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Clube do sadismo

Clube do sadismo


Lucia estava entediada, o dia inteirinho no escritório e nenhuma porra de pedido novo. Já tinha terminado a decoração da mansão do senhor Ernesto a mais de uma semana. Ganhou uma boa grana com este serviço, mais agora o dinheiro já estava acabando e as contas se acumulando.
Arquiteta, especialista em decoração de interiores, tinha de dar duro para manter a casa, especialmente agora, que seu marido quebrou a perna e um braço em um estúpido e estranho acidente automobilístico. Um carro, provavelmente de propósito, como jura Paulo, o atirou para fora da estrada.
Com vinte e cinco anos, casada com Paulo há seis. Adorava o seu trabalho. Se a situação financeira permitisse, passaria mais tempo com os filhos, Thiago e Natália, gêmeos de quatro anos. Por enquanto não era possível, ainda estavam pagando as prestações do apartamento e do carro. Paulo, apesar de esforçado, nunca foi um bom vendedor na empresa em que trabalhava e pouco ajudava nas despesas domésticas.
17 horas, pediu para sua jovem secretária fechar o escritório e ao volante de seu carro, voltava para casa, pensando em como quitar as próximas faturas. Seu celular tocou e Lucia viu que era um número não registrado em seu aparelho.
- Boa noite doutora Lucia... meu nome é Francisco e estou ligando porque necessito dos seus serviços, pois tenho boas referências da tua eficiência profissional. - Obrigada senhor Francisco, mas eu estou no trânsito indo para casa. Não seria melhor o senhor ligar segunda-feira, para tratarmos deste assunto.
- Impossível isso, doutora! Neste sábado estou viajando para a Europa e vou ficar fora por uns dos meses. - Porque o senhor não ligou para o meu escritório? - Eu falei com a sua secretária e ela disse que tinhas acabado de sair. - Quem lhe deu o meu celular, senhor?
- Meu amigo Ernesto. Ele disse que adorou o seu trabalho e a recomendou muito. Minha mansão é um pouco maior do que a dele. Eu a comprei a poucos dias e ela está necessitando de total decoração em todos os ambientes. - Me desculpe, mas como estou viajando, gostaria que a senhora desse uma olhada em minha casa e dizer se aceitas o serviço ou não.
- Mas senhor, seria necessário ao menos um dia inteiro, para eu vistoriar todos os ambientes e.... - Senhora, na verdade pretendo lhe entregar as chaves e deixar a seu critério tudo o que for necessário fazer lá. Quanto aos gastos necessários, isso não é problema. Posso lhe dar um adiantamento. Sei que o seu bom gosto fará o resto. Pelo que estou entendendo o senhor quer que eu faça uma visita à sua mansão ainda hoje? - É isso mesmo, sei que estou sendo impertinente, mas lhe peço que faça isso ainda hoje.
Lucia, ficou numa dúvida cruel, necessitava muito pegar este serviço. Se a mansão dele era maior que a de Ernesto e seria serviço em todos os ambientes, a grana seria suficiente para quitar todas as suas dívidas por um bom tempo.
- Está certo senhor Francisco, eu aceito o serviço... para primeiro vou ligar para o meu marido, avisando que vou demorar um pouco para chegar em casa. - Onde fica a tua mansão, senhor?
- Não se preocupe, é nos arredores da cidade, não mais de vinte minutos de carro, como é um pouco complicado o trajeto até lá, eu proponho que estacione seu carro na garagem do prédio do teu escritório e eu vou até lá a buscar. Prometo que a trarei de volta, tão logo termine sua vistoria preliminar, acho que em questão de três ou quatro horas, estaremos de volta.
- Paulo, meu querido, estou indo ver um ótimo trabalho que surgiu de última hora. É uma mansão enorme nos arredores da cidade. Avise as crianças que a mamãe vai se atrasar um pouco. Mas tarde eu ligo do celular para você, para lhe contar tudo direitinho.
Lucia ficou impressionada com o porte físico do senhor Francisco. Um homem bem grande e musculoso. Devendo ter menos de cinquenta anos. Barba espessa e lindo como um Apolo. Sentada ao seu lado, no luxuoso carro dele, estava se sentindo um pouco nervosa, apreciando o delicioso perfume que emanava dele.
Ele falou em vinte minutos, mas já estavam na rodovia a mais 45 e nada de chegarem a mansão. - Senhor Francisco, ainda falta muito para a tua casa? Um pouco mais, ainda teremos de pegar uma estradinha de terra e alguns atalhos. Minha casa fica bem longe de tudo e de todos. - Me desculpe, eu não lhe falei a verdade quanto a distância de nosso destino, mas é que eu a queria trazer ainda hoje. Na verdade, são quase duas horas, só de ida.
-Minha nossa! Entre ida e volta, serão mais de quatro horas, mais o tempo de vistoria...só estarei de volta na madrugada! - Isso se você voltar ainda hoje, querida, o que duvido muito. - Já arrependida de ter aceito o serviço, o questionou a respeito de suas palavras. - O que quer dizer com isso, senhor?
-Nada, meu amor, é que talvez, por ser tão tarde, queiras dormir na mansão. - Por favor, peço que não me chames de querida, nem de meu amor! Nossa relação é somente de cunho profissional. - Está certo, então eu a chamarei de meu anjinho e de minha bonequinha, está bem assim?
-O senhor está sendo muito atrevido e indelicado, sendo assim, eu estou recusando decorar a tua mansão. Por favor me leve de volta!
- Agora não é mais possível, garota. Meus sócios estão ansiosos a tua espera. - Meu Deus! O que é isso...exijo que me leve de volta! - Vou ligar para meu marido e pedir que ele venha me buscar!
-Eu acho que não será possível fazer a ligação, meu amor. O bloqueador de sinas não vai permitir a conexão e ainda se fosse possível, como é que com perna e braço engessados teu querido marido, viria até aqui? Acho que nesta altura, nem você sabe onde estamos.
Em pânico, Lucia tentou abrir a porta do carro, ele deu uma sinistra risada: - Não adianta, amor... trava eletrônica. Lucia nem teve tempo para mais nada.... Sentiu uma dor aguda em seu ombro e quando se virou, o viu segurando uma seringa.
- Querida, peço desculpas, mas você terá de dormir até chegarmos ao nosso destino, está me impedindo de prestar atenção na estrada.
Quando acordou, Lucia estava deitada num enorme sofá. Ainda tonta, procurou sentar e foi quando percebeu que muitos homens a observavam atentamente. Todos aparentando terem mais de 60 anos e estarem elegantemente vestidos.
Ao seu lado, sentado numa poltrona, a figura imponente de Francisco não tirava os olhos dela. - Acordou, querida! Até que enfim. Para não a deixar sem saber do que se trata e o porquê de você estar aqui, vou lhe falar francamente.
- Eu nem conheço este tal de Ernesto e minha mansão não necessita de nenhuma decoração nova e eu não estou de viagem. Foi tudo invenção minha, para a trazer até aqui, somente para o prazer do pessoal do nosso clube.
-Iludi a boboca da tua secretária e ela me deu todas as informações que necessitava. É certo que a levei para uns motéis, para ela abrir o bico e me dar toda a tua ficha.
- Tremendo de medo, Lucia, perguntou a ele: - Porque tudo isso, o que querem de mim! - Lucia, Lucia, nós a queremos... somente isso, deu para entender? - Me querem! Como assim?
- Não banque a idiota Lucia...a turma quer o teu corpo! Queremos nos divertir e ter prazer a usando. Vou lhe falar a verdade. Aqui somos todos milionários, homens de muita influência em nossa sociedade. Tanto dinheiro, acarreta em alguns, vontade de ultrapassar certos limites, sabendo que estão protegidos quanto a pequenos aspectos legais. Então tive a ideia de formar este clube, que se dedica a trazer até aqui lindas mulheres para algumas noitadas com a gente. Não prostibulas ou garotas que se deixem vender a troco de alguma grana. Mas sim, senhoras casadas e felizes em seus casamentos, fiéis e honestas, além de tudo que sejam bonitas e ainda jovens, como é o teu caso.
- Como chegamos até você? Bem simples, temos alguns homens e mulheres que a troco de dinheiro ficam de olho e nos indicam as nossas futuras "candidatas". Esta semana é a tua vez de nos satisfazer. Sabemos que você e teu marido estão em grandes dificuldades de ordem financeira, mas não se preocupe com isso, quando voltares para tua casa, todas as tuas dívidas estarão quitadas e além disso levarás uma boa bolada em espécie. Para o nosso pessoal, a soma de tudo que deves, não passa de trocados.
- Pelo amor de Deus, eu sou uma mãe de família meus dois filhos só tem quatros anos e meu marido está acidentado e eles precisam de mim. Peço de todo coração que me deixem ir embora! Prometo que fico de boca fechada... tenham pena de mim.

- Querida Lucia, é justamente por seres tudo isso, é o que a gente quer. Você é perfeita. Sinto muito, mas só a devolveremos para tua família, depois que cada um de nossos sócios tirar uma casquinha de você. Não tenhas medo, amorzinho, na segunda-feira, eu a devolverei para o teu maridinho...cheia da grana. Verdade que um pouco "amassada", mas nada que alguns dias numa boa clínica, a deixe nova em folha.
Lucia olhava os homens a sua volta, que a contemplavam impassíveis e teve a certeza, que deles não obteriam numa consideração, pois via os olhos cheios de desejos e malícias.
Nosso clube tem uma recomendação muito importante e fundamental, para lhe fazer. Todos nesta sala, são homens poderosos e influentes em nossa sociedade, e você vai ser usada por cada um de nós, em algumas ocasiões até em grupo. Então se torna essencial que você, ao sair daqui se esqueça por completo dos nossos rostos e no nosso clube de sadismo. Se você desobedecer esta recomendação.... Teus filhos, Thiago e Natália, poderão sofrer grave acidente, tal como o que causamos ao teu marido.
- Minha nossa! Então foram vocês? Pelo amor de Deus.... Não machuquem meus filhos... faço tudo o que quiserem.... Mas deixem meus filhos em paz!
- Tudo depende só de você Lucia.... Se você for bem boazinha e obediente, vais voltar para casa cheia de dinheiro e o mais importante, inscrita em nosso cadastro, para futuras visitas ao nosso clube e serás nossa protegida.
- Venha comigo Lucia, como sou o organizador de tudo aqui, terei o privilégio de a ter em primeiro lugar. - Chorando muito, ela retrucou que queria ir embora, que eles não poderiam querer destruir sua família.
- Como você é teimosa mulher! Não sejas burra... não tens opção, venha vamos até a suíte que preparamos especialmente para receber "mamãe" Lucia. Como ela não se mexia do sofá, Francisco acionou um pequeno sinete e quase que imediatamente, duas mulheres, vestindo aventais entraram na sala. Eram duas mulatas ainda jovens e de rara beleza.
Lucia, lhes apresento as nossas funcionárias aqui do clube. Elas aqui fazem de tudo, inclusive a domar mulheres teimosas como você.
- Antônia, Berta, façam o favor de conduzir nossa convidada para a suíte! Apesar de resistir, Lucia se viu sendo levada escada acima, com cada umas mulheres a segurando pelos braços.
Ficou surpresa pelo luxo que viu no quarto suíte, e o que mais a assustou, uma cama enorme, com um espelho redondo posicionado sobre ela e uma cômoda com alguns gavetões e uma penteadeira.
-Moça, nossas ordens são para a preparar para receber a visita de todos os nossos patrões e é o que faremos, queira você ou não. Toda tentativa de nos resistir será inútil e, para o seu próprio bem é melhor colaborar com a gente e com eles. Todos os velhotes, um a um, subirão até aqui para te foder. Eles não são violentos e alguns deles, os mais velhos, não fazem mais nada, a não ser chupar bucetas e surrar as mulheres.
- Vamos ficar aí fora, para arrumar e limpar você, depois da visita de cada um. Mas se fores teimosa e lutar com os velhotes, eles nos chamam para a amarrarmos na cama. Você decide querida!
- Porque vocês fazem isso, ajudar estes doentes a estuprarem mulheres? - Por dinheiro querida, por muito dinheiro. O que ganhamos num mês, trabalhando aqui, é mais do que ganharíamos num ano noutro lugar qualquer.
- Quantos são eles? - Aqui no clube são 22 velhotes, mas hoje, você tem sorte, pois somente 14 estão presentes. É melhor relaxar, senão tua buceta e cú, vão pegar fogo.
- Deus do céu... quanta taras existem neste mundo! - Lucia, quase em choque, foi levada pelas duas matronas até o banheiro, que lhe ordenaram: - Tire toda a roupa e entre no box. Eles gostam de mulheres bem limpinhas e cheirosas. Pensando em seu marido e nos filhos, tirou a roupa como elas mandaram. Tomou um banho, com água bem quente, demorando uma eternidade, tentando ganhar tempo.
Impacientes, as mulatas, gritaram com ela: - Saia logo do chuveiro, mulher... não adianta nada prolongar nada a hora do senhor Francisco subir. Tens sorte dele ser o primeiro, o cara tem um pauzão maravilhoso.
-Minha nossa... olhe só isso Berta! Ela tem uma mata enorme sobre a buceta! - Vamos ter de a depilar... eles detestam meter a boca em buceta cabeluda.
Lucia sabia que de nada adiantaria se opor a elas e passivamente, de coxas abertas, se deixou depilar. As mulheres parecem que sabia muito bem o que estavam fazendo, apesar de dar uns gritinhos, elas deixam sua vagina, sem nenhum pelinho. Numa mesinha, no anexo da suíte, depois da depilação, foi submetida a rigorosa massagem. Elas passavam um creme especial em cada pedacinho do corpo de Lucia, desde os pés até a cabeça. Parece que as mulatas gostavam de a tocar, pois mãos calosas, acariciavam seus seios e mamilos e outras, atrevidas, untavam seus grandes lábios com o tal creme.
- Veja Berta, ela está gostando! A bucetinha está úmida e não é do creme, lhe garanto. Quer ver uma coisa? Sem esperar a reposta de Antônia, Berta, enfiou dois dedos na vagina de Lucia, que deu um pequeno gritinho de protesto e fechou s coxas, prendendo os dedos Berta.- Por favor não faça isso! Foi o débil pedido de Lucia, se sentindo toda mole, com os toques das duas.
Francisco, tocou o intercomunicado do quarto e imediatamente Antônia foi atender. - Como é vocês já estão um tempão com ela aí no quarto! Vou lhes dar mais uns minutinhos e vou subir.
- Depressa Berta, tire os dedos da buceta dela e vamos levá-la para a cama! O patrão disse que já está subindo. - Que pena... eu estava quase conseguindo que ela gozasse.
As duas, a levaram apressadamente para a cama: - Fique aí deitadinha e pelada, o patrão já está subindo. Sejas boazinha, pois ele é fortão e não adianta querer bancar a menininha virgem...Ele vai te foder de qualquer maneira.
- Meu Deus! Me ajude... o que eu fiz para merecer ser tão castigada desta maneira? Quando ele entrou e a viu nua sobre a cama, exclamou surpreso: - Nossa... Como você é maravilhosa! Que corpinho lindo! - Vou lhe dizer uma coisa... já estivemos com muitas mulheres neste quarto, mas você Lucia é de longe a mais gostosa de todas.
Lucia tremia de medo, vendo ele lentamente tirar as roupas e se lembrou dos seus pensamentos quando o viu pela primeis no carro; "lindo como um Apolo".
Arregalou os olhos, vendo o tamanho do pênis dele, superando em muito o do seu marido. Nunca imaginou que existisse pau tão enorme como aquele. -Meu Deus... não vou aguentar esta coisa em mim, foi o pensamento dela. Mas não somente o membro dele ela viu; Francisco era todo musculoso. - Minha nossa! Que homem mais ...mais... parece um deus!
Mesmo tremendo e querendo escapulir dali, não pode desviar o olhar do monstro, duro como um tronco. Francisco rindo, falou com ela: - Gostou dele, querida? Pois ele será todo teu dentro de instantes. Mas primeiro vamos brincarmos um pouco. É como gosto de fazer com as "senhoras mães de família" que trago até aqui.
Nunca em sua vida, Lucia gozou tanto com um banho de língua, com Francisco a deixando maluca, virando e revirando seu corpo, com a boca chupando e lambendo cada pedacinho dele. Com a boca beijando com paixão a entrada de seu cuzinho, Lucia gemia doidona, levantando a bunda para felicitar o toque dele.
Gritou de dor quando aquele enorme pedaço de músculos invadiu sua vagina, mas logo em seguida os gemidos eram de prazer. Quando ele começou o movimento de entra e sai, Lucia cruzou as pernas em sua cintura, procurando coordenar os momentos dele com os seus. Quando ele gozou dentro dela, Lucia gozou ao mesmo tempo, num orgasmo como nunca teve antes.
Com o marido, o sexo sempre foi tipo papai e mamãe. Mas agora na cama com Francisco, não tinha como lhe negar nada e gritou de dor, quando ele fez sexo anal. Apesar de estar casada há cinco anos, ainda era virgem na bunda.
A única hora, que ela lutou com ele e tentou evitar que fizesse, foi quando ele levou o pênis até sua boca, para o sexo oral. Gritou, implorou e chorou, pedindo que não o fizesse, pois tinha muito nojo. Lutou como uma leoa, tentando escapar, mas não era páreo para Francisco, que a dominou e sentado sobre seus seios, levou a cabeça do pau até os lábios cerrados de Lucia.
Virava o rosto de um lado para outro, fugindo ao contado da melada cabeça, ainda suja de suas fezes, até que ele, segurando com ambas as mãos o rosto dela, posicionou o monstro endurecido entre os lábios e foi forçando. Com ajuda dos dedos, pressionando as maças de seu rosto, sentiu o pênis entrar em sua boca, pelo menos um pequeno pedaço dele.
Francisco agia como se estivesse dentro de sua vagina, num entra e sai controlado, só para não a sufocar. Só quando gozou, ele forçou um pouco mais e ela sentiu a porra descer garganta abaixo. Com quase todo ele em sua boca, e com a porra descendo em golfadas, Lucia sem ar, esperneou, mas no auge do gozo, ele perdeu o controle e enterrou todo o cacete, trancando por completo a garganta de Lucia que sufocou, e perdeu os sentidos.
Quando voltou a si, estava sendo levada ao banheiro, pelas duas mulheres. - Venha, moça, temos de a limpar e preparar para a próxima visita. Dentro do box, Lucia vomitou horrores.
Vinte minutos depois, deitada nua na cama, que teve os lençóis e travesseiros trocados, Lucia chorava baixinho. - Meus Deus! Ainda falta todos os outros, não vou aguentar.
Quando o outro homem entrou, Lucia fechou os olhos, desejando estar morta. Por um minuto nada aconteceu. Abriu os olhos e empalideceu, ao contrário de Francisco, o sujeito era um velhote, mostrando o corpo nu e gordo, parecendo mais um porco, com a banha da barriga, quase tapando o seu membro.
Olhava para o corpo de Lucia, sem falar nada, não tirando o olhar da buceta dela, que fechou novamente os olhos, esperando qualquer iniciativa dele. Sentiu quer ele a puxava pelo braço. - Eu não a quero deitada na cama, senhora... venha se sentar nesta poltrona. O gorducho tinha muita força e ela foi quase que arrastada. Sentada na poltrona, fechou as coxas, quando ele se ajoelhou na sua frente a segurando pelos joelhos. - Que lindinha... cheia de pudor! Mas eu não a quero assim. Coloque as pernas em cada braço da poltrona. Sem esperar qualquer ação de Lucia, ele mesmo colocou as pernas dela nos braços da poltrona.
Lucia toda arreganhada, numa posição vexatória, estava derrotada moralmente, sem ânimo para emitir qualquer protesto Ele com o rosto a dois palmos de sua vagina e as mãos espalmadas em suas coxas, murmurava encantado com o que via.
- Que Buceta mais linda você tem, senhora! O gordo fazia questão de a chamar de "senhora", mas o que parece o negócio dele, era só olhar.
- Nem parece que tem dois filhos! - Me diga uma coisa, senhora, você ama o seu marido? Antes desta noite, já tinhas dormido com outro homem? - Não quer responder? Não tem importância, nós aqui do clube, temos a tua ficha completa. Sabemos que é esposa e mãe exemplar, que trabalhas muito para manter a casa, principalmente agora com ele acidentado. Mas sempre foi assim. Teu querido marido, nunca ganhou o suficiente, nem para pagar a creche das tuas crianças.
O homem falava, falava e falava, sem tirar os olhos da buceta toda aberta para ele. Agora com os dedos ele separava os lados lábios vaginais e aproximando o rosto, passou a dar fortes sopros dentro do canal, sempre exclamando: - Que delícia, que delícia!
Lucia sentia o bafo quente bem fundo, dentro de sua vagina. Velhote não fez mais nada a não ser soprar e olhar. Aquela coisa absurda e estranha, traiu Lucia, pois sem perceber estava ficando úmida, se excitando com o sopro dele.
Ficou quase uma hora intercalando os sopros e tocando com os dedos os lábios vaginais. - Minha nossa! Eu posso ser uma mulher honesta e fiel ao meu marido, mas estes filhos de uma puta, estão me fazendo gozar como nunca.
Isto era a pura verdade, pois o velho gordo a fez ter dois orgasmos, sem mesmo haver penetração ou lambidas e chupões... só com o sofro quente dele e os dedos separando os lábios vaginais.
- Lucia preste atenção com o que vou lhe falar. Sei que você é uma mulher fiel e que nunca traiu o marido, mas acontece que depois desta noite, eu a quero encontrar outras vezes, fora daqui. Sou dono de uma fortuna considerável e se você aceitar minha proposta, nunca mais vais necessitar passar por dificuldades de ordem financeira, eu me encarregarei de suprir as necessidades de toda a tua família. Assim como hoje, não haverá penetração.
- Você está maluco! Eu nunca aceitarei uma coisa destas... trair o meu marido, ainda mais por dinheiro. Se tens tanto dinheiro como diz ter, procure uma mulher da vida.
Não querida... detesto putas... prefiro, uma mulher casadinha, assim como você. Meu nome é Rodrigues, não se esqueças.
Nem bem o velho gordo, Rodrigues, saiu do quarto, um outro chegou. Desta vez o cara não era tão gordo e nem tão velho, mas era totalmente calvo e bem alto. Desta vez também não ouve penetração, mas Lucia se sentia cada mais arrasada e resignada com a sua triste situação, nas mãos de uma turma de tarados. Este terceiro sujeito, era muito afoito e sua "especialidade" era boca e língua.
O nojento chupava sua vagina e seu ânus como um louco. Lucia mesmo exaurida de tanto gozar com Francisco e o Gordo Rodrigues, quase enlouqueceu com a boca do homem.
Quase seis horas de manhã, com a noite no fim, Lucia não tinha forças para mais nada, já tinha recebido, 10 dos 14 homens. Com vagina e o ânus, já insensíveis ao toque, pelas infindáveis penetrações e com o corpo doendo dos muitos tapas e mordidas. Chorou muito e implorou que eles lhe dessem um descanso, pois não estava mais suportando ser estuprada por mais ninguém.
Ainda mais que os dois últimos, depois de a penetrarem, em dupla penetração, a espancaram cruelmente, eram tantos tapas e socos, que Lucia ficou estendida no chão do quarto, gemendo de dor.
Francisco foi até o quarto e a examinou, verificando que ela estava física e mentalmente aniquilada e então mesmo sob protestos dos quatro restantes sócios que a desejavam, ele os convenceu a libertarem. Meus amigos, Lucia não tem mais nenhuma condição de os atender, se insistirem, terão em suas mãos apenas uma boneca insensível, pois seu corpo e mente chegaram ao limite. Sejam camaradas e dispensem a mulher, ainda mais que Bello e Henrique, moeram a mulherzinha de pancada.
Com a concordância, a reunião deste fim de semana foi encerrada e todos os milionário foram embora, ficando na sede do clube, somente, Francisco e Rodrigues.
- Porque você não foi junto com os outros Rodrigues? É que eu quero conversar com você a respeito desta garota. Eu estou louco por ela e a quero convencer a me encontrar fora daqui. O que você acha?
- Eu também a desejo encontrar fora daqui e vou lhe dizer uma coisa; Lucia é uma mulher honesta que nunca botou chifres no marido, mas acho viável que possamos modificar este estado de coisas. Primeiro é que ela é super fogosa e facilmente é levada a ficar excitada. Segundo pelo que senti, o marido não a satisfaz plenamente na cama, terceiro é que ela está mergulhada até o pescoço por dívidas e o marido é um cara que mal consegue levar para casa alguns trocados.
Verdade que ela vai receber uma boa bolado do nosso clube, mesmo tirando as contribuições dos quatro que não a usaram. Mas quem sente o gostinho do dinheiro, não esquece facilmente.
Mas eu bolei um plano que se der certo, ela ficará em nossas mãos, sem possibilidade de se negar para a gente. - Que plano é esse Francisco? Vou lhe contar, meu amigo, é o seguinte..............

Meio dia de sábado, Antônia e Berta entram no quarto onde está Lucia, levando bandejas com pratos finíssimos e refrigerantes. Ela já está quase recuperada da noite de terror que passou, sendo obrigada a fazer sexo com dez homens. Temia pelo que ainda estava por vir, ainda faltavam alguns velhotes para a forçarem, sabia que não seria capaz de suportar tudo novamente e isso a assustava tremendamente.
Tão assustava estava, que apesar de estar com muita fome, apenas beliscou a comida que lhe foi servida. Estava desesperada para voltar para sua casa, para poder abraçar os seus filhinhos e o marido, que deviam estar preocupadíssimos com o seu sumiço.
As horas foram passando e ninguém mais veio ao quarto e com a portas trancadas, se sentia uma prisioneira. Até Francisco abrir a porta e a convidou a sair.
Sair!!!!! Você está me libertando? Ainda não Lucia, restam alguns homens que a querem e eu estou tentando livrar a tua cara. Vamos até o meu quarto, tenho uma proposta para você.
- É o seguinte... ontem quando eu a fodi, me apaixonei perdidamente por você e resolvi a esconder em meu quarto, e dizer a eles que eu a mandei embora. Quero que fique bem escondidinha aqui, enquanto eu vou lá em baixo, conversar com eles e se tudo der certo, depois que eles forem para suas casas, eu a levarei para a sua.
Uma hora depois, Francisco retornou e lhe dá a boa notícia. Tudo certo Lucia, eles ficaram puto da cara comigo, mas aceitaram o que fiz. Agora estão bebendo e comendo, como sempre fazem. Quando o último sair eu a levarei ara a tua casa.
Lucia, eu estou profundamente arrependido pela sacanagem que fiz com você, a sequestrando e a fazendo passar por tudo isso, mas o tiro saiu pela culatra, pois eu me apaixonei por você. Eles não pretendem mais lhe entregar o dinheiro prometido, pois disseram que como eu a libertei, me cabe a responsabilidade de a indenizar pelos sofrimentos sofridos.
Francisco, eu não quero nada de você, só quero ir embora o mais rápido possível. - Não, não vou deixar você na mão. Sei muito bem das tuas dificuldades financeiras e peço que aceites a minha ajuda. Tome, aqui tem um cheque de 400 mil,
- Não vou aceitar Francisco, necessito muito deste dinheiro, porém parece que estou vendendo o meu corpo. Deixe de bobagem...eu a fodi a força, como todos os outros, contra a tua vontade. Aceite isso como forma de nossa indenização pelo sofrimento que lhe causamos, isto é o teu direito legal. - Está certo, vou aceitar..., mas quando poderei ir embora? - Ainda tem muitos caras lá no salão, tenha calma.
Lucia, eu estou louco para fazer sexo com você novamente e sei que você gozou algumas vezes nos meus braços.
Ele tinha razão, mesmo não querendo admitir, ela olhava para ele e lhe vinha à mente os momentos de loucura nos seus braços. Mas não podia ceder, se antes foi a força, contra a sua vontade, agora não seria.
Não posso Francisco, eu amo meu marido e.... - Venha cá Lucia, isto que sinto por você é pura tesão... deixe eu a beijar você... deixe! - Não Francisco, me solte... me solte.
Francisco a abraçava, a trazendo para junto de seu corpo, lhe dando beijos nos lábios, pescoço e ombros e ela sentia sua virilidade entre suas coxas. As mãos desceram até sua bunda, a apertando com força. Amoleceu nos braços dele e mesmo em pé, ele foi tirando suas roupas. Com o monstro entre suas coxas Lucia, com os braços em torno do pescoço dele, passou a corresponder com paixão os beijos. Língua com língua, gemido com gemidos.
Em instantes ambos estavam nus, no meio do quarto, com Lucia querendo se fundir ao corpo dele. Francisco foi descendo a boca a lambendo por onde passava, até chegar na depilada vagina, gemendo de tesão como uma louca, separou as coxas para que o homem ajoelhado entre elas tivesse melhor acesso a sua grutinha.
Lucia segurava a cabeça dele, a puxando mais para junto dela, enquanto emitia autênticos "uivos "entrecortados de pedidos.... Mais...mais... não pare.... Mais...mais...mais. Meu Deus! Estou morrendo de tesão...que delícia. Quando o orgasmo a atingiu em cheio, Lucia deu um berro, que deve ter escoado por todo casarão.
Por quase toda a noite, eles se amaram sem nenhuma reserva, com Lucia desejando o sexo anal e até o chupando, num 69 sem fim.
No domingo à tarde, depois de mais uma sessão de sexo louco, Lucia pouco antes de entrar no carro de Francisco, muito nervosa e apreensiva. - Não sei o que falar com o meu marido. Sexta à noite, lhe informo que vou visitar um cliente e só volto no domingo, quase a noitinha.
- Muito simples diga que sofreu um acidente muito grave, lá na mansão do teu cliente, caindo da escada e batendo com a cabeça. Ficou desacordada e sem ninguém para a socorrer, pois estava sozinha lá. Só quando as caseiras chegaram e a viram caída é que foi socorrida.
Não vai dá pé, eu não estou machucada, para provar esta história. Está sim, querida. Ela nem teve temo de se virar, pois foi atingida com violência, com algo parecendo um porrete. Deu um grito de dor e caiu no piso de cimento da garagem, desmaiada.

Dois meses depois, já recuperada daquele fim de semana terrível, que teve o poder de lhe revelar toda a sua sexualidade e erotismo que pensava não possuir. Mas queria esquecer tudo o que aconteceu naqueles dos dias, pois sentia vergonha de si mesma
Paulo notou que a esposa, quando faziam sexo, era mais fogosa e exigia muito mais dele, porém para frustação dela, não iam além do papai e mamãe. Sua vontade, que não se atrevia a revelar. Era que ele lhe fizesse sexo oral e até anal. - Minha nossa! Aqueles filhos da puta, me tornaram em uma devassa.
De uma hora para outra, o faturamento do escritório de Lucia, aumentou consideravelmente. Agora ela podia pagar as contas da família em dia, podendo respirar aliviada. Paulo recuperado, voltou a trabalhar, porém, como sempre, seus ganhos eram irrisórios.
Na realidade, o faturamento do escritório, não vinha de novos serviços e sim dos 400 mil, que depositou numa conta, desconhecida do marido, e quando necessário, Lucia sacava para quitar qualquer despesa da casa, como prestação do carro, da casa e colégios filhos.
- Doutora Lucia... telefone na linha 2. - Vou atender, Helena, obrigada.
- Boa tarde Lucia.... Como está se saindo aí no escritório? - Muito bem, obrigada. Quem está falando? - Minha querida, é Francisco, o teu homem. - Meu Deus! É você Francisco? Que palhaçada é essa de ser o "meu homem". O único homem de minha vida é Paulo, meu marido.
- Duvido muito disso... aquele frangote não deve a satisfazer na cama de modo algum.
-Francisco, você é um canalha atrevido e muito convencido. Esqueça que existo e não me ligue mais. Estou tentando esquecer a patifaria que você armou para mim.
- Não posso, querida... eu a desejo tanto, que até comprei um apartamento bem perto do teu escritório, somente para os nossos encontros amorosos. O quê!!!!! Você está maluco cara? Está me confundindo com uma vadia! Sou uma mulher casada e amo o meu marido.
- Lucia, conheço esta história de ser mulher casada, que ama o marido e que não quer colocar chifres nele, mas assim mesmo eu a quero e o apartamento está a tua espera, para a fazer gozar novamente... está lembrada?
- Nuca mais farei coisa igual; se senti qualquer coisa naqueles dias, foi porque você me forçou e eu sou humana.
-Lucia, estou remetendo para você as chaves do apartamento e o endereço e a espero lá, sempre que a chamar por telefone, por favor não falte. - Ah! Só para lhe refrescar a memória, estou remetendo junto, uma pequena lembrança, para não esqueceres nossos momentos de paixão.
Furiosa, Lucia desligou o telefone na cara dele. - Que sujeito mais atrevido e convencido! Mas aquela ligação mexeu com ela. Nervosa, disse para Helena, que iria para casa... pois não estava se sentindo bem. Em seu apartamento tomou um bom banho e foi se deitar. Relembrando os momentos de intenso gozo nos braços de Francisco e sem mesmo sentir, sua xoxota ficou úmida.
- Meu Deus! Este cara me faz ficar excitada só em me lembrar daqueles momentos! Mas Lucia tomou uma decisão... iria apagar de sua cabeça toda e qualquer lembrança de Francisco e dos demais caras que a violentaram, de modo tão indigno.
No dia seguinte, tão logo chegou ao escritório, Helena lhe entregou um pequeno pacote, a informando que ele foi entregue por mensageiro especial, endereçado a ela.
Lucia pensou em não abrir o pacote e o jogar no lixo, sabia que o remetente era Francisco, mesmo não estando registrado o nome dele, apenas os dizeres: "Pessoal e confidencial"
Curiosa, resolveu abrir. Um jogo de três chaves e o endereço do apartamento. Percebeu que ficava a poucas quadras do escritório, num prédio de luxo. Número 408 apartamentos 1206... que cara mais besta! E esta caixinha...o que será? Era a um DVD e na capa os dizeres: "os nossos momentos de paixão, Lucia e Francisco"
- Que merda! O que será isso? Colocou a mídia no seu aparelho e quando viu as primeiras cenas levou um choque tremendo. Desligou o aparelho, fechou com chave a porta do escritório avisou helena que não atenderia nenhuma ligação, até segunda ordem.
Tremendo, voltou a assistir o vídeo. Era ela e Francisco, fazendo sexo desenfreado. Ela chupando o pau dele e engolindo a porra, lambendo os lábios e sorrindo, com uma carinha de puta. Francisco deitado por cima dela, com o membro todo enterrado no seu cú, com Lucia rebolando e gemendo de prazer. Depois num 69 interminável. Foram mais de 30 minutos de gravação.
- Meu Deus! Como isso foi possível? Quem fez esta gravação? O que ele quer com isso?
Lucia ficou em pânico... tinha de falar com ele... este vídeo tinha de ser destruído. Foi tudo tão bem editado, que nenhuma cena em que ela protestava e queria impedir o avanço dele, foi gravada. Só as cenas em ela, já dominada pelo tesão, foi filmada. Viu e reviu o vídeo. Nossa! Essa não sou, é sim uma puta tarada mamando o pau do cara e saboreando a porra dele; sendo enrabada e rebolando a bunda. Deus! Como pude fazer tudo isso? Eu estava doida?
Não teve mais condições de trabalhar no restante do dia. Fechou o escritório e mandou a secretária para casa. - Helena, hoje podes tirar o dia de folga e eu vou para casa.
Mas Lucia não foi para casa. Já que tinhas as chaves e o endereço do apartamento de Francisco, resolveu ir até lá, mesmo que ele não a estivesse esperando.
Realmente, ele não estava lá. Ficou de boca aberta vendo o luxo do apartamento. Uma sala enorme, mobiliada com extremo bom gosto e até um bar, com bebidas de diversas partes do mundo, copa cozinha totalmente montadas e prontas para refeições ligeiras. A dispensa abarrotada de tudo que se possa imaginar. Mais o que mais a impressionou foi a suíte, que sozinha era maior que todo o seu apartamento. Sobre a cama, ela viu um bilhete, endereçado a ela. Quando o leu, ficou pálida e até um pouco zonza. Ali estava decretado o rumo que sua vida devia seguir e Lucia não viu como escapar deste destino.
"Querida Lucia, este apartamento lhe pertence. É um presente meu para você. Aqui nós vamos voltar a fazer tudo o que você viu no vídeo que lhe enviei. Sempre que eu lhe telefonar e pedir que venhas ao nosso ninho de amor, espero que me atendas. Sei que está curiosa em saber quem fez a filmagem das nossas tórridas cenas de amor. Foi Rodrigues, o velhote gordo e chupador. Ele é muito bom em fazer essas filmagens. Ele ficou tão tarado pela tua vagina, que a noite fica vendo a cópia da gravação, com saudades de a encontrar novamente. Então decidimos que, uma vez ou outra, eu a dividirei com ele. Espero que não se importe com isso. Querida, não é uma ameaça, mas apenas um aviso. Se você nos desapontar e não comparecer aos nossos convites, o vídeo será distribuído para as locadoras, depois de cópias serem entregues ao teu marido, aos teus pais, irmãos, tios e primos. PS.: Para não ficares tão tristinha, depositei naquela tua conta corrente especial, mais 50 mil reais, para pagar pelos teus serviços pelos próximos dois meses. Beijos do teu homem".
Lucia, num acesso de fúria, destruiu o vídeo, o cortando em pedacinhos, sabendo que era apenas uma cópia. Depois foi até o bar e encheu um copo de uísque e mesmo sem gelo, bebeu até o último gole, sem conseguir parar de chorar.
O que fazer? Se não obedecer aos dois canalhas, será a sua ruiva moral, perante todos os seus entes queridos e provavelmente de seus amigos e conhecidos. O vídeo com duração de mais ou menos 30 minutos, com o título "Lucia, tarada por sexo" não podia ser distribuído. Decidiu então que seria melhor atender aos dois homens, afinal de contas, há pouco tempo atrás, ela foi comida por muitos homens de não morreu por cauda disso.
Desnorteada, bebeu mais uísque e já passavas das 18 horas, quando deixou o apartamento. Bêbada como um gambá, saiu cambaleando, voltando ao escritório, para pegar o carro e ir para casa.
Quando chegou ao prédio do seu escritório, de tão embriagada, não conseguiu abrir o portão interno da garagem, então foi até a guarita do vigia noturno e pediu para ele abrir a garagem para ela. - Quem é a senhora? Eu sou a Lucia, tenho escritório neste prédio e quero pegar o meu carro para ir embora. Me desculpe senhora, mas eu não vou fazer isso não. A senhora está tão bêbada que nem consegue ficar em pé direito.
- Pare de me chamar de senhora! Eu sou é uma puta, uma vaca... que deu o rabo para um montão de homens. Abra logo esta porra de garagem, antes que eu lhe uns tapas, seu puto safado. Nem bem terminou de falar, caiu nos braços do pobre vigia, que assustado a amparou.
- Nossa! Esta mulher está doidona... deve ter entornado todas. O que vou fazer? Acho que é uma vadia e que nem tem escritório aqui. Ficou em dúvida, se a deixasse na calçada, bêbada como estava, seria provavelmente "jantada" pelos moradores de rua, que transitam por ali durante as noites. Seria aconselhável que a deixasse dormir num cantinho ao lado da guarita, pelo menos até passar a bebedeira dela. Estendeu uma lona e a deixou ali e voltou para a sua guarita.
Nem uma hora depois, retornou e viu a mulher, ainda desacordada, deixando quase a totalidade de suas coxas descoberta. - Que merda.... Esta puta é muito gostosa…acho que vou provar um pouquinho dela! O vigia, cheio de tesão, tratou de deixar Lucia, nuazinha em pelo e por quase uma hora, fez o "lanchinho da noite" comendo a buceta e o cuzinho da "puta bêbada" e até esporeou em sua boca, sem que ela ao menos recobrasse os sentidos, de tão embriagava se encontrava.
Satisfeito em suas necessidades, resolveu dar uma olhadinha na bolsa da vadia.
Gritou apavorado: - Doutora Lucia Alencar da Ross - Arquiteta. Foi o que leu no cartão de visita de Lucia. - Meus Deus do Céu.... Estou perdido! Ela falou a verdade, tem escritório lá no oitavo andar e o carro dela está na garagem! O que faço agora? Eu a fodi, bem aqui ao lado da guarita.
O pobre vigia, assustado como nunca, vestiu Lucia e a levou para o seu carro, lá na garagem. Para todos os efeitos, ela chegou ao prédio e pediu para pegar o seu carro que estava lá e ele a atendeu.
As quatro horas, Lucia acordou ao volante de seu carro, estacionado na garagem do prédio, ainda bastante embriagada. - Que merda! O que vou disser ao Paulo? Como posso chegar em casa, com o dia quase amanhecendo e ainda por cima bêbada?
Resolveu enfrentar a situação e quase as seis horas chegou em casa. Pé ante pé, foi até o seu quarto e Paulo dormia como um anjinho. O corno filho de uma puta, nem atinou que passei a noite fora de casa. Lucia tomou um banho e foi dormir no quarto dos seus filhos.
Tudo transcorreu sem nenhum sobressalto para Lucia na semana seguinte. Nenhuma ligação de Francisco. Mas na segunda, à noite, o telefonou tocou em sua casa e Paulo atendeu.
- Meu anjo, é ligação para você...um tal de Francisco, seu cliente. Lucia tremeu na base, estava colocando seus filhotes para dormir e trêmula, avisou ao marido, que iria atender ao "cliente", no seu escritório.
- Cachorro sem vergonha... como se atreve a ligar para minha casa? - Fique calminha, meu bem.... Amanhã, as 14 horas, eu a quero lá no nosso apartamento. Vamos passar uma tarde inteira, fazendo amor. Até lá querida. Francisco nem lhe deu tempo para retrucar, pois desligou o telefone em sua cara.
De tão nervosas, Lucia, nem conseguiu dormir direito e quando Paulo a procurou, deu a desculpa, dizendo que estava com muita dor de cabeça. Ele de bom humor, aceitou o pretexto da esposa, para não fazer sexo com ele.
Lucia, mesmo com muito ódio de Francisco, estava ansiosa para voltar a enlouquecer nos braços do safado. E assim foi, ela só voltou para casa, no dia seguinte, às 19 horas. Foram quase cinco horas, que ela enlouqueceu de tanto prazer e gozar nos braços de Francisco.
Nas semanas seguintes, todas as segundas-feiras, na parte da tarde, Lucia passou a ter compromissos com clientes e saía do escritório para os atender.
Rodrigues, o gordo chupador, ligou para o escritório de Lucia e pediu, com muita gentiliza, que ela o fosse encontrar no apartamento, não numa segunda, pois sabia que este era o dia de Francisco. - Lucia, eu a quero ver nesta quinta-feira.
Sem opção, Lucia foi se encontrar com o velho tarado e ficou admirada, pois o velhote, no outro quarto, mandou instalar uma mesa adaptada para exame ginecológico. - Querida, este será o nosso cantinho, o nosso quarto. Quando ele pediu que ela tirasse a roupa e se posicionasse na tal mesa, ela o fez sem reclamar. Sabia muito bem o que ele queria, examinar a sua bucetinha.
Ficou admirada, pois Rodrigues, desta vez mudou o modo de a apreciar. Colocou na buceta de Lucia, um afastador vaginal e com as paredes bem afastadas, ficou olhando a "caverna" que se abria para ele e com uma pequena lanterna, iluminava o seu interior. - Minha nossas! Dá para ver bem lá no fundo ... que coisa de louco! Depois, passou a fazer o que Lucia mais gostava, encostou os lábios na vagina e começou a soprar com muita força.
Em questão de momentos, passou a ficar extremamente excitada com o ar quente dele, indo bem fundo dentro dela. Minutos depois, sem conseguir se controlar, Lucia gemia de prazer e no auge do orgasmo que a invadiu, agarrou a cabeça do velhote e com ambas as mãos, o puxou violentamente para dentro de suas coxas. Fazendo com que o velhote enterrasse sua boca em sua outra boca, berrando alucinada. - Pare de soprar e me chupe, velho tarado! Sem opção, pego de surpresa, ele parecia um aspirador de pó, aspirando tudo que saía de dentro de Lucia.
Nunca em toda a sua vida, ela gozou tanto como naquela tarde, nem mesmo com Francisco e muito menos com o seu marido, e disse isso ao velhote.
O velho milionário, ficou tão encantado com essa revelação, que nos seus encontros futuros, ele se satisfazia, soprando a buceta de Lucia e a satisfazia, a lambendo, como só ele sabia fazer.
Lucia passou a esperar, ansiosa as tardes com Rodrigues e as com Francisco. Ainda mais que mensalmente, Francisco depositava cinquenta mil em sua conta corrente e Rodrigues, cem mil e, quando ela pedia, Rodrigues a brindava com depósito extras.
Algum tempo depois, Lucia tinha acumulado em sua conta, pouco mais de dez milhões, tudo fruto dos seus serviços como decoradora de interiores, como dizia para Paulo, seu marido corno, que mesmo desconfiando da origem de tanto dinheiro que a esposa trazia para casa, usufruía dele, não querendo saber como ela conseguia tanta grana.


FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:19 de agosto de 2015 13:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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