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A Mulher desejada

A Mulher Desejada

- Quem é?
- Dona Esther, é o entregador do supermercado.
-Tudo bem, vou abrir o portão.
- Bom dia, senhora...onde posso colocar as compras?
- Por favor... se não for incômodo, leve tudo para a dispensa ali ao lado.
- Muito obrigado, rapaz. Você foi muito gentil, tome aqui...isto é para você.
- Nossa! Toda essa grana? A senhora é muito generosa!
- Você mereceu.... Arrumou tudo nas prateleiras. Isto não era tua obrigação.
- Que nada, Dona! Estamos aqui para servi-la.


- Vocês nem imaginam! Hoje de tarde eu fiz uma entrega na casa de uma dona, que é a coisa mais gostosa deste mundo. Fiquei doidão... a mulherzinha estava com um short bem curto e uma blusinha fina e decotada. Que coxas e bunda a madame tem! Fiquei de pau duro. Tive de disfarçar para ela não notar, quase babei de tesão. A boazuda pediu para levar os trecos para a dispensa e eu que não sou bobo, me ofereci para arrumar tudo nas prateleiras. Demorei bastante fazendo isso, foram mais de dez minutos.

A danadinha, me ajudando a tirar as compras das caixas e cada vez que se inclinava, eu via os peitões, aparecendo quase todo. Minha vontade era agarrar tudo aquilo e papar ela ali mesmo. Acho que ela notou que eu não tirava os olhos do corpão dela. Mas a putinha nem se importou, pois continuou a se curvar. - Meu Deus! Quando saí dali tive de bater uma punheta, em sua homenagem.

- Eu sei quem é essa zinha, Tião. Eu faço entregas de pizzas para ela. É a nova moradora daquela casa de centro de terreno, lá da esquina, no final da rua. Uma ou duas vezes por semana, ela faz pedidos para a gente.

- É isso mesmo, Betão. É uma loirinha bem novinha. Casada de pouco. Acho que o maridão é piloto de navio ou coisa parecida pois está sempre viajando.

- Epa, Epa...! - Vejam só quem vem vindo? - Porca miséria! É ela! A super deliciosa da nossa vizinha
.
Os seis rapazes, na mesa do bar, bebendo pinga, ficaram mudos, a comendo com os olhos, Esther passando tranquilamente pela larga calçada, indo em direção à sua residência, notou os olhares gulosos dos seis rapazes, mas vaidosa e acostumada a ser desejada, apenas, passou por eles, os saudando com um leve aceno de cabeça.

Esther, realmente é uma jovem muito bonita, com 22 anos e com um corpo maravilhoso de arrancar suspiros por onde passa. Cintura fina, coxas grosas bem torneadas, e bunda arredondada, levemente empinada, e seios lindos, tão firmes que parecem maiores que o normal, com mamilos eretos. Uma verdadeira beldade. Cabelos loiros compridos e olhos azuis, 1,62 m de pura tentação.

Casada a dois anos com Eduardo, ama o marido profundamente, piloto de uma companhia de navegação, fazendo linha internacional. Esther adora fazer sexo com ele e suas longas ausências, sempre a deixam em "ponto de bala" ansiosa por uma boa foda. Sabe que é gostosa e cobiçada pelos homens e por isso, gosta de atiça-los, mas nunca passou disso. Trair o marido... nem pensar.

Quando viu os rapazes, no bar perto de casa, resolveu se exibir para eles e como quem não quer nada, passou bem lentamente pelo local e os cumprimentou com um leve aceno de cabeça e seguiu o seu caminho, sabendo que eles estavam de olhos fixos na sua bunda. Isto a deixava muito "acessa", desejando que Eduardo retornasse logo para casa, para acalmar a sua sede de sexo.

Afonsinho, o mais atirado deles, ficou malucão, e não tirou o olhar do rabo da loira - Puta que pariu! Vocês tinham razão...a mulher é gostosa demais! Eu dava tudo para enterrar o cacete naquela bundinha...que coisa mais deliciosa!

- Pena que aquele mulherão não é para o nosso bico...aquilo é papa fina, é coisa impossível para gente como nós.

- Que nada, caras! Se tivermos coragem, a gente pode foder a madame e ela nem vai nos dedurar. - Está doido Betão! Como pode ser isso?

- A coisa pode ser bem simples, mas só conto se vocês estiverem a fim de comer aquela gostosona e jurarem ficar de bico calado, depois da gente foder a putinha.

- Está certo, cara... conte com a gente. Para entrar naquele cuzinho topamos tudo.
- É o seguinte... ela está sempre sozinha em casa. Entramos lá, a fodemos à vontade e depois vamos embora, sem nos preocuparmos que ela nos delate depois.

- Como pode ser isso, Betão? - Vou explicar. Ela sempre pede por telefone, pizza e algum tipo de suco. Na próxima vez, eu vou injetar no suco, este líquido aqui e ele vai dormir por um tempinho. Depois eu dou um jeito de entrar na casa e abro a porta dos fundos, para vocês entrarem e fazermos a festa com ela.

- O que você tem neste vidrinho, Betão? É o Boa Noite Cinderela, isso vai deixar a loirinha bastante sonolenta por um bom tempo, aí podemos nos divertir com ela. A bichinha vai estar tão no mundo da lua, que não vai poder resistir.

- Eu topo o negócio e vocês? - Já que todos estão de acordo... eu tenho uma ideia melhor. Quando estivermos trepando com a mulher, a gente coloca na Cabeça dela um saco preto, preso no pescoço, com um nó bem apertado. Com uns furinhos para a putinha respirar e ao mesmo tempo abafar os gritos dela.

- Legal, Afonsinho.... É bem melhor comer a cadelinha, acordada do que dormindo. Agora é muito importante que ninguém diga o nome do outro, senão ela pode nos dedurar depois; apesar de que o BNC do Betão vai deixar ela tão doidinha, que duvido que ela vá se recordar de alguma coisa, depois.

- Tudo bem, turma, fiquem de olho nos celulares, pois pode demorar uns dias, até ela fazer novo pedido e se for eu a fazer a entrega e se o marido dela não estiver em casa.

Dez dias depois, 22:00 horas, Betão telefona para sarará, parecendo estar muito ansioso: - Sarará, avise os outros. É hoje o dia! Adivinhe onde estou, cara? ..... No quarto da gostosinha! - Chame a turma para cá. Diga para entrarem pelo portão dos fundos que dá acesso para o beco. Ajam com cuidado, ninguém os pode ver entrar.

Betão tinha realizado o prometido aos cinco amigos. Eram 19:20 horas, quando ele fez a entrega do pedido de pizza feito por Esther. Um rapazote, seu colega na pizzaria foi o escalado para fazer a entrega, mas quando ele viu que era para a casa da gostosinha, fez questão de ir no lugar do garoto.

Do seu armário, no estabelecimento, retirou o vidrinho contendo o BCN (Boa Noite Cinderela), o capuz preto e umas chaves de fenda, colocou tudo dentro de uma sacola e partiu, pedalando a bicicleta de entrega. Antes de chegar à casa de Esther, abriu com muito cuidado a tampa do recipiente do suco de laranja e despejou todo o conteúdo do vidrinho de BCN.

- Boa noite, dona Esther.... Aqui está a sua pizza e o suco pedido, Bom apetite. - Obrigada, garoto, aqui está uns trocados para você. - Me faça um favor, quando sair puxe o portão com força. - Pode deixar dona Esther, vou fazer isso.

Betão fechou o portão como a madame pediu, mas ele ficou dentro do quintal e rapidamente se esgueirou pela lateral, até os fundos da casa e lá ficou sorrateiramente, por uns bons dez minutos. O tempo necessário para a droga agir em Esther.

Com muito cuidado, fazendo uso das chaves de fenda, conseguiu abrir a porta da cozinha e entrou na casa.

Esther estava caída desfalecida sobre o sofá. Na mesinha, restos da pizza e um copo vazio. A embalagem do suco ainda estava pela metade. Betão despejou o restante do suco no copo e com muito cuidado, levou aos lábios semiabertos de Esther.

- Querida, beba tudo... eu a quero bem no mundo da lua, pois a nossa noite será bem longa. Depois ele a levou para o quarto e ficou olhando para o belíssimo corpo, estirado na cama. Não podia acreditar no que estava fazendo... foi uma coisa muito perigosa…mas agora já estava feito, não tinha mais volta.

A verdade é que os seis rapazes, apesar de serem "desmiolados", nunca tinham ultrapassados certos limites da decência e dos bons costumes, a não ser manusear drogas, nada além disso. Agora, o desejo desmedido em terem uma noite de sexo com Esther, os estavam levando para um perigoso caminho, esquecidos de todos os preceitos ditados pela razão e decência

Tremendo como vara verde, mas cheio de tesão, tirou toda a roupa de Esther, a deixando nuazinha em pelo. - Puta que pariu, você é muito gostosa, mulher! Não vou aguentar, vou te enrabar, antes de chamar os meus amigos, tenho muito tempo para isso.

Betão virou Esther de costas e separou suas coxas. - Que rabão mais lindo! Vou me fartar nele! Nunca vi bunda mais linda do que a tua! Em instantes ele estava pelado e com as mãos separou as nádegas e quando viu o buraquinho rosado do cuzinho, suspirou fundo:

- Que coisa mais linda! Bem fechadinho.... Acho que o teu marido não gosta de comer o teu cuzinho! Mas de mim você não escapa, vou te enrabar bem gostoso.

Betão não se conteve, meteu o rosto no meio da bunda de Esther e começou a beijar e lamber o buraquinho, forçando com a ponta da língua a apertada grutinha. - Que rabo mais cheiroso e apertado! Vou enterrar o dedo bem fundo, só para amaciar o bichinho. Por um bom tempo ele ficou movimentando o dedo no cú da desfalecida moça, intercalando com beijos e lambidas.

- Está na hora do meu pau conhecer esta caverna... vou deixar tua xoxotinha no ponto para os meus amigos. Betão se deitou por cima de Esther, colocando-se no meio de suas coxas. Encostou a cabeçona do pau e foi empurrando. Como estava lubrificado com saliva, mesmo com muita dificuldade, foi entrando. A cabeça entrou e ele ficou alguns segundos, parado, em seguida empurrou o resto do caralho, até sentir o saco encostar nas macias nádegas.

Com as mãos espalmadas nos seios e com a boca lambendo e dando mordidas no pescoço e ombro da loirinha, começou a bombear lentamente e depois, gemendo e a mordendo com mais força, aumentou o movimento de vai e vem. - Que delícia de cú! Sinto o anelzinho se contrair, apertando o meu cacete. O rapazote ficou por mais de meia hora, fazendo sexo anal em Esther e por duas vezes ele derramou sua porra no profundo poço.

- Tudo muito gostoso, dona, mas está na hora de chamar os meus amigos. Você foi só minha por mais de uma hora. Antes de fonar para a turma, usando uma caixinha de cera, tirou cópia das chaves das três portas de acesso à casa. Ele queria garantia futuras invasões para a sua turma.

- Baixinho, você que é boca grande, cuidado para não falar os nossos nomes quando estivermos lá no quarto da mulherzinha, pois ela já deve estar quase acordando.

Os seis rapazes, em volta da cama de Esther, que nua e de coxas abertas, exibia a beleza de seu corpo. - Eu não falei, amigos, que a gente podia comer esta gostosinha! Aí está ela para ser "jantada". Eu já me fartei antes de chamar vocês. Cú e buceta já comi à vontade, só falta esta boquinha linda para provar o meu cacetão.

- Betão, deixe de conversa fiada... você já fodeu a mulher, deixe a gente "trabalhar" a bichinha! - Ué! Ela está aí, é só avançar.

- Os rapazes não esperaram novo convite. Afobados e ansiosos os cinco se atiraram sobre o corpinho de Esther. Por quase três horas, como urubus numa carniça, usaram e abusaram de Esther, fazendo dupla penetração e a fazendo engolir muita porra.

Incansáveis não queriam sair do corpo da desfalecida moça, mas Betão notou que Esther estava acordando, pois, os efeitos da droga que a manteve dopada por tanto estava se dissipando.

- Atenção, turma.... Ela está acordando. Está na hora de colocarmos o capuz nela e tomar cuidado... ninguém pode falar o nome do outro. Se ela descobrir quem somos, estamos fodidos.
Xxxxxx

Esther chegou em casa, cansada e suada da caminhada. Agora um bom banho e descanso. Recostada no sofá, ligou para pizzaria e depois por vinte minutos falou com o marido, no meio do oceano, navegando para o outro lado do mundo.

Quando o rapaz da pizzaria chegou, ela o recebeu, como sempre fazia, com muita simpatia e um sorriso no rosto. - Boa noite, dona Esther.... Aqui está a sua pizza e o suco pedido, Bom apetite. - O brigado, garoto, aqui está uns trocados para você. - Me faça um favor, quando sair puxe o portão com força. - Pode deixar dona Esther, vou fazer isso.

Esther já conhecia o rapazote, pois geralmente era ele quem trazia as suas pizzas. Ela o achava bem simpático e gentil. Um belo moço, que a comia com os olhos, quando fazia as entregas em sua casa ou lá no bar da esquina, junto com os seus amigos. Ela gostava se ser desejada pela aquela turma. Isto a deixava muito vaidosa. Ser cobiçada por seis garotos a deixava, até certo ponto, excitada.

Saboreando a deliciosa pizza e bebendo o seu suco de laranja, Esther se imaginava nos braços do seu querido maridão, cheia de tesão. Afinal de contas, ela estava na "seca" a mais de doze dias, desde que Eduardo embarcou para esta longa viagem. Tinha feito uma caminhada, entremeada com leves corridinhas e agora estava sentindo o esforço do puxado exercício. Se sentia muito cansada e com um sono danado. Sem conseguir ir para a cama, se inclinou no sofá e mergulhou num profundo sono.

Xxxxxx

Acordou sentindo uma tremenda indisposição. Sua cabeça latejava muito e na boca uma espécie de gosma com gosto ruim, quase a sufocava. Muita dor por todo o corpo, principalmente nos seios, na xoxota e no ânus. Ainda meia zonza, não sabendo o que estava acontecendo, percebeu que alguma coisa envolvia sua cabeça, uma espécie de saco. Tentou removê-lo, mas assustada, verificou que a boca dele estava fechada em volta do seu pescoço. Levou as mãos e apavorada percebeu que alguns nós o prendiam fortemente ao seu pescoço, impossibilitando que se libertasse.

Esther entrou em pânico total, quando percebeu que estava nua e deitada em uma cama, provavelmente a sua própria. Com o choque e a adrenalina a mil, tentou sair da cama. Uma corda, presa ao seu pescoço e à cabeceira a impediu.

Com braços e pernas livres, tentou se soltar, mas foi impossível, os nós estavam muito justos e apertados e ela se sentia sufocar. Nesta altura compreendeu que alguém a tinha aprisionado e pelas dores que sentia na vagina, no ânus e nos seios, fora estuprada e que o gosto que sentia na boca, indicava que fizeram sexo oral nela.

Não ativava como isso pode acontecer, sem ela perceber nada. Se lembrava que sentiu um sono irresistível, só acordando agora. Esther não era burra e atinou que fora drogada. Como isso aconteceu? Depois do banho, fez o pedido da pizza e.….

- Meu Deus! A droga estava no suco ou na pizza! Então foi o garoto que fez a entrega, o tal de Betão. O filho da puta me drogou e me estuprou! Eu bem que desconfiava daqueles olhares de gula, mas nunca pensei que fosse capaz de fazer uma coisa nojenta como essa.

Horrorizada, começou a gritar, pedindo por socorro, sabendo de antemão que pouco adiantaria, pois, além de sua casa ser muito isolada da vizinhança, o maldito saco enviado em sua cabeça, abafava o som que saía de sua garganta. Depois de uns cinco minutos de inúteis gritaria, desistiu e resolveu ficar quieta, na tentativa de escutar algum som vindo da casa.

Silencio absoluto, o safado abusou como quis dela e depois foi embora, a deixando presa, sem nenhuma possibilidade de se soltar. Em total desespero, Esther se contorcia toda sobre a cama e com as mãos tentava arrancar o saco do rosto ou desatar o cabo que a prendia pelo pescoço à cama. O saco era de lona, apenas com alguns furinhos na altura na nuca e os cabos eram fios de nylon, destes de uso em pescaria. Tudo estava tão justo na altura do pescoço, que os seus movimentos só ajudavam que os laços ficassem mais apertados, ameaçando a sufocar. Sem mais nada para fazer para se livrar, começou a chorar e a pedir ajuda divina.

- Cachorro, canalha.... Porque ele fez isso comigo e foi embora? Vou morrer deste jeito.... Me ajude meu Senhor! Não me abandone... peço sua ajuda.

Na verdade, Betão e seus comparsas, não tinham ido embora. Os seis estavam reunidos na copa, no primeiro andar da residência. Estavam comendo e bebendo tudo que encontravam na dispensa e na geladeira, principalmente no sortido bar, com bebidas e quitutes de toda parte do mundo, que Eduardo trazia de suas viagens.

- Minha nossa! Como a madame vive bem.... Aqui neste barzinho só tem bebida fina! Afonsinho, já bastante tonto, de tanto beber, comentou com os seus amigos. Não só ele, mas todos os rapazes estavam bem embriagados e muitas garrafas já estavam vazias e algumas latas e pacotinhos, espalhados pelo chão da copa, comprovando o vandalismo deles.

Cavalão, um garoto de apenas dezoito anos, grande e gordo como um porco, justificando o apelido, se virou em direção a Betão e com a língua enrolado, disse: - Betão, vamos lá para cima e dar mais umas trepadas na madame. Ela está lá só esperando a gente! Foi motivo de gozação dos outros. - Cavalão, bêbado como você está, não é capaz de dar mais nenhuma. - Que é isso, cara? Mesmo gordo como sou, fui o que mais comeu a putinha. Gozei no cú dela por uma duas vezes e a fiz beber muito leitinho meu.... Aquela boquinha deliciosa foi feita para receber a minha piroca! - Duvido, Cavalão... eu perdi a conta de quantas vezes enterrei o meu pau naquela bucetinha.

- Turma, nada de briga de quem comeu mais a mulherzinha.... Vamos lá no quarto e tirar a prova de quem é mais fodedor. -E isso mesmo Betão…eu já estou louco de tesão novamente.

Tropeçando pelas escadas, o sexteto foi em direção ao quarto da moça, despostos a continuarem o bestial estupro, agora estimulados pelo álcool ingerido. O dia já estava quase surgindo, mas nada importava aos rapazes, a não ser continuarem desfrutando as macias carnes de Esther.

Ela ouviu o alarido que eles fizeram ao entrar no quarto e, apavorada recomeçou a gritar em terror total, ao perceber que não somente Betão, era o seu estuprador, mas todo os seus amigos lá do bar.

Betão se aproximou de Esther e junto ao seu ouvido, modificando a voz, lhe falou ao pé do ouvido: - Fique calada mulher, não adianta nada gritar. A gente vai continuar a te foder e depois vamos embora e você nem vai saber quem te enrabou.

- Eu sei quem são vocês, seus filhos da puta. É você Betão, não adianta disfarçar a voz. É você, safado de merda e toda a tua turma, que fica lá no bar, me devorando com os olhos. Vou colocar todos na cadeia, para nunca mais se esquecerem de mim, seus filhos da mãe.

As palavras de Esther, revelando que sabia quem eram os seus atacantes estupradores, assustou os rapazes. Atônicos ficaram se entreolhando, não sabendo o que fazer, diante desta revelação.

- Minha nossa! A vadia sabe quem somos! Ela vai nos dedurar à polícia...estamos ferrados! Eu não quero ser preso! - Fique quieto, Baixinho, deixe-me pensar, ninguém quer ser preso.

- Betão, não vai ter jeito, ela vai direto nos denunciar...estamos fodidos! Você é que é o culpado, teve a ideia drogar a mulher. - Todos vocês concordaram com tudo, portanto não sou o único culpado, vamos nos ferrar juntos.

Negrão, super nervoso, se virou para os outros gritando: - Eu não vou para a cadeia por causa de uma foda e se aproximando da cama, levou as mãos à garganta de Esther e com força iniciou a fazer enorme pressão.

- O que tu está fazendo cara? - Eu vou apagar a dona, não vou para a cadeia por causa de uma putinha.

Esther sentiu as mãos a sufocando, tentou se debater para se livrar, mas com ele sentado sobre sua barriga, nada pode fazer e aos poucos foi sentindo o ar lhe faltar e tudo se apagou em sua cabecinha.

- Você matou a mulher, Negrão! - Era a única coisa a ser feita, Betão... agora vamos embora. - Não podemos fazer isso, nossas impressões digitais estão por toda parte!

- O que vamos fazer, então, Tião? - Vamos botar fogo na casa e sair correndo. Assim vamos apagar todos os vestígios de nossa visita aqui.

Dez minutos depois, as chamam começaram a lamber a bela casa de Esther. Tião, o barbudo e sujo morador de rua, viu quando os seis rapazes saiam correndo do quintal, usando o portão dos fundos. Logo imaginou que eles foram os responsáveis. - Ladrões safados, assaltam a casa e ainda tocam fogo nela.

- E uma casa de bacanas, vou ver se consigo alguma coisa para mim, antes que o fogo queime tudo. Ele entra na casa pelo mesmo lugar que os "ladrões saíram e observa que o fogo ainda está restrito no segundo pavimento, então ele terá tempo para levar alguma coisa com ele.

Tião se veste com farrapos e seus trapos estão nas últimas, então imagina que lá, no quarto da casa, poderá encontrar muitas roupas. Sobe correndo as escadas, quer pegar o que puder antes que o fogo queime tudo ou que os bombeiros cheguem.

Imagina que os moradores não estejam em casa. Entra no quarto e tem o maior susto da vida. Uma mulher nua, com um saco de lona na cabeça, se debate na cama, tentando se livrar da corda que a prende a cabeceira. A fumaça negra começa a tomar conta de todo ambiente.

Sua primeira reação é sair do quarto e ir embora. Não eram ladrões que viu fugirem da casa, mas sim, homens que estupraram a mulher e a deixaram para ser queimada viva. Descendo as escadas, parou e se questionou: - Que é isso Tião, você não pode deixar a mulher ser queimada deste modo!

No meio da fumaceira que tomou conta de todo quarto, com um pano no rosto, Tião se inclina e levanta a dona da cama rapidamente. Foi então que observou um fio de nylon a prendia pelo pescoço a cama. - Minha nossa! Eu não vi isso, com o puxão que dei, acho que a enforquei. Conseguiu tirar o capuz da cabeça de Esther e vu um forte vínculo vermelho no pescoço dela.

Sem tempo para maiores exames, ele levou a desmaiada mulher escadas abaixo, com o fogo lambendo tudo atrás dele. Só parou quando chegou ao quintal, no fundo da residência. Foi então que pode examinar a belíssima mulher que tinha nos braços. Fazia anos que não via o corpo nu de uma mulher e mesmo diante do perigo eminente, pois já escutava as sirenes dos bombeiros se aproximando, ficou excitado. Deus do céu que gostosa, se tivesse tempo eu.... Espere aí! Eu a salvei de morrer queimada, acho que tenho algum direito por isso.

Sem pensar em mais nada, atravessou o portão dos fundos e a colocou dentro do seu carrinho que usava para recolher papelões e latas pela cidade. Viu que ela continuava desmaiada, então amarrou seus braços e pernas com tiras de cordas que usava para prender os papelões, enfiou na boca de Esther pedaços de pano e a tampou com jornais, latas e papelões.

Vamos querida, esta noite será minha, amanhã eu a soltarei... você me deve isso. Saiu empurrando o seu carrinho calmamente. Adiante, parou e ficou olhando os bombeiros lutarem contra o fogo, que devorada por inteiro toda a casa.

Na manhã seguinte, o fogo já havia sido extinto por volta das 9 h, e os bombeiros trabalhavam no rescaldo. Não havia informações de como o fogo teria começado. Da casa nada restou, a não ser algumas paredes e na garagem o carro dos moradores, todo destruído pelo fogo. A moradora, uma jovem de nome Esther, estava sozinha em casa e deve ser a única vítima do sinistro. Esta informação os bombeiros obtiveram com vizinhos, inclusive de alguns rapazes que costumavam fazer entregas de mercadorias na residência destruída.

Betão, Tião, Negrão e os outros rapazes, se juntaram aos curiosos, e ficaram muito "tristes" pela morte da dona Esther, uma moça muito simpática.

Esther estava apavorada, se vendo amarrada a um estrado de madeira, nua e com um trapo fedido enfiado em sua boca. Suas pernas estavam presas as laterais do estrado, assim como seus braços. Ao seu lado, sentado num banco de madeira, um homem a observava, com gula nos olhos, fixados em seu corpo despido. Era um sujeito barbudo, com cabelos compridos, parecendo um ninho de ratos, vestindo trapos. Tudo naquele lugar emanava um fedor insuportável de esgoto

- Bom dia Esther - tenho novidades, você morreu no incêndio que destruiu tua casa! Veja este jornal de três dias atrás. - Que bom... todos pensam que você morreu...só eu sei que não.

- Você ficou dormindo quase 40 horas, até pensei que realmente tinhas morrido, mas quando senti o calor de tua buceta vi que não. Fazia muitos anos que não fodia uma bucetinha como a tua, que delícia. Eu pretendia a soltar logo depois de a foder. Porém gostei tanto de você, que pretendo que fiques comigo mais alguns dias. Depois eu deixo você ir embora.

- Estou falando demais, vamos trabalhar mais um pouco com esta bucetinha gostosa e este rabinho. Ha... outra coisa...o teu homem chegou hoje cedo na cidade. Como não encontraram restos de você na casa, ele acredita que estejas viva... o bobalhão.

A vontade de Esther era realmente de morrer, ao sentir o esfarrapado, que fedia mais que um porco, gemer como um, em cima dela, entrando e saindo de dentro, enquanto lambia e mordia seu rosto, pescoço e ombros. O desgraçado só parava quando ejaculava.

Meu Deus! Este animal goza dentro de mim! Eu estou em período fértil... filho de uma cadela.

Fazia forças para se soltar, porem as cordas estavam muito apertadas e o pano em sua boca a estava sufocando, dificultando sua respiração. Tião a manteve presa nestas condições, mais três dias sem se importar em lhe dar comida e água, a violentando no mínimo duas vezes por dia. O miserável não tinha noção do que estava fazendo, só pensava em despejar todo o seu tesão na buceta ou no cu de Esther.

Nestas terríveis condições, ela não tinha mais ciência de nada e sentia que estava morrendo aos poucos, delirando com febre altíssima e com o corpo bastante machucado pelas cordas e pelas mordidas recebidas.

A vendo neste estado, Tião decidiu que estava na hora de a libertar. Ele a levou no seu carrinho e na calada da noite a colocou nas proximidades de um lixão, nas cercanias da cidade.

Algumas catadoras de lixo, a encontraram no amanhecer do dia seguinte. Assustadas vendo a mulher no meio do lixão, a julgaram morta e foram chamar a polícia.

- Tem uma mulher que parece estar morta aqui no lixão! Uma viatura foi até lá e o cabo Anselmo, depois de um rápido exame verificou que ela não estava morta, mas faltava pouco para isso. Não quis fazer a remoção e chamou o socorro dos bombeiros.

A tenente médica que socorreu a mulher, exclamou para seus auxiliares: - Nossa, ela está bem ruim mesmo! Febre alta e parece que os ratos do lixão fizeram a festa nela.

No hospital de pronto atendimento, depois dos primeiros atendimentos, teve de ser removida para a UTI, pois apresentava quadro de infecção generalizada, com grave risco de morte.

Como se tratava de evidente caso de tentativa de homicídio, a delegacia especializada se encarregou do caso. Mas nada pode fazer no momento, pois a vítima estava nua e em estado crítico; teriam de esperar para obter o seu depoimento, isso caso sobrevivesse.

O caso de uma mulher nua, as portas da morte num lixão da cidade, mereceu pouco destaque na imprensa. Só se sabia que era bem jovem, na casa de 21 a 22 anos, cabelos loiros compridos, olhos azuis, estatura aproximada de 1,62 m.

Eduardo, desesperado com a tragédia, tinha esperanças de encontrar a esposa ainda viva, pois nos escombros de sua casa, nenhum corpo foi encontrado, apesar da minuciosa busca dos bombeiros. Por dois dias percorreu todos os hospitais da cidade, delegacias, IML e necrotério numa tentativa desesperada de encontrar Esther.

Pediu licença da companhia de navegação e foi morar num hotel, já que não tinha mais a casa para morar, consumida num misterioso incêndio.

Esther ficou na UTI, por quase vinte dias, pois o seu quadro infeccioso era muito grave, mas graças aos médicos e enfermeiros que a tratavam, com muito carinho e dedicação, ela apresentou sensíveis melhoras.

A enfermeira Luana, de plantão na unidade, entrou no box de Esther e a viu de olhos abertos. - Graças a Deus, você voltou menina! Mereces parabéns, lutou bravamente. Vou chamar a doutora para lhe dar as boas novas.

Depois de a examinar, Graça, a médica, a olhando atentamente, exclamou: - Vencemos, ilustre desconhecida! - Me diga o teu nome, para colocar na tua ficha.

- Meu nome é Esther Mistrey, respondeu fracamente sua paciente. - Muito bem, querida, diga o nome de algum familiar e onde moras.

- Meu marido é Eduardo Mistrey e moro na avenida Doutor Jivago, 406, mas ele é marítimo e não deve estar em casa. - veremos tudo isso Esther. Agora fique quietinha aí, que nós vamos tomar todas as providências.

- Por favor, me diga a quanto tempo estou aqui e o que aconteceu comigo? - Mais tarde Esther, ficarás sabendo de tudo, agora descanse.

Graça radiante saiu da UTI e foi avisar à sua diretora que a paciente 2356, acordou e se identificou.

- Avenida Doutor Jivago, 406 - Esther Mistrey - Eduardo Mistrey. Tomei nota de tudo. Obrigado doutor, vou mandar a detetive Helena e um escrivão para tomar o depoimento dela e procurar pelo marido.

Depois que desligou, a delegada, chamou a detetive: - Helena, tenho boas novas, a moça encontrada no lixão e que não podemos identificar, acordou e agora sabemos o seu nome, nome do marido e o endereço de sua residência. Tome aqui estes dados, vá ao hospital e faça o depoimento dela. Quero saber o nome do canalha que fez isso com a coitadinha. Enquanto isso vou mandar uma equipe procurar o marido.

- Legal, estou indo!!!! Espere aí, doutora! Eduardo Mistrey! Sei quem é ele! Está lembrada do piloto gostosão que esteve aqui no início do mês, procurando a esposa? - É ele.

- Nossa! É a esposa é a nossa ilustre desconhecida! Que maravilha! Eu vou com você ao hospital, este caso está se tornando importante e trará alguns pontos para a gente na mídia. Ele deixou o número do celular, vamos avisá-lo da boa nova.

Helena, depois de mais dois meses internada, voltou aos braços do marido. Por puro acanhamento e melindre, não revelou às autoridades o que realmente aconteceu, na noite em que sua casa pegou fogo. Teve vergonha de contar ao marido, que durante toda uma noite, foi estuprada por seis rapazes, quase garotos. Não queria que Eduardo tivesse conhecimento que, engoliu porra de todos eles e que seu rabinho não era mais virgem, como ele pensava que era e que sofrera dupla penetração quase todo o tempo. Culpou o morador de rua pelo seu sequestro, quando fugia da casa em chamas.

XXXX

Os seis rapazes, na mesa do bar, bebendo pinga, ficaram assustados, vendo Esther vindo tranquilamente pela larga calçada, em direção ao bar. Parou em frente à mesa deles e os saudou: - Bom dia rapazes…como vocês estão passando? - Agora estou morando, numa outra casa, perto da que pegou fogo e ainda adoro pedir pizza e sucos pelo telefone.

Ao se afastar, notou os olhares gulosos dos seis rapazes, em sua bunda, virou um pouco a cabeça e com voz rouca, disse: - Por falar nisso, hoje à noite vou fazer um pedido à pizzaria e meu marido está viajando.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:3 de agosto de 2015 10:42

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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