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A Professora Estela


A PROFESSORA ESTELA
Meu nome é Estela, tenho vinte e sete anos. Todos me acham muito bonita, ruiva e um pouco sardenta, baixinha, com uma bunda bem redondinha e coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Sou professora de matemática. Já há alguns anos leciono em duas escolas de nível médio, aqui da capital, mas o que mais me atrai é lecionar no cursinho pré vestibular, pois me identifico muito com a rapaziada, que geralmente demonstram mais interesse pelos estudos, do que os alunos das escolas.
Às duas da matina, a balada ainda está esquentando, mas Bela, desmiolada como sempre, bebeu um pouco acima da conta e agora, no meio da pista, grudada num carinha qualquer, parece que quer foder o cara ali mesmo. Eu também não fico atrás, pois um lindo garanhão, com o pau entre as minhas pernas, está me deixando malucona. A gente apenas finge que dança, pois pendurada no pescoço dele, estou quase gozando, pois o gostosão, com as duas mãos espalmadas em minha bunda, conseguiu "liberar" o negócio dele, que agora, livre, roça minha bichinha, toda molhadinha.
- Cara, você quer me foder aqui na pista? Tenha um pouco mais de calma... vamos para um motel, será bem mais gostoso. - Nada disso, putinha... vou te comer agora, na frente de todo mundo. Vou descer tua calcinha e enterrar o cacetão na tua bucetinha.
- Não, cara, assim eu não quero, vamos pra um motel! - Você até pode não querer, mas tua bucetinha quer. Está toda meladinha e piscando para o meu cacetão. Sinta a cabecinha, ela já está pedindo passagem.... Abra um pouco mais as coxas e relaxe.
- Estou louca de tesão, mas não vou deixar você me comer aqui. Por favor me solte! - De jeito nenhum, puta de merda...fique quieta e não faça escândalo!
Estela, no escurinho da pista, tentava sair do sujeito, que possesso levou as duas mãos ao pescoço e apertava com muita força. Ele era muito grande e forte e a linda professorinha, sentiu o ar lhe faltar e em pânico, percebeu quando ele a invadiu. No auge da excitação, ele a levou para um cantinho do salão e iniciou o vai e vem maluco do estupro.
Estela com a boca aberta, tentava desesperadamente buscar ar, pois os dedos do cara, enterrados em sua traqueia a estava estrangulando. Sem aviso o mundo veio abaixo. O homem foi arrancando dela, por alguns seguranças da casa, que tombou ao chão, desmaiada.
Acordou com um pouco de dor na garganta, com Bela e Renata a olhando, angustiadas. Estava numa sala reservada. A gerente da boate e um médico, também ao seu lado, a examinava.
- Querida, eu sou a gerente daqui, peço mil desculpas peço acontecido. O teu agressor, levou uma surra dos meus rapazes e está detido num reservado. O médico a examinou e disse que ficarás bem, foi mais o susto. Agora tudo depende de você, se queres fazer registro do ocorrido ou não. Para a minha casa, não será nada bom, que o caso venha a público... a publicidade será danosa para os negócios. Estramos dispostos a indenizá-la e pedir que deixe tudo como está.
- Eu estou bem, senhora. Não tenho interesse em dar parte dele. Eu e minhas duas amigas aqui, somos professoras e também temos interesse em abafar o ocorrido, e não necessita indenização nenhuma. Gostamos muito desta boate e somos frequentadoras assíduas daqui.
- Que bom! Eu sei que vocês três costumam frequentar minha boate, mas mesmo assim, vou dar para vocês, passe livre, até nas bebidas. São três belas garotas e é bom termos gente bonita aqui. A rapaziada é atraída como mosca no mel e o consumo deles aumenta muito. Será bom para mim e para vocês.
Estela, Renata e Bela, no apartamento que dividem, conversam sobre o ocorrido na balada desta sexta-feira. Elas são amigas desde que moravam no interior e agora, na capital, resolveram dividir as despesas, morando juntas. Renata e Bela são duas lindas moças, de 25 e 23 anos, respectivamente. Ambas solteiras e totalmente liberadas com respeito ao sexo.
Estela foi casada por 3 anos, mas o maridão se mostrou ser um tremendo pilantra e a separação foi inevitável. Agora, homens para ela, só ocasionalmente, uma ou duas fodas e nada mais. Elas tinham um trato, jamais trazer homens para o ap.
- Vocês perceberam bem o que a gerente da boate nos propôs? Teremos boca livre, desde que a gente incentive os caras a consumirem. - Sei muito bem, Renata.... Ela quer que sejamos as "garotas da casa"
- Vamos aceitar a proposta dela? Bancar sermos garotas de programas? As putinhas dela! - o quer você pensa a respeito, Estela?
- Vamos aceitar, sim... afinal de contas, já fazemos isso. Todas as sextas, vamos para a balada e muitas vezes a noite termina com uma foda gostosa, num motel da vida. Podemos perfeitamente continuarmos a irmos lá, somente que agora, com tudo de graça! Não vejo nada demais nisso!
- Você, Estela é uma professora muito putinha mesmo! Com este comentário de Bela, as três amigas caíram na gargalhada.
- Putinha é a tua mãe, Bela... somos apenas garotas liberadas!!!! Nem sei se terei coragem de contar para vocês duas, a proposta que a gerente da boate fez!
- Ai, ai, ai... estou sentindo que vem merda por aí! O que foi que ela lhe disse, Estela?
- Bem...é o seguinte: - Ela tem, no segundo andar, alguns quartos, prontos para receber "hospedes". Se eu levar pra lá os meus amiguinhos da noite, ela me dá boa "comissão" por isso.
- Meu Deus do céu, Estela! Isto é prostituição pura!!! - O que você falou para a safada? - Eu disse que iria falar com vocês.
- De jeito nenhum eu vou aceitar fazer uma coisa desta, Estela! Sou liberada, gosto de dar umas boas fodas, mas sou apenas uma professora e não uma puta! - Eu também não aceito, Estela, gosto de homens, mas não quero ser paga para ir para a cama com um!
- Não é nada disso, meninas... os caras não vão nos pagar para dormir com a gente. Dona Marta vai apenas nos dar uma comissão, se levarmos os caras para as suas instalações. Dá no mesmo, foder num motel ou nos quartos dela.
- Não será a mesma coisa, Estela! Você vai receber dinheiro, toda vez que foder com um sujeito... isto para mim é vender o corpo, como uma puta qualquer.
- Me desculpem, amigas... mas eu aceitei... e vou usar os quartos da boate, em vez de levar os caras para um motel. - Tudo bem, você é maior de idade e não tem de nos dar satisfação da tua vida. Vamos continuar sendo amigas, do mesmo modo.
Nas semanas seguintes, a professora Estela, quando ia para as baladas, com suas amigas, passou a fazer uso do quarto da boate, enquanto suas amigas, iam para os motéis, com os seus ficantes da noite.
- Amigas, a gente, como antes, continuamos a foder com os sujeitinhos, somente que eu tenho o conforto de ter uma boa cama bem pertinho de mim, enquanto vocês têm de ir para um motel, que algumas vezes pode ser perigoso, sair com um desconhecido.
- Mas, Estela, nós somente saímos algumas poucas vezes, com caras que nos agradam.... Já você, toda a sexta, sem exceção, vai com um cara qualquer... só para ganhar uns trocados. Tu estás vendendo o teu corpo... Será que não notas isso? - Não é nada disso, meninas. É que eu gosto muito mais de foder do que vocês e estou complementando a minha renda com isso.
- Marta, você viu minhas amigas Renata e Bela? - Vi sim, Estela, enquanto você estava com o teu parceiro, no quarto, elas ficaram um bom tempo dançando com uns carinhas e depois foram embora com eles. Não sei porque elas não fazem como você! Já que vão dar o rabo, do mesmo modo que você... Porque não o fazem aqui em casa!
- Eu tentei convencê-las da conveniência disso, Marta, mas não teve jeito, elas não querem de jeito nenhum. - Sei que você já "deu" a tua trepadinha esta noite, Estela. Mas a noite ainda é uma criança e naquela mesa lá nos fundos, tem uns senhores que estão de olho grande em cima de você. É gente cheia da grana e me perguntaram se você não gostaria de fazer um programinha com eles.
- Um programinha com eles? Com o grupo todo! Quantos são? Será que eles pensam que sou uma puta, que se vende por dinheiro?
- Estela, minha querida, eu sei que não és uma profissional... mas eles não sabem disso. São uns velhotes podres de rico e querem lhe "recompensar" muito bem, se aceitares sair com eles. Não quero parecer ser uma cafetina, mas eles quase que me obrigaram aceitar, esta grana aqui...como adiantamento pra você!
- Santa Misericórdia!!!! Marta, tudo isso? É mais do que eu ganho em um ano lá no cursinho! É muita tentação, mas eu estou com medo de aceitar! Pode ser perigoso.
- Não seja boba, menina, vá até eles e converse. Peça mais grana para ir com eles. Afinal de contas será um fim de semana inteiro. Não vou esconder nada de você... Eu também vou ganhar uma graninha, mas terei de a "convencer" a ir com eles.
- Marta, sua nojentinha de merda! Você está me "agenciando" para eles? - Quase isso, querida, mas confie em mim. Eu não a botaria numa fria, vá e dê esta bucetinha para os caras, e coloque no bolso esta grana toda.
- Eu vou falar com eles, mas se eu aceitar a proposta deles, vou lhe pedir absoluto segredo sobre isso. Não quero que Renata e Bela saibam que estou "vendendo" o meu corpo. - Pode deixar, querida...Este será o nosso segredo.
- Bo noite, dona Marta falou que os senhores queriam falar comigo. Do que se trata? - É o seguinte, moça, a sua patroa falou que você faz programas, desde que seja por muito dinheiro. Estamos de olho em você, desde antes você subir para o quarto, com aquele mulato. Deves ganhar uma miséria, fodendo com gente tão ralé como aquele sujeito. Se aceitares passar este fim de semana lá no nosso sitio, sendo a nossa "mulherzinha", vais faturar como nunca. O que dizes?
- Senhores, deve ter algum engano aqui. Eu não sou uma profissional e nem Marta é a minha "patroa". Sou apenas uma frequentadora deste lugar, que gosta de dar umas trepadinhas, nada mais do que isso.
- Não foi o que Marta nos disse. Ela afirmou que gostas de uma boa foda, e que sempre pegas clientes aqui e vai foder com eles, lá no segundo andar. Mas isso não tem nenhuma importância agora, se é uma puta profissional ou apenas puta por prazer.
- Olhe só o que está neste pacotinho! Será tudo seu, é só aceitar ir com a gente, serão apenas dois dias.
Estela arregalou os olhos quando viu a fabulosa quantia que estava ali. Nunca em sua vida, vira tanto dinheiro. Neste instante se decidiu. Está certo, vou com os senhores. Quando partiremos e para onde iremos?
- O sitio fica a pouco mais de duas horas, fora dos limites da cidade e se estiveres pronta, pode ser agora mesmo, - Tudo bem, vou falar com Marta e já volto.
-Marta, nem te conto! Vou aceitar passar oi fim de semana no sitio deles. Podes ficar com dinheiro que eles lhe deram como "adiantamento". Veja o que ganhei. - Deus! Tudo isso! Os caras devem estar loucos para te foderem. Mas, por favor não leve tanto dinheiro com você. Deixe guardado no meu cofre e quando voltares, venha busca-lo. - Marta, quero que você, amanhã, bem cedo, telefone lá para casa e avise as minhas amigas, que eu encontrei um grande amigo e que resolvi passar o fim se semana com ele. Não dê maiores detalhes.
Cinco horas da manhã, com o dia quase raiando, Estela está quase dormindo, recostada no banco da luxuosa vam dos caras. São cinco velhotes, todos passando da casa dos setenta anos. Simpáticos e bem falantes, impressionaram Estela com a finura que a estavam tratando. Mas ela, bastante cansada, afinal de contas já não dormia a muitas horas. Passou a noite de quinta, corrigindo provas e na sexta, depois do cursinho, foi para a balada com suas amigas. Estava exausta, pois o mulato que ficou com ela, esta noite, lhe deu um "banho" de foda tremendo.
- Acorde Estela, já estamos chegando. Ela ficou impressionada com o luxo que encontrou na casa principal. Pequena, mas bem aparelhada. Aqui minha querida, é somente para trazermos as nossas garotas, para o nosso desleite. Espero que goste das instalações. São poucos cômodos, prontos para acomodar nossas meninas. Temos duas mulheres que cuidam da casa e das hospedes, nos dias que elas ficam aqui.
Va até a copa e tome um belo café da manhã, vais necessitar de estar bem alimentava para poder enfrentar o que a espera, no restante do dia.
- Bom dia, jovem. Meu nome é Maria e fui encarregada para tomar contar de você, no tempo que ficares conosco. - Meu nome é Estela, vou ficar apenas hoje e amanhã aqui. Teu café está muito bom. Nem se fala no mingau, uma delícia.
- Senhorita, quem lhe falou que vais ficar apenas dois dias? Acho que você caiu na conversa dos velhotes. Ficarás aqui por um tempo indefinido, até aguentares o que te espera. Está maluca, dona Maria, o que ficou combinado, foi apenas este final de semana! - Vou lá dentro falar com eles.
- Não vai adiantar nada, garota bobinha... você não vai nem conseguir chegar até a sala. - Porque não, senhora?
- Você não está ficando com muito sono, com os olhos cansados e as pernas bambas? Pois é querida, o entorpecente que coloquei no teu mingau, está começando a atuar no teu belo corpinho. - Porque você fez isso, velha? - Ora, fiz porque os meus patrões ordenaram. Você não sabe, mas eles são cinco velhotes sádicos e tarados, que adoram judiar das mulheres que trazem para ca. Você não passa de mais uma, a cair nas mãos deles.
Estela, já em pânico, tentou ir para a sala. Mas nem deu dois passos, caiu desfalecida. Dona Maria chamou sua prima, Josefina, tão gorda como ela mesma e as duas levaram a desfalecida Estela, para grande suíte, único cômodo no segundo pavimento da casa.
La elas tiraram toda a roupa da professora e examinaram o belo corpinho da pequena professora. - Josefina, vá buscar, lá embaixo, a maleta, a gente tem de deixar o corpinho desta vadia, como os patrões gostam. Sem nenhum pelinho no corpo.
Depois de poucas horas, Estela estava irreconhecível. Sem nenhum pelo na vagina, nas axilas e principalmente na cabeça. De sua bela e longa cabeleira ruiva, nada mais restava, a não ser o brilho da careça lisinha e redondinha. Os olhos receberam um tratamento especial. Duas lentes opaca foram introduzidas em seu globo ocular e depois as pálpebras foram coladas com pedacinhos de látex e com a famosa goma espírito, de modo que a Estela, ficou totalmente sem poder enxergar nada, com as pálpebras coladas. Na altura dos cotovelos e nas articulações dos joelhos, grosas e rígidas talas de couro fora ajustada bem justas e coladas suas partes com adesivos apropriados. Na cintura, uma larga tira de couro com, como uma cinta, super ajustada, com uma argola metálica, fixada na altura das costas.
Toda esta parafernália, fixada no corpo de Estela, foram idealizadas pelos velhos milionários, somente para se divertirem à custa do sofrimento de suas vítimas. Adeptos do mais cruel e chocante sadismo brutal, geralmente suas vítimas, não saiam com vidas do sitio deles. Prova é que, três mulheres já estavam enterradas, nos fundos da propriedade. Obras das suas duas empregadas, as gordas Maria e Josefina.
- Patrão, a professora já está preparada, exatamente como você pediram. Podem fazer uso dela a vontade. - Está certo, Maria. Mas antes de saírem, vou lhes pedir mais um favor. Tragam a bonequinha aqui para baixo e a deixem pendurada, pela cintura, neste travessão aqui. Vou esperar que ela acorde e que os outros sócios retornem, para só então começarmos a nos divertir com ela. Então fodeu tudo, patrão, Josefina exagerou na droga do mingau e ela só deve acordar daqui a muitas horas. - não tem importância, pois somente à noite, meus amigos retornaram.
- Deixem ela pendura ai e podem ir embora. Só voltem amanhã, bem à tardinha, para darem de comer a ela e um provável banho.

- Renata, estou preocupada com Estela, já são dez horas e ela ainda não voltou para casa e não atende ao celular. - Vamos telefonar para a boate, talvez a gerente saiba nos dizer alguma coisa.
- Dona Marta, aqui é a Renata, a amiga de Estela. Ela ainda não voltou e não atende ao celular. Podes nos informar alguma coisa a respeito? - É de se estranhar isso, pois depois que vocês saíram ontem à noite, nem uma hora se passou e ela terminou de atender um cliente e saiu, dizendo que iria para casa. - Ela saiu sozinha, dona Marta? - Sim, disse que iria pegar um taxi e saiu. - Hoje à noite, quando a boate abrir, vamos até aí, conversarmos com o pessoal do ponto de taxi. Todos já a conhecem e a nós duas muito bem, poderão nos informar qual o destino que ela tomou. - Faça isso mesmo, Renata, eu também estou preocupada.
- Que merda! Estas duas amigas de Estela, poderão meter o bedelho onde não são chamadas e estragar tudo. Vou telefonar para o doutor Antonio Carlos, para que ele fique alerta.
Doutor, aqui é a Marta. Estou lhe telefonando, para avisar que aquelas duas professorinhas, amigas de Estela, Estão metendo o focinho e vão sair a procura dela. Elas vão perguntar aos taxistas daqui do ponto, se a viram sair ontem à noite. É logico que a viram embarcar no carro de vocês. O quer faço? - Continue na sua Marta. Você não sabe de nada, não viu nada. Se Estela resolveu embarcar no carro de alguns homens, o problema e dela. Eles não nos conhecem e não podem nos identificar. E de mais a mais, nossa garota está bem longe daí, noutra cidade. Não há a menor possibilidade dela ser encontrada pelas suas amigas, ou por qualquer outra pessoa.
Fique com o dinheiro dela e fique fria. Até mais minha amiga. Antonio Carlo, desligou o celular e ficou olhando para Estela, que desfalecida e toda "produzida", e pendurada pela cintura, a trinta centímetros do chão, girava como um pião, ao sabor do impulso ele deu ao seu corpo.
- Você é muito gostosinha, minha carequinha, você agora nos pertences de corpo e alma e daqui só sairá para repousar na mãe terá.

Continua em: A Professora Estela - parte II

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:16 de abril de 2015 23:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 16/04/2015.

Comentários

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  • KetMarina
    Postado porKetMarinaem24 de abril de 2015 17:06

    Adorei, por favor, não demore com a continuação.

    Bjus.

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