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Armadilha do destino

Armadilha do destino

Meu nome é Estela, tenho 15 anos, todos me acham muito bonita, ruiva e um pouco sardenta, baixinha, uma bunda bem redondinha e coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Tenho muitas amigas e bem pouco amigos. Muito tímida e recatada, nunca tive um namorado. Mas estava louca para conseguir um. Tinha um garoto, lindo de morrer, que eu era gamada por ele. Ricardinho, com 17 anos, vivia cercado de garotas bonitas e nem dava bola pra mim. Acho que este meu jeitão de ser, afastava a rapaziada.

Sexta-feira, eu e minhas colegas, estávamos saindo da escola, alegres e tagarelas, todas comentando a respeito da festinha de aniversário de Margarida, neste sábado. Eu queria ir mas, primeiro teria de convencer mamãe, que muito coruja, me vigiava como um cão de guarda. Todos os meus amigos, estavam convidados para a festa de Margarida.

Com a ajuda de Bella e Lucia, minhas melhores amigas, que costumavam estudar lá em casa e sabendo que minha mãe gostava bastante delas, achamos que se elas pedissem, eu receberia a autorização.

Dito e feito, mamãe autorizou que eu fosse a badalada festa de aniversário, desde que eu fosse e voltasse com Bella e Lucia. Pela primeira vez em minha vida, mamãe me deu permissão para sair à noite, sem a sua companhia. Aleluia.... Uma alma vai ser salva!

- Veja lá, Estela! Não chegue depois das 23 horas. - Dona Luiza, vamos fazer o seguinte, eu moro no mesmo prédio da Margarida, a aniversariante. Para não ter de trazer Estela e depois voltar para casa, tão tarde, seria melhor ela dormir lá em casa.

- Está certo, Lucia. Mas tome cuidado com a minha garotinha! Por incrível que possa parecer, mamãe ainda me tratava como se eu tivesse 10 anos. Isso me deixava muito encabulada perante minhas amigas.

No sábado à noite, toda faceira me arrumei toda e fiquei a espera de minhas amigas. Estava eufórica, pois sabia que Ricardinho também estaria lá.

Toda a turma está lá, inclusive Ricardinho e Bruno, seu primo. Os dois eram unha e carne, onde um ia o outro estava lá. O primo do meu príncipe, era um pouco mais velho, 19 anos, muito simpático e brincalhão.

Bruno costumava soar da minha cara, me chamando de bonequinha de gelo, por eu ser baixinha e muito séria. Ele, apesar da diferença de idade, era um dos meus poucos amigos homens.

O apartamento de Margarida é enorme, um terraço com mais de 350 m2, com uma área, que ela preparou como pista de dança. A rapaziada adorou o local, inclusive eu, que dancei com um ou dois carinhas, mas não tirava o olho de Ricardinho. Ele tirou para dançar muitas meninas, inclusive Lucia e Bella, mas o "patifezinho" nem olhou para a minha cara.

Estava triste, recostada num canto da pista, quando Bruno veio e me tirou para dançar. Salve... salve! Finalmente alguém que valia apenas dançar e bater um papinho amigo.

Bruno, daí em diante, só dançou comigo e eu até me esqueci do primo dele. Fazíamos um par muito estranho, eu baixinha, com apenas 1,52 m e ele um garotão com 1,80. Ele me apertava pela cintura e eu, empolgada, o abraçava pelo pescoço.

Pela primeira vez, em toda minha existência, senti o volume de um cara, me tocar lá embaixo. Envergonhada, tentei me afastar um pouco dele, mas Bruno me puxou mais para junto dele e sussurrou no meu ouvido: - Não seja bichinho do mato, querida. Vamos continuar a dançar bem gostoso.

Eu olhei para os lados e vi que todos estavam a dançar, bem agarradinhos, inclusive Ricardinho, que fazia par com Margarida, se beijando, grudado como carrapatos. Lucia e Bella, encostadas num canto, estavam num agarra-agarra descarado com uns garotos.

Se a turma toda, estava se "apertando", porque seria eu a única diferente? Então me soltei nos braços de Bruno, cada vez mais empolgada com o negócio dele, decrescendo no meio de minhas coxas.

Juro para vocês. Nunca senti coisa mais gostosa em toda a minha vida e, quando ele buscou os meus lábios, num delicioso beijo, sugando a minha língua, quase desmaiei nos seus braços.

Não sabia o que estava acontecendo ela. Nunca tinha sido beijada e agora estava ali, num cantinho escuro do terraço, com Bruno a devorando. Tá certo que estava um pouco alta, com os drinques ingeridos, mas estava consciente do que fazia. Não teve forças para impedir que Bruno descesse a blusa até a cintura e com o sutiã jogado no chão, esmagasse seus seios com as duas mãos.

Ele sugava os mamilos com muita força e ela se derretia toda. As meninas já lhe tinham falado sobre isso. Mas nem de leve poderia imaginar que ter os seios mamado por um rapaz, fosse tão diabolicamente delicioso.

- Meu Deus! O que você está fazendo, Bruno? Tire este negócio do meio de minhas coxas.... Eu sou virgem... não vou fazer uma coisa dessas!

Bruno, excitado ao máximo e com a empolgação de Estela, interpretou isso como um sinal para avançar mais, tirou o pênis do seu refúgio, levantou a saia dela, e o fez "beijar" a úmida xoxotinha da garota.

Com a pressão do membro em sua grutinha, Estela se apavorou e voltou à razão. Saiu correndo para onde estavam os outros, abotoando a blusa e baixando a saia.

Suando bastante e muito nervosa, foi até o bar e pediu uma bebida bem forte. Ficou vermelha como pimentão, quando Bruno se aproximou dela.

- Me desculpe, querida... mas é que você é linda demais e eu fiquei empolgado, sentindo o seu corpinho junto ao meu. - Você me perdoa? Vamos dançar novamente.
- Eu vou, sim... Bruno, mas nada de me levar para aquele cantinho novamente! Estela, apesar de tudo, queria sentir o contato do corpo dele no seu. Aquilo era muito gostoso.

Nervosa, antes de ira para a pista com ele, pediu mais um drinque e agora dançando bem juntinho, sentia novamente, aquela coisa a tocar. Mas agora não estava mais assustada, como antes.

Sob o efeito do álcool de a pouco, ela própria, se apertava contra o corpo dele, para melhor o sentir. Bruno tá tudo muito gostoso, mas você não vai tentar abusar de mim, como tentou a pouco,

- não querida, pode confiar em mim. Só vou tocar em você por cima das roupas. Não está uma delícia assim? - Oh! Está sim... me aperte mais querido.

Estela, praticamente pendurada no pescoço de Bruno, que espalmava com força a bunda da inocente garota. Ele sentia o membro dele, mesmo por cima de toda as roupas roçar com força a sua bucetinha, que totalmente lubrificada, parecia estar recebendo uma forte carga elétrica.

Estela, esquecida de tudo e de todos, abriu mais as coxas e se acoplou o quanto pode contra o corpo dele e dando um grande gemido, abafado pela boca de Bruno, teve o seu primeiro orgasmo, em plena pista de dança, no meio de toda a turma, que pareceu nem notar o prazer desvairado da garotinha.

- Meu Deus! O que foi isso? Bruno, deixe eu vou lá no reservado das meninas. Vá sim meu anjo, eu também estou todo "molhado", tenho de ir no banheiro dos homens.

Dez minutos depois, Estela, sentada num sofá, viu suas duas amigas se aproximarem. - O que foi isso menina? Pensas que não notamos o teu agarramento com Bruno? Você por acaso se esqueceu de Ricardinho?

- Ele que vá a merda, Bruno é muito melhor do que ele! Acho que estou apaixonada por ele! Lucia, minha amiga, ele é maravilhoso!

- Vimos quando vocês foram lá para fora, no escurinho. O que fizeram lá? -Não seja tão curiosa, Bella! Foram só uns beijinhos e uns apertões, nada demais.

- Amiga mentirosa! Então me diga o que este teu sutiã estava fazendo, jogado no chão, lá no canto onde vocês foram?

- Deus do céu, me dê isso! Tá certo... vocês são minhas amigas de coração. Vou contar. Ele mamou os meus seios e eu adorei. - Foi só isso, querida? Foi sim, quando ele tentou ir adiante, eu saí correndo, fiquei com muito medo.

- Isso mesmo, Estela. Finalmente você resolveu sair do armário. Deixe os caras te beijar, te mamar, mas nunca vá aos finalmente. A bucetinha só para um cara que você ame de verdade. Você é muito inocente, Estela... eu vi quando você gozou nos braços de Bruno, em pleno salão. Nunca vi tanta coragem, amiga.

- Bruno e um cara cem por cento, mas não vá além disso com ele, está certo, Estela. - Pode deixar amiga... ele até me pediu para namorar com ele. Eu quero, mas a marcação cerrada de minha mãe, vai atrapalhar tudo.

- Pode deixar, amiga... a gente vai te dar cobertura, tal como fizemos hoje. Vamos levar na conversa dona Luiza e você poderá namora o teu Bruno a vontade.

Na semana seguinte, Bruno telefonou para Estela, a convidando para darem um passeio, no sítio de sua família. Ela ficou toda eufórica, imaginem só, um fim de semana, só ela e ele! Que coisa de louco!

Mas para que isso pudesse acontecer, ela tinha de remover o empecilho da mãe, que com toda certeza, a impediria de fazer uma coisa destas. Então, se lembrou da promessa de Bella e Lucia. Elas a ajudariam a se livrar do cão de guarda que era dona Luiza.

Estela telefonou para as amigas e lhes contou a respeito do convite de Bruno, um sábado e um domingo no sítio dele. - Eu quero a ajuda de vocês duas, Bella, conforme prometeram.

- Miga a gente pode ajudar você, mas não sei não... este negócio de visitar a casa do namorado, ou o sítio, pode ser faca de dois gumes. Você pode entrar numa fria. - Não tem problema nenhum Bella, no sítio vai estar toda a família dele e demais a mais, Bruno é um cavaleiro e eu confio nele.

- Tudo bem Estela... vou bater um papo com Lucia e mais tarde volto a falar com você.

- Dona Luiza, eu e Lucia, vamos passar este fim de semana na casa do meu avô, a gente vai neste sábado bem cedo e voltamos ao entardecer de domingo. Queríamos que Estela fosse com a gente. A senhora permite?

- Minhas meninas, com vocês duas ela pode ir, confio plenamente em vocês. Estela deu pulos de alegria e se preparou toda para o fim de semana inédito para ela.

Sábado, 9 horas, Bella passou com o carro do pai, para buscar Estela. Com mil recomendações da mãe, embarcou no carro da amiga. Mas no meio do caminho, mudaram de direção e seguiram para a casa da família de Bruno.

Ela foi recebida pelos pais do namorado, que já estavam de malas prontas. Seu Março Antonio e dona Ana, mas as duas filhas seguiram no carro da família e Bruno e Estela, no veículo do rapaz. Só uma coisa atrapalhou a alegria de Estela, o primo dele, Ricardinho, iria junto com os dois.

No banco da frente, no meio dos dois rapazes, Estela se sentia desconfortável. Afinal de contas, por muito tempo, ficou doidona pelo Ricardinho e agora namorando Bruno, não se sentia bem. Mas como quem está na água é para se molhar, não tinha mais jeito de voltar atrás.

Nuns trinta quilômetros adiante, já na rodovia, o carro do pai dele, estacionou num posto de gasolina e todos desceram. Foi aí que a coisa engrossou para o lado de Estela.

Seu Marco Antonio e dona Ana, beijaram o filho e lhe recomendaram muito cuidado na viagem. Se despediram de Estela e sem mais delongas, seguiram a sua viagem.

A garota ficou de boca aberta. - Mais como! Eles não vão com a gente? - Não meu amor, papai e mamãe estão indo para o sitio de minha avó e nós vamos para o sitio de papai, como lhe prometi.

- Bruno... nós quem? - Você, eu e o Ricardinho... nós três. Não receie meu anjo, o sitio é muito lindo e tem uma piscina muito maravilhosa. Fica a poucos quilômetros daqui. Vamos chegar bem na hora do almoço e o casal se caseiro, já está avisado e vai nos receber com uma bela refeição.

Um casal de caseiros...isso aliviou um pouco o sobressalto de Estela. Pelo menos teria mais gente lá, não só ela e os dois rapazes.

No trajeto seguinte, Bruno se mostrou extremamente gentil para com ela e, até Ricardinho, que nunca deu bola para Estela, agora se mostrava comunicativo e muito simpático.

Quando chegaram ao sitio, Estela, já tinha deixado para trás, todo o seu receio e estava alegre no meio dos rapazes. Já passava a muito do meio dia e eles estavam com muita fome. Dona Maricota, a mulher do caseiro, lhes tinha preparado um belo cozido, regado a muito vinho. Estela comeu e bebeu como gente grande e depois uma sobremesa e para fechar um delicioso licor. Ela não se fez de rogada e, sem a mãe por perto, abusou um bocado da bebida. A tardinha, com os três estirados nas redes, na varanda do casarão, pensou em recusar quando dona Maricota lhes serviu um delicioso licor, feito com frutas da região.

- Pode beber, senhorita...fui eu mesmo que fiz. Tem pouco álcool e é uma delícia. Mediante a insistência da gorda senhora e para não lhe ser indelicada, Estela aceitou a beberagem e realmente o negócio era delicioso. Batendo papo com os dois rapazes e bebericando o tal chá, quando percebeu, estava muito tonta.

Tentou se levantar da rede, mas não pode, caiu estirada de volta. Sua cabeça rodava e conseguiu com muito custo pedir ajuda à Bruno.

- Querido acho que abusei um pouco da bebida, você pode me dar alguma coisa para passar a minha bebedeira?

Ricardinho, vá até a copa e peça para dona Maricota, trazer aquele preparado que eu encomendei a ela.

- Aqui está, seu Bruno, durante a semana eu mesmo colhi as ervas de modo poder preparar este chá. Se a senhorita beber, vai ficar bem "arretada" e os senhores vão poder brincar com ela a vontade. Lhes garanto que a menina não vai lhes opor nenhuma resistência.

- Muito obrigada dona Maricota, aqui está o dinheiro que lhe prometi e bico fechado sobre tudo isso. - Pode deixar senhor Bruno, não e a primeira vez que eu preparo esta coisa, para o senhor "domar" as suas meninas que o senhor traz aqui para o sitio. Acho que esta já é a quinta ou a sexta.

- Boca fechada mulher e pode ir embora junto com o seu marido. Só volte aqui, no domingo à noite.

- Bruno que negócio é este? Você me convidou para dar uma curra numa garota, mas eu nunca poderia imaginar que fosse Estela? Ela não passa de uma garotinha de família e penso que ainda é virgem, não podemos fazer uma coisa destas com a coitadinha.
- Podemos sim, otário. Se ela fosse uma daquelas vadia lá da tua escola, eu não teria nenhum interesse. Lá no baile da safada da Margarida, eu descobri três coisas. Ela é virgem, tem uma queda por você danada e terceira, fica excita com bem pouco estímulo. Foram estas As razões que me decidiram atraí-la até aqui, no meu matadouro particular e convidar você para vir junto. Agora se você não quer, é outra coisa... fique apreciando a paisagem do sitio, enquanto eu me divirto com a gostosinha.

Não é bem assim, primo... é que eu não gosto de tomar uma garota, com ela dopada, não acho graça nenhuma nisso.

- Idiota! Quem lhe disse que ela vai estar dopada? Esta coisa preparada por Maricota, não derruba ninguém. Ela apenas faz a mulher ficar um pouco alta e com um tesão sem limites, com uma vontade de foder enorme e apaga por bastante tempo qualquer sentido de alto censura que ela possa ter e aceita tudo que a gente queira fazer. Todo o pudor que possam ter some até o efeito da erva passar.

-Minha nossa! Isso é formidável Bruno! Porque não levamos isso para a cidade e usamos lá? Iriamos ganhar rios de dinheiro! - Você acha que eu não pensei nisso? Tentei subornar Maricota, com muito dinheiro, mas não houve jeito. Ela diz que isto é um segredo que vem dos negros antigos e que não deve cair nas dos brancos. Levei todas as ervas e eu mesmo tentei preparar o tal chá, mas não teve jeito. Tudo tem de ser feito na proporção exata e numa sequência de mistura minuciosa. Qualquer desvio, anula a merda toda.

- Mas vamos deixar de papo fiado e dar o chá para Estela. Tem de ser na quantidade certa, em pouco tempo a mistura tira o efeito do álcool e começa a fazer o seu próprio efeito. Você fique só olhando é uma coisa de doido.

- Estela! Estela! Beba o chá que você pediu... isso vai passar a tua bebedeira rapidamente, meu amor.

- Obrigado Bruno.... Ui ...que gosto ruim essa coisa tem! Beba tudo Estela, você logo vai sentir os efeitos no teu corpinho.

Dez minutos depois, a garota não sentia mais os efeitos do álcool. Lépida saiu da rede e de pé, com as mãos na cintura, indagou de Bruno e Ricardinho: - Porque vocês dois ficam me observando... eu já estou bem. Este chá que bebi é muito ruim, mas agora eu me percebo bem e com vontade de comer um boi.

- Estou vendo que você está muito bem, meu anjo...mas em vez de comer um boi, vamos tomar banho na piscina lá nos fundos do quintal

- Adorei a ideia Bruno, mas eu não tenho roupas de banhos! - Não seja boba garota, você fica de calcinha e sutiã e a gente só de cuecas e estamos prontos para a piscina, você não acha que a noite está muito quente?

- Agora que você falou, realmente estou sentindo uma "quentura" enorme por todo o corpo... vamos logo para a piscina. Bobagem a minha em ter vergonha de ficar de calcinha na frente de vocês. Nas praias a gente fica de biquíni na frente de todo mundo e não fica com nenhum pudor.

Antes de chegar a borda da piscina, Estela já foi tirando as roupas e exibindo seu espetacular corpinho para os olhos gulosos de Bruno e Ricardinho.

O que estão olhando? Nunca viram uma garota com roupas de banho? Já vimos sim, queridinha, mas é que você é uma coisa de louco. Tem uma bunda bem redondinha e coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Estamos bem taradão pelo teu corpinho de sereia.

- Minha nossa... assim vocês me deixam bem encabulada. Estela mergulhou na piscina dando risadas nervosas, seguida de Bruno e de seu primo.

Quando sentiu o namorado a abraçar pelas costas e o volume do membro entre suas coxas, Estela se assustou um pouco, mas não se afastou dele. O que você tá fazendo Bruno? - Nada demais querida! Apenas relembrando os momentos que passamos juntos lã na cobertura de Margarida. Está lembrada? - Estou sim...eu saí correndo e deixei você na mão.

- Agora...minha garotinha? Você vai sair correndo novamente? - Não vou não Bruno. Tá muito gostoso!

Nem sabe como, mas em questão se poucos segundos, ela estava sem a calcinha e sem o sutiã, com as mãos de Bruno em volta de seus seios e o cacete, duro como pedra, no meio de suas coxas.

Estela de olhos fechados, sentindo uma sensação tão gostosa que a deixava com a respiração entrecortadas de gemidos, tal a enormidade do prazer que estava sentindo.

Nem se importou quando Ricardinho, vindo pela frente a abraçou e passou a colocar a língua em sua boca. Foi as nuvens quando percebeu que o pau do garoto acariciou sua buceta, enquanto sentia o pênis de Bruno "roçando" o seu anelzinho, por trás.

Três minutos depois, Estela deitada de lado, numa esteira na borda da piscina, gritava de dor e gemia de prazer, enlouquecida de tanto gozo, com a dupla penetração, com Bruno a invadindo pela bunda e Ricardinho pela buceta.

E foi dessa maneira, que a ex-virgem, passou o restante da noite de sábado e o todo o domingo, nos braços de Bruno e Ricardinho. Agora, silenciosa e de cabeça baixa, voltava para casa, não sabendo o que tinha lhe passado pela cabeça, por ser entregar, sem nenhum pudor, aos dois rapazes, que até sexo oral fizeram.

O pior de tudo é que ela tinha adorado tudo que eles fizeram com ela, querendo cada vez mais. - Meu Deus! Como pude ser tão putinha?

Quase chegando na casa de Lucia, Bruno lhe disse: - Querida, vou deixar você na casa de tua amiga, pois é ela que deve levar você para casa. Tua mãe não pode desconfiar de nada. Fique de boca fechada, não fale nada para as tuas amigas! - está bem Bruno, não vou falar nada.

- Outra coisa.... Dentro de algumas semanas eu e Ricardinho, vamos levar você para um novo e delicioso fim de semana. - Você vai aceita o nosso convite?

- Vou aceitar sim, Bruno...nunca pensei que pudesse sentir tanto prazer nos braços de vocês.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:5 de maio de 2015 22:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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