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A Incrivel história de Luiza - Parte II


A INCRÍVEL HISTÓRIA DE LUIZA
CAPÍTULO II

Luiza chegou em sua casa, no início da tarde. Alegre foi logo esconder o seu dinheiro, pois estava pensando em juntar bastante para poder comprar uma televisão, para instalar no seu quarto. Com fome, foi até a cozinha, fazer um lanche. Teve a desagradável visão de encontrar o namorado da mãe, que também fazia uma boquinha.
Ela não gostava nem um pouco do cara. Pedro era um moreno grandão, a antipatia em pessoa, que se julgava irresistível às mulheres. Mas Luiza o considerava um sujeito vulgar, grosseiro e querendo se intrometer em sua vida.
- Onde você andou por toda esta manhã? Só porque não teve aula, não se justifica você sumir, sem nos dizer onde está. - Onde eu fui ou o que fiz, não é de tua conta. Você não é meu pai! - Onde está mamãe? - Tua mãe está dormindo e roncando como uma porca. Agora que estamos aqui, sozinhos...bem que você podia me dar uns beijinhos! - Sai pra lá, cara... você não se enxerga, seu merda!
- Mais respeito comigo, garota! Senão vou lhe dar umas bolachas, pra você aprender a respeitar os mais velhos. - não se atreva, nojento! - Você é muita atrevida, moleca...venha cá, vou te amansar num instante.
Luiza com medo de Pedro, tratou de ir saindo da cozinha e ir para o seu quarto, pegar a bolsa, pretendendo ir até a casa de Suely. Nem percebeu quando Pedro entrou no quarto e fechou a porta. Só teve noção disso quando ele a agarrou pela cintura, por trás. Quis gritar por socorro, mas a enorme mão do homem lhe tapou a boca.
Esperneou como uma doida, tentando se soltar, mas com enorme facilidade ficou suspensa no ar, com braços e pernas tentando o atingir. Rindo com o inútil esforço dela, Pedro a mantinha bem segura pela cintura, sentindo o volume da bunda sobre o seu pau, enquanto com a mão, quase a sufocava.
Não adianta se debater, gostosinha. Hoje eu vou te foder de qualquer maneira, não tens escapatória, como das outra vezes. Tua mamãe não vai acordar tão cedo, com o pozinho que coloquei na bebida dela, teremos toda a tarde a nossa disposição.
Apavorada, conseguiu se soltar dele e correr para sair do quarto. Sentiu quando ele a agarrou pelos cabelos e em seguido a dor do soco, recebido na barriga. Sem ar e com muita dor, se dobrou sobre si mesma, foi quando um fortíssimo tapa, em pleno nariz, a derrubou sobre a cama. Em pânico, berrou por socorro e tentou se levantar. Uma saraivada de socos e tapas, a pôs quase a nocaute.
Gemendo de dor e totalmente aturdida, Percebeu quando Pedro, como um animal enraivecido, Rindo maldosamente, amarrou seus braços e pernas às extremidades da cama, para que ficassem abertos, separados ao máximo. Sob sua bunda ele colocou duas almofadas, deste modo Luiza ficou toda arrenganhada, com a bela e depilada buceta e o cu, prontos para ele.
Para o que pretendia fazer com ela, a queria totalmente imobilizada, então, usando fios de nylon transpassados pelo pescoço, tronco, acima dos seios, cintura e coxas e pelas laterais da cama, de modo que não pudessem fazer nenhum movimento com o corpo.
Depois, com uma tesoura cortou as roupas do corpo da aterrorizada garotinha, a deixando pelada, sobre a cama. Derrotada, sem possibilidade de reação, aterrorizada viu Pedro ficar nu e tremeu vendo a enormidade do membro dele, bem maior do que o do tio Marcelo. Com os lábios e nariz sangrando, ainda teve forças para implorar. - Não faça isso, Pedro...vou contar pra mamãe e para a polícia.
Rindo maldosamente, ele retrucou: - Vou te arrombar toda, garotinha... nuca fodi uma virgem. Você será a primeira e se abrir o bico, vou te moer de pancada. Para saberes que não estou brincando, vou te surrar agora mesmo, até você dizer que vai ficar de boca fechada.
Sentado sobre os quadris de Luiza, Pedro iniciou uma seção de pancadaria sem nenhuma dó da pobrezinha. Ele a estapeava, da cintura para cima, em qualquer lugar. Barriga, ombros, pescoço, rosto e cabeça, nada escapava dos tapas. Em pouco tempo, não resistindo à surra, Luiza perdeu os sentidos.
Louco de tesão, por ter a linda e desfalecida menina a sua disposição, ele a estuprou, usando de incontida violência. Com a penetração, a bucetinha, literalmente foi arrombada, com sangue se misturando aos fluidos dele.
Quando despertou, dentro de um mar de dor, não conseguia parar de gemer. Tudo lhe doía enormemente, mas no seu ânus, tinha a impressão que um ferro em brasa, estava dentro dele. Era o pênis de Pedro, todo enterrado no seu cuzinho, entrava e saia do seu rabinho, como se fosse um êmbolo de motor. Com a boca chupando e lambendo seu ombro e pescoço bufava como um animal enraivecido. Com as mãos, em volta do corpo, esmagavas os seios. Com a enormidade do castigo recebido e se esvaindo em sangue, ela perdeu novamente os sentidos.
Gemendo de dor, implorou por misericórdia, quando o viu ficar sentado sobre seu peito, com a enorme cabeça do pau forçando seus lábios. Sem poder mover o rosto, cerrava o mais que podia a boca, mais de nada adiantou, ele rindo diabolicamente, enterrou todo o membro lábios a dentro. Luiza se sentia sufocar, com aquela coisa a penetrando, se movimentando ,tocando sua garganta e sufocou de vez, quando ele ejaculou em sua boca, a obrigando a engolir toda a enorme quantidade de porra.
Durante o resto do dia, Pedro, continuou a estuprar Luiza. Possuído por um sadismo sem limite, continuou a praticar sexo anal e oral e a lhe dar fortes dentadas por todo o corpo.
Seis ou sete horas depois, a pobrezinha, não chorava nem gemia mais, Em estado de choque, apenas olhava para o monstro, com o terror a dominando por inteiro, tendo a impressão que estava sendo morta.
Pedro, já livre da sua fúria animalesca, parecendo sair de um "transe", olhou, assustado para Luiza, que muito machucada, apenas olhava, sem expressão para o teto.
- Meu Deus! O que foi que eu fiz! Acho que machuquei muito a garota. Ela é menor de idade, vai precisar de cuidados médicos e aí vai me dedurar. To fodido! Tenho duas opções, apago ela de vez e a mãe também ou dou o fora da cidade.
Desnorteado, zanzou pela casa toda, foi até o quarto onde a mãe de Luiza, dormia sob o efeito das drogas. Voltou ao quarto da menina. Arrumou suas coisas, esvaziou a bolsa de sua amante de todo o dinheiro e foi embora. Achou que seria melhor assim. Nunca mais se teve notícia de Pedro, que saiu da cidade.
Muitas horas depois, noite alta, Berta, a mãe de Luiza e irmã de Marcelo, acordou, ainda sonolenta. Olhou o relógio e tomou um enorme susto, duas horas da madrugada, ela devia esta na boate as 22 horas. Não vendo Pedro no quarto, Chamou por ele. Devia estar no banheiro ou na cozinha. Não o encontrou em nenhum lugar. Foi somente quando retornou ao seu quarto, que notou que toda a roupa de Pedro tinha sumido do guarda-roupas, junto com as duas malas dele.
O filho da puta deu no pé! Não faz mal, logo eu arrumo outro, para dormir comigo. Luiza não estava gostando dele mesmo, acho que foi melhor assim. Eu acho que o cretino me drogou! Porque ele fez isso! Foi então que um pressentimento lhe veio à cabeça e correu assustada para o quarto da filha.
Gritou desesperada, quando a viu estirada na cama, toda amarrada e muito machucada, coberta de sangue e gemendo sem parar - Meu Deus! O canalha estuprou a minha filha!
Arrependimento, dor, sentimentos que fizeram Berta chorar pela perda da sua filha Luiza, que foi tão negligenciada por ela. E por isso a coitadinha sofreu abuso doméstico, por um homem que ela mesmo colocou dentro de sua cada. Berta perdeu o amor de sua filha, que depois de um mês internada numa clínica particular, bancada pelo tio, foi morar com ele, não querendo mais saber da mãe.
- Titio, eu estou morando com o senhor, faço todo o serviço de casa, mas vou lhe pedir uma coisa muito importante. Quero que esqueças esse negócio de trepar comigo e que a gente durma em quartos separados. Tenho de tirar da cabeça, o que aquele sádico doente fez comigo. Tenha paciência titio.
- Pode deixar, querida, entendo tudo o que se passa com você. Seremos somente tio e sobrinha, nada mais do que isso.
Desde que foi morar com o tio Marcelo, muito perturbada com o que lhe aconteceu, Luiza mudou o seu modo de ser. Com exceção do tio, tratadas a todos com muita rispidez e quem mais sofria era a sua amiga Suely.
Luiza não era mais a mesma, sua personalidade mudou muito, depois do terrível trauma sofrido, mas infelizmente isso não foi notado pela equipe médica que a tratou.
- Luiza, porque você está me tratando tão mal? Eu gosto tanto de você...é como se fosse a minha irmãzinha de coração! - Você não gosta mais de mim?
- Não seja estupida, garota! É lógico que eu gosto de você...tenha um pouco de paciência comigo, está bem? -
- Vamos ao cinema, amiga? Tem um filme que estou louca para assistir e você necessita se distrair um pouco, está muita tensa. - Suely, Eu não estou com vontade de ver merda de filme nenhum, vamos para casa. - Mas amiga, ainda é muito cedo, eu não quero passar o resto do sábado, junto com o meu irmão. Eu tenho medo dele!
- Porque você tem medo dele? Ele quer te comer, por acaso? - Acho que não, amiga... mas ele fica me olhando de um modo meio estranho. - Pois eu acho que ele quer te foder... dê logo a buceta pra ele. Aposto que teu irmão vai te tratar bem melhor, depois de te papar de jeito.
- Oh! Amiga... não seja tão boca suja. Só porque você foi fodida pelo teu tio e pelo namorado de tua mãe, não quer dizer que eu tenha de dar para o meu irmão.
- Feche esta merda de boca, Suely... se não queres eu lhe dê uns tapas. Está decidido vamos embora... Eu vou te levar até tua casa. - Vamos logo garota...mexa esta bunda da cadeira.
Suely, profundamente sentida com a maneira como sua amiga a estava tratando, apenas baixou a cabeça e obediente à amiga, a seguiu. A personalidade, submissa por natureza de Suely, a fazia se submeter a vontade da amiga. A garotinha foi criada desta maneira, sob o julgo do pai e dos irmãos, achava que não podia contrariar os que a cercavam. Uma pena, moça tão jovem e bonita e com mente tão frágil.
Na casa de Suely, encontram o irmão dela, Felipe, que extremamente inquieto, as recebeu, demonstrando estar muito nervoso. - Puta que pariu! Até que enfim você chegou Luiza! Onde as duas vadias estavam? Dando a bunda por aí? - Eu vou ter de sair da cidade e você terá de ficar aqui em casa. Se alguém me procurar, fique de boca calada. Não diga nada a respeito dos meus negócios.
- Mas mano... eu não sei nada das tuas atividades! Para onde você vai e quando voltarás? Tenho medo de ficar aqui em casa sozinha. - Suely, você é muito idiota ...é melhor que não saibas de nada mesmo. Para onde vou... não é da tua conta e só voltarei quando a coisa esfriar. Tome aqui. Pegue estes cem reais, sei que é pouco, mas eu necessito do resto para sair da cidade o mais rápido possível. Se necessitares de mais, peça para a tua amiga ai. Esta putinha parece que está montada em dinheiro.
Luiza, espantada com a extrema grosseria do irmão de Suely, ia lhe dar uma resposta malcriada, mas nem teve tempo, pois suando em bicas, o grosseirão saiu porta afora.
Suely chocada e pega de surpresa com o ocorrido, olhava para Luiza, já saindo no choro. - O que vou fazer amiga? Não sei ficar sozinha!
- Suely, o teu irmão tem razão...não passas de uma idiotazinha. Será melhor ficar sem o brutamonte. Mas não tenhas medo... você vai ficar lá em casa, morando comigo.
- Mas Luiza, e o teu tio? Ele vai concordar com isso? - Não se preocupes, meu tio faz o que eu quero... e depois ter mais uma linda garotinha morando lá em casa...vai encher os olhos dele.
-Não brinque com essas coisas, Luiza. Sei que você e o teu tio, andaram fazendo amor. Mas eu não quero saber destas sujeira. - Amiga bobinha, você nem sabe como é gostoso fazer sexo. Tio Marcelo é o homem mais gentil do mundo, bem diferente do animal do teu irmão.
Luiza, realmente apreciava a gentiliza do tio, que mesmo a desejando, respeitava o seu estado emocional de momento. O choque de ser estuprada e quase morta por um monstro, a abalou por demais e ele sabia disso, por este motivo, mesmo louco para a ter em seus braços novamente, se controlava.
Em casa, Luiza se sentia mais senhora se si, protegida pelo tio Marcelo e abrandava o seu modo ríspido de ser. Mesmo com o tio fora de casa, viajando a serviço, ela se sentia assim.
- O meu tio não vai estar em casa neste fim de semana, porquanto, seremos as donas da casa. Podes ficar bem à vontade amiga.
Suely não se continha de alegria, ria sozinha e por estar na luxuosa casa da amiga, que desde que chegaram, passou a tratar com um pouco mais de carinho. Botaram papo fora, comeram e beberam muito refri.
A noite, depois do jantar foram assistir televisão. Suely, abraçadinha com Luiza, no sofá da sala, exultava de felicidade. - Você sabe de uma coisa, Luiza! Eu a amo do fundo do meu coração. És a irmãzinha que eu gostaria de ter, e não os grosseiros dos meus irmãos.
- Oh! Suely... eu também a quero muito... depois do meu tio, você é a pessoa que mais amo no mundo. - Venha aqui, querida...deixe que eu lhe de uns beijinhos.
Luiza, abraçada à Suely, enchia seu rosto de selinhos. Nos olhos, nas orelhas e pescoço e depois nos lábios da amiga, que apreciando os afagos, apenas se deixava beijar. - Como é gostoso, Luiza, sentir que alguém gosta da gente! Eu nunca, em toda a minha vida, tive alguém que me desse um abraço e você agora, está sendo tão carinhosa comigo... que coisa gostosa.
- Coitadinha da minha amiguinha! Vou te encher de beijinhos, até você enjoar. Os selinhos nos lábios de Suely, passaram a ser beijos de verdade. Beijos com ardor e bem, demorados.
A inocente garotinha, ficou surpresa, ao ser beijada pela amiga, ainda mais quando ela colocou a língua entre os seus lábios. Nunca tinha sido beijada e agora com a boca sendo invadida pela língua de Luiza, não sabia como agir. Mas, aos poucos foi gostando e timidamente, passou a corresponder ao beijo da amiga. - Tá gostando, Suely? - Estou sim... delicia.... Podes me beijar mais.
Uma coisa muito estranha estava acontecendo com Luiza. Nunca se imaginou beijando uma outra garota, ainda mais, uma amiga de infância como Suely. Mas quanto mais a beijava, flash lhe vinham à memória, com os momentos de prazer com o tio, intercalados com os momentos de dor e sofrimento com o namorado da mãe. Ela estava com a mente muita confusa... queria fazer carinhos na amiga e ao mesmo tempo ser violenta com ela.
Por mais absurdo que possa parecer, os momentos passados de sexo carinhoso com o tio e os do cruel estupro do canalha, lhe estavam fazendo ficar extremamente estimulada. Sua excitação estava a tal ponto que, esquecida de quem estava em seus braços, passou a beijar, lamber e chupar a amiga. Do pescoço pra cima, Suely se viu toda lambuzada e marcada pela boca da amiga.
A princípio, assustada com a voracidade com que a amiga a beijava, em pouco tempo, passou a ter um estranho prazer ao ter ombros, pescoço e lábios marcados com as chupadas e leves mordidas. Fechou os olhos e amoleceu o corpo, nos braços de Luiza.
- Querida, fique quietinha sobrinha... titio vai fazer amor bem gostoso com você! Não era mais Luiza que estava ali, sim o Marcelo. Suely no meio de toda sua excitação, ficou espantada com o que a amiga murmura enquanto a beijava e lambia; mas logo em seguida, quando passou a morder com força seu ombro e pescoço, deixando marcas dos dentes, ficou com muito medo: Vou te foder e te machucar muito, Luiza... Não adianta chamar pela mamãe, eu a dopei. Agora quem estava ali era Pedro, o homem quem a estuprou e feriu muito.
- Luiza! Luiza.... O que está acontecendo com você? Pare, amiga .......LUIIIIZAAA!!!!
Com o grito de Suely, exclamando o seu nome, alguns segundos depois, recuperada dos momentos insanos, olhava para amiga, inclinada sobre o sofá: - Me desculpe…mil perdões, Luiza. Eu não queria fazer isso, mas é que você é tão linda, tão inocente e eu abusei da tua amizade. Me perdoe...me perdoe! Não era eu, não era eu!
- Luiza, minha amiga, não necessita ficar tão chateada com isso. Eu adorei o que você fez comigo…Meu Deus do Céu... que coisa mais gostosa! Sabe de uma coisa...eu adorei. - Verdade!!! Você não ficou com raiva de mim? - Que raiva, que nada...eu queria era mais.
Bem mais tarde, já na suíte, excitada ao máximo, Luiza apreciava o belíssimo corpo de Suely, que nua, saindo do banho, vinha em sua direção. Sentada na beirada da cama, também nua, a devorava com os olhos. Luiza tinha nos lábios, um estranho e sinistro sorriso.
- Suely, já que você gostou dos meus carinhos lá no sofá da sala, deixe que eu faça umas coisinhas ainda mais deliciosas em você?
- Deixo sim, amiga...mas o que é que vais fazer? Há, querida, isso vai ser surpresa, apenas se deite no meio da cama, nuazinha e feche os olhos. Relaxe e deixe o resto comigo.
- não se assuste, querida... vou colocar um pano nos teus olhos, para a vendar. - Pra que isso? - Quietinha, Suely…você vai gostar.
Agora, os bracinhos, pra cima e abertos…assim mesmo. Vou amarrar os pulsos nos cantos da cabeceira da cama. - Luiza, eu não quero que você me amarre... não é necessário isso!
- Calada Suely... para o que tenho em mente... é necessário sim. - Aaaiiiii! Está doendo, você amarrou meus pulsos, esticando muito os meus braços. Aflouxe um pouco a corda, por favor. - Não mesmo, quanto mais apertada melhor.
- Agora, minha amiga, fique firme... pois eu vou amarra os teus tornozelos nos cantos dos pês da cama. Aaaiiiii! Não faça isso, dói muito...você está abrindo muito minhas pernas!
- Luiza, lhe peço como amiga…me desamarre. Porque você quer fazer assim comigo? - Estou muito esticada, muito aberta…me solte...! me solte...! Estou com muito medo de você!
- Fique calada, Suely, eu já lhe pedi muitas vezes para se calar e você continua a falar, a reclamar. Por favor feche a merda desta boca e não reclame mais. Eu ainda nem comecei a brincar com você. Não sei porque este medo todo! - Hoje, não tens escapatória, Luiza... Vou te ensinar a não me desprezar. Eu como a puta da tua mãe, mas minha vontade sempre foi te foder, garota gostosa!
- Amiga.... Você está me assustando.... Eu sou a Suely e você a Luiza.... Pelo amor de Deus! Você não é o Pedro!
Suely compreendeu que a amiga totalmente transtornada, agindo, agora, como se fosse Pedro. Apavorada com a psicose da amiga, vendada e amarrada à cama, caiu no choro, sem outra opção.
- Que merda... pare de chorar... pare de chorar.... Por favor, Luiza.... Pare de chorar, senão eu vou ser obrigada a ter castigar. Não quero fazer isso, mas você está me obrigando.
Mas, aterrorizada com o que ela falava e com o tom de sua voz, que estava tremula e chorosa, Suely não conseguia parar de chorar. - Amiga…o que está acontecendo com você? Porque está agindo assim?
Suely deu um tremendo grito de dor quando a primeira chicotada a atingiu bem no meio da vagina, depois mais outra e mais outra. Luiza não escolhia lugar para bater. Nos seios, na barriga, nas coxas e principalmente na testa da buceta. A dor e principalmente o desespero, a faziam berrar alucinada.
Foram dez chicotadas e enquanto surrava a amiga, Luiza, totalmente fora de si, murmurava palavras desconexas, rindo e chorando ao mesmo tempo.
Suely, no meio de sua agonia, pode perceber que Luiza deixou cair o chicote sobre suas pernas e a mão dela, lhe tocar, titubeante, a coxa direita. Depois a mão foi escorregando e Suely escutou o barulho do corpo da amiga tombar, fazendo o som característico.
Muito assustada, pode perceber que Luiza, se debatia, estirada no chão. Mas o que a amiga falava foi o que a assustou. Luiza chorava e gritava por socorro. "Por favor não faça isso comigo.... Eu não aguento tanta dor...... Aaaiiiii! Pelo amor Deus, pare.... Pare.... Você está me matando Pedro... Socooooorrroo, alguém me ajude".
- Nossa! Luiza está delirando.... Pensa que está sendo atacado pelo Pedro! - Ela endoidou de vez e eu toda amarrada, não posso nem ajudá-la. - Foi por isso que ela me prendeu assim e bateu em mim…. Está "lelé da cuca".
Durante toda a madrugada, Suely, ficou escutando a respiração pesada e descontrolada de Luiza, entremeada por crises de choro. Sabia que Luiza, está necessitando de ajuda urgente, mas ela nada podia fazer pela amiga. E o pior de tudo era que Marcelo só voltaria na segunda...seriam dois dias de espera angustiante.
O domingo já ia alto, acreditava que já passava do meio dia. Suely prestava muita atenção, mas só conseguia escutar os sons da rua e de sua amiga, caída no chão, silencio absoluto. - Amiga... acorde... Luiza, acorde queira Deus, que não tenha acontecido o pior.
O desespero da garota era enorme, não tanto por sua situação, mas pela saúde da amiga. Quando escutou ruídos, vindos do piso inferior e subindo a escada, tremeu de medo.
- Luiza...você está aí no quarto? Veja o que o titio trouxe de presente para você! Estou louco de saudades, meu amor.
Quando Marcelo, abriu a porta do quarto da sobrinha, ficou assombrado com o que viu. Deitada, de lado no chão, totalmente nua, jazia sua sobrinha. Na cama, também nua, a amiga da sobrinha, Suely, amarrada e vendada.
Correu para a sobrinha, assustado, imaginando que bandidos tenham invadido a casa é atacada as duas garotas. Examinou sua queridinha e surpresa, viu que ela não tinha nenhum ferimento aparente, mas inerte, apenas o olhava, com olhar sem expressão. Meu Deus! O que aconteceu com você, minha querida?
Luiza não lhe respondeu nada, parecia estar em estado de choque ou coisa parecida, então escutou Suely o chamar. Tirou a venda dela e ela alarmada. - Por favor, senhor Marcelo! Luiza está necessitando de socorro... acho que a cabeça dela não está funcionando direito. Foi ela que me amarrou e depois passou a agir e falar como se fosse o Pedro, o cara que a estuprou. - Porque as duas estão nuas?
Senhor Marcelo, isto é outra história...a gente ia dormir nua... foi por isso! Esta história está mal contada... depois quero saber mais, mas agora vou levar Luiza para clínica da doutora Helena.
Muito nervoso, Marcelo vestiu qualquer coisa na sobrinha e a levando no colo, ia saindo do quarto. Suely que ainda estava amarrada à cama, chamou por ele. - Senhor Marcelo, não me deixe aqui amarrada, me solte, por favor. Afobado, soltou os braços da garota. - Suely, eu estou com muita presa, quero levar meu amorzinho para a doutora Helena Você, fique aqui em casa. Faça qualquer coisa para comer e eu ligo a informando sobre Luiza.
Trinta minutos depois, Marcelo, com o coração na mão, na sala de espera da clínica, esperava ansioso o resultado dos exames que a doutora Helena e equipe, faziam em Luiza. Somente muitas horas depois, a médica pode conversar com ele.
- Me desculpe, Marcelo, por o fazer esperar tanto tempo, mas o quadro de Luiza, me surpreendeu bastante. Quando eu dei alta a ela, depois de quase trinta dias de internação, julguei que a tinha curada por completo. Erro meu, a curei dos ferimentos do corpo, mas os ferimentos da alma, não. Eles estavam lá, bem escondidos em sua mente. Agora por um motivo qualquer eles vieram à tona. Sua garotinha, Marcelo, está vivendo os fantasmas dos terríveis momentos de torturas física e espiritual que passou nas mãos daquele monstro.
- E agora, doutora, Qual o seu diagnóstico? Eu chamei minha colega, Marcela, para examinar Luiza. Ela teve uma longa entrevista com a menina e aconselha que fique em tratamento. O quadro dela exige cuidados especais. Sua jovem mente, não resistiu e está apresentando grave distúrbio emocional e de personalidade
- Quanto tempo esperam para a sua recuperação? - Muito difícil estipular um prazo... pode ser semanas ou meses. O tratamento e reabilitação das doenças mentais, são imprevisíveis, mas no caso de Luiza, achamos que sejam plenamente reversíveis. O senhor autoriza que a doutora Marcela seja a sua psiquiatra?
- É lógico que sim! Quero ver minha sobrinha curada! - Então, amanhã mesmo, ela será transferida para a clínica de Marcela. - Doutora, eu posso ver minha sobrinha agora? - Pode sim, mas ela está sedada e ficara assim por muito tempo. - Não tem importância, eu a quero ver assim mesmo.
Marcelo passou a noite ao lado da cama de Luiza. Sua preocupação com a saúde mental da sobrinha era imensa. Ele queria acompanhar a transferência da garota, para a nova clínica. Ver as instalações, conversar com a equipe de profissionais que a teriam como paciente e tratar de tudo que fosse necessário para o seu bem estar.
Tão logo, Marcelo saiu, levando Luiza no colo, Suely tratou de desamarrar os seus tornozelos, presos nos pés da cama, pois ele só tinha desatado os pulsos. Mas aí, o imponderável aconteceu, por mais que se esforçasse não conseguia alcançar os nós que a prendia à cama. Luiza, tinha dado alguns laços com a corda nos tornozelos e a amarração terminava em fortes nós, por baixo do estrado, impossíveis de serem alcançados.
Suely, bastante flexível, conseguia curvar o corpo e com a mão direita tocar o tornozelo esquerdo e vice versa, mas era só isso. Depois de inúmeras tentativas, já com a musculatura abdominal dolorida, pelo esforço, desistiu de se soltar.
- Meu Deus! E agora...vou te de esperar a volta de Luiza e Marcelo, para me libertarem! Que vergonha…. Eu estou nua, com minha xoxotinha exposta. Se ele entrar primeiro, vai me ver assim. Tomara que seja minha amiga, a primeira a entrar no quarto.
Mas as horas foram passando e ninguém retornava. Luiza, totalmente angustiada, por se encontrar nesta situação, sentia os músculos das coxas doloridos, por estarem suas pernas em abertura máximo, presas cada uma nos pés da cama de casal de Luiza.
Noite de segunda-feira, com mais de 48 horas presa à cama, com bastante sede, ela agora só sabia chorar, como sempre fazia, em situações de angustia.
Marcelo, ficou junto a querida sobrinha, até o anoitecer de segunda, depois de providenciar tudo o que foi necessário para o bem estar de sua queridinha. Cansado, mas já mais calmo com a boas notícias recebidas, estava voltando para casa. Doutora Marcela, tinha lhe afiançado que o estado mental da sobrinha, não era de difícil recuperação e que em sua opinião, não seriam necessários meses para a sua cura, mas apenas semanas.
Só quando entrou em casa, foi que se lembrou de Suely, a amiga da sobrinha. - Nossa! Fiquei tão envolvido com tudo, que até me esqueci de ligar para a garotinha! Tenho de me desculpar com ela. Procurou Suely por todo canto e não a encontrando, achou que ela já devia estar dormindo, pois já é muito tarde. - Amanhã eu falo com ela.
Fez um pequeno lanche e depois subiu para o seu quarto. Tomou um banho demorado, vestiu um pijama e foi dormir. Mas algo o incomodava e resolveu ir ate o quarto da sobrinha, ver se Suely estava bem. Mas quando entrou e viu a garota, ainda amarrada pelas pernas à cama, se surpreendeu. Ela estava dormindo. Arregalou os olhos a vendo nua, toda aberta, expondo sua bucetinha.
- Acho que ela não conseguiu se soltar, os nós estão por baixo do estrado. Que corpo mais lindo esta garotinha tem! Bucetinha gordinha, sem nenhum pelinho.... Que espetáculo! E os seios com estes mamilos rosadinhos...que delícia.
Atraído como mosca no mel, ele se sentou na cama e ficou devorando a nudez de Suely. Puta que pariu! É muita tentação para um pobre mortal! Mas eu tenho de resistir...será que vou conseguir?

Continua em: A Incrível história de Luiza - Capítulo III (A carne é fraca)

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:23 de abril de 2015 23:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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