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Do fundo do baú

Ana e o empreiteiro

ANA E O EMPREITEIRO

Eu e meu noivo Marcelo, estamos preparando tudo com bastante antecedência. O nosso casamento só será daqui a um ano, mas desde agora queremos deixar tudo ao nosso gosto. O apartamento, presente dos pais dele, nosso futuro lar, irá receber os últimos retoques de pintura, instalação do sistema elétrico e hidráulico, somente depois que toda a papelada de compra estiver pronta.
Meu noivo acertou todo o trabalho com o seu José, um empreiteiro que costuma ser contratado pela empresa de Marcelo, para realizar os mais variados serviços, tanto na área hidráulica, na elétrica, como de pedreiro e de pintura.
Seu José é um "faz-tudo" de ótima capacidade técnica e tem fama de ser perfeccionista em tudo que faz. É um homem mulato viúvo de cinquenta e oito anos, forte como um touro e de poucas palavras. Costuma trabalhar com dois ou três ajudantes e algumas vezes sozinho.
Por estas razões, quando compramos a casa de campo, na região serrana, resolvemos chamar o seu José para fazer todas as reformas necessárias. A compra foi uma verdadeira bagatela, pois seus antigos proprietários estavam indo morar fora do país. Mas em compensação, o estado de conservação do imóvel era péssimo, necessitando de uma série de reformas.
Eu e Marcelo, por diversos motivos, decidimos que seria eu que estaria à frente do controle das reformas necessárias na casa. Marcelo disse que seria tarefa fácil, pois com seu José, na execução das obras, eu não teria muitas dificuldades. Ficaria a meu cargo, apenas adquirir todo o material que seu José solicitasse. Ele me forneceria a relação de tudo e até indicaria as lojas onde fazer as aquisições.
Fiquei muito empolgada por Marcelo me ter delegado esta tarefa, pois lá em casa eu sou tratada como uma bonequinha de luxo, pelos meus pais. Filha única, tudo me vinhas as mãos com muita facilidade. Não sei se foi este o motivo, mas eu, Ana Maria, com dezoito anos na cara, ainda sou virgem. Sei que isto, no mundo de hoje, é uma exceção.
Apesar de ter algumas vezes quase perdido esta condição, com Marcelo me tentando, ainda permaneço "virgem". Marcelo ficou orgulhoso por ter uma noiva pura e passou a me amar muito mais por isso. Vocês sabem como são os homens a este respeito. Eu também fiquei contente por nunca ter seguido os passos das minhas amigas.
"Bestinha", segui para a região serrana, com o meu carrinho e lá já encontrei o seu José, que chegou bem antes de mim, com a sua velha camionete. Eu não o conhecia e logo de saída me simpatizei com o homem, que irradiava confiança, porém, junto um certo temor ou coisa parecida. Ele com quase dois metros e eu baixinha, me sentia insignificante ao seu lado.
Seu José ficou muito tempo a me olhar, admirado e acho que surpreso. - Minha nossa! Você é a noiva de Marcelo? Mas não passas de uma criança! Uma criança lindíssima por sinal. Que sorte a dele em ter uma garota como você!
- O que é isso, seu José! Assim fico encabulada... não sou tão bonita assim! - É sim, querida...faz tempo que não vejo numa jovem tamanha formosura. Teu rosto até parece ser de uma estrela de cinema! O teu corpo é divino, com curvas deliciosas.
Confesso que em toda a minha vida, nunca recebi elogios tão "quentes" como estes. Fiquei nervosa e extremamente vaidosa e confesso, com um pouco de receio dele. Mas logo em seguida, principiamos a 'trabalhar". Seu José, muito eficiente e gentil, foi logo me colocando muito à vontade ao seu lado e no final do dia, eu me sentia como se fosse um ajudante dele.
- Ana, por hoje estamos terminando. Você leva esta primeira relação de material e amanhã trate de ir nestas duas lojas e fazer os pedidos. Se você aceitar eu posso ir junto com você, para lhe mostrar como se faz este tipo de compras.
Na manhã seguinte, na companhia de seu José, visitamos as lojas e fiquei imensamente feliz em ter seu José ao meu lado, pois ele me mostrou muitos "macetes" ao lidar com os fornecedores. - Ana, vamos levar todo o material na minha camionete. - Você quer vir junto comigo? - Quero sim, seu José, vou deixar o meu carro lá em casa e depois iremos.
Na estrada, sentada no banco do carona, Ana cantarolava, feliz da vida. Nunca antes, se sentiu tão bem em estar ao lado de alguém, como agora. - Porque toda esta alegria, minha menina? - Não sei, seu José.... Mas é que estar ao seu lado, me deixa assim! - É verdade isso, Ana?
- Pronto, chegamos. Vamos descarregar o material e depois fazer um pequeno lanche, que estou com muita fome. - Seu José, eu vou colocar a minha roupa de "trabalho" e já volto. Quando Ana retornou, vestindo um curto short e uma camisa enrolada na cintura, deixando seu umbigo aparecer, José ficou mudo a admirar a moça.
- O que é isso seu José? Parece que nunca viu uma garota! - Não é isso Aninha…é que você é a coisinha mais gostosa que já vi no mundo! Estas tuas coxas me deixam malucos e os teus lábios parecem que foram feitos para serem beijados.
- Deus do céu! Se comporte, seu José…assim... estou ficando com medo do senhor! Nem o meu noivo, falou estas coisas comigo! - Me desculpe querida, mas é que você me deixa fora de mim, mas fique sossegada, vou me comportar com você. Mas o certo é que Ana adorou galanteios tão atrevidos e abusados como aquele
Durante o restante do dia, Ana não tirou os olhos do homem, com medo de alguma iniciativa dele. Mas José se comportou direitinho e quando retornaram, Ana já não estava com medo dele, que até pediu desculpas, pelo seu comportamento.
Mas, em seu quarto, a noite, Ana se recordava das palavras dele, elogiando seu corpo, com tanto atrevimento e dos olhares de cobiça que notava nele. Em seu íntimo, surgiu uma espécie de vaidade, por se sentir desejada por um homem como seu José, um sujeito trinta anos mais velho, calejado da vida e de outra classe social. Não sabe porque, mas resolveu continuar a "trabalhar" com ele, lá na sua futura casa de campo, os dois sozinhos e longe de tudo e, agora se vestindo mais à "vontade", de modo a realçar mais o seu corpo aos olhos do empreiteiro.
Nos dias seguintes, sentia um estranho prazer em se mostrar para ele, vestindo roupinhas cada vez mais provocantes, sabendo que estava provocando o desejo dele pelo seu corpo. Até que em determinado dia a coisa estourou. Na hora que Ana e José estavam fazendo um lanche, ele se aproximou dela:
- Ana, minha querida, eu não aguento mais de tanta vontade de a ter em meus braços! Eu a desejo profundamente e quero que sejas minha. Quero fazer amor com você! - O que é isso, seu José! Me solte, não quero nada com o senhor…sou noiva e tenho respeito com Marcelo. Por favor... me solte, vou embora e contar tudo pra ele!
Mas José, mulato forte, dominado pela paixão, com facilidade subjugou a garota e deitado com o seu enorme corpanzil por cima Ana, a beijava com ardor, enquanto a ia desnudando por completo. Com a boca percorrendo cada recanto do virgem corpinho, com beijos, lambidas e chupadas, Ana se sem forças para se opor ao eminente estupro. Sentia em seu corpo arder em ansiedades, com a boca e língua do mulato.
- Pelo amor de Deus, seu José, não faça isso! O senhor vai desgraçar a minha vida.... Sou virgem e quero continuar assim! Tenha pena de mim! - Minha gostosa, estou tentando resistir a você, mas está muito difícil. Você foi feita para ser fodida. Mas como eu a desejo do fundo do meu coração, vou te atender e não vou tirar o teu cabaço…sou vou beijar e lamber todos os teus buraquinhos.
Durante toda a tarde daquele dia, Ana sentiu prazeres que nunca pensou pudesse existir, com a boca de José chupando com violência o seu hímen, foi levada a múltiplos orgasmos. Enlouquecida pelo gozo extremo, gemia sem controle nos braços do mulato, desejando que aquilo nunca tivesse fim.
A noitinha, de volta para casa, no banco do carona, Ana chorava profundamente envergonhada de tudo o que fizera à tarde. - O foi que eu fiz.... Marcelo não vai me perdoar nunca. Sou uma cadela, uma putinha, igual muitas de minhas amigas.... Quero morrer!
- Se acalme Ana, você não teve culpa de nada do que aconteceu. Fui eu que a forcei, você resistiu o quanto pode e até pediu para eu não tirar o teu cabaço. De mais a mais, ninguém necessita ficar sabendo do que aconteceu entre a gente. Continuas virgem, como querias e peço que fique calada, se não será uma merda tremenda. Vou parar numa farmácia e comprar um calmante pra você tomar.
Em seu quarto, Ana, resolveu fazer segredo da tarde de paixão, nos braços de José, relembrava da boca dele chupando sua boceta e se sentiu bastante excitada. - Minha nossa! Que coisa deliciosa! Nem com os beijos de seu noivo e suas passadas de mão, sentiu tanto tesão.
No dia seguinte, na camionete de José, ela ia calada e ansiosa, pois sabia que tudo aconteceria novamente, pois estava desejando sentir novamente a boca dele em seu corpo. Tão logo desembarcaram, José a pegou no colo: - Venha minha querida.... Passei toda a noite a desejando e não posso esperar nem mais um minuto para a ter novamente.
Tremula e desejando o mesmo, Ana se deixou levar até um colchonete e permitiu que ele a desnudasse. José ficou nu a sua frente e ela se assustou ao ver, ao vivo e a cores, o enorme membro, preto e cheio de veias. Nunca pensou que pudesse ver tão de perto, um colosso daquele.
Quando José a virou de bunda para cima e se deitou sobre ela, Ana gritou assustada e com muito medo. - O que você vai fazer? Falastes que não ias fazer isso! - Não, meu amor...meu alvo é outro. Já que não posso ir pela frente, vou por trás.
A bobinha mocinha, só foi perceber o que ele queria dizer com aquilo, quando sentiu a cabeçorra lamber o acesso do seu buraquinho. Gritou, chorou, esperneou e tentou evitar que seu rabinho fosse invadido. Tudo inútil, dois minutos depois, o colosso estava todo enterrado no cuzinho, até então virgem de Ana.
Ana gritou de dor, parecia que um ferro em brasa a estava queimando por dentro, apesar de José, como bom empreiteiro, ter lubrificado muito bem sua ferramenta e as "bordas do poço" a ser perfurado. Mas depois de algum tempo, seus berros eram de puro prazer.
Durante os seis meses de duração da reforma da casa de campo, Ana fazia sexo, quase que diariamente, com o empreiteiro José, mulato eficiente no que fazia e que a viciou em sexo anal; permanecendo, por mais absurdo que possa parecer, virgem, pelo menos na bucetinha, pois até na boca da jovem virgem, José derramou o seu leite. Marcelo, o noivo, estranhou a demora na execução dos serviços, pois a programação inicial era de apenas três meses.
Ana explicou ao noivo, que a demora se deu porque seu José, encontrou muita coisa errada nas instalações antigas e teve de "abrir alguns buracos" não programados, tanto na parte "detrás", como na "superior" da propriedade.
- Marcelo, meu querido, agora que a papelada do nosso apartamento já está pronta, vamos chamar o seu José para "trabalhar" nele. - De acordo, Ana. Você até poderá ajuda-lo, como fez lá na casa de campo.
- Pode deixar querido, agora eu virei uma excelente ajudante de empreiteiro e sei como a "coisa funciona", com o seu José. Na verdade Ana tinha liberado sua bucetinha ao noivo, já pensando em fazer uma surpresa ao seu José. Iria oferecer a ele, o acesso à "porta da frente". Ela agora, oscilava entre dois homens. O amor puro por Marcelo e a paixão do sexo louco por seu José, o mulato empreiteiro, super eficiente.

Marcelo amava cada vez mais sua querida esposa e o sexo com ela era maravilhoso. Ana vivia feliz da vida, casada com o homem que amava, há quase cinco meses. Ele, tendo inteira confiança em sua virtuosa esposa, tinha se tornado um corno, que não via em Ana, motivos para ter ciúmes. Mas o certo é que, uma ou duas vezes por semana, a digna esposa dele, passava tardes inteiras, gozando como uma louca, nos braços do empreiteiro, seu José…homem de confiança na empresa de Marcelo.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:10 de agosto de 2015 14:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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