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Ana Maria, entre o amor e a paixão

ANA MARIA, ENTRE O AMOR E A PAIXÃO


Ana Maria, 20 anos, casada com Afonso, 64 anos, há 1 ano, sem filhos e nadando em dinheiro, do marido, é claro. A diferença de idade entre eles, não impede que Ana Maria tenha a vida que pediu a Deus.
Mulher tão jovem e fogosa, casada com um homem 44 anos mais velho, seria natural de se supor que tivesse um caso fora do casamento. E ela tinha, uma vez por semana, ela passava o dia "fazendo compras", conforme informava ao seu marido milionário. Na verdade, Ana, passava o dia enfiada dentro de uma linda casa, toda pintada de rosa, nos arredores da cidade, morrendo de paixão, nos braços do seu "caso".
Filha de uma família numerosa e muito pobre, sempre passou por muitas dificuldades, as vezes até faltando comida em casa. Sendo a única mulher e a mais nova, dentre os 4 irmãos, sempre recebeu tratamento diferenciado. Protegida a unha e carne pelos irmãos e por isso mesmo, nunca teve um namoradinho firme, pois eles eram logo espantados pelos seus "cão-de-guarda".
Ana Maria era do tipo "mignon", com apenas 1,50 de altura, dona de extraordinária beleza, com um corpo perfeitamente harmonizado com sua altura. Bunda, seios e coxas, que deixavam os homens "babando"
Com 18 anos, conseguiu emprego numa grande empresa do ramo de importação e exportação. Depois de 6 meses, não sabemos se por sua beleza ou capacidade funcional, foi promovida à secretária particular do doutor Afonso, o bilionário dono da empresa. Homem solteiro e com fama de mulherengo.
Ele logo foi atraído pela beleza de Ana Maria, e como sempre, fez de tudo para a levar para a cama. Porem a garota, virgem e integra, resistiu e não cedeu. Isto deixou Afonso cada vez mais a desejando, pois não estava acostumado a ser rejeitado. Ficou tão obcecado pela jovem, que em determinado dia, lhe fez uma proposta.
Ana, sei que você é uma moça honesta e de comportamento exemplar e lhe peço desculpas pelas minhas tentativas de a levar para um motel, mas é que eu estou loucamente apaixonado por você. - Doutor Afonso, o senhor me desculpe, mas eu conheço a sua fama de conquistador, que gosta de dormir com as suas funcionárias e depois as chuta.
Ana, com você será diferente, eu quero me casar com você e lhe faço uma proposta. Você receberá uma mesada de R$ 100.000,00 todo final de mês, enquanto estiver casada comigo. Poderás ajudar a tua família e terás inteira liberdade para agires como quiseres, eu não a proibirei de nada.
Ana Maria ficou "assombrada" com a proposta do homem. Ele a queria "comprar" com o seu dinheiro e "comprar" sua família. Ainda por cima deu a entender que ela poderia "conhecer" outros caras, que ele não se importaria. Que sujeito mais ordinário! Mas ela, balançou com a proposta dele e não disse que sim ou não. Que lhe daria a resposta noutro dia.
Quando chegou em casa, já num carro da empresa, todos à mesa ficaram encucados com o silêncio da caçula. Depois de muita insistência deles, Aninha abriu o jogo e lhes disse o que tinha acontecido. Seus pais e irmãos ficaram chocados com o atrevimento do homem. Mas quando Ana abriu sua bolsa e surpresa, viu um cheque ao portador de duzentos mil reais e um bilhete do doutor Afonso: - Querida Ana Maria, este é um presente para você e para a tua família. Não me leve a mal meu amor, mas eu sei que o teu pessoal passa por dificuldades financeiras e eu quero ajudar. Beijos apaixonados. Afonso.
Com o cheque na mão, o pai de Ana, olhou para a esposa e para os filhos e depois de um longo silêncio, lhe disse: - Aninha, meu amorzinho, sabemos que você é uma menina de muito juízo.... O que você decidir, nós acataremos.
Neste momento, Ana entendeu, que eles lhe deram carta branca, para que fosse comprada pelo bilionário, seu chefe. E assim foi, menos de um mês depois, ela partiu em lua de mel, com o doutor Afonso, deixando com os seus pais e irmãos, um outro cheque no valor de quinhentos mil reais. Ana Maria ficou surpresa e triste ao mesmo tempo. Não sabia que ela valia tanto para ele e que sua família, aceitou com tanta facilidade que ela fosse "comprada".
Na primeira noite com o marido, Ana, ainda virgem, apesar de toda a paixão de Afonso, sentiu mais dor do que prazer. Mas daí para a frente, foi sempre a mesma coisa, ele apesar de toda fama, era um fracasso na cama e não satisfazia a esposa de modo nenhum. Era pai e mamãe e logo gozava e a deixava a ver navios. Aquilo era uma tortura para Ana Maria, mas que integra e honesta, nunca pensou em botar chifres no marido, apesar de viver sexualmente insatisfeita, pois o que tinha de baixinha tinha de fogosa.
Voltando para casa, depois de uma tarde no clube, com as amigas, cantarolava contente e nem observou que um carro freou bruscamente à sua frente. Apesar de pisar no freio o choque foi inevitável. O air-bag explodiu e Ana Maria, ficou tonta, com o rosto envolvido pela bolsa. Logo algumas pessoas cercaram o seu carro e ainda sem atinar com o que estava acontecendo, se viu segura por alguém e levada para um outro carro.
- A senhora está ferida, vamos leva-la para o hospital. Foi tudo tão rápido que quando ela tentou explicar que não estava machucada, que foi apenas o choque do air-bag, sentiu sobre o seu rosto, um pano envolvendo sua boca e nariz. Tentou respirar, mas o cheiro do éter ou clorofórmio, não sobe identificar, a foi sufocando e em pouco tempo estava inerte, anestesiada pelos seus sequestradores.
O luxuoso carro de Ana, com a sua bolsa dentro, ficou parado no meio da avenida, com porta aberta. Só então os que assistiram o ocorrido se deram conta, que tinham assistido ao sequestro da motorista do veículo, à luz do dia, a vista de todos.
Quando Ana Maria acordou, com o nariz e a boca "queimando" pela ação do fluído, bastante tonta e com a cabeça doendo, não atinou de imediato o que tinha acontecido. Pouco a pouco tudo foi clareando e então sentiu muita dor no ombro e nos braços. Percebeu que estava amarrada pelos pulsos, a um travessão de madeira, com os pés quase não tocando o chão. Um capuz em sua cabeça não a deixava ver nada e apavorada começou a gritar por socorro.
Por quase uma hora, Aninha gritou pedindo ajuda, chorou, implorou e só recebeu de volta silêncio absoluto. Seus braços, esticados acima de sua cabeça lhe ocasionava enorme incomodo, mas mesmo assim, o pior de tudo era o capuz que lhe cobria o rosto, abafando seus pedidos de ajuda e tapando sua visão.
Não sabe quanto tempo ficou presa, mas tinha noção que foram muitas horas e em pânico total, só sabia soluçar, já sem forças até para ficar em pé, forçando ainda mais os seus braços. Até que sentiu que alguém entrava no local em que estava presa. Pelas vozes pode perceber que eram quatro ou cinco homens, que conversavam entre si, a respeito dela, como se ela não estivesse presente.
- E agora pessoal? O que vamos fazer? Vamos deixar a baixinha presa aí e esperar o resgate que pedimos para o homem dela! - E a troca, como faremos? - Não vai ter troca nenhuma, a gente pega o dinheiro e dá no pé. Ela que fique aí, se alguém a descobrir melhor para ela senão que se foda. - Mas ela irá morrer de fome e sede!
- Pessoal o coroa dela é um cara muito poderoso, pedimos para ele não meter a polícia no meio e a primeira coisa que ele fez foi avisar aos caras. Agora vamos esperar mais um pouco e daqui uns dias a gente manda outro recado para o safado do marido, com um dedo da mulherzinha dele. Garanto que ele, desta vez vai abrir as pernas e soltar a grana. Agora vamos para as nossas casas e esperarmos a resposta do homem.
- E a mulher? Ela já está a mais de 24 horas presa ali! - Meu Deus! Como você é chato Tião! - Tanto faz 24 horas ou 24 dias, ela irá fica aí como está.... Já decidimos que não faremos a troca... o coroa ficará viúvo, só para aprender que não deveria meter a polícia no assunto.
- Eu não concordo com isso! Acho que não deveríamos matar a mulher! - Não seja besta Tião, a gente não vai matar ela, a baixinha vai morrer por conta própria. Com horror, Ana pode ouvir toda a conversa dos monstros decretando a sua morte. Todos saíram dando risadas, achando graça da tirada: - Morrer por conta própria
Muitas horas depois, já não sentindo mais os braços e os ombros, totalmente dormentes, Ana jazia com a cabeça caída sobre os ombros, quando sentiu que alguém entrava no local. Seus braços foram soltos e ela ia cair no chão, senão fosse o sujeito que a soltou, a segurar pela cintura. Deitada no piso duro, percebeu que o homem amarrava seus braços e os tornozelos. O capuz lhe foi retirado e ela então pode o homem, inclinado sobre ela. Um negro enorme, preto como carvão: - Fique quieta mulher! O teu marido pagou o teu resgate e está esperando que sejas devolvida a ele, como combinado. Só que eles decidiram que não serás libertada. Que ficarás presa neste galpão até morrer de fome e de sede. Mas eu não vou deixar que isso aconteça.
- Eu ouvi vocês falarem...você deve ser o Tião.... Se não vai deixar eu morrer, porque está me amarrando? É porque eu a quero para mim. Quando estávamos te escolhendo para o sequestro, eu vi muitas fotografias tuas, até de biquíni nas piscinas e nas praias e fiquei taradão pelo teu corpinho, tão pequeno e tão gostoso. Agora que tenho a oportunidade, vou te foder até me cansar. Vou te levar para um lugar que preparei especialmente para nós. Se fores bem boazinha comigo, prometo que a soltarei, mas somente depois de te foder muito.
Ana estava apavorada, só em olhar o gigantesco negro, que devia ter mais de 2 metros e pesar uns 140 quilos no mínimo. E ela com seus 1,53, nem se imaginava nos braços daquele brutamonte. Mas o que mais lhe importava no momento era que estava viva e que escapara de morte certa, graças ao Tião.
Ele a anestesiou novamente, com a porcaria do clorofórmio e quando acordou, muito tempo depois, estava deitada totalmente nua, em uma cama de casal, com uma fina corrente metálica a prendendo pelo pescoço à cama, sem lençol ou travesseiro, somente o colchão. A corrente era bem comprida, devia ter uns 3 metros. Não sabia a quanto tempo estava presa. Mas desde o seu sequestro, que já devia durar uns dias, não comia nem bebia nada e a fome e principalmente a sede a estavam torturando demais.
Ana viu sobre uma mesinha, num canto do quarto, uma jarra com água e uma bandeja com alguma coisa dentro. Sem mesmo usar a caneca de alumínio, bebeu na própria jarra, toda agua que aguentou e com as mãos devorou toda a pizza gigante, sem ao menos descansar. - Minha Nossa! Nunca senti tanta sede e fome! Exausta e satisfeita, foi se deitar no colchão, tentando imaginar o que Tião tinha feito com ela, enquanto estava sob o efeito da droga, pois ele a tinha despido. Examinou seu corpo e satisfeita viu que fora as marcas nos pulsos, não estava sentindo nenhum outro incomodo.
Depois de muitas horas, exausta física e mentalmente, adormeceu, tendo um sono cheio de pesadelos, acordando com Tião a sacudindo pelos ombros: - Acorde, pedacinho de gente... está na hora de você sentir o meu pau nesta bucetinha de boneca.
Apavorada Ana Maria, se encolheu toda na cama, com os braços envolvendo os joelhos, olhando com terror, Tião ficar nu, em pé no meio do quarto. Gritou horrorizada quando viu o tamanho do pênis do gigantesco negro. O membro era de um tamanho descomunal, comprido e grosso, com uma cabeçorra mais parecendo uma bola de tênis. Se ele colocasse aquela coisa dentro dela, tinha certeza, ficaria toda arrebentada.
Em pânico, quando ele se ajoelhou sobre ela, como que hipnotizada, não pode desviar o olhar do monstrengo e numa última tentativa de evitar o estupro, chorando, argumentou com ele: - Pelo amor de Deus, seu Tião... eu sou muito pequena, e o senhor tem quase dois metros, você vai me matar...Não vou aguentar esta coisa dentro de mim!
- Quase dois metros, merda nenhuma baixinha! - Eu tenho 2,10, com muito orgulho e o meu cacetão faz jus ao meu tamanho. Se você é uma tampinha de mulher, pior pra ocê. Mas eu farei a coisa bem lentamente, de modo que não sintas muita dor. Vamos deixar de choradeira e partir para o bem bom.
Quando Tião a libertou da corrente que a prendia à cama, Ana Maria, em pânico, escapuliu por debaixo das pernas dele e com a força do medo, saiu numa disparada louca, porta afora. Chegou a sair da casa e correr, desorientada, em direção de umas árvores, alguns metros adiante. Mas Tião a alcançou com enorme facilidade e voltou com ela para a cabana.
Ele a segurava pela cintura, pressionando o pequeno corpinho de Ana, contra o seu. - Minha nossa! Como você é macia, menina... que bonequinha gostosa! Não adianta fugir de mim! Enquanto falava e a levava de volta à casa, Tião a segurava, com uma mão na bunda e outra na altura dos ombros e como um louco, beijava e lambia todo o seu rostinho.
Ana, em desespero, se sentia toda lambuzada pela saliva do gigante, que doido de paixão, colocava a língua na boca da pobrezinha e sugava sua saliva. Tião sentou em um banco de madeira, obrigando Ana Maria a ficar sentada nas coxas dele, de frente, com as pernas abertas, fazendo com que a cabeçorra do caralho, se colocasse bem no meio do canal vaginal e com as mãos em volta de sua cintura, fazia pressão para iniciar a 'invasão". Com a cabeça do pênis a invadindo e suas paredes vaginais se abrindo para dar passagem ao monstro, Ana deu um berro de dor e desmaiou nos braços do gigante.
Tião olhou para o seu caralho e ficou chocado com o que viu. Ele tinha colocado bem menos de metade da cabeça e a pequena já "pediu água". - Que merda, eu realmente sou muito grande para a bucetinha desta baixinha! Se maldizendo, ele tirou o mostrengo e pode ver um fino filete de sangue escorrer pelas paredes vaginal.
Ana abriu os olhos e sentiu que estava sendo carregada, nos braços de Tião, para a cama. - Você é uma merda de mulherzinha! Tem uma bucetinha de menina... não vai aguentar o meu pauzão dentro de você. Ele voltou a prender Ana com a corrente e saiu do quarto, puto da vida.
Somente no dia seguinte ele voltou e Ana, com bastante fome e sede, implorou que ele lhe desse qualquer coisa para comer e beber e pediu alguma roupa para tapar sua nudez. Tião saiu e quando voltou, uma hora depois, veio com uma caixa com comida e água para Ana. Ela comeu e bebeu até se fartar.
- Mulher, você aqui não vai vestir nenhuma roupa, eu quero sempre este corpinho lindo, sem nenhum paninho por cima. - Tião, já que você desistiu de me estuprar, lhe imploro, me liberte, deixe eu ir embora. - De modo algum! Eu a desejo e quero ficar com você. Só serás libertada quando eu decidir assim.
- Vou lhe propor um negócio, eu não meto o meu caralho nesta imitação de buceta, mas em compensação, quero lamber você todinha e quero que você dê uns beijinhos no meu bilau. Estas são as condições para que eu a liberte depois.
- Você é um doido tarado, de modo nenhum vou beijar esta tua coisa! - Então, minha gostosinha, azar o seu.... Pois eu vou te lamber todinha e enquanto você não se decidir ser boazinha comigo, não irás embora!
Naquela mesma tarde, Tião começou a lamber e chupar cada pedacinho do corpo de Ana, que mesmo lutando para evitar, não era páreo para o gigante. Por quase duas horas, a boca e a língua dele, entrou em todos os buraquinhos de Ana. E isso se repetia todos os dias e não havia nem um centímetro do corpinho dela, que não fosse lambido ou chupado, por ele, principalmente os seios, a buceta e o ânus.
A paixão que Tião tinha por Ana, se fazia acompanhar de uma boa dose de tara e sadismo e ele sentia prazer em a surrar, mesmo ela tentando não lhe dar nenhum motivo para isso. Totalmente subjugada
Ana, submetida a tanta humilhação, já não reclamava mais e com o passar dos dias, Tião passou a dormir com ela, na mesma cama, como se marido fosse, e invariavelmente, ele fazia sexo com ela. E então aconteceu o que tinha de acontecer. Ana passou a ter incríveis orgasmos, gozando com a boca e a língua de Tião. Na verdade, ela se viciou e enlouquecia de gozo com ele fazendo sexo oral nela. Ficou tão doidinha, que quando ele exigiu que ela o chupasse, não teve forças para negar. Mesmo abrindo o máximo a boquinha, só conseguia abocanhar menos da metade da enorme cabeça do membro monstruoso.
Cinco meses depois, Ana e Tião, faziam, invariavelmente, dupla chupação, em 69 alucinantes. Ela não pedia mais para ir embora, pois apesar de viver num casebre miserável, sem nenhum dos confortos a que estava habituada, tinha o que nunca teve, satisfação sexual plena. Na verdade, estava nutrindo por Tião, não amor, mas um misto de paixão e ódio. Paixão pelo prazer alucinante que ele lhe proporcionava e ódio, por se sentir prisioneira dele e, por mais incrível que possa parecer, estar gostando de ser surrada, de ser tratada com brutalidade por ele. A dor sempre era companheira do prazer e, Ana se sentia escreva disso.
O Seu envolvimento com o sequestrador era de tal monta, que quando ele pediu para deixar ele roçar a seu membro na vagina, ela deixou. Deitada por baixo dele, com as coxas separadas, sentia a cabeça percorreu toda a sua rachinha, muito lubrificada com o seu fluído e com os fluídos dele. O prazer que estava sentindo com aquilo era indescritível. Tião, foi arriando o corpo sobre ela e enlouquecido de prazer, quando o orgasmo veio, desceu com força, num só golpe, enterrando todo o monstro dentro dela. Ana, ainda tentou sair, mas já era tarde.
Foi uma dor terrível, ele foi abrindo caminho e na passagem dilacerando e destroçando tudo que encontrava pela frente. Ana Maria deu um berro, parecendo um animal ao ser abatido, e não suportando a dor, desmaiou. Tião apavorado, saiu de dentro dela e trouxe junto um rio de sangue, que saiu em abundância. Tentou com uns panos colocado sobre a vagina, cessar a hemorragia, mas de nada adiantou. - Minha nossa! O que foi que eu fiz?
Como única solução, para salvar a vida de Ana, ele a enrolou em alguns panos e a levou para o hospital mais próximo. Já era bem tarde, e sendo o hospital especializado em pronto-socorro, tinha pouco movimento a esta hora da madrugada, e ele a deixou deitada na rampa de acesso das ambulâncias e "deu no pé"
A Doutora Aline e o enfermeiro Anselmo, no calmo plantão, resolveram dar uns amassos, dentro de uma das ambulâncias. Estavam no bem bom, quando escutaram uns gemidos vindo do lado de fora. Curiosos foram ver do que se tratava e levaram um tremendo susto ao verem uma mulher, semidespida, enrolada em panos.
- Santo Cristo! O que fizeram com esta criatura! Ela foi levada para a sala de cirurgia e por lá ficou por quase quatro horas. A equipe ficou impressionada com o estado da paciente, pois além de ser necessário procedimentos em toda região genital, ela ainda tinha perdido uma quantidade enorme de sangue e apresentava diversos outros hematomas por todo o corpo, demonstrando que a pobrezinha, além de ser estuprada, sofreu tortura por muito tempo.
A polícia foi chamada, pois o caso era de sua alçada. Mas com Ana sedada, na UTI, não foi possível identificar a vítima. Mas em busca nos arquivos, a delegada Fátima encontrou o registro do sequestro de uma mulher, cuja descrição batia com a paciente. Foi um caso muito triste, a esposa de um grande empresário, foi sequestrada e exigido resgate, que foi pago, mas a vítima não foi libertada. E isso foi a uns cinco meses, no início do ano.
Seria um triunfo para Fátima, se a moça internada fosse mesmo a esposa do milionário, pois a mídia deu grande destaque na época da ocorrência. Munida da ficha, a delegada foi até o hospital e.... ponto para ela...Era a mesma pessoa.
Ana Maria, foi transferida para uma clínica particular e sofreu mais alguns procedimentos cirúrgicos, pois o estrago em seus órgãos genitais foi enorme. Somente depois de dois meses pode retornar à sua mansão.

Ana se recusava a fazer sexo com o seu marido e, Afonso, alertado pelos médicos, ficou ciente dos traumas da esposa e se conformou com isso. Apesar da idade, ele passou a se satisfazer com uma de suas secretárias, que apesar de muito jovem, se deixou comprar tal como Ana Maria o fez tempos atrás.

Seis meses depois, Ana vivia sexualmente insatisfeita, mas jurou par si mesma, que nunca mais sua vagina seria visitada por outros pênis, nem de seu marido.
- Uma ligação para a senhora. - Diga que não estou, não estou com vontade de falar com ninguém. - Dona Ana Maria...é voz de um homem e insiste em querer falar com a senhora. - Que merda, Clara! Eu já lhe disse que não quero falar com ninguém!
Clara, uma das empregadas de Ana, voltou ao telefone ao telefone: - Senhor, não adianta insistir, minha patroa não quer falar com ninguém hoje. - Está certo, eu compreendo. Mas me faça um grande favor. Tome nota do meu telefone e diga a sua patroa, que Tião necessita muito falar com a baixinha.

- Senhor, deve ser engano, aqui não tem nenhuma "baixinha"! - Não seja teimosa, dê o meu recado a ela, só isso.

- Senhora, me desculpe o atrevimento, mas esse maluco liga quase todos os dias, querendo falar com a baixinha dele.... É muito atrevimento. - Clara, ele por acaso disse o seu nome? - Disse sim, que é o Tião. Que homem mais maluco! Até me deu o telefone dele.
- O que você quer Tião? Não está satisfeito com o que fez comigo? - Eu apenas queria escutar a voz da minha baixinha e lhe agradecer por não me dedurar. Peço mil perdões se a machuquei…Eu não queria, mas tudo aconteceu na hora do gozo e você concordou.
- Mas não era para você enterrar o monstro em mim... era para ficar só na portinha! - Eu sei minha baixinha..., mas não deu para segurar. - Porque você está e ligando, quase um ano depois?

- Sabe o que é, minha baixinha, eu estou louco de saudades para lamber e chupar esta miniatura de buceta... juro que só ficarei nisso. - Você está louco, cara? Sou uma senhora casada e se no passado fizemos tudo aquilo, não se esqueças que eu era tua prisioneira.
- Baixinha, fique com o meu telefone e se algum dia, sentires saudades da minha língua e só ligar e a gente pode se encontrar num lugar bem discreto. - Fique esperando sentado, pois isso nunca vai acontecer.

Tião estava muito satisfeito, contente com a vida. Tinha deixado a vida de crime e agora trabalhava como "segurança" numa casa noturna conceituada na cidade. Há quase um ano morava sozinho numa linda casa, toda pintada de rosa, num bairro distante do centro.

Ana Maria tinha lhe "doado" o dinheiro para ele comprar o imóvel e ainda por cima lhe dava uma bela mesada, somente para ele ficar a sua disposição, para chupar a sua pequena buceta, sempre que tivesse vontade.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 17:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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