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Do fundo do baú

AS TRÊS MARIAS

AS TRÊS MARIAS

Ana Maria, Maria Helena e Maria Clara são amigas desde sempre. Moram no mesmo condomínio e na mesma escola. Amigas fiéis, são confidentes, não escondendo nada entre si. Talvez por isso, sejam chamadas de as Três Marias.
Suas famílias, em sociedade, são donas de uma poderosa cadeia de hotéis, com ramificações em diversos países, mas nem por isso são patricinhas deslumbradas com o dinheiro dos pais, ao contrário, tratam todos, os que as cercam, com gentiliza e educação.
São mocinhas estudiosas e obedientes aos seus pais e professores. Irradiam charme por onde passam, angariando uma legião de simpatizantes, principalmente entre os rapazes, que se sentem atraídos pela beleza e encanto das belíssimas adolescentes,
Em consequência, vivendo assediadas por tantos, seria inevitável que seus pensamentos fossem direcionados para a sensualidade que seus corpos irradiam, mas se mantendo longe dos rapazes mais afoitos, que as assediam.
As três, conhecendo este novo mundo de encanto carnal, comentam, fascinadas o prazer desconhecidos para elas, quando seus namorados as beijam e acariciam seus seios. Mas as garotinhas, não permitem que eles avancem mais do que isso. Querem se manter puras, pois acham, com inteira razão, que são muitas novinhas para perderem a virgindade.
Porém, neste mundo perverso, o destino, tinha preparado para as incautas e ingênuas jovens, um caminho atroz e sinistro, cheio de crueldades, inconcebíveis para suas jovens mentes.
No outro lado da cidade, um grupo de meliantes, comandados por Zé Macaco, estava de olho gordo no dinheiro dos pais das meninas. Há muito tempo, o bando, tem um mentor, um chefe supremo desconhecido de todos, menos do Zé. É ele que orienta as ações da quadrilha, e que planejou, com muito cuidado, o sequestro das jovenzinhas.
O chefão, sabia que de posse de suas filhas, os milionários não se negariam a pagar milhões pelo resgate exigidos por eles para as ter volta. O local escolhido para servir de cativeiro, fica noutro estado, numa região serrana, longe de tudo e de todos.
Tudo foi minuciosamente planejado e o sequestro aconteceu num sábado, quando as moças se dirigiam para o clube social, onde gostavam de passar o dia, se divertindo com os amigos. O motorista do pai de Maria Helena, que exercia o cargo há alguns meses, travou as portas do veículo e apertou um botão. Um pequeno botijão começou a expelir um gás, que tomou conta de toda a cabine do carro.
Seu Raimundo, o velho e simpático condutor, fez uso de uma máscara para não sentir os efeitos do gás anestesiante. Em questão de poucos segundos, Ana Maria, Maria Helena e Maria Clara, estavam desacordadas. Caídas no banco do carro.
Raimundo saiu do trajeto que normalmente seguia para ir ao clube e entrou numa transversal à avenida. Um enorme caminhão baú, com a porta traseira ariada, servindo de rampa, os esperava. Em instantes, o caminhão trafegava por uma rodovia, levando o carro, com as três garotas.
Trinta quilômetros adiante, estacionaram ao lado de um pequeno deposito de madeira. Lá as três foram levadas para o interior, onde foram devidamente preparadas para a longa jornada que tinham pela frente. Lá dentro, alguns homens, comandados por Zé Macaco, as despiram de tudo que levavam. Anéis, relógios, celulares, colares, pulseiras e todos os documentos que portavam, inclusive suas roupas e sapatos. Tudo foi incinerado num fogão à lenha.
Duas mulheres, trataram de cortar os belos e compridos cabelos loiros das meninas, os deixando bem curtinhos, e os pintando de um castanho escuro. Depois de três horas de "tratamento", Zé tinha em seu poder, três garotas morenas, vestidas e maquiadas espalhafatosamente, como se putinhas fossem. Ainda sob efeito do gás, foram novamente drogadas, por meio de aplicações injeções intravenosas
O luxuoso veículo delas, foi direcionado para um desmanche. Era necessário que das Três Marias nada sobrasse. Agora só havia três jovens morenas, putas que seguiam com os seus clientes, para um programa de fim de semana no interior.
Muitas horas depois, foi isso que a polícia rodoviária federal viu ao parar a vam que as transportava. Três garotas, vestindo vestidos e blusas que deixavam quase tudo de fora, aos beijos e abraços com os homens que seguiam com elas.
- Não ligue não, policial, elas entornaram um pouco além da conta e estão bem alegres. O federal, focou com sua lanterna Maria Helena, que o olhava com olhos sem expressão, com os lábios pintados de um vermelho berrante e com os magníficos seios amostra, sendo acariciados por um homem.
O motorista da vam, um velho simpático, teve seus documentos examinados e depois de verificar que ele estava sóbrio, a vam foi liberada. - Pode seguir seu Raimundo...tudo Ok.
Segunda-feira, pela manhã, finalmente, depois de viajarem mais de 900 quilômetros, chegaram ao local do cativeiro, previamente preparado para as receber. As meninas, que durante a vigem, foram novamente drogadas, ficaram aprisionadas num grande quarto, com banheiro anexo e com grades na janela.
Três camas de solteiro, algumas cadeiras e uma mesa redonda, era o mobiliário do recinto. Ali era o local onde ficariam por muito tempo, pelo menos até receberem a grana pelos seus resgates.
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Os pais das garotas, usaram de sua influência, para montar uma grande operação para localizar suas filhas; mas apesar do enorme aparato policial, nenhuma pista do paradeiro das garotas foi encontrada. Carro, motorista e as jovens, sumiram como por encanto. Para tornar mais misterioso o sumiço das garotas, nenhum regaste foi pedido, isso no caso delas terem sido sequestradas com esta finalidade.
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Maria Clara foi a primeira a acordar, mas não se sentia bem, muito grogue, tudo girava à sua volta. Boca seca e com muita sede, demorou muitos minutos até se situar. Se lembrava que estava no carro, indo para o clube e.... depois, nada mais, até acordar. Quando se viu deitada numa cama, vestindo apenas uma camisola, deu um pulo assustada, foi quando viu, nas camas ao seu lado, outras duas moças, que não reconheceu de imediato, pois estavam deitadas e não podia ver seus rostos. Elas tinham os cabelos escuros, bem curtos e se vestiam, como ela, com camisolas.
Alguns minutos depois de Clara acordar, suas amigas também despertaram. Pode se ouvir, então, choros e gritos de socorro, la de dentro, do quarto onde estavam presas. Estas lamentações duraram por muitas horas, mas ninguém veio até elas.
Ana Maria, Maria Helena e Maria Clara, estavam em pânico, ao se verem aprisionadas naquele local. Ainda mais com os cabelos cortados e tingidos de cinza escuro e vestindo apenas camisolinhas. Tinham noção de que foram sequestradas, mas não atinavam o porquê terem cortados seus cabelos e os terem pintadas. Por baixo das camisolas não vestiam nada.
Nesta mesma tarde, depois de muito chamar por alguém, recuaram com medo quando a porta do quarto se abriu e viram a sinistra figura de Zé Macaco entrar - Boa tarde meninas, sou Zé Macaco. Sei que devem estar bastante assustadas e confusas, por estarem aqui com a gente. A coisa é bastante simples... os pais de vocês nadam em dinheiro e queremos uma boa parte dele. Tão logo o resgate seja pago, vocês serão libertadas.
A figura do homem era assustadora. Mulato forte, com barba espessa e cabelos quase até os ombros, braços cabeludos, e com uma enorme cicatriz no peio desnudo, igualmente coberto por pelos. Tudo nele justifica o apelido de Zé Macaco.
- Só queremos que sejam boazinhas e nos obedeçam em tudo, caso contrário serão severamente castigadas. Vocês entenderam tudo o que falei? Estão necessitando de alguma coisa?
- Porque vocês cortaram e pintaram os nossos cabelos? Cadê nossos pertences e nossas roupas? - Foi tudo queimado... aqui vocês não vão necessitar de coisa nenhuma. Modificamos as aparências de vocês, as fazendo parecer como "piranhas", para podermos passar pelos bloqueios das polícias federal e estadual. Foram mais de quatro postos e em todos, os idiotas as confundiram com putinhas e não com as três garotinhas, filhinhas de papais.
Não tinham noção de quanto tempo se passou desde que foram sequestradas, mas a sede e a fome, indicavam que estavam aprisionadas a alguns dias. Usaram a torneira da pia do banheiro, para beber, usando as próprias mãos.
Ao amanhecer do dia seguinte, quase 72 horas de cativeiro, mortas de fome, bateram desesperadas na porta, gritando que queriam comer alguma coisa. - Por favor! Queremos algo para comer... estamos com muita fome!
Só muitas horas depois, uma mulher ruiva, toda tatuada, entrou trazendo uma bandeja com três "quentinhas" de alumínio. Nem talheres veio junto, mas as garotas nem se importaram com isso. Como lobinhas esfomeadas se atiraram, sobre os pratos e usando as mãos, devoraram tudo, até o último grão de comida.
E assim se passaram os dias, trancadas no quarto e recebendo três refeições por dia, as moças já estavam com muito medo de não saírem vivas daquele lugar maldito.
Duas semanas depois, Zé Macaco entrou enraivecido no quarto, xingando as meninas e amaldiçoando os pais delas. - Os filhos das putas dos seus pais, armaram uma armadilha para pegar os meus homens, na hora da troca de vocês pelo dinheiro. Os desgraçados não sabem, mais temos gente nossa junto deles e fomos informados de tudo. Os homens tinham tudo preparado par nos pegar.
- Eles vão se arrepender amargamente do que fizeram.... Eu avisei, nada de polícia, mas eles não acreditaram em mim. Em seguida, chamou as duas mulheres e aos tapas levou as garotas até um amplo galpão, nos fundos da propriedade.
Aos berros e aterrorizadas, Ana Maria, Maria Helena e Maria Clara foram amarradas pelos pulsos à um travessão de madeira, ficando penduradas com os pés sem tocar o chão. Zé mandou as mulheres tirar as camisolas das jovens, as deixando nuas. Ele saiu do galpão, junto com as mulheres, meia hora depois, retornou, acompanhado de sete dos seus homens e das duas mulheres, que portavam uma máquina filmadora.
- Meninas, vamos fazer um filminho com vocês três e com os meus rapazes...depois vamos mandar para os seus pais. Tenho certeza que depois disso, eles vão pagar o resgate de vocês, que agora será quadruplicado, nem um tostão a menos.
O horror durou toda a noite, com pequenos intervalos. Com uma das mulheres iluminando tudo e a outra filmando, o estupido e desumano estupro coletivo das adolescentes, torturadas com extremo requinte de perversidade.
As primeiras cenas mostram tudo, inclusive Zé do Macaco, surrando sem piedade as meninas, que nuas e penduradas pelos pulsos só faziam berra de dor, a cada paulada recebida.
A seguir, jogada sobre uma esteira no sujo piso do galpão, Maria Helena, gritando e se contorcendo, dominada por terror indescritível, tentava se livrar dos três homens, que sem nenhuma comiseração pela pequena virgem, a violentavam de forma bárbara, invadindo sua buceta e ânus, em seguidas penetrações. Nem bem um se satisfazia, outro vinha em seguida. Os oito homens se revezavam, as estuprando seguidamente e até em duplas penetrações e urinando em suas bocas.
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Com o sol alto, sozinhas no galão, Clarinha toda machucada e gemendo, tentava se arrastar até a esteira onde Ana estava. A amiga, deitada de costas, não se mexia e receava que ela estivesse morta. Ao se inclinar sobre a coitadinha, viu que ela respirava, se assustou ao ver o estado lastimável que se encontrava. Muitas mordidas pelo corpo todo, principalmente nos seios, ombros e pescoço. Aninha abriu os olhos e chorando como uma criancinha abraçou a amiga. - Eu quero morrer...o que eles fizeram com a gente foi nojento... não vou aguentar que eles voltem a fazer tudo novamente. As duas continuaram abraçadas, se consolando mutuamente. - Onde está Maria Helena? - Não sei... acho que a levaram quando foram embora. - Virgem Maria! Eles vão matar Heleninha...se fizerem mais alguma coisa na pobrezinha, ela não resistirá.
Com efeito, Zé Macaco levou Maria Helena, sobre os ombros, como um saco de batata. A garotinha, semi inconsciente, foi jogada com brutalidade sobre a cama dele. Com dores por todo o corpo, principalmente na vagina e no ânus, gemendo implorou por piedade, que ele não a machucasse mais.
- Eu não vou machucar você garota... até vou pedir que Ruiva venha cuidar de ti... eu a quero bem-disposta... para uma seção especial de vídeo... para o teu papai; pois sei que ele foi o mentor de armar a cilada para a gente.
- Amanhã, quando estiveres melhorzinha, vais dar um recado para o teu velho... para ele deixar de ser esperto.
Ruiva passou a maior parte da manhã, cuidando de Heleninha, do sangramento na vagina e no ânus e das muitas dentadas por todo o corpo. Mas a garota, só apresentou alguma melhora, três dias depois. Neste meio tempo, Ana e Clara tinham sido levadas de volta ao quarto prisão, sofrendo as suas dores, sem maiores cuidados. Sem receberem notícias do paradeiro de Maria Helena, para seus desesperos, a julgavam morta.
Mas Heleninha, não estava morta, se bem esse era o seu desejo, pois Zé Macaco gravou um vídeo com ele a estuprando e o remeteu ao seu pai. Foi uma coisa terrivelmente aviltante, que deixou a garota totalmente arrasada, demolida moralmente.
Zé Macaco, sentado numa poltrona, nu com o monstruoso membro, duro como um tronco, obrigou Heleninha, a base de tapas e socos, a lhe fazer uma chupeta, até ele gozar em sua boca. Depois, diante da filmadora, empunhada por Ruiva, fez sexo anal na derrocada menina, que nem chorar podia mais.
- Está vendo velho, safado... enquanto eu não receber o meu dinheiro, sem nenhum truque seu, vou comer o cu da tua garotinha todos os dias e ela vai beber a minha porra, até a última gota.
Mais duas semanas se passaram, com Ana e Clara, isoladas no quarto prisão, recebendo quase que diariamente, a visita dos canalhas, que isoladamente ou em grupo de dois ou três, faziam sexo com elas, em todas aas posições. As moças, conformadas, nem mais lutavam contra os estupradores, pois sabiam ser inútil lutarem contra eles, que só servia para serem surradas pelos covardes homens.
Já Heleninha, passou a ser exclusividade de Zé Macaco, que louco de paixão pela menininha, fazia sexo com ela, todos os dias. Aquilo para ele, era a melhor coisa do mundo, que nunca imaginou ter em sua cama, uma garotinha branquela, com apenas 16 aninhos, a sua inteira disposição. O abrutalhado mulato, estava acostumado a foder somente as putas que encontrava, a base de dinheiro.
Quando receberam o milionário resgate pelas três garotas, O chefão ordenou que as três fossem executadas. Zé Macaco, fez a distribuição de parte da grana aos seus capangas e pediu que tomassem os seus destinos, que com a grana de cada um, o bando seria desfeito.
Ele confessou a dois de seus mais leais capangas, que não pretendia matar Heleninha, que ela iria com ele, para o serão do Nordeste e que ele a faria sua mulher. Então teve a maior surpresa, pois os dois que seriam os encarregados de eliminar Clara e Ana, também queriam o acompanhar na jornada, levando as duas meninas com eles.
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Apesar do milionário resgate ser pago, nunca mais as garotas sequestradas voltaram para seus lares. A polícia e seus familiares a julgavam mortas, pois já fazia um ano do terrível acontecimento, que enlutou toda uma comunidade.
O delegado encarregado do caso das meninas sequestradas, de uma hora para outra, se deligou dos quadros da polícia e de posse de uma grande quantia em dinheiro, adquiriu um iate, a qual deu o nome de "Três Marias". Dois dias depois de se fazer ao mar, uma repentina tempestade atingiu em cheio o pequeno iate. Pedaços do barco e o corpo do ex-policial, deram à praia alguns dias depois.
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Na caatinga do Nordeste brasileiro, três infelizes jovens viviam, num sitio de criação de bodes e outros animais, na companhia de seus homens. Ana Maria, Maria Helena e Maria Clara, odiavam os seus "maridos". Vivendo, praticamente como prisioneiras deles, só pensavam em fugir e voltar para os seus pais.
Neste tempo, desde o sequestro dela, Heleninha se habituou a fazer sexo louco com Zé Macaco, morrendo de tesão por ele, para estranheza de suas duas amigas, que nunca sentiram nenhum prazer quando eram obrigadas a fazer sexo com os seus parceiros, dois mulatos feios como o capeta. Ela se desculpava, dizendo que aquilo era maior do que ela, que tentava resistir, mas que Zé a enlouquecia quando a fodia.
Isto durou por mais seis meses, quando o sitio foi invadido, por um bando de bandidos que enfestava a região. As três, assustadas e com medo de caírem novamente nas mãos de bandidos, se esconderam nas matas vizinhas e de lá puderam escutar todo o tiroteio que se seguiu. Na calada da noite, silencio absoluto, com muito cuidado voltaram ao sítio.
O que encontraram, as assustou bastante, mas foi com alívio que viram Zé Macaco e seus dois amigos, estirados no chão, com muitos tiros em seus corpos e a casa do sitio totalmente saqueada. Antes se serem mortos os três, conseguiram levar com eles, a maior parte do bando de assaltantes, que jaziam, por todo canto.
Desorientadas não sabiam o que fazer, nesta situação, até que Aninha se lembrou de onde o seu mulato, escondia o dinheiro. Tiveram sorte, pois os assaltantes sobreviventes, apesar do saque, não encontraram o dinheiro, bem escondido.
Exatamente, dois anos depois de serem sequestradas, as três Marias estavam de volta à casa de seus pais, com Heleninha, trazendo nos braços um lindo bebezinho, que graças aos céus, não se parecia nem um pouco com o pai. Ana e Clara, com o choque do assalto ao sítio, abortaram, ambas com quatro meses de gravides.
FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 17:05

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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