Conto Erotico | Historia Erótica

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AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA

AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA
Meu Deus, a próxima semana será tão atribulada que nem respirar direito poderei. Aniversário de minha sobrinha Beth e, Paulo, meu irmão, pediu para eu preparar tudo lá no sítio deles.
Será uma festa para Betinha, onde toda a família e amigos estará reunida. Minha sobrinha fará 10 anos, cinco dias depois de sair do hospital, depois de ficar internada por mais de três semanas. A operação dela foi um sucesso e o tumor foi totalmente removido.
Já comprei tudo o que será necessário para montar o "Castelo Encantado", lá no sitio de Paulo. Os fornecedores farão a entrega na segunda-feira e minhas funcionárias, do meu escritório de arquitetura, Margarida e Célia, darão início a montagem do cenário que imaginamos.
Combinei com o doutor Marco Antônio, que só poderia visitar a sua mansão, neste fim de semana ou então, somente daqui a dez dias. Ele tinha pressa em redecorar sua futura residência
O senhor Marco Antônio é um simpático velhinho, dono da empresa onde meu marido Afonso trabalha. Podre de rico, comprou na área montanhosa do município vizinho, uma casa enorme, uma verdadeira mansão, com mais de dez quartos, três salas, copas, dispensas e porão onde quer montar uma adega.
Ele pretendia contratar uma empresa para decorar todo o ambiente e meu marido fez a maior propaganda do meu escritório e conseguiu convencer o velho, para conversar comigo a respeito.
Fui ao escritório do senhor Março Antônio e lhe apresentei minhas realizações em muitas de decorações que planejei e executei nos últimos tempos. Ele ficou impressionado com tudo e disse que estava disposto a contratar o meu escritório.
Engoli em seco, quando ele me informou o quanto estava disposto a gastar com os serviços em sua mansão. Nossa! Era um teto, que ultrapassava em muito todos as minhas últimas realizações no último ano.
Tivemos mais algumas reuniões de serviço e ele me disse o que queria para a sua futura residência. Eu tinha de conseguir este contrato, Marco Antônio, pelo que parece, não se importava em gastar o que fosse necessário para satisfazer a sua vaidade em ter tudo de bom e melhor lá na mansão.
Depois de uma demorada reunião, ele me convidou para ir até um outro escritório, que tinha fora da sua empresa. Telefonei para Afonso e lhe avisei que continuaria os contatos com o seu chefe, para tomar conhecimento de todos os detalhes do que ele pretendia para a decoração.
-Não tenha pressa, querida, Marco Antônio é um cara muito vaidoso e exigente. Só lhe ofereça coisa de primeira linha, não tenha pena de gastar muito. - Pode deixar comigo, meu amor. Já tenho o perfil dele e acho que sei o que ele quer.
Não, eu não sabia, o velhote era muito mais vaidoso do eu pensava. Ele tinha no seu computador, dezenas de fotografias de todos os cômodos da mansão e para cada um deles, detalhes de tudo que pretendia.
- Mas doutor Marco Antônio, isto vai lhe custar uma verdadeira fortuna. A maioria dos itens, terão se ser importados!
- Em primeiro lugar, para você, sou apenas Marco Antônio, tire o doutor fora e quanto aos custos, não se importe com isso. Terás carta branca para tudo que necessitares.
- Luciana, eu estou muito mais interessado é em quanto você me custará, para me satisfazer plenamente.
- Ele disse isso, me olhando de uma forma marota e em uma tonalidade, fora do padrão que estava usando até aqui.
Fiquei meio sem graça, pois ele me pegou de surpresa. Já tinha na cabeça um determinado valor dos meus serviços, mas pensei que só quando o contrato fosse assinado, isso seria discutido.
- Doutor Marco Antônio, não pensei que isso fosse conversado agora, não seria melhor, mais adiante?
- Não minha querida, eu quero saber agora, quanto me custará para a ter!
- Nossa! O cara estava me contratando ou me comprando? Fiquei muda, sem nada lhe responder e ele continuou:
-Já lhe disse, meu amorzinho, para tirar o doutor fora e, veja o valor que tenho neste contrato, para lhe oferecer. Quando olhei para o documento que ele me oferecia, quase caí para trás. A quantia ali inserida, era cinco vezes maior do que eu tinha em mente.
-Mas dou...digo Marco Antônio o que é isso? É o valor que lhe estou oferecendo pelos teus serviços. Porque você acha pouco? - Não é isso, eu para lhe falar a verdade esperava muito menos.
- Você está sendo modesta, teu marido a elogia tanto e no enquanto você está sendo modesta. Vamos garantir.... Já assinei o contrato, assine você também e vamos acabar com isso.
- Mas agora? - Sim assine agora, amanhã pegarei as assinaturas das testemunhas e registrarei a papelada. Tremendo de emoção, assinei o contrato e ele, alegre e brincalhão, me disse: - Pronto, garota, agora você é minha. - Marco Antônio, já é muito tarde e eu tenho de ir embora, Afonso e meus filhos me esperam.
- Nada disso, Luciana. Um negócio tão grande como esse, merece uma comemoração. Vamos sair e jantar num lugar bem bacana. Telefone para Afonso e o convide para vir festejar com a gente.
Foi o que fiz, telefonei para meu marido e lhe disse que tinha assinado contrato com Marco Antônio: - Meu querido, foi um negócio espetacular, um valor bem maior do que eu pretendia cobrar. Ele quer jantar fora e o convidou para vir com a gente.
- Parabéns, querida. Diga ao Antônio, que eu agradeço, mas que não poderei aceitar o seu convite. A babá não pôde ficar está noite e tenho de tomar conta dos nossos pimpolhos.
- Então eu vou para casa, Afonso! - Não, querida, aceite o convite do velhote, ele é metido a garanhão, mas daquele mato não sai coelho. Fique sossegada e aproveite o teu triunfo.
Aceitei convite de Marco Antônio e lhe disse que Afonso, por problemas familiares, não poderia vir.
- Ótimo, seremos só nós dois. O lugar bacana que ele falou, era uma boate, num bairro grã-fino, um lugar de superluxo. Dia de semana, 23 horas, poucos casais na escura pista de dança, que se agarravam sem importar com mais ninguém ao redor.
Fiquei sem graça em estar naquele lugar, na companhia de um homem, que não o meu marido. Mas como quem está na água é para se molhar, aceitei o convite para dançar com Antônio. Na pista, ele com os braços em minha cintura, obrigava meu corpo colar ao dele. Depois de muitos drinques, eu já estava bem altinha, pois até aquele momento não tinha comido nada. Ele se colava a mim como um carrapato eu sentia o volume dele lá embaixo. Deixei rolar, afinal o velhote merecia uma "recompensa" pela fortuna que estava recebendo dele.
Foi pensando desta maneira, que o senti cada mais volumoso entre minhas coxas. Não sei porque, gostei disso. Fazia anos que eu não dançava assim. Fechei os olhos e me apertei mais a ele, o abraçando pelo pescoço. Não sei se foi o efeito do álcool ou o que, mas sentindo o sei roçar, contra minha xoxotinha, mesmo por cima das nossas roupas, fui ficando excitada. Apesar de sua idade, não era bobo e percebeu e me puxou mais para si, passando a boca e a língua em meu pescoço e orelha.
Puta que pariu, aquilo era o meu fraco. Abri as mais as coxas e suspirei fundo em seu ouvido. Eu nuca tinha traído meu marido, mas o velhote, soube despertar em mim, uma vontade, um desejo incontrolável e me colei mais ainda nele, com minha xoxota totalmente molhada de tanta tesão.
- Luciana, vamos sair daqui e vamos para um lugar mais reservado? Que meu marido me perdoe, mas eu estava tão e excitada, que em vez de recusar o convite, lhe disse, com voz rouca, colada ao seu ouvido: Vamos sim, Antônio.
Em questão de trinta minutos, estava num luxuoso motel. Deitada nua na cama, com a cabeça de Antônio no meio de minhas pernas abertas, me chupando como um doido. Se o pau dele era pequeno e quase não ficava ereto, o cara era um mestre com a língua. Nunca gozei tanto em minha vida. Nem com Afonso, me lambendo, tive tantos e furiosos orgasmos.
Desde que me casei com Afonso, há 14 anos, nunca estive com outro e mesmo no nosso tempo de namoro e noivado, ele foi o primeiro e único homem de minha vida. Agora estava ali, morrendo de tanto gozar, na boca de um velhote e ainda por cima, sendo ele o chefe do meu marido.
Antônio não meteu o pau em mim, mas a língua e os dedos entraram em todos os meus buraquinhos. De quatro, eu gemia como uma doida, com a língua dele lambendo o meu cuzinho. Estava tão louca, que quando Antônio, se sentou sobre os meus seios e com as mãos direcionou o pequeno pênis para a minha boca, fechei os lábios, mas não o expulsei.
Ele ficou passando aquela coisa mole e úmida sobre os meus lábios e dizendo: - Que delícia...que boquinha deliciosa você tem, querida... abra a boquinha, por favor. - Nossa! Eu não conseguia resistir...comecei a beijar a cabeça, toda melada, entreabrindo um pouco os lábios, percebendo que finalmente ele estava ficando ereto. Aí fui eu que senti aquilo delicioso. Abri a boca e comecei a mamar o pau dele. Que toda a minha enorme família me perdoe, mas naquele momento, eu não queria soltar o pênis de Antônio e quando, depois de muito tempo, consegui fazer com que ele gozasse, e como uma esfomeada, engoli tudo, fazendo questão de o deixar bem limpo. Deitada sobre o velhote, segurando suas coxas, não tirava a boca do pau, que nesta altura já estava flácido novamente
Eu já tinha feito sexo oral com o meu marido algumas vezes, mas nada tão louco como fiz com o pequeno pau do velho. Gostei tanto que montei sobre o exausto Antônio e quase que ordenei: - Vamos fazer um 69, Antônio. Fui à loucura com a língua dele e com membro em minha boca. Gozei muitas vezes, mas o filho da puta do velho, por mais que me esforçasse, não me deu mais o gostinho do leitinho e fiquei "mastigando" aquela coisa mole, sem nenhum resultado prático.
Eram quase 4 horas da madrugada, quando ele me deixou em casa. Eu tinha tomado um bom banho e comido alguma coisa lá no motel e agora, muito envergonhada com o que fizera, entrava silenciosamente em minha residência, não sabendo que desculpas a dar para o meu marido.
No quarto, roncando, como era de seu hábito, Afonso dormia o sono dos inocentes, ou dos cornos. Fui até os quartos dos meus filhos, Irene, uma linda menina de 14 anos e os gêmeos, Raul e Marcelo, de 12 anos para os ver e depois, sem fazer barulho, me deitei ao lado do meu querido. Apesar de exausta, não consegui dormir, relembrando tudo o que fizera naquela noite. O contrato, a boate e finalmente o motel.
Que o céu me perdoe, mas ao relembrar a língua do velho, me lambendo voltei a me sentir molhada. Só muito tempo depois, consegui dormir, vendo em meus pensamentos, Antônio me chupando e eu o chupando.
Acordei com Afonso me chamando: - Acorde meu anjo, quero saber de tudo o que aconteceu ontem à noite com o velho Marco Antônio. Eu a esperei até tarde, mais com a tua demora dormi. Que horas você chegou? - Cruz credo! Saber tudo o que aconteceu? Isso ele não saberia nunca!
- Cheguei bem tarde, Afonso, o velho me levou para jantar num lugar superbacana e lá ele encontrou alguns amigos e ficamos batendo papo e eu me esqueci do horário. - Não tem importância meu anjo, quero é saber do contrato que assinastes com ele.
Disse para Afonso que o contrato foi muito bom e o quanto meu escritório iria faturar. Mas o informei, na verdade, apenas 30 por cento do valor real do contrato.
Eu não era nenhuma boba e sabia que o velho milionário, não estava apenas me pagando pelos meus serviços de decorações, ele estava me comprando também. Creio que ele deva ter ficado satisfeito pela "compra" que fez.
Eu estava profundamente arrependida pelo que fizera, traindo meu marido e meus filhos, com um homem bem mais velho do que o avô deles. Sentia me muito abalada e triste comigo mesma; mas parece que minha bucetinha, pensava o contrário, pois só em me lembrar do ocorrido, ela ficava piscando, toda molhadinha.
Quando Marco Antônio me telefonou dos dias depois, me convidando para ir até o seu escritório, eu aceitei, disposta a pôr tudo em pratos limpos e lhe dizer que o que aconteceu entre nós não deveria se repetir. Que foi tudo fruto do momento e da bebida que tomamos.
Ele foi muito educado e compreensível e me disse que compreendia tudo e me pediu mil desculpas, dizendo que a culpa foi dele, que também tinha bebido muito e que a minha beleza o cativou e ele passou dos limites.
- Mas Luciana, eu a chamei aqui para tratarmos de negócios, da formalização do nosso contrato e das primeiras providências que tomaremos a respeito do início dos trabalhos.
Fiquei muito sem graça ao tocar no valor do contrato. Março Antônio, aquele valor que você me ofereceu é para valer?
- Lógico que sim, Luciana! Achas que foi conversa minhas para te levar para a cama? Não é nada disso, é que eu disse para Afonso, que assinei um valor bem menor e agora não sei como fazer.
Eu sei como te livrar desta dificuldade...você assina dois contratos, um oficial, no valor que quiseres e um outro, de gaveta, com o restante do valor e estará tudo resolvido.
Foi o que fizemos, assinei os dois contratos e fiquei impressionada com o cavalheirismo de Antônio, um verdadeiro lorde. Ficou combinado que no próximo fim de semana, eu iria até a sua mansão, para fazer os primeiros croquis e fazer as medições necessárias. Antes de ir embora, Antônio ainda teve uma conversa comigo, que me deixou bem acessa.
Luciana, já tratamos de negócios... agora eu quero voltar a falar do que aconteceu no motel, eu já me desculpei e chegamos a um acordo que foi loucura nossa. Mas me perdoe...eu sou muito velho e já fiz sexo com muitas mulheres em minha vida, mas com você foi a melhor sensação que senti, principalmente com você me chupando, quase morri de tanto prazer que senti…e queria lhe agradecer do fundo do meu coração.
- Esqueça isso tudo, Antônio... foi tudo um erro, que não devemos repetir! - Sei disso, mas assim mesmo queria a recompensar pela noite maravilhosa. - Tome aqui, segure esta caixinha... - O que é isso? É um presente e peço que só o abra, quando estiver em tua casa.
Quando cheguei em casa, abri a caixinha, ainda na garagem, pois não queria que meu marido, soubesse que estava recebendo presentes de Antônio, pelo menos enquanto não soubesse o que era. Deus do céu! O velhote estava me presenteando com cem mil reais em espécie e quando li o bilhete anexo, caí do cavalo. "Querida isto é apenas uma pequena recompensa pela noite inesquecível, que passamos juntos". Eu estava sendo paga por ter ido ao motel com ele. Me senti uma garota de programa. Sei que sou bonita e que tenho um corpo ainda em forma.... Mas tanto dinheiro, por uma foda me deixou envergonhada. Guardei a caixinha bem escondida, num recanto da garage e entrei em casa.
Eu estava louca, fora de mim... sendo paga para foder, como uma puta qualquer, me trouxe uma sensação estranha e perturbadora…Nossa! Eu estava adorando a coisa toda!
Mostrei para Afonso o contrato firmado e ele ficou impressionado com valor do mesmo. Deus! Deu até vontade de chorar, lá no meu escritório, bem escondido no cofre, eu tinha um outro contrato, em valor três vezes maior.
Sexta-feira, fechei o escritório bem mais cedo e coloquei no meu carro, tudo o que era necessário para fazer as medições necessárias e fotografar todos os ambientes da mansão do Marco Antônio. Sabia muito bem o que rolaria lá, na casa do velhote; mas estava ansiosa por isso.
Me despedi dos meus queridos e lhes disse que estaria de volta, domingo à noite. Duas horas depois eu estava na metade do caminho, para chegar à mansão de Antônio. Noite escura e chuvosa, fui obrigada a diminuir muito a marcha do veículo, detestava dirigir nestas condições e somente quase meia noite, foi que cheguei ao meu destino. Cansada e com muita fome, fui recebida por dois casais que lá estavam me esperando.
- Marco Antônio, nos disse que você chegaria o mais tardar as 21 horas, porque chegou tão tarde? Retruquei, dizendo que choveu muito na estrada e que isso me atrasou um pouco.
Eu não esperava que estivesse gente na mansão, me esperando. Antônio não me tinha falado nada a este respeito.
Não gostei nem um pouco daqueles quatros, era gente muito estranha, que ficavam olhando para mim, como se estivessem me examinando.
Eles me levaram até uma copa e as mulheres me ofereceram alguma coisa para comer. Com fome, aceitei o que me era oferecido.
Enquanto eu comia e bebia o vinho oferecido, eles ficaram me olhando. Não pude me conter e tive de perguntar: - Me desculpem, mas porque ficam me olhando desta maneira?
Um dos caras, um homem loiro e muito alto, de meia idade, foi o que respondeu: - É que estávamos curiosos, a teu respeito. Marco Antônio nos falou tanto de você, dizendo que és uma coisa espetacular na cama e que gozas como uma louca.
Dei um pulo da cadeira onde estava sentada e aturdida com o que estava ouvindo: - O que foi que vocês estão dizendo? Não acredito numa barbaridade destas! Vocês estão mentindo. Antônio não diria tamanha besteira!
Rindo muito, uma das mulheres, uma loira peituda, se aproximou de mim e bem junto do meu rosto e me respondeu:
- Ele disse isso sim, moça, falou que lhe pagou cem mil reais para você, para a trazer até aqui, para todos nós divertimos um pouco. Ele está lá em baixo, no porão, a sua espera, vamos até lá, Luciana, não o desaponte.
- Que merda é essa, eu vou embora, agora mesmo, não fico mais nem um minuto aqui.
O Outro homem, um cara gordo, bem novo: - Lu, você não está em condições de dirigir, deve estar muito cansada, não é verdade?
- Não estou cansada coisa nenhuma. Dizendo isso, peguei minha bolsa e fui saindo, mas no meio do salão, comecei a ficar com as pernas bambas e ia caindo ao chão. Se não fosse uma das mulheres me segurar pela cintura e impedir minha queda.
Tudo começou a rodar em minha volta e com voz enrolada, consegui falar - O que vocês colocaram na minha bebida? - Nada de mais querida, apenas uma coisinha leve para te amaciar um pouco, vamos lá para baixo, estávamos ansiosos pela tua chegada.
- Por favor, eu não quero...quero ir para minha casa, falei com voz enrolada. - Hoje não, Luciana, só domingo à noite, até lá vamos nos divertir com você.
O homem loiro, me pegou no colo, com grande facilidade: - Luciana, você recebeu uma grana preta e até assinou um contrato, agora não tem volta. Não tenha medo, querida... você é forte, vai suportar muito bem as nossas brincadeiras.
Eles desceram uma escadaria e num enorme salão, muito iluminado, fui colocada sobre uma mesa, forrada com algo que me pareceu couro. Consegui me sentar e então vi Marco Antônio, calmamente sentado num sofá.
- Boa noite, Luciana... você demorou um bocado para chegar. Até pensei que tinhas desistido de cumprir a tua parte no contrato.
- Não consegui compreender bem o que ele queria dizer com aquilo e muito assustada, quase em pânico: - Mas o nosso contrato era para eu decorar a tua casa. E isso mesmo, Luciana você receberá uma quantia muito boa para fazer isso e espero que o faça.
- Mas aquele outro contrato, bem maior, aquele que escondestes do teu marido é para outros serviços, que poremos em prática neste fim de semana.
- Eu quero ir embora, Marco Antônio... pelo amor de Deus! Agora não, minhas gostosinha.
Percebi que ele fez um sinal para os outros e logo, muitas mãos começaram a tirar as minhas roupas. Protestei e tentei impedir, mas recebi um tremendo tapa no rosto. Vi estrelas e gritei de dor. - apavorada, foi segura pelos cabelos e logo uma espécie de pulseiras de couro foram colocas nos meus pulsos e por meio de correntes presas ao teto, fiquei suspensa, com os pés sem poder tocar o piso. Cordas foram colocadas nos tornozelos e foram obrigando minhas pernas a se abrirem. Com a musculatura das coxas doendo, de tão afastada que ficaram. Gritei implorando que me soltassem.
Uma chicotada nas costas, me fez berrar de dor. - Luciana, para cada pedido seu para ser soltas, receberás uma chicotada. Só poderás gritar e gemer de dor, pois é isso que queremos ouvir de você, nada mais.

Chorei muito e olhei para Marco Antônio: - Porque está fazendo isso comigo? Pensei que gostavas de mim! - Eu gosto de você, Luciana. Gosto tanto que resolvi a premiar com um fim de semana, aqui no nosso clube. Somos adeptos do sadismo, uma forma deliciosa de sentir prazer a partir da dor; e você foi a pessoa que escolhi para este fim de semana.
- Acho que vocês são uns doentes, que necessitam de tratamento numa clínica de maluco, isso sim!
- Não é assim que pensamos, Luciana. Nem bem terminou de falar, ele me deu um tapa, com a mão aberta, bem no meio de minha buceta.
- Fique firme, pois agora e que vai começar a sentir prazer.
Berrei de pavor, quando canudos de plástico começaram a ser enterrado no meu ânus e na minha buceta. Foram bem lá no fundo, dentro de mim. Conectados a grandes recipientes bem acima de minha cabeça, senti minha bexiga e intestinos se enchendo do líquido que corria bem lentamente pelos tubos.
Mas o verdadeiro horror ainda estava por acontecer. Finas agulhas atravessaram a macia carne dos grandes lábios de minha vagina e presos a elas alguns fios de nylon foram sendo puxados com força pelas minhas coxas. Eles estavam como que costurando os grandes lábios as coxas, pois quatro finas agulhas furaram a carne das coxas e fixadas a elas os fios de nylon. Assim com lábios "costurados" em minhas pernas e coxas, sentia dor tão intensa que apenas conseguia gemer, quase que parecendo um uivo continuo.
Mas quando os meus mamilos foram igualmente furados com agulhas e enormes pesos pendurados neles, não aguentei a dor e perdi os sentidos.
Me deram alguma coisa para cheirar e tossi muito, acordei, ouvindo Marco Antônio falar: - Luciana, meu amor, você não pode desmaiar, tens de sentir o que estamos fazendo em você, caso contrário, não teria nenhuma graça.
Muitas agulhas e pequenas lâminas atravessaram minhas carnes e toda vez que perdia os sentidos, eles me faziam voltar, imediatamente. Minha bexiga estava demasiadamente cheia, o mesmo acontecia com o intestino e eles encheram novamente os dois recipientes.
Eram tantas agulhas enfiadas em mim e com os pesos pendurados nelas, que eu me sentia toda dormente. Muito minutos depois, quando tiraram os tubos de dentro dos meus buracos, não resisti e coloquei tudo para fora. Suprema humilhação, fechei os olhos e pedi à Deus que me ajudasse. Parece que Ele me ouviu, pois perdi os sentidos e por mais que fizessem não acordei novamente.
Não sei quanto tempo fiquei apagada, mas quando acordei, não estava mais pendurada pelos pulsos e não senti mais nenhuma agulha em meu corpo. Estava amarrada em uma cadeira ou mesa, parecendo aquelas de exame ginecológico. Totalmente arreganhada e quando eles viram que eu estava acordada, uma das mulheres se aproximou: - Você está de parabéns Luciana. Aguentou firme as agulhadas e os pesos. Agora antes de continuarmos, os rapazes querem te foder um pouco.
Santa misericórdia! O loiro grandão, enfiava e tirava o pau em minha buceta dolorida, parecendo um maluco, ria e olhava para minha cara, sob as risadas de Antônio e dos outros. Depois foi a vez do gordinho e por último o velho safado.
Enquanto eles me fodiam, as duas mulheres lambiam e mordiam os meus seios. Elas eram cruéis e tiraram até sangue, com as suas mordidas. Isto durou muito tempo, com eles se revezando sobre o meu sofrido corpo.
Finalmente eles se afastaram e quando pensei que tudo iria terminar. As mulheres colocaram na minha vagina e no ânus, enormes membros de silicone. Perversas, foram empurrando tudo e só se deram de satisfeita quando só restou de fora uma porção parte daquelas coisas.
Minha capacidade de sentir dor, creio estava saturada, mas a humilhação de me sentir tão estupidamente violada em minha intimidade, era tanta que eu apenas chorava baixinho, sentindo pena de mim mesma.
Acho que Deus estava me castigando por eu ter traído o meu marido e ter gozado como nunca, com outro homem,
Durante toda aquela maldita noite e todo o dia do sábado, fiquei sofrendo horrores nas mãos deles. Que se divertiam e gozavam vendo o meu sofrimento e humilhação.
Finalmente, na noite de sábado, Antônio disse que estavam satisfeitos e que eu poderia sair do porão. Fui levada para um quarto, superluxuoso e as mulheres me deram um banho e deitada sobre numa espécie de cama rígida, passaram muito tempo passando produtos em meu corpo. Aquilo foi aliviando minhas dores e creio, para evitar maiores complicações com as agulhas que enviaram em mim.
Antônio veio até mim e me disse: - Querida, tuas horas de dor já eram, agora vamos te proporcionar o maior prazer do mundo. Eu estava tão arrasada que apenas olhei para ele e chorando pedi para ir embora. - Amanhã à noite você voltara para tua casa, como estava programado, hoje não.
Fui conduzida para uma cama redonda enorme e com todo mundo nu, ele me disse. Luciana, nesta noite, todo mundo vai te foder, de todas as maneiras possíveis, pois você é a nossa convidada especial, portanto trate de aproveitar o momento, não terás outra opção.
Em pânico ao ouvir esta barbaridade, chorei, implorei, pedindo que não fizessem isso comigo. Quase que me ajoelhei, mas ele irredutível, apenas disse, com escarnio: - Não sei porque tanta palhaçada em dar esta bunda, nós já te comemos lá embaixo.
Meu Senhor Cristo, foi uma loucura enorme, tremia como vara verde ao ser levada para a cama, onde seria seviciada pelos cinco doentes.
Fiquei no meio da turba, todos nus e enlouquecidos. Sabia que não adiantaria nada me rebelar, meu destino naquelas próximas horas já estava traçado. Fui derrubada sobre a cama por uma das mulheres e nem tive tempo para mais nada, pois o loiro me virou de costas e com a maior ignorância do mundo, enterrou o pau na minha bunda, ele estava seco e eu também, porém quase não senti dor, pois como tinha ficado horas e horas, com um colossal membro de silicone enterrado no cú, estava toda arrombada,
Ele me virou, de barriga para cima, ainda engatado e o gordo arriou todo o seu peso em cima, numa dupla penetração. Nunca na vida tinha feito tal coisa, fiquei entalada no meio dos dois, quase não podendo respirar.
Mas aquilo foi só o início, coisas terríveis ainda estavam por vir. Não sei como eles conseguiram, mas fui virada de tal modo, que quando senti Antônio estava praticamente sentado em meu rosto, com o pequeno e mole pau, tentando entrar em minha boca.
Automaticamente fechei os lábios e virei o rosto, para fugir daquela coisa, que me lambuzava o rosto todo. Tudo inútil, uma das mulheres, não sei qual, segurou com firmeza minha cabeça e a direcionou para o membro nojento dele. Os dedos da desgraçada, taparam as minhas narinas e fui obrigada a buscar ar pela boca. Antônio desceu todo o seu peso sobre o meu rosto e o caralho entrou por inteiro em mim. Com as bolas cabeludas dele cobrindo boca e nariz, tentei desesperadamente buscar ar, mas foi só quando ele começou a se mexer, entrando e saindo com o pau, que pude respirar, quando ele subia para em seguida tapar meu rosto.
Antônio e os outros dois continuaram na dupla, digo, na tripa penetração por muito tempo. O primeiro a gozar foi o velhote, despejou fundo em minha garganta uma quantidade enorme de porra. No espasmo do orgasmo, sem mesmo sentir, se apertou em meu rosto e ficou dando golfadas. Sem ar fui perdendo a consciência.
Se não fosse a mulher, que com o rosto quase colado ao meu, apreciavas o entra e sai do pau em minha boca, eu teria morrido. Ela levou as mãos até o membro de Antônio e o forçou para fora da boca, o alertando: - Antônio levante esta bunda do rosto dela, ela está ficando roxa. Ele imediatamente sai de lado e ficou com o cacete escorrendo porra em meus cabelos.
Abri os lábios, buscando ar, porem quase sufoquei com a boca e a garganta cheias do gozo dele. Fui obrigada a engolir tudo e respirar fundo, buscando ar pelo nariz e pela boca. O loiro e o gordo gozaram quase ao mesmo tempo, dentro de mim e então por uns momentos me vi livre dos três, que foram beber alguma lá na copa.
Toda mole sobre a cama, tentei me sentar, mas a mulher grandona me empurrou de volta à cama. - Fique deixadinha aí, Luciana. Anda não terminamos com você! Consegui balbuciar para ela, dizendo que eu só queria me limpar um pouco, pois tinha porra até nos cabelos.
As duas consentiram e praticamente me arrastaram até o banheiro e como eu nem conseguia ficar em pé direito, foram elas que me deram banho, usando o chuveiro do box. Acho que vomitei tudo o que Antônio me fez engolir. Eu não conseguia racionar direito, desde que cheguei ao sitio, fui tomada de assalto peles cinco e levada a um mar de dor e sofrimento. Não sei como alguém pode sentir prazer em causar dor e machucar os outros.
Agora, deitada na cama, eram os únicos minutos que me vi livre do assédio deles. Os três homens, depois que me violentaram a vontade, sumiram de minhas vistas. As duas mulheres, fizeram questão de me darem banho, depois me levaram para a cama. Voltei meus pensamentos para meu marido, para os meus três filhos e pedi a Deus, que me libertasse daquele inferno que estava vivendo. Consegui dormir, apesar de me sentir muito enjoada.
Acordei sobressaltada, com as duas mulheres me chamando. - Acorde Luciana... hoje à noite voltaras para a tua casa, mas antes temos muitas horas pela frente e queremos aproveita cada minuto com você. Eu estava tão derrotada física e mentalmente, que não tive coragem para falar nada, mas por dentro tremi de medo. Sabia muito bem o que elas queriam dizer com aquilo.
A loira grandona, com a sua habitual gentiliza, me pegou pelos cabelos, me obrigando a sair da cama. - Levante este rabo daí cadelona, vamos até a copa tomar café.
Minha vontade era retrucar dizendo que cadelona era a senhora mãe dela, mas o medo que tinha dela, me impediu. Foram me levando porta afora, nua como estava. Pedi que me dessem alguma roupa para vestir, porém as duas rindo da minha cara, retrucaram. - Roupas para que, putinha, já vimos este rabinho por dentro e por fora!
Na copa, quando vi uma bandeja com pão, e um bule de café, foi aí que me dei conta, que estava morta de fome. Minha última refeição, foi um leve lanche antes de pegar estrada, as 17 horas de sexta-feira e agora já era manhã de domingo. Neste meio tempo, a única coisa que engoli, foi muito esperma dos três homens e mais nada.
Não consegui resisti e comi muito pão, mesmo sem manteiga ou outra ciosa qualquer, apenas com café preto. Prestei bem atenção e não vi nenhum dos homens, respirei aliviada. Eu estava nas mãos das duas. Novamente trancada no quarto, vi as horas passar e me imaginei livre das taras deles, puro engano.
As duas mulheres entraram no quarto, trazendo um litro de uísque com elas. Me encolhi na poltrona onde estava e tremi de medo, quando elas me ordenaram. - Luciana, venha beber om a gente e me entregaram um copo cheio até borda com a bebida. Respondi que não bebia nada de álcool pela manhã.
Lu, a gente não está pedindo para beberes, estamos ordenando. É melhor beber, senão seremos obrigadas a derramar a garrafa em tua goela. - Se eu beber isso, agora, vou ficar embriagada! - É isso mesmo que queremos, mulher, fazer você ficar doidona.
Elas se sentaram ao meu lado no sofá e a gordinha, levando o copo até a altura de minha boca, apenas ordenou: - Beba. Recuei assustada quando a grandona, levando as mãos aos meus seios e apertando os mamilos ente os dedos. Falou; - Acho melhor você beber, senão vou arrancar os teus mamilos fora.
Nem foi necessário segurar o copo, pois a própria gordinha o levou a minhas bocas e me fez beber um bom gole. - Que garota boazinha, assim mesmo querida.... Beba mais um pouco. Em instantes o copo ficou vazio. Mas a loira não parava de amassar os meus seios, e puxar com força os meus mamilos.
Elas se levantaram do sofá e se dirigindo para a cama, ordenaram: - Venha se deitar mulher. Hoje seremos só nós três, nada de homem. Que diabos era isso? As duas ordinárias queriam fazer sexo comigo! Para isso não necessitavam me embebedar, antes elas do que os seus parceiros. Tropeçando, fui até a cama e lhes disse, desafiadora: - Está bem, vocês me querem? Aqui estou.
Durante as horas seguintes, as duas mulheres me enlouqueceram de tanto me fazer gozar. As duas lésbicas taradas chupavam minha buceta e cuzinho me fazendo ir à lua e voltar. Entrei no jogo delas e participei ativamente de tudo. Gemia de prazer, com a loira quase arrancando o meu clitóris, dando leves mordidas nele, enquanto a gorda, parecia uma bezerra, dando fortes chupadas nos mamilos.
Meu tesão era tanto que quando ela se sentou sobre o meu rosto e eu vi a enorme bucetona procurando minha boca, eu a abri o máximo que pude estiquei a língua e ela ficou se esfregando em mim, me sujando toda com os seus fluídos. Dei um tremendo berro, quando gozei, no ápice da coisa, dei uma tremenda mordida bem dentro da vagina, toda enterrada em mim.
Ela gritou de dor e saiu de cima de mim, com a parede interna, sangrando com as marcas dos meus dentes. Sentou sobre a minha cintura e começou a me dar violentos tapas no rosto, me xingando de tudo que lhe vinha à mente. A loira não tirava a boca de minha xoxotinha. Meu rosto dançava de um lado para outro, conforme a direção dos tapas e acreditem ou não, eu senti prazer, sendo surrada pela mulher. Enterrei as unhas nas suas coxas a provocando ainda mais. Durante o resto da tarde, fiquei na cama, surrando e sendo surrada, numa duradoura sessão de sadomasoquismo.
Não sei se foi o uísque, fazendo seus efeitos em mim, mas o certo é que exaustas, demos uma pausa, mas eu fiquei olhando os corpos despidos delas deitadas ao meu lado. A loira, de boca aberta, apenas me olhava. Louca, fui levantando meu corpo e abrindo minhas coxas, enterrei minha buceta no rosto dela e gritei - chupe minha buceta, loira puta.
Eu não sabia, mas estava agindo assim, porque no uísque que me obrigaram a beber, elas tinham colocado algum tipo de alucinógeno. Não sei quanto tempo dormimos, eu e as mulheres, exauridas, fruto de nossa loucura. Marco Antônio e os outros dois chegaram à mansão, ele foi me procurar e quando me viu naquele estado, exclamou:
- Que merda é essa Luciana? Está na hora de você ir embora e você ainda está deste jeito. Tropeçando fui ao banheiro, onde fiquei quase uma hora, tomando um demorado e reparador banho. Quando saí minhas roupas e tudo o mais estava em cima da cama. Me arrumei da melhor maneira que que pude e desci para o salão, pronta para ir embora.
Todos os cinco, reunidos, até pareciam gente normal. Foi então que fiquei sabendo porque tinha agido daquela maneira. A filha da puta da loira grandona, me entregou alguns envelopes e teve a coragem de dizer na minha cara: - Tome leve isso com você, colocado na bebida, tira qualquer um do sério.
Compreendi o porquê elas me obrigaram a beber o uísque, naquela manhã. Estavam me drogando. Fiquei com tanta raiva deles e olhando na cara de Antônio, disse: - Quando eu chegar na cidade, vou direto para a delegacia da mulher, dar parte de você e do teu bando de tarados, meu corpo machucado deve ser prova de tudo.
Marco Antônio deu uma enorme gargalhada e me disse: - Acho melhor que você não fazer isso, Luciana. Uma mulher que vai para o motel com o chefe do seu marido e aceita dinheiro para ser amante dele e participa de orgias na casa dele, não merece crédito nenhum.
Eu não aceitei dinheiro nenhum de você, o contrato se refere a prestação de serviços aqui na tua mansão. - E o restante do dinheiro, que você não falou para o seu marido? Eu não recebi dinheiro de você e vou rasgar o contrato de gaveta. - Recebeu sim Luciana, dê uma olhada na sua conta corrente do banco e verás que está tudo lá. Você mereceu cada centavo, para ir ao motel comigo e vindo aqui para participar de orgias com o nosso grupo. Não te esqueças dos cem mil em espécie.
Ele me puxou pelo braço e disse: - Eu quero que você veja estes dois vídeos. O filho de uma égua, tinha gravado tudo que aconteceu lá no motel. Ele me chupando e eu o chupando. Mas o mais nojento foi ver o que eu e as duas mulheres fizermos lá no quarto.
Você imaginou, Luciana, se a tua família ver uma fita destas? Acho melhor você ficar bem caladinha. Tem mais, quero que fiques bem atenta as minhas chamadas telefônicas e quando eu a chamar, quero que venhas foder comigo ou então foder com qualquer um de nós. Você agora nos pertence. Luciana, se não nos obedecer, os primeiros a receber copias destas fitas, serão os teus pais, o teu marido e o teu filho mais velho, Rafael de 13 anos.
Deste dia em diante, Luciana se tornou escrava de todos os cinco e no mínimo uma vez por semana, dava uma desculpa qualquer, lá no seu escritório e passava o dia, num apartamento, ricamente mobiliado, comprado por Antônio, para que ele ou os seus quatros companheiros, fizessem uso da escrava sexual deles.
Algumas vezes, quando Luciana era chamada ao apartamento, lá encontrava, outros homens ou mulheres, senão os cinco. Luciana tinha instruções para satisfazer a todos e ela o fazia. Pois tinha verdadeiro pavor que os vídeos fossem mostrados aos seus familiares e. amigos e colegas. Seria sua desgraça total.
Luciana não sabe ao certo, mas acredita, que quase um ano depois, tinha feito sexo com mais de trinta homens e mulheres diferentes. Ficou tão habituada a fazer isso, que passou a gostar deste modo de vida e a satisfazer a todos que a visitavam no apartamento, gozando quase sempre, sendo homens ou mulheres. Na verdade, ela ficou viciada em sexo, de tal modo, que todos as quartas, ela passava as tardes no apartamento, sendo chamada ou não, e avisou isso a Antônio.
- Luciana, sei que tens uma família muito linda, filhos e esposo que te amam muito, portanto estou te liberando da tua escravidão. Queimei todos os vídeos dos nossos encontros e não tens mais nada a temer da gente. Está livre, meu amor! - Agora é tarde, Antônio, eu quero ficar com as chaves deste apartamento e continuar a receber os teus convidados
- Antônio, trate de arrumar parceiros para me visitar no apartamento. Não interessa que seja homem ou mulher... se você não conseguir, venha você mesmo, que eu vou te matar de tanto chupar este pauzinho de merda. Na verdade, velho, é que não consigo mais ficar sem fazer sexo com homens ou mulheres diferentes; só o meu marido não me basta mais.
- Você é o responsável por me ter transformada em uma verdadeira ninfomaníaca, uma tarada por sexo e agora tens de me ajudar a me satisfazer. Com este meu vício.
Luciana nunca mais parou de engordar sua conta bancária, pois todo final de mês, Antônio fazia um generoso depósito e se virava para conseguir parceiros para ela, todas as tardes das quartas-feiras. Quando não conseguia, ia ele mesmo
Sete anos depois, Luciana com 38 anos, ainda continuava linda e fogosa, recebendo, praticamente todas as quartas-feiras, muitos convidados em seu apartamento. Antônio, 2 anos antes tinha falecido, mas lhe deixou uma fabulosa quantia em dinheiro, que ela nunca revelou ao seu marido, fazendo uso da grana na manutenção do seu "bordel particular", que já conhecido por restrito grupo de pessoais, nunca lhe faltava um homem ou uma mulher, para manter o seu vício por sexo.
Como era muita gente que a visitava, para não correr o risco de ser reconhecida, no seu papel de esposa e mãe de dois lindos rapazes e de uma mocinha, igualmente bela, costumava usar uma peruca loira e uma meia máscara de plástico vermelho no rosto. Isto lhe foi muito útil, pois por algumas vezes, nestes anos todos, recebeu amigos íntimos de sua família, em sua cama. Homens casados e pais de família. Até Eduardo, um primo de seu marido, dormiu com ela. Nestas ocasiões, Luciana deixava os homens malucos, fazendo 69, super caprichado.
Mas o que mais endoidou Luciana, foi quando Estela, uma vizinha, super metida a besta, a visitou no apartamento. Foi uma surpresa enorme, pois a mulher nunca lhe pareceu ser lésbica, mas era, pois, chupou a buceta de Luciana, com tal perícia, que a deixou maluca. A safada fez questão de entrar na fila para a visitar novamente. Era muita gente querendo ir ao apartamento. Como só as quartas, Luciana virava a "Loira Mascarada" já conhecida de restrito grupo de pessoas, era natural a espera para a visitar. Mesmo com ela, agora, cobrando uma boa grana aos seus visitantes.
Luciana tinha fechado o seu escritório de arquitetura e agora era apenas uma dona de casa exemplar para alegria do marido e de seus filhos, Irene, com 22 anos e Raul e Marcelo, com 19. Mas nunca deixou de fazer visitas de caridades aos asilos de velhinhos da cidade, geralmente às quartas-feiras.
Luciana, cada vez mais, necessitando transar, pois sentia na carne, este desejo irrefreável, resolveu fazer vistas aos "asilos de velhinhos", também às terças-feiras. Isto tinha se tornado uma obsessão, numa neurose doentia, que ela não conseguia se livrar, mesmo tentando algumas vezes.
Mas tudo veio abaixo de uma hora para outra. Numa quarta-feira, logos depois das 13 horas, estava pronta para receber a visita de dois homens, já agendada a muito tempo. Luciana estava ansiosa, pois o que mais gostava era ser possuída por dois caras ao mesmo tempo.
Quando olhou pela câmera e viu os dois sujeitos, seus "homens' para esta tarde, sorridentes, esperando que ela liberasse a entrada. Quase teve um ataque de coração. Lá estavam Raul e Marcelo, seus queridos filhos, gêmeos de 19 nos.
-Meus Deus do céu... o que faço agora? Correu ao seu tocador e colocou na boca duas almofadinhas de silicone, aderentes as bochechas, para as tornas mais salientes e modificar um pouco sua voz. Disposta a receber seus meninos e os dispensar e se possível os aconselhar a não terem mais este tipo de aventura.
- Boa tarde, dona "loira" a gente veio aqui, pois nosso tio Eduardo, algum tempo atrás esteve com a senhora e nos disse que era sexo seguro e quer fazia tudo o que a gente queria. Ele até nos deu o dinheiro para lhe pagar.
- Deus meus! Vocês dois não passam de uns moleques, peguem o seu dinheiro e tratem de ir para casa... eu não transo com garotinhos.
Luciana falava com o coração de mãe, que via nos seus filhos apenas meninos. Sem perceber que eram dois lindos e fortes moços, com mais de 1,80 de altura, que de tanto ouvirem o tio falar da "Loira mascarada" e de tudo que ela fazia com os homens, ficaram loucos por uma tarde com ela.
- O que é isso, dona...não somos nenhum garotinho, mais respeito com a gente. Nossa grana vale tanto como dos outros homens!
O erro de Luciana, foi que, muito nervosa pela presença de seus filhos, querendo transar com ela, perdeu a paciência e os xingou: - E já os andei irem embora, moleques... não vou transar com fedelhos abusados e é melhor vocês me obedecerem. - Obedecer a você! Uma mulher que fode com todo mundo! Viemos aqui para transar com você e não iremos sem a foder. - Meninos, vocês não podem fazer isso...Pelo amor de Deus, vão embora! Era a mãe que falava a seus filhos.

Ela estava vestindo apenas um vestido transparente, sem nada por baixo, como era seu costume ao receber os visitantes e se assustou ao ver o desejo espelhado nos rostos dos rapazes. Sabia que não os convenceria a irem, a não ser revelando quem era. Mas isso era não faria de jeito nenhum. Então, como último recurso, correu para o quarto, com a intenção de se trancar por dentro, mas o destino cruel, a fez tropeçar no grosso tapete e bater com a testa, na quina do sofá. Com o choque ficou tonta e se viu levada para o quarto pelos seus filhos e posta na cama.
Abriu os olhos e viu, os rapazes a sua volta, sobre a cama, a olhando preocupados. Marcelo estava levando a mão ao seu rosto para lhe tirar a máscara, que o cobria. Em desespero ela o impediu, segurando sua mão. - Pelo amor de Deus, não faça isso! Ele a olhou surpreso por um instante e apavorada com a situação que se encontrava, ela ficou estática por um curto momento. Tempo suficiente para que ele se inclinasse e lhe desse um beijo cheio de desejo, introduzindo a língua em sua boca. Tentou impedir, mas Marcelo a segurava pelos ombros, praticamente a imobilizando. Em total desespero, sentiu a boca de Raul beijando sua buceta. Com a cabeça no meio de suas coxas, a obrigando a mantê-las separadas, quis gritar, revelando quem era. Mas a boca de Marcelo, a devorava por inteiro enquanto sua mão descia seu frágil vestidinho e alisavam seus seios, apertando os mamilos com os dedos nervosos. Raul com a boca, chupava o seu clitóris. Então vencida pelos dois, soube que já era tarde para revelar quem era. Era perderia amor de seus filhos, que passariam a odiá-la. Então resolveu ficar quieta enquanto seus filhos se serviam à vontade em seu corpo.
Mesmo estando passiva, no meio dos dois, eles não se cansavam de a lamber e a chupar todos o seu corpo. Com os olhos fechados, rezava para que eles terminassem logo e fossem embora, aquilo era o castigo de Deus e ela sabia que merecia ser castigada; ainda mais que com a boca, língua e dedos dos rapazes a tocando por todo seu corpo, estava ficando excitada. Se odiava por isso, mas não conseguia se segurar.
Quando eles se posicionaram para uma dupla penetração, ela procurou se virar e impedi-los, mas os garotões, nem perceberam suas tentativas e, em pouco momento, ela estava com Marcelo todo enterrado em seu cú e Raul em sua buceta.
Gemiam de tanto prazer, se movimentando loucamente dentro dela. - Que mulher mais gostosa... bem que o tio falou. Deitada de lado, escutava Marcelo falar com o irmão: - Que cú maravilhoso a Loira tem e Raul retrucava, isso é porque você ainda não provou a buceta dela. Muito melhor do que a da minha namorada. - Depois vamos trocar. Quando eles gozaram dentro dela e fizeram a troca. Luciana não sentiu nada, apenas se considerando a última das putas sobre a face da Terra, desejando estar morta.
Depois de quase quatro horas, até fazendo sexo oral na Ruiva, os dois se deram por satisfeitos. Colocaram o dinheiro sobre o criado mudo e olhando para ela, que jazia deitada nua sobre a cama: - Você é uma mulher maravilhosa Ruiva. É muito cara, nos custou uma grana preta, mas valeu apenas... viu como não somos nenhum garotinho como você pensou que fôssemos!
Inexplicavelmente, o apartamento bordel de Luciana, encerrou suas atividades e nunca mais, seus ansiosos frequentadores, ouviram falar na deliciosa mulher, que sumiu de circulação, para todo o sempre.

Marcelo e Raul não conseguiam compreender o porquê sua mãe, de uma hora para outra, se tornou tão reclusa, não querendo mais sair de casa. Afonso, seu marido, não mais conseguia fazer sexo com ela, coisa que antes adorava. Luciana, de mulher ativa e alegre, agora vivia pelos cantos, triste e chorosa.


FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:19 de agosto de 2015 13:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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