ontem à noite e agora terão de ficar aqui comigo…aqui é o lugar de vocês.

O cara é um louco, vamos embora, mesmo sem a ajuda dele. - Ir embora para onde? Nem sabemos onde estamos! - Não importa, Beth... tenho medo deste cara, ele nos olha de um modo muito estranho, vamos dar o fora.

Mas o pior estava por acontecer. Quando as moças comunicaram ao ermitão que estavam indo embora, mesmo sem a ajuda dele, o homem virou uma fera e começou a distribuir porrada a torto e a direita. A primeira a ser atingida foi Lucia, que caiu desmaiada, com uma paulada na cabeça, logo em seguida foi a vez de Beth. Luiza e Ana correram como uma desesperada porta afora, mas Ana tropeçou na fuga e logo uma paulada a deixou inerte no chão. Luiza, mas ligeira, conseguiu se embrear na mata, mas depois de alguns minutos, ele a encontrou. A pobrezinha, aos tapas e empurrões foi levada de volta a cabana. No lado de fora, viu Ana caída, com um ferimento na testa e Lucia e Beth inconscientes no lado de dentro.

Furioso, Ernest começou a surrar Luiza, distribuindo tapas por todo o corpo da garota. Finalmente, quase desmaiando de tanto apanhar, percebeu que estava sendo amarrada pelos pulsos à um travessão num canto da cabana, de modo que seus pés quase não tocavam o piso. Depois ele fez o mesmo com suas amigas. Depois, satisfeito, ele ficou sentado no banco de madeira, apreciando as moças, quase que suspensas pelos pulsos. Depois de revisar as cordas que as prendiam, ele saiu para o matagal, avisando para Luiza: - Fiquem quietinhas aí até a minha volta, vou caçar, pois afinal, agora eu tenho mais quatro bocas para alimentar.

Aos poucos as moças foram tomando ciência da situação terrível em que se encontravam, prisioneiras de um louco, num lugar qualquer, não tendo ideia onde era. Só muitas horas depois ele retornou, trazendo algumas peças de caça. - Aqui está, meninas, o nosso almoço de hoje e de amanhã.

Desesperadas, elas choravam e imploravam que ele as libertassem, mas ele, demonstrando contrariedade, apenas dava tapas nos rostos delas e ameaçava: - Parem de choramingar e pedir para irem embora...isso nunca acontecerá. Vocês quatro agora me pertencem, sou o dono de vocês. De agora em diante, quem não parar com esta merda de choro, vai ser castigada.

Ana, em pânico entrou numa crise de choro e foi ela quem primeiro recebeu o castigo dele. Teve toda a sua roupa rasgada e recebeu algumas chibatadas, com um chicote improvisado com pedaços de cipós. Mas ele logo parou de castigá-la e ficou admirando o corpo nu de Ana.

- Que coisa mais deliciosa o teu corpo, garota! Fazia anos que eu não via a buceta de uma mulher! Agora eu tenho quatro a minha disposição. Vamos ver qual a mais gostosa. Sem prévio aviso, Ernest começou a rasgar as roupas de Lucia e quando ela, em pânico começou a chorar, ele lhe aplicou quatro fortes tapas, dois em cada lado da face. Fique quieta garota, se não se calares, vou te surrar com estes cipós. Levou um dedo aos lábios partidos da jovem, em um sinal para que Lucia se calasse.

Lucia engoliu o choro, com medo de apanhar mais, e ele continuou a lhe rasgar as roupas. - - Puta merda! Vocês duas tem bucetas lindas, gordinhas e com poucos pelos, bem diferente da bucetona da safada da minha ex mulher, aquela cadela dos diabos!

Ernest ficou sentado por longo tempo apreciando os corpos nu de Lucia e Ana. Ele comia com os olhos a nudez das jovens, passando a língua entre os lábios, como que saboreando o que via, enquanto elas tentavam cruzar as coxas, numa inútil de se esconder ao olhar do louco,

- Agora eu vou preparar o nosso almoço... depois vou olhar as bucetas de vocês duas, se dirigindo a Beth e Luiza. Em seguida ele pegou duas carcaças de alguma espécie de ave e ia saindo da cabana, mas parou no meio do caminho. - Eu quero ajuda de uma de vocês, não é justo que só eu trabalhe. - Você, loirinha…vai me ajudar. Ele foi até onde Beth estava pendurada e a soltou. Venha querida, não tenhas medo, serás a minha ajudante. Durante muito tempo, tremendo de medo, a jovem foi instruída por ele como preparar a aves.

Depois de cozida, ele mandou ela comer um pouco, junto com ele. - Gostei do teu serviço, menina! De agora em diante serás a minha ajudante, aqui em casa. - Leve comida para as tuas amigas, mas nada de as soltar... dê comida nas bocas das garotas.

Beth, acovardada, fazia tudo o que ele mandava e levou algum tempo, alimentando suas três amigas. Agora que terminou com as tuas tarefas, vá até aquela ali e tire a roupa dela, eu quero ver a buceta dela também. Beth estremeceu com a ordem recebida e pela primeira vez, teve a "ousadia" entre soluços, de dizer que não iria tirar as roupas de Luiza.

Ernest, sem demonstrar nenhuma emoção, segurou a chibata de cipós e sem nenhum comentário, iniciou a chicotear a indefesa Luiza, que berrava de dor a cada golpe recebido. - Você loirinha é minha ajudante e eu não admito que me desobedeças. Cada vez que você me contrariar, vou chicotear uma das tuas amigas. Agora, vá lá tire as roupas dela.... Senão vou a moer de tanta pancada.

Beth, chorando muito, não teve outra opção, a não ser tirar as roupas de Luiza, pedindo desculpas a amiga enquanto a despia. Depois, toda encolhida foi para um canto da cabana, com o coração cheio de pavor.

- Nada disso loirinha, agora chegou a tua vez de tirar a roupa e de me mostrar esta tua bucetinha. Beth, no seu canto, custou a entender o que ele queria e não se mexeu do lugar. Foi o bastante para ele, espumando de raiva, iniciar a chicotear as três indefesas garotas. - Me obedeças, loirinha de merda... só vou parar de surrar tuas amigas quando começares a tira as roupas.

Desesperada, Beth, gritou para ele parar de bater em suas amigas, que ela iria tirar as roupas. Imediatamente ele parou de chicotear as moças, voltou a se sentar no banco e voltou a ordenar: Então, loirinha, trate de ficar aí no meio e vá tirando os paninhos.... Quero ver tudo bem de perto.

Beth demorou uma eternidade para ficar totalmente nua, ficando de lado para ele, numa espécie de pudor. - Vire de frente para mim, mulher! Quero ver tudo. - Que bucetinha linda você tem, garota! Sem nenhum pelinho.... Minha nossa! Que gostosura! Vire de costa quero ver esta bundinha.

- Loirinha, você tem um corpo espetacular.... Das quatro és a mais gostosa e tens uma bunda digna de ser comida, por isso, serás a primeira que vou foder. Venha para os meus braços querida, vamos passar uma noite maravilhosa. Beth, ao atinar com o que ele queria, foi tomada de tamanho terror, que correu em desespero porta afora da cabana, mas ele, bem mais rápido, a segurou pelos longos cabelos loiros e a jogou no chão da cabana. Gritando por socorro, em pânico, viu ele tirar toda a roupa e se atirar sobre ela.

Durante toda a noite, Luiza, Ana e Lucia, horrorizadas, presenciaram o estúpido estupro de Beth, a única virgem entre elas. Caída praticamente aos seus pés, puderam ver e ouvir toda a agonia da amiga que gemia em desespero e de dor, com o animal praticando na inocente jovem, toda a sua tara, fazendo sexo vaginal, anal e até oral na infeliz menina, usando de sadismo e crueldade, praticamente massacrando a pobrezinha. Depois de fazer sexo anal em Beth, que não parava de gemer, ele continuou com o membro dentro do ânus da pobrezinha e sarcasticamente, levantando o olhar para três amigas dela: - Que delícia! Um cuzinho virgem! Hoje ela será o meu colchão, uma bundinha tão macia como esta será a cama do meu pau. Em pouco tempo, o louco roncava como um porco. Os gemidos de dor da coitadinha, foram diminuindo de intensidade e ela ficou inerte com o peso do homem a pressionando contra o piso sujo da cabana.

Somente com o dia já arraiando, ele se sentiu satisfeito e saiu de cima do corpo de Beth, que aparentava estar numa espécie de torpor, olhando fixamente para "ninguém''. O desgraçado saiu da cabana e ela continuou caída, onde ele a deixou, com sangramento vaginal e em diversas outras partes, onde ele deixou marcas de dentadas, principalmente nos seios, nos lábios e no pescoço.

As moças nunca podiam imaginar que pudesse existir tamanha bestialidade no absurdo estupro de uma indefesa e frágil mocinha. Mas isso foi só o início, pois daí em diante, todas as amigas, foram igualmente estupradas, com a mesma crueldade e sadismo.
Elas já não estavam penduradas no teto da cabana, agora estavam acorrentadas pelos tornozelos umas as outras, com bem pouca mobilidade. Suas necessidades fisiológicas eram feitas no mato, nos arredores da cabana e quando uma ia as outra tinham de ir junto. Banho e higiene pessoal nem pensar, isto era tabu para elas. Ainda mais que ele continuava as estuprar quase que diariamente.

Aprisionadas como animais, em condições precaríssimas, mau alimentadas e sob o domínio do perverso homem, que mesmo sem motivo, lhes aplicava seguidas surras, as jovens passam a definhar a cada dia que passava, já sem esperanças de escaparem do terror em que viviam.

Agora, só por pura diversão ele costuma torturar física e mentalmente suas prisioneiras, as deixando sem alimentos por alguns dias e usando suas bocas como mictório.

Alguns meses depois, as garotas não passam de quatro farrapos humanos, só à espera da morte, totalmente subjugadas física e mentalmente ao cruel carrasco. Já não têm ânimos e condições físicas para nada. Três das moças engravidaram do monstro, mas devido as suas condições físicas, abortaram logo no início. Beth, com grave infecção vaginal, ardia em febre, as portas da morte.

- Doutor Rafael, aqui é Antônia...o senhor me desculpe por eu estar ligando, mas é que estou preocupada. As moças, suas funcionárias, me ligaram hoje cedo, informando que já estavam na estrada, trazendo algum material e que iriam pernoitar aqui, à espera da chegada dos fornecedores. - Elas ainda não chegaram, doutor Rafael!

- Mas Antônia, elas deveriam ter chegado antes do meio dia e agora já são quase oito da noite! Elas não fizeram ligação pelo celular? - Não, doutor Rafael! E os aparelhos delas não atendem... estou muito preocupada. Deve ter acontecido algum acidente na estrada!

- Antônia, mande um carro sair em busca delas, eu vou fazer o mesmo daqui. Me mantenha informado, podes ligar a qualquer hora.

Rafael, ficou muito preocupado com suas funcionárias, mas acreditando que elas deveriam ter sofrido um acidente, ligou para o seu chefe de segurança: - Seu Amarildo, desculpe eu o tirar do sossego do seu lar, mas se trata de uma emergência e estou necessitando de sua ajuda. - Pois não doutor, pode contar comigo. Do que se trata? - As jovens, encarregada de organizar a confraternização de fim de ano, lá no meu sitio, devem ter sofrido um acidente, pois até agora não chegaram lá.

- Minha nossa, doutor! Eu conheço as meninas! - Quero que você movimente toda a tua equipe e mande dois carros pelo mesmo itinerário até o sitio. Espero que as encontre e por favor me mantenha informado. Vou pedir para as minhas secretárias entrarem em contato com a polícia rodoviária.

Durante toda a noite, Rafael acionou sua organização para encontrar suas quatro funcionárias. As jovens eram queridas e todos se empenharam ao máximo. Mas com todo mundo em campo, nem sinal delas. Por volta das dez horas, a tarefa mais difícil, comunicar às famílias das garotas o sumiço de suas filhas. Nesta altura, as autoridades policiais já estavam no caso.

Luiza venha cá, minha cadelinha. Aqui tem bastante caça para vocês comerem durante minha ausência. Tem também bastante água nos potes. Eu vou me ausentar por poucos dias. Vocês estão bem-acabadas e magrinhas. Vou até a vila ou a uma cidade mais próxima, comprar algumas caixas de anticoncepcional e algum remédio para as fazer engordar. Não quero mais ninguém buchuda por aqui. Mas antes de ir, quero comer o teu cuzinho. Deita aqui na esteira.

Luiza, sem ânimo para mais nada e totalmente submissa, apenas se deitou com a bunda para cima e o monstro por bons minutos a sodomizou. Depois ele se virou para Ana ordenou: - Você garota, venha chupar o meu pau, o deixe bem limpinho. Não quero sair com o caralho sujo de merda da tua amiga. Aninha, igualmente dominada, não conseguiu se arrastar pois estava acorrentada pelos tornozelos à suas amigas. Ele, com raiva a puxou pelos cabelos e a trouxe até onde estava. Ana colocou o pau do monstro na boca e por um bom tempo, não se importando com o que estava fazendo, o lambeu por alguns minutos. Ela foi condicionada a agir desta forma. Toda vez que ele enrabava uma delas, era Ana que era obrigada a limpar o pau dele com a boca.

Por puro milagre, Beth consegui debelar a infecção vaginal e a febre baixou, porem ela agia como um robô e nunca mais falou com suas amigas, apenas as fixava e parecendo não as reconhecer. A coitadinha não resistiu ao choque do estupro animal e sua mente apagou de vez.

Ernest, o louco, saiu da cabana, levando os relógios, pulseiras e brincos das meninas. Queria vender tudo e poder realizar as compras pretendidas. A vila, nem farmácia tinha e muito menos alguém que para comprar as joias das meninas. Então ele seguiu para a cidade, a quase dez horas, caminhando pela estrada de barro.

Lá, ele teve sorte e encontrou alguns homes que se dispuseram a comprar as pulseiras, os brincos e os relógios. Um sujeito alto e forte, de meia idade, lhe fez a proposta de compra. A gente paga por tudo que tens aí, mas isso parece produto de roubo! Onde você conseguiu estas coisas?

- Não é nada roubado, é coisa que guardo a muito tempo comigo, no tempo que eu tinha família. Mas agora não tem mais utilidade, pois eu moro sozinho no mato a bastante tempo.

- Está certo cara, a gente fica com tudo e como moras no interior, vou lhe dar de presente esta faca. Ela lhe será muito útil. Ernest ficou contente com o negócio, angariou o dinheiro para fazer as compra e ainda por cima ganhou de presente uma bela faca de mato.

No dia seguinte, com a mochila abarrotada, ele retornou para sua cabana. Foram muitas horas de uma boa caminhada. Lá entregou para suas prisioneiras, algumas cartelas de anticoncepcional. Tomem conta disso aí, meninas. Daqui para a frente quem ficar buchuda, vai apanhar muito.

- Vejo que na minha ausência por estes três dias, vocês se saíram muito bem. Eu estou louco de tesão. Vou soltar vocês das correntes, mas não se acostumem com isso. Lucia, seja uma boa moça e venha ficar sentada no meu pau e você Ana, abra esta buceta na minha boca, estou com saudades de chupar uma bucetinha... Ernest ficou nu e se deitou na esteira. Lucia, que desde que chegou à cabana, nunca mais viu roupa, se acocorou sobre ele, com as pernas de cada lado do corpo do monstro e com as mãos apontou o pau para a sua buceta e arriou o corpinho magro, e o sentiu todo dentro dela. Ana se sentou sobre o rosto dele e ficou imóvel sentindo a boca dele dentro de sua bucetinha arreganhada.

- Nada disso mocinha, não fique parada. Movimente esta cintura, quero sentir ele entrando e saindo de dentro desta coisinha linda. Lucia com as mãos apoiadas na cintura dele, começo a "cavalgar", indiferente ao que estava fazendo. Ela, assim como as outras, não sentiam nenhum prazer em fazer isso. Agiam automaticamente, pois a muitas suas mentes foram condicionadas a não sentir nada quando ele estava nelas. Com o olhar "morto" Lucia subia e descia sobre ele, que gemia, louco de prazer e Ana, apenas olha para a amiga, ambas em completo silêncio.

- Que merda! Vocês duas estão com as bucetas secas! Saiam de cima de mim, suas putas. Vou ensinar as 4 a ficarem excitadas. Espumando de ódio, amarrou as meninas pelos pulsos ao travessão, só que desta vez ele as manteve sem tocar o chão. Luiza, Ana, Beth e Lucia, sem nenhum queixume tiveram as pernas presas, com as coxas bem abertas.

Ernest saiu da cabana e depois de uns bons minutos retornou, trazendo alguns galhos. Com a faça que ganhou de presente, iniciou a tirar as cascas dos galhos e os cortou em pedaços.

- Sabem o que vou fazer com isso? Enterrar nas bucetas e nos rabos de vocês. Aposto que depois de algumas horas, vocês vão explorar que eu a coma.

Ernest, dava risadas doidas, enquanto forçava as madeiras dentro das meninas. Agonia e dor que sentiam, as fazia berrar alucinadas, tamanha era o sofrimento que tomava contas de suas entranhas. O sangue corria abundantes pelas coxas delas. Totalmente louco, com o dantesco espetáculo, ele as olhava, babando como um cão raivoso, ignorando que as estava levando à morte.


Seguindo o sinal do localizador, embutido no cabo da faça que deram de presente para Ernest, os seis homens avançavam pelas trilhas, com muito cuidado. Foi fácil identificar que as pulseiras que estavam com o cara, pertenciam às meninas sumidas. No verso estavam bem estampado o logotipo de Raf & Filhos e o nome de cada uma das garotas: Luiza Ana Beth Lucia.

No início da noite, o receptor dos sinais, indicou que a fonte de emissão dos sinais, a faça, estava bem próxima. Bips fortes e constantes.

A cabana estava localizada no centro de uma pequena clareira, e ainda a muitos metros dela, puderam escutar muitos gritos de dor, vozes femininas.

Quando entraram na cabana, não puderam acreditar no que viam. O quadro era por demais dantesco. As moças, que por muito tempo, eles procuravam, estavam penduradas pelos pulsos e tornozelos, com sangue escorrendo em abundância por suas coxas, oriundo de suas partes íntimas, com pedaços de troncos enterrados neles.

Ernest cessou sua dança macabra e surpreso olhos para os homens. Berrando como um louco, empunhou a faca e avançou: - Saiam, vão embora.... Elas são minhas e não as devidos com ninguém! Um certeiro tiro o atingiu no meio da testa e este foi o fim do desmiolado ermitão.

Os homens eram bons rastreadores, habituados a enfrentarem situações extremas, mas nunca viram nada parecido. Luiza, Ana, Beth e Lucia, estavam à porta da morte, nem sombra das lindas jovens fotografadas nos encartes que levaram com eles. Magras, com ferimentos por todo o corpo, demonstrando que sofreram torturas continuadas por muito tempo. Eram somente osso e pele. Eles, fora os conhecimentos mínimos de bons "caçadores", não tinham nenhum conhecimento médico, mas sabiam que elas necessitavam de cuidados urgentes, as jovens, foram literalmente arrombadas pelo maluco e a perda de sangue era continua.

Pelo equipamento rádio que levavam, pediram socorro urgente para elas. Dois helicópteros, com equipe medica de resgate a bordo partiram da capital. Foi uma corredia doida, eles teriam de aumentar o diâmetro da clareira para permitir o pouso dos aparelhos. Com afinco, em questão de duas horas o serviço foi realizado e uma grande fogueira pode ser vista pelos dois aparelhos, que se aproximavam do local.

Nove meses de serem capturadas pelo doido, elas retornavam à vida, mas o estado físico e mental delas, eram gravíssimos. Somente depois de um ano, Lucia e Luiza receberam alta da clínica, mas Ana e principalmente Beth ficaram muito mais tempo internadas.

Doutor Rafael, forneceu as moças, suas ex funcionárias, toda ajuda possível, pois elas não tiveram mais condições de voltarem a exercer suas atividades na empresa dele.

Hoje, seis anos depois, elas consolidaram a amizade que as uniu nos momentos terríveis de sofrimentos. Noivas, prestes a se casarem, não deixam de visitar Beth, que vive com seus pais. Ainda muito abalada, ela ficou com um medo enorme de sexo e jura que jamais deixara que um homem a toque.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:3 de agosto de 2015 10:29

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 03/08/2015.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*