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Clube Prazer Sem Limites

Clube Prazer Sem Limites


Eu não conseguia mais suportar a vida que levava. Órfão de pai e mãe, morava com o meu tio viúvo e seus dois filhos, Gêmeos de 17 anos que viviam dando em cima de mim. Lá no sitio eu era empregada deles. Cozinhava, lavava e arrumava a casa. Apesar de ter apenas 14 anos, foi muito difícil frequentar a escola da vila, pois eles não me davam tempo para nada.
Com 16 anos, meu tio me proibiu de ir à escola, pois ele necessitava que eu cuidasse mais da casa. Pedi para ele me deixar estudar à noite e que eu cuidaria dos serviços de casa durante o dia, mas ele não deixou. - Alice, você é uma mocinha muito bonita para ir e voltar para a escola sozinha à noite. Sei que tem muitos caras de olho em você, é o que se comenta lá no bar da vila.
Os garotos cada vez mais abusados, tentavam entrar em meu quarto, enquanto eu dormia. Fiz queixa deles ao titio, que brigou com eles. Pouco adiantou, pois, alguns dias depois, acordei com Marcelo e Antônio em minha cama, tentando tirar minha camisola. Gritei assustada e titio veio me socorrer. Deu uns bons tapas nos rapazes e disse que a partir daquela noite, eu passaria a dormir no seu quarto. Titio levou minha caminha e a montou no quarto ao lado da cama dele.
Com isso o assédio noturno dos primos cessou e me vi livre dos danadinhos. Trabalhando como uma condenada, à noite eu estava quase sempre muito cansada e tão logo caia na cama, dormia como uma pedra.
Certa noite, acordei sentindo um peso enorme sobre minhas costas. Assustada tentei me mexer, foi quando senti meu tio deitado em cima de mim, bufando como um porco. Em pânico tentei gritar, mas ele levou as mãos em minha boca e sussurrou: - Fique quietinha, sobrinha, eu só quero sentir esta bundinha gostosa, nem vou tirar tua roupa. Nada de mau vai lhe acontecer.
Ele tapava com muita força minha boca, quase me sufocando, enquanto movimentava seu pesado corpo em cima de mim. Senti a o volume dele entre minhas nádegas, Ele não tirou minha calcinha, mas estava sem o pijama e pude senti o membro volumoso roçar minha bunda e minha xoxotinha, por cima do pano.
Por mais que tentasse sair dele, nada pude fazer e ele ficou muito tempo em cima de mim. Exausta parei de lutar e depois senti ele me lambuzar toda.
Apavorada, depois que ele saiu de cima de mim e foi se deitar, corri para o banheiro e tomei um banho de chuveiro, sem conseguir parar de chorar. No outro dia titio agiu como que nada tivesse acontecido.
Sabia que agora que ele tinha começado, seria questão de tempo para ele me estuprar e foi então tomei uma decisão que iria mudar minha vida para sempre.
Eu iria fugir de casa, iria para bem longe, onde não pudesse mais ser encontrada. Preferia morrer a ficar morando com os três.
Sabia onde ele guardava o dinheiro que conseguia com a venda dos porcos e sem que pudessem notar, tirei uma boa bolada. À noite, ante de nos recolher, disse que tinha esquecido as roupas no varal e que iria lá no quintal para as recolher.
Vá logo querida, já está na hora da gente ir dormir, foi o que titio falou, piscando um olho para mim. Sai, fui até o celeiro e peguei a trouxinha de roupas e pedaços de pão e de carne que tinha escondido lá, durante a tarde e parti, sem ao menos olhar para trás.
Nunca mais eles me viram na vida. Sumi na noite escura e com muito medo, mas determinada, caminhei durante toda a noite, seguindo pelo acostamento da rodovia, sempre em frente, me escondendo dos poucos faróis que rasgavam a negritude da madrugada, fria e silenciosa.
Durante os dias e noites seguintes, continuei minha jornada, sempre me esquivando de tudo e de todos, indo para algum lugar, que nem sabia qual seria. Só parei quando encontrei uma parada de caminhão.
Tive tremenda sorte, pois o casal de idosos que administrava o barzinho do local, me acolheu e nem deram importância quando eu lhes disse que estava fugindo de casa e o motivo.
Fiquei por lá por quase dois meses, os ajudando no que podia, sempre de olho no pessoal que chegava, pois não estava tão longe de casa como gostaria. Resolvi então seguir adiante. Peguei carona no carro de uma família, mentindo para eles, que estava indo visitar uma tia na capital e que não tinha dinheiro para o ônibus. Foram 16 horas de estrada, até que me vi perdida na imensa cidade.
Eu tinha bastante dinheiro, bem escondido nas minhas roupas, porém estava bastante desorientada. Perambulando pelas ruas e avenidas, entrei num pequeno restaurante e me fartei de tanto comer.
Mesmo tentando ser a mais discreta possível, chamei a atenção do dono ou gerente do local. - O que a mocinha está fazendo por estas bandas, parece não ter rumo!
- Sabe o que é, senhor, eu moro com minha mãe doente e vim procurar serviço. Está muito difícil, pois não consegui nada.
- O que a menina sabe fazer? - Eu faço de tudo um pouco, não tenho medo de serviço. Sei cozinhar, passar roupas e limpar uma casa muito bem.
- Olhe, eu talvez possa arrumar alguma coisa parar você. Qual é a tua idade. - Tenho 18 anos, menti para o velhote. - Está certo, jovem, fique por aí que vou fazer umas ligações telefônicas, acho que tenho algo para você.
Dei pulos de alegria, a sorte continuava ao meu lado. Fiquei sentada numa mesinha, esperando as boas novas dele.
Mas se Alice pudesse ouvir o que o velhote falava ao telefone, sairia dali correndo como o diabo foge da cruz.
- Ricardo, eu estou com uma franguinha aqui que é uma joinha. Ela diz que está procurando emprego e que tem 18 aninhos, mas sei que é mentira. Sim, cara, ela é muito bonita, mas é bem matuta, uma autentica roceira. Ela está sozinha. Pode deixar, eu a farei esperar por você. Quero uma grana muito boa por ela. Está certo, eu a levarei para o quartinho lá nos fundos. Ok, farei o que queres, mas eu só tenho um vidrinho, quero que você me traga mais alguns. Não sejas idiota, Ricardo... ela nem saberá que está sendo dopada.
- Tudo certo, minha jovem. Consegui arrumar emprego para você. O teu futuro patrão está vindo conversar. Ele é dono de um clube e necessita de pessoas para cuidar da limpeza do local.
- Que maravilha, senhor Nicolau, nem sei como agradecer ao senhor. - Não precisa moça, eu serei muito bem recompensado. Tome aqui, beba este refrigerante, enquanto eu bebo esta cerveja. Tenho de comemorar a minha boa sorte, em a ter aqui.
Alice não entendeu nada do que ele estava a falar, a boa sorte era a dela e não dele. Poucos minutos depois, começou a se sentir um pouco tonta, com muito sono, a cabeça rodando.
- Eu não estou me sentindo bem, senhor Nicolau! Não consigo ficar em pé! - Venha comigo...eu a levarei até o "escritório" para você descansar um pouco. Alice praticamente foi levada pelo velhote para o quartinho.
O entorpecente fez efeito quase que imediato e Alice já estava inconsciente, quando ele a deitou na minúscula cama.
- Que idiotazinha, nunca foi tão fácil... agora vamos ver o que tens nesta sacolinha. Nicolau espalhou sobre uma mesinha, todo o conteúdo da sacola de Alice. Ficou surpreso, pois viu bastante dinheiro e alguns documentos. Então teu nome é Alice e tens apenas 16 anos, garotinha mentirosa. Ele ficou o dinheiro e rasgou os documentos.
Pronto mocinha, você não vai mais necessitar de dinheiro ou de documentos - Vamos ver o que tens debaixo destes panos. Sem nenhuma pressa, Nicolau tirou toda a roupa, a deixando totalmente nua. Ficou surpreso ao ver a beleza do corpo de Alice. Seios grandes com mamilos bem salientes e uma bucetinha que nem se podia ver a rachinha, tal a enorme floresta de pelos negros que a ornava.
- Minha nossa! Você nunca se depilou? Curioso ele afastou as coxas de Alice e com os dedos a examinou com cuidado, - Que espetáculo, ela ainda é virgem! Vou cobrar o dobro por ela. Ricardo não vai se negar pagar, por uma virgem. Coisa muito rara hoje em dia.
Amigo, quero uma bolada por esta garota... você não vai acreditar, ela é virgem. - Se for verdade, lhe pagarei bem por ela.
Alice, se sentia sem forças para sair daquela tonteira que a invadia por inteiro. Percebia que muitas mãos tocavam o seu corpo. Queria protestar, mas não conseguia abrir os olhos e apenas balbuciar algumas palavras.
As três mulheres, empregadas do "Clube Prazer Sem Limites" tinham recebido ordens expressas, para preparar Alice para a apresentação que aconteceria proximamente. E elas fizeram isso com grande perícia.
Alice foi depilada, teve seu corpo massageado com óleos especiais e sofreu uma demorada limpeza de pele, os cabelos trabalhados e foi submetida a maquiagem total.
Quando Nicolau a viu de novo, ficou surpreso com a transformação da jovem virgem, - Vocês estão de parabéns, ela está parecendo uma bonequinha. Vai me render uma bolada, hoje á noite.
Alice está dentro do que parece ser uma caixa de vidro. O local é muito apertado e a obriga a ficar em pé, pois as paredes de vidro estão bem coladas ao seu corpo, não permitindo que se virasse de um lado para outro. A "vitrine" estava bem iluminada.
Está nua e a luz ofusca sua visão e pouco pode ver o que está acontecendo ao seu redor. Quer gritar, pedir ajuda para sair dali, mas seu corpo não obedece a sua vontade e aterrorizada pode ouvir, alto e em bom tom, uma voz masculina.
- Senhores, está é a terceira e a última oferta desta noite, mas é muito especial. Ela tem apenas 16 anos é nunca foi tocada. É isso mesmo, eu estou lhes oferecendo uma virgem. Se trata de algo muito especial.
O lance mínimo por esta beldade é de oitenta mil, por seis horas. Quem dá mais?
Apavorada, Alice percebeu que estava sendo leiloada e o terror tomou conta dela. Mais uma vez tentou gritar, porém a voz não lhe saia da garganta. Alguma coisa, uma espécie de droga qualquer agia em seu sistema nervoso central, a deixando sem controle de músculos e nervos.
Nicolau estava radiante, numa só noite fechou excelentes negócios com as três garotas quer ofertou. E o melhor de tudo, um só freguês fez os lances vencedores.
- Doutor Vasconcelos, as garotas já foram levadas para o salão la embaixo e estão à sua disposição. Agora só falta o teu pagamento e poderás descer. Mas quero que se lembres das regras. Serão seis horas e neste período poderás fazer o que bem entender com elas, mas lembre-se se as inutilizar, de modo que não possam mais serem ofertadas futuramente, a multa será de seis vezes o valor pago.
- Pode deixar, Nicolau... eu sei fazer a coisa bem direitinho. Nada que o teu médico não possa resolver.
Alice só tomou conhecimento do que estava acontecendo, quando o efeito das drogas sumiu de seu corpo. Estava nua, pendurada pelos pulsos a ganchos fixados no teto e seus pés não tocavam o chão. Com o peso do corpo, os seus braços e ombros doíam bastante. A sua frente outras duas moças, estavam igualmente penduradas. Elas choravam e soluçavam sem parar.
Alice não ficou para trás e também passou a gritar totalmente aterrorizada. Porque elas estavam ali? O que queriam com elas?
Cinco minutos depois, um homem barrigudo, de meia idade entrou e apenas ficou vendo as desesperadas garotas.
Jovens, quero que prestem muita atenção no que vou lhes dizer. Tenho seis horas inteiras para brincar com vocês, neste período vocês serão minhas e nada neste mundo poderá as ajudar, portanto peço que parem de berrar por socorro, não vai adiantar nada. Alice com os lábios tremendo e voz chorosa, perguntou ao homem.
- O que quer dizer com brincar com gente? - Vou lhe mostrar agora mesmo, jovem. Ele foi até uma mesinha, onde estava diversos objetos e escolheu uma espécie de chicote com cabo de couro e longa extensão flexível, com uns quatro palmos de largura.
Alice berrou de dor, quando a chibatada a atingiu, pegando o ombro direito e todo o seio. Em seguida mais quatro, na altura da barriga, coxas e seios. A dor sentida era alucinante, sua pele parecia que estar pegando fogo.
- Você percebeu lindinha, como é que eu gosto de brincar? Com o chicote na mão, ele foi até as outras duas garotas, e brindou cada uma com muitas chibatadas. Os alucinantes gritos de dor, encheu todo o ambiente.
Minutos depois, foi até Alice e lhe disse ao pé do ouvido: - Você é a que me custou mais caro, por ser virgem. Vamos ver se isso é verdade. Prendeu cordas de algodão, nos tornozelos e por meio de roldanas foi levantando suas pernas, de modo que ela ficou pendurada quase na horizontal, com as coxas abertas ao máximo, os grandes lábios da buceta, separados, deixavam entrever a abertura do canal vaginal. Calmamente, fazendo uso de um banco de madeira, se posicionou entre as coxas de Alice. Com o rosto a um palmo da buceta da apavorada garota, com ambas as mãos, abriu ao máximo a grutinha. Com os dedos a examinou. Verdade garota, você ainda e virgem.
Beijou e chupou a buceta de Alice e como um tarado, deu uma forte mordida no lábio direito e depois no esquerdo. Alice não conseguia para de gemer de tanta dor e implorou por misericórdia. Vasconcelos, a deixou sangrando com as mordidas e foi fazer o mesmo com as outras duas garotas.
Com uma câmera filmadora posicionada, voltou até Alice. Está na hora de você perder a tua virgindade, garota. Só não sei se no cu primeiro ou se na buceta. Decidi, garota. Primeiro a bucetinha, depois o rabo.
Alice não pode suportar a dor do estupro e gemia sem parar, com o pau dele indo entrando lentamente. Sentia que estava sendo rasgada por dentro. Mais tarde, fez o mesmo com o cú de Alice.
Seis horas depois, com o termino de seu horário. Vasconcelos saiu e avisou as empregadas da casa, que podiam ir buscar as garotas.
O que viram as assombrou bastante. Alice estava de ponta cabeça, pendurada somente pelo tornozelo direito. Enterrado na buceta e no cú, enormes consolos de silicone e o corpo todo transpassado por longas e finas agulhas, principalmente nos seios nos lábios e na vagina. As outras duas garotas estavam em estado bem pior do que Alice, todas as três estavam sem sentidos e apresentavam diversos sangramentos pelo corpo todo.
Infelizmente as duas jovens não resistiram aos ferimentos aplicados pelo sádico e faleceram em poucas horas. Alice, apesar de muito machucada, sobreviveu. Depois de duas intervenções cirúrgicas, foi se recuperando lentamente.
Quatro meses mais tarde, a equipe de cuidadores, informou para Nicolau, que a garota estava pronta para voltar a "ativa". Mas ele resolveu não a colocar tão cedo na vitrine, pois se estava apta fisicamente, mentalmente estava um trapo. Ela não conseguiu absorver as horas de tortura extrema a que fora submetida e ao que estava acontecendo com ela. Aprisionada pelo Clube Prazer Sem Limites, cujo único objetivo era sequestrar jovens para as submeter as mais cruéis e terríveis forma de sadismo. Escravas brancas do sexo, jamais seriam libertadas e, nos fundos da propriedade, mais de duas dúzias de covas, selavam o triste final das moças.
Algumas conseguiam ficar até um ano nestas condições, mas não mais do que isso e, quando não tinham mais como resistir, eram simplesmente descartadas, na verdade eram assassinadas em sessões macabras, sobre as lentes doentias, que gravam em vídeos, os momentos finais delas, para desleite de muitos, que adquirem estes horrores, alguns pensando que eram apenas truques de filmagens.
O mais repugnante destes filmes, foi rodado há pouco mais de um ano, quando uma mocinha, sem ao menos passar pelas intermináveis horas de tortura, foi levada diretamente para a área de "abate", um local enorme ao lado da mansão. Imaginando que estava indo para a liberdade, a jovenzinha se viu cercada por três mascaradas, que armados por afiadas espadas, a esquartejaram em pedacinhos tão pequenos, que o maior deles não tinha mais que dois quilos, tudo sob o foco de muitas câmeras. O vido foi um sucesso enorme e rendeu milhões para o "clube".
Nicolau estava pensando em rodar outro filme parecido e para isso já tinha a protagonista pré-escolhida, seria Alice.
Agora, com 17 anos, Alice não era mais a mocinha valente de antes, que teve a coragem de sair de fugir de casa, sem nenhum rumo definido, agora andava pelos cantos, triste, sem falar com ninguém.
Com o passar dos meses, Nicolau desistiu de levar Alice para a área de abate e se acostumou a levá-la para sua cama. Apesar de ser 48 anos mais velho que Alice, ele se habituou a fazer sexo com ela, pois apática, não dava importância para nenhuma das taras dele.
Por mais estranho que possa parecer, o que Nicolau mais gostava quando estava com Alice, era fazer sexo anal na garota e nos intermináveis momentos em que ele se deliciava, gozando na boquinha dela.
Alice nunca mais entrou na vitrine ou fez sexo com outro. Nicolau gamou de tal modo em Alice, que a fez sua mulherzinha, exclusividade dele.
Aos 19 anos, nada mais tinha importância para ela. A não ser os momentos deliciosos em que fazia sexo com o seu homem, fora condicionada a isso. Não tinha quase nenhuma lembrança de sua vida, fora do clube, tudo estava muito confuso em sua mente.
Quando Nicolau morreu, praticamente em seus braços, Alice nada sentiu, mas sua vidinha mudou radicalmente. O segundo em comando, tinha uma tara enorme por ela, mas nunca pode dar vazão aos seus desejos, pois Nicolau estava sempre atento e não largava o osso.
Agora com o caminho livre, mas com o coração cheio de ressentimentos, ele avisou Alice, que seria a diversão dos sócios, que vinham até o clube, para adquirir moças na vitrine.
Mensalmente, quando a casa os recebia, Alice era a única mulher no meio deles. Totalmente pelada, era obrigada servir bebidas e salgados para os sujeitos. Normalmente somente um ou dois conseguia fazer os lances vencedor e levar as meninas das vitrines lá pra baixo. O restante ficava nos salões, bebendo e botando papo fora e est era a função de Alice, distrair os caras.
Imaginem só, uma mulher jovem pelada, no meio de tantos homens, sedentos de sexo! Terminava sempre numa tremenda suruba, com ela satisfazendo, às vezes, três ao mesmo tempo.
Alice fazia tudo mecanicamente, chupava quando tinha de chupar, dava a bunda e a buceta, quando era solicitada. Dupla penetração a rodo momento rolava e Alice só reclamava, quando um terceiro esporrava em sua boca.
Mas a farra tinha de um dia terminar. De olho grande e abusando da sorte, eles passaram a sequestrar, quatro a cinco mocinhas por mês, geralmente jovens estudantes dos colégios da cidade. Foi relativamente fácil, prantar uma jovem policial, no meio estudantil. Depois de facilitar o máximo possível, Rebeca, a X9, conseguiu finalmente ser "sequestrada" junto com mais duas estudantes.
Era uma missão muito arriscada, a jovem policial, tinha implantado em seu corpo, não um, mais alguns aparelhinhos de última geração, que transmitiam, interruptamente sinais localizadores.
Eureca! Duas horas depois se ser sequestrada, Rebeca, já estava drogada e sendo preparada para esta mesma noite, ir para a vitrine do clube.
Cento e oitenta federais cercaram o casarão e esperaram pacientemente que a maioria dos sócios chegassem para o leilão.

Foi uma merda tremenda, trinta e dois homens e seis mulheres, foram totalmente surpreendidos e presos em fragrante. Nove mocinhas foram libertadas do cativeiro, inclusive Rebeca, a policial e Alice.

Algumas jovens estavam em péssimo estado, pois já tinha passado pelo subterrâneo, onde foram torturadas.

Tempos depois todas as garotas já estavam de volta para suas casas, menos uma que não sabia mais quem eram os seus parentes e tinha muitas dificuldades em saber o seu próprio nome.
Alice tinha retornado à vida, quatro anos depois de fugir de casa, mas como barco sem leme, não sabia o rumo a seguir. Porém teve tremenda sorte de ser recolhida por um casal de idosos, sem filhos, que penalizados, a adotaram como filha.

FIM

Sobre este texto

Marcela3

Autor:

Publicação:15 de agosto de 2015 17:42

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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