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Anny, a náufraga

Anny, a náufraga
Anny estava puta da vida com Robert, seu marido. Ontem foi o terceiro aniversário de casamento deles e o idiota nem se lembrou. Ela se arrumou toda, comprou um presente e preparou um belo jantar surpresa. O que fez ele? Telefonou avisando que depois do trabalho, iria até o clube, bater um papo com os amigos e jogar pôquer e que não teria hora para chegar. Quando ele chegou em casa por volta das duas horas da manhã, Anny já tinha jogado no lixo tudo que tinha preparado com muito amor e foi dormir, soltando faíscas pelas narinas.
Bem cedinho, antes que ele despertasse, Anny saiu de casa, deixando um bilhete: "Irei ao shopping e depois ao clube jogar pôquer com as amigas, não tenho hora para chegar e feliz aniversário de casamento".
Mas Anny, quando estava com raiva ou deprimida, gostava mesmo era de navegar com a sua Anny I, uma bela lancha de fibra de vidro, com 16 pés e um potente motor de popa; presente de seu pai, quando fez 18 anos.
Desceu do taxi e rapidamente percorreu o píer 23 da Marina do Sol e sem mesmo registrar que estava saindo, deu partida no motor e se fez ao mar. Romântica e sonhadora, estava profundamente triste, por Robert não ter se lembrado do aniversário deles.
Sem mesmo definir um rumo, deu potência ao motor e avançou em direção ao alto mar. Anny uma bela morena com 23 anos, queria passar o dia no mar, sem mesmo levar celular e com o rádio de bordo desligado. Com isso queria dar um belo susto em seu esposo, que parece nos últimos tempos, andava se esquecendo dela. Ele iria ao clube, pensava ela, depois telefonaria para suas amigas e não tendo notícias dela, ficaria muito preocupado. Bem que ele merecia isso.
Envolta em seus pensamentos, se esqueceu dos conselhos de seu pai - quando perder a linha da costa de vista manter sempre o rádio ligado. Anny já estava bem longe, mar a dentro e não via mais terra. Sem o rádio, não pode receber o alerta de tempestade da guarda costeira, solicitando que todos os barcos, veleiros e lanchas retornassem aos seus portos ou se afastassem da região.
Só quando Anny I começou a "corcovear" sobre as ondas que se avolumavam cada vez maiores, foi que se lembrou de ser a "|marinheira" que sempre foi. Girou o leme em 180º, procurando retornar para a marina, mas aí viu na linha do horizonte, entre ela e a costa, a negra nuvem, que beijando a linha d'água, avançava sobre sua lancha.
Sabia perfeitamente que sua valente Anny I, não era páreo para enfrentar a tempestade à frente, então resoluta, girou novamente o leme em 180º, deu toda potência ao motor, na tentativa de fugir do monstro que se formava na sua popa, poucas milhas atrás.
Estava vencendo a corrida e por quase uma hora, a 50 nós, deixou a tempestade para trás, foi quando, horrorizada viu o motor tossir e parar de vez, com o tanque de diesel vazio. Sibilando raivosa, em meio a raios e trovões, a tormenta estava quase engolindo Anny I.
Vestiu o colete salva-vidas, ligou o rádio e tentou emitir um SOS, mas a estática, foi a única resposta recebida. Quando sua lancha virou, Anny se viu envolvida nas ondas furiosas que a jogavam para todos os lados, como se fosse uma casca de amendoim. Lutando para salvar a vida, Anny, viu passar as horas e a tempestade também. Flutuando, com o auxílio do colete, percebeu que sua situação era desesperadora. O único jeito era se manter calma e se deixar levar pela correnteza.
Já estava a mais de cinco horas ao sabor das ondas, dando graças pelo Sol estar encoberto. A noite já vinha chegando, quando escutou o ruído de ondas arrebentando. Isso só podia indicar uma coisa, o encontro das ondas morrendo em alguma coisa. Levantou a cabeça e viu, maravilhada, uma língua de praia a menos de 50 metros.
Nadou, buscando as poucas forças que lhe restavam, em direção a sua salvação e com ajuda das ondas, foi empurrada para a praia salvadora e ali ficou, estendida, totalmente extenuada.
Com as estrelas cintilando no céu, se arrastou até "fugir" da água que beijava seus pés e ficar deitada na areia seca e quente e ali ficou até quase o amanhecer.
Com o Sol a lhe esquentar o corpo, acordou e assustada, deu graças a Deus, por estar salva e em terra firme. Terra firme.... Onde?
Anny, durante quase o dia todo, pesquisou o local, até chegar à conclusão que era uma náufraga numa pequena ilha. Por mais que tentasse não tinha nenhuma lembrança de alguma ilhota, registrada em suas cartas náuticas. Devia ter navegado muito com a Anny I e depois sendo arrastada pela tempestade e ao sabor das correntes marítimas.
Louca de fome e sede, deu graças, quando descobriu que a ilha, coberta por espessa mata, tinha também uma fonte de água doce e muitas frutas silvestres.
Anny tinha lido o romance de Daniel Defoe "Robinson Crusoé" e logo traçou um paralelo com a sua situação atual; náufraga em uma ilha deserta.
- Deus do céu...que merda eu fui me meter! E agora o que vou fazer? Robert deve estar desesperado a minha procura... dois dias sem dar notícias, e o pior de tudo é que não registrei a saída da minha lancha lá na marina. Que idiota...estou fodida e tudo por minha culpa.
...........
Robert estava desesperado a procura de Anny, há dez dias sua querida esposa tinha saído de casa muito ressentida com ele. Ninguém mais a viu e ela desapareceu como por encanto. Todo mundo, parentes e amigos saíram a campo à sua procura. As autoridades policiais, por mais que se esforçassem, não obtiveram nenhuma pista sobre o misterioso sumiço de Anny.
..........
Anny, a exemplo de Crusoé, tentava registrar o passar dos dias, juntando coquinhos num pequeno buraco que fez no chão. Pela sua contagem achava que já estava na ilha aproximadamente a 35 dias, mas não tinha muita certeza disso. Com as roupas em frangalhos, parecia um animalzinho, vivendo ao relento, procurando se proteger da chuva e do vento, se cobrindo com algumas folhas e galhos caídos das árvores. Não sabia e nem tinha como armar alguma espécie de abrigo.
Com o tempo, Anny, se maldizendo, nem mais se preocupou em tentar registrar os dias. Estava e isolada naquela maldita ilha. Vivia falando sozinha e, agora de suas roupas nem a calcinha restava, no início tentou tapar sua nudez com algumas folhas, mas depois mandou tudo a merda. Esconder seu corpo de quem? Se só o céu a via, perdida na ilhota. Passava a maior parte do tempo, perambulando pelas areias da praia, olhando para o mar, desejando que um milhão de olhos vissem sua nudez.
Berrou de alegria, pulou, riu e chorou, quando avistou ao longe um pequeno bote flutuar ao sabor das ondas. Se atirou ao mar e como boa nadadora que era, venceu o quebra-mar e agarrou pelo bordo, o pequeno bote. Chorou em desespero, quando percebeu que não havia viva alma o tripulando.
Com muito esforço conseguiu erguer seu corpo e entrar no bote, quando viu estirados no fundo, quatro homens, que pareciam estar mortos. Fez um rápido exame e percebeu que todos estavam vivos, quase mortos na verdade, mas vivos.
Se atirou como uma louca sobre os corpos e, rindo descontroladamente, os abraçou e beijou cada um deles. - Não morram filhos de uma puta! Como é bom ver gente novamente!
Anny não tinha noção, mas ela já estava a seis meses isolada de tudo e de todos na pequena ilhota e sua mente navegava entre a realidade e o sonho absurdo de estar numa praia cheia de gente, que conversavam e riam junto com ela.
Agora não, ela tinha gente de verdade ao seu lado. Com extraordinário esforço, conseguiu arrastar os pesados homens para a borda da floresta, levando quase um dia inteiro nesta tarefa. Tratou de lhes trazer frutas e água, usando para isso os cantis vazios que encontrou no bote.
Sentada na cintura deles, os forçava a beber, pois sabia que a sede era a principal causa da inanição dos homens. Aos poucos todos os quatros foram se recuperando e quando viram aquela mulher nua, que mais parecia uma selvagem, com os cabelos quase até a cintura e com o corpo e rosto queimados pelo sol, ficaram de boca aberta.
Anny olhava para eles, um ar de admiração, quase que de veneração. Todos eram de pele bem clara, apesar de queimada pelo sol e pelo sal. Olhos azuis e cabelos loiros e lindos de morrer.
Quando estava na universidade, sempre fantasiava que o seu homem perfeito seria daquele tipo. Mas quando conheceu Robert, um atlético jogador de futebol da universidade, tudo mudou, pois ele além o rapaz mais desejado por suas colegas, tinha cabelos pretos e assim mesmo Anny se apaixonou por ele.
Não estava mais só na ilha, agora tinha com quem falar... para evitar que ficasse louca em sua solidão. Tão empolgada estava, que começou a falar com os quatro, que a olhavam admirados, pois a mulher parecia não se importar em estar nua na frente deles.
- Meu nome é Anny, acho que tenho 28 anos e estou nesta ilha a mais de 5 anos e vocês são os primeiros rostos que vejo neste tempo todo. Minha lancha afundou em meio a uma tempestade e nem sei como vim parar aqui, igual a vocês. Por favor me digam seus nomes e o que aconteceu com o barco de vocês. Por acaso sabem que estão me procurando. Meu Deus! Que maravilha ter vocês aqui!
Anny não conseguia parar de falar, gesticulando muito, rindo e chorando ao mesmo tempo, andando em volta dos homens sentados sobre alguns troncos caídos.
Quando um deles, se levantou e lhe dirigiu a palavra, Anny se surpreendeu, pois ele falava um idioma totalmente estranho para ela. Anny era uma mulher culta, falava três idiomas com perfeição, porem ele se comunicava numa língua que não foi capaz de decifrar, parecia grego ou coisa parecida.
Não pode deixar de soltar um palavrão: - Puta que pariu! Cinco anos isolada nesta merda de ilha e quando encontro outras pessoas, não consigo me comunicar com elas. Que destino cruel!
..........
Na verdade, Anny não estava náufraga há cinco anos, mas apenas seis meses. Porém sua mente não suportou o cruel desastre e o isolamento total e entrou em um estado quase que psicótico, tendo alucinações e dificuldades de se manter sóbria.
Maldizendo sua sorte, Anny se embreou no matagal, que já conhecia como a palma de sua mão e desapareceu das vistas dos aturdidos marinheiros. Só muito tempo depois, ela retornou aonde eles estavam, à beira da pequena lagoa de águas claras e frias. Ficou escondidas atrás de alguns arbustos, vendo os quatro homens, que sem nenhuma roupa tomavam banho, tagarelando entre si. Anny ficou olhando os belos corpos e os membros deles.
Quando um dele se deitou sobre o capim que rodeava a lagoa, com os braços na nuca. Anny foi se aproximando e a dois passos do homem nu, ficou admirando o pênis dele. Como que hipnotizada foi descendo seu corpo e se sentou, posicionando sua vagina, sobre o pau mole do cara.
- Se você não fala a minha língua, vamos ver se pelos menos esta coisa que tens entre as pernas sabe se comunicar com a minha boca aqui debaixo. O marinheiro abriu os olhos surpresos e a vendo sentada sobre suas coxas, nada falou, enquanto ela posicionava o membro mole na entrada da buceta.
- Vamos cara, endurece esta coisa logo, assim como está não entra! Deu um gemido de prazer quando o sentiu cresceu dentro dela. - Deus do céu! Há mais de cinco anos, não sentia prazer tão grande... que delícia! Anny se movimentava sobre ele, subindo e descendo seu corpo, gemendo como uma louca; tudo sob as vistas dos outros três marinheiros, que de membro duro, a tudo observavam.
Desse dia em diante, Anny virou a mulher do quarteto, que enlouquecida de desejo, não lhes negava nada. Ela que nunca tinha feito sexo anal e oral com Robert, agora queria tudo isso e até dupla penetração. Tudo sem ao menos se compreenderem verbalmente, só se comunicando pela linguagem do sexo. Insaciável, exigia deles, sexo a todo momento, de preferência que fossem com todos ao mesmo tempo.
..........
Robert não tinhas desistido de encontrar Anny, apesar de sete meses já terem transcorridos desde do seu misterioso sumiço e de todos já terem desistido, ele continuava firme em suas buscas por todo o pais.
Numa praia do litoral sul, repleta de banhistas, alguns destroços vieram ter ás praia. O que chamou a atenção do salva-vidas de plantão foi um pequeno pedaço em fibra de vidro, onde estava gravado o nome "Anny I" e logo abaixo em letras menores "marina do Sol".
- Que coisa estranha...algum tipo de barco desta marina naufragou, vou avisar a eles que destroços de um barco deles veio parar na minha praia.
- Senhor, eu estou com alguns pedaços do Anny I, o barco de vocês que naufragou, se estão interessados, venham buscar o que sobrou dele. - Deve haver engano, a Anny I é uma pequena lancha de 16 pés e que está…!!!! - Me desculpe, depois eu volto a me comunicar com o senhor. O Comodoro do Iate Clube tinha conhecimento de que a proprietária da Anny I, a senhora Anny, sócia do clube, estava desaparecida a muitos meses. Foi ver os registros da Marina do Sol, destinada a barcos de pequeno porte e não encontrou registros de saída da lancha. Então ela deveria estar ancorada no píer 23. Mandou verificar e surpreso, foi informado que a lancha não se encontrava no lugar onde deveria estar.
- Deus do céu! .... Ela saiu com a lancha, sem fazer o registro devido e.... naufragou...por isso está desaparecida. Ligou para a guarda costeira e comunicou o fato, depois ligou para Robert e pediu que ele viesse até o clube, não queria lhe dar a triste notícia por telefone.
A guarda costeira relacionou a data do sumiço da senhora Anny, provavelmente a bordo de sua lancha, com uma tempestade muito violenta, ocorrida na mesma data, há muitas milhas da costa. Não havia mais esperanças de a encontrar, perdida no imenso oceano, tantos meses depois e deu o caso como encerrado, depois de um sumário processo, sendo recolhidos todos os destroços da Anny I, como prova da perda do barco e de sua imprudente proprietária.
Mas Robert e alguns dos seus amigos do iate clube, saíram ao mar, para pesquisar nas dezenas de ilhotas espalhada por uma vasta região, a centenas de milhas da costa.
..........
Anny, passeando como sempre fazia, na praia, viu ao longe, na linha do horizonte, as velas de um veleiro. Excitada chamou os quatro marinheiros e por gestos pediu que eles a acompanhassem levantando os braços para chamar a atenção do barco.
Os cinco, lado a lado, com os braços abanando os braços sobre suas cabeças, viram quando o veleiro de aproximava veloz. Anny pulava de alegria, ao lado dos seus "homens". - Estamos salvos rapazes, finalmente vieram nos buscar... oito anos depois, mas vieram!
A bordo, os tripulantes de óculos em punho, de longe viram a mulher nua, abanando para eles. A princípio duvidaram que fosse Anny, a náufraga, que estavam a buscar a semanas. Com os botes arriados, cinco dos tripulantes foram até a praia e só então puderam confirmar que realmente era ela.
Anny chorava como uma criancinha e se agarrava aos tripulantes, não se importando com a sua nudez. - Finalmente vocês vieram nos salvar... depois de tantos anos. Eu até pensava que iria morrer aqui, ao lado dos rapazes.
O capitão do veleiro, olhou para os lados e não vendo mais ninguém, indagou: - Rapazes! A senhora não está sozinha na ilha? - É logico que não, eu morreria se estivesse só nesta ilha, veja os quatro marinheiros que também ficaram isolados na ilha e ficaram ao meu lado na maior parte do tempo.
Anny estendeu os braços e olhou para o lado onde estava os seus marinheiros, mas não viu nada, só a areia e o vento. Deu um grito, chamando por eles e caiu desmaiada na areia.
..........
Tempos depois, Anny estava nos braços se seu marido, já totalmente recuperada, dos meses que ficou isolada na ilhota. Duas vezes por semana ela visita sua psicóloga e agora sabe que os quatros homens loiros e atléticos com os quais fez sexo animal por meses a fios, foram criação de sua mente. Eles nunca existiram realmente. Mas uma coisa é certa, quando Robert a tem, ela fecha os olhos e imagina que quem está dentro dela, não é o seu marido, mas um dos deliciosos marinheiros e então, Anny enlouquece de prazer, berrando nos braços do marido: - Me fode...me fode...loirinho gostoso. ........Robert tem uma bela cabeleira preta.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:10 de agosto de 2015 14:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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