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A MALDIÇÃO DE MARIZA

A MALDIÇÃO DE MARIZA
Minha filha, está na hora de ir para o teu cursinho, o senhor Afonso já deve estar descendo, não quero que você o atrase. Não se esqueças que é um grande favor dele a levar e trazer par o curso. Se não fosse assim eu não a deixaria estudar à noite, num lugar tão longe de casa.
Dona Esther tinha razão em advertir à filha a este respeito. Pois Mariza, garota bem novinha, necessita muito fazer este cursinho de informática, pois só assim poderia arrumar um emprego.
Tinham muitas dificuldades de ordem financeira. Esther trabalhada, à noite como servente em uma clínica médica, três dias por semana e durante o dia, fazia algumas faxinas em casa de famílias, tudo porque Cecília, a irmã mais velha de Mariza, tinha sofrido um grave acidente de trânsito e estava impossibilitada de trabalhar; ela estava com as duas pernas engessadas. Os tratamentos que tinha de fazer eram muito caro e o dinheiro não estava dando para nada.
Tiveram tremenda sorte, pois no mesmo prédio delas, morava o professor Afonso, um dos sócios da escola profissionalizante A&B Ltda.
Esther o conheceu, fazendo faxina no apartamento dele, que logo soube das dificuldades dela em manter as duas filhas, ainda mais neste momento de doença na família.
Se prontificou a matricular Mariza, num dos cursos da escola, a troco de uma faxina semanal em sua casa. Esther ficou radiante e logo aceitou o que ele lhe propunha. A única dificuldade era que a escola fica no centro da cidade e elas moravam num bairro bem distante, quase uma hora de ônibus.
Afonso logo sanou este problema, se prontificando em levar e trazer a garota, nas três noites de curso que ela teria.
Mariza escolheu cursar informática, por ser uma coisa mais fácil, para o seu nível de escolaridade.
O professor Afonso, um senhor bastante idoso, com 70 anos, o dobro da idade de Esther. Muito simpático e gentil, logo cativou Mariza.
Três vezes por semana, ela ia e voltava da escola, com o professor Afonso, de ônibus. Ele não tinha carro, pois desde que sofreu um acidente anos atrás, jurou nunca mais dirigir.
Condução sempre lotada e Mariza, por ser uma garotinha muito bonita e graciosa, sempre chamava a atenção dos homens, que sempre procuravam se encostar nela, para tirar uma "casquinha" naquela coisinha tão linda, que parecia estar deslocada, no meio deles.
Quando da primeira fez sentiu uma mão, atrevida, passear, por sua bunda, levou um susto tremendo e se aproximou mais de Afonso, que ao seu lado, parecia não notar nada. Tímida, nada falou a ele, por pura vergonha.
E isso acontecia quase sempre. Mão boba em condução lotada, era usual hoje em dia, nas grandes cidades como São Paulo, ainda mais com uma garota tão bem-feita de corpo e usando roupa curta e folgada, era um convite para os aproveitadores.
Mariza logo aprendeu que não devia usar saias tão curtas, como gostava de vestir, passando a usar calça jeans, O único problema era que elas eram bem justas, modelando sua bunda, atraindo como mosca no mel o apetite dos aproveitadores.
As mãos continuaram a bolinação, mas agora vestindo a sua calça se sentia protegida e nem se importava mais com isso, sempre de olho no professor Afonso, pois não queria que ele soubesse o que estava acontecendo. Que ela se permitia ser tocada por estranhos e que estava gostando da bolinação.
Mariza, que nunca fora beijada, pois nunca teve namorado, sem perceber, ficava excitada com o toque dos caras e encarava tudo como sem importância, pois no meio de tanta gente, pensava que eles não se atreveriam a ir além de apalpar suas coxas e bunda.
Mas como quem está na água é para se molhar, numa noite na volta para casa, em que o ônibus estava particularmente lotado, Mariza como se acostumou a fazer, não se aproximou muito de Afonso, ficando a uma boa distância dele, dando mole para ser bolinada, ficando de preferência onde tinha passageiros homens.
Não sabe como, se viu cercada por três caras enormes e com cara de pouco amigos. Os três a estavam bolinando em grupo, passando muito dos limites. Os atrevidos conseguiram abrir os botões de sua blusa e dedos rudes amassaram seus seios. Tentou tirar a mão invasora, mas mãos seguraram seus braços enquanto outras se enviaram por dentro de sua calça. Apavorada sentiu uma mão espalmada passear por sua bucetinha, no meio dos grandes lábios, ficou em pânico e tentou se afastar deles. - Dá licença, quero ir para junto do meu tio, que está ali adiante! Se não me soltarem vou gritar por socorro!
Sentiu que eles se aproximaram mais dela, a mantendo bem apertada no meio. - Você não vai fazer escândalo, nenhuma puta de merda! Fique bem quieta, está sentindo este canivete nas suas costas? Se abrir o bico para reclamar de alguma coisa, ele vai ser enterrado em você.
Mariza ficou apavorada quando sentiu a aponta do canivete em suas costas, com muito medo, ficou quieta. - O que vocês querem de mim? Foi que conseguiu falar, quase sussurrando.
- A gente quer o teu celular o teu relógio e o que tens nesta mochila! - Pode levar tudo o que quiserem, mas não me machuquem! - Não vai ser tão fácil assim, garotinha...estamos bem perto da porta e você vai descer com a gente, assim que ela se abrir.
Ficou em pânico ao ouvir isso. Tomou coragem e lhes disse, quase chorando, que não iria sair com eles de jeito nenhum. Deu um gritinho de dor, ao sentir a ponta do canivete furar sua carne lá nas costas.
- Você vai sair com a gente, sim... senão este canivete vai entrar todo em você! Tão logo a porta se abriu, ela se viu empurrada para fora, no meio dos três bandidos. Pouca gente notou o que estava acontecendo, a não ser uma senhora idosa, que quando a porta se fechou, tomou coragem e deu ao alarme: - Os três caras, obrigaram a garota ir com eles.
Foi aquele tumulto danado no coletivo e só então Afonso procurou por Mariza e não a encontrando, soube logo que era ela, a jovem sequestrada.
Na escura rua, Mariza, foi empurrada com violência para fora da calçada, em direção a um beco, entre um bar que ainda tinha alguns clientes bebericando e uma construção abandonada.
- Agora, garotinha, dê tudo que tens, inclusive tuas roupas, a gente quer prova carne tão novinha como a tua.
Quando eles a seguraram e como doidos começaram a lhe rasgar as roupas, ela esperneou e gritou alucinada. O sutiã foi junto com o resto e só de calcinha, conseguiu se safar dos caras e com a força que o medo lhe deu, correu como nunca, em direção ao bar, gritando por socorro.
Os três vieram atrás dela, na tentativa de a pegar novamente e conseguiram, a derrubando com violência no meio da rua, bem em frente ao bar. Quando estavam a levantando para a levar de volta ao beco, se depararam com quatro homens que saíram do bar,
- O que estão fazendo com esta mulher, caras? - Isso não é da conta de vocês, voltem para o bar se não quiserem se dar mal!
- Olhem só o atrevimento deles, pessoal? Vamos dar uma lição nesses safados! - Quando o maior dos mulatos, o que empunhava canivete, pensou em atacar os homens, se viu na mira de quatro pistolas.
- A gente bem que podia queimar vocês três, mas não queremos "fazer barulho" e vamos deixar vocês irem embora.
Os três saíram correndo, deixando para trás Mariza e a mochila dela. A jovem tinha batido com a cabeça do asfalto e estava desacordada.
O dono do bar e os três policiais civis, seus clientes, levaram Mariza para dentro do estabelecimento e a colocaram deitada sobre o balcão. Depois de a examinarem viram que a batida na cabeça foi superficial e estava apenas com um "galo" pouco acima da testa. Ela não necessita de cuidados médicos...O que vamos fazer pessoal?
- Vejam o corpinho lindo desta garota? Podemos aproveitar um pouco dele e a deixamos lá no beco, pois afinal de contas era o que os caras iam fazer, a estuprar e talvez até a matarem. Ela tem sorte, podemos comer esta bucetinha e este cuzinho e quando ela acordar vai pensar que foram os malandros que fizeram isso com ela. O que acham da minha ideia pessoal?
XXXX
Rapidamente Mariza ficou sem a calcinha, sua única vestimenta. - Nossa! Que garota mais gostosa! Bucetinha bem gordinha e quase sem nenhum pelo! Não tem jeito, turma, vamos fazer como Betão falou. Não é toda hora que temos material de primeira a nossa disposição.
Concordo com vocês, mas não aqui no meu bar...vamos levar essa coisinha linda lá para os fundos, onde eu tenho o meu quarto e fazermos o serviço completo nela.
- Deixem primeiro eu dar uma olhada na mochila dela, sempre é bom saber com quem estamos lidando. - Vejam só pessoal, que coisa de louco! A nossa foda de hoje, tem apenas 16 anos e é uma estudante de informática. - Estou achando que ela ainda é virgem, vou meter o dedo e examinar.
- Carlinhos, afastou as coxas de Mariza e meteu um dedo na vagina e quando encontrou a "porteira fechada", deu um grito de júbilo: - Q que delícia! Uma pequena virgem!
- Puta que pariu, é muita sorte nossa! Vamos tirar a sorte para ver quem será o sortudo que vai tirar o cabacinho dela.
Na porrinha, Betão foi o vencedor. - Finalmente vou poder provar a bucetinha de uma virgem! Depois, nem sei como poderei encarar a bucetona da minha mulher!
Nas disputas seguintes, pela disputa do cuzinho da garota, Carlinhos foi o vencedor, mas alertou seus companheiros: - pessoal, estou achando que esta garota, vai ficar muito tempo com a gente e deve acordar logo e depois pode nos dedurar! - O que vamos fazer a respeito disso?
O investigador Carlos, o mais veterano dos policiais, logo encontrou solução para isso. - Eu estou disposto a passar muitas horas comendo esta garotinha, em todas as posições e até na boca quero enterrar o meu pau. Acho que todos vocês também desejam o mesmo. - Depois vamos dar um jeito dela não nos dedurar. Um pequeno aperto no pescoço e pronto... morto não fala.
- Credo! Você está dizendo para a gente matar a pobrezinha... ela é tão novinha! - Não concordo com isso. Tenho outra ideia…Nós a manteremos com venda nos olhos e desta maneira não será preciso "desovar" a garotinha, como você quer.
Mariza foi recobrando a consciência aos poucos, com uma terrível dor na cabeça. Custou a perceber o que está acontecendo com ela. Sentiu que um pano tapava seus olhos e que estava nos braços de alguém, sendo levada para algum lugar. Pensou que estava sendo socorrida, mas logo percebeu seu engano.
Foi colocada sobre uma cama, que fedia muito e quando tentou tirar a venda dos olhos, não pode. Suas mãos estavam algemadas às costas e tomada de terror, gritou por socorro, imaginando que ainda estava em poder dos três homens que a levara do ônibus.
Betão, tomando por desejo enorme, arriou o seu corpo nu por cima de Mariza. Respirando forte, beijava e lambia o rostinho dela, enquanto sussurrava: - Minha linda, não adianta gritar e espernear... eu vou tirar o teu cabaço e você vai gostar.
Mariza, com o homem entre suas pernas e imobilizada pelo peso dele e com a cabeça do pênis, roçando entre os lábios vaginais, alargando as paredes de sua buceta. Bem lentamente ele foi entrando em suas carnes. O grito de dor foi abafado pela boca, que a sufocava com a língua toda enfiada em sua boca.
Ela o sentia entrar e sair, cada vez mais rápido e as paredes de sua bucetinha, se acomodar para dar passagem aquele mostro dentro dela. Mariza gemia de dor com o homem se movimentando sobre ela, mordendo e lambendo seus ombros e pescoço, como um alucinado.
Muito pequena com o enorme homem que a estuprada, tão selvagemente, quando ele gozou dentro dela, forçando bem fundo pau, Mariza não resistiu a dor e desmaiou.
Voltou a si, minutos depois, berrando de dor, com um outro sujeito, todo enterrado em seu cú. Seu sofrimento, desta vez foi muito maior, mas apesar disto, não desmaiou e ficou apenas dando gemidos enquanto o cara fazia sexo anal nela.
Muitas horas depois, ela não tinha mais forças para chorar ou gemer, depois que muitos homens a violentaram, usando os seus dois buraquinhos indiscrinadamente. Mas o pior de tudo foi quando eles resolveram fazer dupla penetração e usar sua boca como depósito de porra.
O cruel e estúpido estupro coletivo de Mariza, que ficou em poder dos monstros por mais de 24 horas, foi tão apavorante, que a mente da jovem não suportou e apagou de vez.
XXXX
O professor Afonso, muito abalado com o sequestro da pequena Mariza, sua protegida, tratou de dar parte do seu sequestrou e telefonou para dona Esther. Tão inusitado fora o modo como os três bandidos levaram a garota, praticamente a vista de todos, que imediatamente intensa procura por ela foi montada. Apesar de tudo, nenhuma pista foi possível obter do seu paradeiro.
Foi por puro acaso, que um morador de rua, "tropeçou" com o corpo nu de uma jovem, jogado no meio de um matagal, na periferia da cidade. Ia saindo de fininho, pois não queria complicações com defunto. Se fosse avisar do achado, iriam lhe fazer um montão de perguntas e até poderiam pensar que fora ele o responsável pelo presunto.
Mas ficou tão penalizado por deixar a morta, assim exposta aos bichos que por ali habitam, que tomou coragem e resolveu fazer abrir uma cova rasa.
Em questão de menos de 30 minutos, o buraco estava pronto e ele arrastou o corpo de Mariza, pelos pés, para a enterrar.
Com as próprias mãos iniciou a jogar terra sobre o corpo, foi quando, muito assustado, percebeu que o peito da "morta" se movimentava. - Deus do céu! Morto não respira! A diabinha está viva!
Não sabendo o que fazer e totalmente desorientado, ele resolveu a levar para o que chamava de meu barraco, montado no meio do mato. Na verdade, não passava de uma tosca armação com meias paredes de galhos e folhas com uma cobertura idêntica.
Ele levou Mariza para lá e a colocou deitada, sobre um monte de folhas secas, para a proteger da unidade da terra úmida. Ficou olhando para o corpo despido dela, devorando com os olhos cada pedaço, com mãos nervosas ele examinou cada centímetro, dando como desculpa, que estava procurando ferimentos.
Não encontrou nenhum machucado, a não ser um pouco de sangue seco ao redor dos lábios vaginais e do ânus e com os seios e mamilos bastantes vermelhos, com marcas do que pareciam serem dentadas. Não atinava o porquê de ela continuar desacordada, pois os seus ferimentos não justificam isso.
Durante três dias ele cuidou dela, com muito carinho, dando de beber e a fazendo comer alguns restos de comida que conseguia nos restaurantes às margens da rodovia, que cortava a região.
Finalmente, Mariza recobrou a consciência e ele pela primeira vez pode ver os maravilhosos olhos azuis. Mas eles pareciam sem vida, o olhando sem expressão, não parecendo se importar de estar naquele lugar miserável e sem nenhuma roupa.
- Meu nome é Zé do Mato e a encontrei alguns dias, jogada lá no matagal. Qual é o te nome e o que aconteceu com você, moça?
- Mariza, meu nome é Mariza e não sei o que aconteceu comigo. - Você tem família, Mariza e sabe onde moras?
- Acho que sim..., mas não tenho lembranças dela e acho que moro afastada do centro de cidade, não sei bem onde. Mas onde é que estou?
- Você está no meu barraco, alguns quilômetros da cidade que acho é onde moravas. Queres ir até lá para tentar descobrir algo a teu respeito?
- Não, pelo amor de Deus! Tenho muito medo.... Eles me agarram e judiam de mim! Quero ficar com você, aqui ninguém pode me achar. - Sabes que eles querem me matar?
-O que é isso garota? Quem são eles e porque querem matar mocinha tão linda?
-Não sei, não me lembro quem são! Mas tenho muito medo. Por favor não me obrigue a sair daqui!
- Você quer ficar morando aqui, comigo? Eu não tenho nada para lhe oferecer e pelo jeito você é pessoa acostumada a ter um certo conforto. Comigo você não terá o que vestir, a não ser uns trapos que eu possa conseguir e até poderás passar fome.
- Não interessa nada disso.... Tenho muito medo... acho que eles estão a minha procura! - Eles quem, criatura de Deus?
- Eles, os homens maus que moram lá na cidade.
Para Zé, isso era o máximo, ter uma companheira morando ali com ele. Na sua ignorância, não podia atinar que a bela jovenzinha estava com graves distúrbios mentais, oriundos do estupro de que fora vítima, nas mãos dos quatros homens, que fizeram coisas terríveis com ela.
Quatro meses depois, Mariza continuava morando com Zé, não se afastando mais do que 100 metros da miserável habitação, se escondendo toda vez que percebia a aproximação de estranhos.
Zé do mato, fazia tudo para dar um pouco de conforto para ela e até se sujeitou a trabalhar como um faz tudo, para a igreja do padre Antônio, uma alma caridosa que sempre procurou ajudar o Zé.
Um vestidinho, uma sandália foi que ganho dele. Comida ele trazia a noitinha quando retornava.
Ela passou a ter grande estima pelo rude homem e ele totalmente apaixonado pela jovenzinha, apesar de muitos anos atrás, no tempo em que era "gente", como ele mesmo dizia, foi pai de uma menina, que hoje deveria ter quase o dobro da idade de Mariza.
Dormindo juntos no pequeno espaço do barraco, o inevitável tinha de acontecer. Quando ele a procurou, ela não se negou e ele a fez sua mulher.
Mariza, adorou ter alguém que a protegia do mundo, que ela temia tanto. Não o amava, mas sentia enorme fazer em fazer sexo com o Zé.
Ela, na sua ignorância em assuntos de mulher, só foi descobrir que estava grávida, quando a barriga começou a crescer.
Ela ficou radiante ao saber que iria ter um bebê, mas Zé do mato, ao contrário ficou apavorado. Sabia que nas condições miseráveis em que moravam, era quase impossível ela ter uma gravidez sem risco e ainda mais manter um bebezinho naquele local.
Levava em conta que Mariza, estava muito frágil, com alimentação insuficiente estava sempre doente, muitas vezes nem conseguia andar pelas redondezas.
Sujas preocupações se concretizaram, a gravidez de Mariza não vingou e ela perdeu o bebê. Desde então a saúde dela só fez piorar, tanto no físico como a mental. Agora ela tinha até dificuldade de se lembrar do próprio nome.
Zé sabia que tinha chegado a hora dela ir embora. Apesar de a amar como nunca, se ela ficasse com ele, corria o risco de morte.
Ele foi até o seu benfeitor, o padre Antônio e pela primeira vez, revelou a alguém a existência de Mariza, morando com ele há 9 meses. Contou a ele todos os detalhes, de como a encontrou a beira da morte e a sua confusão mental, que se tornaram amantes e a sua gravidez.
Padre Antônio ficou chocado com a revelação do zé e o repreendeu: - Você, meu amigo, fez muito mau. Devias ter procurado as autoridades e contado tudo. Esta moça deve ter família que provavelmente estão chorando o seu sumiço, talvez até pensando ela esteja morta.
-Mas padre, ela não queria que eu revelasse para ninguém a sua existência, dizia que os homens queriam a matar e tinha muito medo de ser descoberta. - Zé, é obvio que ela sofreu algum tipo de trauma. Temos de a levar para ser tratado e revelar sua existência a uma possível família.
Cinco dias depois, Mariza estava internada numa clínica, sob responsabilidade do padre Antônio.
Cecília a irmã mais velha de Mariza, vendo o noticiário da televisão, teve sua atenção despertada por uma notícia:
"Moça sem memória, foi encontrada perambulando pela cidade, não tendo lembranças da família e nem do seu nome. O seu estado de saúde é muito precário e ela está internad......" - Quando Cecília viu a foto da moça, estampada, pedindo que quem conhece a família da moça que se comunicasse com o padre Antônio…"
Cecília deu um pulo da poltrona e gritou por sua mãe, que se preparava para sair, pois era dia de plantão na clínica onde trabalhava.
- Mamãe...mamãe…é ela, é ela...é Mariza, ela foi encontrada!!!!!
Quase um ano depois de ser sequestrada, quando voltava para casa, Mariza estava de volta ao seu lar.
Ela nunca mais recuperou a memória, mas talvez fosse melhor assim, pois que se lembrasse dos terríveis acontecimentos a que foi submetida, talvez pudesse enlouquecer.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 20:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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