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A Guia de Turismo

A GUIA DE TURISMO


Meu nome é Helen, tenho vinte e quatro anos e sou uma espécie de guia na agência de turismo de dona Margaret. É uma pequena agência, que começa a alçar voo para horizontes maiores, atingindo no momento, destinos turísticos para o leste europeu.
Estou super feliz, pois pela segunda vez levo um grupo para a Polônia. Tenho um especial carinho por este país, pois meus bisavôs vieram de lá e eu aprendi a falar a língua polaca. O meu grupo de turistas não é muito grande, mas eu me identifiquei muito com a turma. São quinzes mulheres, que ganharam de presente de seus maridos e pais, esta viagem. São seis senhoras e nove moças, suas filhas, gente bonita e alegre e eu me sinto feliz em estar com elas.
Agora mesmo, estamos dentro de um ônibus, indo da capital, Varsóvia para Cracóvia, a bela cidade ao sul da Polônia. A viagem deve durar umas sete horas, pois faremos alguns desvios no caminho para visitarmos algumas pequenas localidades.
Tudo estava indo muito bem, quando o nosso motorista e o seu ajudante, fizeram um desvio não programado. Eu logo notei que algo estava errado e fui até eles para me cientificar do que estava ocorrendo. Quando entrei na cabine, separada do salão do ônibus, por uma cortina, fui surpreendida pelo segundo homem, que me mandou sentar no piso do veículo e ficar quieta.
Quando, no meu polonês um pouco atravessado, protestei, vi na mão dele, uma pistola e a ordem, agora em tom ríspido: -"Tylko siedzieć, dziewczyna i usta zamknięte. Jesteśmy porwanie ten autobus". Que eu entendi como: " sente-se aí, moça e fique de boca fechada. Estamos sequestrando este ônibus".
Com a pistola quase enfiada no meu rosto, tremi de medo, obedeci a ordem e me sentei no degrau junto a porta. - Minha nossa! Logo imaginei que eram assaltantes e que iriam nos roubar. Puro engano, a coisa era bem mais aterrorizante do que isso e, só fui tomar conhecimento disso, bem mais tarde.
Eles levaram o ônibus por estradas secundarias, por bem uns trinta minutos e lá dentro, nenhuma das minhas turistas, teve sua atenção despertada para o que estava ocorrendo. Numa curva da estradinha, vi adiante, um celeiro de madeira ou coisa parecida e três homens e uma mulher do lado de fora.
Quando eles abriram as portas e o ônibus penetrou no celeiro, foi que que as passageiras se deram conta do que estava. As coisas ficaram feias mesmo, quando, com armas em punho, o quarteto entrou no carro. Foi aquele histerismo louco, com todas gritando e se abraçando umas as outras, já em pânico total.
Foi na base de empurrões e alguns tapas, que todas nós fomos obrigadas a sair do ônibus, já que eles se comunicavam em russo e ninguém entendia nada do que falavam. Levadas para um canto do galpão e por empurrões, nos fizeram ficar encostadas numa parede de madeira, enquanto o motorista e o ajudante retiravam do veículo todas as bolsas e mochilas. A pilhagem foi total, com tudo esparramado pelo chão, máquinas fotográficas, filmadoras, celulares e todo o dinheiro das passageiras foram recolhidos; inclusive os passaportes e tudo que tivesse algum valor. Depois a mulher, que era polaca, e um dos russos, iniciaram o saque às amedrontadas turistas, recolhendo tudo que levam com elas. Colares, pulseiras, brincos e relógios, foi tudo parar numa bolsa de couro.
Quando uma mocinha, que devia ter uns quinze anos no máximo, se recusou a entregar uma tornozeleira, a mulher lhe deu um tapa tão violento, que a coitadinha gritou de dor. O covarde ataque me revoltou de tal monta, que me coloquei no meio para defender a jovem. Foi aí que um dos russo me deu um violento soco, atingindo a ponta do meu maxilar. Tudo ficou escuro e senti que estava caindo ao chão desfalecida.
Não sei quanto fiquei desmaiada, mas acho que foi por muito tempo, pois quando acordei, estava com mãos e pés amarrados. Observei que ao meu lado estavam seis das mocinhas, também amarradas, com os braços presos as costas. Com dificuldades, pois ainda estava muito zonza, vi num outro canto, todas as senhoras e três moças.
Neste instante fiquei apavorada; estávamos selecionadas em dois grupos. De um lado todas as moças jovens e bonitas, do qual eu me incluo (modéstia à parte) e do outro, as senhoras e as outras três moças, que tinham em comum a falta de atrativos físicos; duas eram muito gordas e a terceira, coitadinha, muito feia.
Me veio à mente, alguma coisa que li a respeito de sequestro de mulheres. Quadrilhas que lucravam raptando mulheres, principalmente mocinhas, de preferência jovens e virgens, para fins de exploração sexual.
Tive certeza disso, quando, não sabendo que eu podia entender alguma coisa do que falavam em polonês, o motorista do nosso ônibus, dialogava com a mulher e com um dos russos. - Pronto.... Já selecionaram as garotas, que poderão render um bom dinheiro para a organização de vocês...agora eu quero a minha comissão, pois afinal de contas são sete belas jovens e acho que algumas são até virgens, o que deve valer o dobro em qualquer leilão.
- Nós só lhe pagaremos o usual por cada uma delas, sendo virgens ou não, pois vocês dois ficarão com tudo que eram delas. São itens bastantes valiosos, que vendidos lhes renderão muitos euros.
Me deus! Estávamos nas mãos de uma quadrilha internacional de traficantes de mulheres e o pior é que eu não via nenhuma possibilidade de sermos resgatadas, pois eles organizaram tudo muito bem, nos levando para onde queriam, longe de todos e de tudo.
Fiquei apavorada e de tanto medo, tremia como vara verde, mas resolvi não falar nada com as mocinhas; pois não ia adiantar nada e só ia fazer elas entrarem em pânico, inútil neste momento.
Entendi que seríamos levadas para um outro local e que as outras nove, seriam "descartadas" pois não lhes tinham nenhum valor. Elas foram colocadas dentro de sacos de lona preto, com a boca fechada e a mulher falou aos outros: - Joguem estes sacos no meio do mato, onde ninguém as possa achar.
Não pude acreditar no que estava ouvindo... a mulher, simplesmente estava condenando à morte, nove mulheres, nove seres humanos, com a maior naturalidade deste mundo. Revoltada com tanta crueldade, gritei para a megera, que não fizesse esta barbaridade, que não havia necessidade de fazer isso.
Surpresos todos se viraram para o meu lado e gelei quando um dos russos me puxou pelos cabelos e fui levada até onde estava a mulher. - Quer dizer então que a vadiazinha estava entendendo tudo o que falamos? Mas não vai lhe adiantar nada.... Você como as outras serão vendidas em leilão, tão logo chegarmos à Bulgária É só os nossos chefes marcarem a data do leilão e os ofertantes derem as caras.
Recebi mais dois socos, que me apagaram totalmente. Quando voltei, estava com dor por todo o meu rosto e senti os lábios inchados e partidos e sem quase poder enxergar com o olho direito fechado, não estava mais naquele galpão. As mocinhas preocupadas comigo, passavam panos molhados, para tentar minorar o estrago que os socos fizeram em meu rosto. Mas o pior era que eu sentia minha cabeça rodando e não conseguia focar bem o que estava acontecendo. Elas disseram que eu fiquei desmaiada por quase um dia inteiro e que tínhamos sido levadas para um outro lugar, que não sabia onde ficavam e que suas mães e as outras três meninas, ficaram no galpão, dentro de sacos pretos.
As sete, estávamos trancadas num amplo quarto. Com janelas gradeadas e um único pequeno banheiro. Ficamos naquele novo local, por mais muitas horas, até que as garotinhas, foram submetidas um exame infame. A mulher polonesa, entrou no quarto, acompanhada de mais três homens e uma outra mulher. Eles traziam com eles, os nossos passaportes e me ordenou: - Traduza para as garotas, o que eu vou lhe dizer e não mude nada, senão você vai apanhar ainda mais.
Conforme eu for chamando os nomes, a moça deve se levantar e responder a pergunta quer eu vou lhes fazer, devem ser verdadeiras na resposta senão serão castigadas.
Eu não estava nada bem e com medo de ser surrada ainda mais, transmiti as garotas o que ela queria.
Agnes, 16 anos.... Você é virgem? Sim, foi o que respondeu a garota, tremendo de medo. Alison, 15 anos, você é virgem? Sim foi a resposta. Annnette, com 16 e Diana com 17, também disseram que eram virgens. Audrey, com 17 e Alice, com 18 responderam que não, quer não eram virgens. Eu com 24 anos, como era lógico de se supor, há mais de 8 anos já tinha perdido o meu cabacinho.
Ótimo, temos quatro garotinhas virgens... e bem novinhas! Eles serão as joias do nosso leilão, mas para não cairmos em falsas afirmativas, vamos tirar prova de que estão realmente dizendo a verdade.
O que se viu a seguir, foi a coisa mais nojenta que pude presenciar até então. Agnes, Alison, Annnette e Diana, para verificar se realmente eram virgens, como afirmaram, foram seguras pelos homens e mulheres e apesar de espernear em desespero, gritando como loucas, foram, uma a umas imobilizadas sobre a cama e despidas da cintura para baixo e os dedos das duas ordinárias introduzidos em suas vaginas em busca da verdade
Eu, Audrey e Alice, acovardadas e atordoada com a estupidez e violência que a pobrezinhas estavam sendo submetidas, nos abraçando, chorando num canto do quarto, sabendo que nada poderíamos fazer para evitar tamanha ignomínia.
Depois, satisfeitos com a infâmia praticada, eles saíram e as jovenzinhas, não paravam de chorar, encolhidas como fetos na barriga da mãe. Minha vontade era matar aqueles canalhas, tal o grau de ódio que senti.
No dia seguinte, bem cedo, eles nos forneceram uma refeição ligeira e um dos homens, somente para se divertir com o medo que nos dominava, disse em polonês: - tenham paciência, moças...o leilão de vocês já está marcado... dentro de alguns dias, em duas etapas vocês serão vendidas aos felizes compradores. A primeira para as quatro virgens, que valem muito mais e na segunda etapa, para as duas "furadas".
Foi aí que eu tive o meu destino selado, em direção a uma terrível e apavorante condição que quase me levou ao total desespero e a porta da morte. - Você Helen, não irá a leilão. Apesar de teres um corpinho espetacular, teu rosto está muito machucado, com o olho roxo e os lábios partidos. Ninguém vai querer te comprar nestas condições.
Mas não se preocupes, garota...você será a nossa distração, enquanto o leilão não acontece. No início, eu não entendi ou não quis entender o que ele queria dizer com isso. Só quando eles me levaram para um outro local. Onde seis homens lá estavam, me olhando com olhos gulosos é que fui compreender o que ele queria dizer. Eu seria estuprada por todo o bando de canalhas. Seria um estupro coletivo e assim foi. Durante todo o resto do dia e o seguinte, eu fiquei sendo violentada de todas as maneiras possíveis e não possíveis pelos seis russos, que em grupo, se serviram do meu corpo. Tendo a todo momento dois deles dentro de mim, na buceta como no ânus e algumas vezes com dois pênis dentro do mesmo buraco. Me fizeram sexo oral muitas e muitas vezes, fazendo com que engolisse quantidade enorme de esperma. Não ficou um só pedacinho do meu corpo que não fosse mordido e chupado, com extrema violência.
Quando dois dias depois, me levaram de volta ao quarto onde estavam as demais garotas, eu não podia nem me mexer, com tudo me doendo e só fazia gemer, tal o grau de miséria que os animais deixaram o meu corpo.
Quatro dias depois, elas foram levadas para serem leiloadas, pois houve atraso no evento. Eu fiquei jogada no quarto, com eles sabendo que com minhas condições físicas, eu não valia para mais nada.
Este foi o engano deles, pois tirando forças não sei de onde, talvez ajudada pelos anjos, consegui me levantar e cambaleando sair do quarto. Sem rumo, segui por um longo corredor até chegar.... Nossa que maravilha...até chegar a uma pequena sala. Um autêntico arsenal onde armas de todos os tipos estavam dispostas em prateleiras por todo lado.
Quando pequena morando com minha família, numa pequena cidade do Texas, meu pai, adepto de armas, como todo bom texano, ensinou a mim e ao meu irmão a manusear com rifles e pistolas e foi me lembrando disso que resolvi pegar uma das armas e ir eliminando todos que encontrassem pela frente. Sabia que, sendo testemunha do fim que eles deram as senhoras e as três moças que ficaram no galpão e do triste fim que estavam dando as demais, as vendendo como escravas sexuais, eles não me deixariam viva.
Meu coração fervilhava de ódio por aqueles canalhas traficantes de mulheres. Já que iria morrer, pelo menos levaria alguns deles comigo. Eu peguei um rifle de disparo rápido e ia saindo quando vi numa prateleira ao lado da porta, uma submetralhadora Uzi, leve e mortal, se usada com perícia e eu me achei capaz de a usar, e foi que fiz.
Segurei a arma, verifiquei seu peso e se estava pronta para uso e, com grande dificuldade, pois estava muito debilitada, fui descendo bem lentamente as escadarias do casarão onde eles tinham nos transportado. Lá embaixo, no salão, pude ouvir muita gente falando em polonês. Pude entender que eles estavam dizendo que as mocinhas estavam prontas para serem levadas ao local onde seria realizado o leilão. Suspirei aliviada, então elas ainda estavam aqui.
Mais alguns passos e os vi, ao mesmo tempo que eles me viram, sete homens e três mulheres. Foi uma correria louca, alguns tentando sair do salão e outros vindo em minha direção, mas eu já estava acionando a Uzi, que cuspia fogo com um ratatatá continuo e barulhento, destruindo tudo que via à sua frente. Mesmo quando ela silenciou, já sem munição, eu continuava a apertar o gatilho, numa histeria louca. Tudo começou a rodar e pressenti que estava desabando escada abaixo, totalmente exaurida.
Percebi que, na queda, fraturei algumas coisas dentro de mim, mas com a adrenalina a mil, nem senti dor e consegui me levantar e assombrada vi a destruição que causei com a arma. Praticamente tudo que estava no salão estava em ruinas e os corpos dos canalhas jaziam estraçalhados por toda parte, não escapou um para contar a história.
Tive muitas dificuldades para encontrar o local onde as moças estavam presas, mas encontrei. As seis meninas, trancadas numa saleta, nos fundos do salão, estavam prontas para seguirem ao local onde seriam leiloadas. Maquiadas e vestindo por cima dos juvenis corpos, apenas uma espécie de camisão branco, bem curto e transparente, que deixava antever seus corpos, tudo para atrair a cobiça dos possíveis compradores, que vinham de diferentes países da Europa e do Oriente.
Quando elas me viram, toda "quebrada", quase me arrastando, vieram correndo me abraçar e eu apenas pude lhes dizer, antes de desfalecer sob mil abraços. - Vamos embora... meninas, continuar o nosso tour!
Quando acordei, toda enfaixada, já tinha transcorrido alguns dias. Vi ao meu lado, no hospital em Varsóvia, algumas das jovens e suas mães, que pensei estarem mortas. Fui informada pelas autoridades polonesas, que depois que "aniquilei" a quadrilha de traficantes de mulheres, as garotas apontaram o motorista do ônibus e seu ajudante, como sendo os aliciadores de mulheres para o bando. Eles foram presos e obrigados a dizer onde estavas as outras mulheres sequestradas, vítimas da quadrilha. Quase a totalidade de tudo que eles tinham saqueados das turistas, foi recuperado, inclusive os documentos e passaportes.
Na queda, eu tinha fraturado duas costelas, a clavícula e a perna direita, além dos estragos em meus órgãos genitais, quando fui seviciada pelos miseráveis. Mas quando voltei ao meu país, fui recebida como uma heroína pelas famílias das moças e senhoras que viveram está incrível aventura comigo.

FIM


Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:26 de agosto de 2015 22:06

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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