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A Professora Estela - parte II

A Professora Estela - parte II

Fique com o dinheiro dela e fique fria. Até mais minha amiga. Antônio Carlo, desligou o celular e ficou olhando para Estela, que desfalecida e toda "produzida", pendurada pela cintura, a trinta centímetros do chão, girava como um pião, ao sabor do impulso que ele deu ao seu corpo.
- Você é muito gostosinha, minha carequinha, você agora nos pertences de corpo e alma e daqui só sairá para repousar na mãe terá.
Muitas horas depois, já noite, Estela recobrou a consciência. Com a mente muito confusa, fruto do forte entorpecente ingerido, sentia um forte mal-estar por todo o corpo e não podia enxergar nada, pois tinha seus olhos tapados com algo. Dez minutos depois, quando tomou pleno conhecimento das palavras da gorda empregada dos velhotes, que a drogou a pedido dos homens:
"Porque você fez isso, comigo. Velha? - Ora, fiz porque os meus patrões ordenaram. Você não sabe, mas eles são cinco velhotes sádicos e tarados, que adoram judiar das mulheres que trazem para cá. Você não passa de mais uma, a cair nas mãos deles".
Estela entrou em pânico. Sentia que estava pendurada pela cintura, com o corpo flutuando e girando lentamente. Não sabia como, mas uma larga cinta de couro, envolvia toda a sua cintura e uma argola metálica a ela, a mantinha pendurada a um metro do chão, por meio de correntes, também metálica.
Com a corrente presa pelas costas, seu corpo flutuava numa inclinação de aproximadamente 30 graus. Tentou mover braços e pernas, mas não conseguiu, pois talas presas nas articulações dos joelhos e cotovelos, impedia que flexionasse seus membros. Estela parecia um espantalho, num campo de trigo.
Logo percebeu que tinha caído nas garras de gente sádica e adepta do BDSM e então um terror imenso tomou conta dela e sem controle, começou a gritar por ajuda. Seus histéricos pedidos de socorro escoram por todo salão.
Finalmente ouviu a fala calma e macia de um dos velhotes: - Calma minha filha. Não adianta gritar e pedir por ajuda, não vai adiantar nada. Você viu, quando aqui chegou, que nossa casa fica num sitio, isolada de tudo e de todos. Todo o terreno destas redondezas é nosso. Portanto peço que pare com este alarido todo, está incomodando os meus ouvidos.
- Por favor me solte! Porque vocês me prenderam desta maneia estúpida? Vou dar parte de vocês à polícia! Me deixe ir embora, pelo amor de Deus!
- Minha criança, nós te compramos de Marta, que cobrou uma boa grana por você. Agora és nossa propriedade e não poderás ir embora.
- Vocês são um bando de canalhas, safados. Não acredito que Marta tenha feito uma coisa destas... isto é mentira de você!
- Você, minha garota, é muito idiota. É lógico que ela te vendeu para a gente, e não és a primeira. Marta já nos entregou muitas garotas, frequentadoras da boate dela.
- Porque vocês fazem isso? São ricos e podem conseguir mulher para dormir com vocês, mesmo com suas idades avançadas.
- Estela...Estela... acho que você não entendeu o espirito da coisa! Nós te queremos não é para uma simples foda, isto seria muito banal e não justificaria todo este empenho.
- Então o que querem de mim? Velhos tarados! - É isso mesmo, minha jovem, somos velhos tarados e sádicos. Acho que já começas a entender o que queremos de você, do teu corpo. Só para melhor entenderes como nos vamos agir com você, vou te dar uma pequena amostra.
Estela deu um tremendo grito de dor, quando a primeira chibatada lhe atingiu o corpo, na altura dos seios. Parecia que um ferro em brasa a tinha atingido, tal a intensidade da dor. Logo em seguida, mais outra e mais outra, na altura da barriga e nas coxas. Foram verdadeiros berros que escoaram por todo o recinto.
- Você entendeu agora, querida, como vamos te usar? Fazer mulheres tão lindas como você, alucinar e dar gritos de dor, é o que nos causa prazer.
- Chorando e apavorada, Estela, agora suplicava por piedade por parte dele. Percebeu que estava em poder de gente praticante do sadismo, gente que tem prazer sexual, através do sofrimento de outras pessoas, as machucando com excesso de crueldade.
Ao perceber isso, Estela, praticamente entrou em choque, pois tinha quase certeza que eles não a deixariam ir embora, que seria morta naquele lugar maldito. Tudo culpa dela própria, na sua ânsia se sexo e dinheiro. Isto será a sua maldição, o seu castigo e a causa de sua morte.
Ficou pendurada ali, durante toda noite. Seu sofrimento era atroz. Sem poder movimentar braços e pernas e com aquela coisa colando seus olhos, lhe causando enorme incomodo. No meio do dia seguinte, com dormência nos braços e pernas, imobilizados pelas talas, apenas soluçava e gemia bem baixinho, sabendo que estava morta para o mundo.
Quando os outros velhotes retornaram e a viram pendurada no meio da sala, deram exclamação de alegria. - Nossa! Antônio Carlos... você já andou se divertindo com a guria, antes da gente chegar!
- Nada disso, amigos... eu apenas lhe dei umas chicotadas, para ela saber o que a espera...lhe dei apenas uma pequena amostra.
Estela, que estava numa espécie de torpor, gemeu alto, quando sentiu algo tocando sua buceta. Começava ali o verdadeiro calvário dela. Os velhotes davam início a sessão de tortura, introduzindo nela, um colossal membro de silicone, demasiadamente grosso e comprido. Apesar de todo lambuzado com um creme especial. Berrava de dor, com eles introduzindo o monstro em sua buceta. Parecia que estava sendo rasgada por dentro, com dilatação máxima da vagina, para dar lugar a monstruosidade. Mas em seguida, um outro membro, tão enorme como o primeiro, foi sendo enfiado em seu cu.
Mesmo habituada a fazer sexo anal, Estela não suportou quando aquela coisa entrou toda nela, com o sangue escorrendo pelas coxas, proveniente do ânus ferido e da vagina, deu um berro alucinante e perdeu os sentidos.
Acordou com um jato de água sendo jogado com forças em seu rosto e corpo. - Acorde vadia, não está na hora de desmaiar! Nem começamos a nos divertir e você já quer entregar os pontos! Você deve estar com bastante sede, pois desde ontem não bebes nada. Mas vamos saciar a tua sede, agora mesmo.
Eles enfiaram boca a dentro de Estela, uma fina e flexível mangueira de borracha, tocando a garganta. Teve ânsias de vômitos, mas o duto foi entrando goela a dentro. Ligada a uma torneira, água foi descendo garganta abaixo. A vasão era lenta, mas continua.
Vinte minutos depois, com a bexiga cheia, Estela estava sufocando, pois eles não fechavam a torneirinha e "recheada" com tanta água, teve uma espécie vômito e eles foram obrigados a tirar rapidamente a borracha.
Os dois membros artificiais foram removidos e logo em seguido a mangueirinha de borracha foi colocada no ânus, bem fundo e a torneira novamente aberta. Em pouco tempo, com o "tanque" cheio, Estela, se contorcia toda, mas de nada adiantou. Dois baldes recolheram tudo que saia da bexiga e dos intestinos, com ela soluçando em agonia.
Os homens, em gozo supremo, viam alucinados, o mijo jorrar forte, alguns "bebendo" diretamente na fonte, a urina vertida e do líquido fétido que saía do ânus. Estela, quase que enlouqueceu, quando percebeu que uma caneca ou coisa parecida, estava sendo forçada entre seus lábios e pelo cheiro, notou que era o que saía de dentro dela. Mesmo cerrando os lábios, engoliu muito, pois dedos fortes pressionaram sua face, a obrigando abrir a boca.
Bem mais tarde, a prisioneira foi libertada da corrente que a prendia ao teto. A cinta de couro removida, assim como as duas talas dos seus joelhos. Caída no chão, tentava mexer com as pernas, pois elas estavam totalmente dormentes.
Escutava os velhotes, que a poucos metros, em volta de uma mesa, comiam e bebiam, enquanto decidiam as próximas "brincadeiras" com ela.
Mesmo com o terror a dominando por completo, Estela ainda tentou se arrastar para fora da sala, nem percebendo que dois deles a estavam observando e se divertindo com sua inútil e absurda tentativa de fuga.
- Vejam só, pessoal! A garota está se arrastando pelo chão, até parece uma minhoca! Todos caíram na risada. - Tenho uma ideia muito boa...já que estamos à mesa, saboreando este assado, vamos convidar a nossa bela jovem para ser o prato principal da noite.
Estela foi colocada sobre a mesa, com braços e pernas firmemente presos a ela e sobre seu corpo nu, pincelado uma espécie de calda caramelada, preparado pelas duas gordas empregadas dos velhos sádicos. O caldeirão com aquele xarope, ainda soltava fumaça e quando com largos pinceis, as negras iniciaram a pincelar o corpo desnudo de Estela, ela gritou de puro terror, sentindo sua pele queimando.
Gemendo de dor e alucinada, percebeu os velhotes, com garfos e faças de sobremesa. Quando o primeiro deles enterrou as pontas do garfo em seu ombro direito e com auxílio da faca cortou um pequeno pedaço de sua própria carne e o levou à boca, o terror de Estela foi incomensurável e mais do que a dor, sua mente não pode aceitar tal monstruosidade e apagou de vez.

XXXXX

Estela aos poucos foi acordando. Sua mente estava muito confusa, não conseguia pensar direito. Tudo o que passou nas mãos dos velhotes e das duas negras, parecia um pesadelo distante. Não sentia mais nenhuma dor e estava deitada sobre uma macia cama, coberta com lençóis limpos e cheirosos. Vestia uma comprida camisola branca e o quarto era pequeno, mas aconchegante. Levou ás mãos ao ombro em busca da ferida, mas só encontrou uma pequena cicatriz. Sua pele não estava queimada e seu corpo já não apresentava as marcas das chicotadas.
-Meu Deus! Onde estou? Será que morri e isto e o céu! Voltou a se deitar e se cobrir com o lençol, quando percebeu que alguém entrava no quarto. Ficou olhando com olhos arregalados para a jovem mulher, vestida de branco que falou com ela como se falasse com uma criança.
- Como você está hoje, queridinha? Vamos tomar este remedinho, depois um banhinho e uma caminhada lá no pátio. Não queremos que seus músculos se atrofiem, não é mesmo?
Quando Nina, a enfermeira, levou o copo com o medicamento aos lábios de Estela, estranhou o olhar assustado e interrogativo dela. - Opa...opa! Alguma coisa está diferente aqui! - Onde está aquele olhar parado e sem vida?
Nina a segurou pelos ombros e a interrogou: - Você sabe seu nome? - Meu nome é Estela... professora Estela... porque está perguntando e o que aconteceu comigo? Onde estou?
Nina deu um sorriso de pura alegria e satisfação e fazendo um carinho em seu rosto, respondeu à Estela…Você já vai ser informada de tudo, querida. Espere um momento, está bem? Nina pegou o interfone, no criado mudo e fez uma ligação: - Doutora Anna? Tenho a graça satisfação de informar que Estela está fazendo um montão de perguntas…. É isso mesmo doutora, ela voltou para a gente. Está bem, eu a espero aqui.


Estela estava internada numa instituição especializada em pacientes com transtornos mentais, e este era o seu caso. Há dois anos Estela estava ausente do mundo, agindo como um robô. Seu cérebro parecia não mais comandar o seu corpo e só se movia, sob o estímulo externo, exigindo sempre ter ao seu lado uma cuidadora. Tudo resultado das agressões físicas e psicológicas a que foi submetida, que perturbaram o seu equilíbrio mental, alterando o funcionamento cerebral.
Por este motivo, toda a euforia de Nina, sua enfermeira cuidadora, se justificava. Quinze dias depois, estava de volta ao apartamento que dividia com Bela e Renata. Agora a situação dela era diferente, mesmo recuperada, não tinha mais condições de voltar a lecionar, pois de tudo que sofreu, passou a ter um medo inexplicável do sexo oposto, tendo medo até de sair do apartamento.
Sem condições para se manter, resolveu escrever para seus tios, pedindo ajuda financeira, mas eles se recusaram, respondendo que só a ajudariam se voltasse a morar com eles, lá no interior.
Seus tios eram os seus únicos parentes, e Estela morava com eles, desde que ficou órfão, aos doze anos e ficou na companhia deles até completar vinte, quando fugiu e veio morar na capital. Jurou que nunca mais voltaria, pois durante os oito anos que ficou no sitio, os tios Afonso e Pedro a defloraram e a fizeram de mulher deles e empregada da casa, mesmo sendo ela, na época, apenas uma menina que nem tinha ainda sua primeira menstruação.
Suas amigas, Bela e Renata falaram à Estela que não necessitava se preocupar por não mais poder dividir as despesas. Combinaram que ela continuaria morando com elas e ajudaria fazendo a comida e a limpeza do apartamento.


XXXXX

Os sete rapazes ganhavam a vida invadindo casas nos sítios da região, tendo ou não moradores. O lucro era muito bom, pois procuravam sempre invadir as mais luxuosas. A bom tempo estavam de olho numa bela casa de um pequeno sítio. Vim carros luxuosos a toda hora entrando e saindo do pátio, mas o que mais atraiu a atenção do bando e não tocaia, nunca viram nenhum segurança, só uns velhotes que viam e vinham, até sem motorista.
Entrar lá e dominar os moradores, seria coisa fácil. Alguns dias depois, observaram que seis luxuosíssimos veículos estavam estacionados no pátio da casa. - Beto, guarde este binóculo, está na hora de pegar aqueles carrões e ver o que tem de bom na casa... os velhotes devem estar recheados.
Desceram a colina, de onde estavam vigiando a movimentação da casa e sem nenhuma dificuldade chegaram até lá. Surpresos, puderam ouvir gritos de mulher, eram grito de dor. Pelas janelas, assombrados, viram uma cena que nem nos mais terríveis filmes de terror, tinham visto.
Amarrada à mesa, uma mulher nua, com o corpo coberto com algo que parecia ser um creme de cor escuro e sentados em volta da mesa, seios velhos e em pé a pouco passos, duas gordas mulheres. Luiz Henrique, arregalou os olhos, quando viu um deles, se levantar e segurando faca e garfo, falar qualquer coisa aos outros e em seguir, enfiar a ponta do garfo no ombro direito da mulher e com faca dar um profundo corte. A mulher deu outro grito de pavor e dor e, perdeu os sentidos.
- Nossa... Santo Cristo! Os caras vão "almoçar" a mulher como se ela fosse um assado. Não foi necessário falar, nem dar nenhuma ordem de comando, o salão foi invadido, quase que simultaneamente pelos sete assaltantes, que furiosos e revoltados, atacaram os velhotes e as duas gordas.
Esvaziaram a casa de tudo que tinha valor, inclusive os relógios, pulseiras e as carteiras dos velhos, que sem vida, jaziam estirados no chão ou inclinados sobre a mesa. Com os carros abarrotados, trataram de deixar o local da chacina sendo consumido pelo fogo.

Estela, colocada no banco de um dos carros, não respondia aos chamados de Luiz Henrique. - Beto, nunca vi coisa parecida.... Veja o estado desta coitada... está toda machucada. Acho que foi torturada pelos velhos por muito tempo, mas o mais nojento de tudo é que eles iam comer, literalmente falando, a pobrezinha.

Ela está necessitando de socorro urgente. Vamos deixa-la na porta de um hospital e dar no pé.

XXXXX

Esta é a incrível história da professora Estela e acreditem ou não, tudo aconteceu realmente, é certo que fantasiei em algumas partes, mas somente naquilo que ela não pode me contar.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:1 de agosto de 2015 19:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 01/08/2015.

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